Paraná – Um capotamento deixou quatro pessoas feridas na tarde de sexta-feira (29) na BR-376, em Marialva, norte do Paraná.
Conforme informou a Polícia Rodoviária Federal, o condutor do automóvel foi acessar a rodovia e perdeu o controle do veículo. Uma das vitimas, um jovem de 14 anos ficou preso entre as ferragens inconsciente.
O helicóptero do SAMU de Maringá foi acionado para apoio da equipe médica aos socorristas da concessionária de rodovias Viapar e bombeiros. A pista ficou bloqueada por uma hora sentido Curitiba. As outras três vítimas com ferimentos leves foram conduzidas a hospitais de Maringá pela Viapar e bombeiros.
Capotamento com vítima presa nas ferragens movimenta serviço aeromédico de Maringá.
Paraná – Um acidente entre dois veículos foi registrado na manhã de sexta-feira (22), na PR-317, Distrito de Mandijuba, em Engenheiro Beltrão( 50km de Maringa-PR). A colisão aconteceu após a ponte de Floresta.
De acordo com a equipe Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), seis pessoas ficaram feridas sendo uma grave. A Polícia Rodoviária Estadual (PRE), Viapar, Bombeiros e Samu Regional atuaram na ocorrência de múltiplas vítimas. O helicóptero do Samu foi acionado para apoio devido à gravidade de uma das vítimas. Todas as vítimas foram encaminhadas a hospitais de Maringá.
O trecho da PR-317, que liga Maringá a Campo Mourão, encontra-se em obras de duplicação. A PRE suspeita que o acidente tenha sido causado durante uma ultrapassagem de um dos veículos.
Helicóptero do SAMU Maringá socorre vítima de acidente na PR-317. Foto: Samu Maringá.
Paraná – Na última quinta (14), uma colisão entre um automóvel de passeio e um caminhão carregado de pneus mobilizou os serviços de resgate na BR-376, próximo ao município de Paranavaí.
A concessionária que administra a rodovia acionou o serviço aeromédico devido a gravidade da vítima masculina de 48 anos. José Pereira foi lançado do caminhão, apresentando lesões complexas que necessitaram da intervenção do suporte avançado de vida.
O condutor do veículo de passeio foi atendido pelo Samu Noroeste e conduzido ao Hospital Santa Casa de Paranavaí. Já o condutor do caminhão não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no local do acidente.
Paraná – Um menino de cinco anos foi picado no pé esquerdo por um escorpião amarelo nesta quarta-feira (16) em Colorado, no norte do Paraná. Segundo a mãe da criança, o animal estava em um dos tênis do filho.
A mãe contou ainda que havia deixado o calçado secando na lavanderia. Calçou o filho e, cerca de meia hora depois, ele começou a chorar. Quando ela tirou o tênis, viu o escorpião amarelo, que escapou.
O menino foi socorrido, mas como os sintomas como vômitos pioraram ele foi transferido pelo helicóptero da Secretaria de Saúde do Estado (SAMU Maringá) para o Hospital Universitário (HU) de Maringá, onde permaneceu em observação.
Menino picado por escorpião amarelo em Colorado é socorrido por helicóptero do SAMU.
Este é o 37º caso de picada de escorpião registrado em Colorado desde o início do ano. A cidade é a segunda com o maior número de ocorrências entre os municípios da 15ª Regional de Saúde, atrás apenas de Maringá, com 43. No total, são 167.
CMEI interditado
Em Astorga, outro município da 15ª Regional de Saúde, o Centro Municipal de Educação Infantil João Paulo II, a maior da cidade, está interditado desde sexta-feira (11), quando uma zeladora também foi picada por um escorpião amarelo. Por conta do incidente, 176 crianças entre quatro meses e dois anos foram dispensadas das atividades.
Cuidados
O escorpião amarelo prefere ambientes frescos e escuros, como frestas de parede, restos de construção, entulhos, ralos, esgotos, caixas de gordura, tanques, encanamentos, caixas com verduras, legumes e frutas, sapatos, roupas, camas, travesseiros e cortinas.
