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GOA do CBMBA realiza resgate aeromédico de vítima de AVC após treinamento com SAMU de Vera Cruz

Bahia – O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) demonstrou, na prática, a eficácia dos protocolos de transporte aeromédico que vêm sendo reforçados em treinamentos com equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) de Vera Cruz, na Ilha de Itaparica.

O GOA conduziu um treinamento com 20 profissionais do SAMU de Vera Cruz, com ênfase em transporte aeromédico. A capacitação abordou tópicos essenciais como embarque e desembarque, uso adequado de equipamentos e conduta da equipe durante voos operacionais, além de simulações de atendimento com vítimas imobilizadas, reforçando a importância dos protocolos de segurança operacional.

Segundo os instrutores do GOA, o treinamento em solo, realizado com a aeronave parada, permite que os profissionais conheçam detalhadamente as áreas de risco, os procedimentos corretos de aproximação e a dinâmica de entrada e saída da aeronave — elementos que são cruciais para reduzir o tempo de resposta em emergências reais.

No dia seguinte ao treinamento, o helicóptero Fênix 01 foi acionado para uma missão de emergência envolvendo uma idosa de 72 anos vítima de Acidente Vascular Cerebral (AVC). O helicóptero decolou da Vila Militar do Bonfim e pousou em uma faixa de areia na Ilha de Maré, onde a equipe aeromédica embarcou a paciente e transportou-a com agilidade e segurança até a base do GOA.

Após o resgate, a idosa foi encaminhada ao Hospital Santo Antônio, referência no atendimento a casos de AVC. Esse ciclo de capacitação e sua aplicação contribui diretamente para aprimorar a qualidade do atendimento aeromédico no estado, consolidando a atuação integrada entre forças de segurança e saúde no resgate de vidas e reforçando a importância de preparo técnico contínuo para situações críticas.

GOA realiza resgate aeromédico de vítima de AVC após treinamento com SAMU de Vera Cruz. Foto: Divulgação

Departamento Estadual de Aviação de Alagoas é autorizado pela ANAC para formar seus próprios pilotos

Alagoas – O Departamento Estadual de Aviação de Alagoas (DEA) está oficialmente homologado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para formar seus próprios pilotos. A certificação segue o Regulamento Brasileiro da Aviação Civil (RBAC) 141 e assegura que os cursos do órgão atendem aos padrões exigidos para operações civis e policiais.

O avanço ocorre em um momento de retração nacional. Desde 2016, ao menos 16 escolas e aeroclubes encerraram atividades, contribuindo para que o país chegasse a 2025 com apenas 87 aeroclubes em funcionamento. O fechamento dessas estruturas aumenta custos, reduz a oferta de treinamento e dificulta o acesso à formação de novos pilotos.

De acordo com o diretor-presidente do DEA, coronel André Madeiro, a formação interna representa um passo decisivo para a autonomia do Estado em um cenário nacional desfavorável. “Os custos com deslocamentos, hospedagem e passagens representam uma fatia relevante dos investimentos quando dependemos de instituições externas. Ao reduzir essas despesas e eliminar a necessidade de licitações recorrentes, o DEA ganha eficiência e evita atrasos comuns em modelos terceirizados”, explicou o coronel André.

DEA de Alagoas é homologado pela Anac e passa a formar seus próprios pilotos. Foto: Divulgação

A estratégia interna também acelera o tempo de preparo dos pilotos. Enquanto cursos civis podem durar de 12 a 18 meses, programas integrados às rotinas operacionais reduzem esse prazo e colocam profissionais em atividade mais rapidamente. O modelo evita afastamentos prolongados de militares, mantendo o efetivo disponível para missões de resgate, patrulhamento aéreo e apoio à saúde.

“A estrutura do DEA passa a ser utilizada de forma integral. Frota, simuladores e instalações operacionais servem tanto ao treinamento quanto às operações diárias”, reforça o diretor-técnico de Operações, tenente-coronel, Maikel Araújo. Segundo ele, o formato segue referências de centros policiais homologados no país e garante padronização doutrinária, controle direto de qualidade e retenção de conhecimento técnico dentro do Estado.

Ainda segundo o coronel André Madeiro, a formação com a doutrina e os cenários específicos de Alagoas amplia a segurança e a eficiência das operações aéreas. “Preparar pilotos alinhados à realidade local fortalece o serviço prestado à população e assegura que o Estado tenha profissionais aptos a atuar nas missões mais complexas”.

A projeção de economia em longo prazo reforça a sustentabilidade da iniciativa. Ao formar turmas próprias e realizar reciclagens internas, o DEA reduz gastos recorrentes e amplia sua capacidade de planejamento. A flexibilidade de calendário também fortalece o ritmo operacional do órgão, permitindo ajustar módulos e treinamentos conforme a demanda.

Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo

Amapá – O Governo do Amapá anunciou a aquisição de um helicóptero multimissão modelo H130, que passará a integrar a frota do Grupamento Tático Aéreo (GTA). A nova aeronave, reconhecida por sua tecnologia moderna, maior capacidade interna e versatilidade operacional, reforçará as ações de segurança pública, saúde e proteção ambiental em todo o estado.

Com entrega prevista para o primeiro semestre de 2026, o investimento representa um salto qualitativo para as operações aéreas estaduais, ampliando a capacidade de resposta em situações emergenciais e operações integradas.

Governo do Amapá adquire helicóptero H130 para reforçar operações do Grupamento Tático Aéreo. Foto: Divulgação

“Passaremos a ter mais uma aeronave, com maior capacidade de tripulantes. Isso significa ampliar resgates, atendimentos de saúde e operações policiais, fortalecendo nossa presença em todo o estado”, frisou Cézar Vieira, secretário de Segurança Pública.

O H130 é projetado para desempenhar diversas atividades estratégicas, incluindo atendimento aeromédico, transporte de órgãos, operações policiais, combate a incêndios, monitoramento de áreas de risco ambiental, como focos de desmatamento e garimpo ilegal, além de transporte de tropas para intervenções em locais de difícil acesso.

Com o objetivo de dar celeridade ao cumprimento dos termos contratuais e promover a troca de experiências técnicas, a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) enviou pilotos e mecânicos de aeronaves do GTA para visitas técnicas à Superintendência de Operações Aéreas da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro (SOAer) e à Helibras, fabricante da aeronave.

“A SOAer opera modelo semelhante ao adquirido pelo Governo do Amapá, especialmente em missões de transporte aeromédico, tornando a visita essencial para observação de boas práticas e rotinas operacionais. Já a visita à Helibras permitiu avançar na definição de parâmetros de montagem de equipamentos especiais, além de tratar sobre treinamento de pilotos e mecânicos, configuração final da aeronave e demais aspectos técnicos”, explicou Vieira.

2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 10 anos de atuação em Blumenau, SC

Santa Catarina – Nesta segunda-feira (06), a 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), sediada em Blumenau, comemorou 10 anos de atuação. Criada oficialmente em 5 de outubro de 2015, a 2ª do BOA se consolidou como uma das mais importantes estruturas de atendimento de emergência do Estado, garantindo rapidez e eficiência no salvamento de vidas.

