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NASA anunciou que fará a primeira evacuação médica da história da Estação Espacial Internacional

A NASA está trazendo a SpaceX Crew-11 de volta à Terra vinda da Estação Espacial Internacional (ISS) um mês antes do previsto devido a uma situação médica envolvendo um de seus quatro tripulantes. O evento marca a primeira evacuação médica da ISS em seus 25 anos de operação.

A agência espacial não divulgou o nome nem a condição específica de saúde do astronauta por questões de privacidade. O problema médico ocorreu na quarta-feira (07), e o indivíduo agora está estável, segundo as autoridades.

Embora essa tenha sido uma “condição médica grave”, o retorno antecipado não constitui uma “desorbitação de emergência”, disse ontem o administrador da NASA, Jared Isaacman, durante uma coletiva de imprensa. Mas “a capacidade de diagnosticar e tratar o astronauta adequadamente não está presente na Estação Espacial Internacional.”

James Polk, diretor de saúde e médico da NASA, concordou. “O incidente médico foi suficiente para que ficássemos preocupados com o astronauta” e quisemos realizar alguns exames médicos, disse ele durante a coletiva de imprensa. “A melhor forma de completar isso será na Terra”, onde o paciente terá acesso a mais ferramentas de saúde.

Polk disse que esta será a primeira evacuação médica da NASA da estação espacial, embora astronautas tenham sido tratados a bordo por coisas como dores de dente e dor de ouvido. A ISS possui equipamentos médicos básicos, suprimentos e sistemas de comunicação que permitem que médicos na Terra conversem em particular com astronautas no espaço, avaliem sua condição e orientem o tratamento, de forma semelhante a uma consulta segura por vídeo ou telefone com um clínico geral.

A tripulação 11 é composta por quatro tripulantes: os astronautas da NASA Zena Cardman e Mike Fincke, o astronauta da Agência Japonesa de Exploração Aeroespacial (JAXA) Kimiya Yui e o cosmonauta da Agência Espacial Federal Russa (Roscosmos) Oleg Platonov. Eles foram lançados do Centro Espacial Kennedy da NASA a bordo da espaçonave Dragon da SpaceX em 1º de agosto de 2025 e chegaram à ISS no dia seguinte.

Isaacman acrescentou que a NASA e seus parceiros estão considerando antecipar a data de lançamento da SpaceX Crew-12, que está atualmente planejada para meados de fevereiro. Entre a saída da Crew-11 e a chegada do próximo grupo da SpaceX, o astronauta da NASA Chris Williams será o único americano residente na estação. Ele ficará lá com dois cosmonautas da Roscosmos, que chegaram com ele ao orbitador no final de novembro.

Assim, a tripulação restante terá de “reduzir alguns dos trabalhos mais experimentais e focar apenas na limpeza e na manutenção da estação, aguardando a restauração completa da tripulação.” A NASA prevê tirar a estação espacial da órbita até o final de 2030 ou início de 2031. Os planos previam uma reentrada segura sobre o oceano.

Crédito da imagem: SpaceX
Crédito da imagem: SpaceX

Helicópteros Airbus H135 Helionix adquiridos pela NASA também possuem configuração aeromédica

EUA – A Airbus entregou recentemente dois novos helicópteros H135 Helionix para a NASA (National Aeronautics and Space Administration). Eles foram fabricados nas instalações da Airbus Helicopters, Inc. em Columbus, Mississippi. Essas aeronaves, junto com uma terceira programada para entrega no início do próximo ano, serão baseadas no Kennedy Space Center da NASA na Flórida.

Dentre as operações que a aeronave poderá ser empregada está o serviço médico de emergência (EMS). Os dois H135 possuem kits aeromédicos certificados e foram fornecidos pela Metro Aviation. Segundo a Airbus, a conversão para uma ambulância aérea leva cerca de 5 minutos e só é feita no caso de acidente com uma espaçonave ou em cenários com múltiplas vítimas.

