Santa Catarina – Nos dias 11 e 12 de abril, policiais militares da Guarnição Especial de Mafra (Gemfa) e integrantes da autopista Planalto Sul, que atuam na rodovia BR-116, receberam treinamento oferecido pelo Batalhão de Aviação da Policia Militar de Santa Catarina (BAPM), por meio da 5ª Companhia, sediada em Lages.
Na ocasião, os participantes receberam noções teóricas e práticas sobre procedimentos e segurança quando do emprego do helicóptero em operações policiais e emergências médicas. A Autopista Planalto Sul possui parceria com a 5ª Cia do BAPM para os casos em que o usuário da rodovia precisa de transporte aéreo rápido, como por exemplo, em acidentes graves de trânsito, vítimas politraumatizadas, partos, etc.
A instrução foi ministrada pelo tenente-coronel PM Antônio Fernando Pinheiro, major PM Marcos Paulo Rangel, sargento PM Robeson Ricardo Teles e soldado PM Luiz Carlos Bandieri.
O comandante interino da Gemfa, major Marcelo Pereira agradeceu a instrução ministrada e enalteceu o excepcional trabalho realizado pela 5ª Companhia de Aviação e todos seus integrantes.
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Mafra: treinamento para operações policiais e salvamento com aeronave
Paraná – No final da manhã de segunda-feira (9), na rodovia PR-551 de Ivatuba, dois automóveis colidiram de frente causando óbito de uma pessoa e deixando outras quatro gravemente feridas.
De acordo com informações obtidas pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE) do posto de Floresta, um Fiat Palio com placas de Maringá dirigido por uma mulher de 42 anos foi atingido por um GM Kadett que estava sentido Ivatuba.
Equipe aeromédica do SAMU resgata vítimas de acidente de trânsito na PR-551
A batida foi tão violenta que o motorista de 39 anos, morreu na hora. A sua esposa de 32 anos ficou ferida gravemente. Os filhos de 10 e 12 anos que estavam no banco traseiro ficaram inconscientes e precisaram ser entubados ainda no local pelas equipes do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU)
De acordo com o médico Mauricio Lemos, médico do helicóptero SAMU Saúde 03, a criança de 12 anos foi levada de helicóptero para o Hospital Santa Casa. Já a criança de 10 foi socorrida e encaminhada para o Hospital Universitário. A motorista do Palio foi levada de ambulância para o Hospital Santa Rita.
De acordo com a PRE, a família que estava no automóvel GM Kadett seria moradora de Tapejara. O corpo do motorista foi removido para o Instituto Médico Legal de Maringá.
Equipe aeromédica do SAMU resgata vítimas de acidente de trânsito na PR-551
Equipe aeromédica do SAMU resgata vítimas de acidente de trânsito na PR-551
Equipe aeromédica do SAMU resgata vítimas de acidente de trânsito na PR-551
Equipe aeromédica do SAMU resgata vítimas de acidente de trânsito na PR-551
Santa Catarina – O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Araújo Gomes Júnior, e a secretária executiva da Agência de Desenvolvimento Regional (ADR) de Joinville, Simone Schramm, inauguram na sexta-feira, 13, às 10h, o hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado foi de R$ 607 mil.
Hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil. Foto: Divulgação/ADR Joinville.
“A aeronave que atende a cidades de toda a região Norte é a única no Estado a ter um hangar próprio e isso é resultado de um conjunto de esforços dentro do governo. Acredito que as pessoas que nela trabalham, para a proteção da sociedade ou para o salvamento, terão mais segurança operacional”, comenta Simone Schramm.
Com capacidade para sobrevoar Joinville em três a sete minutos, o Águia 1 realizou mais de 535,55 horas de voo em 2017. Foram 249 pessoas socorridas e 122 detidas além do auxílio na recuperação de 91 veículos e na apreensão de 25 armas de fogo. A aeronave tem espaço para seis passageiros, além de farol de busca noturna para operações especiais.
Inaugura nesta sexta-feira, 13, o hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville.
Hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil. Foto: Divulgação/ADR Joinville.
“A construção do hangar é um sonho antigo porque durante 15 anos operamos em condições não ideais de proteção da aeronave, um dos bens materiais mais caros do Estado,” destaca o comandante da 2ª Companhia de Aviação, Tenente Coronel Alessandro Machado. O quartel possui 25 policiais militares, sendo oito pilotos, 13 tripulantes multimissão e quatro auxiliares administrativos.
Homenagem
O hangar terá como patrono o tenente-coronel Asteróide da Costa Arantes, pioneiro da aviação na Polícia Militar de Santa Catarina. Nascido em 1903, em Palhoça, na Grande Florianópolis, foi um dos pioneiros ao obter o diploma de piloto aviador civil, em 1938, quando detinha a patente de capitão.
A fundação do Aeroclube de Santa Catarina é de 1937 e o de Joinville surgiu em 1938. Depois de aposentado como coronel pela reserva remunerada em 1946, foi nomeado delegado especial de polícia em Joinville onde fixou residência. Morreu em dezembro de 1961 e seu corpo está sepultado no Cemitério Municipal.
Inaugura nesta sexta-feira, 13, o hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil – Joinville – 11/04/2017 – Foto: Divulgação/ADR Joinville
Inaugura nesta sexta-feira, 13, o hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil – Joinville – 11/04/2017 – Foto: Divulgação/ADR Joinville
Governo de Santa Catarina inaugura hangar da Companhia de Aviação de Joinville
Governo de Santa Catarina inaugura hangar da Companhia de Aviação de Joinville
Governo de Santa Catarina inaugura hangar da Companhia de Aviação de Joinville
Governo de Santa Catarina inaugura hangar da Companhia de Aviação de Joinville
Hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil. Foto: Divulgação/ADR Joinville.
Hangar da 2ª Companhia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar, em Joinville. O investimento do Governo do Estado é de R$ 607 mil. Foto: Divulgação/ADR Joinville.
Minas Gerais – O governador Fernando Pimentel anunciou nesta quarta-feira (11/4) a criação de bases aéreas nos municípios de Governador Valadares (Território Vale do Rio Doce), e Uberaba (Território Triângulo Sul), além da ampliação da base aérea de Montes Claros (Território Norte). O anúncio foi feito por meio de sua conta na rede social Instagram.
“Vamos continuar investindo na Polícia Militar, nos Bombeiros, na segurança, na saúde, melhorando cada vez mais a cobertura aérea para o atendimento às mineiras e aos mineiros”, disse o governador. Com esta expansão, serão oito as bases aéreas, cobrindo todas as regiões do estado.
