Paraná – Um homem foi preso na noite de domingo (15) por operar ilegalmente um drone e atrapalhar a decolagem de um helicóptero que fazia o resgate de um adolescente de 13 anos vítima de afogamento em Guaratuba, no litoral do Paraná.
Segundo a Polícia Militar (PM-PR), o helicóptero pousou na areia após o isolamento da área pelas equipes de socorro. Em seguida, o drone passou a sobrevoar o local em distância muito próxima da aeronave.
Confome o Corpo de Bombeiros, o adolescente se afogou em uma piscina, e a família o levou até o posto de guarda-vidas. Durante o atendimento, o drone se aproximou.
Segundo a PM, mesmo após sinais e orientações para afastamento, o drone voltou ao espaço aéreo no momento em que o helicóptero iniciou os procedimentos de decolagem, com a hélice em funcionamento, impedindo o voo e colocando em risco a segurança da operação de resgate.
Foi só depois de cerca de sete minutos que a aeronave conseguiu decolar e levar a vítima.
“Esse drone acabou colocando em risco toda a operação que estava sendo desenvolvida, tanto o atendimento, como a operação aérea propriamente, e acabou dificultando o rápido deslocamento da nossa equipe para o Hospital Regional de Paranaguá. Após a vítima já estar estabilizada dentro da aeronave, foi necessário que a equipe desembarcasse para que conseguisse identificar de onde que esse drone havia partido”, detalhou o capitão Renato Bastos.
Com isso, a corporação localizou e abordou o operador do drone, que informou não possuir autorização para o voo, nem registro junto aos órgãos competentes. O homem foi preso pelo crime de atentado contra a segurança do transporte aéreo, que tem pena de dois a cinco anos de reclusão. O nome dele não foi divulgado. O drone da marca DJI foi apreendido.
Paraná – A Casa Militar do Governo do Paraná recebeu na quarta-feira (27) uma comitiva do Gabinete Militar do Estado do Piauí. O objetivo da visita foi conhecer a estrutura paranaense utilizada no transporte de órgãos e equipes médicas, considerada uma das mais ágeis do País, com aviões e helicópteros disponíveis 24 horas por dia para o transporte de órgãos. Esse trabalho é feito com o apoio da Secretaria de Estado da Saúde.
O Paraná é líder nacional em doação de órgãos. Em 2024, registrou 42,3 doadores por milhão de população, mais que o dobro da média brasileira, segundo dados do Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), elaborado e divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Esse resultado é garantido por uma rede organizada de captação e transplantes e pelo apoio logístico da Casa Militar, responsável pelo transporte aéreo em situações que exigem rapidez. Cada tipo de órgão tem um limite de isquemia – o tempo de retirada do órgão até ser implantado em outro paciente. O coração é o mais sensível (cerca de 4 horas), o fígado resiste por volta de 12 horas e o rim até cerca de 36 horas.
De 2019 até 2024 foram realizadas 654 missões aéreas para transplantes, somando mais de 1,8 mil horas de voo. Somente no ano passado, 832 órgãos foram transplantados no Estado, sendo que 250 dependeram de transporte aéreo, entre eles corações, fígados e rins – órgãos que precisam ser implantados em prazos curtos para garantir a sobrevida do paciente.
Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes. Foto: Geraldo Bubniak
Segundo o major Alessandro Maceno, da Casa Militar do Paraná, a vinda da equipe do Piauí faz parte de um processo de estudo. “Eles vieram buscar a expertise que desenvolvemos aqui no transporte aéreo, desde os contratos de combustível até a aquisição de aeronaves, para entender o modelo que aplicamos e avaliar como podem implementar algo semelhante lá”, disse.
Além da eficiência, o fator econômico também chamou a atenção da comitiva. Enquanto o Estado do Piauí gasta em média R$ 35 mil por hora de voo em contratos terceirizados, no Paraná o valor é de aproximadamente R$ 10 mil, já incluindo custos administrativos, que conta com 16 pilotos para cinco aeronaves e três pilotos para um helicóptero.
De acordo com Rodrigo Alcântara de Almeida, assessor técnico do Gabinete Militar do Estado do Piauí, o modelo paranaense se destacou pelo uso múltiplo das aeronaves. “O que achamos mais interessante é a integração com a Central de Transplantes, porque as aeronaves não ficam restritas ao transporte de autoridades, mas também ajudam a salvar vidas e, ao mesmo tempo, diluem custos de manutenção e operação”, disse.
Secundado dados do RBT, o Paraná manteve em 2024 um volume expressivo de procedimentos, com destaque para os 1.248 transplantes de córnea e os 550 transplantes de rim (52 de doadores vivos e 498 de doadores falecidos). O Estado também realizou 304 transplantes de fígado, seis de pâncreas e 43 de coração, além de 410 transplantes de medula óssea.
A formação continuada é parte central da estratégia. No ano passado foram promovidos dezenas de cursos – entre eles 28 sobre determinação de morte encefálica, 19 sobre o processo de doação e 8 sobre acolhimento e entrevista familiar – além de 75 palestras e ações que alcançaram mais de 1.100 profissionais.
ESTRUTURA E ATENDIMENTO
O Sistema Estadual de Transplantes (SET/PR) é formado pela Central Estadual de Transplantes em Curitiba e por quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs) em Cascavel, Curitiba, Maringá e Londrina. Ao todo, cerca de 700 profissionais atuam em aproximadamente 70 hospitais notificantes, sustentando 34 equipes transplantadoras de órgãos e 72 equipes de tecidos.
A infraestrutura laboratorial e de bancos de tecidos também dá suporte à rede. Há cinco laboratórios de histocompatibilidade, três laboratórios de sorologia e três bancos de tecidos (dois oculares e um multitecidos). Recentes investimentos em frota terrestre reforçaram a logística local, com 18 automóveis novos, num investimento de R$ 1,9 milhão.
Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes (RBT), há 73.937 pacientes ativos na fila nacional; no Paraná, o RBT aponta 3.843 pessoas na espera, enquanto o relatório estadual do SET/PR eleva esse total para 4.176 pacientes.
A rapidez no transporte é um componente decisivo para o sucesso dos transplantes. Segundo levantamento do SET/PR, o Paraná realizou 454 transplantes de órgãos sólidos de janeiro a julho de 2025. Os rins continuam liderando a lista, com 259 cirurgias, seguidos pelo fígado (167). O coração, que exige condições específicas para viabilizar a cirurgia, somou 20 procedimentos no período. Também foram registrados transplantes combinados, como rim e pâncreas (6) e rim e fígado (2).
O conjunto de organização institucional, equipes capacitadas, bancos e laboratórios e a disponibilidade de apoio logístico colocam o Paraná em posição de referência nacional. O Estado também registra uma das menores taxas de recusa familiar do País – cerca de 29% segundo levantamento do RBT de janeiro a março de 2025 – ante uma média nacional em torno de 46%.
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Rrepresentantes do Governo do Piauí visitam a Divisão de Transporte Aéreo (DTA) da Casa Militar do Paraná para conhecer os processos que tornam o Estado líder brasileiro na doação de órgãos.
Rrepresentantes do Governo do Piauí visitam a Divisão de Transporte Aéreo (DTA) da Casa Militar do Paraná para conhecer os processos que tornam o Estado líder brasileiro na doação de órgãos.
Rrepresentantes do Governo do Piauí visitam a Divisão de Transporte Aéreo (DTA) da Casa Militar do Paraná para conhecer os processos que tornam o Estado líder brasileiro na doação de órgãos.
Comitiva do Piauí conhece estrutura do Paraná para transporte aéreo de órgãos e transplantes. Foto: Geraldo Bubniak
Paraná – Na manhã da última quinta-feira (17), Leidivania Lopes, de Colorado, recebeu uma nova chance de recomeçar a vida. A equipe do SAMU Aeromédico – Operações Aéreas Saúde 06, da base de Maringá, voou até ela e a levou de helicóptero ao hospital, onde recebeu um fígado doado – um gesto que pode significar o futuro.
No mundo dos transplantes, especialmente de fígado, cada segundo conta. Com o relógio correndo contra, acionar o transporte por helicóptero foi essencial para garantir que Leidivania chegasse a tempo e com segurança ao centro médico de referência. A aeronave voou com agilidade pela região noroeste do Paraná, provando que, quando tudo parece escuro, a mobilidade aérea pode ser uma luz de esperança.
A base de Maringá do SAMU Aeromédico já acumula mais de cinco mil atendimentos em emergências graves e transporte de órgãos em oito anos de operação. Em casos como o de Leidivania, o helicóptero se transforma em espaço de resgate, onde médicos, enfermeiros e pilotos trabalham em sintonia para manter cada vida com dignidade durante o trajeto.
Ao pousar no heliponto do hospital, Leidivania desceu visivelmente emocionada. Não precisou falar: seu olhar traduziu tudo – gratidão por uma segunda chance. A cena tocante é também um lembrete de como cada ação articulada entre doador, equipe médica e transporte aéreo pode mudar o destino de alguém.
Em todo o Paraná, o transporte aeromédico é referência nacional em agilidade e eficiência no apoio a transplantes. As aeronaves operam com tripulação especializada e têm cobertura para até 250 km em casos de emergência. Isso garante que órgãos e pacientes cheguem aos destinos com o tempo certo para a cirurgia.
Enfermeira Mileni e o Comandante Alver Sathler fizeram o transporte de Leidivania Lopes no Saúde 06.
Paraná – A Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) receberam dispositivo de transporte aeromédico pediátrico (Babypod). A entrega aconteceu na base do BPMOA, em Curitiba. Foram entregues três equipamentos adquiridos pela Prefeitura de Curitiba por meio do Departamento de Urgência e Emergência (DUE). Um dos dispositivos ficará como reserva técnica.
Desenvolvido com a mesma engenharia aplicada à segurança de pilotos de Fórmula 1, o Babypod é voltado ao transporte de pacientes pediátricos com até 8 quilos, especialmente em casos em que não é possível o uso de incubadoras tradicionais. Com apenas 12,2 quilos, o equipamento se destaca por seu baixo peso, fator fundamental para a autonomia e agilidade de aeronaves, além de proporcionar segurança térmica, resistência mecânica e conforto ao paciente.
O dispositivo inclui tecnologias como espuma de absorção de impacto, ampla câmara de visibilidade para a equipe de saúde e sistema de fixação compatível com kits aeromédicos. Em comparação à incubadora convencional, cujo conjunto pode ultrapassar 100 quilos e comprometer a continuidade operacional da aeronave, o Babypod oferece uma solução mais prática e eficiente para atendimentos em sequência.
A entrega do equipamento contou com a presença do superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira, acompanhado de integrantes do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF, do tenente-coronel Juliano Zanuncini, comandante do BPMOA, e sua equipe; da diretora técnica do DUE, Keity Daniela Oliveira Arias; da diretora administrativa do DUE, Katiuscia Vanessa Schiontek, com suas respectivas equipes.
A iniciativa é fruto da integração entre a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Secretaria da Segurança Pública do Paraná (SESP), Secretaria da Saúde do Estado (SESA), Polícia Militar do Paraná (PMPR), Corpo de Bombeiros (CBMPR) e Polícia Rodoviária Federal.
