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Transporte aeromédico

Serviço de suporte aéreo avançado de vida reforça rede de urgência e emergência no Vale do Aço, MG

Minas Gerais – O Vale do Aço, em Minas Gerais, passará a contar com um helicóptero equipado com UTI aérea, ampliando a capacidade de resposta em ocorrências graves na região. A nova estrutura integra o serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) e está sendo implantada em Governador Valadares, com construção de hangar e heliponto para operação da aeronave.

O serviço faz parte da rede estadual de atendimento aeromédico, coordenada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) regional. A iniciativa beneficiará municípios atendidos pelo consórcio regional de saúde, fortalecendo a rede de urgência e emergência.

A aeronave contará com equipamentos essenciais para o atendimento de pacientes críticos durante o transporte, como respirador, monitor cardíaco, bomba de infusão e suporte de oxigênio, permitindo estabilização ainda durante o voo.

De acordo com autoridades locais, a implantação do serviço representa um avanço significativo para a saúde regional, reduzindo o tempo de deslocamento até hospitais de referência e aumentando as chances de sobrevivência em situações onde cada minuto é decisivo.

O Governo de Minas Gerais anunciou a distribuição de novas aeronaves para bases no interior do estado, incluindo Governador Valadares, ampliando a cobertura do suporte aéreo avançado em diversas regiões.

Life Flight Network adquire 12 aviões PC-12 PRO para operações de transporte aeromédico

Estados Unidos – A Life Flight Network assinou um acordo de dez anos e realizou um pedido de 12 aeronaves PC-12 PRO, com opções adicionais para expansão futura da frota. As entregas estão previstas para começar em 2027, representando um investimento significativo de longo prazo na modernização das capacidades aeromédicas.

A organização, considerada uma das maiores operadoras sem fins lucrativos de transporte aeromédico dos Estados Unidos, será a cliente de lançamento do modelo PC-12 PRO no país com configuração aeromédica dedicada.

As aeronaves serão equipadas com interior aeromédico completo, capaz de oferecer atendimento em nível de UTI aérea durante o transporte de pacientes críticos. O PC-12 PRO foi escolhido por sua confiabilidade, desempenho e tecnologias avançadas de segurança, permitindo operações eficientes em regiões remotas e de difícil acesso.

Com essa aquisição, a Life Flight Network pretende modernizar sua frota e ampliar sua capacidade de atendimento, garantindo transporte seguro, ágil e de alta qualidade para comunidades atendidas em diferentes regiões dos Estados Unidos.

Base aeromédica de Joaçaba supera mil horas de voo com índice de 96% de missões cumpridas com sucesso

Santa Catarina – A base foi oficialmente inaugurada em 10 de abril de 2024, no Aeroporto Santa Terezinha, ampliando a cobertura aérea do Estado e interiorizando o serviço aeromédico. A implantação da estrutura em Joaçaba reduziu distâncias históricas entre pacientes críticos e hospitais de referência.

Com a operação do avião Arcanjo 04, modelo Cessna Grand Caravan, o CBMSC passou a atender de forma mais célere municípios do Meio-Oeste, Planalto Serrano e Extremo-Oeste, encurtando trajetos que por via terrestre poderiam ultrapassar oito ou dez horas. A eficiência operacional da unidade é comprovada pelo índice de 96,4% de missões cumpridas com sucesso, demonstrando a alta confiabilidade do serviço na região.

Desde a criação, os municípios mais atendidos, por meio de seus aeroportos, incluem Joaçaba, Videira, Caçador, Lages, Chapecó, Xanxerê e São Miguel do Oeste. A média é de 2,8 horas de voo por ocorrência. 641 pessoas já foram transportadas, entre pacientes e acompanhantes.

Arcanjo-04 atinge 300 missões aeromédicas e consolida base de Joaçaba como referência no Meio-Oeste catarinense, Foto: Divulgação

Ao longo deste período, a base já acumulou marcos operacionais expressivos e consolidou uma média consistente de horas voadas por ocorrência – reflexo da complexidade dos atendimentos. Um diferencial marcante da operação em Joaçaba é a humanização: em 71,7% das missões, o paciente pôde contar com a presença de um acompanhante durante o voo.

Tempo-resposta que faz a diferença

O transporte aeromédico é decisivo quando o fator tempo é determinante para a sobrevida ou para a redução de sequelas. A aeronave permite transferências inter-hospitalares de alta complexidade; transporte de gestantes de risco — com 46 gestantes atendidas até o momento; remoções neonatais e pediátricas — uma das principais vocações da base, já que quase metade dos pacientes (47,5%) pertence ao grupo de recém-nascidos e crianças;
transporte de órgãos para transplante; apoio em missões de busca e resgate.

Para garantir a segurança desses pacientes vulneráveis, a base já utilizou incubadoras em 89 ocasiões e dispositivos “bebê conforto” em outras 30 missões, funcionando como uma UTI aérea especializada para o início da vida.

Estrutura integrada com o SAMU Aeromédico

A atuação do CBMSC/BOA ocorre em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), por meio da Secretaria de Estado da Saúde, em um modelo consolidado há mais de uma década em Santa Catarina.

Hoje, o serviço aeromédico catarinense opera com cinco aeronaves – aviões e helicópteros – distribuídas estrategicamente pelo Estado, garantindo capilaridade e eficiência operacional.

Um marco que projeta o futuro

A superação da marca de 1.001,4 horas de voo em Joaçaba reafirma o papel estratégico da 3ª Companhia na malha aeromédica catarinense. O número simboliza maturidade operacional, integração entre bombeiros militares e equipes médicas, e consolidação de uma política pública que aproxima o atendimento especializado de quem mais precisa.

Mais do que um indicador estatístico, são mais de mil horas dedicadas a reduzir o tempo entre o risco e o cuidado – entre a urgência e a esperança. Para o Capitão Daldrian Scarabelot, que atua na região, o marco reflete a natureza ininterrupta do trabalho do Batalhão:

“Cada missão é a reafirmação do nosso compromisso com a sociedade catarinense. Quando não estamos em voo, estamos em resgate; atendemos ocorrências por terra ou pelo ar, garantindo que o socorro nunca pare. É um serviço que se consolida cada vez mais como um braço essencial para os municípios do Meio-Oeste e Oeste, transformando essas mil horas de operação em centenas de segundas chances para quem mais precisa”, concluiu.

Operação aeromédica é comprometida por voo irregular de drone durante resgate no litoral do Paraná

Paraná – Um homem foi preso na noite de domingo (15) por operar ilegalmente um drone e atrapalhar a decolagem de um helicóptero que fazia o resgate de um adolescente de 13 anos vítima de afogamento em Guaratuba, no litoral do Paraná.

Segundo a Polícia Militar (PM-PR), o helicóptero pousou na areia após o isolamento da área pelas equipes de socorro. Em seguida, o drone passou a sobrevoar o local em distância muito próxima da aeronave.

Confome o Corpo de Bombeiros, o adolescente se afogou em uma piscina, e a família o levou até o posto de guarda-vidas. Durante o atendimento, o drone se aproximou.

