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Equidade na distribuição das bases aeromédicas na Noruega é tema de estudo científico

Noruega – Não é necessário dizer que cada território possui conformação geográfica própria, e esse pode ser um dos fatores que influencia no tempo-resposta das operações aeromédicas com emprego de helicópteros.

Para ajudar nas decisões dos gestores no momento de organizar seus serviços de resgate aéreo, um estudo norueguês apresentou trabalho com o título: “Apresentando equidade no planejamento de localização de bases de ambulâncias aéreas norueguesas.”

Como em outros serviços do mundo, a principal tarefa dos serviços aeromédicos da Noruega (Helicopter Emergency Medical Services-HEMS) realizado pelas 12 bases HEMS é fornecer cuidados médicos avançados aos feridos e doentes em estado crítico fora dos hospitais.

Mapa de calor de densidade populacional da Noruega. A cor indica a fração da população que vive naquele município em relação à população total da Noruega. As doze bases de ambulâncias aéreas existentes estão sobrepostas.

A localização das bases influencia diretamente quem na população poderá ser alcançado dentro de um determinado limite de tempo-resposta e quem não pode. Ao estudar as localizações das bases, muitas vezes o foco está na eficiência, ou seja, maximizar o número total de pessoas que podem ser alcançadas em um determinado tempo.

Esta abordagem é conhecida por beneficiar pessoas que vivem em áreas densamente povoadas, como cidades, em vez de pessoas que vivem em áreas remotas. A solução mais eficiente, portanto, normalmente não é necessariamente justa. Este estudo visou incorporar justiça na localização das bases de ambulâncias aéreas.

Com foco na eficiência, concentra-se o serviço nas grandes cidades da Noruega, deixando partes dela amplamente descobertas. Para o estudo, incluir equidade ao usar uma função de bem-estar social “isoelástica” na otimização evita deixar áreas inteiras descobertas e, em particular, aumenta os níveis de serviço no norte da Noruega.

Incluir justiça na determinação dos locais de base HEMS ideais tem grande impacto na cobertura da população, em particular quando o número de locais de base não é suficiente para dar uma cobertura total ao país.

Como os resultados diferem dependendo do objetivo matemático, o trabalho mostra a importância de não apenas buscar soluções ótimas, mas também levantar a questão essencial de “ótimo em relação a quê”.

O trabalho tentou mostrar como as opiniões clínicas e subjetivas podem ser implementadas em modelos matemáticos que determinam as localizações ideais das bases das ambulâncias. Isso demonstra que a escolha da função objetivo pode afetar gravemente os resultados do estudo e, portanto, nos desafia a questionar o que queremos dizer com a solução “melhor” ou “ótima”. O estudo aconselha reconsiderar a prática atual de otimizar localizações de bases apenas para eficiência.

Guarda Costeira da Noruega resgata 12 tripulantes de navio holandês que ficou à deriva no Mar do Norte

Noruega – Equipes dos serviços de emergência noruegueses se empenharam nesta terça-feira (06), para resgatar 12 tripulantes do navio cargueiro holandês Eemslift Hendrika que ficou à deriva no agitado Mar do Norte, na costa da Noruega.

Os tripulantes foram salvos em duas operações diferentes na noite de segunda-feira. Os oito primeiros foram içados do convés através de guincho elétrico do helicóptero da Guarda Costeira e os outros quatro foram retirados do mar, conforme mostram imagens divulgadas pelo Centro de Coordenação de Resgate da Noruega.

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Mesmo com ondas de 15 metros (49 pés) e ventos fortes, em condições climáticas extrema, os tripulantes foram resgatados com segurança pela Guarda Costeira. O navio de 111 metros (366 pés) registrado na Holanda transporta iates, bem como 350 toneladas métricas de óleo pesado e 50 toneladas de diesel em seus tanques.

Segundo informações preliminares, a carga mudou de posição e fez com que o navio começasse a adernar e, posteriormente, seus motores falharam.

Apesar do mar agitado, o Norwegian Coastal Administration (NCA) informou na quinta-feira (08) que conseguiram conectar o navio aos dois rebocadores, um na proa e outro na popa, e depois de muito trabalho das equipes chegaram com o navio no porto norueguês de Ålesund no final do dia.

Força Aérea Real Norueguesa recebe o décimo AW101 para missões de busca e salvamento

Noruega – Apesar dos desafios impostos pela pandemia de COVID-19, a fabricante  Leonardo entregou o décimo helicóptero AW101 de Busca e Salvamento (AWSAR) para o Ministério da Justiça e Segurança Pública da Noruega.

