Londres – A força policial nacional da Tailândia, (Royal Thai Police – RTP) recebeu dois helicópteros H175 da Airbus Helicopters, tornando-se o primeiro operador da Ásia-Pacífico desse modelo de aeronave. A Polícia Real da Tailândia usará esta aeronave, equipada com a mais recente tecnologia, para o transporte VIP e para diversas missões policiais.
“Congratulamo-nos com a polícia real tailandesa como o operador inaugural do H175. Temos plena confiança no desempenho e nas capacidades do H175. Além de um produto forte, nosso centro de suporte baseado em Banguecoque continua empenhado em apoiar as operações de nossos clientes”, afirmou Philippe Monteux, chefe do Sudeste Asiático e Pacífico para os helicópteros Airbus.
A Polícia Real da Tailândia atualmente opera nove helicópteros Airbus, incluindo cinco H155, dois AS365 N3 + e dois H175.
Atualmente, mais de 15 helicópteros H175 voaram cerca de 12.000 horas no mundo. Com uma excelente carga útil para missões de curto e longo alcance, o H175 tem um peso máximo de descolagem de quase oito toneladas e é projetado para proporcionar eficiência em uma variedade de missões, incluindo serviços públicos, aplicação da lei, transporte VIP, petróleo e gás , bem como busca e resgate.
Equipado com Helionix e piloto automático de 4 eixos, o H175 melhorou a segurança operacional, ajudando a reduzir a carga de trabalho do piloto e aumentando a flexibilidade da missão. Com uma capacidade de até 12 passageiros em uma configuração executiva / VIP, o H175 garante um transporte confortável em todas as velocidades em uma cabine com clima controlado.
Nessa segunda-feira (03) um site de Minas Gerais publicou matéria informando que “A economia mineira corre risco de sofrer mais um duro golpe. Executivos da Airbus Group Brasil revelaram na semana passada, durante uma reunião empresarial fechada, que o grupo estaria cogitando fechar a sua fábrica de helicópteros Helibras, sediada há 37 anos em Itajubá, por falta de demanda.” A empresa negou essa informação em nota publicada hoje (04).
Linha de montagem da Helibras em Itajubá, Minas Gerais.
Essa informação passada por esse site “viralizou” nas redes sociais e a empresa Helibras foi obrigada a pronunciar-se oficialmente sobre notícia, negando a sua veracidade. A empresa reforçou que Não tem a intenção de fechar sua fábrica em Itajubá.
A Airbus Helicopters informa que não tem intenção de fechar a fábrica de sua subsidiária Helibras, em Itajubá (MG).
Na condição de única fabricante de helicópteros da América Latina, o grupo reafirma seu compromisso com o Brasil e com o Estado de Minas Gerais, onde opera há 39 anos, e ressalta sua contribuição para o mercado de helicópteros, desenvolvimento e pesquisa, assim como a importância estratégica do país para seus negócios.
Para saber mais sobre a Helibras e conhecer sua história, clique aqui
Quer saber sobre quem são seus acionistas e como é sua governança, clique aqui.
Donauwörth – O operador aeromédico norueguês Norsk Luftambulanse AS (NOLAS) é o primeiro cliente civil a receber o helicóptero H135 equipado com Helionix. Mais seis H135s com a Helionix serão entregues à NOLAS entre 2017 e 2018. Em dezembro de 2016, o Ministério da Defesa do Reino Unido foi o primeiro cliente militar a receber o novo H135 com Helionix.
A NOLAS venceu uma concorrência nacional para aquisição de helicópteros aeromédicos (HEMS – Helicopter Emergency Medical Services) em 2016 na Noruega, a fim de equipar 12 bases com 17 novos helicópteros até Junho de 2018.
H135 Helionix – NOLAS
Todos os novos helicópteros são equipados para operações 24/7, com configuração Single Pilot/IFR e sistema de visão noturna no “estado de arte”, interior Aerolite com o que há de mais avançado em equipamentos médicos. Com uma equipe treinada formada por piloto, tripulante e médico a bordo da aeronave configurada, a NOLAS fará na cena do acidente e no transporte aeromédico o que há de mais avançado no tratamento intensivo da vítima.
Tendo como base um piloto automático de 4 eixos, o sistema Helionix ainda oferece um layout de cockpit inovador que aumenta a consciência situacional do piloto. Projetado com três grandes displays eletrônicos no H135, o cockpit é compatível com NVG (Night Vision Goggle) e inclui informação que destaca os dados dos motores em somente um indicador.
O H135 é um excelente helicóptero para operadores aeromédicos. Ele combina uma cabine ampla e livre, com excelente desempenho, alcance e capacidade de carga útil – juntamente com operações de baixo ruído. As portas laterais deslizantes superdimensionadas e as portas traseiras em concha permitem o embarque/desembarque de vítimas, com elevada segurança durante as operações no solo devido ao rotor de cauda Fenestron carenado.
H135 Cockpit Helionix. Foto: Christian D Keller.
“Em ambientes exigentes e em quase todos os tipos de desafios climáticos, é ótimo ter o apoio dos novos desenvolvimentos tecnológicos como o que o Helionix pode oferecer”, disse o CEO da NOLAS, Rune Midtgaard. “Isso reduz a carga de trabalho do piloto, aumenta a segurança da operação e, finalmente, a capacidade de atendimento aos pacientes que necessitam do suporte médico avançado”.
“Estamos orgulhosos de que a NOLAS confie no nosso helicóptero e na suíte Helionix para suas missões”, disse Martin Schneider, chefe do programa H135. “O H135 é o líder de mercado para helicópteros biturbina multimissão. As missões tradicionais para esta classe de helicópteros incluem operações aeromédicas, policial, transporte de passageiros VIP e treinamento militar”.
