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ADRIANI JOSÉ DE SOUZA

INTRODUÇÃO

Conforme informado em nossos primeiros artigos, é muito importante que o profissional da Aviação de Segurança Pública conheça profundamente os conceitos fundamentais, para a correta e mais adequada forma de utilização dos seus equipamentos, os quais são parte integrante na operação de salvamento. E aqui trataremos sobre os equipamentos metálicos, mais especificamente os CONECTORES METÁLICOS.

São vários os modelos e marcas de conectores, que atendem às normas e especificações para salvamento existentes no mercado, como veremos mais adiante. Entre os equipamentos metálicos mais utilizados destacamos o MOSQUETÃO. Abaixo vemos um mosquetão delta de aço simétrico, com suas partes principais.

1: Eixo longitudinal; 2: Eixo transversal; 3: Trava de rosca; 4: Gatilho; 5: Dorso ou Espinha; 6: Nariz ou Bloqueio; 7: Dobradiça.

Este é um dos equipamentos metálicos mais utilizados em operações de salvamento e trata-se de um anel metálico ou presilha que possui múltiplas aplicações. O mosquetão é utilizado nas ancoragens (dentro e fora da aeronave). Usado como elemento de união entre a cadeirinha e o equipamento de freio (ou descensor), qualquer que seja, como conector entre as cordas e o equipamento que transporta a vítima (maca cesto, maca de montanha ou similar), etc.

1. MODELOS DE MOSQUETÃO

O tipo, o formato e o material variam de acordo com a destinação e uso. Da mesma forma a sua fabricação é feita em diversos materiais como aço carbono, alumínio, aço inox, dentre outros. Existem mosquetões com trava de rosca e com trava automática, além daqueles que não possuem travas, no entanto, são utilizados nas atividades esportivas, como a escalada.

Quando utilizado dentro da aeronave, o ideal é que sejam mosquetões com trava automática, em função da vibração existente, evitando que a rosca se abra involuntariamente. A abertura de um mosquetão é o espaço livre que resulta do deslocamento do gatilho para a colocação da corda ou outros mosquetões e equipamentos. Quanto maior o espaço aberto, maior a facilidade para o uso. O ideal é que tenham abertura mínima de 20 milímetros.

1. Mosquetão de alumínio; 2. Mosquetão delta de aço assimétrico; 3. Mosquetão com trava automática; 4. Mosquetão oval; 5. Mosquetão sem trava (uso esportivo)

É importante destacar também um outro tipo de conector metálico: a MALHA RÁPIDA, também conhecida como “quick link”, que é um elo metálico com uma porca sextavada que rosqueia ambas as extremidades do anel, fechando-o, com a característica de suportar esforços em quaisquer direções.

É importante salientar que, independente do modelo, os mosquetões são desenhados para suportar carga unidirecional ao longo do dorso, no eixo longitudinal e com a trava fechada, conforme a figura abaixo.

Direção das forças que podem incindir sobre o mosquetão

2. NORMAS E CERTIFICAÇÕES

As Normas Brasileiras Regulamentadoras (NBR) existentes versam sobre equipamentos de proteção individual e proteção contra quedas, sob o enfoque da segurança do trabalho, cuja fabricação, em conformidade com essas normas, é indicada pelo Certificado de Aprovação (CA). Embora atendam suficientemente aos ambientes de trabalho, como os da construção civil e da indústria, não contemplam atividades esportivas ou de salvamento, para as quais são consideradas inadequadas, razão pela qual valemo-nos de normas internacionais de consenso para especificação e aquisição de equipamentos.

2.1. National Fire Protection Association

A National Fire Protection Association (NFPA) é uma associação, independente, sediada em Massachussets – EUA, destinada a promover a segurança contra incêndio e outras emergências. Dentre diversas normas, a NFPA – 1983, Standard on Fire Service Safety Rope and Systems Components, revisada em 2001, versa sobre equipamentos de salvamento em altura utilizados por bombeiros e equipes de salvamento.

Esta norma estabelece a classificação de equipamentos de uso pessoal e de uso geral (para duas pessoas, também chamadas “cargas de resgate”).

A NFPA não certifica equipamentos; a certificação é realizada por laboratórios de teste independentes e idôneos, como o Underwrites Laboratories (UL), ou o Safety Equipament Institute (SEI).

