- Anúncio -
Início Tags NOA/PCMG

NOA/PCMG

Polícia Civil de Minas Gerais adquire 09 drones para emprego em operações de inteligência

Minas Gerais – A Polícia Civil de Minas Gerais, através do Núcleo de Operações Aéreas (NOA), realizou no dia 29 de novembro uma licitação, na modalidade Pregão Eletrônico, tipo Menor Preço, para aquisição de 09 (nove) aeronaves remotamente pilotadas (RPA, Drone) e acessórios.

DJI Phantom 4 Pro. Imagem Ilustrativa.
DJI Phantom 4 Pro. Imagem Ilustrativa.

Esses equipamentos serão destinados aos Departamentos de Polícia Civil com a finalidade de realizar atividades de inteligência, como monitoramento, investigações, mapeamentos e assistência aérea às equipes de solo.

Participaram da licitação cinco empresas, DSI Comércio Importação e Exportação, Major Serviços e Comércio, Ultramar Importação, World CAM Brasil Eletroeletrônica e PA Comércio e Serviços Gerais. A empresa World CAM Brasil Eletroeletrônica foi a vencedora pelo valor total de R$ 92.250,00. Cada equipamento com os acessórios saiu por R$ 10.250,00.

O equipamento adquirido foi o Phantom 4Pro. Duas empresas que participaram da licitação ofereceram outros modelos, como o Phantom 3 e o MAVIC PRO IPAD MINI 4.

Esse valor foi negociado com o fornecedor após a conclusão da sessão de lances, que finalizou em R$ 94.000,00, pois a pesquisa de preço havia apontado um valor de referência de R$ 92.500,20. A empresa World que havia ofertado o menor valor concordou e reduziu para o preço referencial.

Confira:

Polícia Civil de Minas promove primeiro Curso de Tripulantes Operacionais de Voo

Minas Gerais – A Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, por meio da Academia de Polícia Civil/ACADEPOL, promoveu nos meses de setembro e outubro de 2017, o primeiro Curso de Tripulantes Operacionais de Voo, trazendo um marco para a história da Coordenação Aerotática da PCMG – antigo Núcleo de Operações Aéreas/NOA. Dentre os formandos está a investigadora da Polícia Civil, Fernanda de Oliveira Costa.

Entrega de certificados e brevets aos formados da 1ª turma do curso de Tripulantes Operacionais de Voo.
Entrega de certificados e brevets aos formados da 1ª turma do curso de Tripulantes Operacionais de Voo.

O Delegado-Geral da Polícia Civil, João Octacílio Silva Neto, o Chefe-Adjunto, Delegado Raimundo Nonato Gonçalves, a Diretora da Academia de Polícia Civil, Delegada Ana Cláudia Oliveira Perry e o Coordenador da CAT, Delegado Felipe Moraes Forjaz de Lacerda, entregaram, nesta segunda-feira (06), os certificados e os brevets aos formados da 1ª turma do curso de Tripulantes Operacionais de Voo.

Sobre o curso

Após processo de seleção interno, cinco alunos foram aprovados, recebendo conhecimentos atualizados das áreas de aviação policial, resgate e defesa civil, através de instruções teóricas e práticas. Como pré-requisitos para a inscrição no curso, foram exigidos Certificado Médico Aeronáutico válido e a habilitação em curso de Atendimento Pré-Hospitalar, emitida por instituição oficial.

A qualificação técnica do Tripulante Operacional exigiu elaboração de grade curricular específica, de forma a abranger atividades como a de atirador em voo policial, socorrista em resgates, rapelista ou fiel em desembarque com cordas, escolta de presos, técnico de pátio em taxiamentos das aeronaves ou em apoio em solo durante os transportes de autoridades, de brigadistas ou de órgãos para transplantes.

Entrega de certificados e brevets aos formados da 1ª turma do curso de Tripulantes Operacionais de Voo.
Entrega de certificados e brevets aos formados da 1ª turma do curso de Tripulantes Operacionais de Voo.

Além disso, os policiais receberam instruções sobre configuração das aeronaves, gerenciamento de cabine (CRM), segurança de voo e fraseologia nos padrões aeronáuticos, dentre outros procedimentos afetos à teoria de voo, navegação, meteorologia, regulamentos e noções de mecânica em aeronaves de asa fixa e rotativa.

