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Laser point

Tripulação aeromédica interrompe treinamento de voo noturno após sofrer ataque de laser no Reino Unido

Reino Unido – Na noite do dia 25 de novembro de 2021, a tripulação do Bell 429, Helimed22, da Wiltshire Air Ambulance foi forçada a interromper um pouso no Victoria Park, Frome, após ser alvo de laser. Uma luz de alta intensidade brilhou na cabine dos pilotos enquanto realizavam um treinamento noturno.

O exercício foi interrompido e a operadora aeromédica alertou em comunicado que “se fosse um incidente durante uma operação real, teria atrasado ou impedido a tripulação de chegar ao local para embarcar ou desembarcar o paciente.”

Eventos como esse podem ser extremamente perigosos para a segurança das operações, pois podem causar distração ou cegueira temporária do piloto durante uma fase crítica do voo. Para deixar a situação ainda mais grave é o fato dos pilotos utilizarem nessas operações óculos de visão noturna.

Segundo a operadora inglesa, “apontar um laser para uma aeronave é crime e resulta em multa ilimitada e até cinco anos de prisão.” O responsável pelo ataque não foi identificado.

Este é o primeiro ataque a laser contra a operadora em 2021. Em 2020 foram submetidos a quatro ataques semelhantes. A Wiltshire Air Ambulance funciona até 19 horas por dia, 365 dias por ano, e se mantém graças às doações. Em média, são acionados para três missões por dia.

Adolescente é apreendido após apontar laser para helicóptero do CIOPAER e atrapalhar visão do piloto

Tocantis – Na noite de sexta-feira (17), a Polícia Militar apreendeu um adolescente que apontou um laser verde em direção ao helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretária de Segurança Pública do Tocantins, em Araguaína, Norte do Estado.

O caso ocorreu enquanto a equipe sobrevoava a região da Feirinha, momento em que um laser apontado em direção à aeronave atrapalhou a visão do piloto. Após identificar o local exato de onde partiu o laser, solicitou apoio em solo de policiais militares que se deslocaram até o endereço na Rua Princesa Isabel no Bairro São João.

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Chegando ao local os PMs encontraram um adolescente de 12 anos com uma caneta laser em mãos, segundo ele após direcionar o objeto e perceber que se tratava da aeronave da polícia parou. Com o laser apreendido, o garoto foi conduzido acompanhado de sua mãe até a Delegacia de Plantão, onde ela relatou que ele já tem vários problemas em casa e também com a polícia.

Com base no artigo Art. 261 do Código Penal, é crime “Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea.” Caso o autor fosse um maior, ele poderia pegar de 2 a 5 anos de prisão. A ocorrência foi registrada como ato infracional.

Homem é preso por disparar feixe de raio laser contra helicóptero da CIOPAer do Ceará

Ascom SSPDS

Ceará – Um homem foi preso neste sábado (2), no Bairro Granja Lisboa, em Fortaleza por ter apontado um dispositivo de raio laser para um helicóptero da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAer) do Ceará.

O caso aconteceu durante a Operação Contra-ataque II, que teve início na noite de sexta-feira (1º). Durante o sobrevoo, a aeronave da CIOPAer, que dava apoio à operação, foi atingida pelo feixe de luz. Os tripulantes identificaram a fonte e seguiram o suspeito, identificado como Marcos Antônio Aquino da Costa (37), até a residência.

Na madrugada do sábado (2), ele foi encaminhado para o 32º Distrito Policial, no Bairro Bom Jardim. Ele entregou o objeto com o qual estava lançando o raio laser e confessou ter disparado o feixe. Ações do tipo podem causar distração, cegueira instantânea, visão ofuscada e até queimaduras na retina do piloto e da tripulação, podendo resultar em acidentes aéreos.

O ato é crime de atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo, com pena de dois a cinco anos de reclusão (Art. 261 do CP). O relações públicas da CIOPAer, tenente-coronel Marcus Costa, esclarece que a incidência de feixe de luz pode representar risco potencial para as operações aéreas.

