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Resgate aeromédico

CBM/GO: Três pessoas morrem e uma fica ferida após acidente na GO-139

Um acidente entre um carro e um caminhão deixou três pessoas mortas e uma gravemente ferida neste domingo (3), na GO-139, em Caldas Novas, no sul de Goiás. Todas as vítimas estavam em um Ssangyong Actyon. Os mortos ainda não foram identificados, mas segundo o Corpo de Bombeiros, trata-se de um casal e uma garota. Outra menina sofreu lesões e o caminhoneiro saiu ileso.

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O sub-tenente do Corpo de Bombeiros de Caldas Novas, Joel Carneiro de Mesquita, contou que a sobrevivente estava consciente quando foi resgatada do veículo.

“Ela foi retirada das ferragens com uma fratura no fêmur e levada para a Unidade de Pronto Atendiemnto (UPA) de Caldas Novas”, relagou Mesquita ao G1.

Ao G1, a UPA de Caldas Novas informou que a garota ferida tem estado de saúde considerado grave. Ela foi transferida para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo) em um helicóptero dos bombeiros.

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Ainda conforme o bombeiro, o casal viajava no banco da frente e as duas meninas atrás. “A placa do carro era de Brasília e eles estavam saindo de Caldas Novas quando o acidente aconteceu”, afirmou.

O Corpo de Bombeiros informou que aguarda a chegada do Instituto Médico Legal (IML) para retirar as vítimas que estão presas nas ferragens.

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Fonte: G1/GO

SAER/SC: Paciente grávida é transferida de helicóptero para Concórdia/SC

Socorristas do Samu utilizaram o helicóptero de operações aéreas da Polícia Civil de Santa Catarina para transferir uma paciente de São Miguel do Oeste para a cidade de Concórdia, na manhã desta terça-feira, dia 05/01/15.

A mulher, de 29 anos, que mora na cidade de Romelândia, estava internada no Hospital Regional Terezinha Gaio Basso, de São Miguel do Oeste/SC.

Conforme o Comandante Operacional do Serviço Aéreo da Polícia Civil Catarinense (Saer), Alexandre Kaida, o tempo estimando de chegada ao Hospital de Concórdia é de 40min.

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Fonte: Gazeta Catarinense

Potiguar 01 realiza transporte aeromédico de paciente com problemas cardíacos de Parelhas para Natal/RN

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A equipe do Centro de Integrado de Operações Aéreas (Ceiopaer), por meio da tripulação do helicóptero Potiguar 01, da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed), realiza na tarde deste domingo (3), juntamente com a equipe médica do Serviço Móvel de Urgência (SAMU 192/RN) o transporte aeromédico de um paciente de 58 anos, da cidade de Parelhas para Natal.

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A ação necessitou do apoio do Potiguar 01 da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) tendo em vista a urgência do caso devido o paciente ser portador da Sindrome coroniana aguda, termo utilizado para descrever doenças resultantes da redução do fluxo sanguíneo para o músculo cardíaco, entre elas o infarto agudo do miocárdio em progressão ou a ameaça iminente do infarto (angina instável).. O paciente está sendo transferido para o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL), em Natal.

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Fonte: Blog Daltro Emerenciano

A Integração da Aviação de Segurança Pública à Política Nacional de Atenção às Urgências

Durante a realização do XV Seminário Nacional de Bombeiros – SENABOM, no período de 11 a 13 de novembro de 2015, em Goiânia/GO, a SENASP articulou a realização de uma apresentação ao CNCG  – Conselho Nacional de Comandantes-Gerais das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros sobre a importância do Gerenciamento da Segurança Operacional nas Organizações de Aviação de Segurança Pública.

Paralelo a isso, também ocorreu um Painel Temático focado na  Aviação de Segurança Pública e Defesa Civil. A ideia foi discutir as questões estratégicas do segmento, a fim de buscar o fortalecimento das atividades aéreas de segurança pública, no enfrentamento a criminalidade, no âmbito do Programa Nacional de Redução de Homicídios.

Nesse alinhamento, foi convidado o Sr. Ricardo da Rocha Sales Oliveira, da Coordenação Geral de Urgências e Emergências do Ministério da Saúde, que proferiu a palestra “A integração da Aviação de Segurança Pública e Defesa Civil à Política Nacional de Atenção às Urgências”.

O assunto foi de grande interesse para os presentes e irá iniciar a construção de consenso para uma futura integração das estruturas de aviação de segurança pública à Política Nacional de Atenção às Urgências.

Clique e baixe a apresentação em pdf para acompanhar o vídeo

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Integrantes do GTA/AP são treinados para realizar atendimento aeromédico

Os 22 integrantes do Grupo Tático Aéreo do Amapá (GTA/AP) participaram de um treinamento em atendimento de emergência e transporte aeromédico, na manhã de quarta-feira, 18, no hangar onde funciona a base do GTA. O objetivo é atualizar os conhecimentos dos profissionais em primeiros socorros e atendimento pré-hospitalar.

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A grade de treinamento GTA teve início com condicionamento físico, incluindo rapel, resgate em altura e aquático, assim como aulas de mergulho. A última fase do treinamento será concluída quando o helicóptero, comprado pelo Governo do Estado, estiver em Macapá, o que deve acontecer até o início de dezembro.

Para o comandante do grupamento, Ruben Júnior, essa preparação é de extrema importância, pois por falta da aeronave, principal ferramenta do GTA, o grupo realizava apenas atividades terrestres. “É necessário essa reciclagem dos nossos profissionais, sempre atualizando para que o atendimento a pacientes feridos ou em situações de risco possa ser seguro; com a chegada do helicóptero, devemos estar altamente qualificados, e é isso que estamos fazendo”, declarou.

Militares do Corpo de Bombeiros ministram a capacitação, prevista para terminar nesta quinta-feira, 19, e avaliam o empenho dos integrantes do GTA. “Nossos atendimentos geralmente são feitos em ambulâncias, e eles vão fazer isso também, só que em um helicóptero, e a atenção deve ser redobrada, sempre avaliando a vítima desde o primeiro momento, até achegada no hospital”, disse o capitão Delson Barbosa, um dos instrutores do curso.

O helicóptero adquirido pelo Governo do Amapá é do modelo Esquilo AS350 B2, com capacidade para até seis passageiros mas devido a necessidade em atendimento médico e operações o número de ocupantes na aeronave deve aumentar com as adaptações.

Fonte: Diário do Amapá

I Fórum de Formação do Médico Emergencista

O Conselho Federal de Medicina (CFM) realizará, no dia 24 de novembro, o I Fórum de Formação do Médico Emergencista. O evento contará com a presença de renomados profissionais que atuam na área. O evento ocorrerá na sede do CFM, em Brasília (DF), e abordará temas como experiência, conceitos e modelos de formação no Brasil e no mundo, a aquisição de habilidades e a titulação em Medicina de Emergência, dentre outros.

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O tema tem sido discutido no Conselho de maneira contínua nos últimos anos, sendo assunto constante nos fóruns estaduais, regionais e Nacional organizados pelas câmaras técnicas dos conselhos regionais e Federal. Segundo o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência e vice-presidente do CFM, Mauro Luiz de Britto Ribeiro, nestes encontros ficou claro que a formação de médicos especializados em emergência qualificará o atendimento à população no setor de emergência dos hospitais brasileiros.

I Fórum de Formação do Médico Emergencista
PROGRAMAÇÃO PRELIMINAR

8h00 – Credenciamento
8h15 – Abertura e apresentação
Mauro Luiz de Britto Ribeiro – Vice-presidente e Coordenador do DECCT – CFM
Jefferson Pedro Piva – CRM-RS
Hélio Penna Guimarães – HCor – SP
Luiz Alexandre Alegretti Borges – CRM-RS

MANHÃ

8h30 – 9h30
Mesa Redonda: Médico Emergencista: experiência, conceitos e modelos de formação
Coordenadora: Ana Paula Freitas (RS)
Secretário: Márcio Rodrigues (RS)
Apresentadores e debatedores: Patrícia Mello (PI) e Irineu Tadeu Velasco (SP)

9h30 – 10h30
Mesa Redonda: Habilidades e competências em Medicina de Emergência: a importância da simulação, do campo de estágio e da Telemedicina
Coordenador: Gustavo Fraga (SP)
Secretário: Rodrigo Caselli (DF)
Apresentadores e debatedores: Francisco Bruno (RS) e Marco Antonio de Carvalho Filho (SP)