As seis aeronaves restantes das 16 adquiridas estão atualmente sendo montadas, integradas e testadas nas instalações da Leonardo, em Yeovil, Reino Unido. O esquadrão 330 da Força Aérea Real Norueguesa completou mais de 200 horas de voo com as novas aeronaves, principalmente em operações SAR, que incluíram missões de salvamento no ambiente inóspito da Noruega, resgate noturno em montanha, resgate offshore e transporte de emergência.

Após a entrada em operação em setembro de 2020, outras bases deverão se tornar operacionais este ano. Na quinta-feira, 4 de março, uma tripulação de voo realizou treinamentos com o AW101 SAR durante a pandemia de COVID-19. A tripulação seguiu protocolos sanitários, que incluiu o uso de equipamento de proteção respiratória (RPE) desenvolvido pela Leonardo.

Esta tecnologia exclusiva usa uma máscara, compatível com os capacetes de voo. Ela possui um microfone embutido para comunicação e filtro que pode ser substituído. Desde abril de 2020 as tripulações de teste e de manutenção da Leonardo vem utilizando esse equipamento, que garante um ar não contaminado e mais segurança para as equipes de voo.

Após deslizamento de terra na Noruega, equipes utilizaram drones, cães e helicópteros nas operações

Noruega – Um deslizamento de terra em uma aldeia norueguesa soterrou casas, ferindo 10 pessoas, uma delas gravemente, e deixando outras 10 desaparecidas. Equipes de resgate foram acionadas para procurar os desaparecidos no vilarejo de Gjerdrum, 25 km a nordeste da capital, Oslo. Cerca de 1.500 pessoas foram evacuadas.

Foram utilizados drones e helicópteros com câmeras de infravermelho e faróis de busca para procurar sinais de vida sob os destroços. Para não prejudicar as buscas, a polícia pediu às pessoas que não soltassem fogos de artifício na véspera de Ano Novo, pois isso poderia interferir na tecnologia de busca através da detecção de calor.

Dezenas de casas foram destruídas. As condições se mostraram desafiadoras, com as temperaturas caindo para -1C (30F). Como o solo se mostrava muito instável, os helicópteros foram utilizados para levar os profissionais de emergência e cães de resgate sobre estruturas que se acreditava serem estáveis ​​o suficiente para sustentá-los.

O deslizamento de terra começou na madrugada de quarta-feira (30), com moradores ligando para os serviços de emergência e dizendo que suas casas estavam mudando de posição. Na tarde de quarta-feira, mais duas casas desabaram na cratera formada pelo deslizamento, enquanto outras permaneceram precariamente em sua borda.

Uma porta-voz da Diretoria Norueguesa de Recursos Hídricos e Energia (NVE) disse que o deslizamento foi um chamado “deslizamento rápido de argila” medindo cerca de 300m por 700m (985 pés por 2.300 pés). “Este é o maior deslizamento de terra dos últimos tempos na Noruega, considerando o número de casas envolvidas e o número de evacuados”, disse Laila Hoivik.

“Argila rápida (Quick clay) é um tipo de argila encontrada na Noruega e na Suécia que pode entrar em colapso e se tornar fluida quando está sob estresse. As chuvas fortes podem ter tornado o solo instável, mas desde então surgiram dúvidas sobre por que as construções foram permitidas na área. Um levantamento geológico de 2005 classificou a área de alto risco de deslizamentos. Apesar disso, as casas foram construídas três anos depois, em 2008.

Voar no Círculo Polar Ártico é o contexto operacional dos helicópteros AW101 adquiridos pela Noruega

Noruega – Um país desenvolvido pode ser medido pelos níveis de proteção que um governo pode garantir à sua população em caso de emergências e desastres naturais. Isso é particularmente significativo quando as condições climáticas e ambientais são difíceis e às vezes extremas.

É o caso da Noruega, que confirmou seus investimentos tecnológicos com a aquisição de 16 novos helicópteros Leonardo AW101 para operações de busca e salvamento (SAR) no mar e em regiões inóspitas. Voar longas distâncias no Círculo Polar Ártico, com temperaturas frequentemente abaixo de zero, ventos fortes e milhares de quilômetros de costa, muitas vezes com mar agitado, é o contexto operacional das equipes norueguesas.

A partir de 1 de setembro de 2020, os primeiros seis helicópteros AW101 entregues pela Leonardo à Noruega ficaram oficialmente operacionais a partir da base de Sola. Além disso, em 2021, espera-se que as bases de Ørland e Banak se tornem operacionais.

A Noruega está gradualmente substituindo sua frota SAR de Sea King por seus novos AW101. No primeiro mês de serviço, os seis helicópteros já recebidos, também conhecidos como SAR Queen, realizaram missões em condições climáticas desafiadoras e ambientes inóspitos, voando por cerca de 80 horas. A maioria das missões foram operações SAR (incluindo um resgate noturno na montanha) e um transporte de emergência.

