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GRAer/PMGO apoia a Força Aérea Brasileira que interceptou avião com 500 kg de cocaína

Goiás – Uma operação conjunta que envolveu a Força Aérea Brasileira, a Policia Militar de Goiás, através dos Grupamento Aéreo, e a Polícia Federal resultou na apreensão de 500 quilos de cocaína.

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Avião interceptado pela FAB. Fotos: PMGO.

A operação

Um caça A-29 da Força Aérea Brasileira interceptou, neste domingo (25/06), um avião bimotor matrícula PT-IIJ que transportava 500 quilos de cocaína de Mato Grosso para Goiás.

Ao não cumprir as orientações apresentadas pela defesa aérea, a aeronave foi interceptada às 13h17 na região de Aragarças (GO) e pousou na região rural de Jussara (GO). A atuação é resultado da Operação Ostium, exercício coordenado pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE), em conjunto com a Polícia Federal e demais órgãos de segurança.

Inicialmente, a aeronave interceptada, que decolou da Fazenda Itamarati Norte – no município de Campo Novo do Parecis (MT) – com destino à Santo Antônio do Leverger (MT), seguiu as instruções da defesa aérea.

Carga de cocaína dentro do avião interceptado. Foto: PMGO.
Carga de cocaína dentro do avião interceptado. Foto: PMGO.

Mas, ao invés de pousar no aeródromo de Aragarças conforme orientação via rádio, arremeteu. O piloto da FAB novamente comandou a mudança de rota e solicitou o pouso, porém o avião interceptado não respondeu. A partir desse momento, a aeronave foi classificada como hostil e foi realizado o tiro de aviso. A aeronave então pousou na zona rural do município de Jussara, interior de Goiás.

Um helicóptero (AW 119 Ke) da Polícia Militar de Goiás (Falcão/GRAer/CME) foi acionado e fez buscas no local à procura da tripulação que se evadiu. O avião foi removido para o quartel da Polícia Militar de Goiás, em Jussara. A droga apreendida foi encaminhada para a Polícia Federal, em Goiânia.

Policiais Militares do Grupamento Aéreo da PM de Goiás que realizaram a apreensão da droga.
Policiais Militares do Grupamento Aéreo da PM de Goiás que realizaram a apreensão da droga.

Segundo o Chefe do Centro Conjunto de Operações Aérea (CCOA) do COMAE, Brigadeiro Arnaldo Silva Lima Filho, foi necessário dar um tiro de aviso depois de duas solicitações de modificação de rota não obedecidas. A medida de persuasão não atinge a aeronave suspeita, embora apresente o poder de fogo do caça e obrigue a cumprir as normas exigidas. “É um dos últimos recursos quando a aeronave não atende as executivas da defesa aérea”, explica.

A FAB também empregou a aeronave radar E-99 para auxiliar na detecção e interceptação, com base em um trabalho conjunto de inteligência com a PF.

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Ainda de acordo com o Brigadeiro Arnaldo, todo o procedimento faz parte da Operação Ostium que coíbe voos irregulares que possam estar ligados a crimes como o narcotráfico. “Estamos cumprindo a lei e vamos continuar reforçando os controles na fronteira em prazo indeterminado”, justifica.

A carga está avaliada em aproximadamente R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).

Ressalta-se que somente neste ano, 13,5 toneladas de drogas já foram apreendidas pela Polícia Militar do Estado de Goiás.

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Fonte: FAB e PMGO.

Em um ano, 275 órgãos doados para transplante foram transportados pela FAB

Brasil – A Força Aérea Brasileira (FAB) transportou 275 órgãos para transplantes em 365 dias. Esse resultado foi possível graças ao Decreto nº 8.783/16, que determina que uma aeronave esteja sempre à disposição na capital federal para realizar o transporte de órgãos doados.

A medida vale desde o dia 7 de junho de 2016 e também permite o uso de outros aviões da Aeronáutica lotados por todo o País, a depender do trajeto a ser atendido. Foram 216 voos realizados no período.

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Antes disso, a FAB não podia manter uma aeronave exclusiva para transportar órgãos. Entre janeiro e junho do ano passado, apenas cinco órgãos haviam sido transportados pelos aviões militares. No mesmo período de 2017, esse número subiu para 86, o que representa um aumento de 1.600%.

De acordo com levantamento divulgado pela FAB, os órgãos mais transportados foram fígado (130), coração (68) e rim (44).

Desafio contra o tempo

O processo de transporte de órgãos é iniciado quando a Central Nacional de Transplantes (CNT) é informada por alguma central estadual sobre a existência de órgão e tecido em condições clínicas para o transplante.

A CNT aciona as companhias aéreas para verificar a disponibilidade logística. Se houver voo compatível, os aviões comerciais recebem o órgão e levam ao destino. Quando não há, a central contata a FAB, que desloca um ou mais aviões para a captação e transporte do órgão.

A logística envolvida em um transplante é complexa. Cada órgão tem um Tempo de Isquemia Fria (TIF), ou seja, o período que ele pode ficar sem circulação sanguínea.

O coração é o órgão de menor TIF, já os rins podem ficar até 24 horas sem serem irrigados. O transporte precisa ocorrer em uma caixa térmica que mantenha temperaturas entre 2 a 8°C. Se for abaixo do previsto, o órgão pode congelar, inviabilizando o transplante. Impactos mecânicos também podem danificar o órgão.

Com o transporte realizado pela FAB, o processo se torna mais viável e ágil, uma vez que as aeronaves têm condições para pousar em pistas e aeroportos menores, o que possibilita maior mobilidade fora das capitais.

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Enfermeiros do Esquadrão de Saúde da Aeronáutica participam de capacitação operacional

Brasil – Militares de organizações de saúde do Rio de Janeiro (RJ) e representantes de instituições civis, como Apollo 12 e Universidade Estácio de Sá, participaram de um treinamento na quarta-feira (31/05).

Entre as atividades foi realizada uma simulação de socorro e resgate, com o objetivo de retratar a atuação da equipe de enfermagem, de contra-incêndio e do 3º/8º Grupo de Aviação (responsável pelo transporte aeromédico) no ambiente operacional. Três cenários foram reproduzidos: atropelamento de tropa, colisão de automóvel com motocicleta e vítima de descarga elétrica.