10h30 – 11h00 – Intervalo

11h00 – 12h30
Mesa Redonda: Conteúdo Programático do PRM de Medicina de Emergência: discussão da proposta do CFM e do Programa de Competências em Medicina de Emergência – PROCOME
Coordenador: Sérgio Amantéa (RS)
Secretário: Frederico Arnaud (CE)
Apresentadores e debatedores: Patricia Mello (PI), Armando de Negri (RS) e Alvaro Atalah (SP)

12h30 – 14h00 – Intervalo

TARDE

14h00 – 15h00
Mesa Redonda: Preceptores de Programas de Residência Médica
Coordenador: Sulim Abramovici (SP)
Secretário: Renato Françoso (SP)
Apresentadores e debatedores:
Como formá-los e capacitá-los? – Ricardo Kuchenbeker (RS) (20’)
Programa Proadi SUS – Armando de Negri (RS)

15h00 – 16h00
Mesa Redonda: Titulação em Medicina de Emergência: propostas de modelo
Coordenador: Marcus Vinicius Andrade (MG)
Secretário: Hélio Penna Guimarães (SP)
Apresentadores e debatedores: Luiz Alexandre Borges (RS) e Jefferson Piva (RS)

16h00 – 16h30 – Encaminhamento de propostas e encerramento
Mesa: Hélio Penna Guimarães (SP), Luiz Alexandre Borges (RS), Jefferson Piva (RS), Patricia Mello (PI) e Mauro Ribeiro (MS)

Fonte: CFM.

Helicóptero Aeromédico à disposição para salvar vidas no DF

samuprfBrasília (25/2/15) Com um helicóptero equipado para prestar serviço pré-hospitalar avançado, uma equipe composta por piloto, tripulante operacional, médico e enfermeiro tem a missão de sobrevoar o Distrito Federal para atender os chamados mais graves de urgência e emergência. O serviço – batizado de Aeromédico – é prestado pelo Samu 192, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

De acordo com o gerente do Samu 192, Rodrigo Caselli, a equipe está à disposição para ser acionada nos casos mais delicados, como acidentes de trânsito em rodovias, e também faz o transporte de pacientes em estado crítico de uma unidade de saúde para outra. Só em 2014, foram atendidas 229 urgências e emergências, além de 59 transferências, totalizando 288 operações.

“A ideia do Aeromédico é ser um recurso avançado, com médico e enfermeiro, e todos os equipamentos de uma unidade avançada. A vantagem do helicóptero é a velocidade e a maior facilidade de acesso aos locais. Um transporte em que a ambulância demoraria três horas para resolver, o Aeromédico faz em meia hora”, frisou o gerente.

Segundo Caselli, no raio que compreende o interior do DF, o tempo médio de resposta varia entre 5 minutos, para os locais mais próximo da base, que é a PRF, até 20 minutos em média de espera para os pontos mais distantes, após a aeronave ser acionada.

Caselli citou que a aeronave também atua em áreas as quais as ambulâncias têm dificuldade para chegar, como uma mata fechada, por exemplo. “Outra situação é quando uma unidade básica faz o atendimento e é necessária uma unidade avançada. O helicóptero será acionado”, explicou.

EQUIPAMENTOS – No interior da aeronave, os profissionais têm acesso a quase todos os itens disponíveis em unidades de terapia intensiva móvel, como desfibrilador, respirador, bombas de infusão, todas as medicações de suporte avançado e outros itens.

Com esses insumos, é possível atender casos de derrames, infarto, parada cardiorrespiratória e, em casos de pacientes acidentados, podem ser realizados procedimentos que incluem desde uma drenagem de tórax até uma traqueostomia de urgência.

A exceção das regiões administrativas do Gama e Taguatinga, todos os hospitais possuem helipontos ou área de pouso, incluindo o Base, Asa Norte, Paranoá, Ceilândia, Santa Maria, Planaltina e Sobradinho.

DEDICAÇÃO – A enfermeira do Aeromédico, Daniela Moreira, que trabalha há 5 anos no Samu 192, está desde abril de 2014 escalada para prestar seus serviços na aeronave. Segundo ela, para atuar no programa foi necessário realizar curso para aprender a garantir a segurança dos pacientes no helicóptero. “Temos que fazer um curso especifico para tripular a aeronave”, disse.

Para ela, ter a missão de salvar vidas a bordo do Aeromédico representa uma importante tarefa. “No Aeromédico fazemos ações diferenciadas para salvar a vida de uma pessoa. Sem o recurso que temos, sabemos que em muitos casos em que salvamos vidas o desfecho poderia ser outro”, finalizou.

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ESTRUTURA – O Samu 192 recebe de 75 mil a 85 mil chamados por mês. Deste total, aproximadamente 8 mil precisam do atendimento com envio de equipes para realizar o atendimento médico pré-hospitalar de urgência e emergência, além do encaminhamento do para a unidade de saúde recomendada.

O Samu 192 possui aproximadamente 950 servidores para atender as regionais de saúde. A equipe multidisciplinar é composta por técnicos e analistas administrativos, administradores, psicólogos, assistentes sociais, técnicos em enfermagem, enfermeiros, médicos, além de condutores de emergência.

Além do Aeromédico, serviço que teve início em setembro de 2009, o Samu dispõem de 38 ambulâncias, sendo 30 no modelo Unidade de Suporte Básico (USB), tripulada por condutor de emergência e dois técnicos em enfermagem; e 8 do tipo Unidade de Suporte Avançado (USA), com um médico, um enfermeiro e o condutor de emergência.

A equipe também dispõe de 20 motocicletas, as Motolâncias, para atender os chamados que precisam de rapidez ou aqueles em que é necessário driblar o trânsito. O veículo é utilizado, por exemplo, para atender casos de parada cardíaca, quando os procedimentos iniciais devem começar em 10 minutos.

No Zoológico e Parque da Cidade, o Samu também tem as Bikelâncias, que fazem rondam nos locais já que é comum casos de em que corredores e outros praticantes de atividade física passem mal pelo excesso de exercício ou temperatura elevada.

Fonte: por Ailane Silva, Agência Saúde.

Foto: Brito/SES-DF.

GRAER passa a ter médico socorrista que apoiará nas missões de resgate

Paraná – Pela primeira vez na história do Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (GRAER) – que atua em missões de apoio aéreo em situações de resgate de vítimas e de ações policiais em todo o Paraná –, um médico intervencionista em emergência e urgência passa a fazer parte da unidade, atuando em conjunto com os policiais e bombeiros militares do GRAER como suporte médico ao atendimento e preservação da vida de vítimas durante o transporte aéreo. A unidade recepcionou o novo integrante na sede da unidade no bairro Bacacheri, em Curitiba.

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“O GRAER já tem quatro anos de existência e sempre buscamos o constante aperfeiçoamento no serviço policial e de resgate aéreo. Por isso, seguindo exemplo de outras instituições no Brasil, estamos utilizando aeronaves multimissões com médico a bordo, sempre pronto para agir nas ações que necessitem de uma intervenção imediata e durante transporte do local do acidente para o hospital, o que permite maior chance de sobrevida à vítima”, disse o comandante do GRAER, tenente-coronel Orlando Artur da Costa.

O profissional de saúde desempenhará, além das atividades médicas em voo, apoio aos tripulantes da aeronave em situações diversas, como abrir e fechar a porta, por exemplo. Para isso, o médico passará por um período de treinamento a fim de adquirir conhecimentos sobre voo e aeronave.

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Para possibilitar o trabalho médico, uma parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (SESP) e a prefeitura da cidade de Arapongas permitiu que o doutor Rodrigo Faria, que já possui experiência em atender vítimas em transporte aéreo, integrasse a equipe, atuando na base de Londrina (PR), região norte do estado.

“Essa é a primeira vez que um médico fará parte do nosso grupo, atuando juntamente com a tripulação da aeronave. Já faz dois anos que atuamos naquela cidade, onde realizamos nesse período mais de 250 atendimentos com emprego de profissionais de saúde na região norte, o que fez a diferença no atendimento médico às vítimas”, complementa o tenente-coronel.

O comandante do GRAER destaca ainda a importância do serviço da unidade, que por meio de suas bases em Curitiba e interior do Paraná, consegue chegar em locais de difícil acesso, agilizando o atendimento à ocorrências e situações de resgate.

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“Nossas bases descentralizadas atendem mais de 132 municípios das regiões norte e central, alcançando um total de 3 milhões de pessoas num raio de 100 km. Isso faz uma diferença grande colocando à disposição da população equipamentos de alta tecnologia com profissionais habilitados para desenvolverem essa atividade, salvando a vida dos paranaenses”, disse.

O doutor Rodrigo, que é médico intervencionista atuante em emergência e urgência, se sente lisonjeado em ser o primeiro profissional da saúde a trabalhar juntamente com a equipe do GRAER.