O AW101 norueguês possui sistema de geolocalização de pessoas desaparecidas em ambientes extremos, através do celular, desde que esteja ligado. O equipamento detecta as ondas emitidas pelo equipamento e funciona como um transponder.

A cabine do helicóptero é equipada com sistemas de representação sintética do mundo real com cinco grandes monitores onde os pilotos visualizam imagens 3D, a partir de mapas pré-carregados e instalados no computador de bordo. Durante o voo, os obstáculos serão reproduzidos mesmo em condições de pouca luz e visibilidade reduzida, aumentando significativamente a consciência situacional do piloto.

Noruega compra 16 helicópteros Leonardo AW101 “SAR Queen” para missões de Busca e Salvamento (SAR). Foto: Divulgação.

Outra característica que torna o AW101 ideal para missões SAR em toda a Noruega é a capacidade, gerenciada pelo computador de bordo, de se manter estável durante mar agitado e vento forte, graças às suas correções automáticas de estabilidade, o que significa que não requer nenhuma intervenção do piloto em voo e controles de atitude.

Outro ponto forte do AW101 é a capacidade de transportar mais de 50 passageiros, o que o torna muito eficaz em desastres naturais ou acidentes graves envolvendo pessoas. Como parte desta parceria foi inaugurada uma infraestrutura para tripulações de AW101 na Noruega (e também em outros países), onde os pilotos são treinados em simuladores de voo (certificados pelos padrões de Nível D), o que significa que uma hora de voo no dispositivo é considerada o equivalente a uma hora de voo real de helicóptero.

Assim, é possível realizar treinamentos de voo e missões com absoluta segurança, com considerável economia de combustível e manutenção. Além disso, a tripulação pode treinar não apenas o voo do novo helicóptero, mas também como realizar missões específicas e aprender como gerenciar riscos e eventos inesperados.

Outra conquista importante do AW101, especificamente ao se considerar a atual situação pandêmica, é que foi o primeiro helicóptero do mundo a transportar pacientes em macas de biocontenção, que isolam completamente os pacientes infectados do ambiente externo e da equipe médica.

Serviço de ambulância aérea da Noruega recebe o primeiro helicóptero Airbus H145 de cinco pás

Noruega – A Airbus Helicopters entregou o primeiro H145 de cinco pás para a Norwegian Air Ambulance Foundation. Esta nova versão do helicóptero bimotor aumenta a carga útil em 150 kg, enquanto oferece novos níveis de conforto, simplicidade e conectividade. A aeronave recebeu a certificação da Agência de Segurança da Aviação da União Europeia (EASA) em junho.

A Norwegian Air Ambulance Foundation, fundada pelo médico norueguês Jens Moe em 1978, é a proprietária da Norwegian Air Ambulance. Ele trouxe o serviço aeromédico para a Noruega, abrindo uma primeira base perto de Oslo, usando um helicóptero BO105 alugado na Alemanha.

Hoje, a Norwegian Air Ambulance opera 13 bases na Noruega e 4 bases na Dinamarca, usando uma frota 100% equipada com Helionix de H135 e H145. A certificação pela Federal Aviation Administration (FAA) está em revisão e é esperada em breve. A certificação para a versão militar do H145 de cinco pás será concedida em 2021. O H145 é desenvolvido em conjunto com a Kawasaki Heavy Industries. A primeira entrega do parceiro de cooperação japonês está prevista para o início do próximo ano.

Utilizando dois motores Safran Arriel 2E, o H145 está equipado com full authority digital engine control (FADEC) e o conjunto de aviônicos digitais Helionix. Inclui um piloto automático de 4 eixos de alto desempenho, aumentando a segurança e reduzindo a carga de trabalho do piloto. Sua capacidade acústica particularmente baixa torna o H145 o helicóptero mais silencioso de sua classe.

Novos helicópteros AW101 da Força Aérea iniciam operações de busca e salvamento na Noruega

Noruega – Na terça-feira (01), o primeiro helicóptero de busca e salvamento AW101 da Força Aérea iniciou sua operação na Base de Sola. Os helicópteros Westland Sea King que por quase 50 anos (Desde 1973) salvaram vidas na Noruega serão substituídos gradativamente.

Dos dezesseis novos helicópteros SAR (Search and Rescue) fabricados pela Leonardo Helicopters, oito já estão na Noruega e proporcionarão mais segurança às pessoas no mar, ao longo da costa, nas montanhas e em áreas remotas de todo o país. Para receber o primeiro helicóptero que inicia operações reais foi realizada uma cerimônia na base da Força Aérea de Sola.

