- Anúncio -
Início Tags Helicopter Emergency Medical Services

Helicopter Emergency Medical Services

Com o novo kit aeromédico da Bucher, Airbus H135 pode ser convertido para operação de resgate em 30 minutos

A empresa Bucher Leichtbau anunciou que seu novo equipamento de transporte aeromédico H135 AC67 flex foi certificado pela EASA (Agência Europeia para a Segurança da Aviação) para todas as variantes do helicóptero Airbus H135. Agora, clientes como polícias, bombeiros, empresas de transporte ou operadores militares terão a oportunidade de converter seu helicóptero H135 em um helicóptero de resgate totalmente funcional em cerca de 30 minutos.

O equipamento AC67 já é amplamente usado, porém sua atualização para uma versão mais versátil, ampliou sua aplicabilidade para missões primárias, secundárias e missões de desastres com maca dupla. Antes dessa nova versão, apenas operadores aeromédicos dedicados puderam se beneficiar desses kits HEMS (Helicopter Emergency Medical Services)

O curto tempo de instalação de cerca de 30 minutos foi possível graças a um sistema de liberação rápida. O kit HEMS pode ser instalado e removido de forma rápida e segura sem ferramentas e com apenas alguns movimentos manuais. Isso significa que o helicóptero estará sempre disponível para uso multimissão.

Beat Burlet, CEO do Bucher Group, comentou sobre esta certificação: “Mais e mais operadores de helicópteros querem ser capazes de usar seus helicópteros 24 horas por dia. Com o nosso equipamento, atendemos exatamente esta necessidade e tornamos possível equipar o helicóptero para as operações HEMS em minutos através do sistema de instalação e remoção rápido e flexível. Com a aprovação bem-sucedida de nosso equipamento flex AC67, agora podemos entregar os primeiros kits este ano.”

A empresa possui divisões de produtos e serviços em Catering, Cabine, Sistemas Médicos de Emergência (EMS) e Automotivo. As soluções e produtos da Bucher são usados ​​em aeronaves da Airbus, Boeing, Pilatus e operadores aeromédicos como DRF, ADAC, Babcock e Yorkshire Air Ambulance.

Para obter mais informações sobre o equipamento H135 AC67 flex visite o site da empresa.

YouTube player

Um retrato do serviço aeromédico realizado no Chile

Chile – A operadora Eliance é uma empresa aérea espanhola e está presente no Chile, Espanha, Itália e Argentina. Além de suas operações HEMS (Helicopter Emergency Medical Services), a empresa desempenha funções que vão desde missões de busca e salvamento, combate a incêndio, transporte de passageiros, de carga, inspeção de linhas elétricas e de gás e fotografia aérea.

No total possui 76 base operacionais, 5 centros de manutenção e 88 aeronaves. No chile, a operadora possui 8 bases e 11 aeronaves. Além dos aviões, a frota global da Eliance possui helicópteros Airbus H145, H135, H130, AS355 e AS350. No Chile, a empresa iniciou os serviços aeromédicos há quase dois anos e em julho de 2020 venceu licitação realizada pelo Serviço de Saúde de Reloncaví, Puerto Montt, Los Lagos. A operadora emprega um helicóptero bimotor AS355N.

A diretora médica da operadora Eliance do Chile, Dra. Karina Flores Rojas, faz alguns de seus trabalhos mais importantes a centenas de metros do solo e ela não faria de outra maneira. “Posso dizer sem exagero que adoro o meu trabalho”, disse Flores Rojas, que começou a participar das operações de HEMS enquanto trabalhava no Centro de Medicina Aeroespacial da Força Aérea Chilena (FACh), onde ingressou depois de se formar como médica.

A diretora médica da operadora Eliance do Chile, Dra. Karina Flores Rojas.

Flores Rojas trabalhou em diferentes funções com vários prestadores de serviços HEMS desde 2017, incluindo seu tempo como Chefe de Medicina da Aviação da Diretoria Geral de Aviação Civil (DGAC) do Chile, onde se concentrou no estabelecimento de regras e procedimentos para ambulâncias aéreas locais.

