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Meio Ambiente de Criciúma vai utilizar drone para intensificar fiscalização ambiental

Ascom Famcri/SC

Santa Catarina – A utilização de drones já é uma realidade em muitas operações sensíveis que necessitam de imagens ou vídeos de forma ágil e rápida.

Na fiscalização ambiental não é diferente, por isso, a Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) conta agora com o apoio de um drone, um aparelho controlado remotamente, para auxiliar na fiscalização ambiental. Nesta terça-feira (27) os fiscais do meio ambiente receberam uma capacitação para utilizar o aparelho.

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As aulas foram ministradas pelo especialista em fotografia com drone, Rodrigo Cechinel e foram divididas em duas partes. Na primeira aula os profissionais aprenderam sobre o operacional do aparelho. Já na segunda parte, aprenderam como capturar imagens. A prática foi realizada no Parque Centenário, no Paço Municipal Marcos Rovaris.

De acordo com o diretor de licenciamento ambiental da Famcri, Felipe Soratto, o drone agrega tecnologia ao trabalho de fiscalização e dá mais rapidez para as ações de planejamento e monitoramento. “A aquisição foi necessária para realizar a fiscalização em tempo real e locais mais remotos. Nossos fiscais tiveram a oportunidade de aprender o funcionamento e agora podem colocar em prática”, revela.

O aparelho tem raio operacional de até 1,5 km e autonomia de até 25 minutos de uso. A câmera digital de alta resolução faz gravação de imagens em tempo real. “Os drones são ágeis e seguros. Possibilitam ainda segurança não expondo o fiscal a situações de risco desnecessárias. Muito úteis para adquirir informações, mapeamentos, levantamento, obtenção de imagens”, explica a presidente da Famcri, Anequésselen Bitencourt Fortunato.

Fundação do Meio Ambiente de Canoinhas realiza Curso de Formação de Pilotos e Observadores de Drones

Santa Catarina – Foi realizado em Canoinhas nos dias 6 e 7 de fevereiro o curso de Formação de Pilotos e Observadores de Drones (RPAS/VANT). Promovido pela sede de Canoinhas da Fundação do Meio Ambiente (FATMA) de Santa Catarina, participaram também do curso as regiões de Mafra e Caçador. O curso aconteceu na sede da UnC de Marcílio Dias.

Foto: ASCOM ADR Canoinhas
Foto: ASCOM ADR Canoinhas

Participaram servidores da Fatma, policiais militares ambientais, servidores da UnC e do Cedup Vidal Ramos. Temas como legislação para o uso de drones, montagem dos equipamentos e voo demonstrativo, sensoriamento remoto e processamento digital de imagens, segurança de voo e técnicas de pilotagem, voo com GPS Pro, prática de missões: captura de imagens de alvos pré estabelecidos, foram alguns dos assuntos abordados durante o curso. Foram 20 horas de curso, com módulos teórico e prático.

Para a gerente da Fatma de Canoinhas, Francine Nader, que organizou o curso para as regiões, o aprendizado veio ao encontro das reais necessidades dos servidores das regiões de Canoinhas, Mafra e Caçador. “Com esse importante curso nossos servidores estão mais conscientes sobre a responsabilidade de manejar o equipamento, sempre preservando a segurança das pessoas e do meio ambiente”, enfatiza Francine.

A equipe de especialistas é formada pelos instrutor de sistemas de auxílio à navegação aérea, David Vieira da Rosa Fernandes; instrutor de pilotagem, Adrio Peixoto Centeno; instrutor em sensoramento remoto e geoprocessamento, Diego Hemkemeier Silva; e o instrutor de legislação, regulamentação e regualrização de operações com drones, Mário Henrique Vicente.

Mário explica que o curso é voltado para os servidores públicos do Estado, principalmente para aqueles que atuam na gestão ambiental, através de fiscalização e licenciamento, e também em cooperação técnica com o Corpo de Bombeiros, que participam do curso. “Esse tem como um dos seus objetivos colaborar nas operações de licenciamento e fiscalização, mas principalmente agilizar os processos de licenciamento ambiental”, destaca.

Todo o treinamento é dado pelos membros da Câmara Técnica de Auditoria Ambiental de Precisão, Aplicação e Desenvolvimento de RPAS, formada pelos servidores da Fatma de Florianópolis.

O curso foi realizado em parceria com a Universidade do Contestado, Prefeitura de Canoinhas e do Cedup Vidal Ramos.

Governo de Santa Catarina.

GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina

Bahia – Desde esta última segunda-feira, 16, equipes do Corpo de Bombeiros e um helicóptero do Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia estão atuando no combate a incêndio em Ibiajara, distrito do município de Rio do Pires, distante 750 Km de Salvador.

GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina
GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina

O fogo se alastrava até haver a presença da aeronave, que permitiu a intensificação das ações de combate por meio do transporte de bombeiros e brigadistas, suprimentos e lançamento de água nos focos de calor, além de realizar os voos de monitoramento. A Brigada “Anjos da Chapada”, juntamente com a população local, combatem os focos desde o primeiro dia de ocorrência do fogo.

O local, que inclusive abriga uma nascente que abastece a comunidade da região, apresenta dificuldade no acesso por conta da distância de estradas e a topografia, o que convergia inevitavelmente para a necessidade de emprego do helicóptero.

GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina
GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina

As equipes estão se revezando dia e noite juntamente com homens da brigada “Anjos da Chapada” que ajudam no combate. Segundo a prefeitura, ainda não há informações de como o fogo começou. Mas já está totalmente controlado, não mais existindo focos de calor identificados.

Atualmente, 31 homens do Corpo de Bombeiros Militar e 23 brigadistas estão atuando no combate às chamas. Sete picapes tracionadas e um caminhão-tanque dão suporte às ações.

GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina
GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina

Comitê de Crise

O secretário do Meio Ambiente, Geraldo Reis, se reuniu na segunda-feira (16) com a comunidade local, gestores municipais, brigadistas, Corpo de Bombeiros e equipe técnica do Inema, para a formação de um comitê de crise.

Participaram da reunião no distrito de Ibiajara o Major Walney, do Grupamento Aéreo da PMBA (GRAER), o Tenente Ramos, do Corpo de Bombeiros da PMBA de Vitória da Conquista, a Chefe de GAbinete da Sema, Iara Icó, representante dos brigadistas “Anjos da Chapada”, Antônio Maciel de Oliveira, o prefeito do município de Rio do Pires, Gilvanio Antonio dos Santos, o especialista ambiental do inema de Seabra, Romeu Gomes, o paroco da comunidade, Weverson Almeida, além de lideranças da região.

GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina
GRAer participa de força tarefa que combate incêndio florestal em Rio do Pires, região da Chapada Diamantina

Para o secretário Geraldo Reis, “em momentos de dificuldade, a comunidade fortalece seus laços de companheirismo e solidariedade. É com esse espírito que saio hoje do município de Rio do Pires, onde vim cumprir uma missão designada pelo governador Rui Costa, ampliando as ações de combate aos incêndios na Serra de Santa Maria. Formamos um comitê de crise integrando Sema, Inema, Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, Graer, brigada Anjos da Chapada, prefeitura municipal e comunidade, com o objetivo de definir estratégias e garantir o apoio técnico às ações. São mais de trinta homens do Corpo de Bombeiros, 23 brigadistas, sete picapes tracionadas e um caminhão-tanque.”

Ainda segundo o secretário, “um helicóptero da Graer garantirá o acesso dos brigadistas aos locais de difícil acesso, assegurando mais efetividade ao trabalho, bem como ajudando a apagar fogo com a utilização do “Bambi Bucket”, equipamento usado por helicópteros para despejar água sobre incêndios florestais. Reiteramos nosso compromisso e parceria, ao tempo em que agradecemos pelo empenho de todos”, afirmou.

Bahia sem Fogo 

Coordenado pela Secretaria do Meio ambiente (Sema), em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia, o Programa Bahia Sem Fogo é responsável pelas as ações de prevenção, combate e monitoramento a incêndios em áreas de Unidades de Conservação (UCs) no estado.

Fonte: GRAer e Ascom/Sema.

Governo contrata 2.500 horas de voo para atuar no Programa “Bahia Sem Fogo”

Bahia – Para reforçar a prevenção de incêndios florestais nas regiões oeste e centro norte da Bahia, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado (Sema) e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) iniciaram, na terça-feira (3), a segunda edição da Caravana Bahia Sem Fogo, com ênfase no período de maio a dezembro, quando incêndios florestais podem ocorrer com mais frequência por conta da estiagem e altas temperaturas. Serão investidos R$ 20 milhões no monitoramento e prevenção de focos de fogo.