Nestes locais ele encontra o principal alimento, que são as baratas. Por isso, a necessidade de manter os imóveis limpos.
Quando se encontrar o animal, a orientação é evitar o contato e informar as autoridades sanitárias. E em caso de picada, a vítima deve ser levada imediatamente a uma unidade de saúde. O veneno pode matar.
Paraná – Se por um lado os drones são um grande avanço tecnológico para as atividades policiais e de bombeiro, por outro ele pode ser um perigo para as aeronaves aeromédicas e da segurança pública, além é claro para a aviação geral.
Mais um caso aconteceu. Dessa vez foi na cidade de Maringá com um helicóptero aeromédico. Já tivemos situações perigosas envolvendo drones e aeronaves da segurança pública, como em Nanuque, MG, onde a Polícia Civil realizava uma operação. Como regra geral, em ocorrências policiais e aeromédicas, essas aeronaves voam abaixo de 400 pés, mas em Maringá o drone estava voando alto.
No dia 23 de abril, por volta 12h30min, a equipe aeromédica (formada por um piloto, médico e enfermeiro) do helicóptero Esquilo (AS350) da Secretaria de Saúde do Estado (SAMU Maringá) foi acionada para uma ocorrência de resgate na cidade de Astorga, onde havia ocorrido uma colisão entre uma motocicleta e um caminhão. A equipe, coincidentemente, testava uma câmera durante o trajeto, pois é utilizada durante o atendimento.
No descolocamento, sobre a cidade de Maringá, a mais de 500 pés, o piloto Raphael Chiossi avistou um drone a sua frente, rapidamente informou a tripulação e conseguiu desviar para a direita, quando o médico de bordo, Maurício Lemos, conseguiu gravar o momento em que o drone passou em alta velocidade pelo lado esquerdo do helicóptero.
A equipe plotou as coordenadas geográficas e prosseguiu para o atendimento aeromédico, pois a vítima aguardava para ser socorrida. Assim, não foi possível identificar o piloto do drone. Em Astorga o motociclista foi atendido e conduzido de ambulância para o hospital local. No retorno a base, a equipe do helicóptero não avistou mais o drone. O incidente foi reportado através de um Relatório de Prevenção para o CENIPA.
Segundo informações das equipes, muitos drones estão voando acima de 500 pés, trazendo muito insegurança para quem voa helicópteros e aviões na região de Maringá. Para voar um drone nessa altura, dentre outras coisas, é preciso de autorização do DECEA e o piloto precisa possuir licença (habilitação).
Esse tipo de operação irregular de RPA é passível de consequências administrativas, como multa e apreensão, a serem adotadas pela ANAC ou DECEA, além de sanções penais, como expor a perigo aeronave ou dificultar a navegação aérea.
As regulamentação da ANAC (RBAC-E Nº 94) completou um ano, porém, muito embora seja um novo mercado, com muitas oportunidades, o uso irregular desses equipamentos traz muitos riscos para a aviação tripulada e para a população. Essa insegurança é real e pode ser confirmada no vídeo gravado pela equipe do helicóptero.
Paraná – Um motorista ficou ferido após acidente na tarde de sexta-feira (23), no quilômetro 6 da PR-535, em Rio Branco do Ivaí. A vítima dirigia um caminhão carregado com toras de madeira, quando tombou na rodovia.
A vítima ficou presa às ferragens. O Corpo de Bombeiros de Ivaiporã e a equipe aeromédica do Helicóptero do SAMU 192 Regional de Maringá realizaram o atendimento e a retirada da vítima das ferragens. De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acidente aconteceu em trecho próximo ao trevo de acesso às regiões de Rosário do Ivaí e Grandes Rios.
A vítima foi embarcada no helicóptero do SAMU e transportada ao Hospital Regional de Ivaiporã. O médico Marcos Bittencourt e o enfermeiro Meire Berwald acompanharam a vítima que sofreu fratura de pelve e da perna esquerda.
