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Governo do Acre recebe novo helicóptero para missões de resgate e combate ao crime

Acre – Obedecidos todos os trâmites legais, o novo helicóptero do Governo do Estado decolou na segunda-feira (07), da cidade paulista de Ribeirão Preto, em direção ao Acre. A previsão é que a aeronave modelo AS 350 B2 (Esquilo) chegue em Rio Branco na próxima quinta-feira, 10, após percorrer cerca de 2,5 mil quilômetros.

A informação foi confirmada pelo próprio governador Gladson Cameli. O gestor liderou e acompanhou todo processo que culminou na autorização da Justiça Federal em São Paulo para que o governo acreano utilize o helicóptero em missões de resgate de pacientes em regiões de difícil acesso e no enfrentamento ao crime, sobretudo, nas regiões de fronteira com Bolívia e Peru.

Cameli destacou que o suporte de mais uma moderna aeronave é fundamental para atender a população que vive em locais longínquos e será essencial para o combate de ilícitos transfronteiriços. O gestor lembrou ainda que o helicóptero não custou nada aos cofres do governo.

Governo do Acre recebe novo helicóptero para missões de resgate e combate ao crime. Foto: Diego Gurgel/Secom

“Estou muito feliz por saber que todo nosso esforço valeu a pena e que este helicóptero chegará ao nosso estado nos próximos dias. Fico mais feliz ainda por ter a certeza que esta aeronave vai ajudar a salvar muitas vidas e também será estratégica para o nosso Batalhão de Fronteira atuar combatendo crimes como tráfico de drogas e armas. Em menos de um ano de governo, esta já é a segunda aeronave que conseguimos para o Acre a custo zero e vamos continuar trabalhando com essa mesma dedicação para aumentar a nossa frota”, enfatizou o governador.

Com capacidade para transportar quatro passageiros e dois tripulantes, a cessão do helicóptero foi confirmada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) em junho deste ano e concluída no último mês de setembro após o Tribunal Regional Federal da 3ª Região confirmar a seção de uso ao Estado do Acre.

Em apenas dez meses, graças ao esforço do governador Gladson Cameli, a frota de aeronaves do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) triplicou. No início do ano, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) cedeu um avião bimotor Sêneca III com capacidade para sete passageiros e um tripulante que chegou ao Acre no fim de agosto e já está sendo utilizado nas mais diversas missões.

“Agora temos três aeronaves, duas adquiridas nesses 10 meses da nova gestão. O governador mostrou que mesmo com pouco recurso, mas com muita garra e força de vontade, é possível fortalecer a estrutura do estado”, destacou o coronel Cleiton Almeida.

Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre completa 10 anos

Acre – Criado oficialmente em 11 de setembro de 2009, a fim de modernizar as atividades operacionais da Segurança Pública, o Centro Integrado de Operações Aéreas do Acre (Ciopaer) completou este mês 10 anos. Ao longo da década foram mais de 300 missões cumpridas, sem quaisquer registros de incidentes.

Atualmente com uma equipe técnica de 18 homens compostos por pilotos, copilotos, mecânicos e tripulantes armados, todos integrantes das forças de segurança do Estado, o Centro Integrado de Operações Aéreas começou os trabalhos utilizando-se apenas de um helicóptero, adquirido com recursos da União, o chamado Harpia 01.

Em 2011, avançou conquistando seu espaço físico, com pista em anexo ao Aeroporto de Rio Branco. Realizou a capacitação de profissionais com cursos fora do estado e, este ano, ganhou mais uma aeronave, doada pela Polícia Rodoviária Federal, que já começou a dar reforço as ações de interesse público para proporcionar serviço de melhor qualidade.

Centro Integrado de Operações Aéreas completa 10 anos promovendo segurança pública. Foto: Odair Secom

“Ao longo desses 10 anos é claro que tivemos grandes avanços, mas é bom que se destaque o que aconteceu nos últimos sete meses. Em pouco tempo ganhamos um avião bimotor, consolidamos as parcerias com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e também com a Secretaria de Meio ambiente para a fiscalização de crimes ambientais. Para os próximos meses o governador já nos deu um indicativo e devemos receber, ainda, a doação de mais um avião e outro helicóptero para otimização dos serviços. Hoje, com certeza, temos muito o que comemorar”, disse o comandante do Ciopaer, coronel Cleiton Almeida.

Mais que voar, cada saída de aeronave do hangar carrega consigo uma história. O risco sempre é alto e nos céus não pode haver erros. “Lembro da primeira ocorrência que atendemos nas proximidades de Manoel Urbano. Eram duas pessoas vítimas de acidente de trânsito e nos deslocamos para fazer o resgate.