A atuação do Tripulante Operacional em solo pode ocorrer e por isso treinaram novas técnicas de abordagem de suspeitos e veículos, além da prática de invasão a ambientes confinados, progressões em áreas de risco, manejo e emprego de fuzil no calibre 7,62mm, carabina 5,56mm, espingarda tactical no calibre 12 e pistola .40.

O curso foi ministrado pelo corpo docente da ACADEPOL e por policiais voluntários da própria Coordenação Aerotática, com pilotos e mecânicos certificados pela Agência Nacional de Aviação Civil. Foi utilizada extensa literatura aeronáutica e, sobretudo, o Manual Técnico-Profissional dos Tripulantes Operacionais da PCMG.

Descida de rapel embarcado.
Descida de rapel embarcado.

Para o Coordenador da CAT, Delegado Felipe Moraes Forjaz de Lacerda, o Curso de Tripulantes Operacionais trouxe impactos positivos na qualidade dos trabalhos prestados às demais unidades operacionais que recorrem ao apoio aéreo.

“O resultado do primeiro curso refletiu, inclusive, na boa imagem da PCMG perante outras instituições, pois, sendo uma das pioneiras no Estado a utilizar aeronaves em suas operações, demonstrou que tem plena capacidade de formar seus policiais para o desempenho da atividade tão singular de apoio aéreo em ambiente hostil, com o eventual emprego de armas de fogo, em voo a baixa altura e em áreas habitadas”, complementou.

Um dos instrutores do curso, o piloto Danilo César Vieira Carneiro, contou que o trabalho do Tripulante Operacional é desenvolvido em aeronaves que custam milhões aos cofres públicos, não havendo margem de tolerância para qualquer erro que comprometa a segurança de voo. Durante o seu trabalho, o tripulante está sujeito a situações de riscos que podem resultar em ocorrências de natureza penal e administrativa/disciplinar, além de responder subjetivamente por seus atos e omissões na esfera civil.

Treino de tiro embarcado pela única aluna da turma.
Treino de tiro embarcado pela única aluna da turma.

Sobre esse aspecto, ponderou: “é fundamental investir na capacitação desses servidores juntamente com o treino dos pilotos, de forma que estejam sempre aptos a executar quaisquer atividades incumbidas às aeronaves, sejam elas de voo policial, resgate ou defesa civil”.

O aluno e Investigador de Polícia Guilherme Elias de Oliveira e Silva falou sobre a importância de ter participado do curso: “a aprovação exigiu bastante preparo físico e controle emocional”, avaliou. Os cinco alunos poderão atuar como multiplicadores dos conhecimentos aprendidos dentro da PCMG.

Aula de combate a incêndio (transporte de brigadistas)
Aula de combate a incêndio (transporte de brigadistas).
de discente e parte do docente do Primeiro Curso de Tripulantes da PCMG
Equipe de discente e parte do docente do Primeiro Curso de Tripulantes da PCMG

Drone voa perto de helicóptero da Polícia durante operação em Nanuque/MG

Minas Gerais – A utilização de Aeronaves Remotamente Pilotadas (Remotely-Piloted Aircraft – RPA), também conhecidas como “drones”, tem sido difundida no meio social em larga escala, sendo ferramentas tecnológicas de grande utilidade, inclusive para a própria segurança pública.

A operação de RPAs sem as devidas cautelas e sem a observância dos regramentos próprios pode culminar em graves acidentes, de forma a causar danos à integridade física de pessoas ou a bens diversos.

Após a saída do helicóptero Carcará 02 do local, o drone desce e aparece no lado esquerdo do vídeo, ao final.
Após a saída do helicóptero Carcará 02 do local, o drone desce e aparece ao lado esquerdo do vídeo, ao final.

Um exemplo de uso inconsequente de RPA ocorreu no dia 03 de outubro de 2017, quando foi realizada a Operação Ragnarok, da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais – PCMG, na cidade de Nanuque/MG.

Durante o cumprimento dos mandados judicias a tripulação do “Carcará 02”, helicóptero do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da Polícia Civil que dava apoio à missão, foi surpreendida com a aproximação de um RPA (Drone) pertencente a emissora de TV local. Como o aparelho foi posicionado muito próximo à aeronave, houve inequívoca exposição a risco da segurança dos policiais civis.

