Minas Gerais – Os militares israelenses que estavam em Brumadinho ajudando no trabalho de resgate às vítimas do rompimento da barragem da Vale deixaram o Brasil na quinta-feira (31). Em Belo Horizonte, os integrantes da tropa do Exército de Israel receberam uma homenagem do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais manhã de quinta, no quartel do 12º Batalhão do Exército Brasileiro.
O grupo vindo de Israel contava com 136 pessoas e chegou ao Brasil na noite de domingo (27), trazendo 16 toneladas de equipamentos. No Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, os militares analisaram mapas e fotografias para entender a topografia da área e, no fim da manhã de segunda-feira (28), partiram para o local da tragédia, em Brumadinho.
Na equipe israelense havia médicos, engenheiros, bombeiros especialistas em busca e resgate e integrantes da unidade de missões submarinas da Marinha israelense. Eles trouxeram aparelhos que detectam sinais de celular e que conseguem identificar um corpo humano na lama, por exemplo.
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Militares israelenses participam de ação em área afetada por lama da barragem - Israel/Defense Forces
Israelense de família carioca vira símbolo de missão que deixa Brumadinho — Foto: Embassy of Israel/Divulgação
Volta de tropas para Israel na sexta feira foi antecipada. Motivos não foram divulgados. — Foto: Embassy of Israel/Divulgação
Militares israelenses ajudaram nas buscas às vítimas da tragédia em Brumadinho — Foto: Raphael Singer
Membros de equipe de resgate israelense auxiliam nas buscas por vítimas após rompimento de barragem da mineradora Vale, na cidade de Brumadinho (MG) - 28/01/2019 (Leo Correa/AP)
Militares das Forças de Defesa de Israel devem retornar a seu país hoje, 31, às 15 horas (Israel Defense Forces/Agência Brasil)
Militares israelenses durante buscas por vítimas em Brumadinho, onde uma barragem da mineradora Vale se rompeu. Foto: Agência Brasil
Tropa de Israel que atuou em Brumadinho se despede de bombeiros e policiais mineiros. foto: Gladyston Rodrigues/EM/DA Press
Soldados posaram com a bandeira de Israel, com a do Brasil ao fundo — Foto: David Atar / embaixada de Israel
Israelenses foram homenageados na manhã desta quinta-feira (31) em Brumadinho — Foto: David Atar, embaixada de Israel
Abaixo, a íntegra do comunicado:
“Em coordenação com as autoridades no Brasil e com o comandante da operação de resgate no Brasil, foi decidido que a missão da delegação israelense chegou ao seu fim com sucesso nesta etapa da operação de resgate. Os comandantes brasileiros elogiaram a delegação israelense pela grande e importante contribuição profissional para a operação de resgate. A delegação israelense transferirá a responsabilidade de maneira ordenada para a equipe de resgate brasileira e retornará a Israel.
A embaixada israelense deseja parabenizar as forças de resgate brasileiras e israelenses por seu trabalho e por traduzir de palavras para ações a profunda amizade entre o povo brasileiro e o israelense.”
A Polícia Militar de Minas Gerais deixou um helicóptero esquilo do Instituto Estadual de Florestas (IEF) à disposição do comando das tropas estrangeiras. O Exército também disponibilizava suas aeronaves para o deslocamento dos militares estrangeiros.
O coronel Golan Vach, chefe da delegação, fez um vídeo elogiado o emprego dos helicópteros nas buscas em Brumadinho.
Espírito Santo – O Governo do Estado, por meio do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAer) da Secretaria da Casa Militar, enviou, nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (31), o helicóptero Harpia 02 e uma tripulação a Brumadinho (MG) para auxiliar nas operações de buscas na região atingida pelo rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração.
A tripulação, composta por bombeiros e policiais militares do Espírito Santo, já está em solo mineiro recebendo as orientações do comando da operação para iniciar os trabalhos. Fazem parte da equipe os pilotos major Wesley (CBMES) e capitão Marcelo (PMES), os tripulantes operacionais subtenente Erick (PMES) e cabo Paulo Gomes (CBMES) e o mecânico de aeronaves subtenente Dal Bem (PMES).
O Harpia será usado principalmente para transporte das equipes de buscas aos locais de difícil acesso, além de sobrevoar toda área atingida a fim de encontrar e transportar vítimas e possíveis sobreviventes do desastre.
De acordo com o porta-voz do NOTAer, major Cristian Amorim Moreira, o trabalho pode ser considerado como bastante delicado pelo clima de comoção geral, principalmente, entre a população local. Por conta disso, o oficial reforça a necessidade de uma coordenação muito eficiente para que os resultados possam, pelo menos, amenizar o sofrimento das pessoas afetadas.
“O Notaer, que é uma unidade integrada de aviação do Espírito Santo, mediante a disponibilização por parte do Governo capixaba, encaminhou uma tripulação bastante experiente e espera cooperar ao máximo com as equipes que estão realizando essa honrosa e desgastante missão em Brumadinho”, disse o oficial.
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NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
NOTAer envia helicóptero para auxiliar nas buscas em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/NOTAer
Santa Catarina – Na tarde desta terça-feira dia (29), o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) solicitou formalmente apoio ao Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC). No ofício (oriundo do Comando das Operações do local), a necessidade demandada foi o envio de homens e mulheres especializados em intervenções em áreas deslizadas, para apoio nas operações em resposta ao desastre local.
O CBMSC apoiará com 1 caminhão de ajuda humanitária, 3 viaturas tracionadas para locais de difícil acesso, 6 bombeiros militares especialistas em intervenções em áreas deslizadas, 4 binômios (dupla entre cão de resgate e tutor bombeiro militar), com um veterinário especializado em desastres. Além destes recursos, diversos equipamentos específicos para a atividade deslocam junto com a equipe, que forma uma das 14 Forças-Tarefa do CBMSC.
Embora o CBMSC já estivesse em prontidão nesta semana, o deslocamento para fora do Estado apenas foi iniciado após o Governador do Estado de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, assinar uma ordem de missão em comum acordo ao Governo do Estado de Minas Gerais. A equipe chegou na quarta-feira (30) e já iniciou os trabalhos de busca e resgate com o serviço de cães envolvido.
Esta equipe deve ficar diuturnamente atuando na área estipulada por 8 dias consecutivos, quando uma nova equipe do CBMSC deve chegar para fazer a rendição e alterar os homens e mulheres que realizarão os trabalhos. Esta alternância deve persistir até o término das operações em Brumadinho (pode durar meses), com o apoio ininterrupto do CBMSC – coordenado com o CBMMG, Governos de Minas Gerais e de Santa Catarina.