A Airbus entregou mais de 1.250 H135s a clientes de todo o mundo, que já registraram um total de mais de quatro milhões de horas de voo.
Sobre a Nolas
O NOLAS é de propriedade da Norwegian Air Ambulance Foundation. Desde 1978, a Fundação apoiou e desenvolveu o atendimento pré hospitalar na Noruega, e através da NOLAS executou atendimento aeromédico com aeronaves BO105s, AS 365s, EC 135s e EC145.
O NOLAS também é o único operador aeromédico na Dinamarca com três EC135s contratados para atendimento às regiões dinamarquesas. A partir de junho de 2018, a empresa será a operadora nacional de helicópteros aeromédicos da Noruega, com sete H135, oito H145 e dois AW139.
Alemanha – O simulador H145 da Airbus Helicopters Training Academy na Alemanha recebeu certificação FFS (Full Flight Simulator), nível D, do Luftfahrt-Bundesamt (LBA) ou Federal Aviation Office da Alemanha. Com a aprovação da autoridade de aeronavegabilidade, mais horas de treinamento acumuladas pelos pilotos no simulador de voo estão agora autorizadas a serem registradas como horas reais.
Das categorias existentes, esse simulador é o mais avançado e é capaz de realizar todas as manobras e procedimentos necessários à obtenção de uma habilitação, bem como os voos de verificação de perícia.
O simulador oferece aos clientes nacionais e internacionais uma ampla gama de oportunidades de treinamento, em particular para missões em condições extremas de voo e para praticar diversos procedimentos de emergência.
Não é apenas o primeiro simulador de voo completo certificado para o H145, mas também é o primeiro simulador de helicópteros na Alemanha a receber a certificação EASA de FFS nível D. Os simuladores de helicóptero de nível D devem atender a uma série de critérios, incluindo a capacidade de se mover em seis direções, fornecer um campo de visão de pelo menos 180°, trabalhar com simulações acústicas e visuais realistas e realizar vários efeitos de movimentos especiais.
Uma característica importante adicional do novo simulador é que ele pode acomodar desenvolvimentos que ainda estão por vir: o cockpit do simulador desenvolvido e construído internamente pela Airbus Helicopters pode ser facilmente conectado no simulador, permitindo que ele seja substituído por outras configurações. Isso garante a máxima flexibilidade no que diz respeito a futuras variantes ou configurações de helicóptero.
O simulador H145 é adequado para treinamento inicial e cursos de atualização de pilotos, para instruções específicas sobre procedimentos de emergência, para voos de acordo com as Regras de Voo por Instrumento (IFR), em condições offshore e à noite (com óculos de visão noturna), bem como para operações CAT A. Todos os anos, mais de 400 pilotos passam pela Academia de Treinamento em Donauwörth, completando mais de 1.500 horas de voo no processo.
“Graças ao primeiro simulador H145 do mundo, podemos oferecer aos nossos clientes um excelente ambiente de treinamento”, explica Charles Hebeka, Chefe dos Centros de Treinamento de Helicópteros da Airbus na Alemanha. “Este é um passo adicional que estamos tomando em conjunto com nossos clientes para garantir a máxima segurança no voo quando operamos nossos helicópteros”.
A fim de tornar a simulação de voo H145 tão realista quanto possível, o simulador é fornecido com um extenso pacote de dados H145 OEM de nível D da Airbus Helicopters e seus fornecedores. Isso inclui o software H145, um cockpit original e outras peças H145, o que garante a funcionalidade simulada e realista do helicóptero, seus motores e a série de aviônicos da Helionix.
Além disso, o simulador foi testado e validado pelos especialistas em design, engenheiros e pilotos de teste envolvidos no desenvolvimento do H145 e foi construído em cooperação com Indra Systems, um fabricante espanhol de simuladores de voo.
São Paulo – No dia 17 de agosto aconteceu durante a LABACE 2017 seminário sobre Transporte Aeromédico e Transporte de Órgãos. A feira aconteceu entre os dias 15 e 17 de agosto no Aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo.
A primeira palestra foi apresentada pelo Tenente Coronel BM Flavio da Costa Portela, Comandante do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e pelo Maj BM Nathan Miward de Azevedo, médico do GAvOp. O tema abordado foi “Operações Aeromédicas do CBMDF”.
Tenente Coronel BM Flavio da Costa Portela, Comandante do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.
Portela abordou aspectos das operações realizadas durante o dia e também no período noturno. Cerca de 20% das ocorrências aeromédicas atendidas pelo GAvOp acontecem à noite. Nathan falou, dentre outras coisas, sobre o suporte avançado à vida.
Durante a apresentação enfatizaram a necessidade de treinamento da equipe médica. Já realizaram dois cursos, formando 40 profissionais, entre médicos e enfermeiros. Além disso frisaram a importância das reuniões científicas mensais e discussões de casos médicos.
Das ocorrências atendidas nos últimos 8 anos, o GAvOP possui uma média de 32,1 % de reversões de parada cardiorrespiratória.
Maj BM Nathan Miward de Azevedo, médico do GAvOp.
A segunda palestra foi apresentada pela Dra. Rosana Reis Nothen, Coordenadora Geral do Sistema Nacional de Transplantes. Rosana falou sobre o sistema nacional de transplantes e apresentou brevemente sua estrutura. Existem hoje 27 centrais de notificação, 506 centros de transplantes, 1.265 equipes de transplantes e 62 organizações de procura de órgãos.