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Durante o treinamento, também, foram realizadas palestras sobre “A enfermagem em atividades operacionais”, “Atividade aeromédica” e “A atuação do profissional de enfermagem no ambiente militar operacional da Guarnição de Aeronáutica de Santa Cruz”.

Uma mesa redonda a respeito de um real acidente aeronáutico foi promovida e contou com a participação de um piloto de F-5EM e uma equipe de pronto-atendimento que já se envolveram em acidentes.

Em discurso durante o evento, o Tenente Fábio, Capelão da Ala 12, citou a seguinte frase do Papa Francisco: “As enfermeiras e os enfermeiros, por causa da proximidade com o doente, têm uma qualidade especial para acompanhar e, também, para curar”.

Já o Major Márcio Borsato, Comandante do Esquadrão de Saúde, ressaltou a importância do papel da enfermagem na equipe de atendimento à saúde, sem a qual os médicos não conseguiriam trabalhar.

A programação foi alusiva ao Dia Internacional de Enfermagem, celebrado mundialmente no dia 12 de maio, em homenagem a Florence Nigthingale, enfermeira britânica, pioneira no tratamento de feridos de guerra, durante a Guerra da Crimeia.

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Agência Força Aérea, por Aspirante Nara Lima.

Certificação médica de tripulantes será realizada exclusivamente por médicos credenciados pela ANAC

Brasil –  A ANAC e a Força Aérea Brasileira informaram oficialmente que aeronavegantes civis passarão a realizar inspeção de saúde apenas em hospitais e clínicas credenciados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), conforme reunião realizada entre o Comando-Geral de Pessoal (COMGEP) da Aeronáutica, a Diretoria de Saúde da Aeronáutica (DIRSA) e a ANAC, no dia 24 de maio.

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“Foi uma decisão de comum acordo, considerando que a ANAC informou que possui uma rede médica credenciada suficiente para realização das perícias e, portanto, tem condições de atender aos aeronavegantes em diversos Estados. Além disso, haverá um período de transição para não prejudicar os usuários”, explicou o Chefe do Estado-Maior do Comando-Geral de Pessoal, Major-Brigadeiro do Ar Rogério Gammerdinger Veras.

Os novos procedimentos passaram a valer desde a última quinta-feira (01/06/17), em razão da descontinuidade da prestação do serviço pela Força Aérea Brasileira (FAB). Os exames pré-agendados por meio do site da ANAC e pagos até o dia 31/05 serão mantidos e atendidos nos hospitais da FAB conforme a data do agendamento, mas não será possível agendar novas perícias.

A lista completa das clínicas e dos médicos credenciados pela ANAC pode ser obtida no site da ANAC.

O processo de credenciamento de médicos e clínicas para a realização de perícias segue ocorrendo normalmente pela ANAC, e os interessados podem entrar em contato com a Agência pelo e-mail: [email protected].

Foto: Sgt Johnson Barros/CECOMSAER.

Portaria da Força Aérea alterou a estrutura do Sistema de Saúde da Aeronáutica

Brasil – O Comando da Aeronáutica publicou no Diário Oficial da União de hoje, sexta-feira (02), a Portaria Nº 800/GC3 de 31 de maio de 2017 que alterou a estrutura do Sistema de Saúde da Aeronáutica.

Segundo a portaria todas as Organizações de Saúde da Aeronáutica (OSA) dos Segundos Escalões Básico, Intermediário e Reforçado deverão adotar a estrutura e a nomenclatura de Esquadrões de Saúde, e passarão a constituir, na condição de destacamentos, a estrutura organizacional das seguintes Organizações Militares:

I – Hospital de Aeronáutica de Canoas – HACO:
a) Esquadrão de Saúde de Florianópolis (ES-FL), em Florianópolis – SC;
b) Esquadrão de Saúde de Curitiba (ES-CT), em Curitiba – PR; e
c) Esquadrão de Saúde de Santa Maria (ES-SM), em Santa Maria – RS.

II – Hospital de Aeronáutica de Recife – HARF:
a) Esquadrão de Saúde de Salvador (ES-SV), em Salvador – BA;
b) Esquadrão de Saúde de Natal (ES-NT), em Parnamirim – RN; e
c) Esquadrão de Saúde de Fortaleza (ES-FZ), em Fortaleza – FZ.

III – Hospital de Aeronáutica de Manaus – HAMN:
a) Esquadrão de Saúde de Porto Velho (ES-PV), em Porto Velho – RO; e
b) Esquadrão de Saúde de Boa Vista (ES-BV), em Boa Vista – RR.

IV – Hospital de Força Aérea de Brasília – HFAB:
a) Esquadrão de Saúde de Anápolis (ES-AN), em Anápolis – GO.

V – Hospital de Força Aérea de São Paulo – HFASP:
a) Esquadrão de Saúde de Campo Grande (ES-CG), em Campo Grande – MS;
b) Esquadrão de Saúde de Pirassununga (ES-YS), em Pirassununga – SP;
c) Esquadrão de Saúde de Guaratinguetá (ES-GW), em Guaratinguetá – SP; e
d) Esquadrão de Saúde de São José dos Campos (ES-SJ), em São José dos Campos – SP.

VI – Hospital de Aeronáutica dos Afonsos – HAAF:
a) Esquadrão de Saúde de Santa Cruz (ES-SC), no Rio de Janeiro – RJ.

VII – Hospital Central da Aeronáutica – HCA:
a) Esquadrão de Saúde de Lagoa Santa (ES-LS), em Lagoa Santa – MG; e
b) Esquadrão de Saúde de Barbacena (ES-BQ), em Barbacena – MG.

VIII – Hospital de Aeronáutica de Belém – HABE:
a) Esquadrão de Saúde de Alcântara (ES-AK), em Alcântara – MA.

A  Organizações de Saúde da Aeronáutica (OSA) de Primeiro Escalão localizada na Base Aérea de Santos adotará a estrutura e a nomenclatura de Segunda Esquadrilha de Saúde do HFASP (2ª EsqdaSau HFASP), e passará a constituir, na condição de destacamento, a estrutura organizacional do Hospital de Força Aérea de São Paulo (HFASP).