A data marca também o fortalecimento da parceria entre o CBMSC e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Estado da Saúde, que juntos compõem a equipe multiprofissional do Arcanjo 03, aeronave responsável pelos atendimentos aéreos na região do Vale do Itajaí.

Ao longo desses 10 anos, o Arcanjo 03 tem desempenhado um papel essencial em ocorrências de alta complexidade, como acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, buscas e resgates em locais de difícil acesso, além de transportes aeromédicos e de órgãos. No período foram contabilizadas mais de 4 mil missões.

Com tempo de resposta reduzido e tripulações altamente capacitadas, o serviço aéreo representa um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar e na capacidade operacional do Estado.

Segundo o comandante do BOA, tenente-coronel Hugo Manfrin Dallossi, o trabalho em Blumenau é motivo de orgulho e traduz o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina com a excelência e a inovação no atendimento à população.

“Esses números mostram o impacto positivo do serviço aeromédico na preservação de vidas, operando sempre em conjunto com o SAMU, e mostram o quão importante é para os atendimentos, seja de traumas, afogamentos, emergências médicas, remoções hospitalares, transferências entre hospitais, combate a incêndios, entre todas as outras operações que o batalhão executa”, destacou.

Desde sua criação, a base de Blumenau tem sido fundamental para a cobertura aérea do Vale do Itajaí e de regiões vizinhas, tornando possível o atendimento de centenas de ocorrências em locais onde o acesso terrestre seria inviável ou demoraria muito mais tempo.

Dados estatísticos nesse período

  • Número de missões – 4.603.
  • Horas voadas – 2.998,2.
  • Pessoas atendidas – 3.792.
  • Sangue total – 11 (10 traumas e 1 clínico).
  • Transporte de órgãos – 44 missões – 58 órgãos.

AutoFlight realiza primeira missão de transporte de carga para plataforma de petróleo com eVTOL de 2 toneladas

China – A AutoFlight, em parceria estratégica com a China National Offshore Oil Corporation (CNOOC) e a CITIC Offshore Helicopters, anunciou a conclusão bem-sucedida da primeira missão de transporte de carga em plataforma de petróleo offshore do mundo utilizando uma aeronave elétrica de 2 toneladas com decolagem e pouso vertical (eVTOL).

A aeronave CarryAll da AutoFlight, a primeira eVTOL de 2 toneladas do mundo a receber certificação abrangente, incluindo Certificado de Tipo, Certificado de Produção e Certificado de Aeronavegabilidade, executou uma missão de entrega de carga de precisão. A aeronave decolou de uma base de lançamento designada em Shenzhen, transportando suprimentos essenciais, incluindo produtos alimentícios frescos e medicamentos de emergência, completando um voo transoceânico de 58 minutos até a plataforma de petróleo Huizhou 19-3, localizada a 150 quilômetros da costa.

A demonstração bem-sucedida aborda restrições logísticas de longa data nas operações de energia offshore. O transporte marítimo tradicional de carga para as plataformas da CNOOC no Mar da China Meridional exige aproximadamente 10 horas por trânsito, gerando atrasos significativos para entregas de suprimentos críticos e cenários de resposta a emergências. Embora o transporte por helicóptero ofereça capacidades de implantação rápida, os custos operacionais permanecem altos para operações de carga de rotina.

“Este voo representa a convergência de tecnologia aeronáutica inovadora, expertise operacional comprovada e requisitos operacionais offshore reais”, disse Ren Yongyi, Gerente Adjunto do Departamento de Gestão de Crises e Suporte Operacional da CNOOC China Limited, filial de Shenzhen. “Demonstramos com sucesso uma estrutura abrangente de ‘desenvolvimento + operação + aplicação’ para implementação econômica em baixas altitudes.”

Especificações Técnicas e Desempenho

O V2000CG CarryAll incorpora a configuração Lift & Cruise, proporcionando um alcance típico de 200 quilômetros, velocidade máxima de 200 quilômetros por hora e capacidade de carga útil de 400 quilos. Operando no desafiador ambiente do Mar da China Meridional, caracterizado por condições de neblina, altos níveis de névoa salina e umidade, além de condições variáveis de vento forte, o CarryAll demonstrou com sucesso capacidades críticas de voo, incluindo operações verticais de precisão, desempenho estável de voo pairado e navegação transoceânica prolongada.

AutoFlight realiza primeira missão mundial de transporte de carga para plataforma de petróleo com eVTOL de 2 toneladas. Foto: Divulgação.

“Esses resultados comprovam tanto a viabilidade técnica quanto a confiabilidade operacional de plataformas eVTOL de larga escala para aplicações no setor de energia offshore”, explicou Kellen Xie, vice-presidente sênior da AutoFlight. O desempenho da aeronave em condições marítimas exigentes demonstra a maturidade da tecnologia de aviação elétrica para implantação comercial em ambientes operacionais complexos.

A CITIC Offshore Helicopters, sendo a maior operadora de helicópteros da Ásia, forneceu suporte operacional abrangente, alavancando mais de quatro décadas de experiência em aviação geral para coordenar a gestão do espaço aéreo e os protocolos de segurança. A missão utilizou a primeira torre de controle de tráfego aéreo digital da China, estabelecendo novos padrões para a integração de eVTOL na infraestrutura de aviação existente. Essa abordagem colaborativa garantiu uma execução perfeita, mantendo os mais altos padrões de segurança durante toda a operação.

Impacto na indústria e aplicações futuras

A missão bem-sucedida estabelece uma base para aplicações eVTOL expandidas em operações de energia offshore. Essas aplicações abrangem transporte eficiente de pessoal para rodízio de tripulação e evacuação médica de emergência, rápida implantação de componentes de alto valor e suprimentos de emergência, capacidades aprimoradas de monitoramento e manutenção por meio de inspeções de instalações e tempos de resposta acelerados para incidentes marítimos e situações de emergência.

A demonstração gerou insights valiosos para a exploração de novas aplicações de aeronaves na produção offshore de petróleo e gás. Com a expansão contínua da economia de baixa altitude e o avanço da maturação da tecnologia eVTOL, as soluções de aviação elétrica, especialmente o eVTOL, estão posicionadas para se tornarem alternativas inovadoras para operações em plataformas offshore, melhorando significativamente a eficiência operacional e os padrões de segurança.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos de reativação, com 484 resgates e 600 horas de voo

Paraná – Polícia Rodoviária Federal (PRF) no Paraná comemorou, neste mês, dois anos desde a reativação do seu serviço aeromédico. Desde agosto de 2023, em parceria com o SAMU, as aeronaves têm atuado em resgates complexos, transporte rápido de pacientes e apoio a operações policiais e humanitárias, consolidando-se como um recurso essencial para a preservação de vidas.