“Complementar a assistência médica de urgência com a medicina aeroespacial e salvar a vida das pessoas graças à rápida resposta dos recursos aéreos é algo que você não consegue em outros empregos”, explicou Flores Rojas. “Cada voo é um novo desafio.”

Para estar pronto para qualquer situação que possa surgir, Flores Rojas destacou a importância da preparação e visão de futuro, principalmente no que diz respeito ao plano de tratamento do paciente, que deve ser estabelecido antes do embarque na aeronave.

De acordo com Flores Rojas, também é importante que os tripulantes, incluindo a equipe de saúde, trabalhem juntos com um único objetivo: salvar vidas sem colocar em risco as operações aéreas.

“Como diretora médica, considero essencial que as equipes de saúde tenham um domínio da aerodinâmica básica da aeronave e da segurança operacional, e os pilotos também devem ter uma compreensão do atendimento ao paciente e da medicina aeroespacial”, disse ela. “É a única maneira deles falarem a mesma língua para que cada um possa entender as tarefas que a outra pessoa tem que realizar.”

Por exemplo, um paciente pode estar sofrendo de insuficiência respiratória, o que pode ser ainda mais complicado se for submetido à hipóxia, o que significa que o piloto pode ter que permanecer em uma determinada altitude pelo resto do voo. É crucial que os pilotos entendam por que precisam voar mais baixo e informar o médico se isso for impossível. Dessa forma, a equipe de saúde pode avaliar se o transporte aéreo do paciente é de fato a melhor opção disponível.

“Também é fundamental que a tripulação médica entenda que os voos dependem das condições operacionais e meteorológicas e, em muitos casos, um voo pode ser impossível de ser realizado se as condições forem inseguras”, concluiu.

Como a operadora aeromédica HALO Aviation adaptou-se para enfrentar a atual pandemia na África do Sul

África do Sul – Com a pandemia de COVID-19, a África do Sul entrou em confinamento no dia 26 de março e a HALO Aviation, uma operadora aeromédica, com sede no país, foi a única a oferecer aeronaves configuradas para acomodar um módulo completo de isolamento de paciente (Patient Isolation Device – PID).

A HALO Aviation é uma operadora HEMS (Helicopter Emergency Medical Services), com sede em Joanesburgo, que fornece serviços aeromédicos aos sul-africanos por meio de vários departamentos de saúde do governo. Possui sete bases operacionais em todo o país com uma frota composta por helicópteros Bell 222SP, Bell 407, Bell LongRanger e quatro helicópteros BK117, da família do H145, além de um LearJet 55.

Suas missões diárias compreendem uma mistura de atendimentos de vítimas de trauma, especialmente em acidentes de trânsito; e transporte de pacientes, desde casos neonatais que requerem incubadoras e ventiladores até uma transferência completa de ECMO (oxigenação por membrana extracorpórea).

Após mais de 10 anos de operações e mais de 5.000 missões aeromédicas, a pandemia chegou ao país e mudou a vida diária. Mas enquanto muitos operadores decidiram que o risco era alto demais para transportar possíveis pacientes com COVID-19, a HALO adaptou seus procedimentos, equipamentos e comportamentos para garantir a proteção de suas equipes e, ao mesmo tempo, garantir a mesma qualidade do serviço aeromédico ao público.

Em primeiro lugar, a HALO incorporou um “procedimento de triagem e lista de verificação COVID-19” usado em todos os voos, que facilitou a análise e verificação de qual ação a ser tomada para cada transporte.

Uma “cortina” foi inserida na aeronave para proteger os pilotos da cabine, e todos os membros da tripulação começaram a usar equipamentos de proteção individual para o caso de terem que transportar um possível paciente com COVID-19. Além disso, a aeronave e todo o equipamento serem esterilizados após cada missão.

Desde o início do confinamento até hoje, já realizaram 60 missões, o que representa uma redução acentuada em relação aos casos normais. Segundo a operadora, o motivo dessa diminuição refere-se basicamente à restrição de vendas de bebida alcoólica, limitando o número de casos de acidentes relacionados à direção sob a influência de álcool, além da diminuição de pessoas e veículos nas estradas.

