São Paulo – O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP) coordenou, nesta quinta-feira, 29/11, a partir das 9h30, o Exercício Simulado Completo de Acidente Aeronáutico no Aeroporto de Prof. Eribelto Manoel Reino (São José do Rio Preto). O objetivo da ação foi aprimorar os primeiros socorros aos passageiros em caso de um acidente aéreo.
Para a simulação, que envolveu a queda de uma aeronave, participaram equipes do Corpo de Bombeiros do aeroporto, Corpo de Bombeiros da Polícia Militar; SAMU; GRAU; Defesa Civil; Polícia Militar; Polícia Civil; Polícia Federal; Guarda Civil Municipal e concessionárias (Austa, Cenemed, SOS, São Francisco). Foram mais de 250 pessoas envolvidas na simulação.
Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago
O exercício contou, ainda, com uma equipe de professores e estudantes da faculdade de medicina de UNILAGO de São José de Rio Preto. Os alunos e professores dos cursos de Enfermagem, Medicina, Psicologia e Educação Física, técnicos dos laboratórios e Vídeo Produtora da UNILAGO ficaram com a responsabilidade de atuar e organizar os grupos de vítimas, inclusive com maquiagens realistas e descrições de casos clínicos.
O Simulado Completo atende exigências da ANAC e inclui desde os primeiros socorros na pista do aeroporto até o transporte a um hospital da cidade, para medir o tempo levado no percurso e atendimento médico.
“Esse tipo de simulado na formação acadêmica é de muita valia, nos colocando cada vez mais próximos da realidade. Ser vítima é um aprendizado pois para encenar, temos que ter conhecimento sobre o nosso caso (de vítima) e medidas que devem ser adotadas para controlar a situação” Cita Gabriel Titoto, aluno atuante na Liga do Trauma do curso de Medicina da UNILAGO.
Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago
Paraná – O Corpo de Bombeiros do Paraná sagrou-se tetracampeão na 18ª edição do Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático, que integra a programação do XVIII SENABOM 2018, realizado em Foz do Iguaçu.
A competição reuniu mais de 410 bombeiros guarda-vidas de 16 estados brasileiros, além de delegações da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Marinha do Brasil, entre quinta (22) e sexta-feira (23/11). Os atletas disputaram provas de revezamento em piscina e no Lago de Itaipu, para exercitar modalidades de resgate em meio líquido.
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018.
“O principal objetivo dessa competição nacional é reunir bombeiros, guarda-vidas, civis ou militares, e atletas de forças armadas, para divulgar o salvamento aquático e intensificar a prevenção, para que possamos reduzir o número de afogamentos no Brasil”, disse o coordenador da prova, major Rafael Lorenzetto, do Corpo de Bombeiros do Paraná.
A prova de revezamento em piscinas (4x25m e 4x50m) deu início à competição, que teve provas das 8 às 18 horas no Complexo Esportivo Costa e Cavalcanti. Na sexta-feira (23/11) aconteceram as provas de aquathlon (corrida e natação), salvamento com tubo de resgate, salvamento com pranchão e corrida à nadadeira. Os exercícios foram no Iate Clube Lago de Itaipu.
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais. Foto: Soldado Amanda Morais
A equipe do Corpo de Bombeiros do Paraná, com 2.492 pontos obtidos, conquistou o tetracampeonato na categoria Geral, à frente do Rio de Janeiro, com 2.275 pontos; São Paulo, com 1.393; e Santa Catarina, com 1.373 pontos.
Na categoria Open, formada por integrantes das Forças Armadas, equipes nacionais e de outras instituições, a primeira colocação ficou com a equipe da Marinha A, com 491 pontos. O segundo lugar com a equipe Open Paraná A, com 231 pontos. Em terceiro a Bahia Open, com 204 pontos. O quarto lugar ficou com a equipe Open Rio de Janeiro, com 189 pontos.
Independente dos que conquistaram o pódio, quem ganha é a população com militares e profissionais mais habilidosos e treinados para efetuar o resgate quando for necessário. “Competições como essa fazem com que todos os bombeiros adotem um padrão, por meio de técnicas, ações e uso de equipamentos. E isso só fortalece a prevenção a nível nacional”, completa o major Lorenzetto.
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018
Paraná – Durante os dias 26 e 27 de novembro, 42 profissionais da Policia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar estiveram reunidos com Instrutores do Batalhão de Operações Aéreas (BPMOA) para capacitação em sistemas de aeronaves remotamente pilotadas (Drones).
As instruções, teóricas e práticas, tiveram duração de 16 horas-aula, cumprindo todos os requisitos da legislação e segurança operacional. As atividades das aeronaves remotamente pilotadas no Brasil são reguladas pela Força Aérea Brasileira (FAB), através do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), além da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).
É necessária a homologação e cadastro do equipamento e também do operador, tendo em vista ser uma atividade potencialmente perigosa, principalmente para as aeronaves em voo.
Na Polícia Militar os equipamentos tiveram sua utilização regulamentada no ano de 2018 e são amplamente empregados no apoio às missões das Unidades, executando atividades de monitoramento, observação e vigilância e levantamento de dados.
Para o 1º Tenente QOBM Mauro Henrique M. Fernandes, Oficial do BPMOA, responsável pelas instruções ocorridas esta semana: “A capacitação destes Profissionais é de extrema importância, pois aproxima as Unidades, padroniza as ações e nos permite operar os equipamentos com segurança e respeito à legislação vigente, demonstrando profissionalismo, que é um dos objetivos comum à todos os que servem à população”.
Polícia Militar do Paraná capacita operadores de aeronaves remotamente pilotadas em Curitiba
Polícia Militar do Paraná capacita operadores de aeronaves remotamente pilotadas em Curitiba
Polícia Militar do Paraná capacita operadores de aeronaves remotamente pilotadas em Curitiba
Polícia Militar do Paraná capacita operadores de aeronaves remotamente pilotadas em Curitiba
Polícia Militar do Paraná capacita operadores de aeronaves remotamente pilotadas em Curitiba
Embora as forças armadas norte-americanas tenham há muito tempo padrões de capacete para helicópteros, a aviação civil, a avião aeromédica e a policial só agora está no processo de considerar essas regulamentações, já que o FAA tradicionalmente se concentra na regulamentação de itens anexados à aeronave, não de pessoal.
Embora o FAA exija que os pilotos de aviões agrícolas usem capacetes, não há outro regulamento federal ou requisito para que os pilotos de helicópteros civis usem capacetes e que os capacetes atendam a certos padrões.