Os Esquadrões e a Esquadrilha de Saúde da Aeronáutica mencionados na portaria absorverão o pessoal, o acervo material e histórico e as instalações das OSA que compunham a estrutura administrativa das Organizações Militares a que pertenciam anteriormente.

Assim, com essa nova estrutura, segundo a própria portaria, serão confeccionados um novo regulamento e novos regimentos internos da Diretoria de Saúde da Aeronáutica (DIRSA), de Hospitais de Força Aérea e de Hospitais de Aeronáutica.

Certificado Médico Aeronáutico (CMA)

Segundo informações veiculadas no site do Sindicato Nacional dos Aeronautas a ANAC confirmou que os Hospitais da Aeronáutica não irão mais realizar os exames para emissão ou revalidação do CMA dos aeronautas.

Entretanto ainda não houve nenhum pronunciamento oficial dos órgãos competentes sobre os Hospitais da FAB continuarem ou não a realizar os exames para emissão ou revalidação do CMA.

Essa nova estrutura publicada hoje no DOU faz parte de um plano estratégico da Força Aérea Brasileira e poderá mudar a sistemática dessa atividade, pois serão elaborados novos regulamentos e regimentos internos, porém não é possível afirmar ainda se essa mudança acontecerá.

Segundo o que foi veiculado extraoficialmente, o serviço aos aeronautas que estão agendados serão atendidos normalmente. O HASP inclusive não cancelou os pedidos de agendamento. Outra opção é realizar os exames nas clínicas e médicos credenciados pela ANAC, disponíveis no site da Agência.

Nota Oficial sobre o caso publicada em 06/06 pela FAB e ANAC:

Saiba mais:

Para a Aviação de Segurança Pública: Hospital da PM de Minas é credenciado pela ANAC para inspeções médicas.

Mecânicos do Grupamento Aéreo da PM realizam curso de familiarização do helicóptero Esquilo na FAB

São Paulo – Uma parceria entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Militar do Estado de São Paulo proporcionou a participação de 10 (dez) policiais militares no Curso de Familiarização na aeronave modelo AS350 Esquilo. Esse é o modelo dos Águias que a Polícia Militar opera através do Grupamento de Radiopatrulha Aérea “João Negrão” em suas missões de apoio aéreo policial e de defesa civil.

Mecânicos do Grupamento Aéreo realizam curso de familiarização do helicóptero Esquilo na FAB
Mecânicos do Grupamento Aéreo realizam curso de familiarização do helicóptero Esquilo na FAB

Os policiais militares são mecânicos de manutenção aeronáutica do GRPAe, responsáveis pela segurança e o bom desempenho das aeronaves. Segundo o Primeiro Tenente PM Fabio Aiello, piloto policial e habilitado nas três especialidades da área de manutenção aeronáutica, “o curso proporciona aos mecânicos de manutenção aeronáutica o conhecimento dos diversos sistemas da aeronave, para a atividade do dia a dia de manutenção no pátio e na nossa oficina de manutenção”.

O curso está sendo realizado no período de 08 a 26/05 no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo da Força Aérea Brasileira (FAB – PAMA-SP).

Atualmente, a Polícia Militar conta com a maior frota de aeronaves em atividade de segurança pública do Brasil, com 27 helicópteros, sendo 23 do modelo AS350 Esquilo que atuam diretamente em missões de apoio policial, salvamento, resgate, transporte de órgãos, e tantas outras missões em prol da sociedade.

Mecânicos do Grupamento Aéreo realizam curso de familiarização do helicóptero Esquilo na FAB
Mecânicos do Grupamento Aéreo realizam curso de familiarização do helicóptero Esquilo na FAB

Hospital de Força Aérea do Galeão capacita militares para transporte de pacientes em helicópteros

Rio de Janeiro – Buscando padronizar e compartilhar procedimentos para transportar pacientes que necessitem de Evacuação Aeromédica (EVAM), o Esquadrão Puma (3º/8º GAV) e o Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG), sediados no Rio de Janeiro, desenvolveram um curso para oficiais médicos, oficiais e sargentos enfermeiros e tripulantes de aeronaves de resgate.

Hospital de Força Aérea do Galeão capacita militares para transporte de pacientes em helicópteros
Hospital de Força Aérea do Galeão capacita militares para transporte de pacientes em helicópteros

As atividades ocorreram no HFAG nos dias 8 e 9 de março, sob coordenação do Chefe da Emergência e da Aeromédica do Hospital, Major Médico Ney Franklin. O treinamento contou com a participação de instrutores do 3º/8º GAV e teve como alunos os médicos e enfermeiros intensivistas do HFAG e um oficial médico do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ).

Na instrução teórica foram abordados os princípios de fisiologia e segurança de voo, cuidados na abordagem da aeronave com o rotor ligado ou desligado, condutas a bordo, comunicação com a tripulação, procedimentos de emergência, indicações e contra indicações de transporte de pacientes.

O encerramento do curso foi no heliponto do HFAG com a atividade prática no helicóptero em solo e no ar. A instrução de segurança situacional e orientação em voo real contou com apoio de tripulantes do 3°/8° GAV.

“Todos se adaptaram muito bem à operacionalidade e atingiram os resultados esperados. Estão de parabéns pelo profissionalismo”, ressaltou o Major Franklin.

Fonte: Agência Força Aérea.

FAB reforça fiscalização do espaço aéreo no Sul do País

Para reforçar a segurança no espaço aéreo sobre a fronteira do Brasil com a Bolívia e o Paraguai, a Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou nesta semana a Operação Ostium. O objetivo é coibir voos irregulares que possam estar ligados a crimes como o narcotráfico.

Movimentação dos militares da FAB na base montada em Corumbá para a Operação Ostium (Foto: Divulgação/FAB)

Participam da Operação aeronaves de caça A-29 Super Tucano, helicópteros H-60 Black Hawk e AH-2, aviões-radar E-99, aeronaves de reconhecimento R-35A e RA-1, e Aeronaves Remotamente Pilotadas (ARP) RQ-450.