Em números absolutos, o Brasil é o 2º colocado mundial em transplantes renais. Em 2016, o Brasil possuía 2.981 doadores efetivos e 10.158 potenciais doadores. Atualmente estão trabalhando no desenvolvimento de sistema que realizará o georreferenciamento dos doadores. Isso deverá reduzir custos operacionais e agilizar o atendimento.
Dra. Rosana Reis Nothen, Coordenadora Geral do Sistema Nacional de Transplantes.
Os valores de financiamento federal para o serviço é de R$ 2 Bilhões, oriundos de impostos e contribuições destinados ao Fundo Nacional de Saúde. Um fator importante para o funcionamento do sistema e redução de custos são os acordos de cooperação técnica com as empresas aéreas de transporte regular. Essas empresas transportam equipes e órgãos sem qualquer custo para o sistema.
Finalizada essa etapa do evento, aconteceu um debate com a participação do Maj PM Médico Ademir Euzébio Corrêa e da Cap PM Médica Fabiana Ajjar, ambos do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Policia Militar de São Paulo, e Patrícia Freire, coordenadora substituta do Sistema Nacional de Transplante. O médico do GRAU Ricardo Galesso Cardoso foi o mediador do debate.
Maj PM Ademir e da Cap PM Médica Fabiana Ajjar, ambos do GRPAe da PMESP, Patrícia Freire, coordenadora substituta do Sistema Nacional de Transplante e o médico do GRAU Ricardo Galesso.
A última palestra do seminário foi apresentada por Antônio Savio, gerente de operações da empresa Líder Aviação. Sua apresentação tratou da segurança operacional em missões críticas – Resgate Aeromédico.
O seminário, hoje em sua segunda edição, surgiu da iniciativa da comissão de transporte aeromédico da ABAG, criada para desenvolver o segmento dentro da aviação geral.
São Paulo – A Helibras foi habilitada pela Receita Federal como Operador Econômico Autorizado (OEA) Conformidade nível 2. A empresa agora poderá realizar a importação de itens com prazos reduzidos para desembaraço alfandegário por tempo indeterminado.
O Programa Brasileiro de OEA consiste na certificação dos integrantes da cadeia logística que representam baixo grau de risco em suas operações, tanto em termos de segurança física da carga quanto ao cumprimento de suas obrigações aduaneiras. O OEA é o sucessor do programa Linha Azul, mas com procedimentos e controles ainda mais rigorosos.
Após uma série de auditorias realizadas, a Helibras foi reconhecida com o status de empresa segura e confiável em suas operações. “Em aviação, tempo é uma questão primordial para o operador e por isso nossas equipes trabalharam com muita transparência e agilidade para obtermos com sucesso essa habilitação”, afirma o presidente da Helibras, Richard Marelli.
De acordo com o executivo, com a certificação, os clientes da empresa terão um grande ganho na agilidade dos processos de importação de peças e ferramentas, impactando positivamente na disponibilidade da frota e satisfação.
Airbus – A opção de aumento do peso máximo de decolagem (AGW) permite que os operadores do H145 decolem com um adicional de carga útil de até 100 kg. Isso traz benefícios especialmente para missões policiais, parapúblicas ou militares que oferecem a possibilidade de transportar, por exemplo, mais combustível, equipamentos para missão ou passageiros.
Axel Humpert, chefe do programa H145 da Airbus Helicopters diz: “Desde a entrada em serviço do novo H145 em 2014 a Airbus Helicopters continuou seus esforços para melhorar a potência e o desempenho da aeronave de acordo com as necessidades de nossos clientes. A nova opção de peso máximo de decolagem de 3.800 kg é um aumento significativo para um helicóptero biturbina e oferece um valor agregado real para os operadores H145 “.
O peso máximo de decolagem opcional (AGW) de 3.800 kg está vinculado a um envelope de voo temporariamente restrito até que 100 kg de combustível sejam consumidos após aproximadamente 20 minutos. Isso exige um registro de tempo de voo AGW com um leve impacto nos custos de manutenção direta. O AGW não se aplica ao a voo CAT A onde o desempenho com um motor inoperante é relevante.
O H145 é o membro mais avançado da categoria de biturbinas multimissões da Airbus Helicopters. A família EC145 / H145 já voou mais de quatro milhões de horas de voo e mais de 1.100 unidades de helicóptero estão em serviço em todo o mundo.
Graças ao seu tamanho compacto, a configuração de cabine grande e flexível, motores potentes e a mais recente suite Helionix com piloto automático de quatro eixos, o H145 é a aeronave escolhida para uma grande variedade de missões.
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Cel PM Carlos Eduardo Falconi, Comandante do GRPAe. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A sétima palestra do evento foi apresentada pelo Coronel PM Carlos Eduardo Falconi, Comandante do Grupamento de Radiopatrulha Aérea – “João Negrão” da Polícia Militar de São Paulo. O tema da palestra foi “Resgate Aeromédico Público & Resgate Aeromédico Privado.”
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da sétima palestra. Essa apresentação aconteceu no segundo dia do Simpósio, realizada no dia 13/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
Em consonância com o empenho em melhorar a segurança das operações de helicópteros, a Airbus Helicopters compartilhou algumas informações sobre acidentes recentes que ocorreram durante as operações com carga externa.
A operação de carga externa representa uma grande parte das atividades de helicópteros e é reconhecida por ser uma missão difícil que requer habilidade do piloto e procedimentos rigorosos, pois o risco de acidente é maior em relação a outras missões devido à sua natureza exigente. A taxa média de acidentes da frota mundial de helicópteros da Airbus é próxima de um acidente por mês.
