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UPS e CyPhy Works testam drones para entregas comerciais urgentes

EUA – A UPS® (NYSE:UPS) anunciou que começou a testar o uso de drones para entregas comerciais em áreas de difícil acesso, em parceria com o fabricante de drones CyPhy Works.

Os testes começaram na quinta-feira, 22 de setembro, quando as empresas encenaram uma entrega simulada de medicamentos urgentes para Beverly, Massachusetts na ilha Children, cerca de cinco quilômetros da costa do Atlântico. O teste com drones avança o investimento realizado pelo fundo empresarial estratégico da UPS na CyPhy para coletar informações sobre uso e capacidades de drones.

UPS e CyPhy Works testam drones para entregas comerciais urgentes

“Nosso foco está em aplicações reais que beneficiam os nossos clientes,” disse Mark Wallace, vice-presidente sênior de engenharia global e sustentabilidade da UPS. “Acreditamos que os drones oferecem uma ótima solução para entregas em locais de difícil acesso em situações urgentes, onde outros modos de transporte não estão prontamente disponíveis.”

Em agosto, a Administração de Aviação Federal dos EUA (FAA) emitiu novas regras que expandem os usos de drones para fins comerciais. Os operadores devem aderir a importantes normas de segurança. A UPS acredita que estas novas regras são um passo na direção certa. Com a recente nomeação do Capitão Houston Mills, diretor de segurança da UPS Airlines, ao novo comitê consultivo de drones da FAA, a UPS pretende continuar a trabalhar estreitamente com os reguladores para permanecer no caminho certo.

Inovação através da automação e robótica tem sido foco para a maior empresa de entrega de pacotes do mundo. Na verdade, a UPS tem testado drones em armazéns para verificar prateleiras elevadas de armazenamento para confirmar estoque ou espaço disponível. A empresa também está explorando o uso de drones para fornecer ajuda humanitária em partes do mundo de difícil acesso.

UPS e CyPhy Works testam drones para entregas comerciais urgentes

“Estamos muito empolgados com a parceria com a UPS nessa empreitada,” disse Helen Greiner, fundador e diretor de tecnologia da CyPhy. “A tecnologia de drones usada desta forma pode salvar vidas e oferecer serviços e produtos para lugares difíceis de alcançar por infraestruturas tradicionais de trânsito.”

O drone CyPhy utilizado em setembro para teste de quinta-feira é o Sistema Aéreo de Reconhecimento e Comunicações Persistentes (PARC, Persistent Aerial Reconnaissance and Communications em inglês). O drone com bateria voa sozinho, então praticamente não é necessário o treinamento de usuários. Ele é extremamente durável, tem visão noturna e oferece comunicações seguras que não podem ser interceptadas ou perturbadas.

A UPS e a CyPhy voaram o PARC de Beverly até a ilha Children para testar a viabilidade do uso do drone para fazer uma entrega de prazo crítico. No cenário de simulação, o drone levou com sucesso um inalador de asma para uma criança em um acampamento na ilha, que não pode ser alcançada de automóvel.

“A UPS tem uma história de inovação com mais de cem anos”, disse Wallace. “Funcionários da UPS uniformizados continuam sendo uma conexão vital para nossos clientes, mas testes como estes revelam uma ponte para o futuro do serviço ao cliente e para a entrega de pacotes urgentes. Estamos continuamente explorando maneiras de melhorar nossa rede para suportar eficientemente os exigentes requisitos dos nossos clientes.”

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Sobre a UPS

A UPS (NYSE: UPS) é líder global em logística, oferecendo uma ampla gama de soluções, incluindo transporte de pacotes e mercadorias; facilitando o comércio internacional e implantando tecnologias avançadas para gerenciar o mundo dos negócios com mais eficiência. Com sede em Atlanta, a UPS serve mais de 220 países e territórios em todo o mundo.

Sobre a CyPhy Works

A CyPhy Works é uma empresa de drones que busca inovadoras plataformas aéreas para oferecer suporte a clientes em setores que incluem defesa, segurança pública, agricultura, energia, logística, marítima, mineração, energia e transporte. Os drones da CyPhy Works oferecem capacidade de missão persistente de longa duração; links de dados seguros para dados de carga e para comando/controle; e voo fácil e autônomo.

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Polícia Militar de São Paulo publica diretriz sobre aquisição e emprego de VANT

São Paulo – Como resultado da criação do Grupo de Trabalho no final de 2015 pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, como o objetivo de estudar o assunto e propor requisitos básicos de utilização de Veículos Aéreos Não Tripulados (VANT) na Corporação, a Polícia Militar, de forma pioneira, publicou a Diretriz PM3-001/3/16, em 17 de outubro de 2016.

Polícia Militar de São Paulo publica diretriz sobre aquisição e emprego de VANT

Esse trabalho produzido pelo grupo e editado pelo Estado Maior da Polícia Militar é importante e reconhece a relevância desse moderno e atual sistema para a segurança pública do Estado.

A diretriz define questões importantes e relevantes para as estratégias da Polícia Militar e coloca o Grupamento de Radiopatrulha Aérea como um dos órgãos centrais do sistema, principalmente no treinamento das pessoas.

A norma possui três anexos, um tratando dos requisitos para RPAS (Sistema de Aeronave Remotamente Pilotada) de asa fixa, outro de asa rotativa e o terceiro sobre o termo de compromisso e confidencialidade. O estabelecimento de requisitos é fundamental para as futuras aquisições e padronização dos equipamentos a serem utilizados pela polícia militar e pelo corpo de bombeiro.

A norma apresenta em seus requisitos, critérios e definições sobre o RPAS, RPA (Aeronave Remotamente Pilotada), requisitos técnico-operacionais, logístico, tecnológicos e de fabricação, enlace de pilotagem, carga útil e piloto remoto.

Pela norma ficou a cargo do Grupamento Aéreo, em razão de sua especialidade na área aeronáutica, as seguintes responsabilidades:

1. propor aquisição de RPAS para o GRPAe e suas Bases;
2. estruturar núcleos de operação RPAS no Estado;
3. estabelecer procedimentos de inclusão nos núcleos de operações de RPAS da PM o Sistema de Gerenciamento de Segurança Operacional;
4. estruturar setor de controle técnico de manutenção para todos os RPAS adquiridos pela PM, e
5. efetivar e gerenciar os contratos de manutenção e firmar doutrina institucional acerca da utilização dos RPAS.

Uma norma importante e que certamente será utilizada para futuras aquisições e como modelo para outras organizações.

Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul realiza licitação para aquisição de 02 drones

A Secretaria de Segurança Pública do Mato Grosso do Sul, através da Coordenadoria de Processamento de Licitação, lançou o Pregão Eletrônico 037/2016 para aquisição de 02 (dois) Quadricópteros (drone) de pequeno porte para atender o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul – CBM/MS.

Segundo justificativa apresentada no edital, a aquisição dos drones será para uso nas ocorrências de salvamento e de combate a incêndios urbanos e rurais, como plataforma de observação e pequenas intervenções, bem ser usado em locais de difícil acesso e grande extensão.