Nesse período, foram registrados 484 resgates e remoções aeromédicas, com as aeronaves voando por centenas de horas e percorrendo milhares de quilômetros. A base de operações, instalada no hangar do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), em Curitiba, opera em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) e conta com equipe treinada e equipada para atender emergências em qualquer condição.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

As ocorrências atendidas nesses dois anos incluíram desde acidentes graves nas rodovias federais até missões de grande complexidade, como:

  • Setembro de 2023 – Resgate especializado de montanhista no Morro do Anhangava, em Quatro Barras (PR).
  • Maio de 2024 – Deslocamento ao Rio Grande do Sul para apoio nas enchentes, com 29 pessoas resgatadas em dois dias.
  • Setembro de 2024 – Salvamento de idoso paranaense vítima de acidente com embarcação no Pantanal, em ação conjunta com o Corpo de Bombeiros do MS.
  • Outubro de 2024 – Transporte aéreo de uma criança de três anos para transplante de rim em Curitiba, reduzindo o tempo de deslocamento para apenas 18 minutos.
  • Abril de 2025 – Inclusão do Babypod, cápsula de transporte neonatal, que ampliou a capacidade para atender recém-nascidos em estado crítico com mais segurança e agilidade.
  • 2024 e 2025 – Participação na Semana do Meio Ambiente, com lançamento aéreo de mais de 22 toneladas de sementes de espécies nativas ameaçadas, como araucária e palmeira-juçara, em áreas de preservação e comunidades rurais no Paraná, em parceria com órgãos ambientais, universidades e movimentos sociais.
Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

O serviço também prestou apoio em desastres e emergências, como as enchentes no Rio Grande do Sul e os incêndios no Pantanal em 2024. Nessas missões, foram efetuados resgates, transporte de alimentos e medicamentos, além de ações de combate a incêndios.

O ato de comemoração, realizado nesta quarta (13), contou com a presença do superintendente da PRF no Paraná, Fernando César Oliveira; do Chefe do Núcleo de Operações Aéreas (NOA) da PRF, Fabiano Nicolete; do representante do Cindacta II, Cel. Av. Marcelo; da secretária municipal de Saúde de Curitiba, Tatiane Filipak; do superintendente do Ministério da Saúde no Paraná, Luiz Armando Erthal; do presidente do sindicato da categoria, Sidnei Nunes; e do prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

O superintendente da PRF, Fernando Oliveira, destacou que foram 484 atendimentos em dois anos, 600 horas de voo e nenhum incidente, salvando muitas vidas. É uma parceria integrada que dá resultados diariamente, com um investimento de 30 milhões em uma aeronave nova e todos unidos pelo objetivo comum de salvar vidas.

“Atrás do uniforme tem uma equipe, que está pilotando a aeronave, cuidando de quem mais precisa, dando o primeiro atendimento e trazendo o familiar de volta para sua família. É esse trabalho rápido e eficiente que salva vidas e transforma histórias”, disse o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

Serviço aeromédico da PRF no Paraná completa dois anos com 484 resgates e 600 horas de voo. Foto: Divulgação

Uma das pessoas salvas, Cristiane, comentou: “Emoção, muita emoção, porque eu poderia não estar aqui. Foi um acidente horrível, mas um resgate incrível, em que me senti cuidada e segura. Ter esse cuidado salva tanto a vida quanto o nosso psicológico.”

No domingo de Páscoa, em 20 de abril de 2025, ela sofreu uma queda de cavalo em Tijucas do Sul, resultando em múltiplas fraturas e trauma facial grave. O helicóptero da PRF foi rapidamente acionado e, em apenas 14 minutos, chegou ao local, onde a equipe, em colaboração com o SAMU, estabilizou a vítima. Ela foi retirada de uma área de difícil acesso e, em menos de 10 minutos, transportada ao Hospital Cajuru.

Sérgio, resgatado no pantanal do Mato Grosso do Sul, disse que foi uma emoção rever a equipe. “Se estou aqui, devo muito a eles — pela rapidez, pelo carinho com que me atenderam e pela forma como conversaram comigo”, enfatizou.

Em 3 de setembro de 2024, uma equipe da PRF do Paraná estava atuando nos incêndios no pantanal e, em colaboração com o Corpo de Bombeiros do Mato Grosso do Sul, realizou uma operação aeromédica para salvar o empresário paranaense de 70 anos após um grave acidente no Pantanal. Sr. Sérgio sofreu cortes profundos na axila e no rosto devido ao impacto contra a hélice de uma embarcação que colidiu com uma formação rochosa no rio. Após os primeiros atendimentos no local, ele foi transportado com urgência para um hospital, onde recebeu cuidados médicos essenciais.

O helicóptero Koala AW119, de fabricação italiana, adquirido pela PRF por R$ 30 milhões, comporta até oito pessoas e está equipado com tecnologia avançada para missões de resgate, transporte aeromédico e apoio a operações especiais. A integração com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e outros órgãos de segurança e saúde tem potencializado a resposta rápida, especialmente em locais de difícil acesso ou onde cada minuto é determinante para salvar vidas.

Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico a partir de outubro de 2025

São Paulo – Sorocaba e região passarão a contar com o serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM). O anúncio foi realizado pelo Governo de São Paulo nesta sexta-feira (15), durante solenidade de inauguração do 55º Batalhão da Polícia Militar do Interior.

Para o resgate aeromédico, que terá início na primeira quinzena de outubro, o Hospital Regional de Sorocaba será a unidade de referência, escolhido pela estrutura hospitalar, existência de heliponto e localização estratégica às margens da Rodovia Raposo Tavares.

A iniciativa tem como finalidade ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência e garantir o atendimento rápido a pacientes em estado crítico na região sudoeste do estado com o transporte dos helicópteros da PM. O serviço cobrirá um raio de aproximadamente 20 minutos de voo, equivalente a cerca de 60 quilômetros, podendo ser ampliado conforme a gravidade da ocorrência, especialmente em locais de difícil acesso ou sem suporte avançado.

A assistência é destinada a vítimas de politraumatismos e outras situações graves, como acidentes de trânsito, afogamentos, quedas, acidentes de trabalho e ocorrências com múltiplas vítimas.

O serviço integra o Projeto Resgate, que funciona no estado de São Paulo desde 1989. No período, mais de 14 mil pessoas foram resgatadas com apoio dos helicópteros Águia, além do transporte de mais de 900 órgãos para transplante. O CAVPM possui 11 Bases de Aviação distribuídas no estado e atualmente, o serviço aeromédico é realizado em três: capital paulista, São José dos Campos e Campinas. Sorocaba será a quarta base a receber o serviço.

Região de Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da PM a partir de outubro. Foto: Governo do Estado de São Paulo

“A prioridade é prestar socorro imediato em casos de risco iminente de morte ou de perda de funcionalidade, reduzindo o tempo de chegada ao atendimento especializado e aumentando as chances de recuperação”, explicou a capitão Natália Giovanini, do CAvPM.

A equipe a bordo é formada por médicos e enfermeiros especializados em suporte avançado de vida, treinados dentro das normas de segurança de voo operacional. A aeronave é equipada com monitor e desfibrilador com oximetria, capnografia e pressão arterial não invasiva, ventilador mecânico microprocessado, aspirador, bombas de infusão e medicamentos específicos para sedação e analgesia.

Também contará com materiais para procedimentos de emergência, como drenagem torácica, acesso à via aérea invasiva e partos complicados. Essa estrutura permite a estabilização das vítimas ainda durante o deslocamento, garantindo o socorro até a unidade hospitalar com melhores condições de tratamento.

Águia da PM de SP e GRAU. Foto: Johnny De Chiara.