Com base neste item orientamos que os mosquetões utilizados pela maioria das equipes de salvamento, na Aviação de Segurança Pública, estejam de acordo com esta norma e portanto devam ter essas informações gravadas no dorso do equipamento em baixo relevo.

2.2. União Internacional de Associações de Alpinismo

A União Internacional de Associações de Alpinismo (UIAA), sediada em Genebra – Suíça, estabelece normas para os equipamentos e a segurança dos montanhistas (de uso esportivo). A norma UIAA 121 trata especificamente desse assunto, com base numa norma européia, descrita a seguir.

2.2.1. Norma Européia – EN

Existem outras normas que tratam de equipamentos para atividades em altura, como as EN (Normas Européias), especificamente a EN 12275 de 1998, cuja fabricação nessa conformidade, é indicada por um número e pela chancela CE, que significa estar “conforme especificações”.

É importante salientar que os mosquetões sem informações gravadas em seu dorso não devem ser utilizados. Há reproduções em alumínio de baixa qualidade, com uso somente como chaveiros ou para pendurar coisas nas mochilas.

3. VIDA ÚTIL DO MOSQUETÃO

Vida útil é o tempo que o equipamento leva para perder suas características mecânicas, sem desgaste, ou seja, sem uso. Não existe, por exemplo, nenhum estudo científico, conhecido, sobre a vida útil dos mosquetões de alumínio (Al 7075), porém já tivemos casos de mosquetões com mais de 10 anos de uso, que mantinham suas características e romperam acima da carga estimada. Para os mosquetões de aço aconselhamos que, em condições normais de uso, sejam substituídos a cada 05 (cinco) anos, visto que sua utilização é constante em treinamentos, além da exposição às condições adversas quando em uso nas operações reais de salvamento.

4. RESISTÊNCIA DOS MOSQUETÕES

4.1.  Nas atividades de salvamento: segundo a norma NFPA 1983, a carga de uma pessoa é de 300 lbs (135kg) e a carga de resgate equivale a 600 lbs (270 kg), estes valores levam em conta o peso estimado de uma pessoa padrão mais os equipamentos de segurança. Esta norma prevê mosquetões de uso geral em aço, com resistência nominal de 4.000 Kgf, como o da figura abaixo.

4.2. Nas atividades esportivas: A norma EN12275 diz que a resistência é descrita em QuiloNewton (KN) ou DecaNewton (daN): 1 KN corresponde a 100 Kgf ou 100 Kg.

Há uma classificação, na norma européia, para cada tipo de mosquetão, conforme abaixo:

B (basic): para uso normal;
D (directional): uso com fitas expressas;
– X (oval) uso múltiplo: escalada, espeleologia;
– H (HMS ou pêra): para fazer segurança, para uso com nós (belaying);
K (klettersteig ou “Via ferrata”): para auto-segurança na via de escalada;  tem trava automática e abertura mínima de 21mm (todos os outros tipos têm abertura de 15mm);
Q (quick link): mosquetão para segurança extra, uso em espeleologia,  malha rápida (maillon rapide).

Mosquetões de uso esportivo (de alumínio, por exemplo) também podem ser utilizados nas operações de salvamento, no entanto, em condições de menor esforço ou carga, como em ancoragens auxiliares, auto-seguros ou linhas de segurança.

Uma das principais características a ser observada, a resistência do mosquetão deve estar inscrita no corpo do equipamento. As resistências são classificadas por tipo de mosquetão, conforme a norma EN12275, da seguinte forma:

Resistência longitudinal com o mosquetão fechado:
– X: 18 kN;
– K, Q: 25 kN;
– Outros tipos: 20 kN.

Resistência transversal com o mosquetão fechado:
– B, H, K, X: 7 kN;
– Q: 10 kN;
– D: não se aplica.

Resistência longitudinal com o mosquetão aberto:
– K: 8 kN;
– B, D: 7 kN;
– H: 6 kN;
– X: 5 kN;
– Q: não se aplica.

O mosquetão tipo K possui as seguintes exigências adicionais:
– abertura mínima de 21mm;
– resistência a pressão lateral (em torção) de 8 kN.

Assim, os valores médios para um mosquetão particular podem, por exemplo, ser de 22 kN, 8 kN e 10 kN (resistência longitudinal fechado, resistência transversal fechado e resistência longitudinal com o gatilho aberto, respectivamente).