Setor comercial passa a adotar padrões de capacete de helicóptero do Departamento do Interior dos EUA. Foto: Divulgação
A Public Safety Aviation Accreditation Commission (PSAAC) “está atualmente revisando os padrões de capacete de voo do DOI para inclusão de nossos padrões de aviação, combate a incêndios florestais e busca e salvamento aéreo”, disse Don Roby, presidente da PSAAC / Airborne Law Enforcement Association. “A comissão está se reunindo em março de 2019 e assumirá este tópico.”
O atual padrão do PSAAC recomenda que uma tripulação de helicóptero use um “capacete de voo aprovado pelos militares dos EUA ou por uma autoridade internacional similar específico para tripulações de helicópteros”.
“A recomendação atual não fornece muitas orientações às agências para aconselhá-las sobre qual tipo de capacete é aprovado para operações com helicópteros”, disse Roby à R&WI. “Os padrões do DOI (US Department of the Interior) fornecerão às agências muito mais orientação na seleção de capacetes e servirão como um documento de referência para a PSAAC, como uma entidade desenvolvedora de padrões”.
Em julho, a Comissão de Credenciamento de Sistemas de Transporte Médico (CAMTS) ratificou a 11ª edição de suas normas, que devem entrar em vigor em 1º de janeiro. As novas normas fazem referência aos padrões do DOI, exigem capacetes para operações de asa rotativa e “os capacetes dos tripulantes devem ser projetados para operações de aviação, adequadamente instalados e mantidos de acordo com os critérios do fabricante ou a política do programa.”
O DOI disse que a falta de padrões de capacetes de aviação, além dos militares dos EUA, é um problema significativo. O National Transportation Safety Board (NTSB) também não coleta rotineiramente dados de capacete em investigações de acidentes, embora alguns investigadores do NTSB estejam incluindo informações sobre o capacete em seus relatórios de acidentes.
“As agências reguladoras do governo (como a OSHA) não forneceram nenhuma orientação e os fabricantes de capacetes não se esforçaram para estabelecer os padrões do setor”, disse o DOI no documento de normas. “Capacetes de aviação fornecem vários níveis de proteção e precisam ser avaliados para muitas propriedades, incluindo (mas não limitadas a) impacto lateral e de topo, atenuação de som, retenção e peso”.
“Embora capacetes militares aprovados permaneçam autorizados, simplesmente adotando especificações militares como nosso próprio padrão foi eliminado, já que algumas dessas especificações incluem áreas que não são aplicáveis ao DOI”, disse a agência.
Capacete Gentex HGU-56/P
“Algumas dessas áreas incluem o processo de compra do Departamento de Defesa dos EUA, elementos de design envolvendo proteção balística e embalagem / entrega. Além disso, alguns modelos de capacetes militares foram construídos para um padrão ANSI (ANSI Z90.1), que não são mais suportados pelo ANSI, portanto, esses padrões obsoletos não podem ser usados em laboratórios de testes com certificação ISO 9001 ou certificados pela ISO 17025. ”
O manual do Equipamento de Suporte à Vida em Aviação (ALSE) da DOI lista quatro capacetes de helicóptero aprovados, todos fabricados pela Gentex, incluindo o HGU-56/P, SPH-5, SPH-4B e HGU-84/P. O DOI aprovou esses capacetes porque passaram em testes militares e foram fabricados em instalações com certificação ISO-9001.
No ano passado, o DOI contratou o Southwest Research Institute para desenvolver padrões de desempenho de capacetes e metodologias de teste. A Gentex planeja que o instituto teste seu capacete HGU-56/P para o novo padrão DOI até o final do ano.
A Gentex tem capacidade para pagar por esses testes, pois os capacetes da Gentex não são apenas aprovados pelo DOI, mas amplamente utilizados por militares dos EUA e por clientes estrangeiros.
As empresas menores podem não ter tanta sorte. Dudley Crosson, fundador da empresa de segurança aeromédica Delta P, sediada na Flórida, disse que pode custar US$ 75.000 para testar um capacete de helicóptero e US$ 50.000 para instituir um programa de garantia de qualidade para o capacete. No entanto, as empresas de capacetes podem se beneficiar de parcerias com fornecedores maiores de serviços aéreos, e essas empresas podem ajudar a pagar pelo teste.
“O importante é que, se você não puder se dar ao luxo de fazer um capacete seguro, não deveria estar fazendo capacetes”, disse Crosson.
“Os padrões do DOI são justos”, disse ele. “Não há nada que tenha saído do Instituto de Pesquisa da Southwest que seja irracional. Pela primeira vez temos um padrão razoável de capacete para helicópteros. Esses são os padrões comerciais que as pessoas seguirão”.
Para o Brasil, essa norma poderá ser utilizada referencialmente nas licitações públicas para aquisição de capacetes de voo. Usava-se referencialmente as normas militares americanas e agora um novo cenário surge, tornando mais específicos e claros os requisitos, melhorando o convencimento para o uso e obrigatoriedade para alguns setores, como operações aeromédicas, de salvamento e policiais.
Santa Catarina – A utilização de drones já é uma realidade em muitas operações sensíveis que necessitam de imagens ou vídeos de forma ágil e rápida.
Na fiscalização ambiental não é diferente, por isso, a Fundação do Meio Ambiente de Criciúma (Famcri) conta agora com o apoio de um drone, um aparelho controlado remotamente, para auxiliar na fiscalização ambiental. Nesta terça-feira (27) os fiscais do meio ambiente receberam uma capacitação para utilizar o aparelho.
As aulas foram ministradas pelo especialista em fotografia com drone, Rodrigo Cechinel e foram divididas em duas partes. Na primeira aula os profissionais aprenderam sobre o operacional do aparelho. Já na segunda parte, aprenderam como capturar imagens. A prática foi realizada no Parque Centenário, no Paço Municipal Marcos Rovaris.
De acordo com o diretor de licenciamento ambiental da Famcri, Felipe Soratto, o drone agrega tecnologia ao trabalho de fiscalização e dá mais rapidez para as ações de planejamento e monitoramento. “A aquisição foi necessária para realizar a fiscalização em tempo real e locais mais remotos. Nossos fiscais tiveram a oportunidade de aprender o funcionamento e agora podem colocar em prática”, revela.
O aparelho tem raio operacional de até 1,5 km e autonomia de até 25 minutos de uso. A câmera digital de alta resolução faz gravação de imagens em tempo real. “Os drones são ágeis e seguros. Possibilitam ainda segurança não expondo o fiscal a situações de risco desnecessárias. Muito úteis para adquirir informações, mapeamentos, levantamento, obtenção de imagens”, explica a presidente da Famcri, Anequésselen Bitencourt Fortunato.