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Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Governador de Santa Catarina assina ordem de missão e bombeiros militares deslocam para Brumadinho, MG
Minas Gerais – Três pessoas ficaram feridas em um acidente entre dois veículos, no início da tarde de domingo (13) na BR-491, próximo a Varginha, no Sul de Minas. De acordo com o Corpo de Bombeiros, dois veículos se envolveram em uma colisão frontal.
O motorista de um dos veículos teve fraturas no tornozelo e na tíbia. Já o condutor do outro veículo, considerado pelos bombeiros como vítima mais grave, teve fraturas nas duas pernas e foi atendido no local pelo SAMU.
Uma passageira que também estava no veículo teve escoriações no rosto, fraturou o pulso e reclamou de dores na Pelve. Os envolvidos no acidente chegaram a ficar presos nas ferragens e o atendimento também contou com os trabalho da Polícia Militar Rodoviária e do helicóptero Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros.
Todas as vítimas foram encaminhadas para o Hospital Bom Pastor, em Varginha. O estado de saúde dos três é estável.
Colisão frontal deixa três pessoas feridas em Varginha. Foto: Divulgação CBMMG.
Minas Gerais – Um idoso foi atropelado no km 510 da BR-381, próximo a Igarapé, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na tarde desta sexta-feira (11). O homem foi atingido por uma motocicleta.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima de 70 anos estava pedalando pela rodovia quando foi acertada pela moto. Ainda não se sabe as circunstâncias do acidente e seu estado de saúde foi considerado grave.
O ciclista foi socorrido pelo helicóptero EC145, Arcanjo 4, do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros e levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na capital mineira. O motociclista não teve ferimentos.
Minas Gerais – Mais uma pessoa foi resgatada em uma cachoeira de Minas neste ano. Neste domingo (13), uma mulher de 38 anos, ficou presa nas pedras da Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro, na Região Central do Estado. Um vídeo gravado por populares grava o momento do resgate de Priscila Martins Vieira.
A mulher sofreu uma luxação no tornozelo e não conseguia andar. Como os bombeiros não conseguiam chegar ao local de carro, um helicóptero foi usado no resgate. Segundo os bombeiros, o local em que ela estava era muito escorregadio.
Outros casos
No período de férias com calor, cachoeira é um destino atrativo, a recorrência de casos acende o alerta para os cuidados que se deve tomar. No primeiro dia do ano, 11 pessoas ficaram ilhadas e foram resgatadas na cachoeira conhecida como Véu da Noiva, na Serra do Cipó, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
No dia 3 deste mês, outras nove pessoas ficaram ilhadas na Cachoeira da Farofa, também na Serra do Cipó. O grupo foi surpreendido por uma forte chuva que causou a elevação do curso d’água em uma trilha que atravessaram para chegar ao local.
Minas Gerais – O avião Grand Caravan C208, Arcanjo 7, do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros pousou no aeroporto de Patos de Minas para transportar uma criança de quatro anos após ela sofrer complicações em uma cirurgia.
O menino deu entrada no Hospital Regional Antônio Dias – HRAD no início da tarde de terça-feira (08), depois que ele sofreu complicações em uma cirurgia de fimose que aconteceu na Santa Casa em São Gotardo/MG.
Uma ambulância do Corpo de Bombeiros com a equipe médica que veio de Belo Horizonte conduziu a criança até o aeroporto, onde ela embarcou na UTI Aérea.
Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. – Foto: Aislan Henrique
Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. Foto: Aislan Henrique
Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. Foto: Aislan Henrique
Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. Foto: Aislan Henrique
Avião do Corpo de Bombeiros transporta criança para Belo Horizonte após complicação em cirurgia. Foto: Aislan Henrique
Minas Gerais – Um grupo que ficou “ilhado” na Serra do Cipó, nesta quarta-feira (2), precisou ser resgatado pelo helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros de Minas. De acordo com a corporação, a chuva fez com que o nível do rio subisse de repente. Esta foi a segunda ocorrência deste tipo na região em dois dias.
Segundo os militares, nove pessoas estavam na Cachoeira da Farofa, que fica no Parque Nacional da Serra do Cipó. Na volta da trilha, eles foram surpreendidos com a altura que a água do rio havia atingido e não conseguiram atravessar o trecho.
De acordo com os bombeiros, o helicóptero Arcanjo 2 foi mobilizado no resgate. Um barco também auxiliou nos trabalhos. Conforme a corporação, ninguém ficou ferido.
“Ilhados” no Véu da Noiva
Uma tromba d´água já havia deixado pessoas ilhadas na tarde de terça-feira (1º) na Serra do Cipó. De acordo com os militares, 11 pessoas ficaram presas na cachoeira do Véu da Noiva e também precisaram ser resgatadas.
Corpo de Bombeiros resgatou grupo que ficou ilhado na Serra do Cipó. Foto: Corpo de Bombeiros de Minas/Divulgação
Minas Gerais – O diretor executivo José Márcio Zanardi e o diretor clínico Marco Aurélio Lobão do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Região Ampliada Oeste para o Gerenciamento dos Serviços de Urgência e Emergência, estiveram na tarde de sexta-feira, 21 de dezembro, na sede do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros em Belo Horizonte para assinatura de um convênio de cooperação entre as duas instituições.
Equipes do CIS-URG vão apoiar a tripulação de uma aeronave em plantões no BOA em Belo Horizonte para que seja dada mais eficiência ao serviço, considerando que há a necessidade de uma segunda equipe para tripular esta aeronave que está à disposição no Batalhão e está ficando subutilizada.
Nos dias 26, 27 e 28 de dezembro alguns médicos e enfermeiros do CIS-URG realizaram treinamento de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) no BOA.
“Esse convênio vai aumentar a integração e parceria entre o CIS-URG e o Corpo de Bombeiros”, afirma o diretor clínico Marco Aurélio Lobão.
Já para José Márcio Zanardi, diretor executivo, é um estreitamento das relações com o BOA. “Teremos mais agilidade no processo de regulação com a utilização das aeronaves e tripulação, garantindo a assistência em nossa região”, conclui.
Minas Gerais – O prefeito Sérgio Azevedo participou, na manhã de quarta-feira (12), da solenidade de apresentação do helicóptero Pegasus 09 da Polícia Militar que vai integrar a 6ª Base Aérea de Aviação do Estado (BRAvE) em Poços de Caldas. A cerimônia contou com a presença do Comandante-Geral da PMMG, Coronel Helbert Figueiró de Lourdes e do comandante da 18ª Região de Polícia Militar de Poços de Caldas, Coronel Frederico Antônio de Lima.