Esse pregão foi fracassado na primeira seção pública realizada no dia em 14/10. Houve oferecimento de propostas de cinco fornecedores, com valores variando de R$ 32.000,00 a R$ 60.000.00. Na fase de lances nenhum licitante reduziu seus preços, além de existir conflitos de especificação do produto.

Foram publicados dois adendos com correções no edital e com novas datas de sessão pública. A data definida no 2º adendo foi o dia 17/11/2016, às 14:00h, através do site www.centraldecompras.ms.gov.br.


EDITAL – AQUISIÇÃO DE QUADRICÓPTERO (DRONE)

ATA DA 1ª SESSÃO

1ª REPETIÇÃO E 1º ADENDO

2º ADENDO


NOTAer realiza Seminário sobre Aeronaves Remotamente Pilotadas

Espírito Santo – A Secretaria da Casa Militar, por meio do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAer), promoveu no dia 28/09 o I Seminário Estadual sobre Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA), popularmente conhecidas como Drones. O evento foi realizado no Quartel do Comando Geral da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) e contou com cerca de 80 participantes de instituições públicas e privadas de todo o país, interessados em debater e trocar experiências sobre o tema.

O debate se desenvolveu durante todo o dia e enfocou os aspectos legais e regulatórios das novas tecnologias, além de ter possibilitado o compartilhamento das experiências práticas e operacionais em curso no país.

Seminário sobre Aeronaves Remotamente Pilotadas

Iniciando as palestras, o capitão da Força Aérea Brasileira (FAB) Jorge Alexandre de Almeida, representante brasileiro sobre o assunto na Organização da Aviação Civil Internacional (OACI), abordou a importância do acesso seguro ao Espaço Aéreo Brasileiro pelas RPA. O militar destacou os esforços das autoridades aeronáuticas do país em criar e manter atualizada a legislação específica ao tema, com o mesmo dinamismo com que surgem e evoluem as novas aeronaves e tecnologias. “Dessa forma visamos organizar o uso de tal aparato tecnológico, preservando a segurança do espaço aéreo e também das pessoas e os bens materiais em solo”, afirmou o capitão.

Em seguida, o major da Polícia Militar da Bahia Arlindo Bastos demonstrou o projeto do Sistema Autônomo de Reconhecimento Policial (SARP), em fase de implantação naquele estado.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo, maior operadora do país de aeronaves na Segurança Pública e Defesa Civil, foi representada pelos tenentes-coronéis Paulo Scachetti e Luis Biagioni. Os oficiais apresentaram a proposta de emprego operacional de veículos não tripulados nas atividades de Policiamento Ostensivo, Preservação da Ordem Pública e Inteligência Policial, além da utilização em Policiamento Ambiental no Estado de São Paulo.

Seminário sobre Aeronaves Remotamente Pilotadas

De acordo com o secretário-chefe da Casa Militar, tenente-coronel Daltro Ferrari, o emprego das novas tecnologias de RPA vai possibilitar ganhos em efetividade, tempo resposta e economicidade de recursos humanos e materiais, além de ampliar a segurança das operações. “O emprego das Aeronaves Remotamente Pilotadas poderá ampliar a atuação e até mesmo substituir os helicópteros do NOTAer em algumas operações aéreas já desenvolvidas no Espírito Santo, representando ganhos para a segurança pública e toda sociedade capixaba”, destacou Ferrari.

Participaram do evento representantes do Comando e do Batalhão de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de Minas Gerais, do Grupamento Aeromóvel da Polícia Militar do Rio de Janeiro, do Grupo Expedicionários Capixabas de Rádio Emissão e das empresas VALE, Petrobras e INFRAERO, Receita Federal e a empresa VIXFLY, além de integrantes do Comando da PMES.

Foto: Beto Morais/Secom.

Fonte: Governo do ES.

Presidente francês inaugura novo centro de pesquisa e desenvolvimento da Safran na França

François Hollande, presidente da França, inaugurou no dia 05/10 o novo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da Safran Eletrônicos e Defesa, em Eragny-sur-Oise, no norte de Paris. A nova instalação será o centro europeu que conduzirá as pesquisas relacionadas a navegação inercial e drones/vant táticos.

Acompanhando o Presidente Hollande na cerimônia de inauguração estavam Ross McInnes, Presidente do Conselho de Administração da Safran, Philippe Petitcolin, CEO da Safran, e Martin Sion, CEO da Safran Eletrônicos & Defesa.

A Safran, através da Safran Electronicos & Defesa (anteriormente designada como Sagem) iniciou este projeto em 2013 para consolidar em um único local todas as suas capacidades de pesquisa e desenvolvimento relativa a tecnologias sensíveis para a independência da França: sistemas de navegação inercial para aplicações militares e civis, sistemas de orientação de precisão, sistemas de informação táticos e sistemas de vigilância com drones de grande autonomia.

O Sistema Patroller

A planta de Eragny foi ampliada e modernizada, e agora abriga equipes e equipamentos da antiga fábrica de Argenteuil de Safran Eletrônicos & Defesa. A estrutura organizacional também foi modificada para reforçar sinergias interdisciplinares. O local agora conta com 1.200 colaboradores, três quartos engenheiros e gerentes, incluindo 42 cientistas doutores ou doutorandos.

A Safran investiu mais de 35 milhões de euros na expansão e modernização de suas instalações de Eragny-sur-Oise, em conjunto com as autoridades locais. Mais de 110 empresas trabalharam neste projeto, com mais de metade proveniente da grande Paris (Ile-de-France). O projeto aumenta a atratividade da região, e já inspirou duas novas empresas de projeto a estabelecer-se na área, ao mesmo tempo que aumenta as vagas de empregos na região.

Sessenta novos funcionários foram contratados em 2015, podendo a força de trabalho chegar a um total de 1.400 devido ao desenvolvimento por causa do desenvolvimento do novo drone/vant tático Patroller e de sistemas de guiagem e orientação.

Esta nova instalação Safran Eletrônicos & Defesa é dedicada à pesquisa e desenvolvimento, e seu trabalho é elegível para créditos fiscais de pesquisa. Capaz de produzir dezenas de patentes em um ano, será responsável por desenvolver grandes projetos aeroespaciais e de defesa, na França e nos mercados internacionais para os quais a Safran Eletrônicos e Defesa for contratante principal ou fornecedor do equipamento.

Após a cerimônia de inauguração, Philippe Petitcolin declarou: “A Safran continua a crescer e desenvolver sua presença na França e em todo o mundo com nosso novo centro em Eragny, com os seus 1.200 funcionários, estamos consolidando nossas atividades de pesquisa e desenvolvimento para melhorar a nossa competitividade em tecnologias sensíveis à independência tecnológica nacional, fornecendo bases sólidas para o desenvolvimento futuro. Através desta iniciativa, a Safran mais uma vez mostra que a liderança tecnológica está no centro da nossa estratégia, e reforça essa posição em todas as áreas de negócios”.

