Quatro militares do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul (CBMMS) participaram do Curso Básico Teórico de Busca e Salvamento – SAR 0005, realizado na Base Aérea de Campo Grande.
A capacitação, promovida pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) da Força Aérea Brasileira e ministrada por militares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), teve como foco ampliar o conhecimento dos participantes sobre os procedimentos adotados nas operações de busca e salvamento aeronáutico.
O curso também apresentou a estrutura e o funcionamento do Sistema de Busca e Salvamento Aeronáutico (SISSAR), certificando os concluintes como elos do Sistema em território nacional.
A turma contou com 29 alunos, entre eles os bombeiros militares Capitão Gabriel Ferreira Lopes, Capitão Jônatas Lira Costa e Silva de Lucena, Tenente Victor Hugo Blanco e Soldado Leony Guimarães da Silva.
Durante a formação, os participantes estudaram como são planejadas e executadas as operações de busca e salvamento da Força Aérea, abrangendo emprego de pessoal, utilização de equipamentos especializados e todos os recursos necessários para o resgate de vítimas em situações complexas.
Outro ponto de destaque foi o estudo do COSPAS-SARSAT, sistema internacional de satélites responsável por detectar sinais de emergência emitidos por radiobalizas instaladas em aeronaves, embarcações e dispositivos pessoais. Ao identificar um alerta, o sistema encaminha as informações aos centros de controle, que acionam as Autoridades de Busca e Salvamento (SAR) responsáveis pelo atendimento, reduzindo significativamente o tempo de resposta e aumentando as chances de sobrevivência.
O encerramento do curso contou com a apresentação de estudos de casos reais, exercícios práticos de Busca e Salvamento e visita às aeronaves do Esquadrão Pelicano, unidade da FAB especializada em missões de busca e salvamento em todo o país. Após as avaliações finais, os participantes receberam o certificado de conclusão.
Com a certificação dos quatro militares do CBMMS, a Corporação fortalece sua integração ao SISSAR e amplia sua capacidade de atuação conjunta em missões de busca e salvamento aeronáuticas realizadas em Mato Grosso do Sul.
Militares do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul concluem Curso Básico de Busca e Salvamento na Base Aérea de Campo Grande. Foto: Divulgação
No final da primavera de 1969, um menino chamado Björn Steiger passava o dia na piscina em sua cidade natal, Winnenden, Alemanha. No caminho para casa naquela tarde, ele é atropelado por um carro. A polícia local e a Cruz Vermelha são acionadas, mas leva quase uma hora para que uma ambulância cheguasse ao local. Björn Steiger morreu a caminho do hospital.
Esta história e muitos outras eram a realidade dos serviços de emergência médica da época. Seja sofrendo um ferimento no topo de uma montanha ou no meio de uma rodovia, a falta de um sistema de atendimento pré-hospitalar fez com que muitas vítimas não recebessem os cuidados de que precisavam com a rapidez necessária.
Na Europa e nos EUA, os chamados sistemas de Helicopter Emergency Medical Services (HEMS) amadureceram muito e em diversos países ao redor do mundo, como o Brasil, o serviço vem se consolidando. A maior vantagem é que os helicópteros podem chegar em um local, três a cinco vezes mais rápido do que uma ambulância e, às vezes, é a única maneira de acessar um local inóspito. Os pacientes recebem tratamento médico mais cedo e a chance de sobrevivência em casos críticos aumenta significativamente.
A frota global de helicópteros Alouette III acumulou mais de sete milhões de horas de voo, com muitos desses helicópteros ainda em serviço operacional.
HEMS para uso civil
A evacuação aeromédica começou sua história com aeronaves de asa fixa e foi nas guerras da Coréia e do Vietnã que o uso de helicópteros se tornou padrão para evacuação aeromédica (MEDEVAC). Com um impacto tão positivo, o HEMS logo foi introduzido na esfera civil.
Vários países abriram caminho na adoção do uso de helicópteros nessas operações. A Flight for Life tornou-se a primeira operadora HEMS civil dos Estados Unidos em 1972, com base no Hospital Central St. Anthony em Denver, Colorado.
A francesa Sécurité Civile começou missões de resgate em 1959, quando pela primeira vez resgatou um montanhista vítima de um ataque cardíaco no ponto de descanso mais alto do Monte Branco (e de fato o mais alto de toda a Europa), o refúgio Vallot, a 4.362 metros.
Na Alemanha, as autoridades tomaram a decisão de iniciar um período de teste com um helicóptero tripulado com um médico e um paramédico, a fim de encurtar o tempo de resposta aos acidentes, sendo pioneiro no conceito de levar o médico ao local do acidente. Esta abordagem forneceu cuidados primários dentro de 10-20 minutos após soar o alarme.
