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Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos de reativação, com 484 resgates e 600 horas de voo

Paraná – Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná comemorou, neste mês, dois anos desde a reativação do seu serviço aeromédico. Desde agosto de 2023, em parceria com o SAMU, as aeronaves têm atuado em resgates complexos, transporte rápido de pacientes e apoio a operações policiais e humanitárias, consolidando-se como um recurso essencial para a preservação de vidas.

Nesse período, foram registrados 484 resgates e remoções aeromédicas, com as aeronaves voando por centenas de horas e percorrendo milhares de quilômetros. A base de operações, instalada no hangar do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba, opera em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) e conta com equipe treinada e equipada para atender emergências em qualquer condição.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

As ocorrências atendidas nesses dois anos incluíram desde acidentes graves nas rodovias federais até missões de grande complexidade, como:

  • Setembro de 2023 – Resgate especializado de montanhista no Morro do Anhangava, em Quatro Barras (PR).
  • Maio de 2024 – Deslocamento ao Rio Grande do Sul para apoio nas enchentes, com 29 pessoas resgatadas em dois dias.
  • Setembro de 2024 – Salvamento de idoso paranaense vítima de acidente com embarcação no Pantanal, em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros do MS.
  • Outubro de 2024 – Transporte aéreo de uma criança de três anos para transplante de rim em Curitiba, reduzindo o tempo de deslocamento para apenas 18 minutos.
  • Abril de 2025 – Inclusão do Babypod, cápsula de transporte neonatal, que ampliou a capacidade para atender recém-nascidos em estado crítico com mais segurança e agilidade.
  • 2024 e 2025 – Participação na Semana do Meio Ambiente, com lançamento aéreo de mais de 22 toneladas de sementes de espécies nativas ameaçadas, como araucária e palmeira-juçara, em áreas de preservação e comunidades rurais no Paraná, em parceria com órgãos ambientais, universidades e movimentos sociais.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

O serviço também prestou apoio em desastres e emergências, como as enchentes no Rio Grande do Sul e os incêndios no Pantanal em 2024. Nessas missões, foram efetuados resgates, transporte de alimentos e medicamentos, além de ações de combate a incêndios.

O ato de comemoração, realizado nesta quarta (13), contou com a presença do superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira; do Chefe do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF, Fabiano Nicolete; do representante do Cindacta II, Cel. Av. Marcelo; da secretária municipal de Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak; do superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal; do presidente do sindicato da categoria, Sidnei Nunes; e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

O superintendente da PRF, Fernando Oliveira, destacou que foram 484 atendimentos em dois anos, 600 horas de voo e nenhum incidente, salvando muitas vidas. É uma parceria integrada que dá resultados diariamente, com um investimento de 30 milhões em uma aeronave nova e todos unidos pelo objetivo comum de salvar vidas.

“Atrás do uniforme tem uma equipe, que está pilotando a aeronave, cuidando de quem mais precisa, dando o primeiro atendimento e trazendo o familiar de volta para sua família. É esse trabalho rápido e eficiente que salva vidas e transforma histórias”, disse o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

Uma das pessoas salvas, Cristiane, comentou: “Emoção, muita emoção, porque eu poderia não estar aqui. Foi um acidente horrível, mas um resgate incrível, em que me senti cuidada e segura. Ter esse cuidado salva tanto a vida quanto o nosso psicológico.”

No domingo de Páscoa, em 20 de abril de 2025, ela sofreu uma queda de cavalo em Tijucas do Sul, resultando em múltiplas fraturas e trauma facial grave. O helicóptero da PRF foi rapidamente acionado e, em apenas 14 minutos, chegou ao local, onde a equipe, em colaboração com o SAMU, estabilizou a vítima. Ela foi retirada de uma área de difícil acesso e, em menos de 10 minutos, transportada ao Hospital Cajuru.

Sérgio, resgatado no pantanal do Mato Grosso do Sul, disse que foi uma emoção rever a equipe. “Se estou aqui, devo muito a eles — pela rapidez, pelo carinho com que me atenderam e pela forma como conversaram comigo”, enfatizou.