Fênix 2 do CBMBA realiza dois transportes aeromédicos no mesmo dia na região metropolitana de Salvador

Bahia – O helicóptero Fênix 2 do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMBA) realizou dois transportes aeromédicos no dia 28 de junho. O primeiro, o resgate de uma vítima de afogamento na barra, em Salvador. A pessoa já tinha sido retirada da água por um guarda-vidas do 13º BBM/Bmar, constatado grau 2 de afogamento.

Logo após o pouso do helicóptero e desembarque dos operadores aerotáticos, foram checados os sinais vitais, realizada a suplementação de oxigênio, monitoramento contínuo, estabilização do paciente e, em seguida, transporte para o Hospital do Subúrbio para atendimento especializado.

A segunda ocorrência aconteceu em Mar Grande, na Ilha de Itaparica, quando a aeronave Fênix 2 fez o transporte de uma vítima de infarto. Após o embarque do paciente, a aeronave seguiu para o heliponto do Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde a vítima foi transferida para a ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital Fundação Baiana de Cardiologia, em Salvador para atendimento especializado.

CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro com estudo sobre responsabilização em operações aéreas

Rio de Janeiro – O Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) foi premiado com o 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro – CONAER 2025, com a apresentação de um artigo científico sobre segurança jurídica na tomada de decisão em missões aeromédicas. O evento aconteceu nos dias 10 e 11 de julho, em Vitória, Espírito Santo.

O CONAER é o principal congresso técnico do país voltado à aviação pública, reunindo representantes das forças de segurança, saúde, defesa civil e demais setores ligados à atividade aeromédica. A programação inclui debates, palestras e apresentação de estudos técnico-científicos voltados ao fortalecimento da aviação de Estado no Brasil.

ARTIGOS DO 5º CONAER

O artigo premiado tem como autor principal o Capitão BM Lucas Silva Souza, com coautoria do Cel BM Fábio Braga Martins, Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira, Cap BM Carlos Antônio Soares Frederico, Enf. Mayra Wilbert Rocha (SOAER) e Prof. Dra. Graciele Oroski Paes (UFRJ). O estudo analisa os impactos da não aplicação prática de normas vigentes por determinadas Unidades Aéreas Públicas (UAPs) e como isso pode influenciar a autonomia técnica e a responsabilização jurídica do comandante da missão.

Outro trabalho do CBMERJ também foi aceito para apresentação no congresso. Intitulado “Afogamentos e Resgate Aeromédico no Rio de Janeiro: como a velocidade pode salvar vidas”, o artigo tem como autora principal a 2º Sgt BM Paloma Guedes Vasconcelos Tavares, com coautoria do Ten. Cel. BM Raphael de Figueiredo Bastos, Maj. BM Alan da Costa Tavares, Cel BM Fábio Braga Martins e Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira. A pesquisa aborda a importância do tempo-resposta no atendimento a vítimas de afogamento, evidenciando a eficácia do transporte aeromédico no contexto do salvamento aquático.

O Ten Cel BM Alexander Delgado de Oliveira, comandante do GOA, destacou que essa participação inédita do grupamento na elaboração de artigos científicos representa um avanço institucional importante, que une a experiência prática da aviação de segurança pública à produção de conhecimento técnico qualificado, fortalecendo nossa doutrina e ampliando a visibilidade nacional do CBMERJ.

O artigo premiado foi desenvolvido a partir de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) apresentado ao final do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO/CBMERJ), no ano de 2024, como parte da pós-graduação em Gestão Estratégica oferecida em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico Brasileiro com estudo sobre responsabilização em operações aéreas
CBMERJ conquista 3º lugar no Congresso Aeromédico com estudo sobre responsabilização em operações aéreas.

Projeto de Lei sobre gerenciamento de fadiga humana na aviação pública avança na Assembleia Legislativa de MG

Minas Gerais – O Projeto de Lei (PL) 3.585/25, do deputado Sargento Rodrigues (PL), que tem o objetivo de melhorar a segurança nas operações aéreas realizadas pelos órgãos estaduais de segurança pública, avançou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).

A proposição recebeu parecer de 1º turno favorável da Comissão de Segurança Pública, na forma de um novo texto, o substitutivo nº 2, proposto pelo relator, deputado Bruno Engler (PL). A comissão debateu, em audiência pública, a rotina de sobrecarga de trabalho dos bombeiros militares lotados no Batalhão de Operações Aéreas, em vista de acidente ocorrido em outubro de 2024, quando um helicóptero do Corpo de Bombeiros caiu em Ouro Preto (Região Central), causando a morte de quatro militares, um médico e um enfermeiro.

Como desdobramento da reunião, Sargento Rodrigues propôs, com o projeto, alterações na Lei 21.733, de 2015, a qual estabelece diretrizes e objetivos da política estadual de segurança pública. Dessa forma, sugeriu a inclusão de diretrizes acerca da implantação de Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana.

Em sua análise, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ponderou, por meio do substitutivo nº 1, a necessidade de alterações na redação original para que ela não incorresse na invasão de prerrogativas exclusivas do Poder Executivo.

O substitutivo nº 2 aprimora a técnica legislativa e explicita que as alterações propostas dizem respeito aos serviços de operações aéreas vinculados aos órgãos estaduais de segurança. Também consta, entre as medidas da política a adotar, regime de rodízio de tripulantes e turnos compatíveis com a saúde, a higiene e a segurança do trabalho.

O PL 3.585/25 segue agora para análise da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária.

Texto do substitutivo Nº 2 da Comissão de Segurança Pública

Art. 1º – Fica acrescentado ao art. 1º da Lei nº 21.733, de 29 de julho de 2015, o seguinte inciso IX:

“Art. 1º – (…)

IX – desenvolvimento de ações para implantação e atualização do Sistema de Gerenciamento de Risco de Fadiga Humana nos serviços de operações aéreas vinculados aos órgãos estaduais de segurança pública, observado, no que couber, o disposto na Lei Federal nº 13.475, de 28 de agosto de 2017, e nas regulamentações da Agência Nacional de Aviação Civil – Anac.”.

Art. 2º – Fica acrescentado ao art. 2º-A da Lei nº 21.733, de 2015, o seguinte inciso V:

“Art. 2º-A – (…)

V – adoção de regime de rodízio de tripulantes e turnos compatíveis com a saúde, a higiene e a segurança do trabalho nos serviços de operações aéreas vinculados aos órgãos estaduais de segurança pública.”.

Art. 3º – Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

CIOPAER do Tocantins completa 14 anos de operações aéreas

Tocantins – Criado pelo Governo do Tocantins em janeiro de 2011 por meio da uma Medida Provisória 06/2011, o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) iniciou suas atividades com uma estrutura básica, composta por uma diretoria, uma gerência de operações, uma gerência de instruções e uma gerência de manutenção.

A partir desse alicerce, as operações foram gradativamente ampliadas, consolidando-se como um dos principais suportes aéreos das forças de segurança do estado.

Atualmente, a unidade conta com duas aeronaves, um Esquilo AS350B3 Plus e um Robinson R66, que somam mais de 3,5 mil horas de voo sem registro de acidentes ou incidentes aeronáuticos. Suas missões abrangem diversas frentes, incluindo segurança pública, combate a incêndios florestais, apoio ao transplante de órgãos, transporte aeromédico e resgates.