Inicialmente, vários hospitais relutavam ou não podiam encaminhar casos do COVID-19. No entanto, o fato de a HALO estar usando a capsula de isolamento IsoArk (equipada com seu próprio sistema de filtragem por pressão negativa) proporcionou um maior nível de conforto.

A capsula de isolamento IsoArk, que tem um desempenho do filtro de 99,9995%, fornece sete aberturas de acesso e é adaptada para uso nos helicópteros H145, H155 e família Super Puma.

Mas além da intensidade das missões durante esse período de pandemia, Ryan Horsman, CEO da HALO Aviation, reconhece que, como muitos outros operadores de helicóptero, esses meses fizeram as coisas parecerem diferentes para ele e sua equipe:

“A crise do COVID-19 exigiu que toda a população mundial revise a maneira como fazemos as coisas. Com cada indivíduo tendo que se aplicar completamente à missão, a crise do COVID-19 traz consigo uma série de questões que incluem preocupações financeiras, continuidade do emprego e dificuldades pessoais. Portanto, mais do que nunca, embora reconheçamos a importância do distanciamento social, a coesão da equipe também é fundamental! Tenho uma firme convicção e posso afirmar com orgulho que a equipe da HALO é composta de super-heróis absolutos que se esforçam para garantir um resultado positivo para o paciente. Do pessoal administrativo, aos despachantes, pilotos, paramédicos e médicos – o único objetivo é fazer a diferença.”

AP3 Luftrettung realizou primeiro resgate noturno com uso do guincho de dois alpinistas na Alemanha

Alemanha – Pela primeira vez, o helicóptero de resgate EC135 “Christoph Liechtenstein operado pela AP3-Luftrettung (DRF Luftrettung), que entrou em serviço em dezembro de 2018, realizou uma operação noturna com guincho para resgatar duas pessoas.​

No dia 06 de janeiro, dois alpinistas pararam de andar na face norte do Rubihorn, uma montanha da Baviera, Alemanha, com elevação 1.975 metros (6.480 pés). Como já havia escurecido, o helicóptero “Christoph Liechtenstein“, que estava de prontidão, foi acionado.

Em colaboração com o Bergstacht Oberstdorf, serviço de resgate de montanha na Baviera, a tripulação do helicóptero conseguiu resgatar as duas pessoas ilesas e voar para o vale. “Com esse esforço, a tripulação do “Christoph Lichtenstein” está demonstrando sua competência em salvamento rápido e seguro à noite”, divulgou em nota.

Cooperação entre: Christoph Liechtenstein e Bergwacht Obertdorf. Foto: Bergwacht Obertdorf.

O resgate aéreo AP3, baseado no heliporto em Balzers, Liechtensteinem, é uma parte importante do atendimento de emergência na Suíça e em Liechtenstein, principado localizado entre a Áustria e a Suíça.

Mais de 400 missões foram realizadas no primeiro ano de operação (Dez18 a Dez19). Quatro em cada cinco operações foram voos de resgate, as chamadas operações primárias, que ocorrem sempre quando há “perigo à vida”. 90% das operações da AP3 foram realizados durante o dia. Até agora, cerca de 40 operações aconteceram entre as 22h e as 6h, o que corresponde a um voo noturno por semana.

A AP3 Air Rescue também realiza durante o dia operações HEMS (Helicopter Emergency Medical Services). No primeiro ano de operação, o serviço conseguiu estabelecer uma cooperação bem-sucedida com os serviços de emergência e a polícia, além de obter uma resposta muito positiva da população do principado.

Receba notícias por e-mail

Receba por e-mail novidades do

RESGATE AEROMÉDICO

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Não compartilhamos seus dados com terceiros.

OBRIGADO

por se inscrever !

 

Você recerá um e-mail para confirmar sua inscrição.

Logotipo Resgate Aeromédico
Resumo das Políticas

Este site usa cookies para que possamos oferecer a melhor experiência de usuário possível. As informações dos cookies são armazenadas em seu navegador e executam funções como reconhecê-lo quando você retorna ao nosso site e ajudar nossa equipe a entender quais seções do site você considera mais interessantes e úteis.