A Safran desenvolve e implanta tecnologias diferenciadas nas áreas de navegação, sensores ópticos, eletrônicos e de software de sistemas de segurança crítica, que atendem aos requisitos mais exigentes de plataformas que operam em terra, no ar, no espaço e no mar. A Safran é um dos principais desenvolvedores de uma série de importantes programas de defesa na França, na Europa e no o mundo.

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Fonte: Safran.

Mercado nacional de VANTs comerciais sofre com indefinições na regulamentação

O mercado mundial de Drones, segundo informações PwC publicado na Bloomberg será de 127 Bilhões de dólares em 2020. Notícias relativas ao crescimento do mercado americano, após a recente regulamentação, apontam para a criação de 100.000 empregos somente nos próximos anos (AUVSI).

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Mas nada disso poderá ocorrer no Brasil, pois os órgãos federais (ANAC e DECEA) não regulamentam o uso comercial de Drones / VANTs no Brasil. A regulamentação da ANAC, apesar de já ter passado por consulta pública e já estar finalizada desde o final do ano passado, ainda não tem previsão de entrar em vigor. O DECEA publicou em novembro de 2015 a ICA 100-40 que trata dos Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro, mas que atende em parte.

Segundo empresas nacionais, esta omissão apenas fomenta o mercado informal predatório sem a devida educação de segurança estimulando o contrabando indiscriminado de VANTs/Drones via países vizinhos chegando a patamares de 2 milhões de dólares por mês. Empresas legítimas de desenvolvimento e produção de VANTs / Drones simplesmente não podem “sobreviver” neste ambiente hostil criado pela omissão governamental Brasileira.

Esta situação levou a empresa Gaúcha SkyDrones, uma das maiores e mais antigas empresas desenvolvedoras e produtoras de VANTs no Brasil, a expor um poster de Manifesto Público ao invés de produtos na feira de defesa BID Brasil que ocorreu no final de setembro em Brasília.

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Drones preocupam pilotos aeromédicos nos EUA

Os pilotos de helicópteros especializados em missões aeromédicas estão preocupados com o aumento de voos com drones no interior e principalmente nos grandes centros urbanos dos Estados Unidos. As aeronaves não controladas podem se constituir em um perigoso obstáculo nas idas e vindas de transporte de pacientes, acidentados, médicos e enfermeiros.

Uma série de novas regulamentações do FAA (Federal Aviation Adminstration) está sendo criada para a garantir a segurança das aeronaves, o que parece não tranquilizar completamente os tripulantes que realizam missões de resgate e transporte de doentes ou feridos aos hospitais mais próximos.

Drones preocupam pilotos aeromédicos nos EUA

“Os drones são tão pequenos que é difícil localizá-los até que fiquem bem de frente da nossa aeronave. Mesmo assim, qualquer colisão pode ser catastrófica” afirma o enfermeiro-chefe da Medlink Air, responsável por helicópteros de emergência médica do Gundersen Health System.

Há pouco mais de um mês, o FAA divulgou a nova regulamentação para drones comerciais, que devem voar a no máximo 121 m (400 pés) altitude a velocidades inferiores a 160 km/h. Entretanto, ainda não existe uma forma segura de controlar e fiscalizar o voo de drones, o que não contribui para a diminuição de riscos para usuários do transporte aéreo. (PART 107 – SMALL UNMANNED AIRCRAFT SYSTEMS)

Os pilotos de helicópteros especializados em missões aeromédicas estão preocupados com o aumento de voos com drones no interior e principalmente nos grandes centros urbanos dos Estados Unidos. As aeronaves não controladas podem se constituir em um perigoso obstáculo nas idas e vindas de transporte de pacientes, acidentados, médicos e enfermeiros.

Uma série de novas regulamentações do FAA (Federal Aviation Adminstration) está sendo criada para a garantir a segurança das aeronaves, o que parece não tranquilizar completamente os tripulantes que realizam missões de resgate e transporte de doentes ou feridos aos hospitais mais próximos.

“Os drones são tão pequenos que é difícil localizá-los até que fiquem bem de frente da nossa aeronave. Mesmo assim, qualquer colisão pode ser catastrófica” afirma o enfermeiro-chefe da Medlink Air, responsável por helicópteros de emergência médica do Gundersen Health System.

Há pouco mais de um mês, o FAA divulgou a nova regulamentação para drones comerciais, que devem voar a no máximo 121 m (400 pés) altitude a velocidades inferiores a 160 km/h. Entretanto, ainda não existe uma forma segura de controlar e fiscalizar o voo de drones, o que não contribui para a diminuição de riscos para usuários do transporte aéreo.

Fonte: Aeromagazine Uol, Ernesto Klotzel.

Polícia holandesa utiliza águias para capturar drones

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A polícia holandesa informou nesta segunda-feira (12) que contará com um exército de águias para interceptar drones que sobrevoam zonas proibidas, convertendo-se na primeira força do mundo a adotar este método de caça milenar aplicado a objetos modernos.

“É uma solução ‘low-tech’ para um problema ‘high-tech'”, disse à AFP Dennis Janus, um porta-voz policial, antes de uma demonstração no terreno em uma academia de polícia no sul do país.

Águia usada para capturar drones é vista durante exibição na Academia Holandesa de Polícia em Ossendrecht, na segunda (12) (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Os animais serão utilizados em situações nas quais os drones representem um perigo para a população, durante eventos especiais, como uma visita de Estado, ou quando os pequenos veículos não tripulados voarem muito perto de aeroportos, por exemplo.

Águia usada para capturar drones é vista durante exibição na Academia Holandesa de Polícia em Ossendrecht, na segunda (12) (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)A série de testes e treinamentos, cujo objetivo era determinar a melhor maneira de interceptar drones, começou em 2015 e se revelou concludente. (clique e saiba mais)

“Nenhuma das águias ficou ferida, e nenhum dos drones sobreviveu”, garante Janus, rejeitando as acusações de maus-tratos aos animais feitas por alguns especialistas no início deste ano.

“As águias veem os drones como presas e os interceptam em voo para depois pousar onde se sentem seguras, com os drones entre as suas garras”, acrescentou.

“Ainda não encontramos outra solução para interceptar drones, mas continuamos explorando outras possibilidades mais técnicas”, como hackear um aparelho para tomar o seu controle ou utilizar redes transportadas por outros drones, afirma o porta-voz.

As aves utilizadas até agora provém de uma empresa especializada, mas a polícia já está criando suas próprias águias, que atualmente têm cinco meses de idade e que começarão a participar das operações no ano que vem.

Águia usada para capturar drones é vista durante exibição na Academia Holandesa de Polícia em Ossendrecht, na segunda (12) (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Fonte: G1, da France Presse.

Japoneses apresentaram na InterDrone 2016 vant capaz de carregar até 10 kg

A empresa japonesa Prodrone apresentou um drone equipado com braços eletrônicos capazes de apanhar e carregar objetos que pesem até 10 kg durante o voo.