Segundo a PM, mesmo após sinais e orientações para afastamento, o drone voltou ao espaço aéreo no momento em que o helicóptero iniciou os procedimentos de decolagem, com a hélice em funcionamento, impedindo o voo e colocando em risco a segurança da operação de resgate.

Foi só depois de cerca de sete minutos que a aeronave conseguiu decolar e levar a vítima.

“Esse drone acabou colocando em risco toda a operação que estava sendo desenvolvida, tanto o atendimento, como a operação aérea propriamente, e acabou dificultando o rápido deslocamento da nossa equipe para o Hospital Regional de Paranaguá. Após a vítima já estar estabilizada dentro da aeronave, foi necessário que a equipe desembarcasse para que conseguisse identificar de onde que esse drone havia partido”, detalhou o capitão Renato Bastos.

Com isso, a corporação localizou e abordou o operador do drone, que informou não possuir autorização para o voo, nem registro junto aos órgãos competentes. O homem foi preso pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, que tem pena de dois a cinco anos de reclusão. O nome dele não foi divulgado. O drone da marca DJI foi apreendido.

GOA do CBMBA realiza resgate aeromédico de vítima de AVC após treinamento com SAMU de Vera Cruz

Bahia – O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) demonstrou, na prática, a eficácia dos protocolos de transporte aeromédico que vêm sendo reforçados em treinamentos com equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.

O GOA conduziu um treinamento com 20 profissionais do SAMU de Vera Cruz, com ênfase em transporte aeromédico. A capacitação abordou tópicos essenciais como embarque e desembarque, uso adequado de equipamentos e conduta da equipe durante voos operacionais, além de simulações de atendimento com vítimas imobilizadas, reforçando a importância dos protocolos de segurança operacional.

Segundo os instrutores do GOA, o treinamento em solo, realizado com a aeronave parada, permite que os profissionais conheçam detalhadamente as áreas de risco, os procedimentos corretos de aproximação e a dinâmica de entrada e saída da aeronave — elementos que são cruciais para reduzir o tempo de resposta em emergências reais.

No dia seguinte ao treinamento, o helicóptero Fênix 01 foi acionado para uma missão de emergência envolvendo uma idosa de 72 anos vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC). O helicóptero decolou da Vila Militar do Bonfim e pousou em uma faixa de areia na Ilha de Maré, onde a equipe aeromédica embarcou a paciente e transportou-a com agilidade e segurança até a base do GOA.

Após o resgate, a idosa foi encaminhada ao Hospital Santo Antônio, referência no atendimento a casos de AVC. Esse ciclo de capacitação e sua aplicação contribui diretamente para aprimorar a qualidade do atendimento aeromédico no estado, consolidando a atuação integrada entre forças de segurança e saúde no resgate de vidas e reforçando a importância de preparo técnico contínuo para situações críticas.

GOA realiza resgate aeromédico de vítima de AVC após treinamento com SAMU de Vera Cruz. Foto: Divulgação

TJ do Mato Grosso confirma o dever de plano de saúde reembolsar paciente pelos custos de UTI aérea contratada em situação emergencial

Mato Grosso – Quando a vida está por um fio, nenhum contrato pode servir de barreira ao atendimento de saúde urgente. Foi com esse entendimento que a Quarta Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso confirmou o dever de uma operadora de plano de saúde em reembolsar integralmente os custos de uma UTI aérea contratada por um paciente em situação de emergência. A decisão, sob relatoria da desembargadora Anglizey Solivan de Oliveira, reforça que o direito à vida e à saúde deve prevalecer sempre que houver risco real.

O caso ocorreu após uma cirurgia emergencial de apendicite complicada, realizada em Cuiabá. Com o agravamento clínico, o médico que acompanhava o paciente indicou transferência imediata para uma unidade hospitalar fora do estado. Sem oferecer alternativa segura, o plano de saúde negou a remoção aérea, levando a família a contratar por conta própria o serviço especializado.

“Não deve a operadora, em interpretação restritiva do contrato, comprometer a assistência à saúde em casos de urgência ou emergência, especialmente diante de recomendação médica expressa. A cláusula que limita o meio de transporte, em prejuízo da segurança e eficácia do atendimento, é abusiva, por violar a boa-fé objetiva e a função social do contrato”, escreveu a relatora. Nesses casos, a negativa é classificada como abusiva pela legislação de defesa do consumidor.

A Turma Julgadora destacou ainda que, embora o reembolso seja devido, a recusa contratual, por decorrer de interpretação divergente do contrato, não gerou dano moral indenizável, uma vez que não houve comprovação de agravamento do quadro clínico em razão da negativa. Com isso, o colegiado reformou parcialmente a sentença apenas para excluir a condenação por danos morais, mantendo o ressarcimento integral do valor desembolsado pela UTI aérea. A votação foi unânime.

Processo nº 1043028-89.2023.8.11.0041.

Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo

Amapá – O Governo do Amapá anunciou a aquisição de um helicóptero multimissão modelo H130, que passará a integrar a frota do Grupamento Tático Aéreo (GTA). A nova aeronave, reconhecida por sua tecnologia moderna, maior capacidade interna e versatilidade operacional, reforçará as ações de segurança pública, saúde e proteção ambiental em todo o estado.

Com entrega prevista para o primeiro semestre de 2026, o investimento representa um salto qualitativo para as operações aéreas estaduais, ampliando a capacidade de resposta em situações emergenciais e operações integradas.

Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação

“Passaremos a ter mais uma aeronave, com maior capacidade de tripulantes. Isso significa ampliar resgates, atendimentos de saúde e operações policiais, fortalecendo nossa presença em todo o estado”, frisou Cézar Vieira, secretário de Segurança Pública.

O H130 é projetado para desempenhar diversas atividades estratégicas, incluindo atendimento aeromédico, transporte de órgãos, operações policiais, combate a incêndios, monitoramento de áreas de risco ambiental, como focos de desmatamento e garimpo ilegal, além de transporte de tropas para intervenções em locais de difícil acesso.

Com o objetivo de dar celeridade ao cumprimento dos termos contratuais e promover a troca de experiências técnicas, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) enviou pilotos e mecânicos de aeronaves do GTA para visitas técnicas à Superintendência de Operações Aéreas da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SOAer) e à Helibras, fabricante da aeronave.

“A SOAer opera modelo semelhante ao adquirido pelo Governo do Amapá, especialmente em missões de transporte aeromédico, tornando a visita essencial para observação de boas práticas e rotinas operacionais. Já a visita à Helibras permitiu avançar na definição de parâmetros de montagem de equipamentos especiais, além de tratar sobre treinamento de pilotos e mecânicos, configuração final da aeronave e demais aspectos técnicos”, explicou Vieira.

Portugal pretende reforçar o apoio às emergências médicas com a aquisição de quatro helicópteros Black Hawk

Portugal – O ministro da Defesa Nacional de Portugal anunciou que o Governo vai adquirir até ao final de agosto do próximo ano quatro helicópteros para a Força Aérea que serão colocados à disposição para auxiliar a emergência médica.