Helicóptero do SAMU socorre vítima de acidente na PR-535, em Rio Branco do Ivaí. Foto: Divulgação SAMU.
Helicóptero do SAMU socorre vítima de acidente na PR-535, em Rio Branco do Ivaí
Helicóptero do SAMU socorre vítima de acidente na PR-535, em Rio Branco do Ivaí
Helicóptero do SAMU socorre vítima de acidente na PR-535, em Rio Branco do Ivaí
Helicóptero do SAMU socorre vítima de acidente na PR-535, em Rio Branco do Ivaí
Paraná – Na segunda-feira (15), um homem de 66 anos caiu em uma fossa com aproximadamente 10 metros de profundidade, na cidade de Paranapoema, região noroeste do Paraná. A tampa da fossa teria cedido quando o homem subiu nela para colher mamão.
Bombeiros e socorristas do Samu montaram uma estrutura para resgatar idoso de dentro de fossa em Paranapoema (Foto: Samu Regional Maringá/Corpo de Bombeiros/Divulgação)
A tripulação do helicóptero Saúde 03 do SAMU, Bombeiros de Maringá e de Paranavaí realizaram o resgate vertical da vítima. Segundo os socorristas foi uma ocorrência difícil pelo alto risco de desabamento. O resgate durou aproximadamente uma hora e meia.
A vítima foi retirada, estabilizada pela equipe de suporte avançado do helicóptero e helitransportado ao Hospital Santa Casa de Paranavaí. A vítima fraturou uma das pernas e sofreu trauma abdominal e foi assistida pelo médico de voo, Maurício Lemos e pelo enfermeiro de voo, Fábio Machado.
Bombeiros e socorristas do Samu montaram uma estrutura para resgatar idoso de dentro de fossa em Paranapoema (Foto: Samu Regional Maringá/Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Bombeiros e socorristas do Samu montaram uma estrutura para resgatar idoso de dentro de fossa em Paranapoema (Foto: Samu Regional Maringá/Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Bombeiros e socorristas do Samu montaram uma estrutura para resgatar idoso de dentro de fossa em Paranapoema (Foto: Samu Regional Maringá/Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Bombeiros e socorristas do Samu montaram uma estrutura para resgatar idoso de dentro de fossa em Paranapoema (Foto: Samu Regional Maringá/Corpo de Bombeiros/Divulgação)
Paraná – Na quinta-feira (11), a equipe do helicóptero do SAMU realizou a remoção aeromédica de um recém-nascido com cardiopatia congênita da cidade de Umuarama para Londrina. A criança foi transportada em uma incubadora neonatal (Babypod), doada recentemente pela concessionária de rodovias VIAPAR.
O Helicóptero do SAMU atua em um raio de 250 quilômetros, a partir de Maringá, onde está sediada sua base operacional. A remoção foi acompanhada pelo enfermeiro de voo Fábio Júnior e pelo médico Marcos Bittencourt. Segundo o médico esse tipo de transporte exige muita responsabilidade e preparação do paciente antes da decolagem.
Para que seja um transporte seguro são necessários equipamentos como ventilador mecânico, bomba de infusão, monitorização, manejo de temperatura e outros procedimentos.
Helicóptero do SAMU transporta recém-nascido de Umuarama para Londrina.
Paraná – Nos dias 13 e 14 de dezembro foi realizado no 5º Grupamento de Bombeiros em Maringá, PR, o curso de CRM – Crew Resource Management, ministrado pelo Comandante Nicolau Sagas, consultor de uma empresa de táxi-aéreo. Participaram do evento, médicos e enfermeiros que tripulam a aeronave do SAMU. Um representante do aeroporto de Maringá também participou do curso.
O Helicóptero do SAMU atua em um raio de 250 quilômetros, a partir de Maringá, onde está sediada a base operacional. O resgata aeromédico é acionado pela central de regulação do SAMU Regional [telefone 192]. Este serviço também pode ser requisitado por outras centrais da região.
