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CIOPAER realiza simulação de pouso e decolagem em heliponto do novo Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá

Mato Grosso – O Governo de Mato Grosso realizou no dia 20 de maio uma simulação de pouso e decolagem no heliponto do Hospital Central de Alta Complexidade, em Cuiabá, que já está com 98% da obra concluída.

Este foi o segundo teste do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) no heliponto, que contou com o apoio da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e do Corpo de Bombeiros para simular a transferência de um paciente em maca. No primeiro teste, em outubro do ano passado, havia sido feita uma avaliação técnica sobre a estrutura.

“Estamos fazendo os últimos ajustes no Hospital Central para que, em breve, a gente possa começar a atender a população mato-grossense na mais moderna unidade hospitalar do Estado”, afirmou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Segundo a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação da SES, Mayara Galvão, a instalação de um heliponto em um hospital público estadual representa um avanço estratégico na prestação de serviços de saúde, especialmente no que se refere ao atendimento de urgências e emergências.

CIOPAER realiza simulação de pouso e decolagem em heliponto do Hospital Central de Alta Complexidade em Cuiabá. Foto: Divulgação

“Essa estrutura permite a realização de transporte aeromédico, garantindo que pacientes em estado grave sejam levados rapidamente ao hospital, reduzindo o tempo de resposta e aumentando significativamente as chances de sobrevivência”, avaliou.

O tenente coronel PM Rafael Dias Guimarães, do Ciopaer, disse que o treinamento é um momento ímpar para aprimorar as técnicas e colocá-las em prática numa situação real quando for necessário fazer esse tipo de resgate. “Estamos fazendo um treinamento por parte dos pilotos, porque é uma condição nova, um heliponto elevado, para fazer a aproximação e pouso nesse tipo de plataforma”, explicou.

Rafael considerou que a estrutura do heliponto já está em plenas condições e que ela é fundamental para facilitar o resgate. “Treinamos os nossos operadores, em conjunto com o Corpo de Bombeiros, mas eventualmente também com a equipe de saúde do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, para fazer o desembarque dessas vítimas e levar elas o mais rápido possível ao socorro necessário dentro do Hospital Central”, destacou.

Estrutura do Hospital Central

O Hospital Central tem 32 mil m² de área construída e conta com investimento de R$ 221,8 milhões em obras, e de R$ 240 milhões em equipamentos. Com 287 leitos, sendo 60 de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), 36 de Unidades de Cuidados Intermediários (UCIs) e 191 de enfermaria, o hospital foi projetado para atender às demandas de alta complexidade em saúde.

A unidade será equipada com infraestrutura moderna e tecnológica para diagnóstico e tratamento de diferentes condições de saúde. Além de 11 salas cirúrgicas, o hospital contará com ressonância magnética, tomografia, ultrassom, raio-x, salas de encefalograma, hemodinâmica, endoscopia e colonoscopia. A previsão, por ano, é de realizar cerca de 32 mil consultas, 80 mil exames e 6,5 mil cirurgias.

O Hospital Central será o sexto hospital público a ser administrado pelo Hospital Israelita Albert Einstein. A expectativa é que os atendimentos sejam iniciados em setembro, de forma gradativa, atingindo 100% dos serviços até o fim de 2025.

CIOPAER realiza simulação de pouso e decolagem em heliponto do Hospital Central de Alta Complexidade em Cuiabá. Foto: Divulgação.

Fênix 01 da PMERJ realiza remoção aeromédica de paciente da cidade de Teresópolis para o Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – No dia 23 de maio de 2025, uma operação conjunta realizada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro garantiu a remoção aeromédica de um paciente que estava internado na cidade de Teresópolis. A missão envolveu a atuação integrada do Grupamento Aeromóvel (GAM) e do Grupamento Especial de Salvamento e Ações de Resgate (GESAR).

O helicóptero Fênix 01 do GAM, equipado com kit aeromédico, realizou o transporte do paciente até o heliponto no pátio do Batalhão de Choque, na capital carioca, onde foi prontamente recebido pelas equipes do GESAR. Em seguida foi conduzido com segurança em uma ambulância até o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM). O paciente recebeu suporte médico contínuo durante todo o deslocamento aéreo e terrestre.

O GAM possui helicóptero e equipe aeromédica treinada para atender policiais feridos em serviço. Além disso, dentre as ambulâncias do GSAR, estão duas ambulâncias blindadas, denominadas VBOR (Viatura Blindada de Operações de Resgate). Elas são utilizadas em ações de resgate de policiais feridos em áreas conflagradas. O Rio é o único estado do país com esse tipo de veículo.

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