“Com recurso ao Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), estamos a adquirir quatro helicópteros Black Hawk entregues até ao final de agosto de 2026 e que serão utilizados no apoio a emergência médica em Portugal”, anunciou Nuno Melo, na audição parlamentar no âmbito da discussão na especialidade da proposta de Orçamento do Estado para 2026.

O ministro da Defesa salientou que, desta forma, “o Estado será dotado de mais um meio acessório que será disponibilizado aos portugueses para emergência médica”, depois deste ano o Governo ter recorrido à Força Aérea para garantir o transporte aeromédico, uma solução transitória face à impossibilidade da empresa (Gulf Med) iniciar o serviço, conforme previa o contrato assinado com o Instituto Nacional de Emergência Médica de Portugal (INEM).

O Governo vai também adquirir, no próximo ano, helicópteros Black Hawk para o Exército, com o primeiro a chegar no próximo ano, “até quatro com uma opção para cinco”, passando a ter “uma capacidade aérea de proteção, apoio e evacuação”.

  • Leia a Portaria n.º 10/2026/2Autoriza a Força Aérea a assumir o encargo plurianual e a realizar a respectiva despesa com a aquisição de quatro helicópteros médios de evacuação aeromédica, até ao montante máximo de 32 milhões de Euros.

    Portugal pretende reforçar o apoio às emergências médicas com a aquisição de quatro helicópteros Black Hawk para a Força Aérea

Portugal pretende reforçar o apoio às emergências médicas com a aquisição de quatro helicópteros Black Hawk para a Força Aérea

Simulado testa capacidade de resposta do Estado a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre

Acre – Um simulado de incêndio e resgate de vítimas movimentou o Via Verde Shopping na manhã de sábado (08). A operação, coordenada pela Defesa Civil Estadual, testou a capacidade de resposta do Estado e de diferentes órgãos de segurança e emergência diante de uma situação real de crise.

O exercício reproduziu um incêndio de grandes proporções na praça de alimentação do shopping, com evacuação do público e resgate de vítimas em solo e por via aérea. A ação envolveu mais de 100 profissionais do Estado, além das brigadas internas do shopping e da Defesa Civil de Rio Branco.

De acordo com o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Carlos Batista, o simulado teve papel estratégico para o aprimoramento das respostas em situações de emergência e no fortalecimento da cultura de prevenção entre instituições e sociedade.

“Este simulado tem importância estratégica para o Estado e para toda a sociedade acreana. Nosso objetivo é avaliar, de forma prática, a integração e a capacidade de resposta das equipes de emergência e das brigadas internas, fortalecendo a cultura de prevenção e autoproteção”, destacou o coordenador.

Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro

Durante o exercício, um helicóptero do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) sobrevoou a área para o transporte aeromédico de vítimas, enquanto equipes terrestres controlavam o “incêndio” e realizavam o atendimento pré-hospitalar. Todo o cenário foi acompanhado por dezenas de pessoas que assistiam à movimentação nas áreas externas do shopping.

O superintendente do Via Verde Shopping, Wander Porto, ressaltou a relevância da parceria entre o setor público e a iniciativa privada para reforçar a segurança do público. “Nosso objetivo é oferecer segurança aos nossos usuários, especialmente nesse período de fim de ano, quando o varejo está mais aquecido e o shopping recebe um grande fluxo de pessoas. Por isso, ampliamos os treinamentos internos e realizamos este simulado em parceria com o poder público”, disse.

Um dos momentos mais marcantes do evento foi a participação dos estudantes da Universidade da Amazônia (Unama), que atuaram como vítimas no simulado. Com maquiagens realistas e muita entrega, os alunos ajudaram a tornar a simulação mais fiel e dinâmica, contribuindo diretamente para o treinamento das equipes de resgate.

Operação integrada testa resposta a incêndio de grandes proporções em shopping do Acre. Foto: Dhárcules Pinheiro

O coordenador da Unama, Fábio Santos, destacou o valor pedagógico da atividade. “É uma oportunidade única para que nossos alunos vivenciem na prática situações que podem enfrentar em sua vida profissional. Os estudantes de enfermagem, por exemplo, estarão na linha de frente em casos como esse. Participar de um simulado dessa dimensão é uma forma de aprendizado real, que complementa a formação em sala de aula”, explicou.

Entre os participantes, a estudante de Farmácia, Graziela Paiva, chamou atenção pela atuação durante o exercício, interpretando uma das vítimas do incêndio. Para ela, a experiência foi marcante.

“Foi uma experiência única, que nos faz entender o quanto é importante estar preparado para situações de emergência. A gente aprende de verdade quando vivencia na prática, e hoje pude ver como o trabalho das equipes de resgate é essencial para salvar vidas”, contou.

O simulado faz parte do Plano Estadual de Redução de Riscos e Resposta a Desastres, e busca aprimorar os protocolos de emergência, o tempo de resposta das forças de segurança e a eficiência dos sistemas preventivos em locais de grande circulação.

Além de testar a estrutura operacional, o evento também teve caráter educativo, reforçando a importância da preparação e do treinamento constante em situações de crise.

Participaram do exercício a Defesa Civil Estadual, Defesa Civil de Rio Branco, Via Verde Shopping, Corpo de Bombeiros Militar do Acre, Polícia Militar do Acre, Polícia Rodoviária Federal, SAMU, Centro Integrado de Operações Aéreas, Universidade da Amazônia, Secretaria de Estado de Saúde, Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito de Rio Branco e Departamento Estadual de Trânsito do Acre.

PRF e SAMU realizam resgate aeromédico de paciente com insuficiência cardíaca na Ilha de Cotijuba, PA

Pará – Na manhã de domingo (2), por volta das 11h00, uma operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) garantiu o resgate aeromédico de um homem de 55 anos na Ilha de Cotijuba, em Belém (PA). O paciente apresentava quadro de insuficiência cardíaca e icterícia, com desconforto respiratório intenso, o que exigiu atendimento rápido e especializado.

O SAMU acionou o apoio aéreo da Divisão de Operações Aéreas (DOA) da PRF, que deslocou a aeronave Koala K-119, equipada para missões de resgate e transporte aeromédico. A bordo estavam policiais rodoviários federais (comandante, copiloto e operador aerotático), além de médico e enfermeiro da SESPA.

Após o pouso na ilha e a estabilização do paciente, a equipe iniciou o transporte aéreo até a área continental, onde uma ambulância do SAMU aguardava para concluir o trajeto até o Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, referência no atendimento a casos cardíacos.

De acordo com o operador aerotático Sheyk Xavier, o apoio aéreo é essencial em ocorrências em regiões de difícil acesso, como as ilhas de Belém. “Em locais como Cotijuba, o deslocamento por via fluvial levaria horas. O emprego da aeronave reduz drasticamente o tempo de resposta e pode ser decisivo para salvar vidas”, destacou.

O resgate integra o conjunto de ações da PRF no Pará durante os preparativos para a COP 30, reforçando a estrutura de resposta rápida e o apoio às forças de saúde e segurança pública na região metropolitana de Belém. A aeronave Koala K-119 foi deslocada especialmente para o estado durante o período da conferência, atuando em missões de emergência, transporte de vítimas e ocorrências críticas nas rodovias e ilhas próximas à capital paraense.