Em 1973, o primeiro helicóptero da DRF Luftrettung decolou: um Alouette III, construído pela Aérospatiale – empresa antecessora da Airbus Helicopters. (Crédito: DRF Luftrettung).
Helicópteros pioneiros
O Alouette III foi fundamental para o crescimento de HEMS e atividades de resgate de montanha em todo o mundo. Foi o helicóptero no qual a operadora suíça REGA, a austríaca ÖAMTC, a Flight for Life dos Estados Unidos, a Sécurité Civile da França e a DRF Luftrettung da Alemanha desenvolveram suas atividades.
Nas décadas seguintes, o Bo105 e o BK117, desenvolvidos no final dos anos 1970, foram alguns dos helicópteros de maior sucesso em HEMS. O design especial do Bo105, com recursos como piso plano da cabine, embarque traseiro e um rotor principal e de cauda altos, facilitou o embarque de pacientes e contribuiu para seu sucesso.
Quando a ADAC, clube automobilístico da Alemanha, montou sua primeira base HEMS permanente em Munique em 1970, um helicóptero Bo105, batizado de “Christoph 1”, foi usado para suas operações. O helicóptero foi desenvolvido pela empresa predecessora da Airbus Helicopters, MBB, e em estreita cooperação com a ADAC.
Hoje, 55% do total de 2.750 helicópteros que estão em operações HEMS em todo o mundo são helicópteros Airbus, dentre eles o H135 e o H145.
O pioneiro helicóptero Bo105 foi adquirido por mais de 300 operadores em todo o mundo, incluindo o serviço alemão de resgate aéreo ADAC.
HEMS modernos
Muitos modelos diferentes para atividades HEMS existem em todo o mundo. Em alguns países, as operações são administradas pelo governo, em outros são baseadas em organizações sem fins lucrativos, empresas privadas, ou uma combinação de ambos. O nível de cobertura também difere, dependendo da geografia, dos recursos financeiros e do nível de maturidade da organização no respectivo país.
O sistema HEMS na Europa hoje oferece cobertura em quase todos os países da União Europeia. A maioria das bases do HEMS trabalha com o princípio de intervenção rápida com equipes de emergência especializadas para atendimento primário.
Geralmente, há uma proporção de 1 a 1,5 helicópteros por um milhão de residentes, mas em áreas onde as populações estão espalhadas por regiões montanhosas ou fiordes, como na Áustria ou na Noruega, a proporção pode chegar a cinco helicópteros por um milhão de residentes.
Nos Estados Unidos, existem mais de 1.000 helicópteros HEMS transportando cerca de 400.000 pacientes anualmente. Os modelos HEMS variam, incluindo operadoras sem e com fins lucrativos que oferecem opções de sistemas baseados em hospitais, onde eles operam o programa, a modelos de fornecedores independentes e programas administrados pelo governo. Em 2016, 86,4% da população dos EUA estava coberta por um serviço aeromédico, em uma área de resposta de 15-20 minutos.
Lançado em 1982, o BK117 se tornou particularmente popular entre as operadoras dos Estados Unidos – incluindo o provedor de Helicopter Emergency Medical Services (HEMS), Boston MedFlight.
Mercados emergentes para HEMS
O interesse pelas operações HEMS cresceu nos mercados emergentes. Malásia e China, entre outros, iniciaram com sucesso suas primeiras atividades HEMS. Como os programas continuam a ser lançados em mercados emergentes ao redor do mundo, os desafios iniciais precisam ser superados.
Antes de os helicópteros serem introduzidos, as autoridades devem garantir que a infraestrutura esteja pronta, como ter pessoal qualificado disponível e informar a população sobre os procedimentos de emergência. Países como Índia, Brasil, México e Indonésia são candidatos potenciais para um forte desenvolvimento de HEMS nas próximas décadas.
No Brasil, o serviço aeromédico possui características próprias e há muito espaço para o seu desenvolvimento. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o transporte aeromédico (transporte inter-hospitalar) é realizado por cerca de 40 empresas de táxi-aéreo(RBAC 135). São empresas privadas que possuem autorização do Estado para realizarem o transporte aeromédico, mediante remuneração.
Já o resgate aeromédico ou resgate aéreo (atendimento pré-hospitalar) é uma atividade gratuita e realizada por operadores públicos e que seguem regulamentação específica (RBAC 90), como os Corpos de Bombeiros Militares, SAMU, Secretarias de Saúde, Polícias Militares, Polícias Civis, Polícia Rodoviária Federal e Secretarias de Segurança Pública. (saiba mais: Aeromédico do Brasil)
Águia da PM em aproximação na Av 23 de Maio para resgate de vítima de acidente de trânsito. O Cmt da Aeronave era o Cel Ref PM Luiz Alves Júnior. (saiba mais)
Melhorias futuras do HEMS
Uma série de inovações está em andamento para melhorar a segurança das missões HEMS. De sistemas de visão sintética a comunicações por satélite e algoritmos de inteligência artificial, todas essas tecnologias visam facilitar a carga de trabalho do piloto e melhorar a segurança operacional.