“Felizmente, dessa vez não ocorreu nenhum acidente, mas sem dúvida esse tipo de situação, que tem se tornado cada vez mais comum, evidencia que devem ser estudadas e adotadas medidas preventivas e efetivas pelos órgãos de aviação, de modo a impedir ações como a descrita e a orientar melhor a população quanto ao uso adequado do aparelho”, disse o Delegado Felipe Moraes Forjaz de Lacerda, Chefe do NOA.

Delegado Luis Bernardo em entrevista a imprensa local sobre a operação em Nanuque. Caracará 02 dois pousando.
Delegado Luis Bernardo em entrevista a imprensa local sobre a operação em Nanuque. Caracará 02 dois pousando.

É preciso observar que esse tipo de operação irregular, indiscutivelmente irresponsável, de RPA é passível de consequências administrativas a serem adotadas pelo órgão regulador, bem como de sanções penais, conforme previsões da RBAC-E nº 94, de 02 de maio de 2017, da ANAC, da Lei nº 7.565/86, do Decreto-Lei 2.848/40, dentre outras normas.

Nesse sentido, a exposição a perigo da aeronave pode ensejar para o operador do RPA uma pena de até 12 anos, caso haja queda ou destruição de tal aeronave e, ainda assim, desde que não seja cometido crime mais grave. É o que preceitua o art. 261 e seus parágrafos, do Código Penal.

Quanto à operação citada, a Polícia Civil de Minas Gerais está empenhada em identificar o operador do RPA para, se for o caso, adotar as medidas judiciais cabíveis. Além disso, a ANAC será em breve cientificada do fato para as providências que lhe couber, tão logo haja a identificação do operador, bem como será enviado Relato ao CENIPA para segurança de voo (RCSV).

YouTube player

“Esse tipo de situação tem se tornado corriqueiro, sendo a segunda ocorrência em poucos meses vivenciada pelos pilotos e tripulantes operacionais do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil. São comuns os relatos, na aviação em geral, de experiências negativas de concorrência de espaço aéreo com aeronaves não tripuladas”, disse o Delegado Felipe Moraes Forjaz de Lacerda, Chefe do NOA.

Atenta aos riscos das operações de RPAs, em complementação às recentes normas oriundas da ANAC, a PCMG publicou a Resolução nº 7.969 de 29 de setembro de 2017, que regulamenta o uso dos aparelhos no âmbito da instituição, objetivando orientar os operadores, fiscalizar o manuseio do equipamento e gerir as informações a eles relativas, sempre primando pela segurança da população.

Piloto Policial, por Felipe Moraes Forjaz de Lacerda
Delegado e Chefe do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil.

Polícia Civil de Minas publica Resolução que regulamenta emprego de Drones em suas operações

Minas Gerais – A Polícia Civil de Minas Gerias publicou no Diário Oficial de quarta-feira (04) a Resolução nº 7.969 de 29 de setembro de 2017 que dispõe sobre a utilização e controle de Drones (Remotely Piloted Aircraft – RPA) no âmbito da Polícia Civil de Minas Gerais.

A resolução foi elaborada com o objetivo de se buscar a qualificação das investigações policiais, o melhor aproveitamento dos recursos tecnológicos disponíveis, a otimização dos gastos com apoio aéreo, a segurança das operações e a qualificação profissional.

4° Departamento de Polícia Civil adquire drones para segurança pública. Foto: Jéssica Pereira.
4° Departamento de Polícia Civil adquire drones para segurança pública. Foto: Jéssica Pereira.

Como já vem acontecendo em outros Estados, a resolução deu ao Núcleo de Operações Aéreas (NOA), unidade da Polícia Civil responsável pelo gerenciamento das atividades aéreas, a responsabilidade pela orientação, fiscalização e gestão do emprego dos drones na Instituição.

A Resolução definiu um pré-cadastramento dos drones no NOA, onde será informado o modelo do RPA, quem é o operador credenciado responsável pelo manuseio dos equipamentos e qual Delegacia será a responsável pela guarda e manutenção.

Outra exigência é que o operador do RPA deverá ser credenciado pela Acadepol, após conclusão de curso específico de operabilidade e todo acionamento do RPA deverá ser comunicado ao NOA, com antecedência de 24 horas.