A aeronave será multimissão e vai atender, além das ações de policiamento, situações de emergência de saúde, resgate de vítimas, transporte de órgãos e combate a incêndios, por exemplo. Ao todo, 171 municípios, entre eles Varginha, Lavras, Passos e Pouso Alegre, também serão atendidos pela 6ª BRAvE.
Prefeito Sérgio Azevedo com o Comandante-Geral da PMMG, Coronel Helbert Figueiró de Lourdes e grupamento especializado, em frente ao Pegasus-9., Foto: Divulgação
“Sem dúvida, este equipamento é um reforço importante na estrutura de segurança não só de Poços, como de toda a região e está à altura da relevância da cidade como polo regional”, destacou o prefeito Sérgio Azevedo.
A entrega do helicóptero foi uma das últimas ações do Coronel Frederico Antônio de Lima à frente da 18ª Região de Polícia Militar. Este ano, o comandante vai para reserva da PM, depois de 30 anos de carreira militar. Ele ressaltou que o novo equipamento vai otimizar e intensificar o policiamento na cidade e na região.
Multimissão
Na prática, o helicóptero vai contar com equipe especializada para atuar em ocorrências de destaque e também em ações estratégicas.
“Nossa atuação é com a tripulação completa e temos um portfólio que atende tanto na área da segurança pública, defesa civil, combate a incêndio florestal, socorro e outras emergências em que for necessário o emprego da aeronave. Diariamente, vamos ter uma equipe formada e pronta para atuar em multimissão nessas diversas atividades mediante o acionamento de ações emergenciais e em ações planejadas”, explica o comandante de Aviação do Estado de Minas Gerais, Coronel Rodrigo Sousa Rodrigues, que também participou da solenidade de apresentação do Pegasus 09.
Aeronave multimissão já está à disposição das forças de segurança de Poços. Foto: Divulgação
Ele informou, ainda, que dentro das ações planejadas, o helicóptero atua em conjunto com o serviço de inteligência. “Podemos executar operações e intervenções que vão trazer respostas contra a interiorização do crime, como os ataques a caixas eletrônicos. Esperamos dar uma resposta imediata, uma vez que já vamos estar com a aeronave aqui”, completa o comandante.
A 6ª BRAvE vai contar com uma equipe composta pela tripulação aérea e quatro militares de Poços de Caldas capacitados para dar apoio terrestre.
Minas Gerais – Um acidente com parapente mobilizou o Corpo de Bombeiros, neste fim de semana, em Mateus Leme, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com os militares, um jovem, de 23 anos, sofreu uma queda, no fim da tarde de sábado (8), e precisou ser resgatado pelo helicóptero Arcanjo 02 do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros.
O acidente foi em uma região de mata, na Serra do Elefante, a cerca de um quilômetro da pista de decolagem. Segundo os bombeiros, o rapaz apresentava sinais de fratura na pélvis e no fêmur. Depois de imobilizado pela equipe de militares, ele foi resgatado pelo helicóptero Arcanjo 02 e levado para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, na capital.
Segundo bombeiros, acidente com parapente foi a cerca de 1 km da pista de decolagem — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação.
Segundo bombeiros, acidente com parapente foi a cerca de 1 km da pista de decolagem — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Segundo bombeiros, acidente com parapente foi a cerca de 1 km da pista de decolagem — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Segundo bombeiros, acidente com parapente foi a cerca de 1 km da pista de decolagem — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Segundo bombeiros, acidente com parapente foi a cerca de 1 km da pista de decolagem — Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação
Minas Gerais – O helicóptero que passará a atender de forma definitiva as ocorrências de urgência e emergência na área de abrangência do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun)/SAMU Macro Norte, será apresentado amanhã, 30 de novembro.
Desde o dia 12 de outubro, Montes Claros e toda região do Norte de Minas conta com uma aeronave cedida pelo Governo do Estado, enquanto o trâmite de documentação do helicóptero novo adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde não ficava pronto.
Durante o evento, também será apresentada a equipe do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), formada por socorristas do SAMU Macro Norte e militares do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, que passou por diversos treinamentos para assumir a nova missão.
Foto Ilustrativa: Roberto Caiafa.
Com o novo helicóptero, modelo AS 350 B3, os municípios do Norte de Minas contarão com um suporte que trará mais agilidade aos atendimentos em situações de catástrofe com múltiplas vítimas e ao transporte de pacientes em estado grave.
A aeronave possui equipamentos para o atendimento aeromédico, como desfibrilador, incubadora, oxigênio, maca entre outros. Assim, será utilizada nos atendimentos pré-hospitalar, nas transferências inter-hospitalares; além de realizar transporte de órgãos e tecidos.
Para realizar os atendimentos aeromédicos, o SAMU Macro Norte contava com a parceria da Polícia Militar na utilização do helicóptero. Em 2017, o SAMU realizou oito transferências de pacientes em estado grave, através do helicóptero da PM.
A aeronave também foi utilizada em grandes catástrofes como o atentando na Creche Gente Inocente em Janaúba. No dia, várias crianças precisaram ser transferidas de helicóptero para hospitais de Montes Claros e Belo Horizonte.
Helicóptero do Suporte Aéreo Avançado de Vida será apresentada nessa sexta-feira em Montes Claros, MG
No início deste ano, quase 40 pessoas ficaram feridas e treze morreram em um grave acidente envolvendo cinco veículos na BR-251, em Grão Mogol. O SAMU contou novamente com a parceria dos militares para o socorro dos feridos.
A diretora executiva do Cisrun, Kely Cristina de Moura Lacerda, lembra que a aeronave, assim como o serviço de ambulância, estará disponível através dos telefones 192 e 193. “A equipe médica reguladora ficará responsável pela avaliação da ocorrência e solicitação do helicóptero em casos de urgência”, conta como será realizada a triagem do serviço que se dá graças à parceria entre SAMU e Bombeiros.
O presidente do Consórcio, Silvanei Batista, afirma que a aeronave possibilitará um salto na qualidade do serviço de urgência e emergência no Norte de Minas.
“A nova ferramenta trará mais eficiência aos atendimentos de alta complexidade, facilitando o transporte de pacientes que em locais de difícil acesso, encurtando as distâncias. Pois, com o helicóptero, diminuiremos drasticamente o tempo-resposta aos atendimentos garantindo, assim, uma maior sobrevida dos nossos pacientes”.
A cerimônia de apresentação do helicóptero será no dia 30, às 15 horas, na sede do Cisrun, localizada na Avenida Francisco Peres, nº 200, bairro Interlagos, Montes Claros.