O chamado PD6B-AW-ARM foi apresentado na Conferência Internacional de Drone – InterDrone 2106, em Las Vegas, que foi encerrada no dia 09 de setembro.

A InterDrone – Conferência & Exposição Internacional Drone, além de exposições, apresentou o seminário, “Considerações Legais e Regulatórias de Drones e UAVs” e é o maior evento na América do Norte dedicado a drones comerciais. A feira recebeu cerca de 4.000 participantes.

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O objetivo da empresa é ampliar o uso de drones para além da fotografia, filmagem e monitoramento. Por isso, acoplou dois braços eletrônicos que podem sustentar objetos por até 30 minutos.

Com isso, segundo a Prodrone, é possível transportar cargas, cortar cabos, acionar controles e manivelas, manipular objetos perigosos e até ajudar em salvamentos.

Especificações

– Entre a distância do eixo do motor: 1.450 milímetros
– Capacidade máxima de carga do braço: 10 kg
– Peso do drone: 20 kg
– Velocidade máxima: 60 km/h
– Altura do drone: 1,3 metros
– Voo possível c/ velocidade do vento: 10 m/s
– Diâmetro da hélice: 27 inch
– Tempo de voo: 30min
– Bateria: 22.2V / x2 16000mAh
– Voo possível pressões altitude: 5.000m
– Resistência à água: voo em tempo chuvoso

Confira o vídeo do equipamento:

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Fonte: ProDrone.

NOTAer organiza I Fórum Vants & Drones – Perspectivas de utilização na segurança pública

Espírito Santo – O Núcleo de Operações e Transporte Aéreo da Secretaria da Casa Militar do Governo do Espírito Santo (NOTAer) está organizando o I Fórum Vants & Drones – Perspectivas de utilização na área de segurança pública e defesa civil.

O evento acontecerá no dia 28 de setembro, das 9:00h às 18:00h, no auditório do quartel do Comando Geral, Av. Maruípe, nº 2.111, São Cristovão, Vitória, Espírito Santo.

O Fórum terá quatro painéis de discussão. No período da manhã, o primeiro será sobre Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas e o seu Acesso Seguro ao Espaço Aéreo Brasileiro que será ministrado pelo Cap Jorge Alexandre de Almeida Regis do CINDACTA II.

O segundo abordará o Projeto do Sistema Autônomo de Reconhecimento Policial (SARP) na Polícia Militar do Estado da Bahia e será apresentado pelo Maj PMBA Arlindo Bastos, do Departamento de Modernização e Tecnologia da PMBA.

No período da tarde, o terceiro painel será sobre a Utilização de Vants no Policiamento Ambiental da PMESP e será ministrado pelo Ten Cel PMESP Luis Gustavo Biagioni do Comando de Policiamento Ambiental (CPAmb).

O último painel falará sobre a Proposta de Emprego Operacional de Veículos Aéreos Não Tripulados nas Atividades de Polícia Ostensiva, Inteligência e de Preservação da Ordem Pública da Polícia Militar de São Paulo, e será apresentado pelo Ten Cel PMESP Paulo Luiz Scachetti Junior do GRPAe da PM de São Paulo.

Para fazer sua inscrição, você precisa enviar um e-mail para [email protected]. A inscrição é gratuita.

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Regulamentação de VANT da FAA entra vigor – PART 107

A nova regulamentação da FAA americana para operação de sistemas de aeronaves não tripuladas, conhecida como PART 107 – SMALL UNMANNED AIRCRAFT SYSTEMS, entrou em vigor em 29 de agosto de 2016, permitindo a operação de drones comerciais no EUA.

Regulamentação de VANT da FAA entra vigor

A regra muito aguardada aplica-se a VANT com menos 55 libras de peso (25 quilos) e permite operações comerciais dentro da linha de visada (Visual Line of Sight – VLOS).

A nova regra permite que os operadores certificados de VANT possam voar aeronaves durante o período do dia, em determinadas zonas ou áreas especificadas para operações específicas. Um operador que pretenda voar um VANT em espaço aéreo controlado terá que submeter uma aprovação prévia do órgão de controle do espaço aéreo.

Para voar operações comerciais fora destas especificações de locais e horário, a nova regra de VANT permite alguns desvios, baseado em em um estudo de mitigação dos riscos pelo operador. Os operadores que precisarem de autorização para operações específicas, como voos noturnos, além da linha de visada (Beyond Line of Sight – BLOS), acima de 400 pés e outros tipos específicos de operação, deverão solicitar a autorização da operação através do portal online do FAA.

Fonte: FAA e Aviation Today.

Maioria dos acidentes de drones é causada por falhas técnicas

Um estudo realizado pelos pesquisadores da School of Engineering e Edith Cowan University, dos Estados Unidos, revelou que, ao contrário do que muitos pensavam, a maioria dos acidentes causados por drones ocorreu por causa de problemas técnicos e não por erros humanos. A pesquisa, que analisou 150 acidentes de drones registrados entre 2006 e 2016, apontou que 64% das vezes os drones sofreram com falhas técnicas.

Maioria dos acidentes de drones é causada por falhas técnicas

Dos acidentes nos quais houve problemas técnicos com as aeronaves não-tripuladas, a maioria foi causada por falhas na comunicação do joystick de controle com o sistema inserido na aeronave pilotada remotamente. Uma das maneiras de reduzir a quantidade de acidentes causados por problemas técnicos nos drones é aperfeiçoar os sistemas e melhorar as legislações. Esse é o argumento de Graham Wild, um dos responsáveis pelo estudo.

“Aeronaves de grande porte, como as feitas pela Boeing ou Airbus, devem ter três versões do mesmo sistema disponível para a comunicação. Isso não acontece com os drones e ações como essa, que ajudam a reduzir os acidentes de aviões, podiam ser usadas para aumentar a segurança dos drones”, comentou.

Quanto à legislação, Wild explica que muitos acidentes com drones têm sido causados por conta da falta de leis que restrinjam o uso de aeronaves com menos de 25 kg, que nos Estados Unidos podem ser pilotadas sem nenhum certificado.

“Drones estão sendo usados para uma ampla gama de tarefas, e há uma série de atividades do dia a dia nas quais que as pessoas querem usá-los: entregar pizzas e encomendas, tirar fotos, combater incêndios e ações de busca e salvamento. É essencial para nossa segurança manter uma regulação nesta indústria crescente”.

Fonte: EurekAlert, via CanalTech.

 

Polícia Civil de Minas Gerais recebe drones do Projeto Monitoramento Aéreo

Minas Gerais – A Polícia Civil realizou, nessa terça-feira (6), na 4ª Região Integrada de Segurança Pública (4ª RISP) de Juiz de Fora, uma reunião com a imprensa, policiais civis e autoridades para a entrega oficial de dois drones (“Phantom 4”), do “Projeto Monitoramento Aéreo” da Polícia Civil.

O projeto culminou na aquisição de dois aparelhos conhecidos como “drones de espionagem”, para o 4º Departamento de Juiz de Fora, por meio de uma parceria com o Poder Judiciário, concretizada após reuniões realizadas com os juízes Evaldo Elias Penna Gavazza e Daniel Réche da Motta.

Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário.
Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário.

Os recursos para obtenção dos equipamentos foram originários de penas de prestações pecuniárias. Após o encontro, todos foram convidados a acompanharem um voo de demonstração das funcionalidades dos aparelhos, que possuem sistema de GPS, sensores, entre outras funções.

De acordo com o chefe do 4º Departamento de Polícia Civil de Juiz de Fora, delegado Eurico da Cunha Neto, os drones também serão utilizados no âmbito do 4º Departamento – que abrange as Regionais de Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina e Muriaé, bem como suas Áreas Integradas de Segurança Pública – em diversas situações, entre elas, aquelas operacionais, com monitoramento em tempo real de áreas de difícil acesso físico durante operações, também em perícias ambientais em caso de incêndio em uma aérea rural, para levantamento de informações, entre outras circunstâncias.

Durante as ações, os equipamentos serão monitorados por operadores que serão treinados durante todo o mês de setembro. Durante coletiva de imprensa, o delegado também ressaltou que, a partir de agora, a Polícia Civil vai poder firmar ainda mais parcerias com outros órgãos para utilização da tecnologia.

Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário. Foto: Jéssica Pereira.
Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário. Foto: Jéssica Pereira.

Para a delegada regional de Juiz de Fora, Patrícia Ribeiro de Souza Oliveira, essa iniciativa foi de extrema relevância. “Vai auxiliar nas investigações, principalmente nas operações, já que, muitas vezes, temos dificuldade em mapear locais de difícil acesso”, disse, complementando que vai contribuir também para identificação de locais, bem como rotas de fuga.

Segundo o juiz Daniel Réche da Motta, a importância dessa parceria é mostrar que a Vara de Execuções e a Polícia Civil estão trabalhando para resolver o problema da criminalidade na cidade. “De uma forma que não é só com força bruta, policiamento ostensivo, que também é necessário, mas precisamos também de fazer uma atividade de inteligência e, dessa forma, podemos envolver esse trabalho em apreensões maiores, em operações mais sofisticadas”, enfatizou.

Sobre o projeto

O “Projeto Monitoramento Aéreo” – elaborado pelo chefe do 4º Departamento, escrivão Leonardo Lesse Leal e investigadores Marco Aurélio Santiago e Wanessa Andrade Messias – tem como objetivo levar mais eficiência ao trabalho da Polícia Judiciária, aliando tecnologia ao cotidiano investigativo, visando incursões policiais pautadas no monitoramento prévio e estratégico, com tecnologia avançada de monitoramento em tempo real de áreas de difícil acesso físico.

Divulgação PCMG.

Grupamento Aéreo realiza curso de VANT na Universidade Anhembi Morumbi

O Curso Superior de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi ministrou pela primeira vez o Curso de Extensão em “Fundamentos de Engenharia Aeronáutica aplicada ao uso de ARP – Aeronaves Remotamente Pilotadas”.

O curso teve por objetivo proporcionar aos alunos uma formação mais completa, que une conceitos básicos de engenharia aeronáutica e aerodinâmica, legislação aeronáutica, prática de pilotagem e aplicações ligadas ao uso de ARPs, mais popularmente conhecidos por VANT/DRONE.

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Este curso foi ministrado para integrantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo, representados pelo policiamento ambiental, Corpo de Bombeiros e Grupamento de Radiopatrulha Aérea, procedentes de unidades do interior e da capital.

A Polícia Militar está desenvolvendo vários projetos ligados à utilização de “Drones” em suas diferentes áreas de atuação, que vão desde o apoio em ocorrências de incêndio, desmatamentos, reintegração de posse, policiamento urbano, buscas de pessoas perdidas, vigilância, entre outras ações típicas de polícia e de bombeiro.

O curso, além de proporcionar uma base em conhecimentos teóricos, propiciou prática de voo utilizando um Drone multimotor, pilotado por um instrutor com “rádio tipo duplo comando”.

O curso foi Coordenado pelo Prof Drº Edson Luiz Gaspar e contou com o Professor Tiago Giglio, docente do Curso de Aviação Civil e doutorando do ITA, Capitão Jorge, da FAB, vindo de Curitiba, que abordou aspectos da legislação aeronáutica aplicada aos Drones e o Instrutor de Voo Levy Angelo.

A intenção é finalizar este “projeto piloto” e passar a ofertar o curso aberto para alunos e público externo.

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Tópicos abordados no curso:

Módulo 1 – Introdução à Engenharia Aeronáutica
Módulo 2 – Tópicos de Aerodinâmica
Módulo 3 – Legislação e Acesso ao Espaço Aéreo Brasileiro
Módulo 4 – Anatomia de Aeronaves Remotamente Pilotadas de Asa Fixa e Asa Rotativa
Módulo 5 – Projetos Orientados à Requisitos
Módulo 6 – Tópicos de Mecânica do Voo e Desempenho de Veículos Aéreos Não Tripulados
Módulo 7 – Tópicos de Estruturas e Aeroelasticidade
Módulo 8 – Propulsão e Sistemas
Módulo 9 – Voo prático. Pilotagem e Aplicações de Drones Multirotores

Maiores informações com a Coordenação do Curso Superior de Aviação Civil da Universidade Anhembi Morumbi pelo e-mail [email protected], com Professor Gaspar

Fotos:

Fotos: Roberto Caiafa.

SAAB fará entrega de VANT à Polícia Sueca

A empresa Saab fará a entrega de três sistemas VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) à Polícia Sueca. Cada sistema é composto por veículos aéreos equipados com sensores diurnos e noturnos e uma estação de solo, além de peças de reposição, peças consumíveis, documentação, suporte técnico e treinamento.  O contrato entrará em vigor em 2016 até 2018.

A empresa de segurança e defesa Saab assinou um contrato com a Polícia Sueca para a entrega de três sistemas VANT. A entrega está prevista para este ano.

O sistema VANT selecionado pela Polícia Sueca é o aprovado veículo aéreo quadricóptero Qube, fornecido pela empresa americana AeroVironment Inc. O sistema será testado em operações pela Polícia Sueca durante 2016. Os VANTs serão equipados com câmeras digitais para a coleta de informações de áreas geográficas específicas, bem como, com sensores e tecnologias para a transferência de imagem.  A AeroVinronment já entregou sistemas semelhantes a forças policiais dos EUA e é a fornecedora de sistemas VANTs pequenos para o exército dos EUA e de mais de 30 países, incluindo as Forças Armadas da Suécia.

“Este movimento de fornecer sistemas não tripulados para o apoio de serviços governamentais nos dá uma boa base para avançarmos no desenvolvimento desta tecnologia. O contrato também fortalece nossos serviços de manutenção e suporte para o uso em segurança civil,” disse Jonas Hjelm, chefe de Serviços e Suporte da área de negócios da Saab.