O efetivo do CIOPAER atualmente é composto por 14 profissionais, entre mecânicos de voo, operadores aerostáticos, técnicos de abastecimento de aeronaves, comandantes e segundos pilotos. A equipe altamente treinada assegura a qualidade e a segurança das operações realizadas.

CIOPAER Tocantins: 14 anos garantindo segurança e eficiência nas operações aéreas. Fotos: Raimundo Gabriel

Um dos desafios operacionais enfrentados pelo CIOPAER era a suspensão dos voos durante manutenções preventivas ou corretivas das aeronaves, realizadas por empresas contratadas. “Graças à gestão do tenente-coronel Bolentini, com apoio do delegado Charles, em 2023, foi disponibilizado o Robinson R66. Embora essa aeronave não tenha a mesma capacidade operacional do Esquilo, ela garantiu a continuidade dos trabalhos, especialmente no patrulhamento aéreo e no monitoramento de queimadas”, detalhou o policial civil aposentado e primeiro piloto do CIOPAER, Leonardo Marincek Garrido da Nóbrega.

O diretor do CIOPAER, tenente-coronel Gustavo Bolentini, enfatiza que a integração das forças de segurança sempre foi um dos objetivos do Centro, pois é uma unidade operacional que reúne servidores da Polícia Civil (PC), Polícia Militar (PM) e Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

Diversas conquistas foram alcançadas ao longo dos 14 anos de atuação do Centro, como a formação de mecânicos, a aquisição de um caminhão tanque abastecedor, a inauguração da base administrativa e a implantação do farol de buscas em 2024, ampliando as capacidades operacionais do CIOPAER.

O tenente-coronel Gustavo Bolentini ressalta que a segurança nas missões não depende apenas da habilidade dos pilotos, mas também da qualidade da manutenção e da instrução das tripulações. “Sem uma manutenção bem feita, o risco aumenta consideravelmente. Da mesma forma, a tripulação precisa estar bem treinada para cumprir cada missão com segurança e eficiência. Sempre tivemos essa preocupação, enviando nossa equipe para cursos externos ou realizando treinamentos na própria aeronave, com instrutores internos ou convidados”, concluiu Bolentini.

CIOPAER transporta simultaneamente dois pacientes queimados vítimas de explosão em Crato, CE

Ceará – Na última sexta-feira (06), uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizou o transporte aeromédico de dois pacientes queimados, vítimas de explosão de uma padaria, na cidade do Crato. Os feridos sofreram queimaduras de grandes proporções, sendo atendidos inicialmente em um hospital local.

De acordo com as primeiras informações, o motivo da explosão teria sido decorrente de um vazamento de gás dentro do estabelecimento comercial. Com a grande área de superfície corporal queimada e evolução rápida da gravidade, foi necessário acionar o serviço aeromédico para transportar com maior agilidade ao serviço de referência, na capital do Estado.

Aeronave da CIOPAER/CE transporta 02 pacientes vítimas de explosão

Os dois pacientes foram transportados simultaneamente por ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), do hospital local, na cidade do Crato, para a base da CIOPAER, na cidade de Juazeiro do Norte, distante apenas 10km.

Na base, o helicóptero Fênix 07 que comumente transporta um paciente por vez, já estava adequadamente equipado para transportar os dois pacientes num único voo. As equipes do SAMU e CIOPAER embarcaram os pacientes. E após avaliação pré-voo da equipe aeromédica, a aeronave se decolou de Juazeiro do Norte para Fortaleza, num voo de 1h45min.

No momento do pouso na capital, duas ambulâncias do SAMU já aguardavam os pacientes, que foram levados com segurança até o Instituto José Frota (IJF), unidade de referência em Trauma no Ceará, onde possui uma unidade especial para atendimento de paciente com queimaduras graves.

Transportes duplos não são comuns. Uma característica interessante num voo desse tipo é a necessidade de organização de uma grande logística que contribua no sucesso dessa missão.

Fatores importantes são necessários, como: comunicação entre as equipes (transporte, regulação médica, hospital de origem e hospital de destino), equipamentos em dobro, equipe médica de transporte terrestre dobrada e atenção intensa da equipe aeromédica no voo (monitorando todas as condições fisiológicas e na expectativa de abordagem a qualquer momento).

Bombeiros militares participam de instrução com helicóptero da CIOPAER no Aeroporto de Fortaleza

Ceará – Na manhã de quarta-feira (27), ocorreu no Aeroporto de Fortaleza uma instrução para profissionais do Corpo de Bombeiros Militares do Ceará (CBMCE) com uma das aeronaves da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER).

No local, profissionais da 6ª Companhia do 1º Batalhão de Bombeiros Militar (6ª Cia/1º BBM), que são responsáveis pela proteção, salvamento e combate a incêndio no aeroporto, participaram de palestra sobre a história da CIOPAER, serviços executados nas bases e aeronaves da frota. O helicóptero Airbus H135 foi utilizado na instrução.

Os bombeiros receberam instruções sobre procedimentos de desligamento da aeronave em caso de emergência, localização de extintores, capacidade de combustível, autonomia de voo, segurança de aproximação, embarque, desembarque e abordagem em caso de incêndio.

O objetivo da instrução foi familiarizar os bombeiros militares de aeródromo com as aeronaves da CIOPAER, preparando-os para emergências. Desde 2018, o Estado possui parceria público-privada com a Fraport Airport, responsável pela operação do aeroporto internacional de Fortaleza, para manter uma unidade de bombeiros nas dependências do sítio aeroportuário.

NOTAER e SAMU resgatam adolescente vítima de acidente de trânsito em Iúna, ES

Espírito Santo – Na última sexta-feira (22), uma adolescente de 16 anos foi socorrida pelas equipes do NOTAER e do SAMU, após um acidente de trânsito, onde um carro de passeio colidiu na traseira de um caminhão, no município de Iúna, na região do Caparaó.

A vítima estava no banco do carona do carro e seu estado de saúde foi considerado grave pela equipe do SAMU. Após o pouso da aeronave do NOTAER, na primeira abordagem, o operador aerotático auxiliou os bombeiros na remoção da paciente das ferragens, enquanto a equipe aeromédica do Harpia 06 realizava os primeiros socorros ainda dentro do veículo.

Após a extração da vítima, foi necessário estabilizar a sua condição clínica e prepará-la para o voo até a Santa Casa de Misericórdia, em Cachoeiro de Itapemirim.

Centro Integrado de Operações Aéreas do Mato Grosso completa 15 anos

Mato Grosso – No dia 19 de julho de 2006 o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) era criado. Passados 15 anos, a Unidade Aérea Pública tornou-se referência em policiamento aerotransportado, por meio de investimentos, expansão e aquisição de novas aeronaves.

O CIOPAER conta atualmente com uma frota de 10 aeronaves, sendo três helicópteros modelo AS350 (Esquilo – Helibras), e sete aviões, sendo um monomotor modelo Cessna 210, três bimotores Baron e três bimotores Chyennes. Destes três chyennes, dois atendem como UTI Aérea.

