Amapá – O Governo do Amapá anunciou a aquisição de um helicóptero multimissão modelo H130, que passará a integrar a frota do Grupamento Tático Aéreo (GTA). A nova aeronave, reconhecida por sua tecnologia moderna, maior capacidade interna e versatilidade operacional, reforçará as ações de segurança pública, saúde e proteção ambiental em todo o estado.
Com entrega prevista para o primeiro semestre de 2026, o investimento representa um salto qualitativo para as operações aéreas estaduais, ampliando a capacidade de resposta em situações emergenciais e operações integradas.
Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação
“Passaremos a ter mais uma aeronave, com maior capacidade de tripulantes. Isso significa ampliar resgates, atendimentos de saúde e operações policiais, fortalecendo nossa presença em todo o estado”, frisou Cézar Vieira, secretário de Segurança Pública.
O H130 é projetado para desempenhar diversas atividades estratégicas, incluindo atendimento aeromédico, transporte de órgãos, operações policiais, combate a incêndios, monitoramento de áreas de risco ambiental, como focos de desmatamento e garimpo ilegal, além de transporte de tropas para intervenções em locais de difícil acesso.
Com o objetivo de dar celeridade ao cumprimento dos termos contratuais e promover a troca de experiências técnicas, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) enviou pilotos e mecânicos de aeronaves do GTA para visitas técnicas à Superintendência de Operações Aéreas da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SOAer) e à Helibras, fabricante da aeronave.
“A SOAer opera modelo semelhante ao adquirido pelo Governo do Amapá, especialmente em missões de transporte aeromédico, tornando a visita essencial para observação de boas práticas e rotinas operacionais. Já a visita à Helibras permitiu avançar na definição de parâmetros de montagem de equipamentos especiais, além de tratar sobre treinamento de pilotos e mecânicos, configuração final da aeronave e demais aspectos técnicos”, explicou Vieira.
1 de 3
Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação
Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação
Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação
Acre – Um simulado de incêndio e resgate de vítimas movimentou o Via Verde Shopping na manhã de sábado (08). A operação, coordenada pela Defesa Civil Estadual, testou a capacidade de resposta do Estado e de diferentes órgãos de segurança e emergência diante de uma situação real de crise.
O exercício reproduziu um incêndio de grandes proporções na praça de alimentação do shopping, com evacuação do público e resgate de vítimas em solo e por via aérea. A ação envolveu mais de 100 profissionais do Estado, além das brigadas internas do shopping e da Defesa Civil de Rio Branco.
De acordo com o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, o simulado teve papel estratégico para o aprimoramento das respostas em situações de emergência e no fortalecimento da cultura de prevenção entre instituições e sociedade.
“Este simulado tem importância estratégica para o Estado e para toda a sociedade acreana. Nosso objetivo é avaliar, de forma prática, a integração e a capacidade de resposta das equipes de emergência e das brigadas internas, fortalecendo a cultura de prevenção e autoproteção”, destacou o coordenador.
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Durante o exercício, um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) sobrevoou a área para o transporte aeromédico de vítimas, enquanto equipes terrestres controlavam o “incêndio” e realizavam o atendimento pré-hospitalar. Todo o cenário foi acompanhado por dezenas de pessoas que assistiam à movimentação nas áreas externas do shopping.
O superintendente do Via Verde Shopping, Wander Porto, ressaltou a relevância da parceria entre o setor público e a iniciativa privada para reforçar a segurança do público. “Nosso objetivo é oferecer segurança aos nossos usuários, especialmente nesse período de fim de ano, quando o varejo está mais aquecido e o shopping recebe um grande fluxo de pessoas. Por isso, ampliamos os treinamentos internos e realizamos este simulado em parceria com o poder público”, disse.
Um dos momentos mais marcantes do evento foi a participação dos estudantes da Universidade da Amazônia (Unama), que atuaram como vítimas no simulado. Com maquiagens realistas e muita entrega, os alunos ajudaram a tornar a simulação mais fiel e dinâmica, contribuindo diretamente para o treinamento das equipes de resgate.
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
O coordenador da Unama, Fábio Santos, destacou o valor pedagógico da atividade. “É uma oportunidade única para que nossos alunos vivenciem na prática situações que podem enfrentar em sua vida profissional. Os estudantes de enfermagem, por exemplo, estarão na linha de frente em casos como esse. Participar de um simulado dessa dimensão é uma forma de aprendizado real, que complementa a formação em sala de aula”, explicou.
Entre os participantes, a estudante de Farmácia, Graziela Paiva, chamou atenção pela atuação durante o exercício, interpretando uma das vítimas do incêndio. Para ela, a experiência foi marcante.
“Foi uma experiência única, que nos faz entender o quanto é importante estar preparado para situações de emergência. A gente aprende de verdade quando vivencia na prática, e hoje pude ver como o trabalho das equipes de resgate é essencial para salvar vidas”, contou.
O simulado faz parte do Plano Estadual de Redução de Riscos e Resposta a Desastres, e busca aprimorar os protocolos de emergência, o tempo de resposta das forças de segurança e a eficiência dos sistemas preventivos em locais de grande circulação.
Além de testar a estrutura operacional, o evento também teve caráter educativo, reforçando a importância da preparação e do treinamento constante em situações de crise.
Participaram do exercício a Defesa Civil Estadual, Defesa Civil de Rio Branco, Via Verde Shopping, Corpo de Bombeiros Militar do Acre, Polícia Militar do Acre, Polícia Rodoviária Federal, SAMU, Centro Integrado de Operações Aéreas, Universidade da Amazônia, Secretaria de Estado de Saúde, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco e Departamento Estadual de Trânsito do Acre.
1 de 8
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro
Santa Catarina – Nesta segunda-feira (06), a 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), sediada em Blumenau, comemorou 10 anos de atuação. Criada oficialmente em 5 de outubro de 2015, a 2ª do BOA se consolidou como uma das mais importantes estruturas de atendimento de emergência do Estado, garantindo rapidez e eficiência no salvamento de vidas.
A data marca também o fortalecimento da parceria entre o CBMSC e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Estado da Saúde, que juntos compõem a equipe multiprofissional do Arcanjo 03, aeronave responsável pelos atendimentos aéreos na região do Vale do Itajaí.
Ao longo desses 10 anos, o Arcanjo 03 tem desempenhado um papel essencial em ocorrências de alta complexidade, como acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, buscas e resgates em locais de difícil acesso, além de transportes aeromédicos e de órgãos. No período foram contabilizadas mais de 4 mil missões.
Com tempo de resposta reduzido e tripulações altamente capacitadas, o serviço aéreo representa um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar e na capacidade operacional do Estado.
Segundo o comandante do BOA, tenente-coronel Hugo Manfrin Dallossi, o trabalho em Blumenau é motivo de orgulho e traduz o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina com a excelência e a inovação no atendimento à população.