Helicóptero Pégasus da Polícia Militar. Para a criação das bases, serão distribuídos três helicópteros, modelo Esquilo.
A instalação das bases compõe a estratégia de ampliação da cobertura da malha aérea do Estado de Minas Gerais, seguindo o conceito multimissão, em que as aeronaves cobrem determinada região do estado com serviços nas áreas de segurança pública, atendimento de emergências de saúde, transporte de órgãos, resgastes, prevenção e combate a incêndios, dentre outros serviços.
Com a medida os municípios situados nas regiões de Montes Claros, Uberaba e Governador Valadares serão melhor atendidos pelos serviços aéreos do Governo Estadual, uma vez que a capacidade de atendimento será ampliada, possibilitando a assistência rápida e de qualidade a toda população.
Para a criação das bases, serão distribuídos três helicópteros, modelo Esquilo, sendo que já a partir de maio próximo será instalada a base aérea multimissão no município de Governador Valadares, com um helicóptero da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), para atendimento prioritário às regiões do Vale do Rio Doce, Jequitinhonha e Mucuri.
Também em maio será criada a base aérea situada no município de Uberaba, com um helicóptero, visando cobrir, prioritariamente, as regiões do Triângulo Mineiro e Noroeste do estado, além da disponibilização de mais um helicóptero para reforçar o atendimento na região de Montes Claros, no Norte de Minas.
As aeronaves das bases de Uberaba e Montes Claros pertencem ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).
Helicóptero AS350 B3 Esquilo do Corpo de Bombeiros.
A gestão do emprego das aeronaves caberá ao Comando de Aviação do Estado (Comave), órgão criado para centralizar e otimizar o gerenciamento da frota aérea do Estado, composta por aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, do Gabinete Militar do Governador, da Polícia Militar, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).
As oito bases aéreas, cobrindo todas as regiões de Minas Gerais, representam maior capacidade de resposta às demandas de segurança pública, saúde, meio-ambiente e outras que demandem a utilização de aeronaves, reduzindo-se o tempo de atendimento em situações emergenciais.
Entre estas ações estão a de resgate, transporte de órgãos para transplantes e suporte à vida, em que a resposta rápida propiciada pelo transporte aéreo é fundamental.
A medida é mais uma demonstração do esforço contínuo do Governo do Estado de Minas Gerais em melhorar a qualidade dos serviços prestados à população em todas as regiões do estado, mesmo diante das dificuldades decorrentes do quadro de restrição fiscal e financeira enfrentada, sempre com muito diálogo, equilíbrio e trabalho.
Maranhão – Equipes do Centro Tático Aéreo (CTA) também estão trabalhando nas ações de assistência prestadas pelo Governo do Estado aos municípios atingidos pelas chuvas para garantir ajuda mais rápida à população. Como o alagamento dificulta o acesso por via terrestre, o helicóptero tem sido fundamental para levar atendimento de emergência como o realizado nesta quarta-feira (11) na cidade de Tuntum.
A base do CTA instalada no município de Presidente Dutra, região central do Maranhão, primeiro a ter uma unidade descentralizada do grupamento, fez o translado das equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil da cidade de Trizidela do Vale para Tuntum.
De acordo com o coronel Ismael de Souza Fonseca, diretor do CTA do Maranhão, “a descentralização das unidades nos ajudou na ação de hoje, pois o CTA de Presidente Dutra, que conta com uma equipe de 11 pessoas, levou equipes para identificar ações emergenciais em Tuntum de forma mais rápida”.
O coronel Ismael de Souza Fonseca afirma ainda que todo as bases do CTA foram disponibilizadas para atender municípios alagados ou em estado de alerta. “O CTA está preparado para atuar tanto no resgate quanto no transporte de equipes de salvamento e de suprimentos”, declarou.
O comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão (CBMMA), coronel Célio Roberto Araújo, avaliou o apoio do CTA como essencial para as ações nas cidades atingidas pelas chuvas. “O grupamento tem agilizado a chegada às regiões, com segurança e possibilitando que as equipes de salvamento cheguem a tempo e cumpram seu trabalho, apoiando os municípios e suas populações neste momento difícil”, ressaltou o comandante.
O Centro Tático Aéreo (CTA)
O Centro Tático Aéreo (CTA) é um grupamento que integra a estrutura da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP) e utiliza aeronaves em operações policiais e de salvamento no Maranhão. As equipes são formadas por efetivo das polícias Militar, Civil e Corpo de Bombeiros, e atuam de forma integrada e com apoio da Secretaria de Estado de Saúde (SES).
A descentralização e expansão do CTA foi ação prioritária do Governo do Estado para potencializar atendimentos de saúde, segurança pública e emergência nas cidades do interior. O CTA, que até 2015 contava apenas com uma sede, hoje tem três bases localizadas em São Luís, Presidente Dutra e Imperatriz.
A frota composta de quatro helicópteros, dois aviões e uma equipe de 86 pessoas tem capacidade para atender ocorrências de alta complexidade em locais de difícil acesso, inclusive, salvamentos em mar.
Ceará – Uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) do Ceará foi direcionada, na manhã desta terça-feira (10), após solicitação do Governo do Estado do Piauí, para prestar auxílio em regiões que foram atingidas por enchentes naquele Estado. Dois pilotos, dois tripulantes e um mecânico da unidade cearense foram deslocados para a missão.
No primeiro momento, os agentes da segurança pública realizaram voos para averiguação e monitoramento de barragens, açudes e rios que, em virtude das últimas chuvas, estão elevando o nível de suas águas, causando o transbordamento das mesmas e ocasionando riscos a populações ribeirinhas do Piauí.
A equipe foi requisitada para sobrevoar as cidades de José de Freitas, Barras, Cabeceiras e Esperantina, que foram as cidades mais afetadas pelas últimas chuvas.
Os agentes sobrevoaram os municípios de José de Freitas e Barras, mas devido ao péssimo tempo, tiveram que retornar à base, situada no aeroporto Senador Petrônio Portella, em Teresina. O acionamento da Ciopaer é resultado do serviço de referência prestado a população cearense.
Mato Grosso – O prefeito de Sorriso, Ari Lafin, recebeu o superintendente da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso, Aristóteles Cadidé da Silva, o gerente de implantação do Programa de Rádio Digital da PRF em Mato Grosso, Wagner Machado, e o chefe de escritório de projetos, Elton Carvalho, para discutir a questão da descentralização e unificação operacional da PRF. A reunião ocorreu na segunda-feira (9), no Paço Municipal.
