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Rio de Janeiro – Criado em 2010, o Programa Estadual de Transplantes do Rio de Janeiro já realizou cerca de 19 mil procedimentos nos últimos anos. Através do telefone 155 (Disque-Transplante) as pessoas recebem informações sobre doação de órgãos.

O PET realiza transplantes e captação de coração, fígado, rim, pâncreas, medula óssea, osso, pele, córnea e esclera (membrana que protege o globo ocular). A principal missão do PET é buscar o “sim” das famílias para salvar vidas por meio da doação de órgãos.

Na quinta-feira (02), dia do bombeiro, duas equipes do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar realizaram o transporte de um coração e um fígado para transplante. Os órgãos foram captados no Hospital Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, e para levá-los aos receptores foi preciso o emprego de dois helicópteros.

A equipe do helicóptero Bombeiro 02 transportou o fígado para paciente que aguardava o transplante no Hospital São José do Avaí (HSJA), em Itaperuna. O coração foi levado pelo Bombeiros 06 para ser transplantado em um paciente na cidade do Rio de Janeiro. A cirurgia já aconteceu e o paciente encontra-se em recuperação. Segundo a equipe médica do hospital, o transplante foi um sucesso.

Além das duas aeronaves utilizadas no transporte dos órgãos, permaneceram na Base Lagoa mais duas aeronaves com equipes completas para atendimento de ocorrências de salvamento e resgate e outra para transporte aeromédico.

Em 2020, o GOA já transportou mais de 45 órgãos. Em 2019, foram realizados 135 transportes, com 145,1 horas voadas; Em 2018, foram 105 transportes, com 155 horas voadas e em 2017 foram 64 transporte em 127,1 horas.

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