O primeiro avião Pilatus PC-24 com interior aeromédico foi entregue a Royal Flying Doctor Service da Austrália (RFDS Western Operations) no dia 26 de novembro de 2018, em Stans. Configurado para transporte de pacientes, este PC-24 foi especialmente desenvolvido para atender as necessidades específicas da RFDS e foi equipado para missões aeromédicas em toda a Austrália.
O interior foi equipado em parceria com a Aerolite AG, uma empresa suíça especializada em interiores de aeronaves médicas. A espaçosa cabine pressurizada pode acomodar o equipamento médico necessário e macas para três pacientes e assentos adicionais para o pessoal médico.
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Dependendo do tipo de missão, a cabine foi projetada para permitir uma modificação rápida e flexível para máxima liberdade. A grande porta e o dispositivo elétrico de movimentação da maca facilitam o embarque e desembarque do paciente de forma segura e fácil. O PC-24 é o primeiro jato do mundo a oferecer essa possibilidade graças a sua porta e que vem como padrão da fábrica.
Sistemas individuais de oxigênio e energia garantem o monitoramento e o suporte de pacientes com vários parâmetros. Segurança adicional é fornecida na forma de um segundo sistema de energia separado para a cabine e sistemas de comunicação dedicados para a equipe médica, garantindo assim assistência médica ininterrupta.
Em operação contínua desde 1928, a RFDS é uma das maiores e mais profissionais organizações aeromédicas do mundo. Ele fornece assistência médica básica abrangente em toda a Austrália, além de um serviço de emergência 24 horas. A RFDS atualmente possui uma frota de mais de 35 Pilatus PC-12.
A RFDS celebrará seu 90º aniversário com a entrada em serviço do PC-24. O avião será usado para o transporte de pacientes em longas distâncias em conjunto com a frota existente de aeronaves PC-12.
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Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Pilatus entrega primeiro avião PC-24 configurado aeromédico para RFDS autraliana
Minas Gerais – O helicóptero que passará a atender de forma definitiva as ocorrências de urgência e emergência na área de abrangência do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun)/SAMU Macro Norte, será apresentado amanhã, 30 de novembro.
Desde o dia 12 de outubro, Montes Claros e toda região do Norte de Minas conta com uma aeronave cedida pelo Governo do Estado, enquanto o trâmite de documentação do helicóptero novo adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde não ficava pronto.
Durante o evento, também será apresentada a equipe do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), formada por socorristas do SAMU Macro Norte e militares do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, que passou por diversos treinamentos para assumir a nova missão.
Foto Ilustrativa: Roberto Caiafa.
Com o novo helicóptero, modelo AS 350 B3, os municípios do Norte de Minas contarão com um suporte que trará mais agilidade aos atendimentos em situações de catástrofe com múltiplas vítimas e ao transporte de pacientes em estado grave.
A aeronave possui equipamentos para o atendimento aeromédico, como desfibrilador, incubadora, oxigênio, maca entre outros. Assim, será utilizada nos atendimentos pré-hospitalar, nas transferências inter-hospitalares; além de realizar transporte de órgãos e tecidos.
Para realizar os atendimentos aeromédicos, o SAMU Macro Norte contava com a parceria da Polícia Militar na utilização do helicóptero. Em 2017, o SAMU realizou oito transferências de pacientes em estado grave, através do helicóptero da PM.
A aeronave também foi utilizada em grandes catástrofes como o atentando na Creche Gente Inocente em Janaúba. No dia, várias crianças precisaram ser transferidas de helicóptero para hospitais de Montes Claros e Belo Horizonte.
Helicóptero do Suporte Aéreo Avançado de Vida será apresentada nessa sexta-feira em Montes Claros, MG
No início deste ano, quase 40 pessoas ficaram feridas e treze morreram em um grave acidente envolvendo cinco veículos na BR-251, em Grão Mogol. O SAMU contou novamente com a parceria dos militares para o socorro dos feridos.
A diretora executiva do Cisrun, Kely Cristina de Moura Lacerda, lembra que a aeronave, assim como o serviço de ambulância, estará disponível através dos telefones 192 e 193. “A equipe médica reguladora ficará responsável pela avaliação da ocorrência e solicitação do helicóptero em casos de urgência”, conta como será realizada a triagem do serviço que se dá graças à parceria entre SAMU e Bombeiros.
O presidente do Consórcio, Silvanei Batista, afirma que a aeronave possibilitará um salto na qualidade do serviço de urgência e emergência no Norte de Minas.
“A nova ferramenta trará mais eficiência aos atendimentos de alta complexidade, facilitando o transporte de pacientes que em locais de difícil acesso, encurtando as distâncias. Pois, com o helicóptero, diminuiremos drasticamente o tempo-resposta aos atendimentos garantindo, assim, uma maior sobrevida dos nossos pacientes”.
A cerimônia de apresentação do helicóptero será no dia 30, às 15 horas, na sede do Cisrun, localizada na Avenida Francisco Peres, nº 200, bairro Interlagos, Montes Claros.
Paraná – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) realizou dois resgates no Caminho do Itupava, na Serra do Mar, durante o fim de semana. As duas vítimas ficaram gravemente feridas.
No inicio da tarde de sábado, a equipe do Falcão 04 resgatou um jovem de 22 anos que bateu a cabeça ao saltar de uma cachoeira. A tripulação optou por pousar próximo à Estação Banhados, onde fica um ponto de apoio logístico da Empresa Rumo (responsável pela ferrovia no local), próximo à antiga casa do Ipiranga. O rapaz foi socorrido e encaminhado em estado grave para o Hospital Cajuru, em Curitiba.
No segundo caso, ocorrido no domingo (25), um homem de 29 anos, de Ivaiporã, escorregou na trilha e bateu a cabeça. Ele também foi socorrido com traumatismo e levado ao Hospital do Rocio em Campo Largo. Os dois casos aconteceram próximo à Casa do Ipiranga.
O BPMOA apresentou um alerta e ressaltou que com a chegada do verão e os dias mais quentes esse tipo de atividade aumenta. “É vital que as pessoas tenham responsabilidade na prática dessas atividades, fazendo um bom planejamento, utilizando roupas, calçados e equipamentos adequados e , principalmente, não ingerir bebidas alcoólicas ou drogas, pois são áreas remotas, hostis, e o passeio pode acabar de forma trágica.”
Batalhão de Operações Aéreas resgate dois jovens no Caminho do Itupava, PR. Foto: Divulgação.Batalhão de Operações Aéreas resgate dois jovens no Caminho do Itupava, PR
São Paulo – Os guardas-vidas que vão trabalhar durante a temporada de verão com as equipes do helicóptero Águia da Polícia Militar realizaram nesta quarta-feira (21) na praia Massaguaçu, em Caraguatatuba, um treinamento e ação para a Operação Praia Segura.