Sorriso terá a primeira Base Centralizada Operacional da PRF fora de Cuiabá
“Temos um projeto de integrar as forças de segurança nas operações, e ainda buscar apoio do judiciário e das Prefeituras para que possamos somar e dar mais agilidade e impacto positivo às ações da PRF. É com essa integração que podemos fazer a diferença e conceder à sociedade a esperança de ter uma segurança otimizada, de melhor qualidade e com resultados eficazes. A integração está acontecendo no Estado e pretendemos ampliá-la”, ressalta o superintendente da PRF.
Para Sorriso, o projeto de descentralização inclui a instalação da primeira Base Centralizada Operacional da PRF fora de Cuiabá. “Sorriso conta com uma localização estratégica para que possamos atender todo o norte e médio norte do Estado com mais agilidade. Aqui já contamos com o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), que vem ao encontro de todo o ideal desse projeto, que tem como base a unificação operacional das forças de segurança”, explica Elton Carvalho.
Durante a reunião o superintendente Aristóteles Cadidé da Silva anunciou a vinda de uma aeronave operacional da PRF para Sorriso. “Iremos enviar um helicóptero que ficará na Ciopaer e servirá tanto para resgates como para dar suporte nas operações policiais do município e região”.
Estiveram presentes na reunião o secretário municipal de Segurança Pública, Trânsito e Defesa Civil, Felipe Dias Mesquita, o presidente do Conselho Municipal de Segurança Pública (Comsep), Sebastião Ferreira de Andrade, e o suplente de Deputado Federal, Ederson Dal Molin.
Sorriso terá a primeira Base Centralizada Operacional da PRF fora de Cuiabá
Ceará – Uma criança de um ano e dois meses foi resgata pela Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), após um acidente automobilístico, no município de Barbalha. O caso aconteceu no sábado (31). As informações são da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS).
A criança foi projetada para fora do veículo e sofreu traumatismo craniano grave. Ela estava no banco traseiro do veículo sem o uso da cadeirinha ou qualquer dispositivo de segurança para o transporte.
Após os primeiros atendimentos no hospital Santo Antônio, em Barbalha, foi preciso o acionamento da Ciopaer. A aeronave pousou no Instituto Dr. José Frota (IJF), onde a criança permanece internada.
Momento em que a criança está para ser retirada da aeronave. Foto: Divulgação/SSPDS.
São Paulo – Uma mulher de 63 anos ficou ferida depois de um vazamento de gás no conjunto São Benedito na manhã deste domingo (25) em Jacareí. Segundo o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu em uma casa na rua João Batista Cambusano por volta das 11h30. A mulher cozinhava quando houve um vazamento de gás e começaram as chamas.
De acordo com os bombeiros, a mangueira de gás derreteu pela pressão e gerou um ponto de vazamento. Com isso, o gás atingiu a chama do fogão e deu início ao incêndio. Eles foram acionados para controlar as chamas, mas ao chegarem ao local o fogo havia sido contido por moradores.
Por causa do fogo, a mulher teve queimaduras de segundo grau no rosto e pescoço e foi socorrida pelo helicóptero Águia 16 da Base de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar de São José dos Campos, para o hospital da Vila Industrial, em São José dos Campos.
São Paulo – Durante a manhã de quarta-feira (28), o piloto Capitão PM Dennys Gomes Dalla, Comandante de helicóptero do CIOPAER de Tocantins, realizou visita técnica aos Águias da PM de São Paulo no aeroporto do Campo de Marte, zona norte de São Paulo, para conhecer como são realizados os resgates e remoções aeromédicas do Grupamento e aperfeiçoar as práticas tocantinenses realizadas com helicópteros.
Oficial do CIOPAER de Tocantins visita o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo
O Comandante da Unidade, Cel PM Paulo, franqueou o acesso às seções para que o Oficial tocantinense pudesse ter o máximo de informações possíveis. O Ten PM Alan Carvalho Cicero acompanhou o visitante juntamente com os enfermeiros de voo, Sgt PM Rogério e Cb PM Lopes, na aeronave e nela foram apresentados procedimentos, equipamentos e soluções durante as operações aeromédicas.
O oficial também pode conversar com o Ten Tobias, médico de voo do GRPAe, que informou os tipos mais frequentes de resgate, quais as precauções durante os atendimentos, bem como a importância de acompanhamento da saúde física e mental dos operadores no desempenho da função.
Na oportunidade, o Sgt PM Rogério, Coordenador de Enfermagem, destacou que São Paulo iniciou sua aviação em 1984 com apenas um helicóptero. Hoje, o Grupamento possui 23 aeronaves do modelo Esquilo (H125), que são empregadas nas atividades aeromédicas e policiais. Ressaltou ainda a importância de possuir na aeronave equipamentos fixos homologados e equipe treinada.
Oficial do CIOPAER de Tocantins visita o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo
Oficial do CIOPAER de Tocantins visita o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo
Oficial do CIOPAER de Tocantins visita o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo
Oficial do CIOPAER de Tocantins visita o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo
Bahia – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência de Salvador (SAMU) conta desde fevereiro com o apoio de um helicóptero para resgate aeromédico de casos graves em Salvador e Região Metropolitana. O primeiro resgate foi de uma vítima de acidente de trânsito na região de Candeias neste sábado (24). A paciente foi encaminhada para o Hospital do Subúrbio, em Salvador.
Foto: Ascom/SMS
Segundo o secretário de saúde do município, José Antonio Rodrigues Alves, a inclusão da aeronave ocorreu a partir do convênio firmado entre a Prefeitura e a Polícia Rodoviária Federal da Bahia. “A implantação da operação de resgate aéreo reduzirá substancialmente o tempo resposta das ocorrências, sobretudo, dos acidentes de trânsito mais graves e os chamados provenientes das ilhas que até então eram feitos apenas com o auxílio da lancha, que depende muito das condições marítimas para operar”, disse.
De acordo com o convênio, a Prefeitura arcará com os custos de hangaragem, bem como com equipamentos de proteção individual (EPI) para a tripulação e insumos médicos. A PRF utilizará um helicóptero Bell 407 com tripulação.
O helicóptero ficará disponível para o atendimento num raio médio de 150 km na região metropolitana, com alcance de áreas como a BR-324 e a Linha Verde. Ainda conforme Secretaria Municipal de Saúde, as pessoas resgatadas serão encaminhas para os Hospitais da Bahia e do Subúrbio, que são as únicas unidades da capital com heliponto.
A aeronave, assim como o serviço de ambulância, estará disponível através do telefone 192. A equipe médica reguladora ficará responsável pela avaliação da ocorrência e solicitação do helicóptero em casos de urgência.
Em caso de acidente ou emergência em que um ocupante que usa um capacete de voo precisa sair rapidamente da aeronave (como impacto na água ou fogo), uma saída rápida e sem obstáculos é essencial para a sobrevivência da tripulação.