Segundo a Resolução, visando a segurança das operações, somente o Delgado Titular do NOA poderá autorizar o acionamento de um RPA em uma mesma operação em que haja apoio aéreo tripulado. Por outro lado, não havendo compartilhamento do uso do espaço aéreo, o uso do RPA independe de autorização do NOA, mas o Núcleo poderá proibir o uso do equipamento em determinada situação, mediante decisão devidamente justificada.

Confira a Resolução na íntegra:

POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE MINAS GERAIS
Atos Assinados pelo Senhor Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais.
Resolução nº 7.969 de 29 de setembro de 2017.

Dispõe sobre a utilização e controle de Remotely Piloted Aircraft – RPA (drones) no âmbito da Polícia Civil de Minas Gerais.
O Chefe da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso III do § 1º do art. 93, da Constituição do Estado de Minas Gerais e o inciso X do art. 22, da Lei Complementar nº 129, de 8 de novembro de 2013,

Resolve:

Art. 1º Esta resolução dispõe sobre a utilização de RPAs – “drones” para atividades de interesse institucionais, em consonância com regulamentos da ANAC e de aviação em geral.

Art. 2º O NOA é a unidade responsável pela orientação, fiscalização do adequado manuseio dos RPAs e pela gestão de informações a eles relativas, sendo o patrimônio vinculado ao Departamento ou à Delegacia Regional detentora dos equipamentos.
Parágrafo Único. Compete ao Departamento ou à Delegacia Regional a adoção das providências necessárias à manutenção dos equipamentos e a adoção de medidas decorrentes da sua utilização inadequada.

Art. 3º Antes de sua utilização, todo RPA deverá ser previamente cadastrado no NOA, devendo ser informado:
I – Modelo do RPA e equipamentos acessórios;
II – O operador credenciado responsável pelo manuseio dos equipamentos;
III – Departamento ou Delegacia Regional responsável pela guarda e manutenção dos equipamentos.
§1º Qualquer alteração dos dados contidos neste artigo deve ser informada ao NOA no prazo de 24 horas.
§2º Deverá ser informada, ainda, eventual indisponibilidade do RPA e os motivos dessa ocorrência.

Art. 4º O operador do RPA deverá ser credenciado pela Acadepol, após conclusão de curso específico de operabilidade.

Art. 5º O acionamento do RPA deverá ser comunicado ao NOA, com antecedência de 24 horas, salvo em situações excepcionais, caso em que a excepcionalidade deverá ser justificada em até 48 horas.
§1º Somente com autorização do Delgado Titular do NOA poderá um RPA ser acionado em uma mesma operação em que haja apoio aéreo tripulado. Neste caso, serão adotadas todas as precauções para que não ocorra concorrência de espaço aéreo entre o RPA e a aeronave tripulada.
§2º O uso do RPA independe de autorização do NOA, mas o Delegado Titular do NOA poderá proibir o uso do equipamento em determinada situação, mediante decisão devidamente justificada.

Registre-se, publique-se e cumpra-se.

Chefia da Polícia Civil, em Belo Horizonte, aos 29 de setembro de 2017.
João Octacílio Silva Neto
Chefe da Polícia Civil

Avião da Polícia Civil de Minas transporta equipe para captação de órgãos em Muriaé

Minas Gerais – Mais um ato de solidariedade que partiu de uma família muriaeense – a doação de órgãos. Na tarde desta quinta-feira (16) uma equipe do MG Transplante (dois médicos e uma enfermeira) de Belo Horizonte foi trazida a Muriaé por um avião do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.

A equipe foi realizar a captação de órgãos (rins, fígado, córneas e glândulas de baço) de um paciente que teve morte cerebral no Hospital São Paulo – Casa de Caridade de Muriaé.

A constatação da morte foi feita pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes – CIHDOTT, do Hospital São Paulo.

O comandante do voo foi Italo Ricardo, investigador da Polícia Civil e o copiloto, o também investigador, Carlos Frederico.

Avião da Polícia Civil transporta equipe para captação de órgãos em Muriaé

Por Silvan Alves.

Helicóptero da Polícia Civil leva 80 mil vacinas contra a febre amarela para o interior de Minas

Minas Gerais – O combate à febre amarela em Minas Gerais teve o apoio da Polícia Civil. No dia 19/01, 40 mil doses da vacina contra a doença foram levadas para Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, em um helicóptero do NOA – Núcleo de Operações Aéreas da Policia Civil de Minas Gerais.

heli 1

As vacinas chegaram ao Hangar da Polícia Civil (Rua Boaventura, 2312 – Jaraguá – Hangar 09 – pátio Sul – Aeroporto da Pampulha), às 9 horas, de onde saíram com destino a Diamantina. O pouso, por volta de 10h15, foi em frente à Delegacia Regional de Diamantina.

