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Operações aeromédicas

Kolyma Aviation recebe dois helicópteros Ansat para operações aeromédicas no Extremo Norte da Rússia

Rússia – A Russian Helicopters, holding estatal, concluiu a entrega de dois helicópteros bimotores leves Ansat para a Kolyma Aviation, na região de Magadan. Esta operadora é a primeira no Extremo Norte da Rússia a colocar este tipo de helicóptero em serviço. Uma aeronave foi entregue sob contrato com a Gazprombank Leasing, enquanto a segunda foi fornecida diretamente à Kolyma Aviation, de acordo com a holding.

Os requisitos específicos das operações no norte influenciaram a pintura de um dos helicópteros. A aeronave apresenta um esquema de pintura personalizado inspirado nas orcas — mamíferos marinhos frequentemente observados nas águas das baías de Magadan durante a migração. Essa abordagem de design foi usada anteriormente em helicópteros médios Mi-8MTV-1 que operavam na mesma região.

Antes da aquisição do Ansat, a frota da Kolyma Aviation era composta por helicópteros pesados da série Mi-8 e o moderno Mi-38. Várias dessas aeronaves também ostentam a pintura com tema de orca, reforçando a identidade corporativa da companhia aérea.

As especificações técnicas do Ansat são adequadas para missões no Ártico. O helicóptero é certificado para operação confiável em temperaturas de até –45°C (-49°F), conforme demonstrado durante testes especializados em Yakutia em 2017. A aeronave é capaz de operar em locais de pouso não preparados e com dimensões mínimas.

Os helicópteros entregues são equipados com um conjunto médico totalmente integrado, incluindo sistemas de monitoramento de sinais vitais de pacientes, ventiladores e equipamentos de transmissão de dados de telemedicina. A configuração da cabine acomoda um paciente e dois profissionais de saúde.

De acordo com um representante da Rostec State Corporation, os serviços aeromédicos continuam sendo a principal aplicação do Ansat na Rússia. “O Serviço Nacional de Ambulância Aérea opera 37 helicópteros Ansat de uma frota civil de 60 na Rússia“, informou a empresa. Além disso, 23 helicópteros Ansat foram exportados: 19 para o Zimbábue, três para a Bósnia e Herzegovina e um para o Turcomenistão.

A configuração bimotora do Ansat permite o transporte de até sete passageiros ou uma carga útil de 1.200 kg. O alcance padrão é de 400 km sem tanques de combustível auxiliares. A produção deste modelo foi suspensa em 2022 após a interrupção das entregas do motor PW207K da Pratt & Whitney Canadá. O problema está sendo resolvido com o desenvolvimento de um motor doméstico, o VK-650V.

A Fábrica de Helicópteros de Kazan concluiu os preparativos para uma variante Ansat localizada, equipada com motores turboeixo russos. O VK-650V recebeu a certificação de tipo no início deste ano. Além dos novos motores, a versão atualizada conta com componentes de cabine produzidos internamente, um sistema de controle de voo automático, atuadores de direção e aviônicos.

A mídia do setor noticiou no início de agosto que a Fábrica de Helicópteros de Kazan havia iniciado os testes do Ansat equipado com motores VK-650V. Em 29 de julho, o protótipo realizou um teste de voo pairado — elevação vertical sem movimento horizontal. O serviço de imprensa da United Engine Corporation confirmou o início dos testes de integração dos motores, com testes de voo completos, incluindo voo horizontal, programados para breve.

Profissionais de saúde de Pernambuco recebem treinamento sobre operações aeromédicas

Pernambuco – No dia 15 de agosto, equipes envolvidas na recepção de pacientes nos helipontos dos hospitais metropolitanos Miguel Arraes (HMA), Pelópidas Silveira (HPS) e Dom Helder Câmara (HDH), além de representantes da Educação Permanente, do Núcleo Interno de Regulação (NIR), lideranças de Enfermagem da Emergência, Hospitalidade, Recepção/Portaria, e coordenações médica e de enfermagem das unidades participaram de treinamento sobre segurança em operações aeromédicas.

A capacitação foi realizada no auditório do HMA e ministrada pelo coordenador geral do SAMU Metropolitano do Recife, Leonardo Gomes, e por operadores de suporte médico da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O treinamento abordou temas como cuidados na aproximação do helicóptero, delimitação e segurança da área de pouso, uso correto de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e definição dos profissionais que podem e devem estar presentes nessas operações. Também foram repassadas orientações detalhadas sobre a aproximação segura da aeronave.

A finalidade é assegurar que helicópteros possam realizar manobras e permanecer em pouso sem a interferência de curiosos, garantindo o trabalho seguro e eficiente das equipes de tripulantes e profissionais de saúde durante o resgate de pacientes em ocorrências médicas.

Para Leonardo Gomes, o treinamento é essencial para evitar riscos e garantir a eficiência do atendimento. “O serviço aeromédico é um recurso valioso e precisa ser operado com segurança. Cada detalhe, desde a área de pouso até o uso de EPIs, faz diferença para proteger vidas, tanto da equipe quanto do paciente”, destacou.

A diretora de Ensino e Pesquisa do HMA, Débora Guedes, reforçou o papel da capacitação na rotina hospitalar. “Quando unimos conhecimento técnico e prática segura, garantimos que todos estejam preparados para atuar com agilidade e segurança. Esse alinhamento entre profissionais de saúde e forças de segurança é fundamental para o sucesso das operações”, afirmou. A abertura do evento também contou com a participação da diretora de Cuidados Interdisciplinares, Milena Motta.

