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Grupo de Resgate Aeromédico transfere jovem da Paraíba para transplante de medula óssea no Paraná

Paraíba – O Grupo de Resgate Aeromédico (Grame) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou na madrugada de quarta-feira (27) o transporte aeromédico do jovem Renan da Silva Brito, 16 anos, para o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), onde será submetido a um transplante de medula óssea.

O jovem, diagnosticado com aplasia medular, estava internado desde o dia 18 de junho no Complexo Pediátrico Arlinda Marques, em João Pessoa, e o transplante seria a única alternativa para tratamento do paciente, o que levou a mobilização para transferi-lo para uma unidade de referência.

Por volta das 3h da manhã, Renan foi transferido em uma ambulância equipada até o Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana da Capital, acompanhado por familiares e pela equipe médica. De lá, a aeronave decolou às 5h, com escalas técnicas para reabastecimento e checagem dos sistemas na Bahia e em Belo Horizonte, pousando às 17h no Aeroporto de Bacacheri, no Paraná.

Grupo de Resgate Aeromédico transfere jovem da Paraíba para transplante de medula óssea no Paraná. Foto: Divulgação

Para assegurar a estabilidade clínica do paciente durante o voo, a aeronave foi equipada com respiradores, monitores multiparâmetros, bombas de infusão, oxigênio e todo o suporte necessário para manter o acompanhamento contínuo do quadro de saúde.

Além dos equipamentos, a missão exigiu a presença de uma equipe multiprofissional, composta por médico, enfermeiro, fisioterapeuta e operadores aerotáticos (OAT), preparada para agir de forma rápida e integrada diante de qualquer intercorrência. “Toda a operação foi cuidadosamente planejada para assegurar que o paciente recebesse, em todas as etapas, o mesmo padrão de cuidado hospitalar, mesmo em ambiente aéreo”, afirmou o médico de voo, Matheus Figueiredo.

A mãe do jovem, Silvânia Targino da Silva, 39 anos, ressaltou a assistência recebida desde o início do tratamento. “A equipe do hospital foi maravilhosa, sempre com muito cuidado e atenção com o meu filho e com a minha família. Estamos ansiosos, mas cheios de fé. Agradeço ao Governo do Estado que está fazendo de tudo para dar certo”, afirmou emocionada.

O gesto de solidariedade também veio de dentro da família. Isso porque a irmã de Renan, Rayana Calinne, 20 anos, será a doadora da medula óssea. “Assim que soube, chorei. Eu sentia que seria eu. Estou muito feliz por poder salvar a vida do meu irmão”, relatou a jovem, que tem 100% de compatibilidade para a doação. Todas as amostras para exames foram coletadas pela equipe médica do Complexo Arlinda Marques e enviadas para análise em laboratório especializado.

Somente no primeiro semestre de 2025, o Grupo de Resgate Aeromédico da Paraíba registrou 76 transportes aeromédicos, um crescimento de 58,3% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, foram realizadas 3 missões de transporte de órgãos, 2 de hemocomponentes e hemoderivados e 9 operações institucionais, totalizando 90 missões, o que representa um aumento global de 87,5% na comparação com o ano anterior.

Paciente é transferido de Mato Grosso do Sul para São Paulo para realizar transplante renal

Mato Grosso do Sul – A doação de órgãos é um ato que salva vidas, mas para que esse gesto se concretize, é essencial uma rede articulada, ágil e comprometida. Foi exatamente isso que aconteceu no dia 27 de maio, quando a CTA (Coordenadoria de Transporte Aéreo) da Casa Militar do Governo de Mato Grosso do Sul realizou uma missão de alta relevância: transportar com urgência o jovem João Vitor Silva de Andrade até São Paulo para a realização de um transplante renal.

João Vitor, que enfrenta a rotina exaustiva da hemodiálise devido a uma doença renal crônica, estava ativo na lista de espera por um órgão. A missão foi acionada após a Faculdade de Medicina da USP comunicar a disponibilidade de um rim compatível, exigindo a chegada imediata do paciente à unidade hospitalar para a realização do procedimento.

O voo partiu de Campo Grande com destino a São Paulo, cumprindo rigorosamente a janela crítica para a realização do transplante, garantindo a segurança e a estabilidade do paciente durante todo o trajeto.

Paciente é transferido de Mato Grosso do Sul para São Paulo para realizar transplante renal.

Serviço de UTI Aérea do Maranhão já realizou 70 transportes de pacientes com COVID-19

Maranhão – A Secretaria de Estado da Saúde (SES) contratou o serviço aeromédico de empresas de Táxi Aéreo para atendimento de pacientes diagnosticados com COVID-19 e ampliar o alcance da assistência especializada. O serviço UTI Aérea realizou no primeiro mês de funcionamento mais de 70 transferências de pacientes.

O serviço garantiu o translado de pacientes do interior para leitos instalados em hospitais de gestão estadual, em São Luís. “Com a chegada da doença ao Maranhão, vimos a necessidade de aumentar a nossa capacidade de assistência e é o que temos feito até o momento. O serviço de UTI Aérea é uma extensão da estrutura especializada ampliada que montamos para recuperar os maranhenses acometidos pela COVID-19”, destaca o secretário Carlos Lula.

As aeronaves utilizadas contam com estrutura de UTI adaptada, o que inclui respiradores e equipe médica para dar suporte ao paciente durante a transferência para a capital São Luís. O Hospital Dr. Carlos Macieira e o Hospital de Cuidados Intensivos, ambos de alta complexidade, integram a rede de saúde estadual e estão habilitadas para receber os pacientes.

Além do atendimento especializado, cada paciente assistido pelo serviço de UTI Aérea também tem o direito a um acompanhante. Para eles, o Governo do Estado tem garantido hospedagem e alimentação durante o tratamento do paciente que acompanha.

No primeiro mês, pacientes de 21 municípios maranhenses já foram beneficiados pelo serviço de UTI Aérea. Os pacientes foram transferidos das seguintes cidades: Lago da Pedra, Buriticupu, Presidente Dutra, Pedreiras, Santa Luzia do Tide, Bacabal, Codó, Colinas, Bacabal, Barra do Corda, Balsas, Coelho Neto, Timon, Alto Alegre, Peritoró, Jenipapo dos Vieiras, Açailândia, Zé Doca, Timbiras, Chapadinha e Barreirinhas.

Serviço de UTI Aérea do Maranhão criado há um mês já realizou 70 transferências aeromédicas. Foto: Divulgação.

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