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Paraná – Na manhã da última quinta-feira (17), Leidivania Lopes, de Colorado, recebeu uma nova chance de recomeçar a vida. A equipe do SAMU Aeromédico – Operações Aéreas Saúde 06, da base de Maringá, voou até ela e a levou de helicóptero ao hospital, onde recebeu um fígado doado – um gesto que pode significar o futuro.

No mundo dos transplantes, especialmente de fígado, cada segundo conta. Com o relógio correndo contra, acionar o transporte por helicóptero foi essencial para garantir que Leidivania chegasse a tempo e com segurança ao centro médico de referência. A aeronave voou com agilidade pela região noroeste do Paraná, provando que, quando tudo parece escuro, a mobilidade aérea pode ser uma luz de esperança.

A base de Maringá do SAMU Aeromédico já acumula mais de cinco mil atendimentos em emergências graves e transporte de órgãos em oito anos de operação. Em casos como o de Leidivania, o helicóptero se transforma em espaço de resgate, onde médicos, enfermeiros e pilotos trabalham em sintonia para manter cada vida com dignidade durante o trajeto.

Ao pousar no heliponto do hospital, Leidivania desceu visivelmente emocionada. Não precisou falar: seu olhar traduziu tudo – gratidão por uma segunda chance. A cena tocante é também um lembrete de como cada ação articulada entre doador, equipe médica e transporte aéreo pode mudar o destino de alguém.

Em todo o Paraná, o transporte aeromédico é referência nacional em agilidade e eficiência no apoio a transplantes. As aeronaves operam com tripulação especializada e têm cobertura para até 250 km em casos de emergência. Isso garante que órgãos e pacientes cheguem aos destinos com o tempo certo para a cirurgia.

Enfermeira Mileni e Comandante Alver Satler fizeram o transporte de
Enfermeira Mileni e o Comandante Alver Sathler fizeram o transporte de Leidivania Lopes no Saúde 06.
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