As setas verdes mostram a direção para facilmente liberar os cabos ICS e as setas amarelas mostram a direção de saída dos ocupantes. Fone de um AS-350 B2 Foto: NTSB
A conexão direta do conector do capacete de voo com o sistema de intercomunicação interna (ICS) da aeronave pode impedir a saída durante um acidente ou emergência.
O cabo que liga o capacete de voo ao ICS da aeronave pode não se soltar rapidamente da conexão da aeronave se a direção de saída for contrária à direção necessária para soltar facilmente o conector.
Por exemplo, se o cabo precisa ser puxado para baixo para liberação e um ocupante da aeronave está tentando efetuar uma saída lateral, a conexão pode não se soltar prontamente, o que pode causar atrasos excessivos em uma saída de emergência.
O National Transportation Safety Board (NTSB) e o Transportation Safety Board of Canada (TSB) investigaram dois acidentes em que as conexões do capacete de voo com o ICS da aeronave afetaram diretamente a saída. Embora os ocupantes tenham sido capazes de sair da aeronave, em ambos os casos houve o potencial de resultados adversos.
O piloto de um MD (anteriormente Hughes) MD-369E perdeu o controle da aeronave em uma operação noturna de abastecimento de bambi bucket em um lago.
Depois do impacto do helicóptero na água, o mesmo girou e começou a afundar, mas o piloto conseguiu sair da cabine.
Ele relatou que, quando saiu do cockpit debaixo d’água, sentiu o seu capacete de voo puxar para trás; o cabo do mesmo ainda estava conectado à porta ICS da aeronave.
O piloto conseguiu retirar o seu capacete de voo, veio a superfície e nadou até um local seguro sem maiores incidentes; ele sofreu apenas ferimentos leves. (Relatório NTSB GAA15LA217)
Um Airbus Helicopters (anteriormente Messerschmitt-Bölkow-Blohm) MBB BO105 impactou com a água enquanto voava em baixa altitude sobre uma baía em condições de neve e falta de visibilidade no Canadá.
O helicóptero afundou, mas o piloto e o passageiro conseguiram sair do helicóptero. Após a saída, o piloto morreu de hipotermia, e o passageiro se afogou. Um exame pós-acidente do capacete de voo do piloto revelou que o encaixe do cabo ICS foi fraturado onde ele estava preso ao conector.
Helicóptero recuperado (Foto: TSB (Canadá)
Helicóptero recuperado (Foto: FAA)
Helicóptero na água (Foto: TWO BEAR AIR 2 LLC (Operador))
Os materiais remanescentes de metal mostraram que o cabo estava sendo puxado lateralmente em direção à porta do piloto (em direção oposta para liberação) quando a fratura ocorreu; um teste pós-acidente de um acessório similar exigiu uma tração de 70 libras antes do cabo romper. (Relatório TSB A05A0155)
O que você pode fazer?
● Certifique-se de que você e seus passageiros foram instruídos e são proficientes com os procedimentos de saída de emergência da aeronave que você está operando antes de decolar.
● Use um cabo intermediário compatível entre o conector do capacete de voo e a porta ICS da aeronave para facilitar a desconexão em uma saída de emergência.
● O cabo intermediário é um cabo que se conecta à porta ICS da aeronave em uma extremidade e ao conector do capacete ligado a outra extremidade, permitindo que o cabo seja desconectado com uma tensão pequena na direção da saída.
● Certifique-se de que os cabos ICS estejam protegidos contra possíveis enroscos ou emaranhados com outros componentes da aeronave, como por exemplo controles de voo.
Interessado em mais informações?
As seguintes fontes abordam os riscos de conexão do capacete de voo com o sistema ICS da aeronave:
O Aviso de Segurança Operacional da MD Helicopters OSN2015-001 discute o
perigo de conexões diretas do cabo do capacete de voo com o sistema ICS da aeronave (referenciando o relatório NTSB GAA15LA217).
O artigo da autoridade de investigação canadense intitulado “Debrief: Post-Accident Survivability— Direct‑to-Airframe Helmet Cord Connections” na Carta de Segurança de Aviação 4/2006 aborda o perigo das conexões do cabo do capacete de voo diretamente no ICS da aeronave (referenciando o relatório TSB A05A0155).
Um informativo do exército americano discutindo a segurança em operações sobre água e o risco das conexões dos capacetes de voo que impedem uma saída adequada em uma emergência.
O NTSB produziu um vídeo sobre esta questão, que inclui algumas dicas do investigador sobre o que você pode fazer para se preparar e mitigar o risco do cabo do capacete de voo ficar preso no conector ICS da aeronave.
Minas Gerais – Na começo da tarde desta segunda-feira (19), um recém-nascido na Casa de Caridade Leopoldinense (CCL) foi transferido em um helicóptero da Polícia Militar, com apoio do SAMU, para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do Hospital João Penido, em Juiz de fora. O bebê prematuro nasceu no último dia 15 de março, quinta-feira, e necessitava ser internado em uma UTI Neonatal.
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
O helicóptero saiu de Juiz de Fora pouco depois das 10h00 e pousou em Leopoldina às 10h30 no gramado do Estádio Guanahyro Fraga Mota. Enquanto isso, na Casa de Caridade, uma equipe do SAMU, composta pelo médico Murilo, a enfermeira Paula e o condutor socorrista Thiago, iniciava os preparativos para que a criança fosse levada em segurança no trajeto entre a CCL e o Estádio, localizado na Rua Coronel Olivier Fajardo.
Assim que a viatura do SAMU chegou ao local onde estava o helicóptero, militares e a equipe do SAMU retiraram o bebê da ambulância e embarcaram-no na aeronave. Durante todo procedimento, o Sargento Jonields do 4º Pelotão de Bombeiros Militar de Leopoldina permaneceu no local para ajudar as equipes em qualquer eventualidade.
Às 12h14 o helicóptero decolou com destino ao campo de futebol próximo ao Hospital João Penido, levando o recém-nascido, juntamente com o médico Dr. Murilo e a enfermeira Paula, do SAMU de Leopoldina.
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
UTI Neonatal em Leopoldina
A CCL ainda não dispõe de uma UTI Neonatal, para onde são levados os bebês recém-nascidos que apresentam algum risco de vida, e todos os que nascem prematuros.
Segundo explicou Wolney Aguilar, administrador hospitalar da Casa de Caridade, a entidade mantém dois leitos de UTI intermediária, que não são credenciados pelo SUS, ou seja, são custeados pela própria CCL, exatamente para atender casos como o do bebê transferido nesta segunda-feira.