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PRF recebe Babypod para transporte aeromédico pediátrico em ação integrada com BPMOA e Prefeitura de Curitiba. Foto: Divulgação
PRF recebe Babypod para transporte aeromédico pediátrico em ação integrada com BPMOA e Prefeitura de Curitiba. Foto: Divulgação
PRF recebe Babypod para transporte aeromédico pediátrico em ação integrada com BPMOA e Prefeitura de Curitiba. Foto: Divulgação
Serviço Aeromédico do Oeste Catarinense utilizará dispositivo de transporte neonatal Babypod
Serviço Aeromédico do Oeste Catarinense utilizará dispositivo de transporte neonatal Babypod
Serviço Aeromédico do Oeste Catarinense utilizará dispositivo de transporte neonatal Babypod
Serviço Aeromédico do Oeste Catarinense utilizará dispositivo de transporte neonatal Babypod
Paraná – A Prefeitura de Londrina, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), distribuiu 12 aparelhos celulares para as equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), com o objetivo de melhorar a comunicação entre as equipes de intervenção com a Central de Regulação de Urgência 192. O total investido para aquisição dos celulares foi de R$ 9.882,00, sendo recursos próprios do Município.
Os aparelhos foram disponibilizados para todas as unidades móveis do SAMU de Londrina, entre elas as ambulâncias de suporte básico e avançado e o aeromédico. Até então, a comunicação era feita com o celular pessoal dos servidores.
Equipe aeromédica do SAMU mostra desenho da Peppa Pig e distrai garoto durante o transporte. Foto: Divulgação.
A secretária municipal de Saúde, Vivian Feijó, esclareceu que o uso de celulares corporativos fortalece significativamente a comunicação efetiva entre os profissionais de saúde do SAMU, de forma rápida e eficaz, além de garantir sigilo no registro das informações durante o atendimento e entre o diálogo da equipe e central de regulação. “E isso é fundamental em situações de emergência no atendimento da saúde. Ainda contamos com benefícios na melhoria do tempo de resposta a emergências e seus possíveis encaminhamentos.
Agilizar ligações também permite que os profissionais de saúde sejam mais rápidos e eficazes em suas respostas. Destaco que o investimento parece pequeno, entretanto, a melhoria na qualidade do cuidado é significativa com ganhos de tempo e qualificação na memória dos registros”, complementou.
Segundo o diretor de Urgência Emergência da SMS, Cleiton José Santana, os equipamentos visam melhorar a comunicação e facilitar a integração das equipes de intervenção com a central de regulação do SAMU, garantindo sigilo médico nas passagens de plantão dos casos.
Ele explicou que, quando a ambulância chega no local do atendimento, é feita a confirmação do que está acontecendo para atualizar as informações com o médico regulador. “Fazer isso via telefone vai garantir o sigilo das informações, pois será feita a gravação dos dados que são passados pela equipe da ambulância para o médico da central de regulação. Isso é muito importante porque quando o médico tem essas informações ele vai determinar para qual hospital o paciente será encaminhado”, disse.
Paraná – A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) realizou uma simulação de incidente com múltiplas vítimas em parceria com a Liga Acadêmica do Trauma da Universidade Estadual de Londrina. O evento ocorreu na última semana e faz parte do gerenciamento e qualificação de atendimento de Incidentes com Múltiplas Vítimas (IMUV) idealizado pela secretaria.
O objetivo do treinamento é qualificar e unificar os protocolos de atendimentos a acidentes com múltiplas vítimas, aperfeiçoando as equipes ligadas ao serviço de urgência do Paraná. Na ocasião, os alunos de medicina da universidade puderam participar e acompanhar de perto o atendimento de casos de IMUV.
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
“Nosso serviço de urgência e emergência é referenciado nacionalmente e capacitações como essa são uma das ações que mantem a excelência deste trabalho. Esperamos que esses alunos se formem e façam parte da Rede Estadual de Emergência do Paraná, nos ajudando a salvar cada vez mais vidas”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.
A capacitação também contou com palestras e reuniu cerca de 200 pessoas entre alunos, profissionais da Rede de Urgência da Região Macronorte da secretaria, 17ª Regional de Saúde de Londrina, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Regional Norte, Corpo de Bombeiros e Sistema Integrado de Atendimento ao Trauma e Emergência (Siate) de Londrina.
A simulação envolvia um acidente entre um carro e um ônibus, com 24 vítimas. Na oportunidade foram treinados os socorristas do Samu, Siate, Corpo de Bombeiros e os Operadores de Suporte Médico da Unidade Aérea Pública do Paraná para pouso em área restrita e gestão de segurança operacional com a aeronave.
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Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Capacitação da Sesa aprimora protocolos de emergência no Paraná. Foto: Divulgação
Paraná – O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Paraná registrou o maior número de atendimentos em apenas 11 meses na sua história. De janeiro a novembro de 2024 foram realizadas 1.110.817 de atendimentos, superando o ano anterior, que no mesmo período contava com 1.084.285. Desde 2022, o SAMU cobre 100% do território paranaense, operando por meio de 12 centrais, 282 ambulâncias e seis aeronaves.
Segundo o secretário estadual da Saúde, Beto Preto, o fortalecimento da rede de urgência é reflexo de uma política pública consistente e planejada. “Com investimentos estratégicos, conseguimos ampliar o alcance e a qualidade do SAMU em todas as regiões do Paraná. Essa rede salva vidas diariamente e é um pilar do sistema de saúde do Estado”, afirmou.
Um dos destaques do ano foi o uso do medicamento tenecteplase, aplicado em casos de infarto agudo do miocárdio no Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Desde 2020, o Paraná é o único estado do Brasil a utilizar o trombolítico antes da hospitalização, um protocolo que já beneficiou mais de mil pacientes.
Neste ano, o medicamento, aliado a capacitações regionais, contribuiu para um aumento nos diagnósticos e internações por infarto, com 429 aplicações, resultando em uma redução de 15% nos óbitos pela doença. Em 2023 foram 334 aplicações.
SAMU bate recorde histórico e SIATE inaugura frota mais avançada do país. Foto: Divulgação
Cada ampola do medicamento custa R$ 7.320,00 e é disponibilizada em 59 ambulâncias de suporte avançado do SAMU e em seis aeronaves que atendem urgência no Estado. O medicamento desobstrui a artéria bloqueada, restabelecendo o fluxo sanguíneo e reduzindo os danos ao músculo cardíaco.
