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2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 10 anos de atuação em Blumenau, SC

Santa Catarina – Nesta segunda-feira (06), a 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), sediada em Blumenau, comemorou 10 anos de atuação. Criada oficialmente em 5 de outubro de 2015, a 2ª do BOA se consolidou como uma das mais importantes estruturas de atendimento de emergência do Estado, garantindo rapidez e eficiência no salvamento de vidas.

A data marca também o fortalecimento da parceria entre o CBMSC e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Estado da Saúde, que juntos compõem a equipe multiprofissional do Arcanjo 03, aeronave responsável pelos atendimentos aéreos na região do Vale do Itajaí.

Ao longo desses 10 anos, o Arcanjo 03 tem desempenhado um papel essencial em ocorrências de alta complexidade, como acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, buscas e resgates em locais de difícil acesso, além de transportes aeromédicos e de órgãos. No período foram contabilizadas mais de 4 mil missões.

Com tempo de resposta reduzido e tripulações altamente capacitadas, o serviço aéreo representa um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar e na capacidade operacional do Estado.

Segundo o comandante do BOA, tenente-coronel Hugo Manfrin Dallossi, o trabalho em Blumenau é motivo de orgulho e traduz o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina com a excelência e a inovação no atendimento à população.

“Esses números mostram o impacto positivo do serviço aeromédico na preservação de vidas, operando sempre em conjunto com o SAMU, e mostram o quão importante é para os atendimentos, seja de traumas, afogamentos, emergências médicas, remoções hospitalares, transferências entre hospitais, combate a incêndios, entre todas as outras operações que o batalhão executa”, destacou.

Desde sua criação, a base de Blumenau tem sido fundamental para a cobertura aérea do Vale do Itajaí e de regiões vizinhas, tornando possível o atendimento de centenas de ocorrências em locais onde o acesso terrestre seria inviável ou demoraria muito mais tempo.

Dados estatísticos nesse período

  • Número de missões – 4.603.
  • Horas voadas – 2.998,2.
  • Pessoas atendidas – 3.792.
  • Sangue total – 11 (10 traumas e 1 clínico).
  • Transporte de órgãos – 44 missões – 58 órgãos.

Equipe aeromédica do SOAER pousa na Avenida Brasil para garantir transporte urgente de órgãos no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Um helicóptero da Superintendência de Operações Aéreas (SOAER) da Secretaria Estadual de Saúde precisou interditar a Avenida Brasil, na altura do Jardim América, na Zona Norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (18), para garantir o transporte urgente de órgãos para um transplante.

O pouso foi indispensável devido ao trânsito intenso na Avenida Brasil, condição que impedia o transporte terrestre dos órgãos de forma ágil. Um fígado e dois rins saíram do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e foram transportados para o Hospital São Lucas, localizado em Copacabana, na Zona Sul.

A equipe de saúde precisava levar o fígado com urgência para um transplante. O órgão tem até seis horas para ser transplantado no paciente que receberá o fígado. Segundo o cirurgião do Programa Estadual de Transplante, os órgãos foram captados de uma doadora de 49 anos e beneficiará 3 pessoas. A cirurgia para a retirada dos órgãos começou às 3h50 e terminou às 6h.

Os rins serão analisados e podem ser doados para 10 pacientes possíveis. Os transplantes podem ocorrer no Hospital Pedro Ernesto, no Hospital Federal de Bonsucesso ou no Hospital do Fundão. A rapidez no transporte desses órgãos é crucial para o sucesso de procedimentos de transplante. O transporte aéreo durou menos de 10 minutos. A aeronave pousou na Avenida Brasil às 7h15, e aterrizou no heliponto da Lagoa às 7h24.

Os órgão foram levados em uma ambulância, escoltada por batedores, até o Hospital São Lucas, onde chegou às 7h37. O trajeto entre o Jardim América e o hospital para onde os órgãos foram levados tem 32 quilômetros. Segundo um aplicativo de trânsito, neste mesmo horário a ambulância levaria 1h11 para chegar ao hospital.

Operação semelhante na Linha Vermelha

Essa não é a primeira vez que uma operação desse tipo é realizada. Em outubro, a Linha Vermelha parou para um fígado fosse levado a um hospital. O fechamento do corredor foi necessário para que um transplante fosse bem-sucedido.

Mais de 1,5 mil transplantes em 2024 no RJ

De acordo com a Secretaria de Saúde, em 2024 foram realizados 1.566 transplantes de órgãos sólidos e córneas, sendo 946 transplantes de órgãos sólidos e 620 de córneas. Além disso, a Central de Transplantes do RJ enviou 28 órgãos sólidos para outros estados do Brasil.

De janeiro a junho de 2025 foram realizados 761 transplantes de órgãos sólidos e córneas, sendo 464 transplantes de órgãos sólidos e 297 de córneas. Nesse mesmo período, 16 órgãos sólidos foram enviados para outros estados do Brasil.