“Acho que esse serviço vai acrescentar mais técnica e abrange maior estrutura para atender vítimas de acidentes em rodovias, pessoas infartadas ou crianças recém-nascidas com problemas cardíacos, por exemplo. A permanência de uma equipe médica fixa, disponível para trabalhar na aeronave, permite uma resposta rápida e aumenta o tempo de sobrevida da vítima, além de ser um meio de transporte mais ágil e que pode chegar em locais de difícil acesso”, avalia o profissional.

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Ainda segundo o doutor Rodrigo, os órgãos que necessitarem do serviço do GRAER (Siate, Samu, Corpo de Bombeiros, concessionárias e outras instituições de saúde), terão que entrar em contato com o Grupamento Aéropolicial por meio do telefone(41) 3251-1800, que vai avaliar a condição do paciente para fazer o transporte da vítima até o hospital. A regulação do paciente será feito pela instituição que solicitou o apoio ao GRAER.

GRAER – Esta unidade especializada já salvou 1.089 vidas no Paraná vítimas de desastres naturais, acidentes automobilísticos e domésticos desde 2011. Foram 1.873 missões entre operações policiais, resgate de vítimas, transporte aeromédico e atendimento a calamidades.

A unidade também desenvolve ações de resgate de vítimas e apoio em outros estados quando há necessidade. O GRAER é composto por uma frota aérea de seis aeronaves (quatro helicópteros e dois aviões), com três bases no estado: Curitiba, Londrina e Guarapuava.
Texto: Marcia Santos, Jornalista PMPR.

Fotos: Soldado Feliphe Aires

Vítima de infarto é resgatada pelo Guardião 05 no interior do estado da Bahia

Na tarde do dia 09/09/2014, a Base Guardião foi acionada para o transporte inter-hospitalar de uma vítima de infarto do miocárdio, do município de Cruz das Almas-BA para Salvador.

Vítima de infarto é resgatada pelo Guardião 05 no interior do estado da Bahia

Após o gerenciamento da missão, o Guardião 05 (helicóptero do GRAER – Grupamento Aéreo da PMBA), decolou às 16h15 com destino a Cruz das Almas, realizando antes um pouso para embarque da médica do SAMU no heliponto do DPT (Departamento de Polícia Técnica), chegando ao destino às 16h40, no estádio de futebol da cidade, conforme coordenação com a equipe de terra.

A equipe do SAMU/Cruz das Almas, juntamente com a Drª Patrícia e Tripulação da aeronave (Maj PMBA Renato – Comandante de aeronaves e Sgt PMBA Jurandy – Tripulante Operacional) realizaram a estabilização da vítima (Sr Manoel Chaves, de 37 anos, com o diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio extenso) para o transporte aeromédico.

Vítima de infarto é resgatada pelo Guardião 05 no interior do estado da Bahia

O paciente estava regulado para o INCOBA (Instituto do Coração da Bahia), no Hospital Ana Nery, região central de Salvador. Após contato com a Superintendência da Polícia Federal, foi devidamente autorizado o pouso no campo de futebol da instituição, local mais perto do nosocômio acima citado.

A decolagem de retorno a capital do estado aconteceu às 17h25, com a vítima a bordo. A tripulação teve uma carga maior de trabalho, em decorrência do gerenciamento do risco da missão com a proximidade do pôr-do-sol aeronáutico e consequente voo noturno, bem como pelas condições meteorológicas desfavoráveis no momento do pouso (forte chuva).

Vítima de infarto é resgatada pelo Guardião 05 no interior do estado da Bahia

A coordenação da cabine e o apoio de solo foram fundamentais para o êxito na missão. Às 18h00 o Guardião 05 pousou no DPF e às 18h10 a vítima já estava no hospital, através do intermodal com a ambulância do SAMU.

Mais uma vida SALVA na parceria GRAER/SAMU!

Fonte / Fotos: GRAer/BA

Médico do GRAU de São Paulo apresenta estudo inédito sobre atendimentos aeromédicos

O médico Ricardo Galesso Cardoso, membro da SBAIT (Sociedade Brasileira de atendimento Integrado ao Traumatizado) e gerente de Treinamento do GRAU (Grupo de Resgate e Atenção a Urgências e Emergências) da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, desenvolveu um estudo inédito sobre os atendimentos aeromédicos da região de Campinas, que começaram a ser feitos em 30 de junho de 2010. Os resultados se transformaram em sua tese de Mestrado, apresentada na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), dia 24 de julho de 2014.

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O objetivo do estudo, denominado “Resgate Aeromédico a Traumatizados na Região Metropolitana de Campinas”, era analisar o perfil dos doentes atendidos pelo sistema de resgate aeromédico da RMC (Região Metropolitana de Campinas), levando em consideração critérios de triagem e acionamento, tempo de resposta, tempo de atendimento e de transporte, procedimentos invasivos realizados no Atendimento Pré-Hospitalar, gravidade dos doentes, morbidade e mortalidade.

Para isso, foram analisados prontuários e fichas médicas de 220 pacientes, que foram levados ao HC (Hospital das Clínicas) da Unicamp, entre julho de 2010 e dezembro de 2012. Os números apontam que 78,6% (173) das vítimas eram do sexo masculino, com idade média de 32 anos. Em 207 casos, ou seja 94,1% dos atendimentos, houve traumas contusos, causados, em sua maioria, por acidentes de trânsito, sendo 30% com motocicletas (30%) e 23,2% com automóveis.

O estudo apontou, ainda, que o tempo médio de resposta foi de seis a dez minutos. Em média, o tempo de atendimento na cena foi de 21 minutos. De forma geral, entre o acionamento da equipe de resgate e a chegada ao hospital, foram levados 42 minutos. “Nós percebemos que quanto mais grave, maior a demora na cena”, explica Galesso.

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De todos os casos, 36,8% eram de pacientes em estado grave. Os demais eram casos mais leves. “Precisamos considerar, também, que muitos pacientes são jovens e ainda não demonstravam, durante o resgate, a gravidade das lesões que tinham”, pondera Galesso. Em torno de 19,5% dos casos, houve uma supertriagem, ou seja, não havia necessidade do acionamento do resgate aéreo.  Ele considera este índice alto e disse que é necessário melhorar os critérios, no entanto, ressaltou que, muitas vezes, a avaliação é subjetiva e é preciso tomar cuidado para que não haja uma subtriagem, o que poderia colocar vidas em risco.

Levando em consideração a evolução dos casos, o estudo aponta que 84,1% tiveram alta, sendo 14,1% em menos de 12 horas e 23,7% em menos de 24 horas. Em torno de 53,3% passaram por cirurgia. Os números apontam, ainda, que 15,9% das pessoas resgatadas morreram.

De acordo com Galesso, os resultados da região de Campinas são muito semelhantes aos encontrados na literatura mundial. Durante sua apresentação, ele fez uma explanação sobre a evolução do transporte médico aéreo e explicou que, no Brasil, o Resgate Aeromédico é realizado apenas pela Aviação Militar e de Segurança Pública, já que tem regras diferenciadas, como, por exemplo, poder pousar no meio de uma avenida para fazer um resgate, o que não é permitido a empresas particulares.

Contribuíram com o estudo a aluna da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp Carina Fontana Francischini, o diretor do GRAU Jorge Michel Ribera, o gerente do GRAU Ricardo Vanzetto e o presidente da SBAIT e coordenador da Disciplina Cirurgia do Trauma da Unicamp, Gustavo P. Fraga, que também foi o orientador de Galesso. Fraga destacou a importância deste estudo. “Ele é único. Se daqui a 40 anos, alguém fizer um estudo sobre o atendimento aeromédico no Brasil, avaliando a gravidade e evolção dos doentes, terá de citar o seu, que é o primeiro”, diz.

Além de Fraga, que presidiu a banca, também avaliaram o trabalho de Galesso, Antônio Luís Eiras Falcão, da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, e Maria Cecília de Toledo Damasceno, da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo). Como suplentes da banca, estavam Elcio Shiyoiti Hirano, também da FCM da Unicamp, e José Gustavo Parreira, da FCM da Santa Casa de São Paulo.

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Fonte: SBAIT

Conheça os desafios do médico que trabalha no resgate aéreo da PMESP

O escritório de trabalho do médico Ricardo Vanzetto, 48 anos, não é dentro de um hospital ou consultório comum. Há 18 anos o ambiente onde ele se sente mais à vontade é o helicóptero Águia da Polícia Militar. Formado em medicina, ele se especializou em pediatria e, depois, em Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) pediátrica. Com três anos de experiência nessa área, o médico foi além no que fazia melhor, trabalhar em emergências.