Tive que ir ao pronto-socorro pessoalmente para informar que lá chegariam feridos em um helicóptero e todos ficaram surpresos. Pousamos onde hoje é a churrascaria do Oscar. Foi inédito, todos acompanharam entusiasmados a chegada da aeronave que começava ali sua trajetória”, lembrou coronel.

Centro Integrado de Operações Aéreas completa 10 anos promovendo segurança pública. Foto: Divulgação

Entre as muitas histórias o Harpia 01 foi fundamental em momentos críticos vivenciados pelo Estado, a exemplo da enchente do rio Madeira em 2014 que deixou o Acre isolado do resto do país e, também, da enchente histórica do rio Acre, em 2015, deixando centenas de famílias com suas moradias debaixo d’água. O helicóptero foi utilizado para resgate e salvamento de pessoas, além de distribuir água e alimentos aos desabrigados.

Profissional atuante nas operações aéreas desde a criação do centro, o piloto Erivan Santana destaca que é o tipo de serviço que exige controle psicológico, preparo, muita coragem e sintonia entre os operadores, se todos os integrantes essenciais não estiverem prontos a aeronave não decola.

“Aqui não tem margem para erro. Quando decola, tudo tem que estar 100%. Se acaso não estiver, não decola. Um erro e podemos pagar com a própria vida. Tem que gostar, tem que estar em perfeita sintonia, desde o cidadão que presta serviço de manutenção, ao piloto, tripulante e mecânico, o risco sempre existe”, destacou Santana.

CIOPAER do Acre e SAMU socorrem jovem indígena da Aldeia Nova Fronteira para Feijó

Acre – Com a utilização da aeronave Harpia 01, a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizou na tarde de terça (30), mais um resgate aéreo em local de difícil acesso. Na ocasião, o paciente A.L.K, 14 anos, foi conduzido da aldeia Nova Floresta, localizada às margens do Rio Envira, para Feijó.

“Nós recebemos essa demanda pela regulação do SAMU e de pronto uma equipe da CIOPAER fez o translado do paciente até o município de Feijó. Da aldeia até Feijó, nas condições de vazante que o rio apresenta, o paciente levaria dez dias para chegar, mas com o uso da aeronave conseguimos chegar na capital em duas horas de voo”, explicou o tenente coronel Alzeniro Fontes.

De acordo com informações do médico Pedro Pascoal, o adolescente indígena apresenta quadro clínico caracterizado por edema generalizado, ânsia de vômito, falta de apetite, palidez cutânea e dificuldade para respirar.

“Devido ao quadro clínico delicado, optamos por entubar o paciente para fazer um transporte tranquilo, e posteriormente ele dará entrada na emergência pediátrica do Pronto Socorro, onde serão feitos diversos tipos de sorologia para investigação no quadro de hepatite, verificar o real motivo dos sintomas apresentados” finalizou.

Em parceria com o SAMU, helicóptero Harpia 01 será utilizado no atendimento aeromédico no Acre

Ascom Acre

Acre – O helicóptero João Donato terá mais uma finalidade, durante a gestão do Governador do Estado do Acre, Gladson Cameli. A partir dos próximos meses, a aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) será utilizada para suporte aéreo do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), no transporte de pacientes de um município a outro.

A mudança é uma das ações prioritárias implantadas pelo novo governo e foi anunciada pelo secretário de Saúde do Estado, Alysson Bestene, em entrevista concedida ao programa Resenha Aldeia, no dia (21).

”O helicóptero vai trabalhar em parceria com o SAMU para fazer ações de urgência e salvar vidas em todo o Estado. A ideia é que ele chegue nas comunidades mais distantes da nossa capital”, destaca Bestene.

As operações, segundo o secretário, irão reduzir os custos com fretamento aéreo para situações emergenciais de atendimento a população acreana, que até então, gerava altos custos no orçamento da saúde estatal.

O gestor frisou ainda que não tem uma data específica para o Harpia 01 começar as operações, mas destacou que a equipe está acelerando o processo para que a partir de março comece a operar nos 22 municípios acreanos.

“Estamos trabalhando para melhorar o atendimento a nossa população, sobretudo, as mais necessitadas, aquelas que vivem nas zonas rurais, os ribeirinhos e agricultores. A aeronave vai nos auxiliar nessas ações”, enfatiza.

Transporte terrestre

Outra medida adotada pela SESACRE é relacionada ao transporte terrestre de pacientes em tratamento de câncer para o município de Porto Velho, Rondônia. De acordo com Bestene a parceria com o Corpo de Bombeiro, que fazia esses deslocamentos, será retomada ainda este ano.