Os brigadistas voluntários estão entre os segmentos que vão participar das atividades da caravana Foto: Alberto Coutinho/GOVBA
Os brigadistas voluntários estão entre os segmentos que vão participar das atividades da caravana
Foto: Alberto Coutinho/GOVBA

“Esse dinheiro será investido na contratação de 2.500 horas de voo de helicópteros e aeronaves para que possamos fazer esse trabalho de prevenção e ao mesmo tempo estarmos aptos para o combate aos incêndios e ao fogo no momento em que se fizer necessário. São equipamentos de ponta que nos darão uma estrutura necessária para a execução do programa. Nesse combate direto ao fogo, contamos também com uma valiosa parceria com o Corpo de Bombeiros e as brigadas de combate a incêndio”, afirmou o secretário Geraldo Reis.

Programa Bahia Sem Fogo Na Foto: Geraldo Reis, Secretário de Meio Ambiente Foto: Paula Fróes/GOVBA
Programa Bahia Sem Fogo
Na Foto: Geraldo Reis, Secretário de Meio Ambiente
Foto: Paula Fróes/GOVBA

Além de fatores naturais como as estiagens e as altas temperaturas, existem fatores secundários que não deixam de ser relevantes para o acontecimento desses incidentes. Muitas vezes, as queimadas são iniciadas por agricultores para a limpeza de terrenos para fins agrícolas e que saem do controle, em decorrência de “bagas” de cigarro jogadas por transeuntes ou motoristas ou até mesmo por incêndios causados intencionalmente de forma displicente e criminosa.

A caravana vai promover também debates, oficinas de educação ambiental, rodas de conversas, discussões temáticas e entrega de materiais socioeducativos para professores, sindicalistas rurais, lideranças comunitárias, agricultores, brigadistas voluntários, guias turísticos, agentes de saúde, agricultores, entre outras pessoas que possuam um alcance social e sejam capazes de multiplicar esses conhecimentos.

A ação percorrerá onze cidades nesse período – Jaguarari, Senhor do Bonfim, Saúde, Pindobaçu, Jacobina, Riachão das Neves, Santa Rita de Cássia, Mansidão, Formosa do Rio Preto, Barreiras e São Desidério.

Para a gestora de Educação Ambiental, Michelle Rios, o objetivo é que esses participantes se tornem atores multiplicadores das medidas de prevenção contra incêndios. “A gente sai dessas atividades com um grande plano de ações que essas pessoas podem empreender em suas regiões, em oficinas, cursos, palestras ou reuniões com seus grupos locais, para disseminar o que aprenderam. A grande ideia é que a agenda da caravana não termine com as oficinas, e sim que essas pessoas possam passar adiante esses conhecimentos nos locais onde vivem”.

Governo investe R$ 20 milhões no Programa Bahia Sem Fogo. Foto: Mateus Pereira/GOVBA
Governo investe R$ 20 milhões no Programa Bahia Sem Fogo. Foto: Mateus Pereira/GOVBA

Canais de denúncia

Desde fevereiro deste ano, em períodos de maior ocorrência no registro de queimadas, a Semarh/Inema e o Corpo de Bombeiros Militares prestam informações regulares sobre as atividades de monitoramento e combate ao fogo.

A qualquer sinal de incêndio, basta a população ligar para o 193. Denúncias de queimadas ilegais e outros crimes ambientais também podem ser feitas pelo telefone 0800 071 1400 ou pelo e-mail [email protected], diretamente nos balcões do Inema, na sede ou nas Unidades Regionais do órgão.

Governo da Bahia, por Tacio Santos.

Aviação Civil e o Meio Ambiente

HILTON RAYOL

Com o desenvolvimento da aviação ao longo dos anos, estudos apontaram para a necessidade de se cuidar desta questão relacionada ao meio ambiente, os impactos que o planeta vem sofrendo, seus aspectos, e o que se tem feito para melhorar cada vez mais o sistema.

Gostaria de iniciar este artigo pela origem da palavra Meio Ambiente. Conforme algumas pesquisas, a palavra “ambiente” se origina do latim e o prefixo ambi dá a ideia de “ao redor de algo” ou de “ambos os lados”, ou seja, meio ambiente é tudo que envolve ou cerca os seres vivos.

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E qual o conceito do Meio Ambiente?

É o conjunto das substâncias, circunstâncias ou condições em que existe determinado objeto ou em que ocorre determinada ação. Envolve todas as coisas vivas e não vivas que existem na Terra que afetam os ecossistemas a vida dos seres que vivem nela. É o conjunto de condições, leis, influências e infraestrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abrigar e reger a vida em todas as suas formas.

