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Anjos Audazes

Piloto do NOTAer do ES lança livro sobre maior tragédia natural do estado

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Movido pelo desafio de registrar sob um novo olhar a maior tragédia natural do Espírito Santo, o capitão e piloto Marcelo Hollanda lançou, com o apoio da Helibras, seu primeiro livro. “Anjos Audazes” retrata missões de resgate realizadas pelo comandante às vítimas das chuvas de dezembro de 2013, no Espírito Santo, a bordo do helicóptero Esquilo da Polícia Militar do Estado.

O episódio ficou marcado na mente de Hollanda. “Logo depois da nossa operação comecei a avaliar dados estatísticos e relatórios de voo para os relatórios. Aquelas histórias voltaram à minha cabeça e decidi registrar em um papel. Durante o processo, vi que tinha material suficiente para publicar um livro”, conta.

hollanda

Foram 17 dias, 419 missões, 151 resgates em locais de difícil acesso e 226 horas de voo em todo o território capixaba. Hollanda retrata, no livro, os resgates dos quais participou e também como os integrantes do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo do Espírito Santo – o Notaer, conhecido como Harpias, realizaram os salvamentos com os helicópteros Esquilos.

As chuvas que atingiram o estado em 2013 causaram 24 mortes e deixaram mais 60 mil pessoas desabrigadas. O volume de chuva foi considerado o pior desde 1979. No total, 55 municípios foram afetados e bairros inteiros ficaram isolados. A chuva também destruiu lavouras, inundou pastos e danificou estradas de acesso às propriedades agrícolas. Os prejuízos do setor chegaram a R$ 200 milhões.

O livro conta ainda um breve histórico sobre o funcionamento do helicóptero, além da rotina da unidade de aviação da segurança pública. Em sua escrita, Hollanda buscou envolver os leitores com relatos que encantam pelo extraordinário e pelas dificuldades enfrentadas.

Como descreve o próprio autor, “as histórias contadas em quase 250 páginas falam de anjos e heróis. Um registro da entrega a uma profissão de amor à vida”. Para ele, toda a dificuldade com a situação enfrentada deixou um legado. “Somos melhores hoje do que na época. Caso ocorra outra tragédia, estaremos mais preparados”, completou.

Primeiro livro

“Anjos Audazes” é o primeiro livro escrito pelo capitão. O projeto que, a princípio, seria pequeno, com a impressão de 100 exemplares, ganhou parceiros, admiradores do trabalho da corporação e do comandante e o patrocínio de empresas, como a Helibras, EFAI, Helipro, Piloto Policial, etc para a viabilização. A tiragem foi ampliada para dois mil exemplares do livro, que serão distribuídos para os apoiadores e comercializados em livrarias do Espírito Santo a partir deste mês.

Crédito: Willian Henrique Fotografias

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Piloto lança livro que conta a história das enchentes no Espírito Santo em 2013

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Movido pelo desafio de registrar sob um novo olhar a maior tragédia natural do Espírito Santo, o capitão e piloto Marcelo Hollanda escreveu um livro sobre as missões de resgate às vítimas das chuvas de dezembro de 2013, a bordo do helicóptero da Polícia Militar. O lançamento de “Anjos Audazes” aconteceu na noite de terça-feira (27), em Vitória.

notaer

As chuvas que atingiram o Espírito Santo em dezembro de 2013 causaram 24 mortes e deixaram mais 60 mil pessoas fora de casa. O volume de chuva foi considerado o pior desde 1979. No total, 55 municípios foram afetados, sendo cerca de 15 a 20 com maior gravidade. Bairros inteiros ficaram isolados pela água. A chuva também destruiu lavouras, inundou pastos e danificou estradas de acesso às propriedades agrícolas. Os prejuízos do setor chegam a R$ 200 milhões.

“Logo depois da nossa operação das enchentes, comecei a avaliar dados estatísticos e relatórios de voo para relatar a chefia. Aquelas histórias voltaram a ficar na minha cabeça e comecei a registrar num papel. Durante o processo, vi que tinha material para publicar o livro com as histórias”, afirmou Marcelo Hollanda.

noaer1Durante 17 dias, foram 419 missões, 151 resgates de pessoas em locais de difícil acesso e 226 horas de voo em todo o território capixaba. Hollanda participou de alguns desses resgates, mas decidiu contar como os integrantes do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer), conhecido como harpias, realizaram os salvamentos.