O comandante do Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) no Litoral Norte, capitão João Batista Rapaci, explica que o objetivo é preparar o efetivo para atuar em conjunto com os socorristas que estiverem na aeronave.
Como o helicóptero ficará em Ubatuba, a maior parte dos envolvidos é desse município, MS participam do treinamento bombeiros marítimos de toda a região. “Importante que a guarnição tenha um treinamento padronizado para atender as ocorrências, que todos falem a mesma língua com procedimentos de resgate, embarque e desembarque, o que fazer em caso de acidente”, esclarece Rapaci.
A Operação praia Segura vai de 1º de dezembro a 31 de março e o Litoral Norte deve receber 205 guardas-vidas temporários contratados pelas prefeituras e Estando, sendo 40 em Caraguatatuba, 68 em São Sebastião, 85 em Ubatuba e 12 em Ilhabela.
Guarda-vidas treinam operação de salvamento com equipe do helicóptero Águia da PM em Caraguatatuba, SP
Guarda-vidas treinam operação de salvamento com equipe do helicóptero Águia da PM em Caraguatatuba, SP
Guarda-vidas treinam operação de salvamento com equipe do helicóptero Águia da PM em Caraguatatuba, SP
Guarda-vidas treinam operação de salvamento com equipe do helicóptero Águia da PM em Caraguatatuba, SP
Guarda-vidas treinam operação de salvamento com equipe do helicóptero Águia da PM em Caraguatatuba, SP
Santa Catarina – Cerca de 30 profissionais, entre bombeiros militares, médicos e enfermeiros do Samu – todos integrantes do Batalhão de Operações Aéreas – participaram em Blumenau de um treinamento visando a Operação Veraneio. O evento teve o objetivo de aperfeiçoar as técnicas que são utilizadas no serviço de resgate aeromédico. Todos são especialistas em cada uma das atividades, mas têm o objetivo de aprimorá-las nas atividades teóricas e práticas que estão sendo executadas.
Bombeiros e SAMU participam em Blumenau de treinamento para a Operação Veraneio. Foto: Augusto Ittner.
O major Pratts, do Corpo de Bombeiros de Blumenau, explica que fazer esse tipo de treinamento é essencial, já que alguns tipos de resgate não são recorrentes na prática para muitos dos profissionais que integram o Batalhão de Operações Aéreas. É o caso, por exemplo, de resgate de vítimas no mar. Em alguns casos, há equipes que só neste ano resgataram quatro pessoas em situação de afogamento, enquanto outras não foram deslocadas para esse tipo de ocorrência. Manter as técnicas em dia para quando for necessário é o essencial.
– A gente procura aproximar o máximo possível da vida real, dos pontos críticos, e de situações que encontramos. O treinamento é feito em situações controladas, mas sabemos que a prática não é assim. Coisas que parecem simples, como o vento, podem atrapalhar no caso de um resgate – explica o major Pratts.
Foto: Augusto Ittner
O treinamento de operações aéreas ocorre anualmente e engloba até mesmo trabalhos teóricos, como os que envolvem segurança operacional. Mas os práticos, como rapel, técnicas de sobrevivência em caso de queda da aeronave, desembarque e embarque a baixa altura, entre outros, é que acabam tendo mais influência no trabalho das equipes.
– É um trabalho de extrema importância tanto para o profissional, que vai estar preparado para as situações que vierem a ocorrer, quanto para a vítima, que receberá o atendimento de alguém capacitado para a situação – finaliza Pratts.
Os treinamentos com profissionais do Corpo de Bombeiros e do Samu se estendem até sexta-feira e ocorrem no Aeroporto Regional de Blumenau, no 3º Batalhão do Corpo de Bombeiros, na Praia da Atalaia, em Itajaí, e na Prainha, em Blumenau.
Alagoas – Com a proximidade do verão e a chegada da alta temporada, os casos relacionados a afogamentos em todo o estado geram uma maior preocupação, principalmente, para o Corpo de Bombeiros Militar. Por isso, o Grupamento de Salvamento Aquático está preparando a “Operação Verão”, com o intuito de dar atenção às regiões mais perigosas nesse período, com apoio do Grupamento Aéreo e viaturas do CBM nas praias.
Além disso, no próximo dia 2 de dezembro, haverá uma preparação com 120 surfistas de vários núcleos que fazem parte do projeto “Surf salva”, que serão orientados e capacitados sobre a forma mais segura de ajudar alguém em situações de afogamento. O reforço será feito do bairro de Cruz das Almas até Jacarecica.
Segundo o tenente-coronel Carlos Burity, comandante do GSA, apenas este ano já foram registrados mais de 200 mortes por afogamentos em Alagoas, sendo 66% deles no interior do estado. Somente no último final de semana, dez pessoas se afogaram na Praia do Francês e, neste caso, nenhuma delas foi a óbito.
Foto: Bombeiros AL
Conforme o tenente-coronel, 41 guarda-vidas fazem parte do efetivo, uma média de 12 por dia, e esse número não será reforçado na alta temporada devido à carência de militares. “Nosso efetivo não terá acréscimo, o efetivo do Grupamento de Salvamento Aquático é único, com 102 militares, mas para praia só temos 41. Não tem como aumentar, porque não tem de onde tirar bombeiro”.
Com relação às placas de alerta para banhistas, o comandante explica que elas já existem, mas somente em locais onde existem postos salva-vidas, como as praias do Francês, Sereia e Jatiúca.
“Nas outras praias, nós vamos povoá-las com essas operações pontuais com aeronaves e patrulhamento terrestre. Se a gente coloca uma placa, por exemplo, em Guaxuma, no outro dia roubam e até mesmo os próprios comerciantes tiram porque eles acham que afasta os turistas. Nossas placas são todas móveis”, explica.
Ele reforça os cuidados que banhistas e turistas devem ter para evitar afogamentos.
“A gente trabalha através de prevenção, então orientamos as pessoas que evitem ingerir bebida alcoólica, ter cuidado com as crianças, não frequentar praias que não têm guarda-vidas, que são desconhecidas. Na Praia do Francês, a gente orienta à medida que os turistas chegam. Mas mesmo assim é muita gente e a pessoa acaba desobedecendo. É muito complicado”.
Santa Catarina – A vida da moradora do bairro São João, Roseli Antunes Braga ganhou na quinta-feira (20/09), uma nova chance. Aos 47 anos, Roseli é portadora de uma doença genética nos rins e há anos faz tratamento, contudo, o transplante do órgão é o que pode melhorar consideravelmente sua qualidade de vida. Nesta quinta-feira (20), Roseli recebeu um chamado urgente do hospital regional de Joinville que obteve a doação de um órgão compatível com o da paciente de Tubarão.