“A possibilidade de poder chegar ‘in loco’ e salvar uma vítima ou ser o diferencial para essa vítima sempre foi a minha grande paixaõ”, conta. O Dr. Ricardo faz parte da equipe de resgate do Grupo de Resgate e Atendimento às Urgências (Grau) da Secretaria de Estado da Saúde. Ele é o personagem do quadro da EPTV sobre mercado de trabalho, o “Sua Chance”.


Veja o vídeo “Sua Chance”


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O G1 também preparou uma entrevista exclusiva com o médico do Águia, com mais detalhes da rotina e dos desafios que esse profissional enfrenta.


Veja o vídeo da entrevista


A equipe do Grau faz parte de um sistema de resgate que também integra o Corpo de Bombeiros e o Grupamento de Rádio e Patrulha Aérea da Polícia Militar.

Como chegar lá

O caminho é difícil, mas se os interessados em integrar essa equipe tiverem determinação, assim como o Dr. Vanzetto, há grandes chances de conseguir. “Pra chegar aqui é um caminho árduo. Tem a faculdade de medicina, a especialização, todos os cursos preparatórios. E não são todos que se adaptam’, explica.

Para participar do concurso público da Secretaria de Saúde do Estado, os interessados precisam ter especialização em anestesia, cirurgia geral, cardiologia ou em UTI. O processo seletivo envolve prova teórica, teste de aptidão física e análise de título, como avaliação de mestrado e doutorado. O médico que for aprovado ainda deve providenciar o certificado de resgate da Aeronáutica e passar pelo treinamento do Grupamento de Rádio e Patrulha Aérea da Polícia Militar.

E não para aí. O profissional também passa por um curso na Escola de Bombeiros, curso de ocupador de equipamento especial com noções de meteorologia e fraseologia (conversação dentro da aeronave).

Algumas avaliações práticas também são necessárias, como 120 horas acompanhando os profissionais, médicos e enfermeiros, que já integram a equipe do Águia. O profissional passa por todos esses treinamentos nos primeiros dois meses, após ter sido convocado no concurso.

Fonte: G1/Campinas

Deficiente tomada de decisão. Por que ?

A edição de Outubro da revista Rotor & Wing fez a seguinte pergunta para seus leitores:

O que mais precisa ser feito para aumentar a segurança das operações aeromédicas com helicóptero (HEMS) ?

Na edição de Novembro da referida revista, o leitor Mike Ojeda teve publicada a sua opinião a respeito do assunto. Como esse assunto é de abrangência mundial e a resposta do leitor foi deveras interessante, a mesma segue abaixo devidamente traduzida e autorizada pelo autor:

MIKE OJEDA

Sou um piloto de helicóptero de um grande operador americano de serviços aeromédicos (EMS) há sete anos. Possuo a licença de Piloto Comercial de Helicóptero, com cerca de 3.000 horas de voo, sendo 2.000 na aviação do Exército dos EUA  e as outras 1.000 horas de voo em operações aeromédicas; sou bacharel em assuntos de aviação geral e estou concluindo meu mestrado em segurança da aviação.

Na minha opinião, quase todos os acidente tem como fator contribuinte a deficiente tomada de decisão do piloto. Seja de ficar sem combustível, decolando ou continuando a voar em condições climáticas desfavoráveis ​​. Então, se nós sabemos que isso é um problema, o que podemos fazer para corrigi-lo e assim reduzir os acidentes ?

Bem , em primeiro lugar, precisamos desenvolver um programa de treinamento que ensine os pilotos desde cedo o que uma boa decisão realmente significa. O ambiente organizacional para a segurança tem de ser tal que não reste dúvida sobre qual deve ser a decisão correta e que isso não gere nenhuma pressão para voar.

Acredito que existem regras suficientes nos livros para nos manter seguros , o que precisamos é que os pilotos cumpram as regras de forma que resulta em uma taxa próxima de zero acidentes (reconhecendo que absolutamente zero de acidentes é uma meta inatingível ).

A FAA e outras organizações têm fornecido aos pilotos todas as ferramentas necessárias para isso: Óculos de visão noturna, sistema de anticolisão com terreno, sistemas de anticolisão em voo, sistema de consulta e previsão meteorológica, sistema de visão sintética, piloto automático (em algumas aeronaves )  e a lista continua.

Todas estas ferramentas não irão salvar uma aeronave e sua tripulação se os pilotos continuarem a voar além dos limites e a ignorar sinais óbvios para abortar uma missão. Esses sinais podem ser combustível abaixo do necessário para completar a missão ou aproximando-se da quantidade para acendimento da luz de bruxa, condição meteorológica de uma milha ou 100 pés de mínimos estabelecidos, apenas para citar alguns casos.

Operações aeromédicas com helicóptero (HEMS) são um ambiente dinâmico e isso tem que levar os pilotos e as equipes médicas a não desejarem ir além de seus limites para cumprir a missão. Caso as condições se aproximem desse limite e se verifique que não existe mais condições seguras de continuar, nós simplesmente encerramos o voo, mesmo que isso signifique pousar em algum lugar desabitado. Tripulantes médicos também precisam saber quais são esses mínimos e ter uma voz ativa de “go / no go” na tomada de decisão.

É irônico saber de como pilotos de helicópteros que somos, voando uma aeronave que pode pousar em qualquer lugar, decidimos em continuar um voo em condições de deterioração meteorológicas além dos limites em vez de simplesmente pousar em algum lugar seguro e esperar.

Por que isso?

É o operador, a missão ou as condições climáticas que induzem e pressionam os pilotos para continuar na missão ? Ou é um clima organizacional auto-induzido provocado pela tripulação a si mesmos?

Em ambos os casos , os operadores e o clima organizacional deve sempre apoiar e exigir a decisão mais conservadora para tornar as operações mais seguras.

Para mim, é simples assim.


Fonte: Rotor & Wing / Novembro 2013. Tradução e adaptação de Piloto Policial a partir do original em inglês. Publicação autorizada pelo próprio autor.

Guardião 05 transporta bebês prematuros para o Hospital Regional do Baixo Amazonas

Pará – Nascidos no dia 4 de fevereiro, no município de Monte Alegre, os bebês Natanias e Natalya Vitória Cruz dos Santos, já se encontram sob os cuidados da equipe multi-profissional da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal) do Hospital Regional do Baixo Amazonas (HRBA), transportados pelo helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança e Saúde Pública (Graesp), Guardião 5. Natanias deu entrada no dia 16 de fevereiro, enquanto sua irmã Natalya foi transportada na manhã desta quarta-feira, 19.

O comandante do Guardião 5, major Celso Machado, falou sobre a importância da aeronave para a área da saúde, uma vez que o Graesp também atua na área da segurança pública, em apoio às ações das Polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros do Estado. “Este é um trabalho bem específico na área da saúde. A população entra em contato por meio do Samu e do próprio Corpo de Bombeiros. A aeronave é acionada e feito todo o planejamento operacional para fazer o resgate aeromédico ou de um naufrágio, além da atuação na área da segurança pública”, enfatizou o comandante.

O transporte, que durou cerca de 25 minutos, contou com a presença da médica responsável pelo serviço aeromédico, Drª Ilmara Sousa. “Eram gêmeos prematuros. Foram pedidos inicialmente leitos de UTI para as duas crianças, só que primeiramente veio o menino, já que a menina apresentou uma melhora. Como ela teve icterícia e infecção grave foi solicitada a transferência hoje”, explicou a médica, após citar que este serviço só é possível a partir da parceria município, no caso o Samu, e o Estado, com o Hospital Regional e o próprio Graesp.

Para Natalia Oliveira da Cruz, 21 anos, mãe dos pequenos Natanias e Nataly, a esperança foi renovada após a confirmação da transferência da maternidade em Monte Alegre para o Hospital Regional do Baixo Amazonas. “No início da gestação eu fiquei bem assustada, ainda mais por descobrir que eram gêmeos. Depois eu fiquei mais tranquila e, aos sete meses, eu acabei tendo o parto prematuro, foi difícil. Mas, agora eu estou tranquila. Aqui tem mais estrutura e eu vou passar o dia todo perto deles”, falou Natália, que agora poderá acompanhar de perto o desenvolvimento de seus dois filhos, que são assistidos pela equipe multi-profissional do HRBA.

O helicóptero do Grupamento Aéreo de Segurança e Saúde Pública (Graesp), Guardião 5, é fundamental para o atendimento médico em grandes distâncias.