Em setembro mais duas aeronaves serão entregues, um avião e um helicóptero modelo AS350B3. Outra conquista da unidade foi a expansão para o município de Sorriso (420 km de Cuiabá). A partir deste hangar, a base descentralizou sua atuação não só nas operações de segurança pública, mas também na fiscalização ambiental na região Norte do estado.

Para o coordenador do CIOPAER, coronel PM Juliano Chiroli, o destaque foi para os homens e mulheres que fizeram da unidade o que ela se tornou atualmente. “Neste período grandes foram os avanços na aviação de segurança pública e os serviços prestados pela nossa unidade. Mas nesta oportunidade quero destacar a peça mais importante desta engrenagem, que são os nossos servidores. Nenhum avanço seria possível se não tivéssemos profissionais tão dedicados e comprometidos com a nossa missão”, destacou Chiroli.

Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) do Mato Grosso compelta 15 anos de operações. Foto: Ascom/Sesp.

Unidade Aérea Pública da Secretaria da Saúde do Paraná completa 4 anos de operações aéreas salvando vidas

Paraná – No mês de novembro de 2020, o serviço de operações aéreas da Unidade Aérea Pública da Secretaria Estadual da Saúde do Estado do Paraná / SAMU 192, Base Maringá, completou 4 anos de operações em beneficio da população e salvando vidas.

Foram mais de 2.000 ocorrências atendidas na região norte e noroeste do Paraná. Dentre os diversos atendimentos, mais de 600 pessoas foram resgatadas em acidentes de trânsito nas rodovias.

Além desses atendimentos, pacientes vítimas de trauma, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, transportes de órgãos e transporte neonatal são ocorrências comuns no serviço. A aeronave opera do nascer ao pôr do sol, em um raio de 250 km, e é tripulada por um comandante, um médico e enfermeiro(a). O helicóptero já voou 2.100 horas, otimizando tempo-resposta aos pacientes graves.

Em nenhum dos atendimentos realizados, houve morte do paciente a bordo da aeronave. “E nem vamos ter, porque levamos muito a sério o atendimento e trabalhamos baseado em protocolos rígidos”, disse o operador de suporte médico Márcio Ronaldo.

Para a enfermeira Mileni Camargo, operar em um serviço como esse é um grande desafio e, também, motivo de orgulho. “Temos muito orgulho do serviço, a consolidação dele se deve ao bom atendimento, à diminuição da mortalidade, ao atendimento rápido aos pacientes graves. O nosso foco é manter a qualidade do serviço, com treinamento contínuo da equipe para que consigamos manter o padrão que, nestes 4 anos, a gente conseguiu”, comentou Mileni.

Integração das equipes de resgate possibilita socorro eficiente de vítima de acidente de trânsito na BR-376, PR

Paraná – Na manhã de sexta-feira (31), um homem de 41 anos ficou ferido após uma colisão seguida de capotamento na BR-376, Km 124, em Alto Paraná. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a colisão foi entre um veículo de passeio e um caminhão.

Após a colisão, o carro, com placas de Paranavaí, capotou e o condutor ficou preso às ferragens. A vítima foi retirada por equipes do Corpo de Bombeiros, da CCR RodoNorte e do SAMU. Os bombeiros precisaram utilizar equipamentos e técnicas de desencarceramento.

Depois de estabilizada, a vítima foi levada pelo helicóptero Saúde 10 do SAMU ao Hospital Santa Casa de Paranavaí. “A união das equipes do SAMU, da concessionária da rodovia, do Corpo de Bombeiros, juntamente com os operadores do helicóptero possibilitou o socorro eficiente da vítima”, comentou o médico Maurício Lemos, que participou do resgate.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas

Paraná – Eles são policiais, mas a prioridade é salvar vidas. No Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), o princípio é ajudar os outros a viver. Com seis aeronaves, sendo quatro helicópteros e dois aviões, a equipe aérea da PM paranaense está preparada para situações de extrema emergência.

O grupo é composto por 63 militares, entre policiais e bombeiros altamente capacitados, que trabalham em diversas funções: pilotos, médicos, tripulantes operacionais, auxiliares de manutenção aeronáutica e nas áreas administrativas. Além disto, a integração com as equipes das ambulâncias do SIATE e SAMU são essenciais para a excelência no trabalho.

Até porque, não há brecha para erros nos 120 atendimentos realizados por mês, uma média de quatro por dia, em toda a região Leste do Estado. A área abrange Curitiba, Região Metropolitana, litoral e Campos Gerais.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas. Foto: Divulgação

O treinamento é duro. A ideia é ter os melhores profissionais com habilidade e coragem para desafiar inclusive o próprio medo. Em 2017, no 1.° Curso de Tripulante Operacional, foram 156 candidatos interessados e somente 12 foram selecionados para atuar no BPMOA. Com 40 dias de treinamento em terra, água e ar, quatro militares abandonaram no meio do curso e restaram oito que estão até hoje no Batalhão Aéreo.

O BPMOA atua em missões de apoio ao policiamento e salvamento, dando suporte lá do alto em perseguições policiais, combate a incêndios florestais, resgates, remoções, transporte de órgãos vitais, busca terrestre e aquática e também em salvamento na montanha. O tenente Maikon Venâncio Correa, 31 anos, atuava na atividade normal do Corpo de Bombeiros até decidir se aventurar ainda mais na profissão. Atualmente, é um dos pilotos de helicóptero do BPMOA.

“Sempre gostei das alturas e sempre achei interessante este trabalho. Salvar vidas é prioridade aqui e procurei melhorar na minha profissão. Temos conhecimentos que auxiliam em casos extremos de acidentes e gosto do que eu faço”, orgulha-se o tenente Maikon.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas. Foto: Divulgação

Salvamentos e perseguições

Diariamente, uma equipe de policiais militares e profissionais da saúde ficam de plantão no hangar do Aeroporto do Bacacheri. Quando os operadores aerotáticos recebem uma ocorrência, já fazem a triagem. Caso percebam que a situação necessite urgência, uma das equipes de aeronave é acionada.

As equipes do BPMOA têm total autonomia para levantar voo. Ou seja, não precisam nem da liberação do comando-geral da PM e nem esperar o pedido de ajuda de outros órgãos de segurança.

“Dependendo do caso, em menos de 1 minuto já estaremos prontos para agir. Entramos no helicóptero, taxiamos na pista e logo somos liberados pela torre. Isto ajuda demais em um atendimento ou até mesmo na busca por alguém suspeito”, ressalta o tenente Maikon.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas. Foto: Divulgação

Um exemplo são as perseguições policiais. O piloto do helicóptero da PM explica que nestes casos a aeronave se transforma nos olhos da equipe em terra. “Quando se inicia um acompanhamento tático de veículo em fuga, colocando em risco a vida das pessoas no trânsito, a aeronave passa a ser o elo principal de visibilidade e informações para as viaturas em solo. Elas podem até diminuir a velocidade, pois o indivíduo não vai conseguir sumir dos olhos da equipe aérea da Polícia Militar”, ilustra o tenente.

Como funciona

Um dos helicópteros mais acionados em Curitiba é o Falcão 4, de fabricação francesa e que desde 2011 integra a frota do BPMOA. É um modelo Airbus EC 130B4, com a maior cabine de sua classe e com velocidade que chega a 300 km/h.