As operações devem prosseguir até o fim do ano e envolvem a instalação temporária de radares móveis em cidades próximas às fronteiras, como Chapecó (SC) e Corumbá (MS); reforço das atividades aéreas nas bases da Força Aérea Brasileira; e deslocamento de aeronaves militares para cidades como Cascavel (PR), Foz do Iguaçu (PR) e Dourados (MS). Em todas essas cidades, haverá tropas para promover a segurança de equipamentos e aeronaves.

Policiamento do espaço aéreo

Definida em lei, há uma sequência de procedimentos que deve ser seguida pelo piloto de defesa aérea durante a interceptação de uma aeronave suspeita. Ele vai avançando na escala à medida que o outro piloto descumpre as abordagens.

O Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) estabelece, em seu artigo 303, a possibilidade de aplicação da medida de destruição de aeronaves voando no espaço aéreo brasileiro classificadas como hostis, após esgotadas as medidas coercitivas, para obrigá-la a efetuar o pouso no aeródromo que lhe for indicado.

Fonte: Portal Brasil.

C-130 Hércules da FAB já realizou mais de 21 missões de combate a incêndio no Chile

Desde a última segunda-feira (30/1), um avião C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira está no Chile para atuar no combate ao incêndio florestal que acomete o país, levando a presidente, Michelle Bachelet, a decretar estado de emergência.

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Até quarta-feira (01/02), foram 21 missões, cada uma lançando 11.400 litros de água – o que dá em torno de 239 mil litros de água. Segundo o comandante do esquadrão envolvido na ajuda, o Primeiro Grupo de Transporte de Tropa (1º GTT), Tenente-Coronel Marcelo da Silva Ribeiro, a atividade segue durante esta quinta-feira (02/02).

Além do fato de os focos de incêndio estarem próximos a áreas habitadas, a tripulação encontra outras dificuldades. “A região onde estamos atuando possui muitos montes e pássaros, além disso, a fumaça está bastante densa. Como operamos em locais próximos a residências, o lançamento necessita de precisão apurada”, afirma o piloto.

A aeronave que atua no Chile está equipada com um módulo aerotransportável de combate a incêndio em voo, que realiza o lançamento dos 11.400 litros de água por meio de pressão pneumática.

Fonte: FAB.

FAB já transportou três órgãos para transplante em 2017

Nos cinco primeiros dias do ano, a Força Aérea Brasileira (FAB) transportou três órgãos para transplantes. Em 1º de janeiro, um coração foi levado de Blumenau (SC) para um paciente em Curitiba (PR).

Já no dia seguinte, uma aeronave transportou um fígado de Porto Seguro (BA) para o Rio de Janeiro (RJ). Na quarta-feira (4), mais um fígado também conduzido pela Força, dessa vez de Maceió (AL) até Fortaleza (CE).

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O Decreto nº 8.783, de 06 de Junho de 2016, determina que uma aeronave esteja sempre à disposição na capital federal para essas missões. A Força Aérea também utiliza outros aviões lotados pelo País, a depender do trajeto. A parceria da Força Aérea Brasileira com o Ministério da Saúde, firmada através de um Termo de Execução Descentralizada (TED), prevê repasses no valor de R$ 5 milhões, a fim de ressarcir a Força Aérea dos voos realizados para transporte de órgãos em todo o Brasil.

O Termo de Execução Descentralizada (TED) é um instrumento utilizado para ajustar a descentralização de crédito entre órgãos e/ou entidades que integram o Orçamento Fiscal e a Seguridade Social da União. Inicialmente, a vigência deste instrumento é até dezembro de 2019, mas a renovação poderá ocorrer sempre que necessário.

No ano passado, a FAB transportou 190 órgãos em 130 missões, um total de aproximadamente 550 horas de voo. As pessoas que desejam tirar dúvidas e acompanhar os transplantes realizados pela FAB, podem acessar a página Transplantes, do governo federal.

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Nos últimos dias do ano, dois casos chamaram atenção. Na noite de Natal, um fígado e um rim foram de Goiânia (GO) para Guarulhos (SP). “Vamos dar um presente de Natal a quem precisa”, ressaltou o major Wanderson Marcos de Freitas na ocasião.

Em 27 de dezembro, foi a vez de um menino de 7 anos receber um novo coração. O órgão saiu de Natal (RN) para Brasília (DF).

Acionamento

Uma das funções da Central Nacional de Transplantes é auxiliar as Centrais de Notificação, Captação e Distribuição de Órgãos (CNCDO/SES) na logística de transporte dos órgãos doados.

Isso porque, segundo o Decreto nº 2.268/1997, o transporte dos órgãos doados é função das Secretarias Estaduais de Saúde. Participam desse sistema as aeronaves dos órgãos vinculados às Secretarias de Segurança Publica estaduais e Casas Militares (PM, CBM, PC), além da PRF e PF. (Leia também)

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Quando são esgotadas as possibilidades de realizar o transporte aéreo por meio das parcerias ou convênios adotados pelas SES, a Central Nacional de Transplantes, de forma complementar, utiliza a parceria com as empresas da aviação civil regular e com a FAB para viabilizar o transporte aéreo dos órgãos ofertados para a lista de espera nacional.

Se houver voo compatível, os aviões comerciais recebem o órgão e levam ao destino. Quando não há, a Central contata a FAB, que desloca um ou mais aviões para a captação e alocação do órgão.

Os pedidos chegam à Força Aérea por meio de uma estrutura montada em Brasília, onde avalia-se qual esquadrão deve ser acionado. Então, é ativada uma cadeia de eventos até a decolagem da aeronave.

É preciso checar as condições de pouso no aeroporto de destino, acionar a tripulação e avisar ao controle de tráfego aéreo que se trata de um transporte de órgãos – tanto no plano de voo, quanto na fonia – pois isso confere prioridade ao avião para procedimentos de pouso e decolagem.

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Fonte: Portal Brasil, com informações da FAB e MS.

Helibras entrega mais um H225M para a FAB

A Helibras entregou no mês de setembro mais um H225M, o último do ano, de acordo com o cronograma estabelecido pela empresa e as Forças Armadas. O helicóptero, em versão básica, foi recebido pela FAB no dia 23/09 e será operado pelo 1º/8º GAv, em Belém do Pará.