A partir de abril, os leitos de UTI do HRBA receberão um grande reforço, pois terão sua capacidade mais que dobrada, passando de 24 para 49 leitos. “Numa região tão grande como a nossa, em que assistimos a mais de 1 milhão de habitantes, as distâncias são grandes e o transporte terrestre é bem difícil. A parceria com o Graesp salva vidas. Com certeza foi um grande avanço para a nossa região. A tendência é que essa parceria fique ainda mais forte, pois a partir de abril estaremos dobrando a nossa capacidade de tratamento em terapia intensiva e ampliaremos os serviços de alta complexidade, fazendo com que mais pessoas possam ser transportadas pelo Graesp de regiões mais distantes para o HRBA”, declarou o diretor Geral do HRBA, Hebert Moreschi.

Fonte: Agência Pará de Notícias

Acidente com EC135 aeromédico na Noruega é filmado

No último dia 14/01/14, um helicóptero EC135 P2+ aeromédico sofreu um acidente a cerca de 20 km de Oslo, na Noruega. Segundo informações, a aeronave estava em atendimento a um acidente em rodovia quando veio a colidir com fios de alta tensão, causando a queda da aeronave e vitimando duas pessoas que estavam a bordo do helicóptero.

O acidente foi filmado por motoristas que aguardavam a liberação da pista da rodovia. Impressionante !

Acidente com EC135 aeromédico após colisão com fios, na Noruega - vídeo

Acidente com EC135 aeromédico após colisão com fios, na Noruega - vídeo

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2ª ADAC HEMS Academy – Encontro de operadores aeromédicos europeus

Em Setembro de 2013, foi realizado na Alemanha, o segundo encontro anual ADAC HEMS Academy, um evento de “networking” de operadores aeromédicos de EC145 e EC145 T2.

A ADAC HEMS Academy, fundada em julho de 2009, foi formada para ajudar na formação e integração das diversas especialidades de tripulantes de missões aeromédicas, como pilotos, médicos e enfermeiros. O centro de treinamento é composto por uma sala de simulador e salas de treinamento com equipamentos multimídia  para as sessões individuais ou em grupo para os pilotos, médicos e paramédicos.

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A parte dos simuladores compreende em equipamentos de voo completos para tipos EC135 e EC145 (FFS Nível A ao JAR-FSTD H), bem como em simuladores de atendimento médico Christopher Sim e sala de treinamento de atendimento de traumas.

Falando sobre as razões da criação do encontro, Thomas Gassmann, diretor de vendas e negócios da ADAC HEMS Academy, afirmou que “com o advento da rápida evolução de pequenos operadores de helicópteros em missões aeromédicas, políciais, offshore e transporte VIP, a troca de conhecimento torna-se primordial, a fim de garantir a melhor formação para pilotos e equipes”.

O evento de networking deste ano reuniu gerentes de operações de vôo e chefes de treinamento de operadores de EC145 distribuídos por 15 países, principalmente da Europa, mas também de lugares como Austrália, Japão e Brasil.

O primeiro dia começou painéis de discussão sobre sistema de óculos de visão noturna (NVG / NVIS) com apresentações individuais de cinco operadores europeus: ADAC-Alemanha, HDM-Alemanha, Rega-Suíça, INAER-Espanha e do U.S. Army Falcon Team – JMRC, baseado em Hohenfels, na Alemanha.

Em grande parte operadores discutiram suas diferentes abordagens para a utilização NVG em termos de composição da tripulação, treinamento e limitações de infra-estrutura e equipamentos. “A variedade de abordagens operacionais sendo empregadas para alcançar o mesmo objetivo foi surpreendente, chega a impressionar até o mais experiente dos operadores presentes”, disse Gassmann.

A DRF Luftrettung é um grande operador alemão de helicópteros aeromédicos com uma extensa frota de aeronaves rotativas e de asa fixa: 16 EC135; sete EC145; 25 BK117s; quatro Bell 412 e três Bombardier Learjet 35. Essas aeronaves operaram a partir de 28 bases na Alemanha e duas na Áustria. No total, sua equipe de pessoal compreendem em 180 pilotos, 300 tripulantes paramédicos; 500 médicos de emergência e outros 70 técnicos.

A HDM Luftrettung é uma subsidiária da DRF fundada em 1972 e atualmente opera em missões aeromédicas com uso de sistema de imageamento noturno (NVIS) de três das suas cinco bases aeromédicas, em Munique (2009), Regensburg (2010) e Berlim (2011). Sua frota compreende em cinco EC145s (que são certificados NVIS pela EASA), bem como quatro Bell 412 HP/EP com equipamentos NVIS, mas sem certificação da EASA. Os óculos de visão noturna utilizados pela HDM Luftrettung são dos modelos ITT 4949 e Nogalight NL 93 (com tubos XR5).

De acordo com Volker Schreiber, da HDM, todos os seus helicópteros e pilotos são certificados IFR dual-pilot para missões IFR e noturna. Ambos os pilotos usam óculos de visão noturna montados no capacete de voo, que são usados ​​para as fases de decolagem, em rota e para pouso (conforme necessário). No entanto, as equipes de resgate em terra devem preparar as áreas de pouso remotas, que inclui a sua iluminação e a iluminação de riscos e obstáculos imediatos.

O capitão Nathan Stewart, do Exército dos EUA,  destacou aos operadores de NVG como é importante entender que as características de desempenho de seus equipamentos são afetados pelo ambiente da missão em si, como o grau de iluminação, as características do terreno, as diferentes estações do ano, a fase e posição da lua, entre outros: “Lembre-se, especificações e capacidades de desempenho mudam. O que te fornece precisão hoje, pode não ter precisão amanhã! ”

Carlos de la Cruz Caravaca, gerente de base aeromédica do operador espanhol INAER, disse que suas tripulações atingiram a marca de uma média de 1.539 horas de voo noturno no mês de julho de 2013, e acrescentou que 25 por cento dos voos de sua organização são noturnos (170 das 660 horas voadas por helicóptero. Ele é sediado na base de Castilla la Mancha, onde o operador mantém quatro aeronaves (dois EC135 e dois EC145), que cobrem praticamente toda sua a área de operações em missões noturnas com um tempo de resposta de cerca de 30 minutos. As operações noturnas começaram em 2006, e através de um processo de construção de infra-estrutura, cerca de 225 locais de pousos identificados e utilizáveis em missões noturnas estarão disponíveis ​​até o final de 2013.

O operador suíço Rega voa operações aeromédicas com uso de sistema de imageamento noturno (NVIS) desde 1988. Voando 1.250 missões por ano, Lukas Kistler afirmou que a razão para o uso do óculos de visão noturna era “aumentar a segurança da operação, e não o envelope da missão”.

Ele acrescentou que “regra de ouro” da Rega para a operação NVG era de usá-los nas fases de voo que eles se provam melhor do que o olho humano, como subida, cruzeiro, reconhecimento de local de pouso e aproximação para pouso. Ele concordou com outros palestrantes que pairados, decolagem, pouso e manobras perto de obstáculos são manobras geralmente melhor realizadas sem a utilização de óculos de visão noturna. Citando estatísticas do Exército dos EUA, disse que 95 por cento de todos os incidentes com a utilização de NVG acontecem quando o helicóptero está pairado próximo do solo.

O conceito de tripulação da Rega era ter um único piloto com formação NVG usando óculos de visão noturna montados no capacete. O tripulante aeromédico também tem treinamento de visão noturna, mas utiliza um equipamento portátil manual. O médico de bordo não tem treinamento ou equipamento com  NVG. Ele acrescentou que a comunicação é muito importante entre a tripulação,  mesmo que seja apenas simples fraseologia de “com óculos”, “sem óculos” ou “óculos de visão noturna fora”.

No final do primeiro dia, foi apresentou por Mark Wentink, chefe de tecnologia da empresa holandesa Desdemona, um relatório sobre o treinamento de desorientação em ambientes noturnos. Com óculos de visão noturna, os pilotos tem de estar conscientes do efeito que um campo de visão menor tem em suas referências visuais. Foi levantado também as questões de falsos horizontes durante o pairado, a experiência de redução de contraste do visor quando pousando em local iluminado e o perigo de percepções diversas de velocidade / altura em baixo nível de voo.

O segundo dia foi focado em relatos de experiências e começou com a apresentação de dois pilotos, Masahiro Nakamura, do operador Aero Asahi do Japão, e Peter Howe, da CHC Austrália. A operadora Aero Asahi tem um passado de zero acidentes em operações aeromédicas desde 2001, disse Nakamura, apesar de uma média de cerca de 350 missão aeromédicas por cada base em todo o território japonês.