De acordo com (BARBIERI, 2004), descreve como um “conjunto de partes ou subsistemas em interações, com seres vivos e organismos de diversas espécies, inclusive os seres humanos, os elementos físicos e abióticos como o ar, água, solo, luz, temperatura, pressão atmosférica entre outros. Neles os organismos e o ambiente físico são independentes e se influenciam mutuamente”.

O meio ambiente apresenta diversos aspectos, tanto na distribuição, como na classificação e, gostaria de destacar o meio ambiente natural ou físico, que traz a seguinte informação: é constituído pelo solo, a água, o ar atmosférico, a fauna, a flora; enfim, pela interação dos seres vivos e seu meio, onde se dá a correlação recíproca entre as espécies e as relações dessas com o ambiente físico que ocupam.

Um dos fatores que preocupam o meio ambiente na aviação, está associado a emissão de CO2 que saem através dos motores das aeronaves. Existe um marco regulatório que estabelece os padrões de CO2 em aeronaves, que tem como atribuição, limitar ou reduzir o impacto da aviação na emissão de gases de efeito estufa no clima global e na qualidade do ar.

Vale ressaltar, a participação importante da ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil, com a finalidade de analisar tecnicamente a adoção de novas políticas e novos padrões relacionados as emissões das aeronaves.

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Quais são os principais aspectos e impactos ambientais da Aviação?

Um dos principais objetivos estratégicos estabelecidos pela Organização de Aviação Civil Internacional – OACI é assegurar a proteção ambiental, buscando minimizar os efeitos adversos das atividades da aviação civil sobre o meio ambiente.

Emissões Atmosféricas da Aviação Civil

Trabalho realizado pela ANAC em 2014 onde foi publicado o primeiro Inventário Nacional de Emissões Atmosféricas da Aviação Civil. Trata-se de uma ferramenta importante de gestão ambiental para as operações relativas à aviação civil. Sua utilização é para detalhar a evolução das emissões de poluentes atmosféricos e em especial de gases de efeito estufa, gerados nas atividades da aviação civil e no transporte aéreo.

Este Inventário de Emissão de Gases Atmosféricos contempla a evolução no consumo de combustível para aviação, com a emissão de gases de efeito estufa direto, além de considerar as emissões associadas a compostos Orgânicos Voláteis (COV), Óxidos de Nitrogênio (NOX), Dióxidos de Enxofre (SO2) e Materiais Particulados (MP) (ANAC, 2014)

Emissões de poluentes atmosféricos locais

São responsáveis por impactos negativos na qualidade do ar, estão relacionados às emissões de monóxido de carbono (CO), compostos orgânicos voláteis (COV), óxidos de nitrogênio (NOx), dióxido de enxofre (SO2) e material particulado (MP) no que concerne as atividades aeronáuticas nos aeródromos nacionais, compreendendo o ciclo LTO (Lift and Take-Off), que significam as etapas de voo, exceto as de cruzeiro, e também o uso dos APUs (Unidades auxiliares de potência).

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Emissões de monóxido de carbono (CO)

De acordo com (ANAC, 2014) considera que as emissões de monóxido de carbono, os dados indicam que elas atingiram em 2013 o maior nível ao longo do escopo temporal levantado pelo inventário, refletindo também as movimentações e o consumo de combustível.

Dos 6,6 milhões de kg emitidos, 83% são provenientes de atividades da aviação civil em movimentações domésticas, e apenas 17% são geradas por atividades de aviação internacionais.

No que diz respeito à atividade realizada, 89% das emissões correspondem ao ciclo LTO das aeronaves e 11% são gerados no uso dos APUs.

De acordo com a ICAO (OACI) no seu Anexo – 16, descreve as políticas, preocupações e objetivos em relação as questões ambientais relacionadas à atividade de aviação civil, dentre elas, podemos destacar às emissões atmosféricas e sua relação com as mudanças climáticas globais, o uso de energias não renováveis e a substituição gradual dos combustíveis fósseis na atividade aeronáutica.

Política Nacional de Aviação Civil – PNAC

Com a aprovação do PNAC, através do Decreto Nº 6.780/2009sua atividade tem sido importante no setor, porque contém sua preocupação sobre a gestão ambiental e a preservação do meio ambiente.

Quanto à proteção do meio ambiente tem como objetivo minimizar os efeitos prejudiciais da aviação civil sobre o meio ambiente, particularmente no que diz respeito a ruídos e emissão de gases dos motores das aeronaves e impactos da infra-estrutura, além de estimular a adoção de mecanismos que visam atenuar tais efeitos danosos.