Profissionais de saúde de Pernambuco recebem treinamento sobre operações aeromédicas
Profissionais de saúde de Pernambuco recebem treinamento sobre operações aeromédicas.

ANAC abre consulta sobre regras de gerenciamento de fadiga para operações aeromédicas

Na terça-feira (15), a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) iniciou a tomada de subsídios sobre as regras de gerenciamento de risco de fadiga humana, previstas pelo Regulamento Brasileiro de Aviação Civil (RBAC) nº 117, especificamente quanto à condução de operações de transporte aeromédico, regida pelo RBAC 135.

As contribuições podem ser feitas até o dia 6 de março, por meio de formulário eletrônico (clique no link para acessar). O questionário visa aprofundar estudo sobre possíveis melhorias regulatórias associadas às operações aeromédicas devido às regras de limitação de tempo de voo, de jornada de trabalho e de gerenciamento de fadiga, estritamente em operações de transporte de enfermos.

Os dados solicitados no preenchimento do formulário serão protegidos e utilizados apenas para fins estatísticos.

ACESSE A TOMADA DE SUBSÍDIOS

Pilatus passou a oferecer integração da cápsula de isolamento EpiShuttle nas operações aeromédicas

Suíça – Junto com seu parceiro de desenvolvimento, Aerolite AG, a Pilatus passou a oferecer integração do EpiShuttle no avião aeromédico PC-24s. Usando um adaptador, o EpiShuttle é acoplado a um carrinho de transporte universal permitindo movimentos de transferência no solo e posicionamento na cabine.

O embarque no jato Pilatus PC-24s é realizado com um dispositivo exclusivo, que transfere automaticamente a unidade EpiShuttle mais o paciente para a cabine. Com sua grande porta de carga e piso totalmente plano, os roletes no carrinho de transporte garantem que a unidade possa ser empurrada livremente para a posição desejada, onde é então fixada diretamente aos trilhos do assento usando dispositivos de retenção.

O monitoramento do paciente é garantido por equipamento médico colocado em um suporte ao lado do EpiShuttle com fonte de alimentação própria. Tal como acontece com as operações regulares de transporte de pacientes, a equipe médica ocupa os assentos da cabine nas imediações do EpiShuttle e pode atender o paciente a qualquer momento.

EpiShuttle – Unidade de isolamento para aeronaves Medevac

Em 2015, durante um surto de Ebola na África, o EpiGuard da Noruega desenvolveu um sistema de isolamento modular que agora também está em uso para missões COVID-19. O EpiShuttle apresenta um design modular reutilizável e oito eclusas médicas para garantir o manuseio seguro do paciente.

Grupo de Trabalho pretende aprimorar e atualizar a Portaria 2048, especialmente o serviço aeromédico

Amazonas – A secretária Sílvia Waiãpi, titular da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), deu prosseguimento, nesta terça-feira (10/09), à parceria estabelecida recentemente com a Coordenação-Geral de Urgência (CGURG) do Ministério da Saúde (MS). O propósito é pesquisar, estudar e implementar atualizações aos procedimentos aeromédicos preconizados pela Portaria Nº 2048 de 2002, que estabelece os princípios básicos para operações de urgência e emergência fixas e móveis em todo o território nacional.

Para discutir o tema e dar início à formação de um Grupo de Trabalho (GT), a secretária Sílvia Waiãpi recebeu Marcelo Oliveira Barbosa, Diretor Substituto do Departamento de Atenção Hospitalar Domiciliar e de Urgência e Coordenador-Geral de Urgência do MS, que deu uma série de esclarecimentos sobre os serviços de urgência prestados hoje em todo o país.

Barbosa também fez uma explanação sobre a Portaria 2048, que está sob a responsabilidade da CGURG e mostrou a necessidade de aprimoramento da Portaria como um todo, considerando a constante evolução médico-tecnológica.

Como resultado do encontro dos representantes da SESAI e CGURG, ficou estabelecida a formação um GT, incluindo Ministério da Defesa (MD), Agência Nacional de Aviação (ANAC), Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Fundação Nacional do índio (FUNAI), para iniciar os estudos e pesquisas sobre o que existe hoje de oficial sobre ações de urgências e o que é possível aprimorar, bem como discutir especificamente as ações aeromédicas desenvolvidas pela SESAI na Amazônia Legal, com o objetivo de melhorar serviços e baixar custos com a utilização de aeronaves em remoções de paciente, transportes sanitário e logístico.

Grupo de Trabalho de 2016

Em 2016, o médico Marco Cesar Cúnico Fatuch, responsável pela Coordenação-Geral de Urgência (CGURG), da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS) do Ministério da Saúde (MS), coordenou um grupo de trabalho multidisciplinar para atualização e modernização da Portaria Nº 2048.

À época, o Ministro da Saúde era o deputado federal Marcelo Castro (PMBD-PI). O Grupo de Trabalho, formado por representantes do setor e coordenado por Fatuch, finalizou e apresentou a nova portaria ainda em 2016, porém, até hoje a norma não foi atualizada. Retomar esse trabalho seria um bom começo para o GT que será formado.

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