Em ações de resgate aeromédico, o Falcão 4 decola com piloto, copiloto, um coordenador de operação aérea, um médico e um enfermeiro. Dois bancos foram substituídos por uma maca e um kit aeromédico, que inclui malas de atendimento a trauma, cardioversor, cilindros e máscaras de oxigênio. Monitores também podem ser acoplados próximo à cabine. O peso total da aeronave pode chegar a 1,5 tonelada, incluindo todos os equipamentos.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas. Foto: Divulgação

Quando a operação envolve perseguições policiais, são piloto, copiloto e dois operadores aerotáticos com armas de longa distância e de precisão, como fuzis ou carabinas. Piloto e copiloto devem se concentrar exclusivamente na aeronave para que tudo corra bem.

“Em qualquer operação, os pilotos são blindados. Eles não podem ser afetados pela notícia que chega. Se tem gente ferida, machucada ou até morta. No caso de confronto, existe um protocolo em que precisamos ficar em movimento até para não ter a possibilidade de sermos atingido. Nunca isto ocorreu por aqui”, explica o tenente Maikon.

A prioridade no atendimento do BPMOA é salvar vida. Portanto, se no monitor do operador aerotático aparecer um roubo a banco e no mesmo momento uma pessoa acidentada em uma rodovia, o helicóptero vai atender a vítima na estrada. A definição não é questionada e o plano de atuação é feito em segundos.

O local do pouso é outro ponto importante pensado pela equipe antes de chegar ao destino. Por isso, as informações repassadas pelo operador aerotático ao pilogo é fundamental para que tudo corra bem. “Os grandes obstáculos são o vento, fiação elétrica, árvore e até telhas soltas que podem vir em direção à aeronave com o movimento da hélice”, aponta Maikon.

Conheça o BPMOA, a equipe da Polícia Militar do Paraná especializada em salvar vidas. Foto: Divulgação

Salvamentos nas praias

O verão é um dos períodos de mais trabalho do BPMOA. Além dos acidentes nas estradas que aumentam, o movimento de pessoas nas praias, onde até 1,5 milhão de pessoas chegam a circular no litoral em períodos de pico como ano novo e carnaval, também aumentam os salvamentos de afogados. Por isso, durante a Operação Verão Maior, que vai até 25 de fevereiro, o helicóptero Falcão 3 está de prontidão na base em Matinhos.

Desde o dia 20 de dezembro de 2019, o BPMOA atendeu 43 ocorrências só nas praias. O número inclui remoções aeromédicas, rondas na faixa litorânea, salvamentos e buscas aquáticas. Mas o que mais preocupa realmente é imprudência dos veranistas no mar e nos rios.

“Recomendamos que todos redobrem a atenção quando entram na água. Não deixe que uma brincadeira acabe com o futuro”, alerta o tenente Maikon. Portanto, seguir orientações, como não beber e entrar na água, só se banhar em locais monitorados por guarda-vidas, prestar atenção nas indicações das bandeiras no mar, são fundamentais para que a equipe do BPMOA não precise ser acionada.

Polícia Civil do Paraná formou primeira turma de pós-graduação em Operações Aéreas de Segurança Pública

Paraná – A Polícia Civil do Paraná (PCPR) formou a primeira turma do Brasil de pós-graduação especializada em operações aéreas de Segurança Pública. Oito policiais civis do Paraná concluíram o curso, que teve início em 4 de novembro. A entrega dos certificados aconteceu na manhã de sábado (21) durante a abertura da Operação Verão Maior, em Matinhos, com a presença do vice-governador Darci Piana.

O curso inédito foi estruturado pelo Grupo de Operações Aéreas da PCPR e teve duração de 46 dias com aproximadamente 580 horas de aula.

Durante esse período, os policiais foram submetidos a intensos treinamentos práticos específicos de operacionalização das aeronaves, embarque e desembarque em aeronaves de asas rotativas, tiro embarcado, treinamento em água, apneia, flutuação, salvamento, bem como operações em fronteiras, travessias marítimas, rapel e interação com outras unidades do Brasil.

Aula de Fisiologia de Voo para Operador Aerotático ministrada pelo Professor Segalla na manhã de terça-feira (06).

O curso iniciou com 13 policiais civis, aprovados em teste físico que envolveu corrida, barra fixa, flexão de braços, abdominal, natação, tiro, entre outras habilidades. Destes, oito chegaram ao fim especializaram-se em operações aerotáticas.

O delegado e coordenador do Grupo de Operações Aéreas da PCPR, Renato Coelho, destacou a importância deste curso.

“Para nós foi um desafio. Este foi o primeiro curso com status de pós-graduação aerotática especializada em Segurança Pública do Brasil. Conseguimos o reconhecimento necessário para que nossos policiais civis fossem graduados com a melhor instrução e condição de operacionalização das unidades aéreas”, afirmou.

CIOPAER é premiado por trabalhos humanitários prestados à sociedade tocantinense

Tocantins – O Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) foi homenageado na noite de sábado (16), no evento Prêmios da Comunidade, da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, em reconhecimento aos serviços prestados à comunidade tocantinense.

O CIOPAER recebeu o troféu na categoria “Prêmios Humanitários” e esteve representado por seus integrantes e familiares. Nas palavras de agradecimento, o Maj Dennys Gomes Dalla, representando o diretor da unidade aérea, Maj Bruno Coelho Mendes, falou o quanto esse reconhecimento é importante e especial para grupamento. “Mas nos traz o peso da responsabilidade de atender mais e melhor ainda a população tocantinense. Esse reconhecimento nos mostra que estamos no caminho certo, que somos vistos e lembrados, nossa luta diária é salvar vidas em tempo ágil. Agradecemos as homenagens e o carinho de todos”.

Ele destacou ainda algumas missões que mais marcaram o grupo. “São voos pela vida realizados pelo CIOPAER para socorro e resgates aéreos, onde um atendimento ágil e rápido traz esperança para uma vítima, e do combate à criminalidade no Tocantins, em apoio às instituições, reafirmando que liberdade e proteção estão sob suas asas. O CIOPAER-TO tem como DNA torna-se grande e salvar vidas”.

O líder local da Igreja, Carlos Cleyton Moraes, reiterou que a atuação do CIOPAER nos resgates e remoções aeromédicos, além do apoio aos Bombeiros Militares durante o período de queimadas nos 9 anos de atuação foram determinantes para a escolha da unidade aérea da Secretaria da Segurança Pública.

Ele lembrou ainda a parábola bíblica do Bom Samaritano (Lucas 10:25-37) registrada no Novo Testamento, que conta a história de um homem que foi violentamente roubado por ladrões. Muitas pessoas entre sacerdotes e doutores da Lei, passaram por ele e o negaram socorro. No entanto, um homem simples, samaritano foi quem o resgatou, cuidou e custeou sua hospedagem.

“O trabalho de vocês me fez lembrar hoje do bom samaritano, vocês são essas boas pessoas que socorrem outras sem distinção de credo, de raça, de cor. São pessoas que levam alento e esperança a outras pessoas”. Ao final, o líder convidou todos os membros presentes a lembrarem dos homenageados em suas orações.