O livro conta ainda com um breve histórico sobre o funcionamento do helicóptero, além de falar sobre a rotina da unidade de aviação da segurança pública. Em sua escrita, Hollanda buscou envolver os leitores com relatos que encantam pelo extraordinário e dificuldades enfrentadas.

A história, contada em quase 250 páginas, ocupa-se de falar dos anjos e heróis. Um registro da entrega à uma profissão e amor à vida. Na obra, os leitores vão conhecer um pouco mais sobre a tragédia natural provocada pelas fortes chuvas de dezembro de 2013.

Os fatos narrados por Hollanda marcaram a vida de policiais e voluntários civis. “Logo no final tivemos um momento de superação. A gente vê aquelas cenas de destruição nas paisagens, a dificuldade de toda a população. Nós, policiais militares e bombeiros, nos empenhamos em atender ao máximo, a melhor forma possível “, disse o capitão.

Para ele, fica a certeza de que um legado foi deixado. “Somos melhores hoje do que na época. Caso tenha outra tragédia daquela forma, estaremos mais preparados do que na época”, completou.

Primeiro livro

“Anjos Audazes” é o primeiro livro escrito pelo capitão. “Já tinha feitos trabalhos acadêmicos, mas nunca tinha escrito livros. A ideia inicial era que fosse distribuído, mas não tive como custear a editoração”, explicou.

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Para que o livro fosse publicado, Hollanda recorreu a um site de financiamento compartilhado. “A ideia era imprimir 100 livros, todos em preto e branco, com a qualidade bem modesta. Só que os colaboradores me ajudaram muito, algumas empresas e instituições vieram para o projeto e melhoramos a qualidade. Uma capa feita por um desenhista profissional, uma editoração”, disse.

Após receber além do que esperava na financiamento compartilhado, o capitão decidiu ampliar a tiragem. “São dois mil livros, o que demanda uma logística tamanha. Depois que os exemplares de quem contribuiu no site forem entregues, o restante será vendido na livraria. É uma fonte de consulta para as pessoas que lidam diretamente com tragédias. Eu estou meio extasiado, o projeto cresceu muito e eu não sei onde vai parar”, concluiu.

Notaer

O núcleo tem mais de 20 anos de existência e atua, nos ares, em buscas e capturas de criminosos, em resgate de pessoas em situações de risco, no transporte de autoridades e pessoas envolvidas em acidentes graves.

O brasão do grupo é uma harpia, uma das mais vorazes aves de rapina e representam a coragem e determinação dos policiais que compõe o grupo.

Fonte: G1.

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História de piloto que salvou mais de 150 vidas nas chuvas do Espírito Santo vira livro

Durante uma das piores enchentes que atingiram o Espírito Santo, o grupo do Notaer se uniu e, como anjos que vinham do céu, resgataram 151 pessoas durante 17 dias.

Missão dada é missão cumprida. Esse é o lema que os pilotos e tripulantes do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (Notaer) do Espírito Santo não cansam de repetir todos os dias. “A gente nunca sabe o que pode acontecer durante uma escala de serviço. Temos sempre que estar preparados para cumprir qualquer missão”, afirma o capitão e piloto Marcelo Hollanda.

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Foi justamente com esse foco que, há dois anos, os integrantes do Notaer fizeram uma de suas missões mais difíceis e gratificantes. Durante uma das piores enchentes que atingiram o Espírito Santo, o grupo se uniu e, como anjos que vinham do céu, resgataram 151 pessoas durante 17 dias.

O episódio está registrado no livro “Anjos Audazes”, escrito pelo capitão Marcelo. “Um morador de Baixo Guandu serviu de inspiração para a obra. Ele estava entre aqueles que receberam o socorro de helicóptero. Foi emocionante ter sido um instrumento de esperança para aquelas pessoas”.

O capitão ainda lembra quando a equipe de resgate se deparou com o morador de uma região de montanha, ele havia sido soterrado e passou a madrugada apenas com um ouvido e o nariz para fora da terra.

Esses e outros relatos de esperança estão no livro. Pilotos, tripulantes mecânicos e algumas pessoas salvas naquela época contam suas experiências e histórias vividas naqueles 17 dias que nunca mais vão sair da memória. “Outra história muito gratificante foi quando pousamos em um quintal para deixar alimentos e água. Lá estavam seis pessoas, entre elas um sargento da Polícia Militar. Ele chegou perto da equipe e disse que o trabalho que estávamos fazendo era motivo de orgulho para ele”.