“Esses números mostram o impacto positivo do serviço aeromédico na preservação de vidas, operando sempre em conjunto com o SAMU, e mostram o quão importante é para os atendimentos, seja de traumas, afogamentos, emergências médicas, remoções hospitalares, transferências entre hospitais, combate a incêndios, entre todas as outras operações que o batalhão executa”, destacou.
Desde sua criação, a base de Blumenau tem sido fundamental para a cobertura aérea do Vale do Itajaí e de regiões vizinhas, tornando possível o atendimento de centenas de ocorrências em locais onde o acesso terrestre seria inviável ou demoraria muito mais tempo.
Dados estatísticos nesse período
Número de missões – 4.603.
Horas voadas – 2.998,2.
Pessoas atendidas – 3.792.
Sangue total – 11 (10 traumas e 1 clínico).
Transporte de órgãos – 44 missões – 58 órgãos.
1 de 3
Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina celebra 10 anos de atuação em Blumenau. Foto: Giovanni Silva
Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina celebra 10 anos de atuação em Blumenau. Foto: Giovanni Silva
Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina celebra 10 anos de atuação em Blumenau. Foto: Giovanni Silva
Bahia – Uma colisão entre uma carreta e uma van deixou mais de 40 pessoas feridas. O “acidente” ocorreu na manhã de quinta-feira (11), no estacionamento do Centro de Convenções de Salvador. Os feridos eram estudantes de enfermagem e medicina que participaram de uma simulação realística, um treinamento prático para situações de emergência, com direito a ambulâncias, helicóptero, equipes de resgate e muita colaboração em nome da aprendizagem
A atividade fez parte do encerramento do 27º CBCENF e mobilizou equipes do Sistema Cofen/Conselhos Regionais de Enfermagem, Samu Salvador, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar da Bahia. Foram mobilizadas cinco ambulâncias de suporte básico de vida, duas motolâncias e um helicóptero. Para dar mais realidade a simulação, as equipes seguiram o protocolo START (Simple Triage and Rapid Treatment), que organiza a triagem de acordo com a gravidade das vítimas, classificando-as em verde, amarelo ou vermelho.
“É importante ressaltar que esse momento é didático e muito importante, porque muitos profissionais e estudantes não conhecem essa assistência, esse atendimento com múltiplas vítimas. Aplicamos o método chamado ‘Start’, onde quem tem prioridade é a vítima mais grave, não é aquela vítima que mais grita. Então, é feita a classificação dessas vítimas em: verdes, amarelas e vermelhas. A partir daí, avisamos o hospital de destino e começamos a levar essas vítimas. O protagonismo da Enfermagem nesse momento é de extrema relevância”, ressalta coordenador do Comitê Nacional de Enfermagem em Desastres, Catástrofes e Emergências em Saúde Pública do Cofen, Silvio Queiroz.
A chefe de operações especiais e de educação permanente do SAMU Salvador, a enfermeira Nadja Gonçalves, também destacou o caráter didático da simulação. “Isso é uma forma educativa da gente simular um acidente com múltiplas vítimas, para que a população que esteja olhando saiba cada passo do que está sendo feito. Para isso, é extremamente importante que as equipes sejam treinadas, todos envolvidos estejam integrados para um resultado final positivo, como o que a gente teve aqui”.
O passo a passo da simulação foi explicado em detalhes, em tempo real, pelo Coordenador do SAMU Salvador, Ivan Paiva, que ressaltou a importância da coletividade entre as equipes para um bom resultado em situações reais. “A gente sabe que acidente em rodovias, com ônibus e outros veículos de grande porte é muito comum em todo o país. Então, esses exercícios demonstram a capacidade das equipes de Enfermagem, que são o maior perfil que a gente tem hoje no Samu, tanto na Unidade de Suporte e Básico de Vida, quanto na Unidade de Suporte e Avançado”, conclui.
A simulação atraiu olhares atentos de alunos e profissionais da categoria que acompanharam tudo de perto. “Deu para ver como é a realidade da situação. Detalhes que normalmente não se vê. A gente não imagina o desespero da população lidando com catástrofes assim. Essa aflição, a parte da retirada e remoção… eu não sabia como acontecia, e descobri agora. Foi muito interessante saber que existem várias unidades de suporte e outras que, mesmo não sendo diretamente do nosso cotidiano, estão lá para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade”, comemorou a estudante de Enfermagem Mirela Souza.
1 de 3
Simulação de acidente com múltiplas vítimas mobiliza equipes do Samu e forças de segurança em Salvador. Foto: Everson Teixeira
Simulação de acidente com múltiplas vítimas mobiliza equipes do Samu e forças de segurança em Salvador. Foto: Everson Teixeira
Simulação de acidente com múltiplas vítimas mobiliza equipes do Samu e forças de segurança em Salvador. Foto: Everson Teixeira
Reino Unido – No Reino Unido, ocorrem mais de 40 mil paradas cardíacas fora do hospital todos os anos, mas menos de 10% das vítimas sobrevivem. A realização precoce da RCP (ressuscitação cardiopulmonar) e o uso de um Desfibrilador Externo Automático (DEA) podem ao menos dobrar as chances de sobrevivência. Apesar de seguros e fáceis de usar pela população, muitas vezes é difícil localizar e acessar um DEA rapidamente durante uma emergência.
Para enfrentar esse desafio, pesquisadores da Universidade de Warwick uniram-se ao Welsh Ambulance Services University NHS Trust e à empresa especializada em drones autônomos SkyBound em um estudo financiado pelo Programa de Pesquisa para Benefício do Paciente (RfPB) do NIHR. O objetivo foi avaliar a viabilidade do uso de drones para entregar desfibriladores em atendimentos a chamadas de emergência.
Os testes foram realizados em simulações no interior, em locais remotos onde equipes de ambulância normalmente enfrentam atrasos para chegar por via terrestre.
Segundo o pesquisador principal, Dr. Christopher Smith, os drones mostraram-se capazes de transportar desfibriladores em longas distâncias com segurança, mantendo comunicação em tempo real com os serviços de emergência durante toda a operação. “Estamos em uma posição em que poderíamos tornar esse sistema operacional e utilizá-lo em emergências reais em breve”, afirmou.
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas. Foto: Divulgação.
Como funciona o sistema
No estudo, os pesquisadores acoplaram um DEA a um drone DJI M300, utilizando um guincho para entrega. O voo foi controlado pelo software automatizado da SkyBound. O equipamento foi baixado até um voluntário, que realizou RCP em um manequim seguindo instruções dos atendentes do serviço de emergência.
Participaram 11 voluntários, e a equipe analisou tanto a comunicação entre os pilotos, atendentes e o público, quanto o tempo de resposta no atendimento simulado.
Os resultados dos testes:
O tempo médio entre a chamada de emergência e a decolagem do drone foi de 2,18 minutos;
Após a chegada do drone, levou 4,35 minutos para que o choque fosse aplicado no paciente simulado;
O tempo sem compressões torácicas chegou a 2,32 minutos, sendo apenas 0,16 minutos para recuperar o DEA.