Também nesse mês, aconteceram as reuniões gerenciais da PMM Offset (Program Management Meeting) que definiram ajustes do contrato do H-XBR.

Foi assinado um novo aditivo permitindo a continuidade da implantação dos Projetos de Cooperação Industrial e Offset, bem como do processo de transferência de tecnologia para o Brasil e sua base industrial aeronáutica.

Helibras entrega mais um H225M para a FAB

 

FAB contrata horas de voo em simulador do helicóptero H-50 (AS350)

A Força Aérea Brasileira, através da Centro Logístico da Aeronáutica – CELOG, realizou no dia 30/08 licitação na modalidade pregão eletrônico para contratação de horas de voo em simulador.

O objetivo foi contratar 200 (duzentas) horas de instrução em simulador para 50 pilotos da FAB. O equipamento especificado foi o simulador de voo da aeronave H-50 (AS350B/HELIBRAS HB350B). A empresa CAE South America Flight Training do Brasil Ltda, com sede em São Paulo, foi a única empresa a participar do certame.

O valor ofertado foi de R$ 254.170,00 pelas 200 horas, perfazendo R$ 1.270,85 a hora de voo no simulador. A CAE possui um Simulador de Voo FTD Nível 7 do AS350 (Esquilo) em seu Centro de Treinamento, atendendo os modelos AS350 B/BA/B1/B2.

O equipamento deve ser certificado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). (Confira o Edital e Especificações)

No dia 18/08 a Polícia Militar de Minas Gerais também publicou pregão para contratação de horas de voo em simulador, mas não houve participantes. O processo foi declarado DESERTO.

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Confira o Edital e Especificações


Fonte: ComprasNet.

 

Helicóptero da Polícia Civil faz transporte de órgãos

Policiais do Grupamento de Operações Aéreas da Polícia Civil do Paraná (GOA) efetuaram mais um transporte aéreo de transplante de órgãos. No trajeto, que durou sete minutos, coração e rins foram levados do Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, para o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana. O voo ocorreu na última quarta-feira (31/08).

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Segundo o coordenador do GOA, delegado Renato Coelho de Jesus, a equipe foi acionada pela Casa Militar do Governo do Estado para prestar apoio a eles e à Força Aérea Brasileira (FAB), do aeroporto até o hospital. “Se fosse via terrestre, no horário próximo às 18 horas, a equipe levaria, aproximadamente, de uma hora a uma hora e meia para chegar ao hospital. A redução de tempo foi o que garantiu à equipe médica maior agilidade para o sucesso do transplante”, afirmou o delegado.

A FAB conduziu a equipe médica da Central Estadual de Transplantes de Cascavel para Curitiba, sob a coordenação da Casa Militar, com os órgãos a serem transplantados em pacientes nas cidades de Campina Grande do Sul e Curitiba. Após a chegada no aeroporto, o GOA prestou apoio à equipe médica, levando coração e rins ao heliponto do hospital.

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Fonte: Polícia Civil do Paraná.

Ação conjunta entre a FAB e a PM viabiliza remoção aeromédica de policial militar.

São Paulo – No dia 12/07, por volta das 10:30, a equipe do Águia 5 da Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi acionada para realizar uma missão de transporte de um paciente vindo do Estado do Pará até o Hospital Cruz Azul em São Paulo. O policial militar estava em Belém quando sofreu uma queda de cavalo, fraturando o fêmur direito.

Ação conjunta da FAB e da Polícia Militar viabiliza remoção aeromédica de policial militar.

A remoção foi feita do Estado do Pará até a Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos, pelo avião da Força Aérea Brasileira (FAB). A vítima seguiu no helicóptero Águia até o Hospital do Exército, onde foi estabilizada para ser transportada, por terra, para o Hospital Cruz Azul.

Esse tipo de missão aérea recebe tratamento especial pelos órgãos de controle do espaço aéreo, inclusive com prioridade nas operações de pouso e decolagens.

Ação conjunta da FAB e da Polícia Militar viabiliza remoção aeromédica de policial militar.

Fotos: Divulgação.

Esquadrão Pelicano da FAB opera com óculos de visão noturna em transporte aeromédico

O Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) usou óculos de visão noturna para realizar transporte aeromédico na madrugada de quarta-feira (04/01). O grupo foi acionado à noite para resgatar Bruno Sorrilha, de 60 anos, com suspeita de traumatismo craniano após queda de cavalo. O paciente estava na fazenda Santa Edwiges, a 160 km de Corumbá, no Mato Grosso do Sul.

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Composta por sete militares, incluindo médico, a tripulação seguiu de helicóptero H-1H, FAB 8696, de Campo Grande até a fazenda. Depois de estabilizar a vítima, foi uma hora de voo até chegar ao SAMU de Corumbá. Agora o paciente, que teve o quadro de traumatismo craniano confirmado, continua o tratamento na Santa Casa de Corumbá.

Segundo o Comandante da missão, Tenente Aviador Marcel Felippe Garcia, o maior ganho possibilitado pelo uso do óculos de visão noturna é o fator tempo.  “Nesse caso, por exemplo, o paciente estava em estado grave de traumatismo craniano encefálico. O esquadrão foi acionado à noite, decolou às 22:30, e resgatou o paciente às 3:30. Se não houvesse o óculos de visão noturna, nós teríamos que esperar o sol nascer. Tivemos um ganho de cinco horas”, afirmou o tenente.

O óculos NVG (do inglês, night vision goggles) permite que missões sejam desenvolvidas em cenários de luminosidade bastante limitada, ou seja, com auxílio apenas da luz das estrelas ou da lua. “Com o óculos de visão noturna quase todas as missões do 2º/10º  podem ser executadas de forma praticamente ilimitada. É um ganho enorme”, finalizou.

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Fonte: FAB

Leia Também: Óculos de visão noturna ajudam esquadrão em resgate no Pantanal.

Missão de transporte de órgãos envolve PM, Bombeiro e FAB

Quarta-feira (23/09/2013), a Polícia Militar de Minas Gerais (Uberlândia), o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (Belo Horizonte) e a Força Aérea Brasileira realizaram a nobre missão de trasladar órgãos vitais captados em Patos de Minas e que precisavam chegar aos seus destinos no curto espaço de tempo exigido.

