Tocantins – Criado pelo Governo do Tocantins em janeiro de 2011 por meio da uma Medida Provisória 06/2011, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) iniciou suas atividades com uma estrutura básica, composta por uma diretoria, uma gerência de operações, uma gerência de instruções e uma gerência de manutenção.
A partir desse alicerce, as operações foram gradativamente ampliadas, consolidando-se como um dos principais suportes aéreos das forças de segurança do estado.
Atualmente, a unidade conta com duas aeronaves, um Esquilo AS350B3 Plus e um Robinson R66, que somam mais de 3,5 mil horas de voo sem registro de acidentes ou incidentes aeronáuticos. Suas missões abrangem diversas frentes, incluindo segurança pública, combate a incêndios florestais, apoio ao transplante de órgãos, transporte aeromédico e resgates.
O efetivo do CIOPAER atualmente é composto por 14 profissionais, entre mecânicos de voo, operadores aerostáticos, técnicos de abastecimento de aeronaves, comandantes e segundos pilotos. A equipe altamente treinada assegura a qualidade e a segurança das operações realizadas.

Um dos desafios operacionais enfrentados pelo CIOPAER era a suspensão dos voos durante manutenções preventivas ou corretivas das aeronaves, realizadas por empresas contratadas. “Graças à gestão do tenente-coronel Bolentini, com apoio do delegado Charles, em 2023, foi disponibilizado o Robinson R66. Embora essa aeronave não tenha a mesma capacidade operacional do Esquilo, ela garantiu a continuidade dos trabalhos, especialmente no patrulhamento aéreo e no monitoramento de queimadas”, detalhou o policial civil aposentado e primeiro piloto do CIOPAER, Leonardo Marincek Garrido da Nóbrega.
O diretor do CIOPAER, tenente-coronel Gustavo Bolentini, enfatiza que a integração das forças de segurança sempre foi um dos objetivos do Centro, pois é uma unidade operacional que reúne servidores da Polícia Civil (PC), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM).
Diversas conquistas foram alcançadas ao longo dos 14 anos de atuação do Centro, como a formação de mecânicos, a aquisição de um caminhão tanque abastecedor, a inauguração da base administrativa e a implantação do farol de buscas em 2024, ampliando as capacidades operacionais do CIOPAER.
O tenente-coronel Gustavo Bolentini ressalta que a segurança nas missões não depende apenas da habilidade dos pilotos, mas também da qualidade da manutenção e da instrução das tripulações. “Sem uma manutenção bem feita, o risco aumenta consideravelmente. Da mesma forma, a tripulação precisa estar bem treinada para cumprir cada missão com segurança e eficiência. Sempre tivemos essa preocupação, enviando nossa equipe para cursos externos ou realizando treinamentos na própria aeronave, com instrutores internos ou convidados”, concluiu Bolentini.
































































































Por volta das 13h, à equipe a bordo da aeronave do CIOPAER, órgão vinculado a Secretaria da Segurança Pública (SSP – TO), foi acionada pelo Batalhão de Polícia Ambiental da PM, o qual informou que a Embaixada Americana, em Brasília, havia relatado que um dispositivo eletrônico de emergência tinha sido acionado por estudantes de Geologia da Universidade de Brasília, os quais estavam na região de Porto Nacional a fim de realizar um levantamento da situação geográfica da região.