Ele alivia a dor no peito e a falta de ar, diminuindo o risco de complicações como insuficiência cardíaca, arritmias e até mesmo óbito. Após a administração, o paciente geralmente apresenta um quadro estabilizado, o que garante melhores condições clínicas até a chegada ao hospital.
AEROMÉDICO
O atendimento aeromédico também contribuiu para o salvamento de vidas em 2024. Com 3.933 operações registradas até dezembro, o serviço se consolidou como referência nacional, sendo operado por helicópteros e aviões alocadas estrategicamente para atender a demandas de urgência em todo o Estado.
Desse total, 3.396 atendimentos foram realizados por helicópteros, 503 por avião e 34 transportes de órgãos. Nesses números da SESA não estão computados os transportes de órgãos realizados pelas aeronaves da Casa Militar do Paraná.
Atualmente, todo o Paraná é coberto por cinco bases aeromédicas, que atuam de forma coordenada e complementar. Em Curitiba ficam alocados dois helicópteros, um da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e um do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas do Paraná (BPMOA), além de um avião da SESA.
Cascavel, Londrina, Maringá e Ponta Grossa contam com um helicóptero cada, contratados pela SESA junto à empresa Helisul Aviação, via licitação. “Não se trata apenas de quantidade, mas da qualidade do serviço prestado. Os investimentos na saúde pública, especialmente em urgência e emergência, têm um impacto direto na preservação de vidas e na redução de sequelas em pacientes atendidos pelo sistema”, ressalta o secretário da Saúde.
SAMU bate recorde histórico e SIATE inaugura frota mais avançada do país. Foto: Divulgação.
SIATE
Com um investimento de R$ 29 milhões, o Estado realizou a maior renovação da frota de ambulâncias já registrada na história do Corpo de Bombeiros do Paraná. Foram entregues 60 veículos, que agora integram a estrutura do SIATE (Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência).
Mais espaço para vítimas e socorristas, equipamentos mais modernos e uma comunicação mais eficiente com os hospitais estão entre as características que tornam a nova frota de ambulâncias do SIATE do Paraná a mais moderna do Brasil.
Um dos grandes destaques dos novos modelos é a capacidade de transportar, simultaneamente, até duas vítimas em condições ideais de suporte, com macas e aparelhos de oxigênio individuais. Essa característica é essencial para a rotina do SIATE, onde o tempo de atendimento é crucial para aumentar as chances de sobrevivência e reduzir possíveis sequelas causadas por acidentes.
“O Corpo de Bombeiros presta um serviço singular à sociedade e essa renovação era necessária. O Estado do Paraná tem se transformado em um modelo de referência para o salvamento de vidas e isso somente é possível graças à política municipalista do Governo do Estado. A determinação do governador Ratinho Junior é levar o atendimento aos 399 municípios de maneira igualitária”, complementa Beto Preto.
Com quase R$ 30 milhões em investimentos, Sesa dá início à maior renovação de frota da história do Siate.
Paraná – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) foi acionado no dia 24 de dezembro para prestar apoio ao Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná. Um homem de 22 anos estava com dificuldade de locomoção no Pico Paraná e precisava ser resgatado.
A vítima tem quadro de hérnia de disco e teve um travamento da coluna ao realizar a trilha. Em virtude das condições meteorológicas do dia anterior, não foi possível realizar o apoio aéreo, sendo necessário o pernoite de dois bombeiros militares do GOST juntamente com a vítima no Pico Paraná.
Com a melhora das condições meteorológicas, na manhã do dia 24 foi possível a realização da missão, sendo acionado o helicóptero Falcão 03 do BPMOA para efetuar a extração da vítima do acampamento 01 do Pico Paraná.
A vítima foi levada ao Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba, e após a avaliação do médico do SAMU que compõe a tripulação do BPMOA, foi levada de ambulância para a UPA Boa Vista.
Paraná – No último sábado (14), o helicóptero Saúde 10 do serviço aeromédico do SAMU Campos Gerais, com base em Ponta Grossa, foi acionado para um atendimento de resgate de uma vítima presa às ferragens na BR-373, entre Imbituva e Guamiranga. Em 17 minutos o Saúde 10 pousou no local.
O caminhão caiu em uma ribanceira, às margens da rodovia, e ficou tombado sobre um riacho. As equipes de desencarceramento e do aeromédico trabalharam por aproximadamente duas horas, pois o local era de difícil acesso.
“Precisamos do auxílio de uma corda para acessar o local. Felizmente, apesar do tipo da ocorrência e das condições, a vítima teve uma lesão na orelha e uma fratura de membro superior. Aparentemente ele não tinha outras lesões”, contou o coordenador do serviço aeromédico, Dr. Rafael Brandão.
Helicóptero do SAMU Campos Gerais é acionado para resgatar vítima presa às ferragens em acidente na BR-373. Foto: Divulgação
Para o enfermeiro Adalberto Kusdra do aeromédico o trabalho foi difícil, devido à grande deformação do veículo e por estar dentro d’água, mas poder ajudar a salvar uma vida é gratificante. “Chegar no local e ver todas as equipes que já estavam lá se empenhando ao máximo para realizar a retirada da vítima, tentando acalmar, cuidar. Depois a gente assume, tenta trazer o máximo de conforto e alento. E, ao entregar a vítima para a equipe do hospital, a sensação de dever cumprido é a que prevalece”, relatou Kusdra.
A agilidade do helicóptero pode mudar o desfecho da ocorrência, especialmente porque chega rapidamente na ocorrência levando equipamentos, medicamentos e uma equipe de saúde especializada capaz de realizar procedimentos no local.