PRF e SAMU realizam resgate aeromédico de paciente com insuficiência cardíaca na Ilha de Cotijuba (PA). Foto: PRF.

Veículos iluminam pista do Aeroporto de Fernando de Noronha para pouso de ambulância aérea devido a pane no balizamento noturno

Pernambuco – Uma operação de emergência foi montada no domingo (12) no Aeroporto de Fernando de Noronha para permitir o pouso de um avião aeromédico. A aeronave fez a transferência de uma paciente em estado grave para o Recife. Como o sistema de balizamento noturno do aeroporto está com defeito, carros e caminhões foram usados para iluminar a pista.

O Hospital São Lucas informou que, na madrugada de domingo (12), uma paciente deu entrada na unidade após sofrer um acidente de moto. Depois exames, os médicos constataram traumatismo cranioencefálico e fraturas múltiplas na face, incluindo mandíbula, maxila e nariz.

O hospital explicou que a transferência para o Recife foi necessária por causa da gravidade das lesões e da necessidade de exames de imagem detalhados e avaliação cirúrgica. O avião de resgate tinha previsão de pouso às 19h30. A direção do Hospital São Lucas pediu ajuda aos moradores para iluminar a pista com os faróis dos veículos.

Mesmo com a mobilização dos moradores, locadoras, guias de turismo e taxistas, os coordenadores da operação decidiram usar apenas veículos oficiais para iluminar a pista. Os carros do governo entraram na área de acesso restrito às aeronaves e foram posicionados de modo a garantir a iluminação necessária para o pouso.

Após momentos de expectativa, o avião com estrutura de UTI pousou com segurança, e a paciente foi transferida para o Hospital da Restauração, no Recife.

Problemas no balizamento noturno

O Aeroporto de Fernando de Noronha só pode receber voos noturnos em casos de emergência médica. No entanto, o sistema de iluminação da pista está em pane, como confirmou Samuel Prado, diretor da Dix, empresa que administra o aeródromo. Em 2020, foi instalada a iluminação da pista em uma obra do governo de Pernambuco que custou R$ 4,6 milhões, com o objetivo de permitir pousos de aeronaves aeromédicas.

“Há alguns dias detectamos uma falha no sistema de balizamento noturno. Iniciamos a manutenção imediatamente e já compramos as peças necessárias, que devem chegar nos próximos dias para restabelecer o serviço”, explicou Samuel Prado.

A Administração de Fernando de Noronha informou que vai analisar o problema para indicar se haverá punição pela falta de balizamento. Por meio de nota, a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) reforçou o compromisso de fortalecer a malha aeroportuária regional, garantindo segurança, fluidez e atenção aos usuários.

A secretaria destacou ainda que o Aeroporto de Fernando de Noronha está recebendo um investimento de R$ 60 milhões para a recuperação das pistas de taxiamento e do pátio de estacionamento das aeronaves, além de outros serviços essenciais.

Confira a nota completa enviada pela Semobi:

O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi), informa que, na noite do último domingo (12), foi realizada uma operação de salvamento no Aeroporto Carlos Wilson, na Ilha de Fernando de Noronha, para viabilizar um atendimento de urgência.

A ação se fez necessária em razão de um problema no sistema de balizamento noturno do aeroporto, que comprometeu as condições de operação durante o período noturno. O reparo depende do transporte de materiais e equipamentos para a ilha, razão pela qual medidas emergenciais foram adotadas para assegurar o atendimento imediato.

A Semobi reforça o compromisso de fortalecer a malha aeroportuária regional, garantindo segurança, fluidez e atenção aos usuários.

O Aeroporto de Fernando de Noronha está recebendo um investimento de R$ 60 milhões para a recuperação das pistas de taxiamento e do pátio de estacionamento das aeronaves, além de outros serviços essenciais.

2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 10 anos de atuação em Blumenau, SC

Santa Catarina – Nesta segunda-feira (06), a 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), sediada em Blumenau, comemorou 10 anos de atuação. Criada oficialmente em 5 de outubro de 2015, a 2ª do BOA se consolidou como uma das mais importantes estruturas de atendimento de emergência do Estado, garantindo rapidez e eficiência no salvamento de vidas.

A data marca também o fortalecimento da parceria entre o CBMSC e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Estado da Saúde, que juntos compõem a equipe multiprofissional do Arcanjo 03, aeronave responsável pelos atendimentos aéreos na região do Vale do Itajaí.

Ao longo desses 10 anos, o Arcanjo 03 tem desempenhado um papel essencial em ocorrências de alta complexidade, como acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, buscas e resgates em locais de difícil acesso, além de transportes aeromédicos e de órgãos. No período foram contabilizadas mais de 4 mil missões.

Com tempo de resposta reduzido e tripulações altamente capacitadas, o serviço aéreo representa um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar e na capacidade operacional do Estado.

Segundo o comandante do BOA, tenente-coronel Hugo Manfrin Dallossi, o trabalho em Blumenau é motivo de orgulho e traduz o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina com a excelência e a inovação no atendimento à população.

“Esses números mostram o impacto positivo do serviço aeromédico na preservação de vidas, operando sempre em conjunto com o SAMU, e mostram o quão importante é para os atendimentos, seja de traumas, afogamentos, emergências médicas, remoções hospitalares, transferências entre hospitais, combate a incêndios, entre todas as outras operações que o batalhão executa”, destacou.

Desde sua criação, a base de Blumenau tem sido fundamental para a cobertura aérea do Vale do Itajaí e de regiões vizinhas, tornando possível o atendimento de centenas de ocorrências em locais onde o acesso terrestre seria inviável ou demoraria muito mais tempo.

Dados estatísticos nesse período

  • Número de missões – 4.603.
  • Horas voadas – 2.998,2.
  • Pessoas atendidas – 3.792.
  • Sangue total – 11 (10 traumas e 1 clínico).
  • Transporte de órgãos – 44 missões – 58 órgãos.

Serviço aeromédico de Alagoas garante transporte de criança de 3 anos de Maceió para Recife

Alagoas – O Programa Salva Mais de Alagoas transportou por meio do Departamento Estadual de Aviação (DEA) e do SAMU 192, uma criança de 3 anos em estado grave, na manhã de domingo (14), do Hospital da Criança, em Maceió, para a UTI Pediátrica do Hospital Oswaldo Cruz, em Recife (PE). O transporte foi feito no helicóptero Falcão 05.

A aeronave decolou às 9h de Maceió e pousou às 9h50 em Recife. Durante todo o trajeto, o paciente seguiu estável e sem intercorrências, sob acompanhamento médico de equipe do SAMU. O diretor-presidente do DEA, coronel André Madeiro, ressaltou a importância dessas transferências para a saúde pública do estado.

“Cada missão como essa exige precisão, rapidez e trabalho em equipe. A aviação permite encurtar distâncias e levar pacientes a centros especializados em tempo hábil. É uma operação complexa, mas que faz toda a diferença quando o que está em jogo é salvar vidas”, destacou.

Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes

Paraná – A Casa Militar do Governo do Paraná recebeu na quarta-feira (27) uma comitiva do Gabinete Militar do Estado do Piauí. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura paranaense utilizada no transporte de órgãos e equipes médicas, considerada uma das mais ágeis do País, com aviões e helicópteros disponíveis 24 horas por dia para o transporte de órgãos. Esse trabalho é feito com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde.

O Paraná é líder nacional em doação de órgãos. Em 2024, registrou 42,3 doadores por milhão de população, mais que o dobro da média brasileira, segundo dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), elaborado e divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Esse resultado é garantido por uma rede organizada de captação e transplantes e pelo apoio logístico da Casa Militar, responsável pelo transporte aéreo em situações que exigem rapidez. Cada tipo de órgão tem um limite de isquemia – o tempo de retirada do órgão até ser implantado em outro paciente. O coração é o mais sensível (cerca de 4 horas), o fígado resiste por volta de 12 horas e o rim até cerca de 36 horas.

De 2019 até 2024 foram realizadas 654 missões aéreas para transplantes, somando mais de 1,8 mil horas de voo. Somente no ano passado, 832 órgãos foram transplantados no Estado, sendo que 250 dependeram de transporte aéreo, entre eles corações, fígados e rins – órgãos que precisam ser implantados em prazos curtos para garantir a sobrevida do paciente.

Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes. Foto: Geraldo Bubniak

Segundo o major Alessandro Maceno, da Casa Militar do Paraná, a vinda da equipe do Piauí faz parte de um processo de estudo. “Eles vieram buscar a expertise que desenvolvemos aqui no transporte aéreo, desde os contratos de combustível até a aquisição de aeronaves, para entender o modelo que aplicamos e avaliar como podem implementar algo semelhante lá”, disse.

Além da eficiência, o fator econômico também chamou a atenção da comitiva. Enquanto o Estado do Piauí gasta em média R$ 35 mil por hora de voo em contratos terceirizados, no Paraná o valor é de aproximadamente R$ 10 mil, já incluindo custos administrativos, que conta com 16 pilotos para cinco aeronaves e três pilotos para um helicóptero.

De acordo com Rodrigo Alcântara de Almeida, assessor técnico do Gabinete Militar do Estado do Piauí, o modelo paranaense se destacou pelo uso múltiplo das aeronaves. “O que achamos mais interessante é a integração com a Central de Transplantes, porque as aeronaves não ficam restritas ao transporte de autoridades, mas também ajudam a salvar vidas e, ao mesmo tempo, diluem custos de manutenção e operação”, disse.

Secundado dados do RBT, o Paraná manteve em 2024 um volume expressivo de procedimentos, com destaque para os 1.248 transplantes de córnea e os 550 transplantes de rim (52 de doadores vivos e 498 de doadores falecidos). O Estado também realizou 304 transplantes de fígado, seis de pâncreas e 43 de coração, além de 410 transplantes de medula óssea.

A formação continuada é parte central da estratégia. No ano passado foram promovidos dezenas de cursos – entre eles 28 sobre determinação de morte encefálica, 19 sobre o processo de doação e 8 sobre acolhimento e entrevista familiar – além de 75 palestras e ações que alcançaram mais de 1.100 profissionais.

ESTRUTURA E ATENDIMENTO

O Sistema Estadual de Transplantes (SET/PR) é formado pela Central Estadual de Transplantes em Curitiba e por quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) em Cascavel, Curitiba, Maringá e Londrina. Ao todo, cerca de 700 profissionais atuam em aproximadamente 70 hospitais notificantes, sustentando 34 equipes transplantadoras de órgãos e 72 equipes de tecidos.

A infraestrutura laboratorial e de bancos de tecidos também dá suporte à rede. Há cinco laboratórios de histocompatibilidade, três laboratórios de sorologia e três bancos de tecidos (dois oculares e um multitecidos). Recentes investimentos em frota terrestre reforçaram a logística local, com 18 automóveis novos, num investimento de R$ 1,9 milhão.

Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), há 73.937 pacientes ativos na fila nacional; no Paraná, o RBT aponta 3.843 pessoas na espera, enquanto o relatório estadual do SET/PR eleva esse total para 4.176 pacientes.

A rapidez no transporte é um componente decisivo para o sucesso dos transplantes. Segundo levantamento do SET/PR, o Paraná realizou 454 transplantes de órgãos sólidos de janeiro a julho de 2025. Os rins continuam liderando a lista, com 259 cirurgias, seguidos pelo fígado (167). O coração, que exige condições específicas para viabilizar a cirurgia, somou 20 procedimentos no período. Também foram registrados transplantes combinados, como rim e pâncreas (6) e rim e fígado (2).

O conjunto de organização institucional, equipes capacitadas, bancos e laboratórios e a disponibilidade de apoio logístico colocam o Paraná em posição de referência nacional. O Estado também registra uma das menores taxas de recusa familiar do País – cerca de 29% segundo levantamento do RBT de janeiro a março de 2025 – ante uma média nacional em torno de 46%.

Grupo de Resgate Aeromédico transfere jovem da Paraíba para transplante de medula óssea no Paraná

Paraíba – O Grupo de Resgate Aeromédico (Grame) da Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou na madrugada de quarta-feira (27) o transporte aeromédico do jovem Renan da Silva Brito, 16 anos, para o Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR), onde será submetido a um transplante de medula óssea.

O jovem, diagnosticado com aplasia medular, estava internado desde o dia 18 de junho no Complexo Pediátrico Arlinda Marques, em João Pessoa, e o transplante seria a única alternativa para tratamento do paciente, o que levou a mobilização para transferi-lo para uma unidade de referência.

Por volta das 3h da manhã, Renan foi transferido em uma ambulância equipada até o Aeroporto Castro Pinto, na Região Metropolitana da Capital, acompanhado por familiares e pela equipe médica. De lá, a aeronave decolou às 5h, com escalas técnicas para reabastecimento e checagem dos sistemas na Bahia e em Belo Horizonte, pousando às 17h no Aeroporto de Bacacheri, no Paraná.

Grupo de Resgate Aeromédico transfere jovem da Paraíba para transplante de medula óssea no Paraná. Foto: Divulgação

Para assegurar a estabilidade clínica do paciente durante o voo, a aeronave foi equipada com respiradores, monitores multiparâmetros, bombas de infusão, oxigênio e todo o suporte necessário para manter o acompanhamento contínuo do quadro de saúde.

Além dos equipamentos, a missão exigiu a presença de uma equipe multiprofissional, composta por médico, enfermeiro, fisioterapeuta e operadores aerotáticos (OAT), preparada para agir de forma rápida e integrada diante de qualquer intercorrência. “Toda a operação foi cuidadosamente planejada para assegurar que o paciente recebesse, em todas as etapas, o mesmo padrão de cuidado hospitalar, mesmo em ambiente aéreo”, afirmou o médico de voo, Matheus Figueiredo.