Minas Gerais – A gravidade do incêndio que transformou em cinzas importante acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que completa uma semana hoje, já estava clara, mas ainda não se sabia até que ponto as estruturas do imóvel, que serviu de residência à realeza portuguesa de 1808 a 1821 e abrigou a família imperial brasileira entre 1822 e 1889, haviam sido comprometidas.
Por isso, bombeiros e pesquisadores lançaram mão da tecnologia para atestar a estabilidade do prédio, garantir a segurança e ainda tentar flagrar algum objeto que pudesse ser retirado.
(foto: Beto Novaes/EM/D.A/press)
Foi aí que entraram em ação os drones, aeronaves não tripuladas que cada vez mais ganham lugar na área de segurança. Em Minas Gerais, elas estão a serviço de bombeiros e das polícias Civil e Militar para dar suporte a suas operações. E caíram no gosto também da população. Até mesmo um esporte foi criado pelos amantes do aparelho, que, em alta velocidade, fazem manobras radicais e se desviam de qualquer obstáculo: árvores, postes e até mesmo janelas, vigas e outras estruturas de prédios abandonados.
Os drones viraram mania mundial e, claro, os brasileiros não ficaram de fora. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) evidenciam o interesse crescente. De maio de 2017 a julho deste ano, foram cadastrados no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (Sisant) 48.752 aparelhos. Destes, 17.352 de uso profissional e 31.400 de uso recreativo. A facilidade do equipamento de ganhar altitude e se manter estável trouxe benefícios em diversos setores, como na área de filmagens de eventos, casamentos, mapeamentos, agronegócio e até mesmo na segurança.
O Corpo de Bombeiros de Minas adotou a tecnologia no início deste ano. “A ideia surgiu com o avanço dos drones no mundo inteiro. Eles têm grande autonomia de voo e aumentam a qualidade da imagem. Então, conseguimos transformar o aparelho, que era usado como brinquedo, em algo funcional”, explica o capitão Kleber Castro. Atualmente, os bombeiros têm um drone. Na última semana, o aparelho auxiliou nas buscas por uma pessoa desaparecida em mata em Santa Rita do Itabira, na Região Central de Minas Gerais.
Mas também está à disposição para diferentes operações, como dar apoio em ocorrências de desastres, visualizar áreas de incidentes e incêndios, na prevenção aquática, fazer levantamentos de áreas de risco e análises de produtos perigosos. Entre os benefícios estão a economia de recursos financeiros e a liberação dos helicópteros para chamados mais graves.
“Os drones vêm para complementar nossas ações do batalhão aéreo. Não vão substituir em 100% o que faz um helicóptero. Podem fazer coisas que as aeronaves faziam antes, como identificar incêndios, e deixar os helicópteros disponíveis para outros tipos de serviços”, complementou o capitão.
A Polícia Militar também vem fazendo uso dos drones, de maneira experimental, em suas operações desde dezembro de 2017. A corporação conta com 17 aeronaves remotamente pilotadas. Os aparelhos são usados pelo Comando de Aviação do Estado (Comave), nas unidades de Meio Ambiente, e em algumas operacionais, “visando potencializar as atividades das guarnições em solo”, diz a corporação.
“Elas têm sido utilizadas tanto para complementar e reforçar as capacidades das aeronaves tripuladas quanto para atuar como substitutas em situações nas quais o custo, o risco ou o desgaste imposto às tripulações de aeronaves tripuladas sejam demasiadamente altos ou inaceitáveis”, completou.
As investigações e operações da Polícia Civil de Minas também estão tendo um ganho com o uso dos aparelhos. A corporação conta hoje com 30 drones. Detalhes sobre o uso não foram informados por questões de segurança. Em um futuro bem próximo, a fiscalização nas estradas mineiras poderá ser feita com imagens aéreas produzidas pelos drones.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Minas Gerais informou que já dispõe das aeronaves, mas que ainda não está lavrando multas com a sua utilização. Também não deu um prazo para que isso ocorra, o que desmente mensagens que circulam nas redes sociais sobre o uso de drones nas rodovias que cortam o estado.
VOOS DO CRIME
A tecnologia dos drones não é usada apenas para levar melhorias à população. Ela chegou também ao mundo do crime. Em Minas Gerais, em quatro ocasiões, drones foram flagrados transportando drogas, celulares e até armas para dentro de unidades prisionais. A última delas foi em 29 de julho, em Ipaba, na Região do Vale do Rio Doce. O drone foi atingido por um tiro disparado por agente penitenciário. Celulares, uma pequena quantidade de maconha e uma serra foram apreendidos. Ninguém foi preso. O aparelho sobrevoava a Penitenciária Dênio Moreira de Carvalho quando foi avistado pelos agentes. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), um tiro foi disparado pelo agente penitenciário e o objeto acabou caindo.
A Polícia Civil também já identificou o uso das aeronaves durante ações de quadrilhas. Já foram apreendidos aparelhos utilizados pelos bandos em diferentes ocorrências. A maioria dos drones apreendidos era de organizações criminosas especializadas em crimes contra o patrimônio.
O que diz a lei
Desde maio de 2017, regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) normatizam a operação por drones no Brasil. Os usuários estão submetidos às determinações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que regulamenta o uso do espaço aéreo, e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por normatizar a radiofrequência utilizada. Em linhas gerais, para operar um aeromodelo é preciso respeitar a distância limite de terceiros (mínimo de 30 metros horizontais) ou usar apenas áreas próximas a pessoas que estejam de acordo com as operações, desde que não haja proibição prévia para utilização no local escolhido. O Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (Sisant) faz o cadastro das aeronaves não tripuladas de uso recreativo (aeromodelo) ou não recreativo (RPA) com peso máximo de decolagem superior a 250g e limitado a 25kg.
Aumento do uso de drones. Na foto, Carlos Emanuele de Moraes Milone participa de campeonato e manobras com drones (foto: arquivo pessoal )
Voo sem sair do chão
A mochila nas costas carrega os materiais necessários para o início da aventura. O cenário onde ela começa é variado, a criatividade é que manda. Pode ser um parque aberto no meio da cidade, um prédio em construção ou abandonado, um galpão ou um espaço preparado para as práticas de paintball ou airsoft. Em pé ou sentado, tanto faz. Basta colocar os óculos de realidade virtual, pegar o controle e pronto. Já vai o drone em alta velocidade se desviar dos obstáculos, sejam naturais, como árvores, ou não. A prática do esporte está ganhando cada vez mais adeptos. Há duas modalidades. O estilo livre, no qual vence a manobra mais bonita, ou a corrida, quando é feita uma pista e ganha quem dar mais voltas no percurso. A sensação é de voar sem sair do chão.