No dia 20/01, foi a vez da população da cidade de Pedra Azul ser beneficiada com 40 mil doses. A entrega foi feita no Estádio Raul Ostiano.  No total foram transportadas 80 mil doses pelo NOA.

Na chegada, uma equipe da Secretaria Estadual da Saúde (SES) recebeu as vacinas e as encaminhou às unidades de saúde das cidades.

Helicóptero da Polícia Civil leva 80 mil vacinas contra a febre amarela para o interior de Minas

O chefe-adjunto da Polícia Civil, delegado Raimundo Nonato, acompanhou a chegada das vacinas ao Hangar e ressaltou a importância da parceria. “É um grande prazer poder contribuir com a saúde pública. O nosso helicóptero está à disposição e deverá ser acionado sempre que houver necessidade. Estamos dispostos para ajudar no que for preciso”, enfatizou.

O coordenador de gestão, finanças e prestador de contas da Regional de Saúde da cidade de Diamantina, Paulo Cesar Duarte, recebeu as vacinas e agradeceu a ajuda da PCMG. “Quero agradecer a parceria da PCMG que disponibilizou uma equipe para fazer o transporte das vacinas e, com isso, contribuiu para nos ajudar no bloqueio da febre amarela na região”, destacou.

Até o momento, Minas Gerais já recebeu do Ministério da Saúde cerca de 2 milhões de doses de vacina contra a febre amarela e o estado já solicitou mais 1 milhão de doses. Assim que recebida pela SES, as doses serão encaminhadas às regionais de saúde, de forma gradativa, conforme capacidade de armazenamento dos municípios.

Helicóptero da Polícia Civil leva 80 mil vacinas contra a febre amarela para o interior de Minas

Fonte: Polícia Civil de Minas Gerais.

Polícia Civil de Minas Gerais recebe drones do Projeto Monitoramento Aéreo

Minas Gerais – A Polícia Civil realizou, nessa terça-feira (6), na 4ª Região Integrada de Segurança Pública (4ª RISP) de Juiz de Fora, uma reunião com a imprensa, policiais civis e autoridades para a entrega oficial de dois drones (“Phantom 4”), do “Projeto Monitoramento Aéreo” da Polícia Civil.

O projeto culminou na aquisição de dois aparelhos conhecidos como “drones de espionagem”, para o 4º Departamento de Juiz de Fora, por meio de uma parceria com o Poder Judiciário, concretizada após reuniões realizadas com os juízes Evaldo Elias Penna Gavazza e Daniel Réche da Motta.

Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário.
Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário.

Os recursos para obtenção dos equipamentos foram originários de penas de prestações pecuniárias. Após o encontro, todos foram convidados a acompanharem um voo de demonstração das funcionalidades dos aparelhos, que possuem sistema de GPS, sensores, entre outras funções.

De acordo com o chefe do 4º Departamento de Polícia Civil de Juiz de Fora, delegado Eurico da Cunha Neto, os drones também serão utilizados no âmbito do 4º Departamento – que abrange as Regionais de Juiz de Fora, Ubá, Leopoldina e Muriaé, bem como suas Áreas Integradas de Segurança Pública – em diversas situações, entre elas, aquelas operacionais, com monitoramento em tempo real de áreas de difícil acesso físico durante operações, também em perícias ambientais em caso de incêndio em uma aérea rural, para levantamento de informações, entre outras circunstâncias.

Durante as ações, os equipamentos serão monitorados por operadores que serão treinados durante todo o mês de setembro. Durante coletiva de imprensa, o delegado também ressaltou que, a partir de agora, a Polícia Civil vai poder firmar ainda mais parcerias com outros órgãos para utilização da tecnologia.

Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário. Foto: Jéssica Pereira.
Aquisição de equipamentos é resultado de parceria entre a Polícia Civil e o poder judiciário. Foto: Jéssica Pereira.