Essa foi a quinta edição anual da premiação que também contemplou o Banco de Leite do Estado, que há 17 anos faz um papel importante no auxílio aos recém-nascidos que por alguma necessidade especial precisam do leite materno ou de orientação às mães para a amamentação.

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Departamento de Operações Aéreas realizou mais de 248 missões policiais e de resgate em 2019

Amazonas – Com quatro aeronaves em seu hangar e responsável por atender as operações de segurança pública e defesa civil no Amazonas, o Departamento de Operações Aéreas (DIOA) da Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) já realizou 248 missões entre janeiro e outubro deste ano. São ações que incluem apoio aéreo às tropas terrestres, proteção de autoridades e resgates aeromédicos.

Nas operações policiais, as aeronaves atuam, por exemplo, fazendo o reconhecimento do local e apoiando as equipes táticas que estão em solo. Em alguns casos, as aeronaves partiram para o voo já com as ocorrências em andamento, dando importante apoio ao serviço dos policiais.

Departamento de Operações Aéreas (DIOA) realizou mais de 248 missões policiais e resgate aeromédico entre Janeiro e Outubro deste ano. Foto: Divulgação.

Os policiais militares e civis e bombeiros do DIOA também atuam no resgate de pessoas feridas em locais de difícil acesso. Neste ano, foram nove missões deste tipo, ajudando a salvar a vida de crianças e adultos vítimas de acidentes de trânsito, de animais peçonhentos, entre outros, com suporte ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

“O Departamento Integrado tem um efetivo de 30 servidores, que são oriundos da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Civil, e estão divididos em quatro gerências, sendo elas a Administrativa, de Operações, de Manutenção e de Segurança Operacional”, explicou o comandante do DIOA, tenente-coronel Helliton Silva.

Departamento de Operações Aéreas (DIOA) realizou mais de 248 missões policiais e resgate aeromédico entre Janeiro e Outubro deste ano. Foto: Divulgação.

Treinamentos

Para atuar nas operações e nas diversas situações de risco, os agentes do DIOA treinam dia e noite para aprimorar as técnicas de voo e desembarque da aeronave, seja no solo ou na água.

“Trabalhamos em diversas situações, seja quando as viaturas de solo nos acionam ou quando há operação programada em pontos críticos. Para isto, temos dois tipos de apoio policial, sendo uma de aeronave de intervenção, com equipes armadas prontas para atuar, e outra que é mais de informação. O treinamento é periódico, incluindo o tiro embarcado, o resgate, entre outras”, afirmou o tenente-coronel Marcelo Cavalcante, piloto de aeronave.

Salvamento

A atuação do DIOA em missões de salvamento inclui não apenas a remoção e condução de vítimas a unidades hospitalares. Os agentes do DIOA conseguem realizar procedimentos como reanimação ou contenção de hemorragias.

“O procedimento vai depender de cada tipo de ocorrência. Com o helicóptero, temos algumas vantagens, podemos chegar muito rápido ao local onde a vítima se encontra, principalmente aqueles de difícil acesso. Temos, por exemplo, equipamentos para fazer imobilizações. Normalmente nós atendemos no transporte de pacientes na Região Metropolitana que estão em situação grave, mas já atendemos pessoas vítimas de animais peçonhentos, acidente de trânsito, seguindo nossa missão de sempre salvar vidas”, disse o sargento do Corpo de Bombeiros, João Coelho.

Departamento de Operações Aéreas (DIOA) realizou mais de 248 missões policiais e resgate aeromédico entre Janeiro e Outubro deste ano. Foto: Divulgação.

Grupamento Aéreo de Segurança Pública é referência em operações aéreas no Pará

Pará – Se arriscar nos céus paraenses realizando a prevenção, busca, resgate, transporte é a missão de mais de 100 profissionais do Grupamento Aéreo de Segurança Pública (GRAESP), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (SEGUP), que na manhã de quarta-feira, (23) comemorou com todos o Dia do Aviador.

“Hoje estamos aqui reconhecendo e valorizando o trabalho desta equipe que atua com bravura nos céus do nosso estado em missões que vão do transporte de cidadãos, especialmente dos interiores mais distante e de difícil acesso para atendimento médico a missões especiais de ostensividade como na busca e captura de criminosos, até mesmo realizando a transferências de presos das penitenciárias”, falou o secretário de Segurança Pública do Estado, Ualame Machado.

Equipe aeromédica do GRAESP transporta paciente infartado de Abaetetuba para Belém, PA. Foto: Ascom GRAESP.

Implantado em 2005 no Pará, que é um dos estados pioneiros nesse tipo de serviço em todo o País, o GRAESP atua em todas as regiões do estado, e é responsável por operações que envolvam resgate, monitoramento e ações policiais de ostensividade e ainda em ações preventivas, como no transporte e atendimento a saúde pública, acompanhamento aéreo de grandes eventos, além de transporte a sociedade civil e atendimento as secretárias do estado.

“Buscamos realizar nossa missão com muita qualidade para atender as demandas diárias de transporte e apoio as ações do Governo e da segurança pública do estado. Sinto muito orgulho dessa tropa que trabalha de forma eficiente para cumprir com os cronogramas de voo estabelecidos e realizar um serviço com segurança”, disse o Diretor do Grupamento aéreo, Cel. Armando Gonçalves.

Helicóptero do GRAESP realiza treinamento com novo equipamento puçá na praia de Atalaia em Salinas, PA. Foto: Bruno Cecim / Ag.Pará.

Para realizas as operações o Grupamento Aéreo conta com nove aeronaves próprias e duas apreendidas, sendo seis helicópteros e cinco aviões adaptados para atender as missões, sendo acionado pelo Sistema de Segurança Pública, em casos onde seja necessário buscas ou resgate de ações criminosas, além de monitoramento e acompanhamento, por via aérea, de eventos como nos jogos realizados no Mangueirão, e ainda, no Círio e nas grandes operações executadas pela segurança pública.

Atualmente, 103 homens fazem parte do GRAESP em todo o Pará, sendo 56 PMs, 23 bombeiros, 8 policiais civis e 16 profissionais civis que atuam na Região Metropolitana de Belém e ainda por meio de bases instaladas nos municípios de Marabá, Santarém, Altamira e Redenção.

Graesp do Pará treina agentes de segurança que atuarão na Operação Verão 2019

“Nossa meta é fortalecer, cada vez mais, o grupamento com a perspectiva de aumento do efetivo, incremento das aeronaves e suporte nas bases do interior que servem a todas as localidades do estado. O Pará tem uma dimensão gigantesca e sem o serviço oferecido pelo GRAESP seria impossível atender determinadas regiões que só se consegue chegar de forma aérea, por isso reconhecemos e prestigiamos, neste dia, a importância dessa força para o nosso estado”, finalizou Ualame Machado.

Operações

Em 2019 de janeiro a 21 de outubro, o GRAESP cumpriu 1192 missões, sendo 533 referentes a ações policiais, 60 aeromédicas, 78 atendimento a outros órgãos do estado e 16 atendimento para a defesa civil, totalizando 2025,1 horas de voo. As demais constituíram operações variadas do Sistema de Segurança Pública. Como o serviço abrange as principais regiões do Pará, a base de Belém atende toda a região metropolitana da capital, região das ilhas e arquipélago do Marajó.

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