Apesar dos bons resultados, os pesquisadores destacaram que os voluntários apresentaram dificuldade no manuseio do DEA. Isso mostra que tanto o público quanto os atendentes precisam de mais suporte para que a tecnologia seja efetiva em situações reais. O próximo passo será ampliar os testes em estudos maiores e avaliar sua integração ao sistema de saúde britânico.
O estudo contou ainda com o depoimento de Steve Holt, cirurgião aposentado de 74 anos que sobreviveu a duas paradas cardíacas em regiões remotas da Inglaterra. Em um dos episódios, em 2019, ele foi salvo graças à rápida ação do filho, que realizou RCP e utilizou um DEA disponível em um pub rural, enquanto más condições climáticas impediram o acionamento do helicóptero aeromédico.
Para Holt e seu filho, que hoje atua como representante de pacientes no estudo, a utilização de drones no transporte de desfibriladores tem grande potencial de salvar vidas, especialmente em áreas de difícil acesso.
O Professor Mike Lewis, diretor científico de Inovação do NIHR, destacou: “Em uma emergência, cada segundo é crucial. É animador ver pesquisas que investigam como os serviços de emergência podem usar drones para entregar desfibriladores e melhorar as chances de sobrevivência.”
1 de 9
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas
Reino Unido testa uso de drones para entregar desfibriladores em emergências cardíacas. Foto: Divulgação
Estados Unidos – Em 1985, quando um acidente de carro deixou uma família rural do Missouri esperando por quase uma hora por ajuda, um grupo de profissionais de saúde locais sabia que algo precisava mudar.
Aquele momento levou à criação da Air Evac Lifeteam (AEL), um único helicóptero e uma promessa ousada: levar cuidados intensivos àqueles que não podiam esperar.
Hoje, a Air Evac Lifeteam faz parte da Global Medical Response (GMR), a maior prestadora de serviços aeromédicos e terrestres integrados dos EUA. A AEL opera mais de 150 bases de helicópteros em 18 estados e continua sendo a principal prestadora de serviços de ambulância aérea por helicóptero do país.
“Este aniversário não é sobre olhar para trás”, disse Tony Bonham, vice-presidente e diretor de operações aéreas da AEL. “É sobre seguir em frente com urgência e compaixão. Devemos isso às pessoas que servimos e àquelas que ainda não conhecemos.”
Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos. Foto: Divulgalção
Quarenta anos atendendo ao chamado
A AEL foi a primeira a centralizar sua missão em pacientes isolados clinicamente, colocando aeronaves não em hospitais da cidade, mas no coração das comunidades que mais precisavam delas.
Hoje, mais de 90% dos voos da AEL partem de áreas onde os pacientes enfrentam longos tempos de viagem e acesso limitado a cuidados de trauma. Suas tripulações preenchem essa lacuna crítica, trazendo expertise hospitalar diretamente para o local, muitas vezes quando os segundos mais importam.
Ao longo de quatro décadas, a organização respondeu a centenas de milhares de emergências; Em parceria com mais de 1.000 hospitais e 700 agências de serviços médicos de emergência introduziu tecnologias avançadas de segurança, incluindo óculos de visão noturna e aviônicos atualizados em toda a frota
“Não nos propusemos a criar um programa nacional. Nos propusemos a salvar vidas”, disse Bonham. “Alguém precisava de ajuda e ninguém estava perto o suficiente para chegar a tempo. Então, encontramos um jeito.”
Recentemente, a Air Evac Lifeteam (AEL) premiou o primeiro piloto da empresa que completou mais de 4.000 missões aeromédicas (Leia a história de Fred Finnell). Cada missão reflete uma parceria com serviços de emergência médica (EMS), equipes hospitalares, bombeiros e famílias. Em muitas comunidades, as equipes da AEL são vizinhas, voluntárias e amigas — não apenas socorristas. Sua presença representa segurança diante da incerteza e apoio quando mais importa.
“Em lugares onde a ajuda costumava estar a uma hora de distância, a Air Evac Lifeteam a torna minutos”, disse Bonham. “Levamos uma UTI para um pasto, uma entrada de garagem, um campo de futebol, porque é onde nossos pacientes estão.”
Hoje, a Air Evac é uma provedora participante da AirMedCare Network (AMCN), a maior aliança de membros de ambulâncias aéreas dos Estados Unidos. Por uma modesta taxa anual, os membros não pagam custos diretos apenas quando voam pela Air Evac ou qualquer provedor AMCN participante, tornando o atendimento que salva vidas acessível.
1 de 4
Fred Finnell é o primeiro piloto na história da Air Evac Lifeteam a atingir 4.000 voos
Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos
Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos
Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos
Paraná – Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná comemorou, neste mês, dois anos desde a reativação do seu serviço aeromédico. Desde agosto de 2023, em parceria com o SAMU, as aeronaves têm atuado em resgates complexos, transporte rápido de pacientes e apoio a operações policiais e humanitárias, consolidando-se como um recurso essencial para a preservação de vidas.
Nesse período, foram registrados 484 resgates e remoções aeromédicas, com as aeronaves voando por centenas de horas e percorrendo milhares de quilômetros. A base de operações, instalada no hangar do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba, opera em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) e conta com equipe treinada e equipada para atender emergências em qualquer condição.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação
As ocorrências atendidas nesses dois anos incluíram desde acidentes graves nas rodovias federais até missões de grande complexidade, como:
Setembro de 2023 – Resgate especializado de montanhista no Morro do Anhangava, em Quatro Barras (PR).
Maio de 2024 – Deslocamento ao Rio Grande do Sul para apoio nas enchentes, com 29 pessoas resgatadas em dois dias.
Setembro de 2024 – Salvamento de idoso paranaense vítima de acidente com embarcação no Pantanal, em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros do MS.
Outubro de 2024 – Transporte aéreo de uma criança de três anos para transplante de rim em Curitiba, reduzindo o tempo de deslocamento para apenas 18 minutos.
Abril de 2025 – Inclusão do Babypod, cápsula de transporte neonatal, que ampliou a capacidade para atender recém-nascidos em estado crítico com mais segurança e agilidade.
2024 e 2025 – Participação na Semana do Meio Ambiente, com lançamento aéreo de mais de 22 toneladas de sementes de espécies nativas ameaçadas, como araucária e palmeira-juçara, em áreas de preservação e comunidades rurais no Paraná, em parceria com órgãos ambientais, universidades e movimentos sociais.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação
O serviço também prestou apoio em desastres e emergências, como as enchentes no Rio Grande do Sul e os incêndios no Pantanal em 2024. Nessas missões, foram efetuados resgates, transporte de alimentos e medicamentos, além de ações de combate a incêndios.
O ato de comemoração, realizado nesta quarta (13), contou com a presença do superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira; do Chefe do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF, Fabiano Nicolete; do representante do Cindacta II, Cel. Av. Marcelo; da secretária municipal de Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak; do superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal; do presidente do sindicato da categoria, Sidnei Nunes; e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.