Para a delegada regional de Juiz de Fora, Patrícia Ribeiro de Souza Oliveira, essa iniciativa foi de extrema relevância. “Vai auxiliar nas investigações, principalmente nas operações, já que, muitas vezes, temos dificuldade em mapear locais de difícil acesso”, disse, complementando que vai contribuir também para identificação de locais, bem como rotas de fuga.

Segundo o juiz Daniel Réche da Motta, a importância dessa parceria é mostrar que a Vara de Execuções e a Polícia Civil estão trabalhando para resolver o problema da criminalidade na cidade. “De uma forma que não é só com força bruta, policiamento ostensivo, que também é necessário, mas precisamos também de fazer uma atividade de inteligência e, dessa forma, podemos envolver esse trabalho em apreensões maiores, em operações mais sofisticadas”, enfatizou.

Sobre o projeto

O “Projeto Monitoramento Aéreo” – elaborado pelo chefe do 4º Departamento, escrivão Leonardo Lesse Leal e investigadores Marco Aurélio Santiago e Wanessa Andrade Messias – tem como objetivo levar mais eficiência ao trabalho da Polícia Judiciária, aliando tecnologia ao cotidiano investigativo, visando incursões policiais pautadas no monitoramento prévio e estratégico, com tecnologia avançada de monitoramento em tempo real de áreas de difícil acesso físico.

Divulgação PCMG.

Peritos da Polícia Civil sobrevooam região de Mariana/MG

A Polícia Civil realizou, mais um sobrevoo sobre a região atingida pelos rejeitos provenientes do rompimento da barragem Fundão, em Mariana, na região Central de Minas Gerais.

NOA/PCMG em Mariana

O sobrevoo, que foi feito no helicóptero da Polícia Civil, Carcará, e faz parte do trabalho de perícia técnica, e o objetivo é a coleta de informações necessárias para subsidiar o laudo de perícia, no inquérito policial que investiga a causa do rompimento e a responsabilidade do fato.

Participaram dos trabalhos os delegados Rodrigo Bustamante, regional de Ouro Preto, e Ramon Sandoli, responsável pelo Núcleo de Operações Aéreas (NOA). Além deles, quatro peritos da Polícia Civil, sendo um especialista em geologia e três em meio ambiente.

Dois peritos da Polícia Federal também estavam na aeronave, para trabalhos específicos de outro inquérito em andamento naquela instituição.

YouTube player

Fonte: O Tempo

A Aviação da Polícia Civil de Minas: Sinergia e competência

Em visita a Belo Horizonte, o site Piloto Policial teve a grata satisfação de visitar e conhecer duas Organizações de Aviação de Segurança Pública de Minas Gerais, o BOA do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e o NOA da Polícia Civil de Minas Gerais.

Além da oportunidade ímpar de conhecer pessoalmente velhos conhecidos do mundo virtual, muitas coisas interessantes foram vistas, principalmente algumas soluções e acontecimentos que podem servir de exemplo para outras Organizações de Aviação de Segurança Pública (OASP) do Brasil.

Nessa reportagem falaremos um pouco sobre o NOA da Polícia Civil.

 – NOA/PCMG – Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil de Minas Gerais

O Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil de Minas Gerais está instalado desde 2000 em um bonito hangar no Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte.

Atualmente o NOA tem uma frota de seis aeronaves, sendo dois helicópteros AS350B2 Esquilo, um avião Bandeirante e três aviões monomotores.

Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil de Minas Gerais.

Em relação as aeronaves de asa fixa, em sua maioria adquiridas de apreensões de operações de repreensão ao narcotráfico, diversos problemas em relação a questões judiciais e burocráticas afetam sobremaneira a disponibilidade operacional das mesmas.

Em relação aos helicópteros, os dois AS350B2 Carcarás estão em plena operação.

A OASP da Polícia Civil de Minas Gerais foi criada em 1989 com a aquisição de um Bell Jet Ranger, na vigência da então CAA – Coordenação de Apoio Aéreo. Atualmente possui a denominação de NOA – Núcleo de Operações Aéreas, criando recentemente, em 26/09/13, através da Resolução Nº 7.155 do Chefe da Polícia Civil de Minas Gerais.

Atualmente, o NOA voa uma média de 40 horas por mês e seu portfólio de missões atendidas são as de demanda policial, como chamadas de  emergências em apoio a unidades em solo e as operações programadas em apoios as Delegacias Regionais.