“Nós recomendamos a população que não utilize dessa prática, especialmente as crianças e adolescentes, não só por se tratar de um crime do Código Penal, por expor risco à aviação, mas também pelo risco em si do acidente. Esse laser, quando desferido para o para-brisa de uma aeronave, torna a visibilidade da aproximação final numa situação crítica, pela dificuldade de visualização do local de pouso, pela dificuldade na leitura dos dados no painel da aeronave, que são fundamentais para manter a aeronave estabilizada, e a própria lesão ocular que pode trazer ao piloto ou qualquer tripulante da aeronave.”

Homem é preso por disparar feixe de raio laser contra helicóptero da CIOPAer do Ceará.

Homem que apontou laser verde em helicópteros durante manifestações de 2015 em São Paulo foi condenado pela Justiça Federal

São Paulo – Durante as manifestações que aconteceram na Avenida Paulista no dia 20 de Agosto de 2015, um homem foi preso pela Polícia logo após ter usado um laser verde para atrapalhar os pilotos dos helicópteros da imprensa e do Águia da Polícia Militar que estavam na região.

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia (Ação Penal 0010101-36.2015.403.6181) em desfavor do acusado T.R.P, imputando-lhe a prática do crime previsto no artigo 261, caput, do Código Penal – Expor a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea.

Conforme publicação no Diário Eletrônico da Justiça Federal (3ª Região) de 19 de Abril, a Juíza federal Substituta, Andréia Morozuzzi, confirmou em sentença a prática do crime previsto no art. 261 e que não há nos autos qualquer circunstância que exclua a ilicitude ou a imputabilidade do autor.

O acusado T.R.P foi condenado a pena privativa de liberdade de 2 anos e 06 meses de reclusão, a ser cumprida em regime aberto, porém foi substituída por 2 penas restritivas de direitos, consistentes em prestação pecuniária no valor de 01 salário mínimo a cada mês de pena a ser cumprida (a ser doada em espécie a entidade assistencial) e prestação de serviços à comunidade, além do pagamento das custas processuais. A juíza determinou ainda a destruição do laser point. O sentenciado poderá recorrer.

A sentença

Segundo o que ficou demonstrado no autos, T.R.P expôs a perigo aeronaves, tendo em vista que com sua conduta teria ofuscado temporariamente a visão dos pilotos, o que poderia levar à perda de controle em voo e, consequentemente, à queda em local de grande circulação de pessoas.

Homem que apontou laser verde em helicópteros durante manifestações em São Paulo é condenado pela Justiça Federal
Homem que apontou laser verde em helicópteros durante manifestações em São Paulo é condenado pela Justiça Federal

O MPF afirmou que o acusado fez disparos de feixe de luz contra o helicóptero que prestava serviços à Rede Globo de Televisão, Rede Bandeirantes e ao helicóptero Águia da Polícia Militar. A equipe do helicóptero da PM consegui localizar o infrator que foi abordado por policiais por volta das 21h50min, na altura do número 2.000 da Avenida Paulista, portando o artefato (laser point).

O autor disse que se tratava de uma brincadeira, atrapalhando as emissoras que faziam a cobertura das manifestações. Na Delegacia disse que encontrou o laser no chão durante as manifestações, mas para os policiais que o prenderam disse que comprou por R$ 120,00. Ele foi preso em flagrante e, logo em seguida, os pilotos das aeronaves atingidas relataram a cessação da propagação de qualquer tipo de laser.

O objeto de laser point, encontrado em poder do acusado, foi apreendido e classificado como 10.000mw/532nm. O Laudo de Perícia Criminal Federal constatou que se tratava de laser point de alta potência, com grande alcance e capaz de gerar cegueira temporária quando apontado para os olhos de uma pessoa, ainda que à longa distância.

O Ministério Público Federal utilizou as imagens captadas pelo imageador aéreo do helicóptero Águia da Polícia Militar, posteriormente periciadas, onde confirmou a autoria. Ficou demonstrado que a versão apresentada pelo réu no sentido de estar brincando de forma aleatória com o aparelho e por um curto período de tempo seria inverídica diante das imagens juntadas aos autos e que evidenciariam o apontamento do feixe de luz ao helicóptero da Polícia.

Para saber mais: Expediente Nº 10077, Ação Penal 0010101-36.2015.403.6181, página 419.

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