A Saab possui vasta experiência com sistemas de veículos aéreos não tripulados. Desde meados de 1990, a Saab tem sido responsável pelos sistemas e suporte do UAV Ugglan, UAV Örnen e SUAV Falken das Forças Armadas Suecas.

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Fonte: Saab.

GRAESP inicia curso de operador de sistema de aeronave remotamente pilotada

Pará – Na manhã desta quinta-feira, 25 de agosto, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública do Pará realizou no auditório do Quartel do Comando Geral do CBMPA a aula inaugural do curso de piloto/operador de sistema de aeronave remotamente pilotada (RPAS), que tem o objetivo de capacitar servidores públicos para operar e monitorar esse tipo de equipamento.

GRAESP inicia curso de operador de sistema de aeronave remotamente pilotada

A turma está composta por 10 alunos, servidores militares (PM/BM) e civis da Secretária de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade – SEMAS. O curso acontecerá em dois momentos: O primeiro que está iniciou no dia 25/08, em Belém-Pa, sob a coordenação da Escola Internacional de aviação civil e o segundo momento que acontecerá no município de São Carlos, no estado de São Paulo, sob coordenação da empresa x-mobots.

A carga horária do curso será de 30h/a distribuídas nas instruções de simulador, montagem de aeronave, montagem de estação base, instrução para lançamento, decolagem e pouso, e revisão periódica. O curso será realizado no período de 25 de agosto a 30 de setembro, e os alunos serão habilitados nas instalações da Escola Internacional de aviação civil e no Grupamento Aero de Segurança Pública.

A aula inaugural contou com a ministração de uma palestra com o tema “O uso do espaço aéreo brasileiro por RPA (aeronave remotamente pilotada)”, proferida pelo Tenente Coronel CTA Plautílio, comandante do DTCEA (Destacamento de Controle do Espaço Aéreo).

O evento contou com a presença do Secretário de Segurança Pública, general Jeannot Jansen; do Comandante Geral do CBMPA, Coronel Zanelli; do Secretário da SEMAS, Luís Fernandes Rocha; Diretor do GRAESP, Tenente Coronel PMDF R/R Josilei Albino Gonçalves de Freitas; Diretora da Escola Internacional de Aviação Civil, Mara Rubia de Lima, entre outras autoridades civis e militares.

Fonte: ASCOM/CBMPA.

Fotos: Sargento Carlos Cesar.

Com auxílio de drone, PRF identifica balão caído na Serra do Mar em Morretes (PR)

Paraná – A Polícia Rodoviária Federal (PRF), a partir de imagens gravadas por um drone, identificou nesta segunda-feira (15) o objeto que caiu ontem (14) na Serra do Mar, em Morretes (PR). Ao contrário de algumas especulações iniciais, o objeto que caiu no meio da mata é uma espécie de balão não tripulado.

Drone utilizado pela PRF.
Drone “Phantom 4” utilizado pela PRF.

Por volta das 17 horas de ontem, a PRF havia sido acionada por usuários da rodovia BR-277 que teriam avistado um suposto paraquedas ou parapente caindo nas imediações do Viaduto dos Padres, na altura do quilômetro 41.

Ao chegar no local, à distância, os policiais rodoviários federais não conseguiram precisar a natureza do objeto.

A PRF acionou uma equipe do Corpo de Bombeiros, que cogitou iniciar uma incursão terrestre, mas, por conta dos riscos, adiou o início das buscas.

No início da manhã desta segunda, policiais rodoviários federais, utilizando-se de um drone da instituição, gravaram imagens do local da queda. As imagens atestaram que não havia vítima alguma na ocorrência.

Ainda não se sabe ao certo a procedência do balão. É possível que o objeto seja o mesmo avistado na manhã de domingo em Cubatão (SP). As imagens foram disponibilizadas pela PRF para o Corpo de Bombeiros de Morretes.

Imagem captada pelo drone da PRF.
Imagem captada pelo drone da PRF.
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Fonte: PRF.

Exército e Marinha utilizarão o VANT Horus FT-100 durante as Olimpíadas

Nos últimos meses, no aeródromo de Tremembé, interior de São Paulo, equipes do Exército e da Marinha realizaram treinamento do VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado) HORUS FT-100, adquirido com a empresa Flight Technologies – FT Sistemas para as ações estratégicas de monitoramento e segurança nas Olimpíadas.

Militares da Marinha e Exército realizando treinamento do VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) HORUS FT-100

Os equipamentos serão os únicos VANTS autorizados a voar durante os Jogos Olímpicos. O FT-100, categoria 1, pode ser empregado em missões de vigilância, monitoramento, detecção de alvos e levantamento de informações, bem como para ações especiais que demandam grande mobilidade e agilidade.

Foram treinadas 05 equipes e cada treinamento durou cerca de 25 dias. Além de aprender a operar o Sistema de Aeronaves Remotamente Pilotadas (SARP HORUS FT-100) e realizar o planejamento das operações em solo, realizaram também exercícios práticos de lançamento do VANT, pois seu lançamento é manual e demanda prática e perícia.

Militares da Marinha e Exército realizando treinamento do VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) HORUS FT-100

Segundo a empresa, os sistemas foram adquiridos, através de inexigibilidade ou dispensa de licitação, pelo Exército e pela Marinha, com base na Portaria nº 227 – EME, de 22 de Setembro de 2015, a qual aprovou  a padronização do SARP HORUS FT-100. A padronização é resultado do Parecer nº 04/2015 da Comissão Especial para a padronização de materiais de uso da Força Terrestre do Exército.

Em novembro de 2015, o Exército Brasileiro adquiriu, por dispensa de licitação, 03 SARP HORUS FT-100 pelo valor global de R$ 3.719.821,36. Cada sistema adquirido pelo Exército é composto de 02 HORUS FT-100 cada (VANT). O sistema possui ainda Estação de Solo para operação do VANT, câmeras giroestabilizadas com Sensor Dual EO/IR (Eletro Ótico e Infravermelho), suprimentos, treinamento para operadores, manutenção, assistência técnica e peças.

VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) HORUS FT-100 do Exército

Em março desse ano, a Marinha do Brasil também adquiriu 01 SARP HORUS FT-100 pelo valor de R$ 1.300.000,00. A compra foi por inexigibilidade. O sistema adquirido pela Marinha é composto de 02 HORUS FT-100 (VANT), uma Estação de Solo FT 100, 02 câmeras giroestabilizadas com Sensor Dual EO/IR (Eletro Ótico e Infravermelho – uma para cada aeronave), suprimentos, treinamento para operadores, manutenção e assistência técnica.

O VANT pesa de 8 a 10kg, possui uma autonomia de 90 a 150 minutos e em um alcance de 15 km. Como é um equipamento que segue requisitos militares para voo tático, ele realiza voo automático, ou seja, todo o planejamento do voo é feito em solo e ao ser lançado realiza o voo automaticamente. O controle pelo operador fica para a câmera termal instalada. Claro que o sistema possui o modo assistido, mas essa não é a regra da operação. Se for necessário o operador pode operar o VANT através dos sistema.