A equipe do “Pégasus 08” da PM retornou para Uberlândia decolando do campo de futebol do 15º BPM com a equipe médica levando um coração. No aeroporto de Uberlândia, um avião da Força Aérea Brasileira transportou o órgão para ser transplantado em Brasília DF.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais saiu de Belo Horizonte no helicóptero “Arcanjo 01” transportando a equipe médica que levou o Fígado e Rins para serem transplantados no hospital Felício Rocho, na capital mineira.

Todos os envolvidos ficaram muito emocionados em poder participar de uma das mais nobres missões de defesa social: salvar vidas.

Pégasus 08 equipe médica Patos

FAB Patos

Arcanjo 01 Patos

Fonte: 2ªCORPAER

Primeiro drone militar do Brasil deve começar a voar em 2014

O Falcão, primeiro veículo aéreo não tripulado (Vant) para uso militar do Brasil, deve realizar seu primeiro voo de teste de qualificação já em 2014. A aeronave possui cerca de 800 quilos e é desenvolvida para o uso das Forças Armadas do Brasil, em missões de reconhecimento, aquisição de alvos, apoio a direção de tiro, avaliação de danos e vigilância terrestre e marítima.

drone

O Vant, também conhecido como drone, possui autonomia de 16 horas e pode carregar cerca de 150 quilos de equipamentos. Produzida com fibra de carbono, a plataforma da aeronave pode transportar mais combustível e equipamentos do que outros aviões não tripulados da mesma categoria. A maior parte da estrutura do drone é desenvolvida com tecnologia brasileira, como sistemas de navegação e controle, eletrônica de bordo e a plataforma do avião. Já sensores e câmeras ainda precisam ser adquiridos de outros países.

O primeiro protótipo do Falcão já foi concluído e está em fase de adequação para voos experimentais. A aeronave foi desenvolvida pela Avibras e agora integra o portfólio de produtos da Harpia, uma empresa formada pela sociedade entre Embraer Defesa e Segurança, que detém 51% das ações, Avibras e Ael Sistemas, subsidiária da israelense Elbit Systems.

De acordo com o coordenador do projeto na Avibras, Renato Bastos Tovar, o Falcão está sendo adaptado para atender às exigências apresentadas pelas Forças Armadas, divulgadas em julho no Diário Oficial da União. A expectativa dos executores é de que seja possível firmar um contrato para desenvolver dois protótipos até 2016. Os próximos passos são exportar o drone para outros países e adaptá-lo para uso na área urbana, o que ainda não é permitido no Brasil.

“O Falcão está no mesmo nível tecnológico dos Vants similares estrangeiros. Em termos gerais, o Brasil está muito bem posicionado em nível mundial em tecnologia aeronáutica”, explica o engenheiro aeronáutico Flávio Araripe d’Oliveira, coordenador do projeto Vant no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial do Instituto de Aeronáutica e Espaço (DCTA/IAE), que atua no projeto de desenvolvimento do sistema de controle de navegação do drone.

Sistema de navegação é ensaiado no Vant Acauã

O desenvolvimento do sistema de navegação do Falcão utiliza como plataforma de ensaio outro drone nacional, o Acauã. Com 150 quilos, ele começou a ser desenvolvido na década de 1980, quando foram produzidos quatro protótipos. A pesquisa parou por falta de verba e foi retomada em 2005, com recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e apoio do Ministério da Defesa. “Já foram feitos 59 voos com sucesso. Atualmente, ele precisa de um piloto externo para pouso e decolagem. Estamos desenvolvendo um sistema para que estes procedimentos sejam automatizados”, explica d’Oliveira.

Desde 2010, o Brasil possui drones israelenses, adquiridos pela Polícia Federal e Força Aérea Brasileira (FAB). Os equipamentos auxiliam em operações de proteção de fronteiras, grandes eventos, como a Copa das Confederações, e outras ações de segurança e monitoramento. “Os fuzileiros navais também já estão usando um drone menor, fabricado por uma empresa brasileira. Outra companhia tem uma proposta para o Exército. Estes equipamentos são muito úteis para dar apoio aos soldados”, comenta d’Oliveira, que destaca a importância destes projetos para independência tecnológica do Brasil.

Entraves da falta de regulamentação

A indústria brasileira de desenvolvimento de drones ainda é formada por empresas de pequeno porte, que produzem equipamentos com até 25 quilos. Existem 12 fabricantes no país, das quais apenas uma é considerada de grande porte, por desenvolver equipamentos maiores.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança (Abimde), o principal entrave para o mercado dos drones é a falta de regulamentação do setor. Hoje não existe no Brasil uma norma que regule os padrões de produção e de circulação aérea destes equipamentos. Esta situação gera insegurança na cadeia produtiva, diz o presidente do comitê de Vants da Abimde, Antônio Castro. “Existem empresas que desenvolvem tecnologias equiparáveis às de outros países e têm capacidade de fornecer Vants para diversos setores, mas a falta de regulamentação ainda impede a comercialização adequada destes equipamentos.”

No Brasil, apenas três drones civis já receberam certificados de autorização de voo experimental da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Estas aeronaves podem circular apenas em áreas pouco povoadas e não é permitida operação visando lucro. Para solicitações de uso comercial, a Anac informou que é feita análise individual de cada caso. Mesmo assim, os voos devem ocorrer em áreas restritas, com data, horário e itinerário definidos, e longe do espaço aéreo comum onde outros aviões circulam. A regra vale para drones de todos os portes.

De acordo com dados da FAB, de janeiro de 2012 a julho de 2013 foram feitas 90 solicitações de uso do espaço aéreo brasileiro por drones nacionais. Destes, 52 foram autorizados e oito continuam em análise. Não há informações sobre o número total de drones que trafegam no espaço aéreo brasileiro, mas representantes da indústria e dos órgãos de segurança reconhecem que há equipamentos voando sem autorização.

Em nota oficial, a Anac informou que espera publicar uma regulamentação para o uso civil destas aeronaves até 2014. Uma normativa do Departamento de Controle do Espaço Aéreo determina que elas só podem circular em uma área chamada de espaço aéreo segregado, onde não há circulação de qualquer outro tipo de aeronave. A FAB justifica esta decisão pela ausência de um piloto a bordo e pela impossibilidade dos drones cumprirem uma série de requisitos previstos nas legislações aeronáuticas, em especial, as relacionadas à capacidade de detectar e evitar acidentes.