A finalidade deste Aviso de Informação de Segurança não é instruir pilotos e equipes terrestres em operações de carga externa, mas sim para compartilhar algumas lições aprendidas com a análise de acidentes, desejando que a observância das recomendações abaixo conduza a uma diminuição dos riscos.
Este Aviso de Informações de Segurança substitui a Carta de Serviço N ° 1727-25-05, publicada em 26 de março de 2006.
Recomendações
Respeitar as limitações publicadas no Manual de Voo, incluindo as relacionadas ao STC constantes na parte de Suplementos;
Aplicar os procedimentos e respeitar as limitações fornecidas pelos fabricantes dos equipamentos de carga externa;
Cumprir rigorosamente os Procedimentos Operacionais Padrão estabelecidos (SOP), respeitando as limitações de velocidade com e sem carga externa.
Atentar para o fato que um cabo metálico não tem o mesmo comportamento em voo do que um cabo de material sintético/têxtil.
Os cabos sem carga são um risco potencial para a operação. A experiência mostrou
que cabos sem cargas devem ter uma carga mínima de 15 kg em suas pontas sempre.
Com cabos sem carga, evite descidas com velocidades acima da Vy e evite fatores de carga menores que 0,5g. Mantenha seus cabos sempre em contato visual (espelho ou equivalente).
Use apenas redes de cargas em boas condições, e se necessário, reforce com fitas ou cabos. Não decole com a rede de carga vazia.
Sempre efetue um briefing com os envolvidos na operação de carga antes de iniciar a operação.
Ao efetuar operações com cabos longos, é altamente recomendável o apoio de solo equipado com um rádio comunicador.
Nunca operar com carga externa e com combustível limitado.
Sempre decolar verticalmente com carga externa para evitar emaranhados.
Reportes de acidentes nos últimos 16 anos (Acidentes com helicópteros Airbus 2000 a 2016)
2. Recomendações
A) Carga Externa
Cabos sempre com lastro: cabos sem lastros configuram um risco potencial (atingir o rotor de cauda) e todos os cabos devem estar com lastros em suas pontas. Obviamente isso irá causar efeito em um voo estabilizado. Durante descidas com velocidades acima da Vy, existe a possibilidade dos cabos subirem, mesmo com o lastro, em fatores de carga menores que 0,5g.
Esse fenômeno pode ser evitado conduzindo aproximações com velocidades abaixo da Vy.
Cuidado com os tipos de cabos usados (metálicos ou têxteis). Os cabos de material têxtil podem se deslocar mais facilmente para o rotor de cauda em altas velocidades.
No solo tome cuidado para os cabos não enroscarem no rotor de cauda, principalmente os de materiais têxteis.
Sempre que possível coloque a carga externa para a frente da aeronave de modo a manter os cabos sempre em contato visual do piloto.
Falha na embalagem da carga pode se tornar um risco ao aumentar significantemente o arrasto aerodinâmico da parte exposta. Mesmo com sem fator de carga, os cabos e a embalagem da carga podem vir a atingir o rotor de cauda.
Deve sempre se usar materiais para embalar a carga em boas condições, reforçando com o uso de fitas, se necessário.
Nota: Algumas embalagens de carga são de uso único e é difícil as equipes obter essa informação. Considere usar redes de carga ao invés de embalagens quando essa alternativa estiver disponível.
B) Colisões
A maioria dos acidentes são causados pela colisão com fios ou antenas nas proximidades da área de operação com carga externa ou pela colisão do rotor principal ou de cauda com obstáculos.
Um reconhecimento apropriado da área antes da aproximação é altamente recomendável.
Algumas das colisões com obstáculos durante o içamento são causados pela perda de consciência situacional, onde o lado esquerdo da aeronave acaba sendo esquecido pelo piloto no assento do lado direito.
C) Condições Climáticas
As condições climáticas podem mudar muito rapidamente principalmente em áreas montanhosas. Durante o planejamento do voo, deve-se dar um foco particular para o que deve ser feito em caso de mudanças de condições e situações de Go/No Go devem ser definidas ainda em solo antes do voo.
O desempenho real da aeronave pode ser muito diferente do previsto no cálculos e gráficos de desempenho. Uma simples variação da pressão atmosférica, temperatura ou vento podem causar um grande impacto na performance da aeronave.
A operação com carga externa é quase sempre realizada com pouco combustível (com quantidade de combustível remanescente menor que 10%). Os helicópteros LAMA são configurados com a opção de operar com muito pouco combustível. Essa opção não está disponível para os helicópteros AS350. Para as versões B2 e outras mais modernas, quando o sonda de indicação de combustível atinge seu limite mínimo, há somente 2 minutos restantes de autonomia, e quando a pressão de combustível cai para zero, há somente 10 segundos restante de autonomia até a turbina apagar.
Nos helicópteros H125 e H130, esse tempo de 10 segundos foi reduzido para zero. Devido à forma dos tanques e à nova tecnologia dos sensores de combustível instalados nos helicópteros H125 e desde 1992 com a introdução do sensor capacitivo de combustível, tal equipamento revelou-se muito preciso. Contudo deve-se atentar para as aeronaves com sensores resistivos, acostumando se a verificar se as indicações de combustível parciais estão corretas e não espere até que haja apenas alguns litros de combustível.
D) Fatores Humanos
Talvez seja a causa mais difícil de abordar. Muitos acidentes são causados pela falta de coordenação e comunicação entre a tripulação e a equipe do solo: provocando feridos pelos detritos projetados pelo downwash do rotor, pelo movimento da carga ao levantar ou enrosco da rede na carga.