5. CUIDADOS ESPECIAIS

Apesar de o mosquetão ser muito resistente, deve-se ter um cuidado muito grande com ele. Nunca deixe um mosquetão na areia, pois ele pode ficar difícil de abrir. Outro cuidado, e talvez o mais importante que deve-se tomar, é de não deixá-lo cair no chão. Se o seu mosquetão cair de uma altura de mais de 2 metros no chão, é aconselhável que você aposente-o.

Acontece que, ao cair, podem surgir microfissuras em sua estrutura, tornando-o perigoso. Então, não hesite em aposentá-lo. Afinal, a sua vida está em jogo. É difícil estabelecer se uma queda gerou algum dano estrutural no mosquetão. Para comprovar sua resistência, seria necessário um ensaio destrutivo – o que não serviria de nada! Ou um ensaio semelhante a um raio X para a identificação de microfissuras, porém o custo superaria o valor do mosquetão.

Quando o seu mosquetão sofrer uma pequena queda, faça uma inspeção minuciosa a procura de alguma marca profunda gerada pela queda, se for uma grande queda em uma superfície rígida, descarte-o. O mais importante é que se utilize o bom senso. Quando estamos lidando com a nossa segurança e a de outras pessoas não pode existir dúvida. Se não existir plena confiança no seu mosquetão, é melhor utilizá-lo em outra função que não envolva vidas de pessoas ou animais, como içamento de carga, por exemplo.

6. RECOMENDAÇÕES GERAIS

Mantenha seus mosquetões limpos e para os utilizados em atividades esportivas, mantenha-os sem arestas que possam danificar a corda. Para remover esta aresta use lixa grana 220-400, se isto não adiantar, destrua o mosquetão. Não guarde mosquetões esportivos danificados, você poderá usa-lo por engano e sofrer algum acidente durante a escalada. Sempre limpe e lubrifique os mosquetões após o contato com água salgada ou maresia.

6.1. Limpeza

Limpe o gatilho na região articulada, soprando o pó e a sujeira. Se uma limpeza adicional for requerida, lave o gatilho em água quente com detergente neutro. Enxágüe bem e lubrifique a articulação com pó de grafite ou WD-40. Retire o excesso de lubrificante, lembrando que o uso do pó de grafite, ou outro lubrificante seco, conserva a limpeza por mais tempo, impedindo o acumulo de sujeira. Mantenha todos os mosquetões longe de umidade ou maresia, equipamentos ou roupas úmidas e também agentes químicos.

6.2. Inspeção

Ao inspecionar o mosquetão, observe toda sua estrutura procurando detectar deformidades, amassamentos ou trincas. Observe ainda o alinhamento entre o bloqueio e o dorso do mosquetão e a tensão da mola da dobradiça. Cheque seus mosquetões regularmente e tenha certeza de que o gatilho abre e fecha apropriadamente. Se o gatilho não funciona apropriadamente, ou está torto, separe e descarte-o.

7. EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO

A seguir, a fim de exemplificar o presente trabalho, tem-se, abaixo, mosquetões e malhas rápidas em algumas de suas utilizações para um dos modelos de aeronave, configurada para salvamento:

 

Na próxima parte deste artigo trataremos sobre outros equipamentos metálicos de salvamento em altura. Aguardem…

Bons Voos ou escaladas!

Referências:

– MAS (Manual de Salvamento em Altura);
– Coletânea de Manuais Técnicos – MTB26-Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo;
– Arquivo Wikipedia;
– Arquivos da BRPAe Praia Grande-GRPAe São Paulo;
– Catálogos Black Diamond;
– Catálogo Edelweiss;
– Catálogo Climb High.

O autor é Major da Polícia Militar do Estado de São Paulo, comandante de aeronave do GRPAe/SP e especialista em salvamento em altura.

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16 COMENTÁRIOS

  1. Parabéns pela matéria. Acredito que colaboração de todos poderemos cada vez mais difundir os conhecimentos acerca das operações da aviação de segurança pública.

  2. Nossas Sinceras Congratulações em nome de toda a Equipe de Tripulantes Operacionais Multi-Missões da Coordenadoria Geral de Policiamento Aereo de MS, CGPA/SEJUSP-MS.