“Transferências como esta são viáveis graças a estes dois leitos mantidos pela Casa de Caridade e ao trabalho das nossas equipes médicas e de enfermagem. Apesar das dificuldades, estamos trabalhando para conseguir a implantação da UTI Neonatal em Leopoldina, o que se faz necessário”, esclareceu Wolney, destacando que a Casa de Caridade Leopoldinense e seus profissionais têm competência para a realização de partos de alto risco e a estabilização do recém-nascido.
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
Helicóptero da PM com apoio do SAMU transfere recém-nascido de Leopoldina para Juiz de Fora
Santa Catarina – É possível um resgate de preso por helicóptero em Santa Catarina? As forças de segurança estão preparadas e podem agir em casos criminosos com aeronaves? As perguntas eclodiram no Estado desde que um helicóptero de táxi aéreo foi sequestrado em Penha, no Litoral Norte, caiu em Joinville e três pessoas morreram, no último dia 8.
Há uma série de indagações ainda em investigação pela Polícia Federal sobre o que aconteceu antes e durante a decolagem do voo que levava quatro pessoas. Mas, além disso, autoridades levantaram a discussão sobre a necessidade de criar medidas de prevenção e reação diante de casos de apoderamento de aeronaves por bandidos.
Foto: Salmo Duarte / A Notícia.
Hoje, há dúvidas e inexiste protocolo de ação que envolva atuação das forças de segurança estaduais diante de fatos como o ocorrido em Joinville. A legislação diz que o assunto é nacional, ou seja, de competência dos órgãos federais como a própria PF e a Força Aérea Brasileira (FAB). O contexto preocupa porque o crime organizado utiliza cada vez mais meios aéreos para agir. Entre os fatores, estão capacidade financeira dos criminosos, aliciamento e a própria ausência de planos de ação pelas polícias, conforme a reportagem apurou com fontes do meio policial e da aviação.
Além do episódio em Joinville, em que a polícia apura o plano de resgate de um preso da Penitenciária Industrial, aeronaves também foram usadas no país para assassinato (Ceará), roubo possivelmente para resgate de detento (Rio Grande do Sul), entre outros de apreensões de drogas.
– Houve uma preocupação do secretário de Segurança (Alceu de Oliveira Pinto Júnior) em montar um protocolo de como reagir de maneira conjunta, as medidas que devem ser tomadas. Esse meio extremo usado com helicóptero mostra um desespero do crime e, na minha opinião, demonstra também que as forças estaduais devem se mobilizar – diz o comandante-geral da Polícia Militar catarinense, coronel Araújo Gomes.
Piloto e delegado da Polícia Civil, o delegado Eduardo André Senna afirma que o crime em Joinville foi uma situação diferenciada e emblemática para que as polícias se reúnam com a coordenação de tráfego aéreo em busca de ações integradas.
Na prática, a definição de normas de atuação poderia, por exemplo, amparar acompanhamentos de aeronaves na situação de sequestro ou roubo, seja por helicópteros policiais ou por viaturas em terra. Outra iniciativa é a de alertar a unidade prisional próxima do destino da aeronave para reforço de segurança e recolhimento dos detentos. Medidas de segurança como raio X das bagagens e checagem de antecedentes dos passageiros também são defendidas para as empresas de táxi aéreo.
Santa Catarina tem 40 unidades prisionais, abriga lideranças do crime organizado estadual e também da facção criminosa de São Paulo que busca a expansão em solo catarinense. Ouvidas pela reportagem, as autoridades policiais e do sistema prisional garantiram que dificilmente os criminosos conseguiriam ter sucesso no plano de resgate de preso na penitenciária de Joinville.
De acordo com o secretário da Justiça e Cidadania, Leandro Lima, a vigilância da unidade tem armamento pesado (fuzil) e o utilizaria se fosse necessário. Lima diz ainda que não seria possível o pouso do helicóptero, o que dificultaria o plano dos bandidos. O diretor da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), delegado Anselmo Cruz, considerou o fato amador pelos criminosos e não crê que fosse possível o resgate.
Todas as regiões de Santa Catarina contam com aeronaves policiais de prontidão. A PM tem helicópteros em Florianópolis, Joinville (Norte) e Lages (Serra), e a Polícia Civil, em Criciúma (Sul) e Chapecó (Oeste). Ainda há um helicóptero em atividade da Polícia Rodoviária Federal, sem contar os do Corpo de Bombeiros para atendimentos de socorro e resgate.
– Estamos bem cobertos. São equipamentos de alto custo, mas com resultados operacionais tremendos – destaca o comandante da PM.
Foto: Salmo Duarte / A Notícia.
Preocupação entre agentes penitenciários
O diretor da Associação dos Agentes Penitenciários e Socioeducativos de Santa Catarina, Ferdinando Gregório da Silva, diz que os planos criminosos com aeronaves geram preocupação na categoria. Ele cita os servidores terceirizados e temporários que não teriam o treinamento ideal para utilizar armamento pesado e a não existência de armas longas em todas as prisões.
Uma precaução, completa, seria ampliar grupos táticos nas penitenciárias. Hoje, SC dispõe do GTI (Grupo Tático de Intervenção) sediado na Penitenciária de São Pedro de Alcântara.
– Temos o crescimento das facções, a presença de lideranças do crime organizado e uma penitenciária de segurança máxima pronta e desativada há mais de um ano – lamenta.
Dada como modelo, com capacidade para 120 vagas, a cadeia máxima de São Cristóvão do Sul está pronta desde junho de 2016 e ainda não entrou em operação. O secretário da Justiça, Leandro Lima, diz que para ativá-la precisa aprovar na Assembleia Legislativa o projeto de gratificação salarial de risco e periculosidade aos servidores.
No final de 2017, o governador Raimundo Colombo o retirou do Legislativo depois que deputados apresentaram emendas que criaram gratificações para outras categorias.
Quatro presos são transferidos de Joinville
Após a tentativa de resgatar um preso da penitenciária de Joinville, quatro detentos foram transferidos para a penitenciária Sul de Criciúma. Entre eles, está o traficante Paulo Henrique Artmann dos Santos, o Calango, condenado a 15 anos de prisão, e deverá permanecer por 30 dias na cadeia do Sul do Estado.
A PF investiga se ele seria o preso que comparsas pretendiam resgatar com o helicóptero. Em fevereiro, o Ministério Público pediu a aplicação do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) ao preso, alegando que seria líder em Joinville da facção catarinense e estaria autorizando a execução de traficantes rivais, além de autoridades da Comarca – a Justiça negou o pedido na época.