Em 2019, a Metro Aviation se tornou a primeira com STC aeromédico (Supplemental Type Certificate) para o H135 Helionix da Airbus. O STC permite que as ambulância aéreas transportem pacientes em cuidados críticos com segurança e eficiência. Recursos como portas concha e sistemas de embarque tipo ambulância tornam isso possível.

Apesar de possuir a versão aeromédica, essas aeronaves serão empregadas principalmente nas missões de segurança aérea em lançamentos de foguetes, pesquisa e transporte de passageiros. Em outubro, um dos H135 levará os membros do Crew Dragon da SpaceX até a histórica plataforma de lançamento em 39A, de onde partirá para uma expedição de seis meses à ISS.

Os helicópteros também apoiarão os esforços para preparar e executar Artemis, uma expedição planejada para pousar a primeira mulher e o próximo homem na lua até 2024. Os helicópteros foram adquiridos por meio do acordo da Administração de Serviços Gerais do Governo dos Estados Unidos com a Davenport Aviation.

A NASA também assinou contrato de suporte de US$ 15 milhões por até 10 anos, no qual a Airbus dará suporte total à frota H135 da NASA, incluindo operações de manutenção e voo com dois pilotos, dois mecânicos e um gerente de programa no local no Kennedy Space Center.

Nasa derruba helicóptero para estudar segurança de voo – assista ao vídeo

A agência espacial americana (Nasa) derrubou nesta quarta-feira (28) um antigo helicóptero da Marinha, com 13,7 metros de comprimento, para estudar a segurança de suas aeronaves. O teste foi feito no Centro de Pesquisa Langley, na cidade de Hampton, Virgínia, em parceria com a Marinha, o Exército, a Administração Federal de Aviação (FAA) dos EUA e a empresa privada Conax Florida Corporation.

Helicóptero colide contra o chão para avaliar segurança Foto: Nasa Langley Research Center/Reprodução.

Ao colidir o helicóptero contra o chão, após ser preso por cabos e cair de uma altura de 9 metros, a 48 km/h, o objetivo dos engenheiros da Nasa é produzir novos veículos cada vez mais seguros, eficientes, leves, silenciosos, ecológicos e capazes de transportar uma maior quantidade de passageiros e cargas.

O espaço onde a aeronave caiu é chamado de LandIR, tem 122 metros de comprimento por 73 metros de altura, e é usado há quase 50 anos. Foi nesse mesmo lugar onde o astronauta Neil Armstrong e seus colegas da missão Apollo 11 ensaiaram o pouso na Lua, o que ocorreu em 20 de julho de 1969.

Veja o vídeo a partir do minuto 13:33.

Desde então, o local se tornou uma instalação para testes de colisões, na qual os engenheiros da Nasa simulam acidentes aéreos. Recentemente, a área também ganhou uma grande piscina, onde se fazem testes com a cápsula espacial Orion, que vai substituir a antiga geração de ônibus espaciais e deverá aterrissar na água ao voltar para a Terra.

Para o teste desta quarta, a fuselagem do helicóptero foi toda equipada com computadores de bordo, instrumentos para medir aceleração e quase 40 câmeras para gravar a “reação” de 13 bonecos – amarrados no interior da aeronave – antes, durante e após o impacto.

Do lado de fora, foram montadas câmeras para capturar outras imagens da queda. E a aeronave foi pintada de branco com bolinhas pretas, em que cada ponto representa um conjunto diferente de dados.

Essas câmeras internas e externas são de alta velocidade, pois conseguem registrar até 500 imagens por segundo, o que permite que os cientistas vejam exatamente como a fuselagem se dobrou, rachou e entrou em colapso com a colisão – à qual seria possível sobreviver, segundo os pesquisadores.

Treze bonecos foram dispostos no interior da aeronave para análise do impacto Foto: Nasa Langley/David C. Bowman.

Além disso, foi instalado o sensor de movimento Kinect, do videogame Xbox, da Microsoft, como um instrumento adicional para rastrear as ações dos bonecos.

Em 2014, a Nasa prevê um novo teste de colisão de um helicóptero semelhante, com uma tecnologia ainda maior.

Fonte: Aviation News

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