Roseli é usuária do Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e com frequência viaja para Florianópolis e Joinville para consultas e tratamento, mas desta vez, era necessário chegar o quanto antes ao hospital. “Quanto mais rápido o paciente iniciar o transplante, maior é a qualidade do órgão transplantado, bem como aumenta a chance de sucesso do procedimento”, explica o diretor-presidente da Fundação Municipal de Saúde, Daisson Trevisol.
Por meio de uma mobilização da Fundação Municipal de Saúde e intermediação do comandante do 5º Batalhão da Polícia Militar, Coronel Sílvio Lisboa foi disponibilizado um voo de helicóptero do Serviço Aeropolicial (SAER Sul), que, desde 2016, a partir da base em Criciúma, atende toda a região Sul do Estado, em operações policiais e atividades aeromédicas.
Uma hora e meia depois de decolar do heliponto do 5º BPM, Roseli já estava em Joinville, preparando-se para a realização do transplante. “Transportamos com mais frequência órgãos, mas este é tipo de ação que mais gratifica, porque temos a certeza de que estamos salvando uma vida, dando àquele paciente uma nova oportunidade”, destaca o delegado Gilberto Mondini, piloto e comandante da aeronave que transportou Roseli.
Daisson agradeceu o empenho de todos as entidades envolvidas. “Foi uma grande união de esforços e agora ficamos na torcida para que a Roseli tenha sucesso no transplante e possa voltar muito bem”, afirma.
Alagoas – Um grave acidente, registrado na tarde de sexta-feira (14), deixou pelo menos quatro pessoas feridas em um dos trechos da rodovia estadual AL-220, na cidade de Atalaia. Segundo informações policiais, as vítimas ficaram feridas após a colisão frontal dos veículos Fiesta grafite e um Jetta, de cor prata.
Após o acidente, duas aeronaves do Grupamento Aéreo e equipes do Samu estiveram no local para realizar os primeiros atendimentos as vítimas. A assessoria de comunicação do Grupamento Aéreo informou que quatro pessoas ficaram presas às ferragens. Dois dos quatro feridos foram transportados nos helicópteros Falcão 05 e Falcão 02 até Maceió.
Em seguida, unidades do Samu realizaram o transporte dos feridos ao Hospital Geral do Estado (HGE), no Trapiche. Em contato com a assessoria de comunicação do HGE, o Alagoas 24 Horas foi informado, por meio de nota, que os feridos estão na área vermelha.
As vítimas de 49, 68 e 33 anos estão estáveis. Anderson passou por exames de imagens e está sob os cuidados da equipe multidisciplinar. Paulo foi submetido a um Raio-X e está em observação. Djalma realizou uma tomografia computadorizada e também segue em observação.
Já Paulo de 25 anos sofreu um politraumatismo e após os exames de imagem passará pela avaliação do cirurgião geral, do ortopedista e do bucomaxilofacial.
Tocantins – O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Secretaria da Saúde realiza neste sábado,15, a transferência de órgãos de uma paciente com morte encefálica registrada no Hospital Geral de Palmas – HGP. Os órgãos, cedidos pela família da paciente que teve óbito decretado, darão continuidade à vida de outras pessoas. São eles: rins, córneas, fígado e pâncreas.
A operação, interestadual, conta com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER, da Polícia Militar do Tocantins, da Infraero e da Força Aérea Brasileira – FAB. Os órgãos serão destinados aos estados de São Paulo e Distrito Federal.
Foto: SSP
Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Ubaldo, a promoção da vida é antes de tudo, a garantia da segurança da população. “Não estamos habilitados apenas para promover a segurança da nossa comunidade no combate ao crime. Mas também em assegurar que a vida continue em qualquer circunstância que nos seja possível prestar assistência”, afirmou.
Em um gesto de total desapego e altruísmo, a família de uma paciente de 24 anos autorizou a doação imediata dos órgãos. Contando com uma equipe multiprofissional que conta inclusive com médicos do Ministério da Saúde, as doações serão possíveis por meio de uma grande força-tarefa que envolvem os profissionais de segurança.
A Secretaria de Segurança Pública reitera que está presente, atuante e em ação em todas as operações que promovam a vida. Utilizar a unidade do Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER no transplante de órgãos, sinônimo de continuidade da existência em outra pessoa é reflexo de uma atuação que visa, antes de tudo, a valorização e continuidade da vida.
Foto: SSP
Saiba Mais
Esta é a terceira retirada de múltiplos órgãos para transplante realizada no HGP. É uma mobilização nacional que envolve diversos entes para efetivar um transplante a pacientes. O Tocantins faz parte da rede nacional de transplante e já realiza os de córnea. A fila de transplantes é única e por isso o Governo do Tocantins solicita que cada pessoa deve conversar com sua família e informar o desejo em vida de doar. Um único doador pode ajudar diversas pessoas. E a vida segue.
Acre – A aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) da Segurança Pública está de volta aos ares acreanos. Ontem, o Hárpia 01 deu seu primeiro sobrevoo, após o período em que esteve baixada em decorrência da troca completa das pás do rotor principal, além de uma manutenção de rotina após 600 horas.
“Nos próximos dias, vamos buscar conciliar as ações de combate às queimadas e preservação ambiental dentro da operação 7 de Setembro, além de reforçar as ações policiais em todo o Acre”, disse o subcoordenador do Ciopaer, Nayck Trindade.
Causado por desgaste decorrente de pousos e decolagens em áreas restritas (com areia e pedriscos), as pás do Hárpia 01 precisaram ser trocadas. Segundo o subcoordenador do Ciopaer, devido à ausência de empresas do setor no Acre e em estados vizinhos, foi necessário transportar os equipamentos em caminhão fretado até Minas Gerais. A burocracia dos procedimentos legais para tal serviço, bem como a greve dos caminhoneiros, atrasaram a demanda.
“Mas, durante este período em que a aeronave estava baixada, estivemos realizando treinamentos, além da participação todas as noites nas operações Visibilidade, que tem como foco a presença policial nas ruas e assim inibir a criminalidade. Agora, seguiremos colaborando mais ainda com nossas atividades aéreas”, completou Nayck Trindade.
Aniversário de 9 anos
Seja no patrulhamento policial ou na prestação de socorro e resgate aéreo, além do apoio às ações de defesa civil e ambiental, a tripulação do Hárpia 01 está sempre à disposição.