É obrigatório brifar a operação com toda a equipe, revisar a seqüência das operações, verificar a comunicação de rádio (uso e freqüência) e planejar como reagir em caso de emergência.
As tentativas de decolagem com os cabos presos em algo no solo podem ser evitadas se uma pessoa, em contato rádio com o piloto, monitora a operação do solo. Isso é vital quando o gancho de carga não pode ser diretamente ou através de espelho visualizado pelo piloto Além disso, deve-se evitar decolagens agressivas e sempre realizar uma subida vertical antes da transição para o voo nivelado.
Acrescenta-se que o piloto deve tomar consciência situacional dos obstáculos devido a capacidade restrita de ascensão da aeronave.
E) Manutenção
Muitos acidentes são causados por erro durante a preparação da aeronave ou sua manutenção principalmente por interrupção da tarefa de manutenção ou por operações realizadas sem seguir as instruções técnicas do fabricante. Uma aeronave devidamente manutenida e aeronavegável é condição obrigatória para realizar um voo seguro e confiável.
F) Conhecimento do material a ser utilizado
É essencial conhecer o seu material e o seu uso. Respeite as limitações e os manuais operacionais. Na Europa, a norma 2006/42 /CE é o padrão para a fabricação e utilização de equipamentos de trabalho em altura (cabos, redes, fitas …).
Um bom conhecimento de sua aeronave e do material utilizado é fundamental para reduzir o risco de incompatibilidade (por exemplo, “efeito de rolagem” (rollout effect) causado por fitas de tamanho incorreto).
Diferentes forças se aplicam ao helicóptero em comparação com uma operação normal prevista para os equipamentos (forças como bank angle, força G, arrasto, cargas de choque, ângulo de inclinação, downwash, mas também desgaste devido a UV e carga de trabalho pesada) são fatores que têm de ser considerado.
Um fator de segurança 7 para materiais têxteis ou 4 para o aço, como os usado na indústria normal, não são suficientes para a atividade de operação de carga externa com helicóptero. Devendo-se levar em consideração as técnicas de operação de carga externa, resistência do material e das técnicas de voo.
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Ricardo Galesso Cardoso, Médico do GRAU e do 4º Esquadrão de Transporte Aéreo da FAB. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A oitava palestra do evento foi apresentada por Ricardo Galesso Cardoso, Médico do GRAU – Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências da Secretaria de Saúde – SES/SP e Médico do 4º Esquadrão de Transporte Aéreo da Força Aérea Brasileira – FAB. O tema da palestra foi “Operações Aeromédicas: Arcabouço Legal e Regulatório.”
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da oitava palestra. Essa apresentação aconteceu no segundo dia do Simpósio, realizada no dia 13/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Thomas Gassmann, Diretor da ADAC Training Academy. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A sexta palestra do evento foi apresentada por Thomas Gassmann, Diretor da ADAC Training Academy. O tema da palestra foi “Características do Transporte Aeromédico (HEMS) na Alemanha.” As palestras em inglês foram traduzidas simultaneamente pelo tradutoresMalcolm Forest e Raphi Kutchukian.
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da sexta palestra. Essa apresentação aconteceu no segundo dia do Simpósio, realizada no dia 13/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
Rio de Janeiro – A iniciativa do Comando do Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar do Rio de Janeiro é aumentar a segurança operacional e que todos os pilotos realizem o treinamento de emergência no helicóptero Esquilo – AS350 B3e operado pela unidade.
O treinamento iniciou no dia 31 de maio de 2017 e seguirá até que todos façam as instruções. O curso é realizado pela HELIBRAS em Itajubá – MG e os instrutores são os pilotos de ensaio da empresa.
O Treinamento de Procedimentos de Emergência tem a finalidade de desenvolver no aluno a proficiência necessária para conduzir a aeronave com segurança em caso de falha de potência ou de sistemas diversos, realizando o pouso com segurança.
São realizadas instruções teóricas e práticas para que o piloto identifique corretamente, e o mais breve possível, as panes que podem ocorrer durante o voo e as manobras e técnicas de pilotagem que serão realizadas para pousar em segurança.
A equipe de instrutores é composta pelos pilotos de ensaio da Helibras – Comandantes Rogério Holzmann, Júlio Shergue e Patrik Corrêa – que receberão grupos de até 03 pilotos e os treinarão para conseguir efetuar o pouso em segurança em caso de:
Falha no rotor de cauda em voo;
Falha no rotor de cauda no pairado FES;
Pane hidráulica;
Pane do motor no pairado DES;
Pane do motor em voo;
Pane do motor no pairado FES;
Pane do motor na decolagem de 10kt à 60kt, entre outras.
“Queremos aumentar a Segurança Operacional da Unidade, principalmente em Operações de monitoramento e reconhecimento com os Imageadores (FLIR), portanto todos pilotos do Grupamento passarão pelo treinamento de emergência do fabricante da aeronave”, afirmou a Ten Cel PM Clarisse Antunes Barros, Comandante da Unidade desde Novembro de 2016.
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Cel BM Élcio Alves Barbosa, Diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A quinta palestra do evento foi apresentada pelo Cel BM Élcio Alves Barbosa, Diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) do Ministério da Integração Nacional. O tema da palestra foi “Defesa Civil Nacional: Plano Anti-catástrofes, O Papel do Helicóptero.”
O site Resgate Aeromédico (Evoluigi) disponibiliza aos seus leitores o vídeo da quinta palestra realizada no dia 12/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Dr. Ricardo Accioly do Siate – Paraná. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A quarta palestra do evento foi apresentada pelo Médico Ricardo Accioly do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate) – Paraná. O tema da palestra foi “Implantação de um Sistema Aeromédico Eficaz.”