Paraná – Quatro homens ficaram feridos, um deles em estado grave, em um acidente de trânsito na terça-feira (23), na altura do Km 191 da BR-376, em Marialva. As vítimas estavam em um carro que bateu contra um caminhão.
De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o caminhão saía de um acesso na rodovia e voltava para a pista no momento em que a batida aconteceu, no sentido Mandaguari. Duas pessoas ocupavam o caminhão e não ficaram feridas.
Devido à gravidade dos ferimentos de uma das vítimas, o helicóptero do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para fazer seu encaminhamento para o Hospital Santa Casa, em Maringá.
As outras vítimas foram encaminhadas de ambulância para o Hospital Metropolitano, em Sarandi, e para o Hospital Universitário, em Maringá.
Paraná – Em cinco meses de atividades, o serviço aeromédico implantado pelo Governo do Estado na região Noroeste do Paraná já fez 181 atendimentos, entre resgate de pessoas e transporte de pacientes em estado grave. Muita gente em situação crítica teve a vida salva pela rapidez do transporte até um hospital adequado e pela eficiência da equipe. O uso de aeronaves garante um atendimento até 60% mais rápido em situações de emergência, aumentando as chances de sobrevivência da pessoa.
Em cinco meses de atividades, o serviço aeromédico implantado pelo Governo do Estado na região Noroeste do Paraná já fez 181 atendimentos, entre resgate de pessoas e transporte de pacientes em estado grave. Foto: Divulgação
A base aérea do Noroeste fica em Maringá e foi inaugurada pelo governador Beto Richa em dezembro do ano passado. É a mais recente das quatro bases do serviço aeromédico implantadas pelo governo no Paraná.
Além de Maringá, já há bases em Curitiba, Londrina e Cascavel, com um helicóptero cada uma. As aeronaves fazem transporte de pacientes e de órgãos para transplante e atuam em resgate de pessoas em casos de enchentes e inundações. Todas são dotadas de equipamentos para dar suporte à vida. Além disso, a população conta, também, com um avião UTI, que atende a todo o Paraná. Outras três aeronaves, da Casa Militar, são utilizados para serviço médico, sempre que necessário.
Somando todas as aeronaves, já foram realizados, em seis anos, seis mil atendimentos em todo o Paraná.
Em cinco meses de atividades, o serviço aeromédico implantado pelo Governo do Estado na região Noroeste do Paraná já fez 181 atendimentos, entre resgate de pessoas e transporte de pacientes em estado grave. Foto: Divulgação
SERVIÇO DE QUALIDADE
Ao fazer um balanço das ações do governo na área da saúde, o governador Beto Richa destacou a eficiência do serviço aeromédico para o atendimento à população. “Já temos bases em quatro regiões do Estado e, muito em breve, estaremos anunciando uma nova instalação nos Campos Gerais, para fechar todo o território paranaense”, disse Richa. “Não medimos esforços para levar cada vez mais serviços de qualidade aos paranaenses”, afirmou.
O governador lembrou que o serviço contribuiu para o Paraná subir posições no ranking nacional de transplantes de órgãos. “Antes das aeronaves entrarem em operação, éramos o quarto estado com o maior número de transplantes de órgãos. Atualmente somos o segundo.”
Em cinco meses de atividades, o serviço aeromédico implantado pelo Governo do Estado na região Noroeste do Paraná já fez 181 atendimentos, entre resgate de pessoas e transporte de pacientes em estado grave. Foto: Divulgação
MENOS TRAUMA
O diretor de Políticas de Urgências e Emergência da Secretaria Estadual da Saúde, Vinicius Filipak, explica que o helicóptero tem capacidade de estar rapidamente no local onde está o paciente e leva-lo para o hospital mais próximo. “O tempo de atendimento é muito menor. Um trajeto de 100 quilômetros percorrido com ambulância poderia levar mais de 2 horas. Com a aeronave o tempo é de apenas 50 minutos”, disse.