Fonte: UOL

VANTs da FAB vão vigiar estádios do DF e RJ na Copa das Confederações

Sem autorização para cidades, PF pode usar VANTs em área costeira. Ação conjunta da FAB e PF no Paraná serviu de teste para uso em eventos.

A Força Aérea vai usar VANTs (Veículo Aéreos Não Tripulado) para monitorar os estádios do jogo de abertura e da decisão da Copa das Confederações, nos dias 15 e 30 de junho, no estádio Mané Garrincha e no Maracanã, respectivamente. As aeronaves irão voar sobre e ao redor das estruturas, em uma faixa entre 2 mil e 5 mil metros de altitude.

VANTs da FAB e PF em ação

“Vamos usar os VANTs para monitorar os estádios com segurança e sem interferir no tráfego aéreo, que terá restrições durante as partidas. A altitude dos VANTs vai variar, dependendo das especificações do terreno, se há montanhas perto que podem interferir no envio das imagens, e do nosso interesse em ter uma maior qualidade das imagens”, disse ao G1 o brigadeiro Mário Luís da Silva Jordão, diretor do Centro de Operações Aéreas da FAB.

A Força Aérea Brasileira possui quatro VANTs Hermes, fabricados pela israelense Elbit, mas pretende usar durante a competição apenas os dois aparelhos mais novos, que chegaram ao país neste ano.

Além de câmeras, os VANTs contam ainda com radares e sensores para radiografar a área e seguir o movimento de pessoas ou de veículos, segundo o coronel Donald Gramkow, comandante do Esquadrão Hórus, unidade da Aeronáutica que opera os aviões não tripulados.

“Recebemos a ordem de serviço para o uso dos VANTs na Copa das Confederações e ainda estamos avaliando de onde ele deve decolar. Pode ser de um aeroporto ou de uma pista particular. No Rio há mais dificuldade, porque temos que evitar montanhas ou torres no percurso”, disse o coronel.

Em Brasília, além do Aeroporto Internacional Presidente Juscelino Kubitschek, a FAB avalia o uso de uma pista particular nas imediações do Mané Garrincha e do aeroporto de Formosa. Já no Rio, vários aeródromos foram avaliados, mas também não há ainda uma definição.

No Aeroporto Santos Dumont fica a pista mais próxima do Maracanã, a cerca de 7 quilômetros. O aeroclube de Jacarepaguá apresentaria obstáculos no caminho até o estádio, o que exigiria dos VANTs voos mais altos, informou o oficial. Já a Base Aérea de Campo dos Afonsos tem boas condições para ser a escolhida.

Apesar de não possuírem pilotos a bordo, as aeronaves são coordenadas em terra a partir de uma base, onde os pilotos administram a rota e recebem, em diversos monitores, os dados e imagens captados pelas aeronaves. Os VANTs precisam de uma pista com cerca de mil metros de comprimento para que possam decolar com segurança.

“Não há risco nenhum para as pessoas ao sobrevoarmos os estádios. E nem sempre estaremos em cima da multidão, mas posicionados em regiões próximas, em que é possível ver os arredores e buscar imagens que nos interessam ao centro de comando de aérea, como a movimentações de públicos específicos. Durante as partidas há um espaço aéreo segregado, em que não é possível o tráfego de aeronaves. Só helicópteros da polícia irão transitar por ali”, explica o coronel Gramkow.

Deslocamentos das equipes

Na Rio +20, evento que discutiu a preservação do meio-ambiente e reuniu mais de 100 líderes internacionais no Rio de Janeiro, em 2012, o VANT da FAB vigiou diuturnamente o Rio Centro, onde o evento ocorreu.

Gramkow diz que sentiu a necessidade de um VANT monitorando o percurso das comitivas de chefes de Estado e que acompanhar o deslocamento das seleções entre hotéis e estádios poderia ser uma nova aplicação dos VANTs, tanto da FAB quanto os modelos da Polícia Federal, na Copa das Confederações e na Copa do Mundo.

A Polícia Federal, que possui dois VANTs do modelo Heron, da Israel Aeroespace Industries (IAI), não poderá usá-los sobre multidões nos estádios. Os VANTs da PF são os únicos civis autorizados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a operar no país, sendo proibido o uso de aviões não tripulados sobre áreas habitadas. A agência ainda estuda uma regulamentação sobre voos de VANTs civis no país.

Os VANTs da FAB podem operar sobre as cidades porque são militares, explica o chefe do Centro de Inteligência e Análise Estratégica da PF, delegado Disney Rossetti.

“Estamos terminando nossa fase de avaliação para verificar se iremos usar os VANTs na Copa das Confederações. Por parte da PF, temos condições de operar, mas há uma restrição para uso em área urbana. Nossa ideia é fazer voos nas regiões costeiras de algumas cidades-sede, somando forças e enviando imagens que podem ajudar no monitoramento da segurança”, diz Rossetti ao G1.

As cidades em que a PF poderia usar os VANTSs para monitoramento são Salvador, Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro, que receberão jogos da Copa das Confederações.

Ação conjunta nas fronteiras

Na semana passada, pela primeira vez, os VANTs da FAB e da Polícia Federal operaram juntos na fronteira do Paraná para coibir o tráfico de drogas na divisa com o Paraguai. A ação resultou na apreensão de 200 kg de maconha e no intercâmbio de ideias e procedimentos para que os VANTs militares e policiais passem a operar conjuntamente com mais frequência, principalmente no combate ao crime organizado nas fronteiras.

Segundo o coronel Gramkow, com certeza o teste “servirá de base para uma ação conjunta nos grandes eventos, como a Copa do Mundo”.

“A FAB tem uma atribuição militar, e a nossa missão é policial, de inteligência. Estamos integrando técnicas e táticas e estreitando uma aliança para trabalho conjunto. Há uma troca de experiências diferentes que pode ser levada para o futuro”, afirmou o delegado Rossetti.