VANT (Veículos Aéreos Não Tripulados) HORUS FT-100 da Marinha

Texto e Fotos: Eduardo Alexandre Beni, Piloto Policial.

Secretaria de Aviação Civil publica Manual de orientação às Forças de Segurança para fiscalização de balões não tripulados

Para reforçar o combate à soltura dos balões não tripulados, também conhecidos como balões juninos, a Secretaria de Aviação Civil do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, publicou nesta quarta-feira (27) um manual com orientações para as forças de segurança pública detalhando as regras, os enquadramentos legais e as sanções para quem desrespeitar a legislação vigente. O documento é parte da campanha “Balão é coisa séria” e está disponível no site da Secretaria.

Manual de orientação às Forças de Segurança Pública para fiscalização de balões não tripulados

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Assim como os drones, aeronaves não tripuladas (leia o Drone-Legal), os balões juninos serão restritos durante a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016. O acesso ao espaço aéreo por esses artefatos não será autorizado, exceto dentro de áreas já estabelecidas e se tiverem autorização prévia do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA).

Segundo o coordenador-geral de Gestão da Navegação Aérea Civil, Max Dias, a soltura desses balões é considerada crime em várias situações, pois coloca em risco as aeronaves e os aeroportos, dificulta ou até inviabiliza a navegação aérea, conforme estabelecido no artigo nº 261 do Código Penal (Decreto Lei 2.848/1940).

“A soltura de balões mesmo aqueles sem fogo, ditos ecológicos, representa um real perigo para a aviação por manter como principais elementos de sua periculosidade a não controlabilidade, a ausência de visualização pelos radares/controladores de tráfego aéreo e a impossibilidade de interrupção do voo”, pontuou Dias.

Além disso, o coordenador-geral explica que, além de poder afetar a segurança operacional da aviação, esses artefatos podem acarretar mudanças não programadas na malha aérea, impactando a pontualidade de voos e do sistema como um todo, acarretando perdas econômicas significativas e degradando a qualidade dos serviços aos passageiros.

REGULAMENTAÇÃO – Tendo em vista a competência estabelecida, o DECEA criou regulamentação, em conformidade com recomendações da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), para que a soltura de balões livres não tripulados não se configure um risco ou ameaça à navegação aérea, imputando à mesma requisitos e obrigações, de acordo com a Instrução do Comando da Aeronáutica (ICA) 100-12, instrução que regulamenta as Regras do Ar, em seu Anexo B.

ENQUADRAMENTOS LEGAIS – Além da Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605) que proíbe a fabricação, a venda, o transporte e a soltura de balões que possam provocar incêndio; e do art. 261 do Código Penal Brasileiro (CP) que trata de crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, o Manual também apresenta outros enquadramentos como: apologia ao crime, dano ao patrimônio, lesão corporal, lesão corporal seguida de morte e lesão corporal culposa.

No caso de apologia ao crime, os responsáveis pela produção de vídeos, compilação e difusão de imagens de soltura de balões de ar quente não tripulados estão sujeitos à pena de detenção de três a seis meses ou multa; ou a associação criminosa (antigo crime de formação de quadrilha). Caso a prática dos crimes decorra em algum dano, como destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia, o CP prevê a pena de detenção de um a seis meses ou multa.

Na ocorrência de lesão corporal, a pena pode variar de detenção de três meses a um ano. Caso seja de natureza grave (incapacidade parcial), a reclusão pode ser de até cinco anos; se houver incapacidade permanente, a pena estipulada será de dois a oito anos. Para a lesão que resulte em morte, a pena será de reclusão de quatro a doze anos. Já a lesão corporal culposa, sem intenção, há previsão de pena de detenção de dois meses a um ano.

Fonte: Assessoria de Imprensa, Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.

GTA de Pernambuco faz estudo de viabilidade para uso de VANTs

Pernambuco – Conhecidos popularmente como Drones, os veículos aéreos não tripulados – VANT podem ser utilizados em diversos fins, como: monitoramento de linha de gás, monitoramento patrimonial, monitoramento de trânsito, avaliação de catástrofes naturais, plataforma de desenvolvimento de Sistemas, segurança pública, suporte aéreo para busca e salvamento, repetidor de telecomunicações, vigilância marítima, aérea e terrestre, ferramenta de inteligência e ferramenta de comando e controle (C2) .

GTA de Pernambuco faz estudo de viabilidade para uso de VANTs

Eles estão sendo sendo testados pelo SARP (Setor de Aeronaves Remotamente Pilotadas) do Grupamento Tático Aéreo – GTA.

O Protótipo utilizado foi montado com recursos próprios ( apenas para testes ) e utilizou uma controladora ” Open Source ” ( Código Aberto ) que viabiliza programação de recursos específicos avançados : Voo autônomo com demarcação de rota pré-definida , ” Follow me ” , ” Point of Interest ” , dentre outros , podendo ser gerenciados por Softwares e Aplicativos (Android) instalados.

GTA de Pernambuco faz estudo de viabilidade para uso de VANTs

Isso tudo faz parte de um Programa que visa aprimorar a segurança das Operações Policiais ( Plataforma de Observação ) , Resgate e Salvamento, etc.

“Os VANTS , que já são utilizados em vários Órgãos de Segurança, Defesa Civil, Bombeiros etc, no Brasil e no mundo, são excelentes ferramentas de apoio em diversas aplicações, trazendo maior segurança operacional a baixos custos. Outros modelos como Inspire 1 e Phantom também estão sendo testados até chegarmos a um modelo ideal que possa cumprir Missões ISR ( Reconhecimento , Vigilância e Inteligência) de curta duração a baixas altitudes”, disse o Ag. PC Francisco Augusto , Gestor da SARP.

GTA de Pernambuco faz estudo de viabilidade para uso de VANTs

Assessoria de Imprensa GTA-PE.

DECEA aprova acordo operacional entre o SRPV-SP e o Corpo de Bombeiros do RJ para uso de Drones

Rio de Janeiro – O Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP) e o Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (CBMRJ) assinaram, no dia 21 de julho, uma Carta de Acordo Operacional (CAOP) para acesso ao espaço aéreo por aeronaves remotamente pilotadas (RPA).

O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), que é o regulador dessas atividades, aprovou a CAOP que será denominada como Circular de Controle do Espaço Aéreo (CIRCEA 100-74), a qual flexibiliza o acesso ao espaço aéreo para as operações de RPAS do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro.

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O Acordo visa padronizar os procedimentos de uso dos RPAS pelo CBMERJ em prol da sociedade do Estado do Rio de Janeiro.

A partir de agora, o CBMRJ pode utilizar – com mais agilidade e segurança às suas operações – as RPA em missões em que haja urgência ou emergência na salvaguarda da vida humana ou na incolumidade do patrimônio público ou privado.