O superintendente da PRF, Fernando Oliveira, destacou que foram 484 atendimentos em dois anos, 600 horas de voo e nenhum incidente, salvando muitas vidas. É uma parceria integrada que dá resultados diariamente, com um investimento de 30 milhões em uma aeronave nova e todos unidos pelo objetivo comum de salvar vidas.
“Atrás do uniforme tem uma equipe, que está pilotando a aeronave, cuidando de quem mais precisa, dando o primeiro atendimento e trazendo o familiar de volta para sua família. É esse trabalho rápido e eficiente que salva vidas e transforma histórias”, disse o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação
Uma das pessoas salvas, Cristiane, comentou: “Emoção, muita emoção, porque eu poderia não estar aqui. Foi um acidente horrível, mas um resgate incrível, em que me senti cuidada e segura. Ter esse cuidado salva tanto a vida quanto o nosso psicológico.”
No domingo de Páscoa, em 20 de abril de 2025, ela sofreu uma queda de cavalo em Tijucas do Sul, resultando em múltiplas fraturas e trauma facial grave. O helicóptero da PRF foi rapidamente acionado e, em apenas 14 minutos, chegou ao local, onde a equipe, em colaboração com o SAMU, estabilizou a vítima. Ela foi retirada de uma área de difícil acesso e, em menos de 10 minutos, transportada ao Hospital Cajuru.
Sérgio, resgatado no pantanal do Mato Grosso do Sul, disse que foi uma emoção rever a equipe. “Se estou aqui, devo muito a eles — pela rapidez, pelo carinho com que me atenderam e pela forma como conversaram comigo”, enfatizou.
Em 3 de setembro de 2024, uma equipe da PRF do Paraná estava atuando nos incêndios no pantanal e, em colaboração com o Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul, realizou uma operação aeromédica para salvar o empresário paranaense de 70 anos após um grave acidente no Pantanal. Sr. Sérgio sofreu cortes profundos na axila e no rosto devido ao impacto contra a hélice de uma embarcação que colidiu com uma formação rochosa no rio. Após os primeiros atendimentos no local, ele foi transportado com urgência para um hospital, onde recebeu cuidados médicos essenciais.
O helicóptero Koala AW119, de fabricação italiana, adquirido pela PRF por R$ 30 milhões, comporta até oito pessoas e está equipado com tecnologia avançada para missões de resgate, transporte aeromédico e apoio a operações especiais. A integração com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e outros órgãos de segurança e saúde tem potencializado a resposta rápida, especialmente em locais de difícil acesso ou onde cada minuto é determinante para salvar vidas.
São Paulo – Sorocaba e região passarão a contar com o serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM). O anúncio foi realizado pelo Governo de São Paulo nesta sexta-feira (15), durante solenidade de inauguração do 55º Batalhão da Polícia Militar do Interior.
Para o resgate aeromédico, que terá início na primeira quinzena de outubro, o Hospital Regional de Sorocaba será a unidade de referência, escolhido pela estrutura hospitalar, existência de heliponto e localização estratégica às margens da Rodovia Raposo Tavares.
A iniciativa tem como finalidade ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência e garantir o atendimento rápido a pacientes em estado crítico na região sudoeste do estado com o transporte dos helicópteros da PM. O serviço cobrirá um raio de aproximadamente 20 minutos de voo, equivalente a cerca de 60 quilômetros, podendo ser ampliado conforme a gravidade da ocorrência, especialmente em locais de difícil acesso ou sem suporte avançado.
A assistência é destinada a vítimas de politraumatismos e outras situações graves, como acidentes de trânsito, afogamentos, quedas, acidentes de trabalho e ocorrências com múltiplas vítimas.
O serviço integra o Projeto Resgate, que funciona no estado de São Paulo desde 1989. No período, mais de 14 mil pessoas foram resgatadas com apoio dos helicópteros Águia, além do transporte de mais de 900 órgãos para transplante. O CAVPM possui 11 Bases de Aviação distribuídas no estado e atualmente, o serviço aeromédico é realizado em três: capital paulista, São José dos Campos e Campinas. Sorocaba será a quarta base a receber o serviço.
Região de Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da PM a partir de outubro. Foto: Governo do Estado de São Paulo
“A prioridade é prestar socorro imediato em casos de risco iminente de morte ou de perda de funcionalidade, reduzindo o tempo de chegada ao atendimento especializado e aumentando as chances de recuperação”, explicou a capitão Natália Giovanini, do CAvPM.
A equipe a bordo é formada por médicos e enfermeiros especializados em suporte avançado de vida, treinados dentro das normas de segurança de voo operacional. A aeronave é equipada com monitor e desfibrilador com oximetria, capnografia e pressão arterial não invasiva, ventilador mecânico microprocessado, aspirador, bombas de infusão e medicamentos específicos para sedação e analgesia.
Também contará com materiais para procedimentos de emergência, como drenagem torácica, acesso à via aérea invasiva e partos complicados. Essa estrutura permite a estabilização das vítimas ainda durante o deslocamento, garantindo o socorro até a unidade hospitalar com melhores condições de tratamento.
Acre – A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), realizou neste domingo (20), o resgate aeromédico de um menino de 12 anos, morador do município de Brasileia. A ação rápida garantiu o transporte seguro do paciente até a capital para atendimento especializado.
O secretário adjunto de Justiça e Segurança Pública, Evandro Bezerra, destacou a importância da agilidade na resposta da equipe do Ciopaer. “Essa operação mostra a importância de termos uma equipe treinada e estrutura aérea disponível. A agilidade no atendimento, especialmente em casos graves como esse, pode fazer toda a diferença na vida do paciente”, afirmou.
O chamado foi feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe médica solicitou apoio aéreo para realizar a transferência do garoto, que se encontrava em estado grave no Hospital Regional de Brasileia. De acordo com o prontuário médico, o paciente apresentava um quadro de cetoacidose diabética, uma complicação séria relacionada ao diabetes, exigindo atendimento de urgência em unidade de maior complexidade.
Diante da gravidade do caso e da necessidade de atendimento especializado, o Ciopaer deslocou uma aeronave até Brasileia para efetuar o transporte aeromédico. A criança foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde permanece sob cuidados médicos intensivos.
Ciopaer realiza resgate aeromédico de criança com cetoacidose diabética em Brasileia (AC). Foto: Divulgação.
Paraná – Na manhã da última quinta-feira (17), Leidivania Lopes, de Colorado, recebeu uma nova chance de recomeçar a vida. A equipe do SAMU Aeromédico – Operações Aéreas Saúde 06, da base de Maringá, voou até ela e a levou de helicóptero ao hospital, onde recebeu um fígado doado – um gesto que pode significar o futuro.
No mundo dos transplantes, especialmente de fígado, cada segundo conta. Com o relógio correndo contra, acionar o transporte por helicóptero foi essencial para garantir que Leidivania chegasse a tempo e com segurança ao centro médico de referência. A aeronave voou com agilidade pela região noroeste do Paraná, provando que, quando tudo parece escuro, a mobilidade aérea pode ser uma luz de esperança.