A mãe do jovem, Silvânia Targino da Silva, 39 anos, ressaltou a assistência recebida desde o início do tratamento. “A equipe do hospital foi maravilhosa, sempre com muito cuidado e atenção com o meu filho e com a minha família. Estamos ansiosos, mas cheios de fé. Agradeço ao Governo do Estado que está fazendo de tudo para dar certo”, afirmou emocionada.

O gesto de solidariedade também veio de dentro da família. Isso porque a irmã de Renan, Rayana Calinne, 20 anos, será a doadora da medula óssea. “Assim que soube, chorei. Eu sentia que seria eu. Estou muito feliz por poder salvar a vida do meu irmão”, relatou a jovem, que tem 100% de compatibilidade para a doação. Todas as amostras para exames foram coletadas pela equipe médica do Complexo Arlinda Marques e enviadas para análise em laboratório especializado.

Somente no primeiro semestre de 2025, o Grupo de Resgate Aeromédico da Paraíba registrou 76 transportes aeromédicos, um crescimento de 58,3% em relação ao mesmo período de 2024. Além disso, foram realizadas 3 missões de transporte de órgãos, 2 de hemocomponentes e hemoderivados e 9 operações institucionais, totalizando 90 missões, o que representa um aumento global de 87,5% na comparação com o ano anterior.

Governo de Goiás faz gestão para ampliar adesão de municípios ao Cisceno e pretende investir em helicóptero aeromédico

Goiás – O Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Centro-Norte (Cisceno) é um consórcio intermunicipal de saúde do estado de Goiás, formalizado para gerenciar o SAMU 192 em 60 municípios da macrorregião Centro-Norte. O Cisceno foi criado em janeiro deste ano e sua gestão é realizada por meio de uma assembleia de prefeitos, garantindo a autonomia dos municípios e assegurando total transparência na aplicação dos recursos públicos.

O modelo, explica o titular da SES, Rasivel Santos, garante que a gestão continue 100% pública, fiscalizada por órgãos de controle e conselhos de saúde, fortalecendo o SUS e assegurando que todas as decisões priorizem a qualidade e a rapidez no atendimento.

Nessa proposta, a parceria com o Corpo de Bombeiros Militar será ampliada, incluindo a aquisição de um helicóptero aeromédico para agilizar o transporte de pacientes na macrorregião Centro-Norte, reduzindo o tempo de resposta em situações de urgência e emergência.

Anápolis, como polo assistencial da região, terá papel estratégico no fortalecimento de toda a rede de urgência e emergência, incluindo o SAMU macrorregional, as portas hospitalares e o próprio consórcio. O Estado investirá na ampliação e redistribuição da frota de ambulâncias, na ampliação de portas hospitalares, na capacitação permanente das equipes e na implantação do transporte aeromédico.

“Essas ações vão reduzir significativamente o tempo de espera, aumentar a resolutividade e salvar vidas, garantindo atendimento rápido, seguro e qualificado”, afirma o subsecretário de Políticas e Ações em Saúde da SES-GO, Luciano de Moura, que coordenou audiência pública em Anápolis, na Câmara Municipal.

O evento que reuniu vereadores, representantes da Secretarias Municipais de Saúde, SAMU e Corpo de Bombeiros esclareceu dúvidas sobre o projeto que visa, por meio do Cisceno, mais eficiência, integração e economia na gestão pública da saúde, com transparência e participação social, sempre com foco na melhoria do atendimento ao usuário e no fortalecimento do SUS.

A implantação de Consórcios, a regionalização do SAMU e os investimentos em socorro pré-hospitalar é etapa para fortalecer a Rede de Urgência e Emergência (RUE) que pretende dotar o estado de estruturas ágeis e eficientes, próximas do cidadão goiano que precisar de atendimento de urgência.

Kolyma Aviation recebe dois helicópteros Ansat para operações aeromédicas no Extremo Norte da Rússia

Rússia – A Russian Helicopters, holding estatal, concluiu a entrega de dois helicópteros bimotores leves Ansat para a Kolyma Aviation, na região de Magadan. Esta operadora é a primeira no Extremo Norte da Rússia a colocar este tipo de helicóptero em serviço. Uma aeronave foi entregue sob contrato com a Gazprombank Leasing, enquanto a segunda foi fornecida diretamente à Kolyma Aviation, de acordo com a holding.

Os requisitos específicos das operações no norte influenciaram a pintura de um dos helicópteros. A aeronave apresenta um esquema de pintura personalizado inspirado nas orcas — mamíferos marinhos frequentemente observados nas águas das baías de Magadan durante a migração. Essa abordagem de design foi usada anteriormente em helicópteros médios Mi-8MTV-1 que operavam na mesma região.

Antes da aquisição do Ansat, a frota da Kolyma Aviation era composta por helicópteros pesados da série Mi-8 e o moderno Mi-38. Várias dessas aeronaves também ostentam a pintura com tema de orca, reforçando a identidade corporativa da companhia aérea.

As especificações técnicas do Ansat são adequadas para missões no Ártico. O helicóptero é certificado para operação confiável em temperaturas de até –45°C (-49°F), conforme demonstrado durante testes especializados em Yakutia em 2017. A aeronave é capaz de operar em locais de pouso não preparados e com dimensões mínimas.

Os helicópteros entregues são equipados com um conjunto médico totalmente integrado, incluindo sistemas de monitoramento de sinais vitais de pacientes, ventiladores e equipamentos de transmissão de dados de telemedicina. A configuração da cabine acomoda um paciente e dois profissionais de saúde.

De acordo com um representante da Rostec State Corporation, os serviços aeromédicos continuam sendo a principal aplicação do Ansat na Rússia. “O Serviço Nacional de Ambulância Aérea opera 37 helicópteros Ansat de uma frota civil de 60 na Rússia“, informou a empresa. Além disso, 23 helicópteros Ansat foram exportados: 19 para o Zimbábue, três para a Bósnia e Herzegovina e um para o Turcomenistão.

A configuração bimotora do Ansat permite o transporte de até sete passageiros ou uma carga útil de 1.200 kg. O alcance padrão é de 400 km sem tanques de combustível auxiliares. A produção deste modelo foi suspensa em 2022 após a interrupção das entregas do motor PW207K da Pratt & Whitney Canadá. O problema está sendo resolvido com o desenvolvimento de um motor doméstico, o VK-650V.

A Fábrica de Helicópteros de Kazan concluiu os preparativos para uma variante Ansat localizada, equipada com motores turboeixo russos. O VK-650V recebeu a certificação de tipo no início deste ano. Além dos novos motores, a versão atualizada conta com componentes de cabine produzidos internamente, um sistema de controle de voo automático, atuadores de direção e aviônicos.

A mídia do setor noticiou no início de agosto que a Fábrica de Helicópteros de Kazan havia iniciado os testes do Ansat equipado com motores VK-650V. Em 29 de julho, o protótipo realizou um teste de voo pairado — elevação vertical sem movimento horizontal. O serviço de imprensa da United Engine Corporation confirmou o início dos testes de integração dos motores, com testes de voo completos, incluindo voo horizontal, programados para breve.

Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos

Estados Unidos – Em 1985, quando um acidente de carro deixou uma família rural do Missouri esperando por quase uma hora por ajuda, um grupo de profissionais de saúde locais sabia que algo precisava mudar.