Assim, as principais ações direcionadas ao Meio Ambiente são:

  • Estimular a redução dos níveis de ruídos de motores das aeronaves.
  • Minimizar o impacto das emissões de gases de motores das aeronaves na qualidade do ar.
  • Promover o envolvimento das entidades relacionadas à aviação civil na proteção do meio ambiente.
  • Estimular o desenvolvimento e o uso de tecnologias que reduzam os impactos da atividade aeronáutica no meio ambiente.
  • Estimular e apoiar a adoção de políticas relacionadas ao meio ambiente nas áreas de entorno dos aeródromos nas esferas federal, estadual e municipal, visando ao estabelecimento de condições mais adequadas para a prática das atividades aeronáuticas.
  • Aprimorar os procedimentos de navegação aérea em rota e em área terminal e de técnicas de voo que resultem em redução do impacto de ruído e emissões de gases de motores de aeronaves.
  • Fomentar a educação ambiental junto à comunidade aeroportuária, às comunidades residentes em áreas de entorno de aeródromos.

O propósito é assegurar à sociedade brasileira o desenvolvimento de sistema de aviação civil amplo, seguro, eficiente, econômico, moderno, concorrencial, compatível com a sustentabilidade ambiental, integrado às demais modalidades de transporte e alicerçado na capacidade produtiva e de prestação de serviços nos âmbitos nacional, sul-americano e mundial.

Por fim, um dos princípios na gestão ambiental, que estão contidos nas Políticas Ambientais na Aviação e operações aéreas, descreve o seguinte texto: “O homem tem o direito fundamental à liberdade, à igualdade e ao desfrute de condições de vida adequadas, em um meio ambiente de qualidade tal que lhe permita levar uma vida digna, gozar de bem-estar, e é portador solene de obrigação de melhorar o meio ambiente para as gerações presentes e futuras”.

Bons voos, com segurança!


Autor: Piloto de Linha Aérea; Bacharel em Aviação Civil pela Unicesp Brasília; MBA em Gestão Aeroportuária; Pós-graduação em Segurança de Voo e Aeronavegabilidade Continuada pelo ITA; Curso de Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional SGSO pela ANAC; Direito Aeronáutico pela Academia Brasileira de Direito Aeronáutico – ABDA; Perito Judicial Aeronáutico pelo Instituto J. B. Oliveira; Curso de PBN pela ANAC.


Gestão de Resíduos nos Hangares e Oficinas de Manutenção Aeronáutica: Uma questão à margem da regulação ANAC

LUIS ANTONIO MARTINS
Trabalho de Conclusão de curso de pósgraduação
em Gestão de Manutenção de Aeronaves – Estácio de Sá, sob orientação da professora Karina.

Atualmente a manutenção aeronáutica tem um difícil dilema: como se alinhar à Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305/2010, visto que, não há, no momento, alguma legislação aeronáutica que obrigue ou recomende às oficinas e hangares de manutenção em fazer o descarte de resíduos sólidos de forma correta,
segura e honesta.

reciclagem-portal-de-residuos-solidosDa mesma forma, enquanto se verifica ausência de regulação, por parte da ANAC, órgão federal regulador do mercado de aviação civil, o Ministério de Meio Ambiente coloca diversas legislações visando determinar que o responsável pela geração dos resíduos, também seja o responsável pela sua destinação final.

Alinhado nessa ideia, o Decreto 7.404, de 2010, regulamentou o Plano Nacional de Resíduos Sólidos e, com ele, o sistema de logística reversa e da responsabilidade compartilhada. Os agentes geradores dos produtos e, os consumidores, que criam os resíduos são responsáveis pelo ciclo completo de vida dos mesmos.

Nesse ecossistema, temos as oficinas e hangares de manutenção, protagonistas na geração de resíduos perigosos, tais como: óleos lubrificantes usados, panos e estopas contaminados, produtos eletroeletrônicos e seus componentes inservíveis, pilhas e baterias.

Assim, a gestão correta desse “lixo” se torna uma condição sine qua non para que a manutenção de
aeronaves se alinhe ao pensamento atual e inquestionável de preservação do meio ambiente e da economia sustentável.

Palavras-chave: Gestão – Meio Ambiente – Resíduos Sólidos – Manutenção de Aeronaves


Clique abaixo e leia a monografia completa

Gestão de Resíduos nos Hangares e Oficinas de Manutenção Aeronáutica: Uma questão à margem da regulação ANAC


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