” Assim que o orçamento abrir, reativaremos essa parceria para que o ônibus com os profissionais do Corpo de Bombeiro, possa fazer esse transporte das pessoas que precisam fazer tratamento fora de domicílio”, ressalta.

Helicóptero da Segurança Pública Hárpia 01 volta às atividades

Acre – A aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) da Segurança Pública está de volta aos ares acreanos. Ontem, o Hárpia 01 deu seu primeiro sobrevoo, após o período em que esteve baixada em decorrência da troca completa das pás do rotor principal, além de uma manutenção de rotina após 600 horas.

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“Nos próximos dias, vamos buscar conciliar as ações de combate às queimadas e preservação ambiental dentro da operação 7 de Setembro, além de reforçar as ações policiais em todo o Acre”, disse o subcoordenador do Ciopaer, Nayck Trindade.

Causado por desgaste decorrente de pousos e decolagens em áreas restritas (com areia e pedriscos), as pás do Hárpia 01 precisaram ser trocadas. Segundo o subcoordenador do Ciopaer, devido à ausência de empresas do setor no Acre e em estados vizinhos, foi necessário transportar os equipamentos em caminhão fretado até Minas Gerais. A burocracia dos procedimentos legais para tal serviço, bem como a greve dos caminhoneiros, atrasaram a demanda.

“Mas, durante este período em que a aeronave estava baixada, estivemos realizando treinamentos, além da participação todas as noites nas operações Visibilidade, que tem como foco a presença policial nas ruas e assim inibir a criminalidade. Agora, seguiremos colaborando mais ainda com nossas atividades aéreas”, completou Nayck Trindade.

Aniversário de 9 anos

Seja no patrulhamento policial ou na prestação de socorro e resgate aéreo, além do apoio às ações de defesa civil e ambiental, a tripulação do Hárpia 01 está sempre à disposição.

Em 11 de setembro de 2009, o Centro Integrado de Operações Aéreas da Segurança Pública foi criado pelo governo do Estado por meio do decreto estadual nº 4.564. Desde então, foram 2.463 horas de voo, entre patrulhamentos e ações de defesa civil, proteção ambiental e saúde. Só chamados de resgates e buscas a pessoas, por exemplo, foram 300 voos.

Um mecânico a caminho

Durante 4 anos, o sargento da Polícia Militar Raiele Barbosa estudou para se tornar o primeiro mecânico das forças de Segurança Pública do Acre. Composta por 4 cursos divididos em módulos que vão desde os motores, estruturas à parte eletrônica das aeronaves, a formação é complexa e exige muita dedicação.

“Comecei por conta própria e decidi investir nisso. Depois recebi o apoio do Estado. Concluí em maio deste ano todas essas formações. Após 4 anos de estudos, fiz a prova e me credenciei junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e agora tenho a licença completa. Além da satisfação pessoal de realizar um sonho, é um privilégio poder contribuir com essa área tão importante para o serviço público”, explicou Barbosa.

A cada sete dias ou dez horas de voo, é necessário que a aeronave passe por uma inspeção assinada por um mecânico. Manutenções de 100 horas de voo poderão ser feitas por esse profissional.

A ausência na Região Norte de empresas especializadas do ramo aeronáutico, mais especificamente para helicópteros, e a burocracia da administração pública, são duas das maiores dificuldades sempre quando é necessária uma manutenção no Hárpia 01.

Agora, com a possibilidade de ter um mecânico à disposição do Centro Integrado de Operações Aéreas, o Estado pode economizar com o custeio e a manutenção do helicóptero, o que acarreta em mais segurança para os voos e menos tempo com a aeronave baixada.

Fonte: Página20

Ciopaer do Acre deve retomar ações com Harpia 01 dentro de um mês

Acre – Muitas são as funcionalidades do helicóptero Harpia 01 para o Centro Integrado de Operações Especiais (Ciopaer) da Segurança Pública do Acre, sobretudo no cumprimento de sua maior missão: servir e proteger. Atualmente, a aeronave passa por manutenção preventiva e corretiva e só deve voltar às atividades em um prazo estimado de 30 dias.

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De acordo com o major da Polícia Militar do Acre e coordenador do Ciopaer, Samir Freitas, a intervenção precisou ser feita pela necessidade de troca das pás e outros componentes, além de nova pintura e balanceamento, para resguardar a segurança da tripulação e garantir a durabilidade da aeronave.

A ausência na Região Norte de empresas especializadas do ramo aeronáutico, mais especificamente para helicópteros e a burocracia da administração pública, são duas das maiores dificuldades sempre quando é necessária uma manutenção no Hárpia 01.