O zumbido dos drones mostra que é preciso ter habilidade para manter o controle do aparelho, que atinge velocidades acima de 100 quilômetros por hora. Com os óculos especiais, parece que a batida em obstáculos parados é inevitável. Quem não está acostumado chega até a colocar a mão na frente, ou a mexer a cabeça como se fosse se desviar de alguma coisa. Para os praticantes do “esporte” é diferente. A cada back flip, flip, roll, splis – nomes mais comuns das manobras – a adrenalina aumenta.
Em Belo Horizonte, a brincadeira ganha cada vez mais adeptos. O barbeiro Carlo Emanuele de Morais Milone comprou o seu primeiro drone para fazer vídeos, mas conheceu os aparelhos que voam em alta velocidade e se apaixonou. “Há um ano, comprei um drone de filmagem para fazer vídeos para meu canal do YouTube. Como era iniciante nessa área, comecei a procurar fóruns, páginas e tutoriais sobre drones para aprender como usar o meu. Em uma dessas buscas encontrei um grupo chamado droneracingbh e fiquei fascinado com a maneira como a galera voava. Eram drones diferentes, nada do que eu tinha visto até aquele momento. O pessoal construía seus aparelhos em casa e se encontrava nos fins de semana para fazer corridas em locais diferentes, como prédios abandonados, linhas de trem desativadas, florestas ou em qualquer lugar com obstáculos e onde não houvesse pessoas circulando”, conta.
Diferentes locais da cidade servem de cenário para os praticantes, como os bairros Belvedere, na Região Centro-Sul, Boa Vista, Região Leste, e Fernão Dias, no lado Nordeste da cidade. Ainda não há uma pista própria para os voos como as existentes em outros países. Mas, para Carlo, o esporte está crescendo. “Estamos construindo um esporte novo no qual qualquer pessoa é bem-vinda. Pai, filho, novo, velho, homens e mulheres. Qualquer um que queira sentir a sensação de voar sem sair do chão é bem-vindo. Usamos óculos especiais para pilotar o drone e conseguir enxergar o caminho. É imersão pura. A sensação é de que você está dentro do drone. Nas corridas, quem não está competindo consegue acompanhar o voo do piloto, de preferência conectando os óculos na mesma frequência que o drone do piloto. Ou seja, até quem não está voando consegue participar”, diz.
Marcelo Castro Diniz, conhecido como Diniz, que utiliza os drones como esporte (foto: arquivo pessoal )
Marcelo Castro Diniz, conhecido pelo sobrenome, era praticante de aeromodelismo, mas migrou para os drones e também se apaixonou por fazer as manobras radicais em alta velocidade. “Mudei devido à alta do dólar. O custo com o aeromodelismo é mais alto, você voa mais baixo e acaba quebrando mais. Foi aí que descobri o drone race e, para não ficar parado, comecei a fazer os voos com os drones”, comentou. “No aeromodelismo procurava local aberto, sem obstáculos, e longe de pessoas. Hoje busco a área que tenha obstáculos e sem pessoas”, completou.
Morador de Divinópolis, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, Diniz se tornou fornecedor de peças dos drones. Segundo ele, a manutenção das aeronaves fica em conta. “Hoje, a manutenção de um drone desses é bem barata. O que estraga mais é a hélice. Um jogo de quatro hélices custa entre R$ 18 e R$ 20. Mesmo assim nem sempre é preciso trocar. Às vezes ela amassa e conseguimos ajeitar com a própria mão”, contou.
Segundo ele, há diferenças grandes entre os drones usados, normalmente, para fazer filmagens, e os aparelhos de corridas. “Os drones ‘comerciais’ são praticamente automáticos, o que facilita o voo. Qualquer pessoa pode utilizar sem muita prática. Os aparelhos de corrida dependem da velocidade do piloto”, afirma. Diniz dá uma dica para quem quer entrar para o mundo dos voos de velocidade: treinamentos em aplicativos no celular ou em tablets.
Minas Gerais – Um recém-nascido, prematuro de 29 semanas e cinco dias foi transferido pelo helicóptero da Polícia Militar neste domingo (12) de Januária para Montes Claros após apresentar problemas respiratórios.
De acordo com informações do Samu, o bebê com poucas horas de vida precisa ser levado para uma UTI neonatal, disponibilizada no Hospital Universitário Clemente de Faria. Uma equipe médica do Samu acompanha o voo de Januária para Montes Claros com duração de aproximadamente 50 minutos.
Previsão de decolagem da aeronave para que faça percurso entre Januária e Montes Claros é de 13h45m deste domingo (12) (Foto: Polícia Militar/Divulgação )
No total, a operação de transferência do bebê deve durar cerca de três horas, segundo o piloto da Polícia Militar. A distância entre Januária e Montes Claros é de 170,8 km; de carro, o trajeto de ida e volta poderia ser feito em mais de seis horas. De acordo com o Samu, por causa da longa distância foi necessário o auxílio do aeromédico para que o recém-nascido chegue até a UTI.
Ainda segundo o Samu, a indicação de transferência foi feita pelo hospital de Januária. Além do piloto e um tripulante da PM, participaram do voo uma médica, uma enfermeira e o paciente. De acordo com a polícia, todo o traslado de volta, momento em que o bebê está na aeronave, é feito a 150 metros do solo para evitar a hipóxia, que significa baixa quantidade de oxigênio no ar.
A criança que nasceu por volta de 5h da manhã de domingo deve ser internada no HU nas próximas horas. A previsão é de que a aeronave aterrisse em Montes Claros até o início desta tarde.
Minas Gerais – Na manhã do último domingo (05), uma equipe de Bombeiros do Batalhão de Operações Aéreas(BOA) de Belo Horizonte, comandada pelo Capitão BM Tiago Miranda, esteve presente em Barbacena para realizar um transporte aeromédico.
De acordo com os bombeiros, a aeronave foi acionada para realizar o transporte de um homem (54 anos) que havia se acidentado no sábado (04) na MG 132, rodovia de ligação entre as cidades de Barbacena e Cipotânea. A vítima foi socorrida por uma equipe do Samu e encaminhada para o Hospital Regional de Barbacena.
Posteriormente, foi verificado pela equipe médica daquele hospital, que o estado da vítima era muito grave (traumatismo crânio-encefálico) e encontrava-se entubada e necessitava de mais recursos. Foi acionada a equipe aeromédica dos Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte, que efetuou o transporte da vítima até o Hospital João XXIII na Capital do Estado.
