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Receita Federal usa helicóptero para fiscalizar terminais aduaneiros e imóveis em São Francisco do Sul e Itapoá

Os servidores fiscalizaram uma área de 135 km2, de helicóptero, nos dias 25 e 26 de julho.

Santa Catarina – As equipes da Receita Federal de São Francisco do Sul e da Divisão de Operações Aéreas (Dioar) realizaram uma ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis, em São Francisco do Sul/SC e Itapoá/SC, nos dias 25 e 26 de julho.

Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.
Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.

O objetivo da operação foi constatar alterações nas áreas dos terminais alfandegados e dos armazéns de cargas, verificar a existência de novos imóveis, entres outras atividades, incrementando assim a presença fiscal, além de aumentar a percepção de risco na área de atuação da Inspetoria de São Francisco do Sul.

Durante os voos, foi possível alcançar as áreas de fundeio dos portos e outros 25 alvos, com rapidez e eficácia, economizando tempo, recursos humanos e financeiros. Além disso, a fiscalização de navios distantes, a dezenas de quilômetros da costa, seria completamente inviável sem o apoio aéreo.

Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.
Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.

No decorrer da operação, foram avistados dois iates navegando de maneira irregular em área de atracação nos portos das duas cidades. Os proprietários serão notificados e os terminais intimados a esclarecer a situação para as medidas cabíveis.

A operação também permitiu identificar imóveis de alto padrão em áreas nobres onde foram identificados pelo menos quatro imóveis novos que carecem de regularização previdenciária.

Foram vistoriados, no total, 135 km2 de área alfandegada, retroárea (retroporto) e área de fundeio.

Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.
Refeita Federal realiza ação de fiscalização de terminais aduaneiros, armazéns de carga e imóveis. Foto: Divulgação DIOAR.

Helicóptero da Receita Federal em operação conjunta flagra contrabando de cigarros no Rio Paraná

Paraná – Na noite de 10 de julho, o helicóptero (PR-RFC) da Divisão de Operações Aéreas da Receita Federal (DIOAR) tripulada por dois auditores fiscais da DIOAR, um analista tributário (RF10) e um agente da Polícia Federal (NEPOM FOZ), flagraram vários barcos carregados de cigarros transpondo clandestinamente a fronteira do Paraguai com o Brasil pelo Rio Paraná.

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Os barcos foram acompanhados discretamente a quilômetros de distância com a câmera infravermelha da aeronave até a margem brasileira, onde os cigarros foram descarregados e transportados pela mata fechada por um bando numeroso de carregadores.

Os contrabandistas levaram a carga até um veiculo que foi seguido até uma garagem, onde, sem sucesso, tentou se ocultar. Os ocupantes conseguiram fugir do local.

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Uma equipe da Polícia Federal e do BPFRON da Polícia Militar do Paraná, orientada pela equipe a bordo da aeronave, foi até o local onde conseguiu apreender o veículo e uma carga de 20 caixas de cigarros. Uma pessoa foi detida.

O Veículo e as caixas de cigarros foram encaminhados à Delegacia da Receita Federal de Foz do Iguaçu. A pessoa foi apresentada à autoridade policial federal.

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Fonte: DIOAR/RFB.

Diretor da Aduana americana visita Receita Federal do Brasil

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O comissário da US Customs and Border Protection, autoridade máxima da administração aduaneira americana, Alan Bersin, realizou no último domingo (25/9) um voo de vigilância na região de Foz do Iguaçu, a bordo do helicóptero da Divisão de Operações Aéreas – Dioar, da Receita Federal.

Em visita ao país, Bersin e comitiva foram recebidos em Brasília nesta quinta-feira (22/9) pelo secretário da RFB, Carlos Alberto Barreto, e pelo subsecretário de Aduana e Relações Internacionais – Suari, Ernani Checcuci, com os quais debateu o incremento do intercâmbio entre os dois órgãos.

O voo em Foz incluiu o monitoramento da barranca do Rio Paraná, do lago de Itaipu e da área rural do Parque Nacional do Iguaçu utilizada pelos contrabandistas para evitar os postos de fiscalização na BR-277. Apesar de não ter ocorrido identificação de atividades ilegais, o voo serviu para demonstrar e explicar aos representantes da Aduana dos Estados Unidos as modalidades de emprego de aeronaves pela Receita Federal do Brasil, bem como os desafios relacionados à geografia da região de fronteira.

Ao terminar o voo, Bersin agradeceu a oportunidade e ressaltou a importância do emprego de meios aéreos nas operações de fronteira, citando a existência de mais de 130 helicópteros e 160 aviões a serviço da aduana americana.

Ele elogiou ainda a opção da RFB de iniciar a implantação do serviço aéreo com aeronaves de vigilância, reconhecimento e monitoramento, e afirmou que o próximo passo é a evolução para operações de interdição, citando que no CBP os próprios pilotos atuam armados e têm condições de conduzir as ações de interdição, se necessário.

Bersin e sua comitiva chegaram ao Foz do Iguaçu no sábado (24/9). A recepção ao grupo foi feita na Aduana da Ponte Internacional da Amizade (fronteira Brasil-Paraguai) pelo delegado, Rafael Dolzan, pelo chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho, Sérgio Antônio Lorente, e pelo chefe da aduana/RFB na Ponte, Márcio Luiz Zamian.

Durante a visita foram apresentadas as atividades que são desenvolvidas na aduana brasileira, por meio de slides e fotos, relativas às ações de repressão e os resultados obtidos nos últimos anos pela RFB, naquela região fronteiriça. A comitiva mostrou-se impressionada com o movimento aduaneiro (30 mil veículos e 60 mil pessoas por dia, em média), comparando nossa fronteira com a fronteira entre os Estados Unidos e o México.

Ao final Bersin, em nome da comitiva americana, elogiou a estratégia utilizada e as ações realizadas pela RFB, ressaltando que a aduana moderna deve se preocupar com três aspectos principais: repressão forte, inovação constante dos procedimentos e análise de risco (informações).

Alan Bersin é diretor da US Customs and Border Protection (Aduana e Proteção às Fronteiras dos EUA) desde 2007. Supervisiona 57 mil funcionários e administra um orçamento operacional de mais de US$ 11 bilhões.


Fonte: Receita Federal do Brasil.


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