Aquele momento levou à criação da Air Evac Lifeteam (AEL), um único helicóptero e uma promessa ousada: levar cuidados intensivos àqueles que não podiam esperar.

Hoje, a Air Evac Lifeteam faz parte da Global Medical Response (GMR), a maior prestadora de serviços aeromédicos e terrestres integrados dos EUA. A AEL opera mais de 150 bases de helicópteros em 18 estados e continua sendo a principal prestadora de serviços de ambulância aérea por helicóptero do país.

“Este aniversário não é sobre olhar para trás”, disse Tony Bonham, vice-presidente e diretor de operações aéreas da AEL. “É sobre seguir em frente com urgência e compaixão. Devemos isso às pessoas que servimos e àquelas que ainda não conhecemos.”

Air Evac Lifeteam celebra 40 anos salvando vidas em comunidades rurais dos Estados Unidos. Foto: Divulgalção

Quarenta anos atendendo ao chamado

A AEL foi a primeira a centralizar sua missão em pacientes isolados clinicamente, colocando aeronaves não em hospitais da cidade, mas no coração das comunidades que mais precisavam delas.

Hoje, mais de 90% dos voos da AEL partem de áreas onde os pacientes enfrentam longos tempos de viagem e acesso limitado a cuidados de trauma. Suas tripulações preenchem essa lacuna crítica, trazendo expertise hospitalar diretamente para o local, muitas vezes quando os segundos mais importam.

Ao longo de quatro décadas, a organização respondeu a centenas de milhares de emergências; Em parceria com mais de 1.000 hospitais e 700 agências de serviços médicos de emergência introduziu tecnologias avançadas de segurança, incluindo óculos de visão noturna e aviônicos atualizados em toda a frota

“Não nos propusemos a criar um programa nacional. Nos propusemos a salvar vidas”, disse Bonham. “Alguém precisava de ajuda e ninguém estava perto o suficiente para chegar a tempo. Então, encontramos um jeito.”

Recentemente, a Air Evac Lifeteam (AEL) premiou o primeiro piloto da empresa que completou mais de 4.000 missões aeromédicas (Leia a história de Fred Finnell)Cada missão reflete uma parceria com serviços de emergência médica (EMS), equipes hospitalares, bombeiros e famílias. Em muitas comunidades, as equipes da AEL são vizinhas, voluntárias e amigas — não apenas socorristas. Sua presença representa segurança diante da incerteza e apoio quando mais importa.

“Em lugares onde a ajuda costumava estar a uma hora de distância, a Air Evac Lifeteam a torna minutos”, disse Bonham. “Levamos uma UTI para um pasto, uma entrada de garagem, um campo de futebol, porque é onde nossos pacientes estão.”

Hoje, a Air Evac é uma provedora participante da AirMedCare Network (AMCN), a maior aliança de membros de ambulâncias aéreas dos Estados Unidos. Por uma modesta taxa anual, os membros não pagam custos diretos apenas quando voam pela Air Evac ou qualquer provedor AMCN participante, tornando o atendimento que salva vidas acessível.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos de reativação, com 484 resgates e 600 horas de voo

Paraná – Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná comemorou, neste mês, dois anos desde a reativação do seu serviço aeromédico. Desde agosto de 2023, em parceria com o SAMU, as aeronaves têm atuado em resgates complexos, transporte rápido de pacientes e apoio a operações policiais e humanitárias, consolidando-se como um recurso essencial para a preservação de vidas.

Nesse período, foram registrados 484 resgates e remoções aeromédicas, com as aeronaves voando por centenas de horas e percorrendo milhares de quilômetros. A base de operações, instalada no hangar do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba, opera em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) e conta com equipe treinada e equipada para atender emergências em qualquer condição.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

As ocorrências atendidas nesses dois anos incluíram desde acidentes graves nas rodovias federais até missões de grande complexidade, como:

  • Setembro de 2023 – Resgate especializado de montanhista no Morro do Anhangava, em Quatro Barras (PR).
  • Maio de 2024 – Deslocamento ao Rio Grande do Sul para apoio nas enchentes, com 29 pessoas resgatadas em dois dias.
  • Setembro de 2024 – Salvamento de idoso paranaense vítima de acidente com embarcação no Pantanal, em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros do MS.
  • Outubro de 2024 – Transporte aéreo de uma criança de três anos para transplante de rim em Curitiba, reduzindo o tempo de deslocamento para apenas 18 minutos.
  • Abril de 2025 – Inclusão do Babypod, cápsula de transporte neonatal, que ampliou a capacidade para atender recém-nascidos em estado crítico com mais segurança e agilidade.
  • 2024 e 2025 – Participação na Semana do Meio Ambiente, com lançamento aéreo de mais de 22 toneladas de sementes de espécies nativas ameaçadas, como araucária e palmeira-juçara, em áreas de preservação e comunidades rurais no Paraná, em parceria com órgãos ambientais, universidades e movimentos sociais.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

O serviço também prestou apoio em desastres e emergências, como as enchentes no Rio Grande do Sul e os incêndios no Pantanal em 2024. Nessas missões, foram efetuados resgates, transporte de alimentos e medicamentos, além de ações de combate a incêndios.

O ato de comemoração, realizado nesta quarta (13), contou com a presença do superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira; do Chefe do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF, Fabiano Nicolete; do representante do Cindacta II, Cel. Av. Marcelo; da secretária municipal de Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak; do superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal; do presidente do sindicato da categoria, Sidnei Nunes; e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

O superintendente da PRF, Fernando Oliveira, destacou que foram 484 atendimentos em dois anos, 600 horas de voo e nenhum incidente, salvando muitas vidas. É uma parceria integrada que dá resultados diariamente, com um investimento de 30 milhões em uma aeronave nova e todos unidos pelo objetivo comum de salvar vidas.

“Atrás do uniforme tem uma equipe, que está pilotando a aeronave, cuidando de quem mais precisa, dando o primeiro atendimento e trazendo o familiar de volta para sua família. É esse trabalho rápido e eficiente que salva vidas e transforma histórias”, disse o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

Uma das pessoas salvas, Cristiane, comentou: “Emoção, muita emoção, porque eu poderia não estar aqui. Foi um acidente horrível, mas um resgate incrível, em que me senti cuidada e segura. Ter esse cuidado salva tanto a vida quanto o nosso psicológico.”

No domingo de Páscoa, em 20 de abril de 2025, ela sofreu uma queda de cavalo em Tijucas do Sul, resultando em múltiplas fraturas e trauma facial grave. O helicóptero da PRF foi rapidamente acionado e, em apenas 14 minutos, chegou ao local, onde a equipe, em colaboração com o SAMU, estabilizou a vítima. Ela foi retirada de uma área de difícil acesso e, em menos de 10 minutos, transportada ao Hospital Cajuru.

Sérgio, resgatado no pantanal do Mato Grosso do Sul, disse que foi uma emoção rever a equipe. “Se estou aqui, devo muito a eles — pela rapidez, pelo carinho com que me atenderam e pela forma como conversaram comigo”, enfatizou.