“Assim que detectamos a necessidade, contatamos a empresa responsável para a execução dos serviços, e em seguida fomos surpreendidos pela greve dos caminhoneiros, o que atrasou o envio do nosso material para o estado de Minas Gerais, local em que fica situada a única empresa autorizada para esse tipo de reparo”, explica o major Samir Freitas.

Ele informa também que em toda a vida operacional da aeronave deve haver periodicidade nas revisões de sistemas e subsistemas e o Estado tem buscado se ater ao cumprimento das diretrizes do órgão regulamentador de aeronavegabilidade no país, mesmo que os serviços de reparo sejam bastante complexos. “Essas diretrizes são emitidas pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, portanto, obrigatórias”, acrescenta.

Balanço das ações

Com uma equipe bem treinada, a tripulação do Ciopaer já coleciona boas histórias de seus 11 anos de atuação no estado. Instituído por meio do decreto estadual n° 4.564, foi criado para modernizar as atividades operacionais da segurança pública, com vista à maximização das ações aéreas, seja no patrulhamento policial ou na prestação de socorro e resgates.

Do ano passado até o início de 2018, foram mais de 160 horas de voo, entre patrulhamento, resgates aeromédicos, operações de Defesa Civil e Ambiental, além de outras ações.

Fonte: Página 20 e Gazeta do Acre.

CIOPAer do Acre segue cumprindo sua missão de salvar e proteger

Acre – Seja onde for ou qualquer que seja o desafio, salvar vidas é a maior das missões do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) da Segurança Pública, que há 11 anos desenvolve importante trabalho em todo o estado.

Bem treinada, a tripulação coleciona uma série de histórias bem sucedidas que foram possíveis com a intervenção do helicóptero Harpia 01. Nesta semana, por exemplo, uma equipe foi acionada para fazer o resgate de um casal de idosos próximo ao Jordão.

Paciente sendo retirado da aeronave. Resgate na cidade de Sena Madureira. (Foto: Assessoria Sesp)
Paciente sendo retirado da aeronave. Resgate na cidade de Sena Madureira. (Foto: Assessoria Sesp)

O chamado não tratava apenas de um município distante, mas de um local de mata fechada. O acesso era difícil, já a vontade de salvar era maior. De acordo com o major da Polícia Militar do Acre (PMAC) e coordenador do Ciopaer, Samir Rogério, uma estrutura de operação precisou ser montada para o deslocamento da capital até o município. “E deu tudo certo no final, mais uma vez”, conta.

Do Jordão até o local, foram 40 quilômetros percorridos pelo casal, sendo quatro horas de barco e mais seis horas de caminhada entre subidas e descidas.

Segundo os relatos, tratara-se de uma atividade religiosa da qual participavam. Desidratados pela falta de alimentação, ficaram em meio à floresta, sem condições de retorno.

Treinamento com o helicóptero Harpia. Foto: Luciano Pontes.
Treinamento com o helicóptero Harpia. Foto: Luciano Pontes.

“Primeiro fizemos um sobrevoo na região, mas não conseguíamos identificar a área, que era bastante restrita e com quase nenhuma visibilidade, muito menos possibilidade de pouso. Até que avistamos uma clareira feita por uma equipe no meio da mata e conseguimos seguir com a missão de resgate”, explica o major.

Os idosos foram resgatados, submetidos a procedimentos médicos e entregues à família. Graças ao empenho da equipe, foi mais uma história com final feliz.

Outras ações

Visando a modernização das atividades operacionais da Segurança Pública, o Ciopaer foi instituído por meio do decreto estadual nº 4.564 para maximizar a otimização das ações aéreas do Acre, seja no patrulhamento policial ou na prestação de socorro e resgate aéreo.

Em 2017, foram mais de 160 horas de voo, entre patrulhamento, resgates, operações e defesa ambiental e outras ações.

Agência de Notícias do Acre, por Rayele Oliveira.

Mulher resgatada em Manoel Urbano reencontra equipe do Helicóptero João Donato

Acre – Vítima de um acidente de carro na estrada, Giuliana Santi agradeceu empenho dos tripulantes que salvaram sua vida.  A manhã do dia 23 de dezembro ficará marcada na vida da família Santi. A equipe do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Acre, junto com representantes da Secretaria de Segurança Pública, chegou de surpresa para uma visita de confraternização a bióloga Giuliana Santi 23, sobrevivente de um gravíssimo acidente rodoviário dia 14 de setembro deste ano, próximo ao Município de Manuel Urbano.

MPF abre inquérito para investigar compra de helicóptero no Acre

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou inquérito civil para investigar a possível prática de ilícitos pela empresa Helicópteros do Brasil S.A. (Helibras) no âmbito do processo licitatório (pregão) de compra de um helicóptero pelo governo do Acre.

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