A base de Maringá do SAMU Aeromédico já acumula mais de cinco mil atendimentos em emergências graves e transporte de órgãos em oito anos de operação. Em casos como o de Leidivania, o helicóptero se transforma em espaço de resgate, onde médicos, enfermeiros e pilotos trabalham em sintonia para manter cada vida com dignidade durante o trajeto.
Ao pousar no heliponto do hospital, Leidivania desceu visivelmente emocionada. Não precisou falar: seu olhar traduziu tudo – gratidão por uma segunda chance. A cena tocante é também um lembrete de como cada ação articulada entre doador, equipe médica e transporte aéreo pode mudar o destino de alguém.
Em todo o Paraná, o transporte aeromédico é referência nacional em agilidade e eficiência no apoio a transplantes. As aeronaves operam com tripulação especializada e têm cobertura para até 250 km em casos de emergência. Isso garante que órgãos e pacientes cheguem aos destinos com o tempo certo para a cirurgia.
Enfermeira Mileni e o Comandante Alver Sathler fizeram o transporte de Leidivania Lopes no Saúde 06.
Acre – Em mais uma ação integrada entre o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER), um paciente em estado gravíssimo foi resgatado por meio de transporte aeromédico, na manhã de domingo (20), no município de Porto Walter, interior do Acre.
A vítima, do sexo masculino, se envolveu em um grave acidente de trânsito, decorrente de colisão entre uma motocicleta e um automóvel. Com quadro clínico crítico, o paciente apresentava traumatismo cranioencefálico (TCE) grave, pneumotórax e fratura de base de crânio. A equipe do SAMU foi acionada, realizando a estabilização no local e o procedimento de intubação ainda no município, a fim de garantir condições seguras para o deslocamento.
A operação contou com a aeronave Harpia 03, que decolou com equipe médica especializada, realizando o transporte do paciente até o Hospital Regional do Juruá, em Cruzeiro do Sul, onde ele segue sob cuidados intensivos.
“Chegamos ao local e nos deparamos com um quadro grave. Iniciamos os protocolos de suporte avançado de vida, estabilizamos o paciente, realizamos a intubação e, com apoio da aeronave, conseguimos garantir o transporte seguro e rápido. O tempo foi determinante para a garantia de sobrevivência do paciente até receber o tratamento adequado”, relatou o médico intervencionista do SAMU, Abegno Gadelha, que participou da missão.
Helicóptero Harpia 03 realiza resgate aeromédico de paciente em estado grave no interior do Acre. Foto: Marcos Nunes.
Porto Walter está situado na região do Juruá e é considerado um dos municípios mais isolados do estado, com acesso exclusivamente fluvial ou aéreo. Nessas localidades, o atendimento médico especializado é limitado, o que torna as ações aeromédicas fundamentais para salvar vidas em situações críticas que demandam transferência imediata para centros hospitalares de referência.
A execução desse tipo de operação é viabilizada por meio da cooperação entre a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) e a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), que mantêm uma estratégia integrada para o uso das aeronaves do governo em missões de urgência e emergência. Desde outubro de 2023 o helicóptero Harpia 03 foi disponibilizado de forma definitiva para atender as demandas da região do Juruá, ampliando a capacidade de resposta em ocorrências graves que exigem transporte ágil e especializado.
“Em um estado com tantos desafios geográficos como o Acre, garantir o acesso à saúde exige esforço conjunto e logística integrada. A parceria entre Saúde e Segurança Pública tem permitido resgates como este, que salvam vidas e demonstram o compromisso do governo com a população, mesmo nos pontos mais remotos do nosso território”, destacou o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal.
Helicóptero Harpia 03 realiza resgate aeromédico de paciente em estado grave no interior do Acre. Foto: Marcos Nunes.
Minas Gerais – Na última semana de junho, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) promoveram o treinamento e qualificação da equipe da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em Montes Claros.
O helicóptero Arcanjo 12, modelo AW 119 (Koala), foi utilizado no treinamento dos bombeiros militares e dos profissionais do SAMU. O objetivo foi aperfeiçoar procedimentos operacionais, integrar as equipes e garantir um atendimento ainda mais eficaz e seguro nas ocorrências aeromédicas em nossa região. Foram realizadas missões simuladas, embarque e desembarque em área restrita e salvamento em local de difícil acesso.
Como seu concorrente, o Airbus H130, o modelo é capaz de cumprir diversas tarefas tais como, transportes aeromédicos, transporte de tecidos e órgãos humanos, transporte de equipes de captação de órgãos, possibilitando que o copiloto esteja embarcado em todos os voos, sem necessidade de retirá-lo para embarque de pacientes.
Adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Arcanjo 12 é equipado com guincho de salvamento e operado pela Esquadrilha Arcanjo do CBMMG, com uma equipe mista composta por bombeiros militares e profissionais do Samu, incluindo médicos e enfermeiros.
Na noite do dia 02 de julho, a 3ª Companhia Especial de Operações Aéreas (CEOA) recebeu o vice-governador do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acompanhado do deputado estadual Arlen Santiago. Na oportunidade, as autoridades saudaram os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que se encontravam de plantão.
1 de 8
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
CBMMG e SES mobilizam helicóptero Arcanjo 12 para treinamento da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida em Montes Claros (MG). Foto: Divulgação.
O Arcanjo 12, modelo AW119 Koala, passa a integrar os treinamentos e as operações da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) — @3ceoa.boa.cbmmg
Bahia – O helicóptero Fênix 2 do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) realizou dois transportes aeromédicos no dia 28 de junho. O primeiro, o resgate de uma vítima de afogamento na barra, em Salvador. A pessoa já tinha sido retirada da água por um guarda-vidas do 13º BBM/Bmar, constatado grau 2 de afogamento.
Logo após o pouso do helicóptero e desembarque dos operadores aerotáticos, foram checados os sinais vitais, realizada a suplementação de oxigênio, monitoramento contínuo, estabilização do paciente e, em seguida, transporte para o Hospital do Subúrbio para atendimento especializado.
A segunda ocorrência aconteceu em Mar Grande, na Ilha de Itaparica, quando a aeronave Fênix 2 fez o transporte de uma vítima de infarto. Após o embarque do paciente, a aeronave seguiu para o heliponto do Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde a vítima foi transferida para a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital Fundação Baiana de Cardiologia, em Salvador para atendimento especializado.
1 de 3
Helicóptero Fênix 2 do CBMBA realiza dois transportes aeromédicos no mesmo dia na região metropolitana de Salvador (BA). Foto: Divulgação
Helicóptero Fênix 2 do CBMBA realiza dois transportes aeromédicos no mesmo dia na região metropolitana de Salvador (BA). Foto: Divulgação
Helicóptero Fênix 2 do CBMBA realiza dois transportes aeromédicos no mesmo dia na região metropolitana de Salvador (BA). Foto: Divulgação
Bahia – A Prefeitura de Ilhéus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está em fase final de tratativas para firmar uma cooperação técnica com o Serviço Aeromédico do Corpo de Bombeiros da Bahia. A iniciativa visa ampliar a capacidade de resposta em casos de urgência e emergência, especialmente os que exigem transporte aéreo para unidades especializadas.