Em 3 de setembro de 2024, uma equipe da PRF do Paraná estava atuando nos incêndios no pantanal e, em colaboração com o Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul, realizou uma operação aeromédica para salvar o empresário paranaense de 70 anos após um grave acidente no Pantanal. Sr. Sérgio sofreu cortes profundos na axila e no rosto devido ao impacto contra a hélice de uma embarcação que colidiu com uma formação rochosa no rio. Após os primeiros atendimentos no local, ele foi transportado com urgência para um hospital, onde recebeu cuidados médicos essenciais.

O helicóptero Koala AW119, de fabricação italiana, adquirido pela PRF por R$ 30 milhões, comporta até oito pessoas e está equipado com tecnologia avançada para missões de resgate, transporte aeromédico e apoio a operações especiais. A integração com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e outros órgãos de segurança e saúde tem potencializado a resposta rápida, especialmente em locais de difícil acesso ou onde cada minuto é determinante para salvar vidas.

Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico a partir de outubro de 2025

São Paulo – Sorocaba e região passarão a contar com o serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM). O anúncio foi realizado pelo Governo de São Paulo nesta sexta-feira (15), durante solenidade de inauguração do 55º Batalhão da Polícia Militar do Interior.

Para o resgate aeromédico, que terá início na primeira quinzena de outubro, o Hospital Regional de Sorocaba será a unidade de referência, escolhido pela estrutura hospitalar, existência de heliponto e localização estratégica às margens da Rodovia Raposo Tavares.

A iniciativa tem como finalidade ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência e garantir o atendimento rápido a pacientes em estado crítico na região sudoeste do estado com o transporte dos helicópteros da PM. O serviço cobrirá um raio de aproximadamente 20 minutos de voo, equivalente a cerca de 60 quilômetros, podendo ser ampliado conforme a gravidade da ocorrência, especialmente em locais de difícil acesso ou sem suporte avançado.

A assistência é destinada a vítimas de politraumatismos e outras situações graves, como acidentes de trânsito, afogamentos, quedas, acidentes de trabalho e ocorrências com múltiplas vítimas.

O serviço integra o Projeto Resgate, que funciona no estado de São Paulo desde 1989. No período, mais de 14 mil pessoas foram resgatadas com apoio dos helicópteros Águia, além do transporte de mais de 900 órgãos para transplante. O CAVPM possui 11 Bases de Aviação distribuídas no estado e atualmente, o serviço aeromédico é realizado em três: capital paulista, São José dos Campos e Campinas. Sorocaba será a quarta base a receber o serviço.

Região de Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da PM a partir de outubro. Foto: Governo do Estado de São Paulo

“A prioridade é prestar socorro imediato em casos de risco iminente de morte ou de perda de funcionalidade, reduzindo o tempo de chegada ao atendimento especializado e aumentando as chances de recuperação”, explicou a capitão Natália Giovanini, do CAvPM.

A equipe a bordo é formada por médicos e enfermeiros especializados em suporte avançado de vida, treinados dentro das normas de segurança de voo operacional. A aeronave é equipada com monitor e desfibrilador com oximetria, capnografia e pressão arterial não invasiva, ventilador mecânico microprocessado, aspirador, bombas de infusão e medicamentos específicos para sedação e analgesia.

Também contará com materiais para procedimentos de emergência, como drenagem torácica, acesso à via aérea invasiva e partos complicados. Essa estrutura permite a estabilização das vítimas ainda durante o deslocamento, garantindo o socorro até a unidade hospitalar com melhores condições de tratamento.

Águia da PM de SP e GRAU. Foto: Johnny De Chiara.

CIOPAER do Acre e SAMU realizam resgate aeromédico de criança com cetoacidose diabética em Brasileia

Acre – A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), realizou neste domingo (20), o resgate aeromédico de um menino de 12 anos, morador do município de Brasileia. A ação rápida garantiu o transporte seguro do paciente até a capital para atendimento especializado.

O secretário adjunto de Justiça e Segurança Pública, Evandro Bezerra, destacou a importância da agilidade na resposta da equipe do Ciopaer. “Essa operação mostra a importância de termos uma equipe treinada e estrutura aérea disponível. A agilidade no atendimento, especialmente em casos graves como esse, pode fazer toda a diferença na vida do paciente”, afirmou.

O chamado foi feito pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). A equipe médica solicitou apoio aéreo para realizar a transferência do garoto, que se encontrava em estado grave no Hospital Regional de Brasileia. De acordo com o prontuário médico, o paciente apresentava um quadro de cetoacidose diabética, uma complicação séria relacionada ao diabetes, exigindo atendimento de urgência em unidade de maior complexidade.

Diante da gravidade do caso e da necessidade de atendimento especializado, o Ciopaer deslocou uma aeronave até Brasileia para efetuar o transporte aeromédico. A criança foi encaminhada ao Pronto-Socorro de Rio Branco, onde permanece sob cuidados médicos intensivos.

Ciopaer realiza resgate aeromédico de criança com cetoacidose diabética em Brasileia (AC). Foto: Divulgação.

Moradora de Colorado recebe novo fígado após SAMU Aeromédico possibilitar seu transporte aéreo rápido

Paraná – Na manhã da última quinta-feira (17), Leidivania Lopes, de Colorado, recebeu uma nova chance de recomeçar a vida. A equipe do SAMU Aeromédico – Operações Aéreas Saúde 06, da base de Maringá, voou até ela e a levou de helicóptero ao hospital, onde recebeu um fígado doado – um gesto que pode significar o futuro.

No mundo dos transplantes, especialmente de fígado, cada segundo conta. Com o relógio correndo contra, acionar o transporte por helicóptero foi essencial para garantir que Leidivania chegasse a tempo e com segurança ao centro médico de referência. A aeronave voou com agilidade pela região noroeste do Paraná, provando que, quando tudo parece escuro, a mobilidade aérea pode ser uma luz de esperança.

A base de Maringá do SAMU Aeromédico já acumula mais de cinco mil atendimentos em emergências graves e transporte de órgãos em oito anos de operação. Em casos como o de Leidivania, o helicóptero se transforma em espaço de resgate, onde médicos, enfermeiros e pilotos trabalham em sintonia para manter cada vida com dignidade durante o trajeto.

Ao pousar no heliponto do hospital, Leidivania desceu visivelmente emocionada. Não precisou falar: seu olhar traduziu tudo – gratidão por uma segunda chance. A cena tocante é também um lembrete de como cada ação articulada entre doador, equipe médica e transporte aéreo pode mudar o destino de alguém.

Em todo o Paraná, o transporte aeromédico é referência nacional em agilidade e eficiência no apoio a transplantes. As aeronaves operam com tripulação especializada e têm cobertura para até 250 km em casos de emergência. Isso garante que órgãos e pacientes cheguem aos destinos com o tempo certo para a cirurgia.

Enfermeira Mileni e Comandante Alver Satler fizeram o transporte de
Enfermeira Mileni e o Comandante Alver Sathler fizeram o transporte de Leidivania Lopes no Saúde 06.

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