Mesmo vindo para uma ocorrência, enquanto aguardava para realizar o transporte do paciente, a aeronave foi a atração para muitas pessoas e principalmente para as crianças que estavam naquele momento na área do hospital.
Minas Gerais – A criatividade de criminosos que tentam entrar com drogas e outros materiais ilícitos para dentro de cadeias impressiona. Já foram apreendidos entorpecentes dentro de bolos, achocolatados e até em solas de calçados. Desta vez, a tecnologia foi usada para tentar o transporte dos objetos. Mas, sem sucesso.
Um drone acabou derrubado por agentes penitenciários em Ipaba, na Região do Vale do Rio Doce. O objeto voador foi atingido por um tiro. Celulares, uma pequena quantidade de maconha e uma serra foram apreendidos.
O caso aconteceu no domingo (29). O drone sobrevoava a Penitenciária Dênio Moreira de Carvalho quando foi avistado pelos agentes. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), um tiro foi disparado pelo agente penitenciário e o objeto voador acabou caindo. Ele levava dois celulares, dois carregadores, um cartão de memória, três chips, uma serra e aproximadamente 100 gramas de substância semelhante a maconha.
De acordo com a Seap, um Registro de Eventos de Defesa Social (Reds) foi feito pela administração da unidade prisional. O material apreendido foi encaminhado para a Polícia Civil. Não há informações para qual ou quais presos o material seria entregue. Um inquérito foi aberto para investigar o caso.
Uma das hipóteses para o uso da aeronave não tripulada é o aumento na fiscalização na cadeia. No início de julho, foi instalado um escâner corporal na unidade prisional.
Minas Gerais – Um recém-nascido, prematuro de 34 semanas, foi transferido pelo helicóptero da Polícia Militar na quinta-feira (14) de Taiobeiras para Pirapora depois de apresentar um quadro de insuficiência respiratória. De acordo com informações do Samu, o bebê tem apenas um dia de vida e precisava de vaga em uma UTI neonatal, disponibilizada no hospital de Pirapora. Uma equipe médica do Samu acompanhou o voo de aproximadamente uma hora e 50 minutos.
Helicóptero da Polícia Militar buscou recém-nascido na tarde desta quinta (14) em Taiobeiras (Foto: Polícia Militar/Divulgação)
No total, a operação de resgate do recém-nascido em Taiobeiras até chegar em Pirapora durou cerca de quatro horas e meia. A distância entre as duas cidades é de 436,3 km; de carro, o trajeto poderia durar mais de seis horas. Além da piloto e major da PM, que comandou a aeronave, participaram do voo um médico e uma enfermeira de Montes Claros. De acordo com o Samu, a indicação de transferência do recém-nascido foi feita por uma médica de Taiobeiras.
Segundo a Polícia Militar, em casos de transporte de pacientes em estado grave, a aeronave faz o percurso na altura de 500 pés. A indicação de altitude mínima permitida, para a PM, é para não comprometer a respiração do transportado, ainda que a criança estivesse respirando com ajuda de aparelhos. Até a publicação desta matéria, o estado de saúde da criança não foi divulgado.
Minas Gerais – Estão abertas as inscrições para o processo seletivo simplificado do Cistrisul (Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião do Triângulo Sul) para seleção de médicos e enfermeiros para atuar no Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV).
Com previsão de entrar em operação na segunda semana de junho, os selecionados vão fazer parte da equipe de saúde que vai atuar no novo helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros que atenderá ao Samu Regional Triângulo-Sul, em ocorrências de acidentes graves em rodovias, de busca e salvamento e em casos de transporte de órgãos para transplantes que acontecerem no Triângulo Mineiro e Noroeste do Estado.
As inscrições, que vão até o dia 6 de junho, podem ser feitas na sede da Amvale, situada na rua Gabriel Junqueira, 422, bairro Boa Vista, entre 9h e 17h, exceto sábados, domingos e feriados. O edital está à disposição dos interessados na Amvale e no site www.amvale.org.br.
A aeronave do BOA deve chegar ao heliponto do 8º BBM (Batalhão de Bombeiros Militar), na Universidade, que está em fase final de construção, ainda este mês. De acordo com o tenente-coronel Anderson Passos, comandante do 8º BBM, o primeiro voo operacional deve acontecer em 11 de junho.
Já os três pilotos que serão responsáveis pela operação do helicóptero já estão em Uberaba para fazer os primeiros contatos e providenciar locais de moradia. Todos eles são nascidos em Belo Horizonte, mas dois estavam na base de Varginha.
Minas Gerais – Na sexta-feira (04), o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas (CISSUL SAMU) realizou o “Simpósio Aeromédico” no Auditório da OAB, em Varginha, em comemoração aos dois anos de parceria do Consórcio com a 2ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
O evento idealizado pelo Diretor Técnico da Regulação Médica do CISSUL SAMU, Dr. Gustavo Eugênio Martins Marinho, em parceria com o NEP – Núcleo de Educação Permanente teve como objetivo trocar experiências e integrar as equipes que atuam no SAAV – Serviço Aeromédico Avançado de Vida, bem como proporcionar a ampliação de conhecimentos sobre os serviços de atendimento de urgência e emergência através de resgate aéreo.
A aeronave Arcanjo EC-145 do BOA tem capacidade para transportar em cada atendimento, 06 profissionais, entre eles, por parte do SAMU, 01 médico e 01 enfermeiro, e pelo BOA, 01 piloto, 01 copiloto e 02 tripulantes.
O presidente do CISSUL SAMU, Rodrigo Aparecido Lopes ressalta que a utilização do serviço aeromédico tem como objetivo principal a redução do tempo resposta no socorro às vitimas, o encaminhamento de pacientes em estado grave para hospitais de referência na região do Sul de Minas e contribui sobremaneira para o sucesso da nossa missão que é “Salvar Vidas”.
A abertura contou com a palestra do Dr. José Fábio Capozzi que apresentou um relato de caso do BOA de Varginha. Na sequência houve a palestra do Dr. Antônio José Marinho Cedrim Filho sobre APH em Situações de Catástrofe – Método Start.
A enfermeira Simone Alessandra Rodrigues Junqueira palestrou sobre “O papel do enfermeiro no SAAV – Serviço Aeromédico Avançado de Vida”. Simone é enfermeira do CISSUL SAMU e trabalha a bordo do helicóptero da 2ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas.