Filipak lembra, também, que quanto antes ocorra o atendimento da vitima, menores são os traumas, garantindo um tempo de internamento mais rápido nos hospitais. “Quanto mais rápido o paciente receber o atendimento, melhor a recuperação, fazendo com que a vítima retorne em pouco tempo ao ambiente familiar e social, gerando menos sofrimento para todos”.
Em cinco meses de atividades, o serviço aeromédico implantado pelo Governo do Estado na região Noroeste do Paraná já fez 181 atendimentos, entre resgate de pessoas e transporte de pacientes em estado grave. Foto: Divulgação
RESGATE
Até mesmo aqueles profissionais que estão acostumados a salvar vidas já tiveram de contar com o resgate aeromédico para garantir a própria sobrevivência. No dia 26 de abril deste ano, o médico Jeová Moscardi da Silva, 30 anos, dirigia por volta das 07h30 pela Estrada Boiadeira (PR 487), em Cruzeiro do Oeste, quando o veículo passou por um trecho de pista molhada, sofreu aquaplangem e catopou.
Imediatamente após o acidente, Jeová conseguiu sair do automóvel e entrou em contato com a equipe de resgate informando sua localização. Mas chovia e não foi possível enviar uma aeronave de imediato. Uma ambulância do Samu foi encaminhada ao local para s primeiros procedimentos.
No caminho até o hospital o tempo melhorou e, enquanto a ambulância se dirigia até um pronto socorro da região, o helicóptero pode, enfim, interceptar o veículo e transferir o motorista para um local com maior estrutura em Maringá. “Essa transferência foi essencial para salvar a minha vida. Graças ao resgate aeromédico, consegui ser encaminhado rapidamente para um hospital com uma estrutura mais adequada”, garante. Após 10 dias internado no Hospital Santa Rita, o médico recebeu alta e se recupera em casa.
SUPORTE
As bases de Curitiba, Cascavel, Londrina e Maringá já operam com quatro helicópteros exclusivamente para o serviço médico. Eles têm autonomia de voo de 250 quilômetros, a partir da base. O avião UTI, que atende a todo o Paraná, possui todos os equipamentos necessários para dar suporte a pacientes em situação crítica.
Paraná – Um grave acidente foi registrado na BR-487, estrada Boiadeira, na manhã de quarta-feira (26), no trecho entre Cruzeiro do Oeste e Tuneiras do Oeste. A vítima é médico do Samu Noroeste que atende na base de Campo Mourão e também no Samu Maringá.
O capotamento do veículo VW Gol aconteceu perto de Tuneiras, por volta das 8h00. O acidente pode ter sido causado pela pista molhada pela chuva. A Defesa Civil e a equipe do Samu de Cruzeiro do Oeste foram acionados para prestar os primeiros atendimentos. A vítima foi ejetada do carro, que ficou bastante danificado.
De acordo com o coordenador médico do Samu Noroeste, Alain Barros Corrêa, como os capotamentos geralmente são acidentes mais graves, principalmente em casos quando a vítima é ejetada, além da unidade de suporte básico da Samu de Cruzeiro, foi acionado o suporte avançado de Umuarama.
Além disso, foi solicitada a presença do helicóptero do Samu de Maringá, que conseguiu pousar na pista da rodovia, ao lado do ponto do acidente.
O helicóptero do Samu de Maringá foi acionado para transportar a vítima até o hospital
O coordenador explica que a vítima estava consciente e conseguiu voltar para o carro, para aguardar atendimento. Havia suspeita de fraturas no ombro e cotovelo e trauma no crânio. O suporte avançado estabilizou o motorista e o helicóptero o levou até Maringá, por haver disponibilidade de leito.
Corrêa destacou a importante integração entre as centrais de regulação de Umuarama e Maringá e entre a coordenação local e o diretor de Urgências e Emergências de Maringá, Maurício Lemos.
Fonte: Defesa Civil Cruzeiro do Oeste e O Bem Dito.