O Coronel Bombeiro Ronaldo Jorge Brito de Alcântara, comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro e secretário de Estado de Defesa Civil, afirmou que a instituição tem muita necessidade de operar RPA em suas missões e que, com o Acordo, vai atender a todas as legislações da FAB. “Somos a primeira instituição do poder público estadual a assinar esse acordo, o que nos torna orgulhosos, principalmente porque estamos às vésperas das Olimpíadas, quando poderemos precisar da utilização de RPA, permitindo que haja um tempo de resposta muito maior. Assim, turistas, atletas e a sociedade em geral serão atendidos da melhor maneira pelo CBMERJ”.

O Brigadeiro do Ar Luiz Ricardo de Souza Nascimento, chefe do Subdepartamento de Operações do DECEA, que assinou a aprovação da CAOP, afirmou que considera o evento um marco e parabenizou o corpo técnico pela coordenação do Acordo, que precisou de diversas reuniões para atender às necessidades do Corpo de Bombeiros, de acordo com as Normas previstas na legislação. “É um documento dinâmico, muito bem elaborado pelo Comitê RPAS. Vamos começar a operar de acordo com o descrito no documento, mas o dia a dia vai nos mostrar as necessidades que precisam ser ajustadas. Queremos fazer o melhor para as duas instituições” – afirmou o Brigadeiro.

As operações de RPAS pelo CBMERJ deverão ser realizadas exclusivamente nas operações em atendimento de urgência/emergência à salvaguarda da vida humana e do patrimônio, devendo ser exclusivamente conduzidas por militares habilitados, durante o serviço, conforme preconizado em Boletim Interno da Organização.

Na estruturação da operação RPAS, o CBMERJ deverá prover treinamento adequado aos militares envolvidos, habilitando-os a operarem o RPAS de forma segura, conscientizando-os dos possíveis riscos à navegação aérea, dentre outras atividades, como informar ao SRPV-SP os dados referentes aos operadores RPAS pertencentes ao CBMERJ.

Deverá, ainda, difundir aos operadores RPAS a necessidade de portar, durante as operações, as cartas visuais das Rotas Especiais de Helicópteros (REH) e Rotas Especiais de Aeronaves (REA) e carta do Corredor Visual Niterói, pertencentes à Terminal do Rio de Janeiro.

A partir de agora, o CBMERJ deverá informar os órgãos ATS responsáveis pelo espaço aéreo pretendido, fornecendo-os as informações referentes à operação a ser realizada, antes de iniciar a operação do RPAS.

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De acordo com o Coronel Aviador Eduardo Wanderley Mano Sanches, chefe do Serviço Regional de Proteção ao Voo de São Paulo (SRPV-SP), o DECEA vai prestar o Serviço de Informação de Voo e o Serviço de Alerta às aeronaves, de que se tenha conhecimento, próximas à área de operação do RPAS do CBMERJ.

O Acordo visa facilitar o emprego de RPA na missão do CBMRJ e permitirá uma celeridade nessas ações, inclusive nos Jogos Olímpicos, já que o Corpo de Bombeiros foi treinado e capacitado intensamente para responder, caso necessário, à demandas futuras. Por isso foi oportuno que o Acordo tenha sido assinado antes dos Jogos.

O Acordo é um marco para o DECEA, pois é o primeiro firmado com uma instituição de segurança pública estadual. Na área federal, o DECEA tem um acordo com o Departamento de Polícia Federal para a operação de RPAS (de grande porte) para vigilância da fronteira.

Acordo de VANT do DECEA com o CBMERJ

DECEA, por Daisy Meireles e CBMERJ.
Fotos: Fábio Maciel – ASCOM/DECEA.

IACIT faz demonstração de sistema bloqueador de drones adquirido pelo Exército

São Paulo – No dia 21 de Julho, no estádio municipal Martins Pereira, em São José dos Campos, interior de São Paulo, a empresa IACIT realizou demonstração de seu sistema de contramedida eletrônica (JAMMER) que, dentre outras aplicações, impede o voo de VANT`s e drones. O equipamento SCE 0100 é um produto 100% nacional. O sistema pode ser configurado conforme sua necessidade de cobertura, de frequência, potência de saída e formas de onda de sinais.

IACIT faz demonstração de equipamento anti drone adquirido pelo Exército
Foto: Eduardo Beni.

Foram utilizados diversos drones na demonstração, eles decolavam e realizavam seus sobrevoos, quando o equipamento de contramedida era acionado, os drones retornavam ao ponto de origem.

Quando há falha de comunicação, os drones possuem sistema automático de retorno ao ponto de origem ou pouso no local. Se ele não possuir esse sistema, o equipamento vai cair.

Um pouco mais sobre o JAMMER

Esse equipamento pode ser operado em qualquer local e permite bloquear ou interferir comunicações de Drones/SARP, Celulares, RCIED (dispositivos explosivos) e outros dispositivos que utilizem sinais de rádio frequência para comunicação.

Pode ser configurada uma ampla faixa de frequências de operação, compreendidas entre 20 MHz a 6 GHz e trabalha com potências de saída de 1W, 10W, 50W e 100W por canal (possui 6 canais). A fonte de energia do equipamento pode utilizar a rede elétrica, gerador ou bateria.

Além disso, nesse equipamento podem ser instaladas antenas em diversas configurações, ou no topo de estruturas ou em mastros portáteis.  A solução é composta por câmeras de vigilância, sensores de velocidade (radar) e sensores acústicos. As câmeras instaladas são fixas. Os pontos de fixação são definidos pelo operador e possuem sensor de movimento e infravermelho.

Todos os equipamentos trabalham integrados e se o JAMMER estiver acionado, o drone não vai nem chegar perto, seu celular ou rádio não vão funcionar e um artefato explosivo com sistema eletrônico pode ser desarmado. (saiba mais)

IACIT faz demonstração de equipamento anti drone adquirido pelo Exército. Foto: Eduardo Beni.
IACIT faz demonstração de equipamento anti drone adquirido pelo Exército. Foto: Eduardo Beni.

A aquisição dos equipamentos pelo Exército

A aquisição deste equipamento foi motivada pelo 1º Batalhão de Guerra Eletrônica (1º BGE), unidade que integra o Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX). (Pregão – 01/2016, Uasg: 160528)

O Pregão foi realizado em março de 2016 e prevê a possibilidade de compra de 08 sistemas interferidores, com capacidade de bloqueio de SARP/Drones e um treinamento. O processo licitatório foi realizado através de pregão eletrônico para registro de preços e a empresa IACIT Soluções Tecnológicas S.A. foi a vencedora do certame.

No início de junho, o Exército efetivou a compra de cinco equipamentos. Cada um saiu por R$ 448.228,50, totalizando R$ 2.241.142,50. O treinamento custou R$ 15.000,00. Eles serão utilizados nos Jogos Olímpicos e poderão ser instalados em qualquer lugar.

Se quiser saber mais sobre o equipamento e sobre a aquisição acesse o EDITAL de licitação.

IACIT faz demonstração de equipamento anti drone adquirido pelo Exército. Foto: Eduardo Beni.
IACIT faz demonstração de equipamento anti drone adquirido pelo Exército. Foto: Eduardo Beni.
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Texto e fotos: Eduardo Beni, Piloto Policial.

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