Em 11 de setembro de 2009, o Centro Integrado de Operações Aéreas da Segurança Pública foi criado pelo governo do Estado por meio do decreto estadual nº 4.564. Desde então, foram 2.463 horas de voo, entre patrulhamentos e ações de defesa civil, proteção ambiental e saúde. Só chamados de resgates e buscas a pessoas, por exemplo, foram 300 voos.
Um mecânico a caminho
Durante 4 anos, o sargento da Polícia Militar Raiele Barbosa estudou para se tornar o primeiro mecânico das forças de Segurança Pública do Acre. Composta por 4 cursos divididos em módulos que vão desde os motores, estruturas à parte eletrônica das aeronaves, a formação é complexa e exige muita dedicação.
“Comecei por conta própria e decidi investir nisso. Depois recebi o apoio do Estado. Concluí em maio deste ano todas essas formações. Após 4 anos de estudos, fiz a prova e me credenciei junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) e agora tenho a licença completa. Além da satisfação pessoal de realizar um sonho, é um privilégio poder contribuir com essa área tão importante para o serviço público”, explicou Barbosa.
A cada sete dias ou dez horas de voo, é necessário que a aeronave passe por uma inspeção assinada por um mecânico. Manutenções de 100 horas de voo poderão ser feitas por esse profissional.
A ausência na Região Norte de empresas especializadas do ramo aeronáutico, mais especificamente para helicópteros, e a burocracia da administração pública, são duas das maiores dificuldades sempre quando é necessária uma manutenção no Hárpia 01.
Agora, com a possibilidade de ter um mecânico à disposição do Centro Integrado de Operações Aéreas, o Estado pode economizar com o custeio e a manutenção do helicóptero, o que acarreta em mais segurança para os voos e menos tempo com a aeronave baixada.
Santa Catarina – A 2ª Companhia de Aviação da Polícia Militar realizou nesta terça-feira, 11 de setembro, um treinamento com o helicóptero Águia para resgate de vítimas em locais de difícil acesso. O objetivo foi a requalificação da equipe para atender às demandas dessa natureza, que se tornam mais frequentes nesta época do ano em Joinville e região.
Major Iagã Cota explicou que resgates dependem de planejamento e precisão da equipeFoto: Salmo Duarte / A Notícia
O exercício faz parte do calendário anual de treinamentos da companhia. Como é uma unidade que faz diversos tipos de atendimento, os 12 tripulantes operacionais e sete pilotos membros da equipe precisam passar pela requalificação. Segundo o major Iagã Cota, isso faz com que todos estejam aptos para quando surgirem as ocorrências.
— A gente tem que estar em condição de dar resposta em uma situação real. Para isso, todos passam por um teste de procedimentos, que envolve o protocolo da aeronave e as atividades de resgate — explica.
Nesta terça-feira, a equipe treinou o resgate com maca — para quando a pessoa apresenta algum trauma — e com o triângulo — uma espécie de suspensório para içar pessoas que estejam em boas condições físicas. Além disso, também são reforçadas a comunicação e o entrosamento da equipe.
De acordo com o major, esse treinamento é realizado porque esse tipo de resgate, em locais de difícil acesso, é comum na região. Ele cita os casos de acidentes com parapente, de pessoas perdidas em trilhas em áreas de vegetação e quedas de aviões registrados nas cidades do Norte e Planalto Norte de Santa Catarina.
Segundo Cota, os resgastes nessas situações acontecem mais no período do inverno, em que o clima é mais agradável para a prática dessas atividades. Em todas essas ocorrências, a equipe do helicóptero Águia chega ao local, avalia a situação, planeja uma ação e executa o resgate.
— É um trabalho de muita precisão. Usamos esses conhecimentos que temos dos treinamentos como base para executar todo o planejamento na hora da situação real — comenta Cota.
O tempo de atendimento e resgate nessas situações pode variar de acordo com o tipo de terreno e as condições meteorológicas do local da ocorrência. Lugares com vento ou situação adversa de clima obriga a uma abordagem mais rápida para segurança da aeronave, dos tripulantes e das vítimas. Em condições mais favoráveis, o atendimento pode ser feito de maneira mais tranquila.
Paraíba – O núcleo de operações especiais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba, dispõe de uma aeronave Phantom 3 que poderá auxiliar com imagens e vídeos o levantamento de áreas de difícil acesso, auxiliando no cumprimento de mandados de prisão através do monitoramento do local em tempo real visto do alto, entre diversas demandas voltadas à segurança pública.
O curso teve como objetivo instruir através da teoria e prática, técnicas de manuseio e métodos para introduzir o Drone na Corporação, objetivando oferecer maior segurança e consequente aplicabilidade para o efetivo na operacionalidade.
No curso, os PRFs tiveram aulas de: história dos Drones, possibilidades de aplicação dos Drones, legislação geral sobre as RPAs, fundamentos de pilotagem, aplicativo DJI, avaliação do risco operacional, segurança de voo, descrição de cenários, solução de problemas complexos, comunicação padronizada, operando com observador de RPA, operando com o piloto remoto em comando, voo/check-list/pista de pilotagem/pista avançada, abordagem de fiscalização.
A Polícia Rodoviária Federal da Paraíba, busca através da utilização do Drone, garantir segurança com cidadania nas rodovias federais e nas áreas de interesse da união.
Minas Gerais – A gravidade do incêndio que transformou em cinzas importante acervo do Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que completa uma semana hoje, já estava clara, mas ainda não se sabia até que ponto as estruturas do imóvel, que serviu de residência à realeza portuguesa de 1808 a 1821 e abrigou a família imperial brasileira entre 1822 e 1889, haviam sido comprometidas.
Por isso, bombeiros e pesquisadores lançaram mão da tecnologia para atestar a estabilidade do prédio, garantir a segurança e ainda tentar flagrar algum objeto que pudesse ser retirado.
(foto: Beto Novaes/EM/D.A/press)
Foi aí que entraram em ação os drones, aeronaves não tripuladas que cada vez mais ganham lugar na área de segurança. Em Minas Gerais, elas estão a serviço de bombeiros e das polícias Civil e Militar para dar suporte a suas operações. E caíram no gosto também da população. Até mesmo um esporte foi criado pelos amantes do aparelho, que, em alta velocidade, fazem manobras radicais e se desviam de qualquer obstáculo: árvores, postes e até mesmo janelas, vigas e outras estruturas de prédios abandonados.
Os drones viraram mania mundial e, claro, os brasileiros não ficaram de fora. Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) evidenciam o interesse crescente. De maio de 2017 a julho deste ano, foram cadastrados no Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (Sisant) 48.752 aparelhos. Destes, 17.352 de uso profissional e 31.400 de uso recreativo. A facilidade do equipamento de ganhar altitude e se manter estável trouxe benefícios em diversos setores, como na área de filmagens de eventos, casamentos, mapeamentos, agronegócio e até mesmo na segurança.