Segundo o capitão Hollanda, a partir dos relatórios das operações também foi possível rever e repensar estratégias de atuação no grupamento.

Colaboração

Para o livro ser impresso, Hollanda divulgou o projeto em um site para financiamento compartilhado. “Fiz uma campanha no site para publicar 100 livros. Em três dias superamos o valor que precisava para imprimir algumas edições”, comemora o autor do livro.

Como a captação de recursos foi além, Hollanda agora pretende imprimir uma tiragem de mil exemplares. Quem colaborou doando dinheiro para o projeto vai receber um exemplar – digital ou impresso. Quem ainda quiser participar do trabalho pode acessar site www.catarse.me/anjosaudazes.

NOTA DO SITE

O site Piloto Policial é um dos parceiros na divulgação do livro, bem como um dos colaboradores do projeto “Anjos Audazes”.

Fonte: Gazeta Online

Piloto do NOTAer/ES lança projeto do livro ANJOS AUDAZES

Todas as pessoas ficam curiosas e geralmente param o que estão fazendo, olhando para o céu quando avistam um helicóptero voando. (Clique e Visite a página do Facebook)

Agora imagine utilizar essa “maravilha dos tempos modernos” como única ferramenta capaz de resgatar 151 pessoas de locais que somente eram acessíveis por helicópteros e em condições meteorológicas extremas.

Área Restrita

Clique e apoie o projeto do livro ANJOS AUDAZES

Certamente será uma experiência comovente e emocionante, digna dos melhores roteiros de filmes americanos. A única diferença é que os fatos aconteceram na realidade e são narrados por quem esteve in loco, buscando transmitir para o leitor toda comoção presenciada num cenário desolador.

A tragédia provocada pelas enchentes no final do ano de 2013 marcou a vida dos policiais e dos voluntários civis, que trabalharam de forma incansável para salvar vidas e minimizar os danos causados.

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O interesse em escrever uma obra literária é desafiante e a busca pelo desafio acompanha a rotina de todo piloto. Outra intenção é poder contribuir com a aviação de segurança pública no país, que está em plena expansão e carece de literatura específica.

Relatar e compartilhar experiências pessoais e de um grupo de pilotos, tripulantes operacionais e mecânicos que servem no Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAer) poderão auxiliar profissionais da aviação de segurança pública em missões futuras.

A obra ainda contém um breve histórico sobre a evolução e o funcionamento do helicóptero. Além disso, esmiúça a rotina de uma unidade de aviação de segurança pública, exemplificando uma operação em que a participação do NOTAer foi decisiva para a prisão de uma quadrilha de traficantes que utilizavam um helicóptero de um Senador da República para transportar 445 Kg de pasta base de cocaína, sendo tal fato divulgado em rede nacional.

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A linguagem técnica poderia distanciar os leitores que não vivenciam a rotina de uma unidade aérea. Busquei uma forma de unir as considerações afetas à aviação policial às histórias emocionantes dos “Anjos Audazes de asas rotativas”.

Os relatos de dor, angústia e o sentimento de superação das pessoas vítimas das enchentes e dos soterramentos deveriam ser registrados, não só como forma de acalentar e consolar essas pessoas, mas também no intuito de auxiliar na preservação de vidas perante novas catástrofes que poderão ocorrer, assim como aconteceram na região serrana do Estado do Rio de Janeiro em 2011 e no Vale do Itajaí, Santa Catarina, em 2008.

Além da presença da aviação capixaba, participaram também da operação uma aeronave da Polícia Militar do Estado de São Paulo (Águia 08) e uma da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (Fênix 02).


MENSAGEM DO AUTOR

Entretanto, apenas ter um projeto não é o bastante. É preciso ter acesso a pessoas interessadas e aos recursos necessários para que ele vire realidade.

Assim, chegou a hora de você adquirir o seu exemplar da minha obra e, assim, me ajudar a publicar o meu livro.

Minha meta para captar recursos para finalização do meu projeto é de apenas 60 (sessenta) dias. Tudo que estava ao meu alcance já foi elaborado, no entanto, publicar um livro é um processo muito complexo, possui várias etapas e necessito do apoio de todos.

E, em troca do seu apoio, além da aquisição de um exemplar do livro, existem outras recompensas exclusivas que criei para estimular seu interesse em colaborar.

Caso tenha alguma dúvida como funciona o site de financiamento compartilhado CATARSE, entre em contato comigo pelo e-mail [email protected]

Muito Obrigado,

Cap Marcelo Vieira Hollanda / NOTAER-ES


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