    Está máteria é sem dúvida alguma de relevante importância para o aprimoramento da eficiência e conhecimento de nossos operadores de equipamentos especiais.

    Desejamos muito Soa Sorte nobre Camarada, que Deus ilumine seu caminho e suas rotas. Bons voos.

    Sgt PM Fonseca
    Tripulante Operacional
    CGPA/SEJUSP-MS.

  3. Parabéns aos autores da matéria, excelente material de consulta para as equipes de salvamento que operam em aeronaves.Continuem nos dando o prazer de ler matérias tão bem escritas.

  4. Gostei muito do que li sobre os equipamentos metálicos, gostaria de saber se vocês tem publicações escritas, ou se mandam novidades via email. Sou sargento do Corpo de Bombeiros de Pernambuco e é muito bom termos um site com essa qualidade. Parabéns a todos, e um forte abraço

  5. MEUS PARABÉNS POR MATÉRIA TÃO IMPORTANTE NUM ASSUNTO QUE HOJE AINDA POUCO SE VALORIZAM NA AVIAÇÃO POLICIAL!

    SENDO TÃO IMPORTANTE O CONHECIMENTO, DOMINAR O ASSUNTO REFERENTE AO TRABALHO QUE SE EXECUTARÁ, ASSIM COMO AOS EQUIPAMENTOS E TÉCNICAS ENVOLVIDAS, VISTO QUE EM SE TRATANDO DE TRABALHOS EM ALTURA, ISSO ESTÁ DIRETAMENTE LIGADO A SEGURANÇA E PLENO SUCESSO DA MISSÃO.

    ESPERO QUE ASSIM, COM MATÉRIAS TRATADAS E ELABORADAS COM UMA SERIEDADE DE QUEM DOMINA O ASSUNTO, E ATINGINDO UM PÚBLICO ALVO QUE NECESSITA DESTE COMPLEMENTO PARA OS DIAS DE ATIVIDADES, SE PROCURE TAMBÉM PENSAR COM MAIS SERIEDADE NA FORMAÇÃO DOS OPERADORES DE EQUIPAMENTOS ESPECIAS E SE PASSANDO A EXIGIR QUE OS CANDIDATOS AOS CONCURSOS DE FORMAÇÃO POSSUAM O “CURSO DE SALVAMENTO EM ALTURA(CSALt)”, OU “ESTÁGIO DE SALVAMENTO EM ALTURA”, OU AINDO O “CABOS E NÓS”.

    ASSIM ESTAREMOS QUALIFICANDO MELHOR, PREPARANDO DE MANEIRA MAIS SÉRIA EM SE TRATANDO DE PESSOAL ALTAMENTO HABILITADO E ESPECIALIZADO PARA A EXECUSSÃO, MANUTENÇÃO, AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS, E INSTRUÇÃO DE TRABALHOS E SALVAMENTO EM ALTURA NA AVIAÇÃO POLICIAL E DE SEGURANÇA PÚBLICA.

    OBRIGADO E BOAS MISSÕES.

    ANDRÉ Luis de Castro Vieira
    Cb PM – PMESP
    Habilitado pelo CSALt/II-92;
    CURSO DE SALVAMENTO TERRESTRE I/97 – 2ºGBS/CB

  6. ONDE COMPRAR:
    Mola Mosquetão simétrica e assimétrica.
    Freio oito simples Aço e Alumínio.
    Cadeirinha de salvamento em fita.
    Capacete de Salvamento Montana.. ,

  7. Excelente essa matéria! Estou pesquisando muito sobre esse assunto. Sou grato por difundir esses conhecimentos que são de suma importância para todos que atuam na àrea de salvamento em altura. Aguardando por mais matérias interessantes como esta.

  8. Achei a materia muito boa, mas faço uma observação.
    1) Ao ler uma das cartas de serviço da EUROCOPTER do esquilo AS 350B2 vi que em nenhuma parte fala a respeito de utilização de mosquetão no gancho a não ser o tipo de olhau nas medidas e especificações que eles enformam devido a problemas de alijamento ja contatado.