Em Criciúma, na quarta-feira, o juiz Fabiano Antunes da Silva decretou nova prisão preventiva do detento por tráfico de drogas. Motivo: agentes penitenciários apreenderam em uma maleta dele um manuscrito com contabilidade do tráfico e pequena quantidade de maconha. Paulo ficou em silêncio no interrogatório.
O delegado chefe substituto da Polícia Federal em Joinville, Luciano Raizer, disse que a investigação apura várias possibilidades sobre o sequestro da aeronave, mas não quis dar detalhes para não atrapalhar os trabalhos.
Helicóptero não acionou código transponder
Hoje, há um código transponder usado para aeronaves avisarem as torres em caso de sequestro em andamento. Questionada pela reportagem, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que os órgãos de controle do espaço aéreo não registraram acionamento dele envolvendo a aeronave que se acidentou em Joinville.
A FAB disse ainda que a apuração é feita pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) com o objetivo de prevenir novos acidentes. Quando são identificados indícios de crime a investigação é interrompida e conduzida pela autoridade policial, no caso a PF. A FAB não respondeu sobre protocolos de forças de segurança.
Há ainda uma legislação existente, chamada “lei do abate”, que permite derrubar a tiros aviões suspeitos de tráfico de drogas (aviões irregulares, não identificados e sem planos de voos).
Paraná – Por volta das 15h20min de domingo (18), a equipe aeromédica do helicóptero Falcão 03 do Batalhão de Operações Aéreas da PMPR (BPMOA) foi acionada pelo Corpo de Bombeiros para socorro de uma mulher que havia sofrido uma queda em uma trilha no Pico Marumbi, em Morretes.
A vítima foi inicialmente socorrida até a Base do Pico e na sequência recebeu o atendimento dos bombeiros de Morretes. O quadro inicial foi de traumatismo crânio encefálico e possível fratura em face. A vítima, após estabilizada, foi transportada pela equipe aeromédica do Falcão 03 ao Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá.
Segundo os bombeiros, a coordenação com os profissionais da concessionária Rumo ALL foi importante para a paralisação temporária das operações dos trens, possibilitando o pouso do helicóptero ao lado da Estação Engenheiro Lange e socorro da vítima.
Equipe do Falcão 03 da PM do Paraná socorre vítima de queda em trilha no Pico Marumbi.
Equipe do Falcão 03 da PM do Paraná socorre vítima de queda em trilha no Pico Marumbi
Equipe do Falcão 03 da PM do Paraná socorre vítima de queda em trilha no Pico Marumbi
Equipe do Falcão 03 da PM do Paraná socorre vítima de queda em trilha no Pico Marumbi
Equipe do Falcão 03 da PM do Paraná socorre vítima de queda em trilha no Pico Marumbi
Goiás – Na tarde de terça-feira (13), a equipe aeromédica do helicóptero Bombeiro 01 foi acionada para uma ocorrência de queda em altura em uma construção no bairro Vila Santa Rita Acréscimo, em Goiânia.
No local, a equipe de bombeiros do helicóptero prestou atendimento a um homem, aproximadamente 30 anos, que caiu de uma altura aproximada de 7 metros, consciente, politraumatizado.
Após atendimento no local, a vítima foi levada pelos bombeiros para o HUGOL (Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage de Siqueira).
Helicóptero Bombeiro 01 de Goiás socorre vítima de acidente de queda em construção
Mato Grosso – A primeira base aérea do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer), no interior do Mato Grosso, já está operando. O hangar, localizado em Sorriso (400 km ao Norte de Cuiabá), foi inaugurado em fevereiro deste ano para atender o policiamento aéreo das regiões Norte e Médio-Norte de Mato Grosso. A base conta com equipes da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar (CBM-MT).
Base de Sorriso dá suporte aéreo às ocorrências policiais do norte do Mato Grosso.
Da Polícia Civil, integra a equipe o delegado Fábio Cordeiro Botelho Beccardi, que foi lotado na Gerência de Operações Aéreas (GOA) da PJC, no CIOPAer, após concluir curso de piloto de helicóptero, para atuar na base aérea, em Sorriso. Além dele, a cada semana, um policial civil da GOA de Cuiabá será escalonado para auxiliar nas atividades da base aérea.
As equipes trabalham com um helicóptero, modelo “Esquilo”, e dois aviões “Air Tractors”, utilizados exclusivamente para combate a incêndios. “Desde o dia 21 de fevereiro estamos operando em apoio às demandas da Polícia Civil, Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros”, declarou o delegado.
O hangar foi construído para apoiar as instituições no enfrentamento à criminalidade, em operações policiais, ocorrências de crise, ações para cumprimentos de mandados de prisão, busca e apreensão, situações de risco como troca de tiros, resgates de pessoas vítimas de acidentes em estradas, matas e propriedades agrícolas, e combate a incêndios.
Base de Sorriso dá suporte aéreo às ocorrências policiais do norte do Mato Grosso.
A base do CIOPAer, em Sorriso, é gerenciada pelo Tenente Coronel PM Ramalho, que coordena de maneira integrada, os servidores das instituições de segurança nas ocorrências que prestam apoio operacional.
Na última semana foi realizada uma reunião e visita técnica ao hangar, com equipes da Polícia Civil das cidades de Sorriso e Lucas do Rio Verde, visando promover a aproximação. “Na ocasião foi explanado sobre a atuação e funcionamento do Ciopaer na região, bem como quais as situações que a Polícia Civil deverá acionar o grupamento especializado”, disse Beccardi.
Durante o encontro, o investigador da Polícia Civil, Jhony, lotado na GOA de Cuiabá, falou das características e peculiaridades do trabalho aéreo, desenvolvido pela nova Base do Ciopaer, entre outros esclarecimentos e explicações como, por exemplo, embarque e desembarque de aeronaves.
Mato Grosso do Sul – O 3º Batalhão da Polícia Militar de Dourados realizou na terça-feira (13), em conjunto com o Grupamento de Policiamento Aéreo (GPA), uma operação preventiva em alguns bairros da cidade. A ação faz parte do planejamento operacional do GPA, que dará apoio a varias ações preventivas no interior do Estado nos próximos dias.
Helicóptero reforça policiamento preventivo da cidade de Dourados. Foto: PM Dourados.
No total foram 115 pessoas abordadas, 11 locais e 25 veículos vistoriados. A operação em Dourados foi planejada pelo comando do 3º BPM, subsidiada por informações da Agência Local de Inteligência (ALI) e também pelo mapa criminal do município, com objetivo de dar maior tranquilidade às pessoas que residem, trabalham ou transitam na região do Parque das Nações, Sitiocas, Campo Belo, Campina Verde, bem como Dioclécio Artuzi e Jardim Guaicurus.