A palestrante Dra. Giovana Ferreira Zanin Gonçalves que atua na 1ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas palestrou sobre “B.O.A. Belo Horizonte – Resgate e Transporte Aeromédico”. Falou sobre a Expansão do Serviço Aeromédico em Minas Gerais, o Capitão João Paulo Pessoa Veloso de Almeida, Comandante de Aeronave do BOA.
Finalizando o evento, o enfermeiro Ivan José da Silva palestrou sobre o “Início do Aeromédico no Triângulo Mineiro: Desafios e Oportunidades”.
Uberaba
A Superintendência Regional de Saúde de Uberaba participou do Simpósio e como Uberaba será o próximo município a receber uma aeronave, o superintendente de Saúde, Ivan José da Silva, participou do evento e, segundo ele, foi proveitoso para troca de experiências.
Encontro realizado em Varginha teve a participação de superintendentes de saúde, bombeiros e profissionais médicos
“O simpósio nos trouxe um olhar de vivência das regiões que já operam aeronaves. O que precisa, qual o suporte, as dificuldades, o alinhamento com os hospitais que irão receber pacientes transportados pela aeronave, enfim, é um grande aprendizado. Inclusive, durante o evento fui informado que já foram destinados os pilotos da aeronave de Uberaba, que são do Corpo de Bombeiros e estão se mudando para a cidade na semana que vem. Eles vão ajudar, desde já, no estudo de logística, como os locais de pouso”, explica Ivan.
Com relação à chegada da aeronave, de acordo com o superintendente, a expectativa é que ainda este mês ela esteja em Uberaba. As obras de construção do heliporto estão a todo vapor, uma vez que será o local em que aeronave permanecerá até que o serviço entre em operação. “Será um helicóptero Esquilo. A empresa deverá repassá-lo ao Estado na segunda quinzena de maio, por isso estamos correndo contra o tempo para terminar a obra do hangar, o heliporto, que está sendo construído no Centro de Treinamento do Corpo de Bombeiros, na Universidade”, explica.
Segundo Ivan, depois que o helicóptero chegar a Uberaba, começa o treinamento da tripulação que irá atuar com a aeronave. Esse será o segundo desafio. “Estamos concluindo um edital para contratação de médicos e enfermeiros que irão trabalhar nessa aeronave. Eles também passarão por treinamento. A nossa previsão é que o atendimento aos pacientes, isto é, o serviço, entre em operação na primeira quinzena de junho”, revela o superintendente.
Minas Gerais – O governador Fernando Pimentel anunciou nesta quarta-feira (11/4) a criação de bases aéreas nos municípios de Governador Valadares (Território Vale do Rio Doce), e Uberaba (Território Triângulo Sul), além da ampliação da base aérea de Montes Claros (Território Norte). O anúncio foi feito por meio de sua conta na rede social Instagram.
“Vamos continuar investindo na Polícia Militar, nos Bombeiros, na segurança, na saúde, melhorando cada vez mais a cobertura aérea para o atendimento às mineiras e aos mineiros”, disse o governador. Com esta expansão, serão oito as bases aéreas, cobrindo todas as regiões do estado.
Helicóptero Pégasus da Polícia Militar. Para a criação das bases, serão distribuídos três helicópteros, modelo Esquilo.
A instalação das bases compõe a estratégia de ampliação da cobertura da malha aérea do Estado de Minas Gerais, seguindo o conceito multimissão, em que as aeronaves cobrem determinada região do estado com serviços nas áreas de segurança pública, atendimento de emergências de saúde, transporte de órgãos, resgastes, prevenção e combate a incêndios, dentre outros serviços.
Com a medida os municípios situados nas regiões de Montes Claros, Uberaba e Governador Valadares serão melhor atendidos pelos serviços aéreos do Governo Estadual, uma vez que a capacidade de atendimento será ampliada, possibilitando a assistência rápida e de qualidade a toda população.
Para a criação das bases, serão distribuídos três helicópteros, modelo Esquilo, sendo que já a partir de maio próximo será instalada a base aérea multimissão no município de Governador Valadares, com um helicóptero da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), para atendimento prioritário às regiões do Vale do Rio Doce, Jequitinhonha e Mucuri.
Também em maio será criada a base aérea situada no município de Uberaba, com um helicóptero, visando cobrir, prioritariamente, as regiões do Triângulo Mineiro e Noroeste do estado, além da disponibilização de mais um helicóptero para reforçar o atendimento na região de Montes Claros, no Norte de Minas.
As aeronaves das bases de Uberaba e Montes Claros pertencem ao Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG).
Helicóptero AS350 B3 Esquilo do Corpo de Bombeiros.
A gestão do emprego das aeronaves caberá ao Comando de Aviação do Estado (Comave), órgão criado para centralizar e otimizar o gerenciamento da frota aérea do Estado, composta por aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, do Gabinete Militar do Governador, da Polícia Militar, da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) e da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).
As oito bases aéreas, cobrindo todas as regiões de Minas Gerais, representam maior capacidade de resposta às demandas de segurança pública, saúde, meio-ambiente e outras que demandem a utilização de aeronaves, reduzindo-se o tempo de atendimento em situações emergenciais.
Entre estas ações estão a de resgate, transporte de órgãos para transplantes e suporte à vida, em que a resposta rápida propiciada pelo transporte aéreo é fundamental.
A medida é mais uma demonstração do esforço contínuo do Governo do Estado de Minas Gerais em melhorar a qualidade dos serviços prestados à população em todas as regiões do estado, mesmo diante das dificuldades decorrentes do quadro de restrição fiscal e financeira enfrentada, sempre com muito diálogo, equilíbrio e trabalho.
Minas Gerais – A equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 04 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros foi acionada nesse sábado (24) para atender uma mulher que se acidentou durante uma atividade com jipes próximo à Belo Horizonte, na área do município de Nova Lima-MG.
Segundo informações dos bombeiros, ela ligou o veículo sem estar sentada na direção. O veículo estava engrenado, e começou a se movimentar. Ela tentou descer do jipe, que pressionou seu corpo contra o barranco e depois tombou, caindo sobre ela.
A mulher sofreu ferimentos e fraturou a região da bacia. Médico e enfermeiro do SAMU, que integram a tripulação do Arcanjo, comentaram que o atendimento rápido foi essencial para evitar que o quadro dela se agravasse. A vítima foi encaminhada ao hospital Mater Dei Santo Agostinho, Belo Horizonte, e segue em tratamento.
Soterramento
Na sexta-feira (23), durante a realização de uma obra, um funcionário escavava o terreno quando a terra cedeu e soterrou-o em Contagem, MG. O Corpo de Bombeiros foi acionado e enviou equipes do BOA e do Batalhão de Emergências Ambientais e Resposta a Desastres (BEMAD) para prestarem socorro à vítima.