O anúncio foi feito no dia 30 de julho, pela secretária de Saúde, Sonilda Mello, após reunião realizada em Ilhéus com o Tenente-Coronel Luciano, responsável pelo serviço aeromédico no estado. Segundo a gestora, a proposta partiu do prefeito Valderico Júnior e representa mais um avanço no compromisso com a melhoria da saúde pública no município.
“Estamos avançando nas tratativas e, num curto espaço de tempo, Ilhéus poderá contar com uma equipe preparada para atuar oficialmente em apoio ao serviço aeromédico do Corpo de Bombeiros. Isso significa mais rapidez no atendimento e, consequentemente, mais vidas salvas”, destacou Sonilda.
Ilhéus avança em tratativas para integrar SAMU ao serviço aeromédico do Corpo de Bombeiros da Bahia. Foto: Divulgação
Aeromédico Bombeiros
Com a cooperação, profissionais do SAMU de Ilhéus poderão atuar integrados ao serviço de resgate aéreo, acionando o suporte em ocorrências de maior gravidade e contribuindo para o transporte rápido e seguro de pacientes até hospitais em Salvador ou outras unidades de referência.
Denis Dias, gerente regional do SAMU em Ilhéus, também participou do encontro e reforçou a importância da parceria. “Essa integração é extremamente importante para Ilhéus. Teremos profissionais habilitados para atuar em parceria com o Corpo de Bombeiros na capital, o que vai viabilizar atendimentos mais ágeis para pacientes em estado crítico, com possibilidade de transferência rápida tanto para Salvador quanto para hospitais de referência,” explicou.
Segundo ele, a atuação do suporte aéreo será crucial principalmente em acidentes graves nas rodovias que cortam a região, como a BR-101 e a BA-001, onde o tráfego intenso pode dificultar o acesso de ambulâncias terrestres. “Esse suporte aéreo vai garantir muito mais agilidade, tanto nos atendimentos emergenciais quanto nas transferências de pacientes graves,” completou.
Uma equipe do SAMU de Ilhéus seguirá para Salvador, onde se reunirá com o comandante geral do Corpo de Bombeiros da Bahia para alinhar os últimos detalhes da cooperação. “Ainda existem alguns trâmites, ajustes e definições para que tudo seja oficializado, mas estamos avançando para que Ilhéus seja, de fato, contemplada com esse serviço tão essencial”, finalizou Denis.
Espírito Santo – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) promoveu na sexta-feira (11), o Simulado de Incidente com Múltiplas Vítimas (IMV) e o resgate aéreo cujo cenário de prática envolveu, pela primeira vez, bicicletas elétricas, veículo de passeio, além do acionamento da equipe aeromédica do Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (NOTAER). O simulado aconteceu na Orla de Camburi, em Vitória.
O simulado é uma parceria com a Secretaria da Saúde (Sesa); o Núcleo de Operações e Transportes Aéreo (NOTAER); o Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES); e a Guarda Municipal de Vitória (GMV). A ação fez parte da programação oficial do 5º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER), como uma das atividades do módulo prático, e pôde apresentar aos congressistas de todo País, além da sociedade capixaba presente, a eficiência da resposta a traumas no Estado, além da capacidade de resposta integrada.
“Simulados como esse e o que promovemos durante o ‘Maio Amarelo’ auxiliam na integração e capacitação de todas as instituições envolvidas no atendimento a grandes emergências, assim como o compromisso não só do Sistema Único de Saúde (SUS), mas de todas demais instituições, na busca constante de melhorias no atendimento ao cidadão”, reforçou o subsecretário de Estado de Regulação do Acesso em Saúde, Gleikson Barbosa.
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
Durante o cenário simulado, foi representada a colisão de frente de ciclistas que utilizavam bicicletas elétricas e que, com o impacto, acabaram arremessados no estacionamento da Orla, onde foram atropelados por um veículo de passeio que acessava em velocidade incompatível com a via e sem a devida atenção.
O incidente promoveu o atendimento de nove vítimas, com diferentes graus de gravidade, classificadas segundo o protocolo START (Simple Triage And Rapid Treatment) de triagem em incidentes com múltiplas vítimas. As vítimas foram interpretadas por acadêmicos da área da Saúde, que foram previamente capacitados e caracterizados com lesões realísticas para a atividade.
Com a popularização das bicicletas elétricas no Espírito Santo, especialmente entre os ciclistas da Grande Vitória, o coordenador do Núcleo de Educação Permanente (NEP), do SAMU 192, Filippi Almeida, reforçou a importância da conscientização de toda população. Segundo o profissional, desde 2022 até junho deste ano, o SAMU 192 já realizou ao menos 41 ocorrências envolvendo bicicletas elétricas, sendo 90% deles na Região Metropolitana.
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
“O exercício técnico faz parte da programação oficial do CONAER, onde podemos destacar a atuação da equipe aeromédica capixaba em cenários urbanos complexos, além de trazer pela primeira vez a simulação de acidentes envolvendo as bicicletas elétricas, podendo ampliar a sensibilização da sociedade na prevenção de acidentes”, disse Filippi Almeida.
Atendimentos a bicicletas elétricas
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) contabilizou, de janeiro de 2022 até junho deste ano, 41 ocorrências relacionadas a bicicletas elétricas no Estado. Desse total, 90% foram na Região Metropolitana, e 5%, cada, nas regiões norte e sul do Estado. Além disso, 46% dos acidentes demandaram atendimento pré-hospitalar com a remoção da vítima para a unidade hospitalar.
Entre a faixa etária de maior ocorrência das vítimas, está jovens-adultos de 20 a 39 anos, representando 36,6% dos acidentes, seguidos pelas faixas etárias de 40 a 59 anos (29,3%) e 10 a 19 anos (19,5%). Em relação ao sexo, 61% foram homens e 39% mulheres.
Sobre o CONAER 2025
O 5º Congresso Aeromédico Brasileiro (CONAER) teve por objetivo reunir profissionais da Aviação, da Saúde e da Segurança Pública de todo o País, a fim de promover o encontro entre médicos, enfermeiros, militares, policiais, bombeiros, aeronautas, fisioterapeutas e estudantes, além da integração, o desenvolvimento, a produção científica e a troca de experiências.
O evento foi realizado entre quinta-feira (10) e sexta-feira (11), em Vitória, pela Associação Brasileira de Operações Aeromédicas – ABOA, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo, da Secretaria da Casa Militar.