A PF pretende comprar mais dois VANTs israelenses Heron e construir uma nova base para operá-los no Norte do país, focando a proteção da Amazônia. Atualmente, os aviões não tripulados ficam em São Miguel de Iguaçu, a cerca de 45 km de Foz de Iguaçu (PR), e coletam dados de inteligência para investigações de combate ao contrabando e tráfico de drogas e armas.

Uso na visita do Papa indefinido

Já para a visita do Papa Francisco ao Brasil durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em julho, o emprego dos VANTs ainda não está definido.

“O emprego dos VANTs ainda não foi solicitado pelo Ministério da Defesa, mas, se houver a convocação, estamos prontos para operar durante a visita do Papa. O VANT é uma excelente ferramenta para o monitoramento de multidões, pois pode voar 16 horas ininterruptas, com flexibilidade. Ele consegue ser uma extensão dos nossos olhos e permitir monitorar áreas além do alcance de helicópteros ou câmeras fixas”, diz o brigadeiro Jordão.

A ideia inicial da FAB seria usá-lo durante a missa que o Papa fará em Guaratiba, no dia 28, para o encerramento da JMJ com público previsto de 2 milhões de pessoas.

Já a PF considera que seria “complicado” o uso durante a visita do Papa para o controle policial do público em áreas como na praia de Copacabana, onde Francisco falará com os jovens. “É uma situação mais crítica, temos que avaliar a conveniência e os riscos. Mas, neste, caso a vigilância com helicópteros pode render melhores resultados”, avaliou o delegado Disney Rossetti.

Fonte: G1

FAB usará aviões não tripulados na segurança da Copa do Mundo de 2014

A FAB (Força Aérea Brasileira) irá utilizar aviões não tripulados no auxílio das ações de segurança e vigilância durante a Copa das Confederações no ano que vem e na Copa do Mundo de 2014. O Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado), ou ARP (Aeronave Remotamente Pilotada), como a aeronave é conhecida, é um pequeno avião pilotado por “controle remoto” utilizado no Brasil desde 2011 em missões de reconhecimento e inteligência nas áreas de fronteira. Em outros países, como Israel, a ARP é utilizado também em missões de ataque com mísseis, mas os modelos da FAB não carregam armas, apenas equipamentos de vigilância.

Hoje o Brasil possui três ARPs israelenses do modelo Hermes 450, dois da FAB e um da Polícia Federal. As aeronaves são equipadas com sistemas eletro-ópticos capazes de localizar e acompanhar alvos tanto de dia quanto de noite. São câmeras infravermelhas, equipamento de visão noturna, rastreamento e filmagem em alta definição coloridas, com grande capacidade de aproximação do solo nas imagens capturadas. É possível, por exemplo, filmar pessoas à noite ou escondidas sob a copa de árvores. Outra vantagem é que a aeronave pode fazer isso a uma distância onde se torna impossível de ser vista ou escutada.

O Hermes 450 pesa 450 quilos, tem seis metros de comprimento e 10 metros de envergadura (da ponta de uma asa à outra). Voa a 110 quilômetros por hora e chega a 5,5 mil metros de altitude. A aeronave aguenta 150 quilos de carga e pode embarcar vários sensores simultaneamente.

Rio+ 20

De acordo com a FAB, as ARPs podem cumprir missões de busca, controle aéreo avançado, reconhecimento e Garantia da Lei da Ordem, dentre outras. As ARP têm autonomia para voos de até 16 horas e as tripulações em terra, além de não ficarem expostas às ameaças, podem se revezar durante as missões. Os dois aviões da FAB foram adquiridos por R$ 48 milhões, valor que inclui também uma estação de pilotagem em solo, sensores e apoio logístico.

A utilização da ARP no auxílio da segurança em grandes eventos foi testado pela primeira vez no país durante a Rio+20, conferência sobre o meio ambiente que reuniu chefes de Estado do mundo inteiro no Rio de Janeiro, em julho deste ano. Na ocasião, a aeronave realizava voos de vigilância sobre o centro de convenções que abrigava os eventos. A FAB repassava as imagens e informações colhidas à central que coordenava todas as ações de segurança do evento.

Segundo o Ministério da Defesa, os aviões podem ser utilizados durante a Copa das Confederações, no ano que vem, e na Copa do Mundo de 2014. A aeronave deve ser utilizada, por exemplo, para ajudar na vigilância nas cidades-sede em dias de jogos importantes, com a presença de chefes de Estado, em partidas de abertura e nas finais dos campeonatos, além de eventuais ações de contraterrorismo.

Em tempo real

A FAB repassará em tempo real as imagens e informações obtidas pela aeronave ao Centro Integrado de Comando e Controle, que coordenará as ações de segurança entre Forças Armadas, polícias estaduais e federal e outras instituições durante a Copa das Confederações e a Copa do Mundo de 2014. Na Copa do Mundo, serão 12 centros de controle, um em cada cidade-sede, além de um nacional.

De acordo com a assessoria de imprensa da FAB, o uso da ARP durante a Rio+20 foi considerado um sucesso e as aeronaves estão prontas para prestar apoio à realização de qualquer outro grande evento. A FAB informa que a missão original do equipamento são missões de defesa do território nacional, como vigilância das fronteiras. E que o deslocamento da aeronave para o apoio nas competições futebolísticas depende de requisição formal do governo federal, que ainda não foi oficializada. Apesar disso, oficiais da FAB ligados ao assunto afirmam que o uso das ARTs nestes eventos está garantido.

Foi criada uma equipe específica para a operação dos aviões não tripulados, o Esquadrão Hórus, em Santa Maria (RS). Segundo a FAB, há planos para que novas unidades sejam adquiridas e esquadrões criados nos próximos anos em bases aéreas nas regiões Norte e Centro-Oeste. O Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacional também desenvolve, em parceria com a empresa Avibrás, um projeto nacional de ARP.

Fonte: UOL

Helicóptero da FAB cai em MS ao decolar para missão de resgate (veja o vídeo e as fotos)

Um helicóptero da FAB (Força Aérea Brasileira) 8689 H-1H, com cinco tripulantes, caiu sobre dois carros ao tentar levantar voo, por volta das 13h de hoje (05/01/2010), no heliponto do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Rosa Pedrossian, na saída para Sidrolândia, em Campo Grande.

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