“O chegada rápida no local faz toda diferença no atendimento primário do paciente em estado grave e também para reduzir o tempo de chegada para o hospital de referência. Para mim, é um satisfação fazer parte desse time e ‘realizar voos pela vida’, que salvam muitos paranaenses”, destacou o Comandante Murilo do Saúde 10.
“O serviço aeromédico faz toda a diferença no atendimento de urgências e emergências em nossa região e em todo o Paraná. “Além de encurtar o tempo-resposta, leva uma equipe altamente preparada para as mais diversas e complexas situações. Nosso raio ideal é de 250 km, mas já realizamos atendimentos em distâncias maiores e isso reforça a importância da rede de saúde pública ser totalmente integrada no Paraná”, garantiu a diretora geral do Consórcio Intermunicipal SAMU Campos Gerais (CIMSAMU), Raquel Mocelim.
Helicóptero do SAMU Campos Gerais é acionado para resgatar vítima presa às ferragens em acidente na BR-373. Foto: Divulgação.
Paraná – No dia 11 de dezembro, os helicópteros Saúde 10 (do Consórcio Intermunicipal SAMU Campos Gerais), com base em Ponta Grossa, e Saúde 06 (da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde), com base em Maringá, prestaram apoio à Central Estadual de Transplantes da Secretaria da Saúde (SESA) no transporte de fígado, rins, baço e valvas cardíacas captados na Santa Casa de Maringá. Os órgãos foram transportados até o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.
A equipe do Saúde 06 decolou da base de Maringá e transportou os órgãos até o aeroporto de Telêmaco Borba, onde a equipe do Saúde 10 deu continuidade ao transporte até o heliponto do Hospital do Rocio. Ao todo, o trajeto levou menos de 2 horas, diminuindo em 4 horas o tempo previsto para o transporte terrestre.
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Helicópteros de saúde do Paraná garantem agilidade no transporte de órgãos. Foto: Divulgação
Helicópteros de saúde do Paraná garantem agilidade no transporte de órgãos. Foto: Divulgação
Helicópteros de saúde do Paraná garantem agilidade no transporte de órgãos. Foto: Divulgação
“Estes órgãos beneficiarão vários pacientes que aguardavam na fila por transplantes. Graças a essa integração e ao trabalho de conscientização feito pela SESA, hoje o nosso estado do Paraná é referência nacional em doações efetivas de órgãos”, garantiu o médico do serviço aéreo do SAMU Campos Gerais, Dr. Francisco Soares de Giacomo Neto.
Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o estado tinha, até dezembro de 2023, a menor taxa de recusa familiar no Brasil, com 28%, enquanto a média nacional é de 43%. Ao longo de 2023, a Central Estadual de Transplantes recebeu 1.213 notificações, com 486 doações efetivas de órgãos e tecidos.
Base Ponta Grossa (Campos Gerais)
Com quase sete anos de atuação na região, a aeronave da base em Ponta Grossa opera em uma parceria da SESA e CIMSAMU. Os atendimentos são feitos, preferencialmente, em um raio de aproximadamente 250 km.
Até março de 2023, desde o início das operações, o helicóptero já tinha atendido cerca de 2.400 pacientes em 3.400 horas de voo, em diferentes tipos de atendimentos, como resgate a vítimas de acidentes em locais de difícil acesso, acidentes em rodovias, bem como transporte de órgãos e transportes inter-hospitalares de paciente graves.
Unidade Aérea Pública SESA
A Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde atende o estado há 10 anos e transportou mais de 20 mil pacientes. A Unidade conta com bases em Cascavel, Maringá, Londrina e Ponta Grossa, além da base de Curitiba onde fica o avião para transportes de longas distâncias (maiores que 200 km de raio), oferecendo cobertura integral em todo o estado.
A empresa Helisul firmou parceria com a CENTUM, empresa global especializada em sistemas aéreos voltados para emergências, segurança, defesa e aeroespacial. O anúncio foi realizado durante a BID Brasil 2024. Em setembro de 2024, por meio da Portaria GM-MD n° 4.514, a Helisul foi credenciada como Empresa Estratégica de Defesa (EED) junto às Forças Armadas, com mais 20 empresas.
A Helisul opera uma frota de 80 aeronaves, com 26 hangares e 15 bases espalhadas pela América Latina. A empresa oferece uma ampla gama de serviços de aviação, incluindo transporte aemaromédico, manutenção de aeronaves e projetos de ponta em tecnologia eVTOL e drones.
“A Helisul busca constantemente estar na vanguarda, tornando a escolha de parceiros algo essencial. A tecnologia da CENTUM aprimora nossas operações, permitindo oferecer soluções mais abrangentes aos nossos clientes, especialmente no setor de segurança pública”, disse Humberto Biesuz, CEO da Helisul.
Juntas, Helisul e CENTUM buscam aprimorar missões de emergência e serviços especiais, utilizando os avançados sistemas aéreos da CENTUM em aplicações como missões de busca e salvamento, comunicações de emergência, vigilância de fronteiras e segurança pública.
Helisul firma parceria com CENTUM e fortalece atuação no setor de segurança. Foto: Divulgação
Paraná – Em oito anos de atividades, a Base Aeromédica do SAMU 192, em Maringá, atendeu 5.164 ocorrências nas regiões Norte e Noroeste do Paraná. O serviço é de responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde (SESA/PR), que mantém contrato com a empresa Helisul Aviação, responsável pelo fornecimento das aeronaves, hangaragem, equipamentos médicos e pilotos.
O helicóptero Saúde 06 opera do nascer até pôr do sol, em um raio de até 250 quilômetros, e é tripulada por um comandante, um médico e um enfermeiro. A equipe é formada por 7 médicos, 7 enfermeiros, 2 pilotos e 2 mecânicos. A atuação do helicóptero otimiza o tempo de resposta, tecnologia embarcada e expertise dos profissionais na assistência aos pacientes graves.