Novos helicópteros AW101 iniciam operações de busca e salvamento na Noruega. Foto: Força Aérea.

Até o final de 2022, as Bases de Ørland, Banak/Lakselv, Bodø, Rygge e Florø também passarão a operar o AW101. Pela programação, a Base de Ørland da Força Aérea será a próxima a iniciar o treinamento de seu pessoal.

A tripulação do helicóptero de resgate AW101 é composta por seis pessoas. Dois pilotos, sendo um deles o comandante, um operador de sistemas, um mecânico, um salva-vidas e um médico anestesista. Na Noruega, os anestesistas também são responsáveis ​​pelos cuidados intensivos de pacientes gravemente feridos e medicina de emergência.

Por estarem em operação desde 1973, os helicópteros de resgate Sea King exigem muita manutenção em razão do desgaste das peças e por isso serão substituídos. Essa é uma versão licenciada do helicóptero americano Sikorsky SH-3D Sea King (S-61D) e que foi fabricado no Reino Unido pela Westland Helicopters.

A maior diferença do Sea King para o AW101 como helicóptero de resgate é a transição de um helicóptero analógico para um digital, disse o major e piloto na Base da Força Aérea de Sola, Pål Kullerud.

O serviço também trabalha em cooperação com a Cruz Vermelha, grupos de resgate alpinos, Ambulância Aérea da Noruega, Sociedade Norueguesa de Resgate Marítimo, Corpo de Bombeiros, polícia e hospitais. O helicóptero possui capacidade para transportar 25 passageiros, em uma velocidade do cruzeiro de 278 km/h para um alcance de aproximadamente 500 quilômetros.

Helicópteros e equipes SAR da CHC Helicopter garantem o resgate de 479 pessoas de navio à deriva na Noruega

Noruega – No sábado (23), o navio de cruzeiro Viking Sky teve uma falha mecânica em meio a fortes ventos perto do litoral da Noruega e 479 pessoas, incluindo 17 feridos, foram retirados da embarcação com a ajuda de quatro helicópteros da CHC Helicopter Norway, dois Sikorsky S-92 e dois Airbus AS332 Super Puma.

Além disso, um Sikorsky S-92 foi usado para transportar membros extras da tripulação e outro Sikorsky S-92 ficou de prontidão médica em Brønnøysund.

O navio pertence a empresa Viking Ocean Cruises, do grupo Viking Cruises, e estava viajando para o sul de Tromsø para Stavanger quando começou a experimentar problemas no motor em meio a uma tempestade com ventos de 45 kts com ondas de até 15m.

As quatro aeronaves de busca e salvamento (SAR) chegaram na cena por volta das 14h30, meia hora depois de receber o pedido de socorro. Os quatro helicópteros içaram 15 a 20 passageiros do navio por missão. A operação durou 18 horas, em meio a ondas de mais de 8 metros (26 pés), disse a CHC.

Com apoio do Centro de Operações em Stavanger, as equipes aéreas envolvidas eram formadas por doze pilotos, seis operadores de guincho, sete nadadores de resgate, um operador de sistema e dois engenheiros de apoio terrestre.

Depois de reiniciar três de seus quatro motores no início do domingo (24), o navio Viking Sky, acompanhado por dois rebocadores, navegou com segurança até o porto de Molde, onde os passageiros e tripulantes restantes desembarcaram. Foi montado um centro de amparo aos resgatados.

Patrick Gerritsen, Chief Pilot Search And Rescue da CHC Helicopter disse: “É para isso que treinamos e podemos executar quando somos chamados. Os desafios de uma operação de resgate tão grande e complexa com todos os aspectos de coordenação foram tratados muito bem em estreita colaboração com o Centro de Coordenação de Resgate Conjunto (HRS). Este foi um excelente trabalho de equipe na Noruega.”

Per Andre Rykhus, Gerente Geral de Operações da Noruega para a CHC Helicopter disse que está muito orgulhoso da equipe da CHC pelo enorme esforço durante a operação de resgate. Sua capacidade de colaborar rapidamente garantiu uma operação aérea bem organizada e eficaz que ajudou a manter esses passageiros seguros em condições desafiadoras.

A CHC fornece transporte offshore em seis continentes e opera uma das mais extensas redes de busca e salvamento (SAR) do mundo, com aeronaves que protegem trabalhadores offshore de petróleo e gás no Mar do Norte, no Mar Cáspio, no Oceano Atlântico e Mar de Timor. A CHC também fornece recursos de resposta rápida 24 horas por dia para uma variedade de clientes governamentais e privados em todo o mundo.

Confira o resgate:

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