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da quarta palestra realizada no dia 12/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Comandante Egon Buttner da empresa de Táxi Aéreo Omni Brasil. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A terceira palestra do evento foi apresentada pelo Comandante Egon Buttner da empresa de Táxi Aéreo Omni Brasil. O tema da palestra foi “Transporte Aeromédico Dedicado O&G.”
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da terceira palestra realizada no dia 12/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Dr. Paulo Arruda, médico da CIOPAer do Ceará. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão. Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento teve o apoio daMapfre,Indumed,Air Jet Taxi Aéreo.
A segunda palestra do evento foi apresentada pelo Delegado Aristóteles Tavares e pelo Médico Paulo Arruda, ambos da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAer) do Ceará. O tema da palestra foi “Operação de Resgate Noturno.”
O site Resgate Aeromédico disponibiliza aos seus leitores o vídeo da segunda palestra realizada no dia 12/06.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
Japão – O Departamento de Polícia Metropolitana de Tóquio (MPD) assinou um contrato para aquisição de um H215, tornando-se o primeiro operador no Japão a operar esse modelo de helicóptero. Atualmente a MPD opera uma frota de 14 helicópteros, a maior operador policial do Japão.
O novo H215 será entregue antes das Olimpíadas de Verão de Tóquio 2020 para missões de transporte de pessoas, de carga e suporte para as missões do Departamento. O helicóptero possui alto desempenho e é totalmente operacional e capaz de cobrir toda a região de Tóquio, incluindo as ilhas Izu. O helicóptero também estará envolvido em missões realizadas em todo o país.
O H215 também se juntará aos helicópteros H135 e H155 no apoio às missões de patrulha e salvamento do dia-a-dia em Tóquio.
“Estamos honrados pela renovada confiança do Departamento de Polícia Metropolitana em escolher o H215 e especialmente porque este helicóptero se unirá ao resto dos helicópteros da Airbus no apoio a uma das maiores polícias do mundo. Mais importante ainda, agradecemos a oportunidade de atender nossos clientes por quase 30 anos até agora, e durante muitos outros anos, já que a equipe de Airbus Helicopters no Japão continua a garantir o maior apoio “, disse Olivier Tillier, Diretor Geral da Airbus Helicopters Japan.
O helicóptero H215 pertence à família de helicópteros Super Puma / Cougar, conhecido por sua alta taxa de disponibilidade, desempenho e custo operacional competitivo. Equipado com tecnologias de ponta, o helicóptero possui duas versões – uma adaptada para operações multimissão e outra para missões utilitárias.
O Centro de Treinamento Helibras em cooperação com a equipe de manutenção aplicou o treinamento OJT (on the job training) para 14 mecânicos de armamento da Aviação do Exército.
Esse tipo de treinamento é recomendado para tarefas de grande complexidade e foi o primeiro dessa categoria realizado com a AVEX. O objetivo do treinamento é preparar seus especialistas no novo sistema de armamento axial integrado aos helicópteros Fennec modernizados.
Treinamento EB 02 – Sistema de Armamento Axial.
O curso, previsto em contrato, treinou os técnicos em armamento aéreo para realização de intervenções de nível O&I (operação e manutenção) do suporte de armamento axial. Com isso, os profissionais aprenderam novas técnicas de ajustes e regulação do tiro de metralhadora e estão aptos para a avaliação das próximas etapas de recebimento do novo braço de armamento.
“O treinamento é um compromisso da Helibras em transferir seus conhecimentos e apoiar os operadores em suas missões”, ressaltou Alberto Duek, vice-presidente de operações.
As aulas, teóricas e práticas, foram realizadas no CIAVEX – Centro de Instrução do Exército Brasileiro em Taubaté, interior de São Paulo.
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho a Helibras e a Airbus realizaram a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro reuniu em São Paulo 104 profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (Helicopter Emergency Medical Service), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
Richard Marelli, Presidente da Helibras na abertura do evento. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O simpósio aconteceu no auditório da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo e foram dois dias de palestras e demonstrações estáticas de aeronaves configuradas para essa missão, como os modelos AS365 da Air Jet, AS350B2 da Polícia Militar de São Paulo e um AS350B2 da Uniair Táxi Aéreo. O evento teve o apoio da Mapfre, Indumed, Air Jet Taxi Aéreo e as palestras em inglês foram traduzidas simultaneamente pelo tradutores Malcolm Forest e Raphi Kutchukian.
Atualmente discute-se uma nova legislação sobre o resgate aeromédico, especificamente sobre a Portaria Nº 2048/2002 do Ministério da Saúde e a Instrução de Aviação Civil – IAC 3134/1999 da ANAC. Uma infinidade de interesses surge para fomentar essa atividade explorada por poucas empresas de táxi-aéreo.
Atualmente a atividade aeromédica pública é realizada por unidades aéreas dos Corpos de Bombeiros Militares, Polícias Militares, Polícias Civis e Polícia Rodoviária Federal que possuem parceria com Serviços de Resgate e Atendimentos de Urgências das Secretarias Municipais ou Estaduais de Saúde.
Helicópteros em exposição no patio da INFRAERO no Aeroporto Campo de Marte. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O serviço aeromédico inter-hospitalar realizado por essas empresas é uma atividade privada, porém em alguns casos são contratadas pelo Estado para o atendimento público, como acontece no Estado do Paraná, através do CONSAMU – Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste que utiliza helicóptero de uma empresa de táxi-aéreo para o transporte e resgate em vias públicas de enfermos.