    2) este modelo da foto vejo que quando os dois cabos forem tencionados ira acontecer um atrito entre os dois mosquetões e logo entre os dois cabos tento assim o risco de um desgaste vindo ate a romper o cabo. vi que pela foto o cabo que voces usam e o K2 de fibras importadas mas a montagem e nacional, e um bom cabo para a atividade aérea, mas nem se compara com os da MAMMUT………..abraços

  9. CAROS IRMÃOS DA AVIAÇÃO POLICIAL E DE DEFESA CIVIL, EM MINHAS VISITAS EM ALGUNS ESTADOS DA FEDERAÇÃO ENTRE UNIDADES MILITARES CONTATEI QUE DIFERENTE DE EMPRESAS INTERNACIONAIS ONDE NELAS EXISTEM BOMBEIROS INDUSTRIAL ELES USAM SOMENTE PEÇAS METALICAS FEITAS EM AÇO O PROFFISSINALISMOS DESSAS PESSOAS QUE ATUAL DENTRO DE TAIS ENPRESAS É TAMANHA QUE OS RESPONSAVEIS DE CADA EQUIPE ESTÃO EM CONSTANTES RECICLAGENS A FIM DE PASSAR O QUE DE MAIS NOVO PARA OS SEUS EMPREGADOS QUE ATUAM DIRETAMENTE NA AREA DE RESGATE EM ALTURA, VISLUMBRANDO TAL ATITUDE FOI QUE ENTENDI QUE ELES AGEM DA SEGUINTE FORMA: “PARA QUE TER MAIS UMA PREOCUPAÇÃO COM PEÇAS FEITO EM ALUMINIO, POIS, SABEMOS QUE AS MESMA ESTÃO SUJEITAS A QUEBRAR COMO GALHO SECO SE USADA DE FORMA ERRADA E SE TIVER MICRO FISSURAS INTERNAS DEVIDO A QUEDAS IVOLUNTARIAS E QUE DECIDIMOS USAR SOMENTE PEÇAS EM AÇO, EMBORA TAIS OBEJETOS EM NOSSA EMPRESA É CONSIDERADA UMA EPI, NÃO PODEMOS CORRER O RISCO DE PERDE UM FUNCIONARIO EM QUE INVESTIMOS E DEMOS TREINAMENTOS CAROS E TABEM É UMA FORMA DE VALORIZAR A VIDA DOS NOSSOS HOMENS E MULHERES”
    ____SENHORES SE ELES AGEM ASSIM POR QUE NOS TAMBEM NÃO COMEÇAMOS A DEIXAR AS PEÇAS DE ALUMINIO PARA QUEM QUER AGIR AMADORAMENTE E PENSARMOS PROFISSIONALMENTE E NA INTEGRIDADE DA VIDA HUMANA NO CASO A NOSSA TPOs……….PROCUREI ENTENDER TAL FATO E ATÉ MESMO SIMULEI UMA COMPRA EM UMA GRADE REDE DE LOJAS ONDE VENDE ARTIGOS PARA RESGATE E O VENDENDOR ME ACONSELHOU A NÃO COMBINAR AÇO COM ALUMINIO…ME ACONSELHOR POIS USAMOS CINTURÃO DE RESGATE PROFISSIONAL ONDE O PONTO DE ANCORAGEM E FEITO EM AÇO…..E JÁ PROCURANDO UM FISICO O MESMO DISSE QUE SÃO MOLECULAS DIFERENTES UMA SUPERFICIE PODE DANIFICAR A OUTRA,,,,,,,,,,ENTAÃO PERCEBI QUE REALMENTE TINHAMOS ALGUMAS PEÇAS DE ALUMINIO AQUI QUE ESTAVAM EM CONTATO DIRETO COM PEÇAS DE AÇO E ELA ESTAMA AMASSANDO A DE ALUMINIO AOS POUCOS….HJ CONFORME EXPERIENCIAS E USANDO O MANUAL MTB-26 DO BOMBEIRO/SP E QUE SÓ USAMOS AÇO EM NOSSAS OPERAÇÕES E AS EPIs DE CADA TPO…………….ABRAÇOS

  10. Mais um excelente assunto para outro artigo que você pode nos enviar…
    Não se intimide, seu conhecimento deve ser compartilhado…
    É assim que fazemos aqui… Divulgamos os artigos no site e aguardamos as críticas. Dessa forma todos concorrem para um aperfiçoamento contínuo da segurança operacional.
    Abraço.

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