O Corpo de Bombeiros de Minas adotou a tecnologia no início deste ano. “A ideia surgiu com o avanço dos drones no mundo inteiro. Eles têm grande autonomia de voo e aumentam a qualidade da imagem. Então, conseguimos transformar o aparelho, que era usado como brinquedo, em algo funcional”, explica o capitão Kleber Castro. Atualmente, os bombeiros têm um drone. Na última semana, o aparelho auxiliou nas buscas por uma pessoa desaparecida em mata em Santa Rita do Itabira, na Região Central de Minas Gerais.
Mas também está à disposição para diferentes operações, como dar apoio em ocorrências de desastres, visualizar áreas de incidentes e incêndios, na prevenção aquática, fazer levantamentos de áreas de risco e análises de produtos perigosos. Entre os benefícios estão a economia de recursos financeiros e a liberação dos helicópteros para chamados mais graves.
“Os drones vêm para complementar nossas ações do batalhão aéreo. Não vão substituir em 100% o que faz um helicóptero. Podem fazer coisas que as aeronaves faziam antes, como identificar incêndios, e deixar os helicópteros disponíveis para outros tipos de serviços”, complementou o capitão.
A Polícia Militar também vem fazendo uso dos drones, de maneira experimental, em suas operações desde dezembro de 2017. A corporação conta com 17 aeronaves remotamente pilotadas. Os aparelhos são usados pelo Comando de Aviação do Estado (Comave), nas unidades de Meio Ambiente, e em algumas operacionais, “visando potencializar as atividades das guarnições em solo”, diz a corporação.
“Elas têm sido utilizadas tanto para complementar e reforçar as capacidades das aeronaves tripuladas quanto para atuar como substitutas em situações nas quais o custo, o risco ou o desgaste imposto às tripulações de aeronaves tripuladas sejam demasiadamente altos ou inaceitáveis”, completou.
As investigações e operações da Polícia Civil de Minas também estão tendo um ganho com o uso dos aparelhos. A corporação conta hoje com 30 drones. Detalhes sobre o uso não foram informados por questões de segurança. Em um futuro bem próximo, a fiscalização nas estradas mineiras poderá ser feita com imagens aéreas produzidas pelos drones.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Minas Gerais informou que já dispõe das aeronaves, mas que ainda não está lavrando multas com a sua utilização. Também não deu um prazo para que isso ocorra, o que desmente mensagens que circulam nas redes sociais sobre o uso de drones nas rodovias que cortam o estado.
VOOS DO CRIME
A tecnologia dos drones não é usada apenas para levar melhorias à população. Ela chegou também ao mundo do crime. Em Minas Gerais, em quatro ocasiões, drones foram flagrados transportando drogas, celulares e até armas para dentro de unidades prisionais. A última delas foi em 29 de julho, em Ipaba, na Região do Vale do Rio Doce. O drone foi atingido por um tiro disparado por agente penitenciário. Celulares, uma pequena quantidade de maconha e uma serra foram apreendidos. Ninguém foi preso. O aparelho sobrevoava a Penitenciária Dênio Moreira de Carvalho quando foi avistado pelos agentes. De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Prisional (Seap), um tiro foi disparado pelo agente penitenciário e o objeto acabou caindo.
A Polícia Civil também já identificou o uso das aeronaves durante ações de quadrilhas. Já foram apreendidos aparelhos utilizados pelos bandos em diferentes ocorrências. A maioria dos drones apreendidos era de organizações criminosas especializadas em crimes contra o patrimônio.
O que diz a lei
Desde maio de 2017, regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) normatizam a operação por drones no Brasil. Os usuários estão submetidos às determinações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que regulamenta o uso do espaço aéreo, e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), responsável por normatizar a radiofrequência utilizada. Em linhas gerais, para operar um aeromodelo é preciso respeitar a distância limite de terceiros (mínimo de 30 metros horizontais) ou usar apenas áreas próximas a pessoas que estejam de acordo com as operações, desde que não haja proibição prévia para utilização no local escolhido. O Sistema de Aeronaves Não Tripuladas (Sisant) faz o cadastro das aeronaves não tripuladas de uso recreativo (aeromodelo) ou não recreativo (RPA) com peso máximo de decolagem superior a 250g e limitado a 25kg.
Aumento do uso de drones. Na foto, Carlos Emanuele de Moraes Milone participa de campeonato e manobras com drones (foto: arquivo pessoal )
Voo sem sair do chão
A mochila nas costas carrega os materiais necessários para o início da aventura. O cenário onde ela começa é variado, a criatividade é que manda. Pode ser um parque aberto no meio da cidade, um prédio em construção ou abandonado, um galpão ou um espaço preparado para as práticas de paintball ou airsoft. Em pé ou sentado, tanto faz. Basta colocar os óculos de realidade virtual, pegar o controle e pronto. Já vai o drone em alta velocidade se desviar dos obstáculos, sejam naturais, como árvores, ou não. A prática do esporte está ganhando cada vez mais adeptos. Há duas modalidades. O estilo livre, no qual vence a manobra mais bonita, ou a corrida, quando é feita uma pista e ganha quem dar mais voltas no percurso. A sensação é de voar sem sair do chão.
O zumbido dos drones mostra que é preciso ter habilidade para manter o controle do aparelho, que atinge velocidades acima de 100 quilômetros por hora. Com os óculos especiais, parece que a batida em obstáculos parados é inevitável. Quem não está acostumado chega até a colocar a mão na frente, ou a mexer a cabeça como se fosse se desviar de alguma coisa. Para os praticantes do “esporte” é diferente. A cada back flip, flip, roll, splis – nomes mais comuns das manobras – a adrenalina aumenta.
Em Belo Horizonte, a brincadeira ganha cada vez mais adeptos. O barbeiro Carlo Emanuele de Morais Milone comprou o seu primeiro drone para fazer vídeos, mas conheceu os aparelhos que voam em alta velocidade e se apaixonou. “Há um ano, comprei um drone de filmagem para fazer vídeos para meu canal do YouTube. Como era iniciante nessa área, comecei a procurar fóruns, páginas e tutoriais sobre drones para aprender como usar o meu. Em uma dessas buscas encontrei um grupo chamado droneracingbh e fiquei fascinado com a maneira como a galera voava. Eram drones diferentes, nada do que eu tinha visto até aquele momento. O pessoal construía seus aparelhos em casa e se encontrava nos fins de semana para fazer corridas em locais diferentes, como prédios abandonados, linhas de trem desativadas, florestas ou em qualquer lugar com obstáculos e onde não houvesse pessoas circulando”, conta.