Além disso, o NOA também atua em apoio ao sistema “MG Transplante de órgãos” e ao resgate de vítimas em acidentes diversos, resultado de  um Convênio de Cooperação Técnica firmado com o BOA – Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

Visão interna do hangar do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil de Minas Gerais

O ingresso no NOA como  piloto ou tripulante operacional ocorre através de concurso interno anual, onde o candidato deve possuir Certificado de Médico Aeronáutico, estar a mais de 03 anos na instituição e ter 10 ou mais anos a serem trabalhados. Todos os integrantes do NOA são investigadores de polícia, que assumem as diversas funções internas como cargo em comissão.

A equipe de pilotos do NOA é de 06 pilotos de helicóptero, sendo 02 comandantes  e 04 copilotos e 04 pilotos de avião (02 comandantes e 02 copilotos).

O treinamento dos pilotos segue uma programação semanal, limitada a 2 horas de voo por mês para cada piloto. Os cheques iniciais, recheques e treinamento de emergência são realizados na EFAI, pagos pelos pilotos e posteriormente reembolsados pelo Estado no valor empregado.

Os mecânicos são policiais que já possuíam os cursos na área e atuam como gerentes e fiscais de contrato, levando em consideração que toda a manutenção das aeronaves  é terceirizada, mesmo as “menores”. O  Setor de Apoio as Manutenções apenas efetua e controla os arquivos das manutenções e inspeções de todos os tipos.

O NOA está em processo de homologação de sua escola de aviação junto a ANAC, e atualmente utiliza da estrutura do BOA, através de um Convênio de Cooperação Técnica, para todos os assuntos referentes a instrução e formação de tripulação, de pilotos a tripulantes operacionais.

Esse Convênio de Cooperação Técnica abrange tanto a parte de formação e treinamento de pessoal como também o aspecto operacional.

Isso envolve a possibilidade de Comandantes de Aeronaves do Corpo de Bombeiros operar as aeronaves de NOA, bem como copilotos da Polícia Civil tripularem as aeronaves do Corpo de Bombeiros. Dessa forma, ambas as OASP minimizam suas carências de recursos humanos e consegue de forma eficaz promover o intercâmbio de conhecimento e a ascensão profissional de seus quadros.

No aspecto operacional, o referido convênio ainda prevê o compartilhamento de missões, permitindo que o NOA efetue missões de resgate aeromédico através dos Bombeiros, sendo estes possuidores de convênios com o SAMU/BH. Dessa forma, toda operação aeromédica realizada pelo NOA é composta de 01 tripulante operacional (PC ou BM), 01 enfermeiro e um médico SAMU.

Outra medida derivada de tal convênio foi a realização de um curso de formação de tripulantes operacionais integrado, com alunos do NOA e do BOA. Os primeiros tripulantes operacionais participantes de um curso nesses moldes se formaram em Janeiro de 2013.

Placa de homenagem alusiva ao primeiro curso de tripulantes operacionais em conjunto com o Corpo de Bombeiros

Na parte de Segurança de Voo, o NOA possui MGSO e Manual de Operações com descrição de seus procedimentos operacionais.  Contudo, devido a uma recente mudança na Lei Orgânica da Polícia Civil de Minas, ambos os documentos estão sob análise do Departamento Jurídico da Polícia Civil para aprovação.

A seção de Segurança de Voo do NOA realiza reuniões quinzenais, possui procedimentos de controle de RELPREVs, programas de passeio de FOD e pessoal habilitado com curso de SGSO PSAC da ANAC e EC Prevenção SIPAer.

Questões urgentes de segurança são sempre discutidas através de reuniões DIÁRIAS, nomeadas de “Ordem do Dia”, bem como, através de briefing e debriefing compulsórios das missões, além é claro dos encontros quinzenais.

Recentemente, o NOA desenvolveu um programa de acompanhamento psicológico, onde foram realizadas avaliações individuais do efetivo do NOA, e o profissional pode confeccionar um mapa da unidade. Tal mapa está sendo acompanhado e em breve será realizado novos testes para verificar as mudanças e resultados do programa.

Esse projeto foi realizado graciosamente por um profissional psicólogo que não faz parte dos quadros da Polícia Civil. Dessa forma, na próxima seleção para integrantes do NOA, foi solicitada a abertura de uma vaga para um profissional da área de psicologia e assim a unidade terá um profissional diariamente na base.