Em 2024, o país ultrapassou o número de 30 mil transplantes, maior número da série histórica. Cerca de 85% dos procedimentos foram realizados pelo SUS, que destinou R$ 1,47 bilhão à área no ano passado — valor 28% superior ao de 2022.

Segundo helicóptero AW169 da Cornwall Air Ambulance chega ao Reino Unido e entra em fase final de testes

Reino Unido – O segundo helicóptero da Cornwall Air Ambulance chegou oficialmente à base aérea da instituição de caridade, em Newquay, cidade da Cornualha, Reino Unido. O novo AW169, matrícula G-CNLL, foi trazido para o Reino Unido a partir da Leonardo Helicopters, na Itália, no início deste ano. Em seguida, passou por vários meses de adaptação médica na Gama Aviation, em Gloucester, para ser transformado em uma unidade de cuidados intensivos totalmente funcional.

A chegada do segundo helicóptero representa um marco histórico para a organização. Isso só foi possível graças à generosidade do público durante a campanha Heli2 Appeal, que arrecadou £2,85 milhões de doação para a aquisição da nova aeronave.

O segundo helicóptero AW169, tecnologicamente avançado, aumentará significativamente a versatilidade, a capacidade e a resiliência do serviço, permitindo que a equipe participe de mais missões aéreas ao longo dos 365 dias do ano.

“Este é um dia memorável para a Cornwall Air Ambulance e para as pessoas da Cornualha e das Ilhas de Scilly. Fomos o primeiro serviço de ambulância aérea do Reino Unido – e a chegada de hoje vai nos ajudar a continuar salvando muitas vidas e oferecendo o melhor serviço possível. Graças à generosidade de tantas pessoas, agora temos dois helicópteros de última geração à nossa disposição. Isso nos permite oferecer um serviço de cuidados críticos ainda melhor para quem precisa. Não teríamos conseguido sem o apoio de vocês. Em nome de toda a equipe, muito obrigado”, disse Tim Bunting, diretor executivo.

A aeronave passará agora por um período conhecido como shakedown, no qual os pilotos realizarão aproximadamente 20 horas de testes em voo, antes que o helicóptero AW169 possa entrar em operação oficialmente.

A primeira oportunidade do público ver de perto o novo helicóptero será durante o Helifest, o festival de serviços de emergência promovido pela instituição, no sábado, 19 de julho, na Scorrier House, perto de Redruth.

“Estamos muito felizes por ter agora o segundo AW169 conosco na base aérea. Vários de nossos pilotos tiveram a sorte de participar do voo de translado da Itália ao Reino Unido, e é ótimo ver que a etapa final da jornada foi concluída hoje. Já realizamos inspeções e verificações rigorosas, e agora a equipe está ansiosa para iniciar os voos de teste finais nas próximas semanas”, disse Adam Smith, chefe de pilotos da unidade.

Arcanjo 12 é utilizado no treinamento das equipes da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida, em Montes Claros

Minas Gerais – Na última semana de junho, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) promoveram o treinamento e qualificação da equipe da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em Montes Claros.

O helicóptero Arcanjo 12, modelo AW 119 (Koala), foi utilizado no treinamento dos bombeiros militares e dos profissionais do SAMU. O objetivo foi aperfeiçoar procedimentos operacionais, integrar as equipes e garantir um atendimento ainda mais eficaz e seguro nas ocorrências aeromédicas em nossa região. Foram realizadas missões simuladas, embarque e desembarque em área restrita e salvamento em local de difícil acesso.

Como seu concorrente, o Airbus H130, o modelo é capaz de cumprir diversas tarefas tais como, transportes aeromédicos, transporte de tecidos e órgãos humanos, transporte de equipes de captação de órgãos, possibilitando que o copiloto esteja embarcado em todos os voos, sem necessidade de retirá-lo para embarque de pacientes.

Adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Arcanjo 12 é equipado com guincho de salvamento e operado pela Esquadrilha Arcanjo do CBMMG, com uma equipe mista composta por bombeiros militares e profissionais do Samu, incluindo médicos e enfermeiros.

Na noite do dia 02 de julho, a 3ª Companhia Especial de Operações Aéreas (CEOA) recebeu o vice-governador do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acompanhado do deputado estadual Arlen Santiago. Na oportunidade, as autoridades saudaram os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que se encontravam de plantão.

CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro com estudo sobre responsabilização em operações aéreas

Rio de Janeiro – O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) foi premiado com o 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro – CONAER 2025, com a apresentação de um artigo científico sobre segurança jurídica na tomada de decisão em missões aeromédicas. O evento aconteceu nos dias 10 e 11 de julho, em Vitória, Espírito Santo.

O CONAER é o principal congresso técnico do país voltado à aviação pública, reunindo representantes das forças de segurança, saúde, defesa civil e demais setores ligados à atividade aeromédica. A programação inclui debates, palestras e apresentação de estudos técnico-científicos voltados ao fortalecimento da aviação de Estado no Brasil.