A média semanal é de sete a dez ocorrências, de curta ou longa distância, somando 50 a 60 horas de voo mensais. De acordo com informações da Base, quando não havia o serviço na região, um paciente infartado poderia aguardar períodos maiores que 12 horas para realização de um tratamento definitivo que é a angioplastia. Agora, em até duas horas e meia ele está na unidade referência para ser atendido.
Base aeromédica do SAMU celebra 8 anos com mais de 5 mil vidas salvas nas regiões Norte e Noroeste do Paraná. Foto: @renedoffsotta.
“O grande diferencial deste serviço é dar esperança àqueles pacientes críticos com altíssimo risco de morrer. Muita gente retornou aos braços de seus familiares pela agilidade do equipamento e pela qualificação da equipe de operadores do helicóptero”, disse Mauricio Lemos, coordenador médico da Base Maringá. De acordo com ele, o serviço levou a tecnologia de atendimento até o local onde é necessário.
As ocorrências mais atendidas pelo serviço são os acidentes de trânsito em rodovias, infartos do miocárdio, acidente vascular cerebral em tempo para trombólise, remoção de pacientes graves para centros de referência e transporte de órgãos. A base de Maringá é a segunda do país e a primeira do Paraná a empregar a tecnologia da hemotransfusão em vítimas graves na cena de trauma. 40 vítimas de trauma no trânsito já receberam esse diferencial.
“O dia 26 de novembro de 2016 é muito especial para a equipe de profissionais do helicóptero. Celebramos 8 anos de serviço aeromédico, marcados por sacrifício, coragem e compaixão prestados a nossa comunidade. Agradecemos a cada profissional por sua dedicação incansável em salvar vidas”, disse Vinícius Filipak, médico e gestor da Unidade Aérea Pública – SESA/ PR – SAMU 192.
Base aeromédica do SAMU celebra 8 anos com mais de 5 mil vidas salvas nas regiões Norte e Noroeste do Paraná. Foto: @renedoffsotta.
Paraná – Neste sábado (13), um acidente envolvendo dois automóveis na PR-444, entre Marialva e Mandaguari, deixou quatro pessoas feridas, sendo duas delas em estado muito grave. De acordo com informações apuradas no local, dois carros de passeio colidiram frontalmente e após a colisão, um deles capotou, deixando os ocupantes presos à ferragens.
Segundo informações do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), um homem de 28 anos, teve fratura de fêmur e choque hemorrágico, sendo retirado das ferragens e encaminhado pelo helicóptero do SAMU ao Hospital Bom Samaritano, em Maringá.
Outro homem, de 59 anos, também sofreu uma fratura de fêmur e síndrome de esmagamento, ficando por 1 hora entre ferragens, devido a dificuldade de remoção. Este último, após receber atendimento avançado da equipe aeromédica do SAMU, foi levado pelo helicóptero à Santa Casa de Maringá.
Equipes do Corpo de Bombeiros de Mandaguari, ambulância terrestre do SAMU local e Defesa Civil apoiaram no resgate, realizando um trabalho integrado. Os outros dois ocupantes sofreram ferimentos leves e foram levados ao Hospital Universitário e ao Hospital Bom Samaritano, ambos na cidade de Maringá.
Vítimas graves de colisão entre automóveis são resgatadas pelo helicóptero do Samu no PR
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Vítimas graves de colisão entre automóveis são resgatadas pelo helicóptero do Samu no PR
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Vítimas graves de colisão entre automóveis são resgatadas pelo helicóptero do Samu no PR
Vítimas graves de colisão entre automóveis são resgatadas pelo helicóptero do Samu no PR
Paraná – No domingo (03), a equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) do Paraná, da base de Maringá, foi acionada pela Regulação Médica do SAMU para atendimento de paciente de 57 anos, vítima de trauma por chifrada de boi sobre o tórax e abdome, ficando gravemente ferido, na cidade de Nova Esperança.
O paciente tinha sido socorrido primeiramente por uma equipe da Defesa Civil. Devido a gravidade das lesões, a equipe aeromédica interviu de imediato em sua abordagem. O paciente apresentava pneumotórax aberto, abdome agudo hemorrágico e importante perda de sangue, sendo necessário receber intervenções médicas avançadas, como: intubação orotraqueal, suporte de ventilação mecânica, curativo especial no tórax e reposição de líquidos, estabilizando a condição clínica para o transporte.
A aeronave decolou de Nova Esperança com destino a Maringá. O voo aconteceu sem intercorrências, com o paciente devidamente monitorizado hemodinamicamente e recebendo manutenção de cuidados iniciados na cena. Após o pouso, o agricultor foi conduzido para o Hospital Universitário de Maringá, direto para tratamento cirúrgico imediato.
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Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Agricultor ferido por chifrada de boi é resgatado por helicóptero do SAMU em Nova Esperança, PR
Paraná – Na quinta-feira (30), equipes do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), do Grupo de Operações de Socorro Tático do Corpo de Bombeiros (GOST) e de montanhistas do grupo do Corpo de Socorro de Montanha (COSMO), se integraram para realizar treinamento conjunto de busca e salvamento de pessoa em ambiente de montanha, na Serra do Mar, proximidades do Morro Anhangava, em Campina Grande do Sul.
As atividades foram realizadas utilizando uma aeronave remotamente pilotada, o Matrice 300, adquirida em convênio entre o Instituto Água e Terra (IAT) e Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo (SEDEST), para operação da Secretaria de Segurança Pública (SESP), através do BPMOA.
As equipes integradas praticaram durante o dia e durante a noite, em campo, as ações de busca e salvamento, coordenando juntamente com os Operadores de Drone do BPMOA, localizando e resgatando as vítimas simuladas, com o auxílio de câmera termal e zoom, com imagens de alta definição e estabilidade, superando obstáculos e dando mais agilidade nas buscas na montanha.