Veja as fotos e coisas interessantes do NOA/PCMG:

Texto e fotos: Alex Mena Barreto para o Piloto Policial.

Polícia Civil de Minas Gerais inicia projeto de acompanhamento psicológico dos servidores da unidade

A Chefia do hangar da Polícia Civil de Minas Gerais, através do Delegado-Geral de Polícia Henrique de Oliveira, em continuidade às reformas que a Chefia Superior vem realizando nos últimos dois anos no hangar, autorizou neste sábado (09/03/13), o início do projeto “Voe Seguro”.

PCMG1

O Elemento Credenciado de Prevenção/SIPAer do hangar da PC, Investigador de Polícia Carlos Vítor, explica o projeto:

“Com a parceria singular da Srta. Analuzia Ferreira do Carmo, psicóloga formada pela Faculdade Newton Paiva, foram realizados alguns testes com o objetivo de mapear o perfil psicológico dos integrantes da Equipe Bravo (Equipe de serviço do dia), o que será estendido a todos servidores do hangar.

Após os resultados a professora efetuará o agendamento de cada colaborador a fim de realizarem o atendimento individualizado em nossa Sala de Segurança de Voo, hoje, uma realidade neste hangar.

Há de se ressaltar o comprometimento da Psicóloga Analuiza com o projeto, uma vez que a mesma nada percebe pelos trabalhos realizados, desenvolvendo o projeto em prol da reformulação e crescimento da Unidade de Apoio Aéreo.

Tenho convicção que daremos continuidade às diretrizes do SIPAer, realizando estudos, encontros, palestras e outros eventos, sempre com o objetivo de mitigar os fatores que estejam em desacordo com as normas de segurança de voo”.

PCMG4

Já a professora Analuiza afirma: “Acreditei no projeto desde o início quando o KK (Inspetor Carlos Vítor) me convidou para participar. Gostei do grupo e acho que posso contribuir para auxiliar na segurança de voo aqui do hangar. Se o projeto der certo, e tenho certeza disso, sei que terei contribuído com o processo de renovação desta unidade que presta serviços relevantes para a sociedade”.

 Confira as fotos:

 

Fonte: PC/MG

Polícia Civil de Minas realiza seu primeiro voo com tripulação própria

O hangar da Polícia Civil de Minas Gerais está em “Festa”. Seguindo discurso governamental de cooperação e integração, durante Gestão do Chefe da Polícia Civil, Dr. Cylton Brandão, a Coordenação de Apoio Aéreo da PCMG (CAA-PCMG) reformulou seu quadro de servidores  e encontrou apoio no Comando Geral do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, na pessoa do Cel. BM Sílvio Mello.

Através de convênio de cooperação técnica firmado entre a CAA-PCMG e o Batalhão de Operações Aéreas do CBM, hoje, a Polícia Civil realizou com extremo sucesso seu primeiro voo com tripulação totalmente de Policiais Civis habilitados para a função, conforme a RBAC 91, subparte K.

cooperacao1

A Missão foi realizada na cidade de Cláudio-MG com a tripulação composta pelos policiais civis: Comandante da aeronave Jorge Mota, Co-piloto Luiz Alvarenga, tripulantes Operacionais Webert Marçal e Diego Guilherme, todos Investigadores de Polícia, sendo que, os tripulantes operacionais se formaram no dia 06 deste mês.

Já são mais de dois anos de treinamentos, operações de Defesa Social e cursos demonstrando que essa integração é uma parceria que somente vem a valorizar os trabalhos realizados pelas Instituições de Segurança Pública.

cooperacao

Hoje, o hangar da Polícia Civil está de portas abertas para a Polícia Civil e todos sociedade, com o intuito único de dar continuidade ao processo de profissionalização de seus integrantes, bem como, interagir com os envolvidos na aviação, tudo isso sob a tutela do Chefe do Hangar, Delegado-Geral de Polícia, Dr. Henrique de Oliveira.

“Agradecemos a todos que cooperaram e cooperam, de uma forma ou outra, almejando que os números de voos realizados, sejam iguais aos números de pousos”, disse Henrique de Oliveira.

Receba notícias por e-mail

Receba por e-mail novidades do

RESGATE AEROMÉDICO

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Não compartilhamos seus dados com terceiros.

OBRIGADO

por se inscrever !

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Logotipo Resgate Aeromédico
Resumo das Políticas

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.