Diferentes locais da cidade servem de cenário para os praticantes, como os bairros Belvedere, na Região Centro-Sul, Boa Vista, Região Leste, e Fernão Dias, no lado Nordeste da cidade. Ainda não há uma pista própria para os voos como as existentes em outros países. Mas, para Carlo, o esporte está crescendo. “Estamos construindo um esporte novo no qual qualquer pessoa é bem-vinda. Pai, filho, novo, velho, homens e mulheres. Qualquer um que queira sentir a sensação de voar sem sair do chão é bem-vindo. Usamos óculos especiais para pilotar o drone e conseguir enxergar o caminho. É imersão pura. A sensação é de que você está dentro do drone. Nas corridas, quem não está competindo consegue acompanhar o voo do piloto, de preferência conectando os óculos na mesma frequência que o drone do piloto. Ou seja, até quem não está voando consegue participar”, diz.
Marcelo Castro Diniz, conhecido como Diniz, que utiliza os drones como esporte (foto: arquivo pessoal )
Marcelo Castro Diniz, conhecido pelo sobrenome, era praticante de aeromodelismo, mas migrou para os drones e também se apaixonou por fazer as manobras radicais em alta velocidade. “Mudei devido à alta do dólar. O custo com o aeromodelismo é mais alto, você voa mais baixo e acaba quebrando mais. Foi aí que descobri o drone race e, para não ficar parado, comecei a fazer os voos com os drones”, comentou. “No aeromodelismo procurava local aberto, sem obstáculos, e longe de pessoas. Hoje busco a área que tenha obstáculos e sem pessoas”, completou.
Morador de Divinópolis, na Região Centro-Oeste de Minas Gerais, Diniz se tornou fornecedor de peças dos drones. Segundo ele, a manutenção das aeronaves fica em conta. “Hoje, a manutenção de um drone desses é bem barata. O que estraga mais é a hélice. Um jogo de quatro hélices custa entre R$ 18 e R$ 20. Mesmo assim nem sempre é preciso trocar. Às vezes ela amassa e conseguimos ajeitar com a própria mão”, contou.
Segundo ele, há diferenças grandes entre os drones usados, normalmente, para fazer filmagens, e os aparelhos de corridas. “Os drones ‘comerciais’ são praticamente automáticos, o que facilita o voo. Qualquer pessoa pode utilizar sem muita prática. Os aparelhos de corrida dependem da velocidade do piloto”, afirma. Diniz dá uma dica para quem quer entrar para o mundo dos voos de velocidade: treinamentos em aplicativos no celular ou em tablets.
Paraíba – O novo helicóptero da Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social, batizado de Acauã 2, já está em solo paraibano e será entregue oficialmente na próxima semana.
A aeronave vai reforçar o trabalho de combate à criminalidade e, a exemplo do primeiro, será utilizado em ocorrências de grande porte, que envolvam policiamento aéreo, salvamento aquático, resgate de vítimas e combate a incêndios.
Foto: Secom/pb
Com a chegada do Acauã 2, prefixo PP–CPB, que será integrada ao Grupamento Tático Aéreo (GTA), não haverá interrupção do serviço operacional no atendimento das ocorrências demandadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop) e pelos órgãos operativos das Forças de Segurança da Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social, uma vez que um plano de manutenção de cada aeronave garantirá que tenha sempre outro helicóptero disponível, mesmo com a cobertura entre dois territórios.
O Grupamento Tático Aéreo (GTA) foi criado pela Medida Provisória 221/2014 e é formado por comandante, subcomandante, seção de operação, segurança operacional, instrutor de treinamento, supervisor de manutenção, gestor administrativo e apoio administrativo, e vai operar o helicóptero em regime de escala, diariamente.
No GTA todos os oito responsáveis pelo trabalho com as aeronaves são policiais militares, civis e bombeiros militares.
Tocantins – Na tarde de terça-feira (11), a equipe do CIOPAER foi acionada pela Defesa Civil do Estado para realizar sobrevoo na Serra de Lajeado e do Carmo, próximas à Capital. A medida foi necessária para que o efetivo em solo fosse reorganizado e orientado de acordo com o focos de incêndio existentes.
Participaram da ação também um integrante do IBAMA. A aeronave além desse caso, pode ser empregada diretamente no combate aos incêndios através de um helibalde com capacidade de 545 litros e transportando pessoal e material de um ponto a outro otimizando tempo e recursos.
São Paulo – Com a finalização do termo de referência para o plano de patrulhamento aéreo regional, que deve trazer mais segurança para o morador da região, com sobrevoos e comunicação mais ágil com a Polícia Militar e a Guarda Civil Municipal, a iniciativa avançou para a fase de licitação. O andamento do projeto, ação inédita em nível nacional, integrou a pauta da assembleia mensal do Consórcio Intermunicipal, realizada na terça-feira (4).
Foto: Consórcio ABC
O coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Segurança Pública, Carlos Alberto dos Santos, informou os prefeitos sobre os últimos apontamentos e contribuições realizados por gestores e técnicos dos munícipios. O presidente do Consórcio e prefeito de São Bernardo do Campo, Orlando Morando, afirmou que o objetivo é concluir este processo até o fim do ano. “O termo de referência está pronto, o que possibilita a abertura do processo de licitação. Visando melhorar a segurança do ABC, a nossa meta é terminar a atual gestão com isso contratado”, explicou Morando.
O plano de patrulhamento aéreo regional será realizado pelas Guardas Civis Municipais (GCMs). Conforme a análise realizada pelo GT Segurança Pública, que contou com apoio da equipe do helicóptero Águia, da Polícia Militar, a implementação do patrulhamento aéreo é necessária para região.
Tocantins – Na tarde de segunda-feira, 10/09, a equipe do CIOPAER foi acionado para apoiar o SAMU/Regional Palmas-TO para uma remoção aeromédica da cidade de Porto Nacional até o Hospital Geral de Palmas (HGP), TO.
Em virtude da urgência, a equipe do helicóptero Tocantins 01 embarcou o médico Claudenir e o Enfermeiro Josivaldo, e em apenas 15 minutos de voo chegaram na cidade de Porto Nacional, que fica 64 km ao sul da capital Palmas. O pouso foi realizado ao lado do Hospital Regional, em um campo de futebol, no centro de treinamento do INTERPORTO.
Rapidamente foi embarcado o paciente de 77 anos que havia sofrido Infarto Agudo do Miocárdio – IAM – com edema agudo do Pulmão. Com o empenho da equipe médica, rapidamente o idoso foi transportado pelo helicóptero do CIOPAER ao Hospital Geral de Palmas-HGP.