Plataformas de decolagem e pouso vertical (VTOL) estão sendo estudadas para o uso aeromédico e podem desempenhar um papel complementar no futuro das operações. As tecnologias e inovações para as operações aeromédicas são ilimitadas.
Esses equipamentos estão desenhando um futuro promissor para as operações que salvam vidas. (saiba mais sobre o eVTOL)
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ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
ADAC Luftrettung da Alemanha apresenta o primeiro estudo de viabilidade com multicópteros tripulados para o serviço de resgate. Foto: Divulgação
Alemanha – As mais de 50 aeronaves das 35 Bases da operadora de resgate aéreo DRF Luftrettung são testados por pilotos experientes e que fazem parte do serviço de manutenção da DRF que fica na cidade de Rheinmünster. Depois de uma aeronave passar por uma rigorosa manutenção esses pilotos entram em cena.
Só para entender o tamanho da organização sem fins lucrativos, a DRF possui helicópteros H135, H145 e Learjet 35. Seu time é composto por cerca de 570 médicos de emergência, 120 paramédicos, 170 pilotos e 130 técnicos. Desde a sua fundação em 1972, já realizaram mais de 900.000 missões.
Após 1.000 horas de voo no serviço de resgate, a máquina é desmontada pelos mecânicos no hangar da DRF Luftrettung no aeroporto de Karlsruhe / Baden-Baden e verificada até o último detalhe. “As partes individuais do helicóptero acabaram de ser retiradas da prateleira, por assim dizer, e montadas em um helicóptero”, disse o piloto Sebastian Fuhr. Cabe agora ao piloto realizar o primeiro voo com a máquina e testar sua aeronavegabilidade.
Sebastian é acompanhado por mecânicos da DRF. Antes da decolagem da máquina, discutem entre eles todos os detalhes do voo. Quais valores devem ser alcançados? Quais possíveis desvios são sinais claros de alerta para as manobras planejadas? Como os profissionais a bordo, Sebastian Fuhr, após seu pré-voo, embarca com grande concentração e dá partida nos motores.
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Sebastian Fuhr (à direita) discute todos os detalhes para o próximo voo com seu colega. Foto: DRF Luftrettung
Como um músico apaixonado, Sebastian Fuhr jura pelo que ouviu durante as verificações: "Presto muita atenção aos ruídos que o helicóptero faz durante o voo. Ao ouvir atentamente os ruídos, você tem uma ideia aproximada da velocidade do motor, por exemplo e o do rotor - antes de olhar para os visores na cabine." Foto: DRF Luftrettung
Pilotos de testes – parceiros confiáveis
A pedra fundamental para o grupo de pilotos foi lançada na década de 2000. “Naquela época, a organização decidiu por uma equipe permanente de pilotos de testes em Rheinmünster”, lembra Werner Rödel, o primeiro piloto do serviço. Depois de um tempo, Hans-Peter Herzel ingressou na equipe, e por cerca de dez anos eles realizaram em conjunto os voos de manutenção.
O crescimento constante da DRF Luftrettung também está ligado à expansão da equipe. Dietmar Gehr inicialmente segue para Rheinmünster, e finalmente a equipe cresce para quatro pilotos com a chegada de Sebastian Fuhr. “Os funcionários realmente apreciam o fato de conhecerem os pilotos há anos – vocês podem confiar uns nos outros”, disse Werner Rödel. “A confiança desempenha um grande papel.”
Werner Rödel, o primeiro piloto de testes da oficina de manutenção da DRF. Foto: DRF Luftrettung.
Helicópteros que precisam ser transferidos
Como pilotos de manutenção, além de voos para conferir o funcionamento da aeronave, eles são responsáveis pelos voos de traslado. “Para simplificar: trazemos helicópteros de A a B”, explica Dietmar Gehr. Graças a esta atividade é que o dia a dia das Bases pode ser mantido. Para fazer isso, os pilotos voam longas distâncias sozinhos na aeronave e em áreas que não conhecem com muita precisão.
Os voos de transferência são programados. Se ocorrer uma avaria inesperada no helicóptero da Base, um técnico da “manutenção de linha” é enviado primeiro à Base para verificar o helicóptero. Se entender que a máquina deve ser levada ao hangar de manutenção no aeroporto de Karlsruhe / Baden-Baden para reparos, os pilotos levam um helicóptero para a Base e voltam com o helicóptero com problemas para a manutenção.