Apesar da ação rápida dos bombeiros e socorristas, o trabalhador não resistiu ao impacto provocado pelo peso da terra em seu corpo e faleceu.
Durante a realização de uma obra, um funcionário escavava o terreno quando a terra cedeu e o soterrou em Contagem-MG. Foto: BOA/CBMMG.
Minas Gerais – Em quase dois anos de operação, o helicóptero Arcanjo já se aproxima de 300 vítimas resgatadas no Sul de Minas. A aeronave era uma demanda antiga da região e começou a atender após uma parceria entre o Cissul Samu (Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macrorregião do Sul de Minas) e a 2ª Companhia de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar, em Varginha (MG).
Helicóptero Arcanjo já socorreu quase 300 pessoas no Sul de Minas (Foto: Régis Melo)
“A ideia principal do atendimento com aeronave é você ter uma resposta rápida. Ou seja, um acidente na rodovia, um trauma em local de difícil acesso, em que às vezes a equipe do Corpo de Bombeiros ou do Samu não consegue chegar. E esses minutos são o golden hour, a hora de ouro, que vai fazer diferença na vida desse paciente”, explica o médico André Luís Ribeiro Claudino.
A parceria recebeu o nome oficial de Serviço Aeromédico Avançado de Vida e as equipes começaram a trabalhar em conjunto no dia 28 de abril de 2016. A primeira ocorrência com transporte de vítima aconteceu oito dias depois, com o transporte de uma pessoa de Lambari para Varginha, no dia 6 de maio de 2016. De lá para cá, foram 284 pessoas resgatadas ou transportadas pelo helicóptero.
Capitão João Bosco Lara Júnior, do Corpo de Bombeiros, o médico André Luis Ribeiro Claudino e a enfermeira Paula Thaís Aparecida Coelho, do Samu, conversam na sala de triagem do BOA (Foto: Régis Melo)
Segundo o Cissul Samu, a aeronave atende 152 cidades que fazem parte do consórcio, com uma população estimada de 2,6 milhões de pessoas. O helicóptero conta ainda com uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) completa em seu interior.
Cada equipe de atendimento é composta pelo piloto, que é um capitão do Corpo de Bombeiros, o tripulante, que também é do Corpo de Bombeiros, e a equipe do Samu, sempre formada por um médico e um enfermeiro.
“Quando a gente vai para uma ocorrência que às vezes exige mais apoio, principalmente quando é a primeira ajuda a chegar ao local, a gente vai com mais um tripulante para poder fazer aquela parte do bombeiro, da ajuda. De desencarcerar, colocar corda, às vezes é difícil o acesso. Então a gente vai com uma equipe maior e, muitas das vezes, a gente volta com a vítima e esse tripulante extra por volta por via terrestre”, acrescenta Claudino.
Os números do Helicóptero Arcanjo:
Até agora, foram realizados 470 voos com a aeronave, sendo:
284 vítimas transportadas
229 atendimentos inter-hospitalares
69 atendimentos pré-hospitalares (primários)
50 ocasiões em que o socorro foi dispensado
25 atendimentos a ocorrências de incêndio
55 ocorrências de apoios diversos
42 treinamentos
Tipos de atendimento
A parceria é focada em dois tipos de atendimentos médicos:
APH – Atendimento pré-hospitalar: é o atendimento primário, realizado geralmente no próprio local no acidente.
Atendimento inter-hospitalar: transporte entre unidades de saúde, realizado em geral quando um paciente precisa ir para um centro especializado.
“Os dois atendimentos são importantes, mas é mais decisivo no APH. Vamos pegar um exemplo de um acidente próximo a Paraguaçu. O médico mais próximo com uma ambulância, uma UTI com um médico lá para fazer uma intervenção na hora, ele está ou em Alfenas ou em Varginha. Então acionou a gente, a gente vai chegar lá muito rápido. Esse paciente às vezes pode ter uma parada nesse meio tempo. E se chegar na cidade com um médico para fazer uma intervenção rápida, você vai salvar a vida dele”, afirma Claudino.
Helicóptero Arcanjo decola para missão de treinamento em Varginha (MG)
Qual o critério utilizado para o voo
Antes de se alçar voo, Samu e Corpo de Bombeiros analisam diversos critérios médicos e técnicos. O primeiro é se há realmente a necessidade de uma resposta rápida para determinado local, levando em consideração a urgência do caso e a localização de equipes terrestres de resgate na região.
“Muitas das vezes, a gente tem um suporte avançado, uma ambulância avançada, próxima desse local. Então não justifica você deslocar uma aeronave às vezes 30, 40 minutos se você tem uma unidade terrestre que chega antes da gente”, explica o Claudino.
Além disso, são utilizados outros critérios, como:
se é um município que não tem recursos.
se o atendimento primário for um acidente de carro, independente do número de vítimas
se a gente não tem um suporte terrestre próximo
se você tem um acidente de múltiplas vítimas
Restrições
Depois disso, são analisadas as questões técnicas de voo, que é quando podem surgir outras restrições para a aeronave modelo Esquilo AS 350 B2. São analisadas as condições climáticas, o horário, as condições de decolagem e de pouso na região da ocorrência.
“E o pôr do sol, porque se o local não for iluminado, a gente não consegue pousar no local, já que a aeronave realiza o chamado voo visual”, explica Bosco.
No entanto, dependendo da gravidade do caso e a necessidade do suporte aéreo, o voo pode ser realizado em condições levemente adversas.
“Dependendo da situação, quando fazem o acionamento, a gente orienta a central para também deslocar uma via terrestre. Eu vou tentar, mas se não passar pela nuvem, pelo tempo ruim, a gente vai voltar. Mas a via terrestre já vai estar a caminho e a gente ganha esse tempo”, conta o médico.
Mesmo assim, Bosco salienta que o plano de voo segue um processo rigoroso. “O Batalhão está indo para 13 anos sem nenhum acidente. A gente é muito criterioso nos pousos, decolagens e no planejamento da missão”, diz.
Helicóptero Arcanjo decola para missão em Varginha (Foto: Régis Melo)
Como chamar o socorro
Qualquer pessoa pode solicitar atendimento por meio dos telefones 192 ou 193. Após realizada a avaliação do caso, a equipe se desloca para o local necessário.
O Corpo de Bombeiros explica ainda que muitas vezes se orienta por coordenadas e, por isso, fez um vídeo explicando as maneiras de enviar os dados para o batalhão.