ARTIGOS DO 5º CONAER

O artigo premiado tem como autor principal o Capitão BM Lucas Silva Souza, com coautoria do Cel BM Fábio Braga Martins, Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira, Cap BM Carlos Antônio Soares Frederico, Enf. Mayra Wilbert Rocha (SOAER) e Prof. Dra. Graciele Oroski Paes (UFRJ). O estudo analisa os impactos da não aplicação prática de normas vigentes por determinadas Unidades Aéreas Públicas (UAPs) e como isso pode influenciar a autonomia técnica e a responsabilização jurídica do comandante da missão.

Outro trabalho do CBMERJ também foi aceito para apresentação no congresso. Intitulado “Afogamentos e Resgate Aeromédico no Rio de Janeiro: como a velocidade pode salvar vidas”, o artigo tem como autora principal a 2º Sgt BM Paloma Guedes Vasconcelos Tavares, com coautoria do Ten. Cel. BM Raphael de Figueiredo Bastos, Maj. BM Alan da Costa Tavares, Cel BM Fábio Braga Martins e Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira. A pesquisa aborda a importância do tempo-resposta no atendimento a vítimas de afogamento, evidenciando a eficácia do transporte aeromédico no contexto do salvamento aquático.

O Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira, comandante do GOA, destacou que essa participação inédita do grupamento na elaboração de artigos científicos representa um avanço institucional importante, que une a experiência prática da aviação de segurança pública à produção de conhecimento técnico qualificado, fortalecendo nossa doutrina e ampliando a visibilidade nacional do CBMERJ.

O artigo premiado foi desenvolvido a partir de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao final do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO/CBMERJ), no ano de 2024, como parte da pós-graduação em Gestão Estratégica oferecida em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro com estudo sobre responsabilização em operações aéreas
CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico com estudo sobre responsabilização em operações aéreas.

ANAC autoriza operadores aeromédicos transportarem pacientes com COVID-19 em dispositivos de isolamento

Para enfrentar a atual pandemia de COVID-19, o poder público procura soluções para seu enfrentamento. A aviação é hoje um dos mercados mais atingidos pela pandemia, mas os serviços aéreos podem ser fundamentais para ajudar gestores públicos nesse momento de crise. A ANVISA e a ANAC vem buscando antecipar ações importantes para o setor.

No final de março, a ANAC publicou a Portaria Nº 880/20 e o Ofício nº 37/2020/SPO, autorizando empresas de Táxi Aéreo e Unidades Aéreas Públicas (UAP) realizarem o transporte de cargas, incluindo material biológico.

No dia 09 de abril, a ANVISA publicou Nota Técnica Nº 62/2020 que atualiza as medidas sanitárias a serem adotadas em aeroportos e aeronaves e incluiu recomendações para o serviço aeromédico (item 2.1.2.4).

Dispositivos de Isolamento de Pacientes

Na quinta-feira (23), a ANAC publicou no Diário Oficial da União, a Decisão Nº 83/20 (Substituída pela RESOLUÇÃO Nº 560, de 18 de maio de 2020) autorizando, em caráter excepcional e temporário, alterações de aeronaves e transporte aeromédico usando dispositivos de isolamento de pacientes (Patient Isolation Device – PID).

Esses dispositivos poderão ser utilizados apenas por operadores aeromédicos (RBAC nº 135), certificados pela ANAC, e por operadores da Aviação Pública (RBAC nº 90). Para o uso do equipamento no transporte de pacientes, algumas condições deverão ser consideradas.

Segundo a decisão, os gestores e pilotos em comando deverão observar questões que podem interferir diretamente na condução da aeronave, bem como requisitos previstos pela autoridade sanitária. A operação deverá ocorrer dentro do nível aceitável de segurança operacional, sem correr riscos desnecessários.

As autorizações terão vigência enquanto permanecer a situação de emergência criada pela pandemia de COVID-19.

Aviação de Estado sob a Ótica da ANAC

Durante o IV Ciclo de Palestras de Segurança de Voo organizado pelo Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São Paulo, o Cmte. Reynaldo J. Santos, da Superintendência de Segurança Operacional da ANAC proferiu a palestra “Aviação de Estado sob a Ótica da ANAC”.

A palestra foi transmitida ao vivo pelo site Piloto Policial, e como forma de perpetuar esse conhecimento foi disponibilizada para divulgação pelo palestrante o pelo organizador.

O palestrante discorreu sobre o tema passando pelos seguintes tópicos:

– A ANAC e a Aviação de Estado;

– Interação com a regulamentação existente;

– Aprimoramento da segurança operacional;

– Classificação como P-PSAC;

– Influência da Aviação de Estado na aviação civil brasileira;

– Outros aspectos;

– Proposta de regulamentação.

Palestra de alto nível e simplesmente imperdível para quem se preocupa com o futuro da nossa aviação.

Clique para baixar a apresentação em PDF e acompanhe pelo vídeo abaixo: Aviação de Estado sob a Ótica da ANAC

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