A intenção do simpósio foi discutir o ingresso de empresas de Táxi-Aéreo no atendimento aeromédico público, como por exemplo, nas rodovias administradas por empresas que possuem concessões. A ideia é que esses serviços sejam contratados pelo Estado, ou que a legislação permita que essas empresas realizem esses serviços aeromédicos.
Outras questões relevantes discutidas no evento foi a infraestrutura de hospitais com capacidade para receber aeronaves e pacientes graves, possibilidade de pouso de aeronaves privadas em vias públicas e áreas não homologadas para realizar o atendimento aeromédico, treinamento de médicos, enfermeiros e pilotos, além dos debates sobre os modelos europeus que realizam o atendimento aeromédico.
Foram 09 palestras sobre temas diversos e dois debates, todos relacionados com a atividade aeromédica no Brasil e na Europa. O evento foi aberto por Richard Marelli, Presidente da Helibras e em seguida ocorreu a primeira palestra apresentada por Ralph Setz da Airbus.
Mauro Ayres, gerente dos mercados civil e governamental da Helibras atuando como moderador nos debates. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
Ralph Setz apresentou a experiência do fabricante no mercado aeromédico internacional e reafirmou a importância do transporte aeromédico realizado por helicópteros para um sistema de saúde sustentável e que, acima de tudo, salve vidas.
A segunda palestra do dia foi apresentada pelo Delegado Aristóteles Tavares e pelo Médico Paulo Arruda, ambos da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAer) do Estado do Ceará que falaram sobre Operação de Resgate Noturno e equipamentos médicos utilizados pela unidade.
Em seguida o Comandante Egon Buttner da empresa Omni Brasil falou sobre “Transporte Aeromédico Dedicado – O&G” e o Dr Ricardo Accioly do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Paraná abordou o tema “Implantação de Sistema Aeromédico Eficaz”.
O Coronel BM Élcio Alves Barbosa, Diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) apresentou do tema “Defesa Civil Nacional: Plano Anti-catástrofes – O papel do helicóptero e finalizando o primeiro dia de simpósio, os palestrantes participaram de um debate sobre o “Aeromédico como um Sistema Integrado sustentável”.
Coronel BM Élcio Alves Barbosa, Diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). Foto: Eduardo Alexandre Beni.
O segundo dia iniciou com a palestra do diretor da ADAC Training Academy, Thomas Gassmann, que discorreu sobre o cenário aeromédico na Alemanha, tendo como base as atividades da empresa, o maior operador alemão no segmento aeromédico com mais de 100.000 atendimentos por ano.
Após essa apresentação, o evento teve prosseguimento no Hangar da empresa Air Jet Táxi Aéreo no Aeroporto Campo de Marte. A retomada das apresentações começou com o Dr. Ricardo Galesso que apresentou tema relevante e importante para a viabilização desse novo modelo: “O arcabouço legal e regulatório do aeromédico no Brasil” e explanou sobre os desafios para sua compatibilização com o cenário atual e futuro.
Logo em seguida aconteceu uma breve apresentação do Dr. José Guataçara Correa Gabriel, Coordenador do SAMU Belém/PA, que falou sobre o Curso Aeromédico e Resgate em local de difícil acesso que ministra gratuitamente na Fazenda Paricuiã e mostrou o Centro de Treinamento Coronel Morais, onde os alunos são colocados à prova.
Dr. Ricardo Galesso em sua palestra no Hangar da Air Jet. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
Representando a Polícia Militar de São Paulo, responsável pelo atendimento e resgate aéreo dos mais de 44 milhões de habitantes no estado paulista, o Coronel PM Carlos Eduardo Falconi ministrou a palestra “Resgate Público e Resgate Privado”.
Em seguida o Dr. Cristiano Nascimento e o comandante Marcelo Graciotti da empresa de Táxi Aéreo Air Jet falaram sobre a “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. Ao final das palestras aconteceu novo debate, dessa vez foram discutidos os desafios do mercado aeromédico no Brasil, que teve como foco principal analisar os cenários que o setor irá enfrentar sobre legislação, investimentos, infraestrutura e preparação de profissionais para atuarem no setor.
Debate realizado no segundo dia do evento no hangar da Air Jet. Foto: Eduardo Alexandre Beni.
Foto: Eduardo Beni.
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
Saiba mais:
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
São Paulo – Nos dias 12 e 13 de junho próximos, a Helibras e a Airbus realizarão a primeira edição do Simpósio de Transporte Aeromédico. O encontro vai reunir em São Paulo diferentes profissionais que trabalham com atividades aeromédicas ou HEMS (sigla em inglês que se refere a helicópteros de emergências médicas), incluindo operadores dos segmentos civil, governamental, oil & gas, militar, autoridades e associações, como a ABAG.
“O objetivo é consolidar as boas práticas nesse segmento e criar mecanismos de aceleração e coordenação para o setor no Brasil, o qual ainda carece de melhoria, apesar do país possuir total capacidade e condições para a realização da atividade. Durante o encontro, serão utilizados exemplos de sucesso de operadores mundiais e procuraremos buscar soluções de fomento que permitam o desenvolvimento com segurança do grande potencial do segmento em nosso território”, explica Mauro Ayres, gerente dos mercados civil e governamental da Helibras.
Serão dois dias inteiros de palestras e demonstração estática de aeronaves configuradas para essa missão, como os modelos AS365 da Airjet, AS350B2 da Polícia Militar de São Paulo e um AS350B2, da Uniair Táxi Aéreo.
