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NÁDIA TEBICHERANE

No início, tem a mão do pai. Essa mão que nos transfere super poderes e que quando segura a nossa, nos tornamos invencíveis.

Também tem o colo da mãe. Bem, esse nos livra de todos os males da Terra e isso inclui todas as criaturas que habitam o meio da noite.

Aí tem a casa. A casa é o QG. Lá dentro estamos salvos. Não precisa ser grande e nem bonita. Basta ter portas, janelas, cama, brinquedos e comida.

Essas sensações de segurança ou a falta delas irão nos acompanhar pela vida a fora. E vão interferir nas nossas relações com as pessoas e o mundo.

E vamos construindo os nossos pontos de segurança. Aqueles lugares e pessoas com quem e onde podemos relaxar, sermos nós mesmos, falar de medos, vitórias, erros…

Há quem não tenha esse lugar ou essa pessoa… Daí ou monta uma fortaleza dentro de si e lá se abriga ou fica vulnerável, se perde, enfraquece…

A mensagem aqui é: construa, ou seja, pelo menos por um dia, o porto seguro de alguém. Às vezes, nossas atitudes, nosso olhar, emprestam confiança, cuidado e sentido ao dia ou a semana de alguém.

Às vezes, é aquela palavrinha que ela levou toda a infância ou adolescência pra ouvir e não aconteceu.

Aquela mão, aquele colo…Enfim, significar algo para alguém…

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