1 de 9
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
SAMU 192 realiza simulado de incidente com múltiplas vítimas e resgate aeromédico envolvendo bicicletas elétricas em Vitória (ES). Foto: Divulgação
Minas Gerais – Na tarde do dia 23 de maio, o Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) de Montes Claros (3ª CEOA) foi engajado em missão aeromédica na cidade de Arinos, localizada no Noroeste mineiro. O socorro aéreo foi solicitado pelo médico de plantão no município, que relatou ter recebido uma criança de 08 anos em estado gravíssimo, vítima de ferimento lacerante na região pélvica e no dorso provocado após acidente com máquina agrícola.
No local, a guarnição aeromédica recebeu a criança intubada, em estado grave e com sintomas de choque hemorrágico grau IV. A equipe do SAAV ministrou medicações intravenosas e realizou a estabilização clínica do paciente para o transporte até Brasília-DF.
Devido ao avançar da noite e à ausência de pista com balizamento noturno em Arinos, não foi possível concluir o transporte aéreo até o hospital de destino. Por volta das 18h00 foi iniciado o transporte rodoviário pela guarnição aeromédica do SAAV e equipe do SAMU de Arinos.
Durante o deslocamento, uma equipe do SAMU de Unaí interceptou o transporte terrestre com suprimento de bolsas de sangue para o paciente. Ainda na madrugada do dia 24/05, a criança foi submetida a procedimento cirúrgico pela equipe especializada em trauma da sala vermelha do Hospital de Base da capital federal.
Segundo as equipes de resgate, a transfusão sanguínea maciça, iniciada de forma precoce no APH em vítimas de trauma dessa natureza pode impactar positivamente no desfecho do paciente, aumentando as chances de sobrevivência e minimizando possíveis complicações decorrentes da perda sanguínea severa.
Participaram do atendimento equipes do SAAV, SAMU (CISRUN e CISREUNO), Hospital de Arinos e Hospital de Base de Brasília.
1 de 4
Criança com trauma grave é transferida por equipe aeromédica do SAAV de Arinos para Brasília
Criança com trauma grave é transferida por equipe aeromédica do SAAV de Arinos para Brasília
Criança com trauma grave é transferida por equipe aeromédica do SAAV de Arinos para Brasília
Bahia – No domingo (01/06), o helicóptero Fênix 01 do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Militar da Bahia (CBMBA) realizou a remoção aeromédica de uma vítima de acidente vascular cerebral (AVC). Um médico e uma enfermeira acompanharam toda a operação.
A equipe médica embarcou em Salvador e seguiu com os bombeiros até o Hospital Geral de Itaparica (HGI), onde a vítima estava internada, após ter sido estabilizada pela equipe médica. Em seguida a tripulação do Fênix 01 decolou para o Hospital Municipal de Salvador.
Durante todo o trajeto, a mulher foi monitorada pela equipe médica que estava na aeronave. Ao chegarem na unidade de saúde na capital baiana, a mulher foi deixada sob os cuidados da equipe médica do local para receber atendimento especializado.
Helicóptero Fênix 01 realiza remoção aeromédica de vítima de AVC na Bahia. Foto: Divulgação.
Luxemburgo – Em 23 de maio de 2025, por voltas das 17h00, um helicóptero de resgate H145 D-3 da Luxembourg Air Rescue (LAR), prefixo LX-HLP, “Air Rescue 2”, realizou pouso de emergência durante uma resposta a um acidente de carro entre Nothum e Bavigne, no noroeste de Luxemburgo.
O incidente ocorreu enquanto a aeronave decolava após a intervenção de uma equipe médica do SAMU. Durante a decolagem, o piloto tocou galhos de árvores com o rotor principal, causando a instabilidade da aeronave. O piloto foi então forçado a realizar um pouso forçado na estrada.
1 de 3
Helicóptero do LAR colide com árvore durante decolagem após resgate na N27 e faz pouso forçado. Foto: Divulgação
Helicóptero do LAR colide com árvore durante decolagem após resgate na N27 e faz pouso forçado. Foto: Divulgação
Helicóptero do LAR colide com árvore durante decolagem após resgate na N27 e faz pouso forçado. Foto: Divulgação
Nenhuma das quatro pessoas a bordo ficou ferida, e nenhum paciente estava na aeronave no momento. Segundo informações da RTL, oficiais de Resgate Aéreo disseram que a aeronave sofreu danos significativos. Ela foi rebocada e ficará fora de serviço por tempo indeterminado. A continuidade do serviço aeromédico será garantido com um helicóptero reserva que já está em operação.
O acidente de carro original atingiu um total de três pessoas, que foram levadas ao hospital por ambulância. Um carro tentou ultrapassar um caminhão, obrigando que dois veículos que vinham na direção contrária desviassem e caíssem em uma ribanceira. Uma investigação está em andamento para apurar as circunstâncias do incidente.
Roraima – Na tarde do dia 08 de maio as Forças Armadas realizaram evacuação aeromédica emergencial no contexto da Operação Catrimani II na região de Porto do Arame, próxima à Estação Ecológica de Maracá, a 122 km de Boa Vista (RR).
Após acionamento, o Comando Conjunto da Operação mobilizou o helicóptero H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira, com uma equipe de saúde do Exército Brasileiro. Foram resgatados sete pacientes e quatro acompanhantes indígenas Yanomami, dentre eles um homem com suspeita de fratura na tíbia, cinco pacientes com suspeita de malária, sendo uma idosa, e três crianças.
Os pacientes foram transportados até a Base Aérea de Boa Vista, de onde o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) conduziu o transporte até o Hospital Geral de Roraima para dar continuidade do tratamento.
O socorrista Rui Deglan integrante do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (DSEI – Yanomami) agradeceu a ajuda das Forças Armadas. “A gente agradece o pessoal da Operação Catrimani. Eles têm apoiado muito e não somente nessa operação. Graças a Deus tem um médico do Exército nessa operação.”
O Comando Conjunto da Operação Catrimani II mantém estado de prontidão, garantindo apoio aeromédico imediato a comunidades indígenas Yanomami. Instituída pela Portaria GM-MD Nº 1.511, de 26 de março de 2024, a operação busca desmantelar estruturas que sustentam a mineração clandestina, proteger o meio ambiente e garantir a segurança das comunidades indígenas.
1 de 5
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
Forças Armadas realizam evacuação aeromédica de indígenas Yanomami durante a Operação Catrimani II em Roraima. Foto: Divulgação
São Paulo – O prefeito Ricardo Nunes entregou 60 novas motolâncias do Serviço de Atendimento Móvel (SAMU) e inaugurou o primeiro heliponto de resgate da cidade, uma área de pouso para emergências ocasionais na Marginal Tietê. O objetivo é agilizar o atendimento pré-hospitalar, sobretudo nos horários de maior trânsito, com a redução do tempo de chegada do socorro às ocorrências de urgência e o transporte até uma unidade de saúde.
“As 60 motolâncias começam a operar hoje mesmo na cidade de São Paulo, neste serviço que é de fundamental importância. Estávamos há 16 anos sem ter um incremento de motos para os serviços de urgência e emergência do SAMU. Agora passamos a ter 80 motos atuando nesse serviço e outras 27 de reserva técnica. Além disso, a inauguração do primeiro heliponto de resgate da cidade, que obviamente vai ajudar muito nas situações de atendimento com os helicópteros Águia, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar”, explicou o prefeito.