A utilização dessas tecnologias associada à ação humana, por meio das equipes especializadas, permitiu nesse treinamento localizar todas as vítimas simuladas em ambiente de montanha, demonstrando a eficiência dessas novas tecnologias ao reduzir o tempo em localizar e resgatar as vítimas de lugares hostis.
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Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Treinamento de busca e salvamento no Paraná comprova eficiência de tecnologias
Paraná – Na manhã de segunda-feira (21), na PR-492, próximo do município de Rondon, região noroeste do Estado, um caminhoneiro ficou gravemente ferido após colisão entre dois caminhões.
Segundo informações, após o choque entre os veículos, um dos caminhões ainda colidiu contra uma árvore, na margem da rodovia, ficando totalmente destruído e mantendo a vítima presa às ferragens pelas pernas, necessitando de equipamentos especiais para a remoção.
Foi acionada a equipe aeromédica do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Base Maringá, para o resgate e os primeiros socorros foram iniciados ainda dentro da estrutura do caminhão. A retirada da vítima das ferragens levou cerca de meia hora, contando com o trabalho integrado entre bombeiros e profissionais de saúde do SAMU.
Após a remoção e estabilização, o caminhoneiro foi transportado de helicóptero para um hospital de Cianorte, norte do estado, para continuidade do seu tratamento.
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Equipe aeromédica do SAMU do Paraná e Bombeiros resgatam caminhoneiro preso nas ferragens
Equipe aeromédica do SAMU do Paraná e Bombeiros resgatam caminhoneiro preso nas ferragens
Equipe aeromédica do SAMU do Paraná e Bombeiros resgatam caminhoneiro preso nas ferragens
Paraná – O prefeito de Cafelândia, Culestino Kiara, juntamente com a secretária municipal de Saúde, Sarah Massaneiro e o secretário municipal de Governo e Finanças, Claudemir Camilo, protocolaram nesta segunda-feira (2) na Secretaria Estadual de Saúde, solicitação para construção de um heliponto para o serviço aeromédico (CONSAMU/SESA), que tem base em Cascavel.
O diretor de Gestão em Saúde da Secretaria, Vinicius Filipak, recebeu os pedidos e protocolos do município de Cafelândia. A área solicitada para pousos e decolagens do helicóptero está localizada próxima à Base do SAMU e do Hospital Municipal. Com o heliponto haverá a possibilidade do município utilizar, com mais segurança, o helicóptero empregado no resgate e transporte aeromédico da região.
A SESA já fez o pedido do projeto arquitetônico do heliponto, que deverá ser apresentado nos próximos dias pelo município para que o mesmo tenha prosseguimento e seja aprovado.
Município de Cafelândia solicita a instalação de um heliponto para operações com helicóptero do CONSAMU, PR.
Paraná – Nos primeiros vinte dias da Operação Verão, o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) atuou em resgates e remoções aeromédicas e prestou apoio com patrulhamento aéreo e atendimento a vítimas de afogamentos e acidentes de trânsito no Litoral Paranaense.
Segundo o balanço da unidade, 21 vítimas foram atendidas em ação conjunta entre BPMOA, Secretaria da Saúde e SAMU; e 11 pessoas que estavam em situação mais grave, foram transportadas para atendimento em unidade de saúde. Os dados compreendem o período de 19 de dezembro a 08 de janeiro de 2021
A aeronave utilizada é equipada com recursos e materiais para salvar vidas, desde graves acidentes de trânsito até resgates em locais de difícil acesso, como a Serra do Mar.
Desde o início da operação, equipes do BPMOA realizaram 37 voos pela vida, que compreendem resgates, remoções aeromédicas, salvamentos e patrulhamentos preventivos em apoio ao Corpo de Bombeiros.
Além disso, os dados também mostram que nesses vinte dias, a aeronave da PM realizou 12 voos de patrulhamento em apoio ao policiamento rodoviário e territorial. “Atuamos como recobrimento aéreo às ações das viaturas policiais e de bombeiros em terra e fazemos compartilhamento de informações, além de termos uma visão privilegiada e podermos identificar situações críticas ou de crimes e repassar às equipes”, disse o comandante do BPMOA, tenente coronel Julio Cesar Pucci dos Santos.
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Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Treinamento
Para esta temporada de verão, o Batalhão promoveu um nivelamento de procedimentos operacionais para que toda a tripulação militar e médica estivesse afinada para atender com maior eficiência as ocorrências. Os treinamentos contemplaram missões de busca e resgate de vítimas, combate a incêndio com helibalde, embarque e desembarque a baixa altura, rapel, entre outras técnicas.
Com efetivo mais preparado, o BPMOA também se preocupou com o tempo de resposta para as ocorrências. Para este verão, a unidade mudou o método de acionamento para que a tripulação chegasse ao local da situação antes de surgir o pedido de alguma unidade da PM ou do Corpo de Bombeiros. Outra mudança foi a ampliação da atuação da aeronave, que passou a operar mais durante a noite, para dar suporte, principalmente, aos acidentes de trânsito.
“Foi um início de temporada tranquilo, com algumas ocorrências que fogem do cotidiano, um pouco mais complexas, mas tivemos bons resultados. Mudamos o protocolo de atendimento de auxílio aos guarda-vidas para ganharmos tempo em resgates e, assim, termos mais chances de salvarmos vidas”, declarou o comandante.
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Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Batalhão de Operações Aéreas da PM realizou 37 voos pela vida em vintes dias de operação verão no Litoral Paranaense
Base Litoral
O serviço de resgate e remoção aeromédica prestado pelo Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas ganhou eficiência desde a instalação do heliponto na UPA de Matinhos, em dezembro de 2019.
O local conta com melhor infraestrutura, alojamento para a tripulação e acesso rápido do local do pouso ao Pronto Socorro da unidade (são poucos metros) para agilizar o atendimento às vítimas durante a temporada de verão. Situada no balneário de Praia Grande, o espaço fica numa posição privilegiada que permite deslocamentos rápidos para qualquer ponto do Litoral.