De acordo com o comandante do 3º BPM, tenente-coronel, Carlos Silva, as ações foram desenvolvidas com policiais do GPA fazendo reconhecimento aéreo das áreas saturadas e com apoio terrestre das guarnições do Batalhão, como policiais do Choque, Força Tática, do Grupamento Especial Tático de Motos (Getam) e Radiopatrulha.
“Operações como essa realizada ontem, além de fortalecer a segurança da cidade serve como demonstração da força logística e operacional da Polícia Militar. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Comando Geral da corporação tem nos apoiado em ações preventivas e repressivas em Dourados, investindo em melhor logística e nos profissionais para que possamos manter a tranquilidade da cidade. Daqui pra frente atividades como essa se tornarão cada vez mais comuns”, conclui o comandante da unidade.
As ações que ocorreram desde o início do dia até à noite também foram realizadas na quarta-feira (14), somente pelas equipes terrestres e em outros bairros de Dourados.
Helicóptero reforça policiamento preventivo da cidade de Dourados. Foto: PM Dourados.
Minas Gerais – Em quase dois anos de operação, o helicóptero Arcanjo já se aproxima de 300 vítimas resgatadas no Sul de Minas. A aeronave era uma demanda antiga da região e começou a atender após uma parceria entre o Cissul Samu (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas) e a 2ª Companhia de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar, em Varginha (MG).
Helicóptero Arcanjo já socorreu quase 300 pessoas no Sul de Minas (Foto: Régis Melo)
“A ideia principal do atendimento com aeronave é você ter uma resposta rápida. Ou seja, um acidente na rodovia, um trauma em local de difícil acesso, em que às vezes a equipe do Corpo de Bombeiros ou do Samu não consegue chegar. E esses minutos são o golden hour, a hora de ouro, que vai fazer diferença na vida desse paciente”, explica o médico André Luís Ribeiro Claudino.
A parceria recebeu o nome oficial de Serviço Aeromédico Avançado de Vida e as equipes começaram a trabalhar em conjunto no dia 28 de abril de 2016. A primeira ocorrência com transporte de vítima aconteceu oito dias depois, com o transporte de uma pessoa de Lambari para Varginha, no dia 6 de maio de 2016. De lá para cá, foram 284 pessoas resgatadas ou transportadas pelo helicóptero.
Capitão João Bosco Lara Júnior, do Corpo de Bombeiros, o médico André Luis Ribeiro Claudino e a enfermeira Paula Thaís Aparecida Coelho, do Samu, conversam na sala de triagem do BOA (Foto: Régis Melo)
Segundo o Cissul Samu, a aeronave atende 152 cidades que fazem parte do consórcio, com uma população estimada de 2,6 milhões de pessoas. O helicóptero conta ainda com uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) completa em seu interior.
Cada equipe de atendimento é composta pelo piloto, que é um capitão do Corpo de Bombeiros, o tripulante, que também é do Corpo de Bombeiros, e a equipe do Samu, sempre formada por um médico e um enfermeiro.
“Quando a gente vai para uma ocorrência que às vezes exige mais apoio, principalmente quando é a primeira ajuda a chegar ao local, a gente vai com mais um tripulante para poder fazer aquela parte do bombeiro, da ajuda. De desencarcerar, colocar corda, às vezes é difícil o acesso. Então a gente vai com uma equipe maior e, muitas das vezes, a gente volta com a vítima e esse tripulante extra por volta por via terrestre”, acrescenta Claudino.
Os números do Helicóptero Arcanjo:
Até agora, foram realizados 470 voos com a aeronave, sendo:
284 vítimas transportadas
229 atendimentos inter-hospitalares
69 atendimentos pré-hospitalares (primários)
50 ocasiões em que o socorro foi dispensado
25 atendimentos a ocorrências de incêndio
55 ocorrências de apoios diversos
42 treinamentos
Tipos de atendimento
A parceria é focada em dois tipos de atendimentos médicos:
APH – Atendimento pré-hospitalar: é o atendimento primário, realizado geralmente no próprio local no acidente.
Atendimento inter-hospitalar: transporte entre unidades de saúde, realizado em geral quando um paciente precisa ir para um centro especializado.
“Os dois atendimentos são importantes, mas é mais decisivo no APH. Vamos pegar um exemplo de um acidente próximo a Paraguaçu. O médico mais próximo com uma ambulância, uma UTI com um médico lá para fazer uma intervenção na hora, ele está ou em Alfenas ou em Varginha. Então acionou a gente, a gente vai chegar lá muito rápido. Esse paciente às vezes pode ter uma parada nesse meio tempo. E se chegar na cidade com um médico para fazer uma intervenção rápida, você vai salvar a vida dele”, afirma Claudino.
Helicóptero Arcanjo decola para missão de treinamento em Varginha (MG)
Qual o critério utilizado para o voo
Antes de se alçar voo, Samu e Corpo de Bombeiros analisam diversos critérios médicos e técnicos. O primeiro é se há realmente a necessidade de uma resposta rápida para determinado local, levando em consideração a urgência do caso e a localização de equipes terrestres de resgate na região.
“Muitas das vezes, a gente tem um suporte avançado, uma ambulância avançada, próxima desse local. Então não justifica você deslocar uma aeronave às vezes 30, 40 minutos se você tem uma unidade terrestre que chega antes da gente”, explica o Claudino.
Além disso, são utilizados outros critérios, como:
se é um município que não tem recursos.
se o atendimento primário for um acidente de carro, independente do número de vítimas
se a gente não tem um suporte terrestre próximo
se você tem um acidente de múltiplas vítimas
Restrições
Depois disso, são analisadas as questões técnicas de voo, que é quando podem surgir outras restrições para a aeronave modelo Esquilo AS 350 B2. São analisadas as condições climáticas, o horário, as condições de decolagem e de pouso na região da ocorrência.
“E o pôr do sol, porque se o local não for iluminado, a gente não consegue pousar no local, já que a aeronave realiza o chamado voo visual”, explica Bosco.
No entanto, dependendo da gravidade do caso e a necessidade do suporte aéreo, o voo pode ser realizado em condições levemente adversas.
“Dependendo da situação, quando fazem o acionamento, a gente orienta a central para também deslocar uma via terrestre. Eu vou tentar, mas se não passar pela nuvem, pelo tempo ruim, a gente vai voltar. Mas a via terrestre já vai estar a caminho e a gente ganha esse tempo”, conta o médico.