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Com as novas entregas, a cidade passa a contar com 80 motolâncias, utilizadas em pontos estratégicos da cidade para melhorar o tempo de resposta e ampliar a cobertura nas ocorrências de urgência e emergência na cidade. As motos são conduzidas por profissionais de enfermagem, o que possibilita a estabilização inicial do paciente até a chegada da ambulância, quando necessária.
“A gente ampliou muito o serviço de urgência e emergência na cidade de São Paulo com o crescimento em várias frentes, como na atenção básica, o foco hoje na cidade de São Paulo, na ampliação de 3 para 34 UPAs. Isso significa mais de mil leitos de urgência e emergência na cidade de São Paulo, com leitos em atendimentos adequados, humanizados e com segurança também para os nossos profissionais”, completou o secretário municipal de Saúde, Luiz Carlos Zamarco.
As motolâncias saem para os atendimentos em duplas, sendo uma de suporte clínico e outra de suporte de trauma. Elas são equipadas para atender desde situações de baixa complexidade até casos graves de trauma, com estabilização do paciente ou procedimento para reversão de eventos cardíacos com o aparelho Desfibrilador Externo Automático (DEA).
Para a operação das 60 novas motolâncias, foram contratados 80 enfermeiros e 60 técnicos de enfermagem. Todos os profissionais passaram por capacitação específica para garantir agilidade, segurança e qualidade no atendimento das ocorrências. Para aquisição das motolâncias, foram investidos R$ 2,4 milhões.
O primeiro heliponto de Resgate
O SAMU conta ainda com 142 ambulâncias, sendo 20 da Operação Delegada. Somente em 2024, o SAMU atendeu 280.115 ocorrências e, neste ano, até abril, foram 81.343 ocorrências.
O vereador e ex-bombeiro Major Palumbo ressaltou a importância desses equipamentos para tornar os atendimentos mais ágeis. “Além disso, [foi criado] o primeiro heliponto de pouso para o helicóptero Águia, que muitas vezes tem um minuto para levar a vítima rapidamente para o hospital”, disse Palumbo.
Localizado no canteiro central da Marginal Tietê, próximo à Ponte da Vila Maria, o primeiro Heliponto de Resgate da cidade tem 1.000 m² e, além de otimizar o atendimento a emergências, evitando pousos de helicópteros em vias públicas e interrupções no trânsito, também garante um atendimento mais ágil àqueles que necessitam de socorro com urgência.
Com investimento de R$ 1,035 milhão, o heliponto está previsto no Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo (2025-2028). O local tem 609 m² destinados ao pouso, 348 m² de pista de acesso e 13 m² de estrutura de abrigo para rede elétrica. Foram realizados serviços como retirada de entulho, limpeza, construção de base em concreto armado, alambrado, portão, luminárias solares, abrigo com placas solares, baterias e instalação da biruta, além da pista de acesso para ambulâncias em concreto armado.
1 de 14
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Prefeitura de São Paulo entrega 60 motolâncias ao SAMU e inaugura primeiro heliponto de resgate da cidade. Foto: Divulgação
Paraná – Ao longo deste domingo (27), equipe do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Rodoviária Federal (NOA/PRF) realizou três operações aeromédicas em diferentes municípios da Região Metropolitana de Curitiba. A atuação integrada entre as equipes do SAMU, SIATE e NOA/PRF foi essencial para garantir a estabilização e o transporte ágil das vítimas.
Pela manhã, o NOA/PRF foi acionado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) para socorrer uma mulher de 58 anos, diagnosticada com Infarto Agudo do Miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST (IAMCSST), em Piên.
Devido à gravidade do quadro, foi autorizada a presença da filha da paciente a bordo da aeronave, oferecendo suporte emocional durante o voo. O transporte até o Hospital Rocio, em Campo Largo, foi realizado em cerca de 30 minutos.
No início da tarde, a equipe atendeu a um homem de 52 anos que caiu de uma altura aproximada de quatro metros enquanto trabalhava em casa, em Rio Branco do Sul. A vítima sofreu fraturas nos dois braços e na face. Após estabilização no local, foi transportada de helicóptero em menos de 15 minutos até o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, garantindo atendimento hospitalar especializado de forma rápida.
Ainda durante a tarde, o NOA/PRF foi deslocado para um grave acidente na rodovia PR-281, em Tijucas do Sul. Um veículo desgovernado colidiu lateralmente com outros automóveis e capotou diversas vezes.
Um homem de 58 anos foi resgatado em estado grave, apresentando múltiplas fraturas e trauma crânioencefálico. Após atendimento inicial pelas equipes do SIATE e do SAMU, a vítima foi estabilizada e transportada de helicóptero ao Hospital Cajuru, em Curitiba.
1 de 5
Núcleo de Operações Aéreas da PRF realiza três operações aeromédicas na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: PRF.
Núcleo de Operações Aéreas da PRF realiza três operações aeromédicas na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: PRF.
Núcleo de Operações Aéreas da PRF realiza três operações aeromédicas na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: PRF.
Núcleo de Operações Aéreas da PRF realiza três operações aeromédicas na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: PRF.
Núcleo de Operações Aéreas da PRF realiza três operações aeromédicas na Região Metropolitana de Curitiba. Foto: PRF.
Minas Gerais – Na última semana de novembro, em Araguari, aconteceu o módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH) do Programa Anual de Treinamento (PRAT) 2019, da 2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari. No PRAT, são ministradas as disciplinas de Salvamento em Altura, Salvamento Terrestre e Atendimento Pré-Hospitalar.
Em parceria com o Instituto Master de Ensino Presidente Antônio Carlos (Imecap), as instruções foram realizadas no Centro de Simulação Realística de Medicina. O ambiente reproduz um hospital real, com aparelhos de última geração, 11 consultórios, 1 centro cirúrgico com 4 salas e 2 salas de aula. Os pacientes são manequins de alta fidelidade, capazes de reproduzir inúmeras situações de complicações médicas, desde sons e movimentos, até sintomas de enfermidades.
As práticas são ministradas por instrutores que estão atualizados e focados na missão de ensinar, proporcionando, dessa maneira, maior uniformidade nas atuações operacionais e qualidade técnica do serviço prestado pelo Corpo de Bombeiros. Esse ano, as matérias abordadas foram manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), desobstrução respiratória, parada respiratória e técnicas de imobilização de vítimas de acidente de trânsito.
1 de 4
2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari realiza capacitação ao módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH), MG. Foto: Divulgação
2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari realiza capacitação ao módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH), MG. Foto: Divulgação
2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari realiza capacitação ao módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH), MG. Foto: Divulgação
2° Companhia de Bombeiros Militar de Araguari realiza capacitação ao módulo de Atendimento Pré Hospitalar (APH), MG. Foto: Divulgação