BPMOA em quinze dias na Operação Verão Consciente já resgatou 20 pessoas no litoral do Paraná. Foto: Divulgação.
Paraná – Equipe aeromédica do helicóptero Saúde 06 da Unidade Aérea Pública SESA/SAMU, Base Maringá, foi acionada no último domingo (05) para resgate de masculino de 37 anos, vítima de ferimento por arma branca no tórax.
No local, a vítima em estado crítico, apresentava choque hipovolêmico classe IV e foi prontamente assistida segundo protocolo PHTLS (PreHospital Trauma Life Support). Durante a avaliação clínica do paciente, o emprego do recurso do ultrassom portátil (point of care) foi decisivo para a manutenção da vida da vítima. A avaliação é feita durante o atendimento, de forma rápida e sistemática.
O reconhecimento do tamponamento cardíaco secundário à perfuração no músculo cardíaco foi fundamental para o diagnóstico que possibilitou a realização do procedimento de pericardiocentese. O tamponamento acontece quando o sangue em grande volume no saco pericárdico obstrui a movimentação cardíaca.
A punção diminuiu a quantidade de sangue dentro do saco pericárdico fazendo com que a vítima tivesse condições para embarque e transporte. Durante o atendimento, a Central Regional de Emergências 192/193 foi acionada, o médico regulador recebeu o caso e acionou o Hospital Universitário de Maringá, otimizando o protocolo de transfusão maciça, equipe de cirurgia torácica e centro cirúrgico.
Após a chegada ao hospital a vítima foi imediatamente levada ao centro cirúrgico e submetida ao procedimento de toracotomia. O paciente se recupera na UTI do hospital. O trauma cardíaco por lesão penetrante é considerado de altíssima complexidade e o diferencial para a sobrevida do paciente é a formação técnica da equipe de resgate e imediata intervenção.
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Tecnologia e ação rápida da equipe de saúde do SAMU salva homem ferido por arma branca no Paraná. Foto: Divulgação.
Tecnologia e ação rápida da equipe de saúde do SAMU salva homem ferido por arma branca no Paraná. Foto: Divulgação.
Tecnologia e ação rápida da equipe de saúde do SAMU salva homem ferido por arma branca no Paraná. Foto: Divulgação.
Tecnologia e ação rápida da equipe de saúde do SAMU salva homem ferido por arma branca no Paraná. Foto: Divulgação.
Paraná – Na quinta-feira (19), operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública (UAP) da Secretaria Estadual de Saúde do Estado do Paraná realizaram treinamento na Marinha do Brasil.
O exercício foi realizado na Unidade de Treinamento de Escape de Aeronave Submersa (UTEPAS), na Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia (BAeNSPA), no Rio de Janeiro. Médicos, enfermeiros e uma pilota da UAP realizaram o treinamento de escape de aeronave totalmente submersa na água. O exercício simula a queda ou pouso forçado de um helicóptero e os tripulantes executam a saída de forma segura e controlada.
Participaram do treinamento operadores das bases aeromédicas de Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Cascavel e Curitiba. O objetivo principal foi a capacitação dos profissionais nesse tipo de emergência, incrementando a segurança operacional das operações e das tripulações.
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Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Operadores de suporte médico da Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná treinam escape de aeronave submersa na Marinha
Paraná – Uma mulher de 30 anos ficou gravemente feria após sofrer queda de motocicleta na BR-376, próximo a Presidente Castelo Branco. O acidente aconteceu na tarde da última segunda-feira (28), após o pneu da motocicleta estourar.
Com fraturas na bacia e no fêmur, a motociclista precisou ser socorrida por equipes da concessionária da rodovia VIAPAR e pela equipe de operadores de suporte médico do helicóptero do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).
A vítima foi encaminhada de helicóptero para o Hospital Universitário de Maringá.
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Após sofrer grave acidente, motociclista é socorrida por helicoptero do SAMU e levada ao Hospital Universitário de Maringá, PR. Foto: Divulgação.
Após sofrer grave acidente, motociclista é socorrida por helicoptero do SAMU e levada ao Hospital Universitário de Maringá, PR. Foto: Divulgação.
Após sofrer grave acidente, motociclista é socorrida por helicoptero do SAMU e levada ao Hospital Universitário de Maringá, PR. Foto: Divulgação.
Paraná – Na tarde de quinta-feira (20) e na manhã de sexta-feira (21), as equipes do helicóptero Saúde 02 do CONSAMU foram acionadas para realizar atendimentos aeromédicos. Na quinta, decolaram para Linha Peroba, zona rural do município de Guaraniaçu, para realizar o atendimento de um homem de 44 anos, vítima de esmagamento por queda de árvore.
A vítima foi avaliada pela equipe do serviço aeromédico no interior da ambulância do SAMU de Guaraniaçu, onde foi estabilizada e medicada. Devido ao quadro estável da vítima, a mesma foi encaminhada via terrestre até o Hospital Santo Antônio de Guaraniaçu.
Na sexta, a equipe realizou a remoção aeromédica de um homem de 79 anos de idade do Hospital São José do município de Laranjeiras do Sul para o Hospital São Vicente de Paulo, em Guarapuava.
O paciente apresentava quadro de rebaixamento do nível de consciência e diminuição da força muscular do lado direito do corpo, além de alterações cardíacas. Depois de ser submetido à intubação orotraqueal, sedação e ventilação mecânica, foi levado de helicóptero ao centro de referência, em Guarapuava.
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Helicóptero Saúde 02 é acionado para atendimentos aeromédicos em Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul, PR
Helicóptero Saúde 02 é acionado para atendimentos aeromédicos em Guaraniaçu e Laranjeiras do Sul, PR
Homem vítima de esmagamento por árvore é socorrido pela defesa civil com apoio do helicóptero do SAMU em Guaraniaçu, PR. Foto: Divulgação