As aeronaves utilizadas pela Aero Asahi incluem EC135, BK117C2 (EC145), MD900, Bell 429 e AgustaWestland AW109. As missões aeromédicas no Japão ainda incluiu o apoio a catástrofes nacionais pós-terremoto e tsunami. Nakamura acrescentou que o helicóptero favorito do pessoal médico continua sendo o BK117, devido ao seu espaço interno e a capacidade adicional de transportar mais de 100 kg de equipamentos médicos. No entanto, ele disse que o desempenho dos novos EC145 irá trazer uma diferença significativa ao aumentar o desempenho e limites de decolagem.

Por final, Thomas Hutsch de ADAC Luftfahrttechnik e Stefan Brade de ADAC Luftrettung, expuseram os motivos e razões da recente decisão da ADAC Luftrettung em encomendar junto a Eurocopter 14 novos EC145T2. Do ponto de vista de treinamento e requalificação, foi apresentado o processo e o cronograma necessário para fazer todas as mudanças na composição do simulador atual e no desenvolvimento de um simulador de EC145T2 adicional na academia, bem como na oferta feita para todos os novos cliente de EC145T2 para se envolverem com este novo desenvolvimento.

Ao encerrar o evento de 2013, Thomas Gassmann anunciou que o próximo encontro será realizado novamente em 04 e 05 setembro de 2014.

Operadores internacionais querem mais agilidade na regulamentação de NVG

Durante a Helitech, realizada em setembro de 2013 em Londres, uma série de operadores internacionais demostraram o desejo que o processo de certificação e regulamentação estipulado pelas autoridades seja agilizado, para dessa forma permitir que as aeronaves de asa rotativa de operadores aeromédicos (HEMS) possam utilizar óculos de visão noturna (OVNs) na Europa.

NVG HEMS

Enquanto todos concordaram que a segurança deva ser a principal consideração em todo o processo, também foi unânime que as operações noturnas usando OVNs eram sempre mais seguras do que as que não tinham o equipamento disponível.

Durante a conferência, os participantes incluíam representantes dos maiores operadores aeromédicos europeus, com do East Anglian Air Ambulance (com suporte do operador Bond Air Services), a espanhola INAER, o DRF Luftrettung da Alemanha e do Norwegian Air Ambulance.

“Voar com OVNs é muito melhor do que voar sem”, disse Erik Normann, gerente de operações de voo da Norwegian Air Ambulance. Em 2012, Normann disse que a sua organização tinha atingido 7.757 horas de voo, sendo que 1.716 eram à noite (22 por cento) e 1158 (15 por cento) com OVNs.

Na Noruega, particularmente tendo em conta a sua posição geográfica, a escuridão é sempre um fator crucial na prestação de um serviço à população. Além disso, devido a geografia acidentada de algumas partes do país, o que é apenas um voo de 15 minutos com o helicóptero pode demorar até sete horas de carro.

Em termos de gestão dos recursos da tripulação (CRM), Normann disse que tanto o piloto e quanto o tripulante aeromédico que vão na cabine utilizam OVNs e que até mesmo o médico na parte de trás da cabine tem um dispositivo portátil de visão noturna: “Durante um pouso – todos os olhos ajudam”, disse ele.

Enquanto os noruegueses têm operado com OVNs desde 2002, o East Anglian Air Ambulance foi a primeira empresa de transporte aeromédico do Reino Unido certificada para utilizar OVNs, no início de 2012.

Pete Cummings, diretor de operações de voo da Bond Air Services, disse: “East Anglian foi o primeiro operador a realmente provocar e implantar um serviço aeromédico noturno.  A CAA (autoridade aeronáutica inglesa) era favorável à operação ​​dentro do seu regulamento – sempre pecando pelo lado da cautela”.  “Com o envio do pedido de início da operação a partir de novembro de 2011, recebemos da CAA uma lista de considerações para obter a aprovação.

Em julho de 2012, a CAA publicou suas diretivas de segurança para a operação noturna, que incluiu a exigência de iluminar a área de aproximação final de uma altura de 500 pés. Isso nos exigiu a instalação de um farol de busca Trakka A800 nas aeronaves. Todos os pontos considerados foram satisfeitos e o primeiro voo aeromédico noturno ocorreu em 13 de maio de 2013.

Atendimento aeromédico garante agilidade no socorro, mas necessita de legislação específica

Trânsito congestionado, longas distâncias, lugares inacessíveis. Resgatistas brasileiros conhecem bem os problemas que dificultam ou inviabilizam o transporte de pacientes em muitas áreas do país. Ao se confrontar com estas dificuldades em uma situação de emergência, a solução é decolar.

O transporte e resgate aeromédico constituem-se de ferramenta fundamental para organizações de salvamento chegarem a locais que dificultariam, atrasariam ou impossibilitariam o acesso de veículos terrestres. “A maioria dos atendimentos prestados pelas equipes aeromédicas acontece quando há pacientes em estado grave”, explica André Ricardo Moreira, enfermeiro de voo do GRAU (Grupo de Resposta Aérea de Urgência) do SAMU de Santa Catarina. Deste modo, a necessidade de um rápido atendimento justifica o uso de helicópteros ou aviões.

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Em 2008, foram realizadas de 5.000 a 7.000 remoções aeromédicas no Brasil, segundo estimativa da Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva. Desde então, houve incremento na utilização do transporte aeromédico, com implementação do serviço em diversas cidades e melhora da estrutura.

O Ministério da Saúde informa, no entanto, que não possui uma compilação recente de dados de todas as missões aéreas envolvendo resgate, remoção e transporte de feridos. Muitas vezes, o serviço aeromédico é compartilhado entre as secretarias da Saúde e da Segurança Pública. Usualmente, as estatísticas são coletadas individualmente em unidades da SAMU, Secretarias da Saúde, grupamentos da Polícia Militar, serviços particulares, FAB (Força Aérea Brasileira) e outras organizações.

Em comparação com os Estados Unidos, por exemplo, onde se efetua este tipo de resgate centenas de milhares de vezes ao ano, os números brasileiros podem parecer tímidos. Olhando para trás, contudo, constata-se grande evolução no transporte aeromédico no país. “Os diversos Serviços de Urgência Médica têm se mobilizado para acompanhar as necessidades e demandas advindas do crescimento acelerado da população. Atualmente, 19 organizações aéreas de segurança pública ou defesa civil realizam o serviço de resgate aeromédico em 15 unidades da federação”, destaca José Alexander de Albuquerque Freixo, capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo e piloto de helicóptero do GRPAe (Grupamento de Radiopatrulha Aérea “João Negrão”).

Com 29 anos de existência, o GRPAe oferece uma ampla cobertura para a população do Estado de São Paulo. Atualmente, 85% dos mais de 40 milhões de habitantes encontram-se a uma distância de até 15 minutos de um dos 24 helicópteros e seis aviões que compõem a frota do grupamento aéreo da Polícia Militar. Distribuída em 11 bases – uma na capital e dez no interior – e 30 aeronaves, sua estrutura configura-se como a maior da América Latina em números absolutos.

Por enquanto, os resgates aeromédicos concentram-se nas cidades de São Paulo e Campinas. Em 2012, foram 575 casos de resgate, 49 de remoção inter-hospitalar e 24 de transporte de órgãos. Em 2013, até 30 de setembro, foram 413 casos de resgate, 29 de remoção inter-hospitalar e 34 de transporte de órgãos.

É consenso entre profissionais e especialistas da área, porém, que ainda há muito para melhorar no setor, como destaca o próprio capitão Freixo. Segundo ele, além da capacitação dos tripulantes e definição de requisitos objetivos para a formação de médicos e enfermeiros de voo, há um déficit na infraestrutura.

“A ausência de helipontos nos principais hospitais do país é um grande problema, pois limita as alternativas de socorro ou aumenta potencialmente o risco da operação”, diz, lembrando que, no município de São Paulo, há apenas três helipontos regulares em hospitais, dos 184 registrados em toda a cidade. Esta infraestrutura ainda deficiente precisa atender a um país de dimensão continental. O Brasil tem uma área de mais de 8,5 milhões de km², maior do que as áreas da União Europeia, Argentina e Peru somadas.

De uma população de 198 milhões de pessoas, a imensa maioria vive em cidades próximas ao litoral, o que ilustra a desigual distribuição demográfica. Apenas o Estado de São Paulo tem 41,25 milhões de habitantes, 20% do total do país, em uma área que corresponde a 3% do território nacional. Enquanto isto, o Amazonas, maior estado brasileiro, tem 3,6 milhões de habitantes, que ocupam 18,5% da área brasileira.