“Sempre tenho uma mochila pronta para essa situação”, diz Sebastian Fuhr. Porque somente se todas as engrenagens se encaixarem perfeitamente, a tripulação pode rapidamente relatar que está pronta para emergências.
“Recentemente pude contribuir para que a tripulação pudesse decolar no mesmo dia com a substituição da máquina, após uma falha técnica do helicóptero e assim receber valiosa ajuda médica para uma pessoa em situação de emergência”, explicou Sebastian Fuhr.
Foto da substituição dos helicópteros pelos pilotos em Nordhausen, em Thuringia. Foto: DRF Luftrettung.
Quando a data de manutenção se aproxima
Em comparação com esses voos inesperados, podem ser planejadas as transferências dos helicópteros das Bases para o hangar de manutenção. “Assim como acontece com a data de validade de um iogurte, nossos helicópteros precisam retornar à manutenção após uma data fixada ou um certo número de horas de voo”, diz Dietmar Gehr.
Como parte dos voos de transferência, as máquinas também são trocadas entre as Bases, se necessário. “Por exemplo, recentemente voei em vários helicópteros de Rheinmünster via Halle e Berlim para Fresach, Áustria”, relata Hans-Peter Herzel.
Os pilotos planejam a rota do voo, fazem escalas para reabastecimento e estudam as previsões do tempo. “Além disso, conhecemos muito bem as tripulações das Base durante os voos de transferência. Tudo tem que ser coordenado com elas para que o tempo seja perfeito. Por isso estou sempre ansioso pelo pouso e pelo encontro com meus colegas nas Bases”, diz Dietmar Gehr.
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Hans-Peter Herzel, aqui durante a transferência de uma máquina do tipo H135 em setembro de 2017. Foto: DRF Luftrettung
Dietmar Gehr teve uma carreira diferente como piloto de testes. Ele começou como piloto do Bundeswehr, então há cerca de 22 anos mudou para a aviação de resgate. Devido ao seu grande interesse em tecnologia e no tipo de helicóptero EC145 ele iniciou um trabalho adicional no mundo da aviação técnica em 2003.
Durante seu tempo na DRF Luftrettung, Dietmar Gehr também trabalhou como gerente de estação e piloto para missões médicas de helicóptero em Munique. Foto: DRF Luftrettung
Sebastian Fuhr estudou engenharia aeroespacial na Universidade de Stuttgart e ao mesmo tempo adquiriu uma licença de piloto profissional para helicópteros. Foto: DRF Luftrettung
“Os visores acendem e um alarme apita nos ouvidos”
Em Rheinmünster, Sebastian Fuhr, decola com a máquina a ser testada. Silêncio no helicóptero – os mecânicos e o piloto apenas trocam algumas palavras sobre os valores atuais ou a comunicação por rádio com o controle de tráfego aéreo interrompe o silêncio. Então começa a primeira manobra de voo.
Sebastian Fuhr explica que nunca tem medo desse trabalho. “Para mim, o helicóptero não é uma ‘caixa preta’, sei muito bem o que está acontecendo com ele e o que antes era feito pela tecnologia. Também fico de olho em todos os parâmetros. ”No entanto, o respeito pela tarefa de voar e pela aeronave estão sempre comigo. “Para mim, assim como para os técnicos de bordo, o respeito pelo que fazemos é a base da nossa segurança.”
Nossa ponte para o helicóptero seguro
Junto com os técnicos, é decidido após o voo se a máquina está pronta para as próximas missões. Isso só pode ser alcançado através da fusão de duas áreas, explica Dietmar Gehr: “Graças a uma ponte entre a tecnologia (manutenção) e as operações de voo com os pilotos, um helicóptero seguro é devolvido novamente ao final.”
Werner Rödel também confirma isso: “A equipe de pilotos dá uma grande contribuição para a segurança. Os pilotos são integrados aos processos padronizados e firmemente ancorados na tecnologia por meio de sua presença permanente no local. Os pilotos atuam em segundo plano todos os dias, nunca sob os holofotes, chamados “pilotos sombra” ou “Schattenpiloten”.
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Como é feita a manutenção dos helicópteros de resgate da DRF Alemã e quem são os pilotos de testes. Foto: DRF Luftrettung
Inspeção pré-voo em um EC135 após uma inspeção de 1.000 horas.
Como é feita a manutenção dos helicópteros de resgate da DRF Alemã e quem são os pilotos de testes. Foto: DRF Luftrettung
Como é feita a manutenção dos helicópteros de resgate da DRF Alemã e quem são os pilotos de testes. Foto: DRF Luftrettung
Após a decolagem, certas manobras de vôo devem ser concluídas - por exemplo, um vôo a uma altitude de 9.500 pés, ou seja, quase 3.000m acima do nível do mar. Além disso, a velocidade dos rotores do helicóptero deve ser levada a limites definidos. Foto: DRF Luftrettung