Dentre os palestrantes convidados, o diretor da ADAC Training Academy, Thomas Gassmann, discorrerá sobre o cenário aeromédico na Alemanha, tendo como base as atividades da empresa, o maior operador alemão no segmento aeromédico com mais de 100.000 atendimentos por ano.
Representando a Polícia Militar de São Paulo, responsável pelo atendimento e resgate aéreo dos mais de 44 milhões de habitantes no estado paulista, o Coronel PM Carlos Eduardo Falconi ministrará a palestra “Resgate Público e Resgate Privado”.
A programação contará também o especialista em HEMS (Helicóptero de Emergência Médica) da Airbus, Ralph Setz, que irá demonstrar a experiência do fabricante no mercado aeromédico internacional, importante para a valorização do setor no Brasil. “O transporte aeromédico por helicópteros é um desafio global para um sistema de saúde sustentável que, acima de tudo, salve vidas”, reforça Ralph Setz.
Participarão ainda concessionários de rodovias, médicos, autoridades governamentais, como a ANAC e Secretários de Saúde, que regulam a atividade no país. O evento conta com o apoio da Prevent Senior.
Saiba mais:
A Filmagem, Edição e Finalização dos Vídeos das palestras tiveram a produção do Site Resgate Aeromédico (Evoluigi) em parceria com a AC Produções Cinematográficas.
9ª Palestra: Dr. Cristiano Nascimento e Marcelo Graciotti – Airjet – “Operação Aeromédica de Táxi Aéreo”. (Não divulgada)
O operador aeromédico chinês Pequim 999 assinou no começo de maio uma encomenda com a Airbus Helicopters para a compra de um helicóptero H145 para missões aeromédicas e de busca e salvamento (SAR) na China. O helicóptero deve ser entregue até 2019.
Atualmente, a Pequim 999 opera dois helicópteros H135s para fornecer serviços aeromédicos de emergência (EMS) na região de Pequim, Tianjin e Hebei, na China.
Equipado com um guincho e um interior customizado para atendimento médico, o novo H145 realizará operações de salvamento ou transporte aeromédico. Espera-se que o operador comece a usar a aeronave em preparação para os Jogos Olímpicos de Inverno de 2022 que serão organizados pela China.
O helicóptero também é equipado com radar meteorológico e flutuadores. Quase 1.100 H145s estão atualmente em serviço em todo o mundo, registrando um total combinado de mais de quatro milhões de horas de voo.
Com uma grande cabine, uma estrutura compacta e motores potentes, a Airbus diz que o H145 é capaz de responder a diversas missões, especialmente para missões públicas como aeromédico, busca e salvamento e apoio policial.
Li Libing, diretor de Pequim 999, disse: “Este é um grande passo na nossa excelente cooperação com a Airbus Helicopters no mercado SAR / EMS na China. O know-how e a vasta experiência da Airbus Helicopters neste segmento nos permitem promover a eficiência e o desenvolvimento dos serviços de emergência médica e de resgate na China. Também ajudará Pequim 999 a se tornar um líder na China para essas missões. ”
Ceará – Doze agentes da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas do Ceará, entre oficiais da Polícia Militar e um delegado da Polícia Civil, serão enviados para os Estados Unidos nos meses de maio, junho e julho para realizar treinamento de voo nos helicópteros H135 Helionix adquiridos para a Ciopaer.
Modelo adquirido pela CIOPAer do Ceará – H 135 Helionix.
Do total, quatro já foram neste mês de maio. Quatro dos profissionais sairão de Fortaleza para Dallas, no Texas/EUA em 2 de junho e os demais irão somente em julho.
Já o treinamento na cidade de Donauworth, na Alemanha ocorrerá somente em 2018, com a previsão de ida de doze pilotos que executarão treinamentos em simuladores e nas próprias aeronaves, seis tripulantes operacionais que também realizarão treinamentos práticos, além de seis mecânicos de manutenção aeronáutica, que receberão treinamentos específicos sobre as aeronaves.
Cada agente ficou ou ficará cerca de 12 dias nas cidades citadas realizando os treinamentos no helicóptero, pois o recebimento deles está previsto para acontecer no início de março de 2018. Os detalhes do investimento foram divulgados no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (30).
Segundo o coordenador da Ciopaer, Delegado da Polícia Civil Aristóteles Tavares Leite, esses treinamentos são importantes para aumentar ainda mais a qualificação das equipes da unidade aérea. “Quanto aos pilotos e tripulantes operacionais, os treinamentos visam uma maior qualificação, para que possam operar com mais segurança ainda, minimizando ao máximo os riscos de incidentes e acidentes; e no tocante aos mecânicos, o objetivo é qualificá-los para que possam realizar intervenções mais complexas nas aeronaves, as quais são feitas por empresa terceirizada de manutenção, contratada para esse fim, o que trará bastante economia aos cofres públicos”, afirmou o coordenador.
Novos helicópteros
Os dois novos helicópteros H135 Helionix serão alocados nas bases da Ciopaer em Quixadá, no Sertão Central, e em Fortaleza e Região Metropolitana. Os bimotores custaram, incluindo fornecimento de peças, ferramentas e treinamentos, pouco mais de R$ 80 milhões.
O H135 helionix possui piloto automático de quatro eixos, que possibilita que fique parado no ar sozinho, sem auxílio do piloto. Em comparação com as aeronaves que operam atualmente na Ciopaer, os novos helicópteros podem levantar voo com 80 a 100 kg a mais de peso e têm 20 minutos a mais de autonomia de voo. Os instrumentos de navegação e de gerenciamento da aeronave são mais modernos. Além de virem com configuração para multimissão, com a possibilidade de ser uma UTI aérea.
Com informações de Diário do Nordeste e CorreioNews.