Reportagem de Eduardo Herrmann e Gustavo Heldt/GHX Comunicação – Revista Emergência

Operador aeromédico canadense acusado de não garantir a segurança de seus pilotos

Investigadores federais do Canadá relataram a empresa de transporte aeromédico ORNGE por ter falhado em garantir a segurança de suas operações de helicóptero e colocar em perigo seus pilotos.

Agindo sobre questões de saúde e segurança, os pesquisadores dizem que a gestão ORNGE não garante a salvaguarda em voos noturnos e na região norte do Canadá. Exatamente as condições em que um helicóptero caiu em maio, matando quatro funcionários.

AW139 ORNGE

As preocupações são explicitadas na chamada “orientações para o empregador”, a título de ordens, emitidas recentemente que detalham as preocupações e obrigam a ORNGE a tomar medidas imediatas para “corrigir o perigo.”

“O empregador não conseguiu proteger a saúde e segurança dos seus empregados, sendo esses os pilotos de helicóptero. quando realizando a sua atividade de trabalho em voar o helicóptero “, relatou Janice Berling, oficial federal de saúde e segurança, em uma de suas ordens emitidas.

“Vocês estão instruídos. a tomar medidas imediatas para corrigir o perigo ou condição que constitui o perigo”, ela escreve.

As ordens vêm depois de uma fiscalização no local de trabalho, que começou 31 de maio, mesmo dia em que um helicóptero ORNGE caiu no norte de Ontário, no Canadá. Dois paramédicos e dois pilotos morreram quando o helicóptero Sikorsky S-76A acidentou-se pouco depois da meia-noite para pegar um paciente.

O relatório detalha os perigos existentes na ORNGE em diversas áreas, incluindo:

– Falta de “educar adequadamente os pilotos sobre os riscos de saúde e segurança associados com as operações no norte (do Canadá)”

– Falta de garantia que supervisores e gerentes responsáveis ​​pelos pilotos são treinados adequadamente no âmbito do Código do Trabalho do Canadá e “conscientes das suas responsabilidades de segurança e saúde.”

– Não garantir que os pilotos que operam por regras visuais noite são “equipados com um meios para garantir que a referência visual seja mantida durante todo o voo”.

– Deixou de criar um programa de prevenção de riscos para os pilotos.

Ainda não está claro se o operador ORNGE enfrentará multas por suas deficiências de segurança. A investigação foi feita em conjunto com a agência de investigação canadense Transport Canada and Human Resources and Skills Development Canada.

Após o recente acidente, o operador ORNGE diz que vem trabalhando com várias agências, incluindo a Transport Canada “para identificar e solucionar quaisquer dúvidas em relação à questão de aviação.

Estas medidas incluem um novo treinamento para evitar colisão contra o solo em voo controlado (CFIT), revisão dos procedimentos para operações noturnas, inclusive nos chamados locais “buraco negro”, onde existem poucas luzes no solo para fornecer referências visuais para os pilotos, de acordo com a porta-voz da agência de James MacDonald.

Além disso, a ORNGE contratou um inspetor de garantia de qualidade das operações de voo e um gerente de treinamento de voo e procedimentos. Também groundeou os helicópteros Sikorsky S-76 que não são equipados com aviônicos avançados, relatou  MacDonald.

“ORNGE se compromete a tomar todas as medidas necessárias para garantir a segurança do nosso pessoal, tanto no solo quanto em voo”, disse a agência.

ORNGE suspendeu as operações noturnas para helipontos não iluminados, em mau tempo e também por causa de questões de treinamento e licença regulares de seus pilotos.

A imprensa canadense já havia relatado que havia preocupações dentro do operador ORNGE sobre suas operações com helicópteros. Meses antes do acidente, um oficial de segurança alertou sobre os riscos de pilotos novatos e sobre operações noturnas.

O acidente permanece sob investigação do Transportation Safety Board of Canada, podendo ainda se entender por mais 12 a 18 meses antes da emissão de seu relatório final.

Fonte: The Star (tradução e adaptação Piloto Policial)

Com arquivos de Kevin Donovan

Base de Piracicaba terá resgate aeromédico em 2014

Piracicaba vai receber, em 2014, médicos e enfermeiros para realizar o resgate aéreo a vítimas de acidentes e violência. Os profissionais vão compor o Grau (Grupo de Resgate e Atenção às Urgências e Emergências) e atuarão junto aos policiais militares do helicóptero Águia e ao Corpo de Bombeiros, principalmente nos casos de grande porte e maior gravidade. O Grau é considerado a “tropa de elite” do Estado no resgate médico.

Helicóptero Águia terá resgate aéreo médico em 2014. Foto: M. Germano/JP

Atualmente, a BRPAe (Base de Radiopatrulha Aérea) de Piracicaba, que atende 52 cidades com dois helicópteros, não conta com médicos e enfermeiros. “Não temos esse resgate aeromédico. Hoje atuamos com o Águia somente para retirar vítimas de locais de difícil acesso e transportá-las a alguma unidade de saúde. Nossa tripulação é treinada para prestar os primeiros- socor ros, mas a implementação do resgate aeromédico é de suma importância para a população. Vai diminuir o tempo de resposta do atendimento, porque não vamos precisar levar a vítima até o médico, o médico irá até a vítima. Essa agilidade pode salvar muitas vidas”, disse o tenente Fabrício Rasera.

A Secretaria Estadual da Saúde afirmou que o Grau chega a Piracicaba e região em 2014, mas não forneceu uma data exata. Já foi aberto concurso público para contratar 10 médicos e 11 enfermeiros. Como vai atuar junto à Polícia Militar, a equipe ainda passará por treinamentos, como negociação em sequestros e balística.

O Grau também contará com ambulâncias próprias para o resgate terrestre. Os pedidos de socorro continuarão sendo feitos pelo 190 ou pelo 193. Um médico regulador realizará uma triagem da ocorrência para determinar se a atuação da equipe do Grau é necessária ou não.

Atualmente, o Grau mantém cinco bases na capital e uma em Campinas. A ampliação do grupo para Piracicaba faz parte de um pacote de investimentos do Governo do Estado e vai atingir também outras regiões. Os municípios selecionados são aqueles com maior densidade demográfica e que possuem estruturas hospitalares aptas a receberem os pacientes em diferentes graus de complexidade.

Fonte: Jornal de Piracicaba

Aberto concurso para médicos do GRAU de São Paulo

A Coordenadoria de Serviços de Saúde, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, por meio da Comissão Especial de Concurso Público tornou pública a abertura de inscrições e a realização do concurso público para provimento de vaga(s) no cargo de MÉDICO I, para atuar junto ao GRUPO DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS e EMERGÊNCIAS – GRAU.

As inscrições serão recebidas no período de 00:00 horas do dia 19/11/2013 até 23:59 horas do dia 10/12/2013 (horário de Brasília), exclusivamente via internet.

GRAU SP

O concurso público constará de:

1.1 – FASE 1 – Prova Objetiva de CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS, de caráter eliminatório;
1.2 – FASE 2 – Prova Prática de CONDICIONAMENTO FÍSICO, de caráter eliminatório;
1.3 – FASE 3 – Prova de Títulos (conforme Capítulo X – “Dos Títulos e seu Julgamento”), de caráter classificatório.

No ato da inscrição o candidato deverá apontar na ficha de inscrição o local que optar por realizar as Provas das FASES 1, 2 e 3: LOCAL A – SÃO PAULO ou LOCAL B – RIBEIRÃO PRETO ou LOCAL C – PRESIDENTE PRUDENTE.