Mesmo assim, Bosco salienta que o plano de voo segue um processo rigoroso. “O Batalhão está indo para 13 anos sem nenhum acidente. A gente é muito criterioso nos pousos, decolagens e no planejamento da missão”, diz.
Helicóptero Arcanjo decola para missão em Varginha (Foto: Régis Melo)
Como chamar o socorro
Qualquer pessoa pode solicitar atendimento por meio dos telefones 192 ou 193. Após realizada a avaliação do caso, a equipe se desloca para o local necessário.
O Corpo de Bombeiros explica ainda que muitas vezes se orienta por coordenadas e, por isso, fez um vídeo explicando as maneiras de enviar os dados para o batalhão.
Pará – Na tarde de quinta-feira (15), um helicóptero AS350BA, matrícula PT-HYV, da empresa Maricá Táxi Aéreo, fez um pouso forçado a 19 milhas de Breves, na Ilha de Marajó. Quatro pessoas, um piloto e três passageiros, foram resgatadas no início da noite pelo Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP). Todos sobreviveram.
O GRAESP foi acionado pelo SALVAERO Amazônico (RCC-AZ) da FAB e após buscas pela região, localizaram a aeronave e seus quatro ocupantes em uma área entre os municípios de Curralinho e Breves, próximos a uma linha de transmissão.
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave. Foto: Divulgação GRAESP.
Diante da impossibilidade de pouso e dificuldade de acesso ao local do acidente, a equipe do Guardião 01 pousou em uma área descampada cerca de 600 metros da aeronave. Por ser aérea de selva nativa, a equipe de socorro deslocou-se a pé pela mata, seguindo a linha, em direção a aeronave acidentada e conduziu seus ocupantes até o Guardião 01.
Eles foram resgatados e levados para o Hospital Regional de Breves, tendo em vista que dois passageiros do helicóptero apresentavam ferimentos. Todos estavam conscientes e orientados, mas com diversas escoriações pelo corpo. Em virtude do pôr do sol, o helicóptero e a tripulação do GRAESP permaneceram em Breves.
Na manhã de sexta-feira (16), outro helicóptero do GRAESP, Guardião 09, seguiu para Breves para fazer um transporte aeromédico de uma mulher com complicações na gravidez e levou uma nova tripulação para o Guardião 01. O Guardião 09 retornou para Belém com a paciente e com o piloto do helicóptero acidentado. Os passageiros do helicóptero retornaram para Belém no avião Grand Caravan, Guardião 07.
O helicóptero acidentado prestava serviço para a Rede CELPA e estava em missão de investigação sobre interrupção de fornecimento de energia elétrica para o município de Curralinho.
Uma nova equipe da CELPA está com a equipe do Guardião 01 do GRAESP para identificar o ponto de interrupção de energia e apoiar a equipe de solo para o restabelecimento da energia elétrica no município de Curralinho, que ainda está às escuras.
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
GRAESP realiza megaoperação em Breves, Ilha de Marajó, para socorrer 4 vítimas de queda de helicóptero e para transportar paciente grave
Rio Grande do Norte – O helicóptero Potiguar 01 do Centro Integrado de Operações Aéreas (CEIOPAER) da Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) foi utilizada durante este final de semana e auxiliou na recuperação de dois veículos com registro de roubo e em uma ocorrência de sequestro relâmpago na Região Metropolitana de Natal (RMN), também conhecida como Grande Natal.
Equipe policial do helicóptero Potiguar 01 recupera veículos na Grande Natal, RN.
Durante o sábado (10), a tripulação do Potiguar 01 retornava de uma operação em São José de Mipibú, quando visualizou um veículo modelo Fiat uno vivace 2012 de cor prata, dentro de um matagal nas proximidades de uma distribuidora, em Parnamirim.
Rapidamente, foi solicitado apoio da equipe do 3º BPM para abordar o veículo com registro de roubo. Outro veículo foi recuperado no domingo (11) durante o patrulhamento pelo bairro Terra do Engenho, também em Parnamirim. O carro tipo Peugeot 207, cor vermelha, havia sido roubado e abandonado por criminosos no local.
Sequestro
O Potiguar 01 também foi solicitado para dar apoio a uma ocorrência na cidade de Maxaranguape. Após o roubo de uma motocicleta, a PM conseguiu localizar a residência onde os suspeitos estavam e ao chegar ao local foram recebidos a tiros.
Um dos criminosos tentou se evadir pulando muros e fez familiares de reféns. Somente com a chegada de equipes do BOPE e da imprensa, os criminosos se entregaram e foram presos.
Alagoas – Duas crianças vítimas de acidentes automobilísticos foram socorridas pela equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Alagoas. As ocorrências foram registradas nos municípios sertanejos de Olho d’Água do Casado e Inhapi.
Samu Aeromédico socorre duas crianças no interior de Alagoas. Foto: Samu Alagoas
Em Olho d’Água do Casado, uma menina de quatro anos foi atropelada por um carro e encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Delmiro Gouveia. Após avaliação da equipe médica da UPA, foi constatado um grave traumatismo craniano na criança e, pela urgência do caso, o helicóptero do Samu foi acionado para fazer a transferência até o Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca.
Os profissionais do Samu Aeromédico ainda contaram com o apoio terrestre da Unidade de Suporte Avançado (USA) de Santana do Ipanema, que transportou a criança da UPA até a aeronave. Já o acidente registrado em Inhapi, aconteceu depois que dois veículos se chocaram de frente, causando a morte dos pais de um bebê de um ano e oito meses.
A menina também foi encaminhada para a o Hospital de Emergência do Agreste, em Arapiraca, com traumas na coluna cervical e na região do tórax. Devido ao grave estado de saúde da criança, o Samu foi solicitado para fazer a transferência para a UTI pediátrica do Hospital Geral do Estado (HGE).
Samu Aeromédico socorre duas crianças no interior de Alagoas. Foto: Samu Alagoas
De acordo com Kléber Rocha, médico do Samu Aeromédico, devido ao quadro de saúde das duas crianças ter sido considerado grave, a utilização da aeronave foi indispensável para as ocorrências.
“A utilização do helicóptero foi imprescindível para prestar esses dois socorros. Na transferência da menina de 4 anos, conseguimos reduzir tempo resposta e, com isso, os danos causados pelo trauma sofrido. Já na situação do bebê, diminuímos as chances de complicações futuras”, salientou.
Segundo boletim médico divulgado na manhã de sexta-feira (9), o estado de saúde das duas crianças continua grave. Elas permanecem internadas nas Unidades de Terapia Intensivas (UTIs) Pediátricas do Hospital de Emergência do Agreste e do HGE.
Samu Aeromédico socorre duas crianças no interior de Alagoas. Foto: Samu Alagoas