Em 3 de setembro de 2024, uma equipe da PRF do Paraná estava atuando nos incêndios no pantanal e, em colaboração com o Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul, realizou uma operação aeromédica para salvar o empresário paranaense de 70 anos após um grave acidente no Pantanal. Sr. Sérgio sofreu cortes profundos na axila e no rosto devido ao impacto contra a hélice de uma embarcação que colidiu com uma formação rochosa no rio. Após os primeiros atendimentos no local, ele foi transportado com urgência para um hospital, onde recebeu cuidados médicos essenciais.

O helicóptero Koala AW119, de fabricação italiana, adquirido pela PRF por R$ 30 milhões, comporta até oito pessoas e está equipado com tecnologia avançada para missões de resgate, transporte aeromédico e apoio a operações especiais. A integração com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e outros órgãos de segurança e saúde tem potencializado a resposta rápida, especialmente em locais de difícil acesso ou onde cada minuto é determinante para salvar vidas.

Serviço aeromédico do SAMU atinge marco de mil voos pela vida no Piauí

Piauí – Na tarde de sexta-feira (1º), o serviço aeromédico do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) atingiu a marca de mil voos pela vida. Após sete anos de criação, o serviço conseguiu transportar mil pacientes, sendo que desse total, 99% das vidas foram salvas. Neste milésimo voo, foi transportado um paciente do sexo feminino, que estava no Hospital Regional Senador Cândido Ferraz, na cidade de São Raimundo Nonato e teve destino ao Hospital da Polícia Militar, em Teresina.

Para o Secretário de Saúde do Estado, Neris Júnior, este voo número mil é um marco na saúde do Piauí, que segue avançando nos serviços de alta complexidade: “o atendimento móvel de urgência tem permitido salvar muitas vidas, dada a rapidez do deslocamento das equipes, garantindo o socorro adequado nos hospitais de referência em média e alta complexidade da capital. Este milésimo voo é algo muito importante na saúde do Piauí”.

SAMU do Piauí atinge marco de mil voos pela vida.

SAMU Aéreo foi criado para atender casos graves

O serviço aeromédico do SAMU do Piauí foi criado em 2013, com o objetivo de atender casos graves registrados no interior e que exigem deslocamento para atendimento rápido. O serviço utiliza aeronave de asa fixa e atua nos municípios de Parnaíba, Floriano, São Raimundo Nonato, Picos e Bom Jesus, que têm pistas de pouso homologadas pela ANAC. Os custos para manter a aeronave são garantidos pelo Governo Federal e Governo do Estado.

O Piauí utiliza aviões como meio de transporte de pacientes. “Contamos com uma equipe composta por sete médicos e sete enfermeiros capacitados. Os profissionais trabalham em regime de plantões diários durante o dia, respeitando as condições climáticas dos aeroportos, numa rede organizada, que garante a melhor e mais eficiente assistência ao usuário”, explica Christianne Rocha, coordenadora do SAMU estadual.

O avião Seneca é equipado com desfibrilador automático, oxímetro de pulso, Ked para imobilização da coluna cervical, talas de imobilização, colares cervicais, pranchas com imobilizadores laterais, além de cardioversor, ventilador mecânico, monitor cardíaco, bomba de infusão, Sonar (para detecção dos batimentos cardíacos fetais) e incubadora de transporte.

SAMU do Piauí atinge marco de mil voos pela vida.

Patologias

As patologias que se enquadram nos protocolos para o uso do transporte aeromédico são infarto agudo do miocárdio, acidente vascular cerebral, politraumatismo, gestantes de alto risco, insuficiência ventilatória e os transportes neonatais (que é uma demanda frequente).

Os pacientes podem ser transferidos para Teresina ou para hospitais de municípios próximos. Em Teresina, os pontos de apoio são: Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Hospital Getúlio Vargas (HGV), Hospital Universitário (HU) e Hospital da Polícia Militar (HPM). No entanto, poderão ser transportados para outras unidades hospitalares, de acordo com cada caso e vaga disponível.

Para ser atendido pelo SAMU Aéreo, é necessário que haja a solicitação para o transporte aeromédico, que deverá partir do profissional médico que está acompanhando o paciente no hospital de origem. Este médico entra em contato com a central de Regulação das Urgências, através do número 192, explicando o quadro clínico do paciente, para justificar o uso do transporte aéreo.

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