A data prevista para realização das provas:

– FASE 1: para o dia 19/01/2014, no período da manhã ou tarde para a qual os candidatos serão convocados por meio de Edital, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como será divulgado através do site www.caipimes.com.br ;
– FASE 2: para os dias 15/02/2014 e 16/02/2014, no período da manhã ou tarde para a qual os candidatos serão convocados por meio de Edital, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como será divulgado através do site www.caipimes.com.br ;
– FASE 3: será marcada em data oportuna após a publicação do resultado da FASE 2, e ocorrerá em dias úteis, os candidatos  serão convocados por meio de Edital, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, bem como será divulgado através do site  www.caipimes.com.br ;

Do cargo:

CARGO: MÉDICO I (para Atuar junto ao SERVIÇO PRÉ HOSPITALAR MÓVEL)

LEI COMPLEMENTAR: 1.193/2013

JORNADA DE TRABALHO: 20 horas semanais

Nº DE VAGA(S):137 vagas, sendo:

– 37 (trinta e sete vagas) – São Paulo, Capital
– 10 (dez) vagas – Campinas
– 10 (dez) vagas Ribeirão Preto
– 10 (dez) vagas Presidente Prudente
– 10 (dez) vagas Praia Grande
– 10 (dez) vagas São José dos Campos
– 10 (dez) vagas São José do Rio Preto
– 10 (dez) vagas Bauru
– 10 (dez) vagas em Araçatuba
– 10 (dez) vagas em Sorocaba
10 (dez) vagas em Piracicaba

PRÉ-REQUISITOS:

– Graduação em Medicina;

– Registro no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo – CREMESP;

– Certificado de conclusão de residência médica em Programa credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), nas Especialidades: ANESTESIOLOGIA, ou CARDIOLOGIA, ou CIRURGIA GERAL, ou CLÍNICA MÉDICA, ou MEDICINA INTENSIVA (adulta ou pediátrica) e NEUROCIRURGIA; OU

– Título de especialista emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) nas Especialidades: ANESTESIOLOGIA, ou CARDIOLOGIA, ou CIRURGIA GERAL, ou CLÍNICA MÉDICA, ou MEDICINA INTENSIVA (adulta ou pediátrica) e NEUROCIRURGIA;

– Possuir Certificado Médico Aeronáutico – CMA, em conjunto com o código ANAC para Operadores de Equipamentos Especiais (OEE) – exame inicial. As orientações para emissão do CMA estão disponíveis no site www.anac.gov.br, acessando o link “exame de saúde”. Também está disponível neste site uma lista dos locais credenciados que poderão emitir este certificado (CMA).

ATRIBUIÇÕES:

Tendo ciência de que nosso trabalho se desenvolve junto ao Corpo de Bombeiros, a Polícia Militar, especialmente ao Grupamento de Radiopatrulhamento Aéreo. As atividades são desenvolvidas em diversos postos de trabalho, em formato de rodízio de escala, sendo obrigatório o desenvolvimento de todas as atribuições.

– Comportar-se em harmonia com as normas e regras determinadas pelo ambiente militar, tanto em quartel, bem como na cena que envolve riscos e segurança pública.
– Responder rapidamente ao acionamento, seguindo as regras do sistema resgate e embarcando dentro do primeiro minuto.
– Realizar procedimentos de emergência clínica e cirúrgica, em crianças e adultos de acordo com os protocolos do ATLS, PHTLS, ACLS e PALS e os demais preconizados e / ou definidos pela diretoria de qualidade do GRAU.
– Concorrer à escala de serviço em todos os Postos de Bombeiros que disponham de viatura de suporte avançado, tanto na capital como no interior do Estado, bem como no Centro de Operações do Corpo de Bombeiros (COBOM) e nas Bases de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar.
– Realizar atividades de Regulação Médica, quando escalado como médico regulador no Centro de Operações do Corpo de Bombeiros ou outros a cargo do GRAU.
– Realizar treinamentos periódicos em técnicas de salvamento terrestre, salvamento em altura, salvamento aquático, resgate veicular, busca e resgate em ambientes colapsados, ocorrências com produtos perigosos, desastres e múltiplas vítimas e resgate aeromédico, a serem oferecidos pelo Corpo de Bombeiros, Grupamento de Radiopatrulha Aérea e equipe de Treinamento do GRAU.
– Submeter-se periodicamente a avaliações de condicionamento físico e saúde, de acordo com os protocolos do GRAU e Polícia Militar do Estado de São Paulo.
– Participar de atividades científicas e pesquisas desenvolvidas pelo GRAU.
– Checar e preservar todos os materiais e equipamentos médicos presentes nas viaturas.
– Ter e manter condicionamento físico adequado para poder transpor muros, cercas, defensas, pequenos lagos, rios, etc.
– Desenvolver trabalho em equipe, de forma harmônica, sinérgica e cooperativa com os militares e outros, que estiverem envolvidos no atendimento.
– Respeitar os pares e controlar desafetos que possam ocorrer na cena, focando o controle emocional para o bom
desenvolvimento do trabalho.
– Desenvolver a regulação médica, respeitando e otimizando a rede hospitalar estadual e municipal que integram o serviço, atentando para as restrições em benefício das vítimas.
– Durante a regulação médica, atentar aos sinistros e auxiliar no desembaraço ativamente, colaborando com a equipe na cena e durante o traslado, bem como diante de distócias hospitalares.
– Ter ciência de que o trabalho a ser desenvolvido envolve risco e que o profissional poderá ser submetido a situações inóspitas como atender em locais de difícil acesso e sob intempéries, como situações de sequestro, altura, água, exposição a chuva e atuação em desastres entre outros que se apresentem, em que foi criada condição segura para atendimento em loco.
– Aceitar que por tratar-se de atendimento móvel, com um médico e um enfermeiro por base, o horário de saída pode ser comprometido por ocorrências a margem do horário de saída e a rendição ocorrerá no retorno ao quartel.
– Diante de situações de desastre, dentro da sua área de trabalho ou fora dela, voluntariar-se para ajudar em loco ou na
cobertura das faltas dos colegas que para o desastre se dirigiram.
– Ser pró-ativo ao serviço.
– Participar de todas as atividades de treinamento indicadas pela coordenação.
– Participar de todas as atividades científicas indicadas pela coordenação.
– Participar ativamente das pesquisas científicas desenvolvidas no sistema resgate.
– Checar e preservar os materiais e equipamentos contidos no interior da viatura.
– Obedecer às normas e diretrizes determinadas pela coordenação do GRAU


ATENÇÃO: CONFIRA O EDITAL COMPLETO


Fonte: Diário Oficial SP

Resgate realizado pelo NOTAer em Guarapari/ES

Equipe do NOTAer foi acionada para socorrer vítima do sexo masculino (J.B.S.), de 51 anos, que apresentava trauma grave na no crânio depois que um pneu de caminhão estourou em seu rosto (informação não confirmada de que ele trabalhava como borracheiro) no bairro São José, em Guarapari, no Espírito Santo.

Resgate realizado pelo NOTAer em Guarapari/ES

Foi prontamente conduzido para o hospital Jayme Santos Neves, na Serra.

O pouso na Rodovia exigiu grande capacidade do piloto por conta do espaço restrito – pouso realizado próximo ao trevo de Setiba para que fosse feita a baldeação da vítima da ambulância do SAMU para o Harpia 05 tendo em vista a gravidade da situação clínica da vítima.

Resgate realizado pelo NOTAer em Guarapari/ES

Mais um grande trabalho das equipes do NOTAer e do SAMU, com apoio fundamental das viaturas da PM e dos servidores da Rodosol no local.

Resgate realizado pelo NOTAer em Guarapari/ES

Harpia, servindo e protegendo a sociedade capixaba!

Fonte: NOTAer/ES

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

O motorista de uma caminhonete morreu após sofrer grave acidente na BR-381, em Bom Jesus do Amparo, na região central de Minas, na manhã de domingo (10/11/13).

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

De acordo com com o Corpo de Bombeiros, Ataíde Robeiro de Amorim, de 50 anos, perdeu o controle da direção e invadiu a contramão na altura do km 400. Em seguida, a caminhonete modelo Amarok, placa OOZ-3508, de Esmeraldas, na Grande BH, colidiu de frente com uma carreta, placa HVJ-1916, de Recife.

Por parte do Corpo de Bombeiros de Minas Gerias houve o empenho de uma viatura tipo AB do Pelotão de Nova União e o acionamento do helicóptero Arcanjo 03, do BOA.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Com a chegada da viatura AB ao local, foi efetuado o isolamento do acidente, contenção do trânsito para pouso do helicóptero e retirada da vítima (passageira da caminhonete) do interior do veículo conforme o protocolo de APH.

A guarnição aérea, com participação da equipe da USA 07, deu continuidade ao socorrimento da vítima realizando análise clínica e tratamento inicial ainda no local da ocorrência. Após os trabalhos avançados de suporte de vida, a vítima foi embarcada no helicóptero Arcanjo 03 e prontamente conduzida para o Hospital João XXIII.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Segundo os bombeiros, devido ao forte impacto da colisão, o condutor morreu na hora e sua acompanhante, Jaciára Maria de Buto Amorim, de 47 anos, ficou gravemente ferida. A mulher sofreu lesão na coluna, trauma abdominal e facial e foi encaminhada de helicóptero ao Hospital de Pronto-Socorro João 23, na capital mineira. O condutor da carreta saiu ileso.

A causa da perda de controle por parte de Ataíde ainda é desconhecida e será investigada.

Aeronave: Arcanjo 03.
Equipe: Cap Welter, ST William, Médica Maria Olímpia e Enfermeiro Rodrigo Marques.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Fonte: R7 e BOA/CBMMG

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