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Guerra do VANT: PF X Defesa

Algumas notas publicadas no Boletim DefesaNet de 28JUN10 revelam alguns problemas que estão surgindo na operação dos VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) da Polícia Federal com o Ministério da Defesa.

Esse assunto de operação de VANTs (Veículo Aéreo Não Tripulado) para operações de segurança pública ainda tem muita coisa para ser resolvida.

Veja o que foi publicado :

Guerra de VANTs I

A agenda do Ministro da Defesa Nelson Jobim, nessa segunda-feira, marca uma reunião com Luiz Fernando Corrêa, Diretor-Geral da Polícia Federal. É uma boa oportunidade para ser selada a paz na chamada “Guerra dos VANTs”.

Guerra dos VANTs II

O Comando do Ministério da Defesa através do próprio Ministro Nelson Jobim e o também seguido pelo Chefe do EM da Defesa General Elito afirmam que mandarão abater os VANTs da PF caso estes levantem vôo. Posição referendada pelo Alto-Comando da Força Aérea Brasileira.

Guerra dos VANTs III

Uma tentativa de paz foi tentada pelo Comandante da Aeronáutica,Brigadeiro Juniti Saito. Porém o caldo entornou novamente quando da apresentação do Programa de VANT do Ministério da Defesa, em Santa Maria (RS), 10 Maio, a Polícia Federal, embora mencionada, não foi convidada.

Links das matérias da FAB no DefesaNet :

FAB inicia avaliação de veículo aéreo não-tripulado na Base Aérea de Santa Maria
http://www.defesanet.com.br/10_05/100410_04_fab_vant.html

FAB inicia teste com aeronave não tripulada para vigiar fronteira
http://www.defesanet.com.br/10_05/100411_02_fab_vant.html


Fonte : Defesanet


Município do Rio testa VANT Skylark para vigilância

Município começa a testar hoje aviões não tripulados que vão auxiliar no patrulhamento de grandes eventos, no Choque de Ordem e que podem flagrar até abusos de servidores na rua. Serão três aeronaves ao custo de R$ 1,2 milhão.

Os miniaviões espiões Skylark 1-LE vão invadir, hoje, os céus do Rio numa demonstração na Restinga de Marambaia — no Centro de Avaliações do Exército (CAEx)— para a prefeitura. É a primeira vez que vai acontecer a apresentação dos veículos aéreos não tripulados israelenses pela empresa que está fechando a negociação com o município.

Três equipamentos devem ser comprados para ajudar não somente na fiscalização de festas, como Réveillon e Carnaval, mas também para flagrar abusos de servidores, como o recebimento de propina em casos de operações nas ruas.

A alta tecnologia vai custar R$ 1,2 milhão aos cofres públicos. A compra, no entanto, está esbarrando num problema de tráfego aéreo. É preciso autorização do Departamento de Controle do Espaço Aéreo para que os modelos sejam usados na cidade — que seria a primeira do País a adotá-los.

Há risco de acidente e um plano de voo deve ser previamente apresentado ao órgão competente. “Nosso interesse é grande, mas não podemos ter um abacaxi em mãos. Assim que esse problema for solucionado, podemos fechar a negociação”, disse o secretário de Ordem Pública, Alex Costa.

Usados em operações militares no Líbano, Faixa de Gaza, Iraque e Afeganistão, as aeronaves que devem ser adquiridas pela prefeitura sobrevoam por quase duas horas e vão auxiliar no mapeamento de encostas, ajudar no monitoramento de deslizamentos e em atuações das equipes de Choque de Ordem nas praias e no entorno do Maracanã.

A tecnologia permite que as operações sejam realizadas inclusive durante a noite. “Com a aquisição do Skylark, vamos racionalizar a mão de obra nas ruas. A ideia é que, em grandes eventos, a gente possa fazer uma distribuição melhor dos agentes, porque teremos um olhar de cima detalhado da situação”, disse ele, lembrando que os equipamentos serão usados na Copa de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016.

Vigilância de encostas e controle de favelas

As imagens que serão captadas pelos miniaviões formarão um banco de dados digital da Prefeitura do Rio. O material vai servir para que as secretarias municipais de Urbanismo e a de Obras façam o controle do processo de favelização na cidade. Além disso, o que for captado poderá auxiliar os trabalhos de investigação das polícias Civil e Militar, já que as câmeras conseguem flagrar assaltos e bandidos armados.

“Não temos papel de polícia, mas se tivermos algo que pode auxiliá-los, claro que faremos isso. As imagens da CET-Rio já foram requisitadas várias vezes e o mesmo deve acontecer com o que for captado pelos nossos Skylarks”, disse o secretário da Ordem Pública, Alex da Costa.

O equipamento é lançado através de um elástico ou por minicatapulta. O raio de ação é de 15 quilômetros e as imagens são repassadas por vídeo em tempo real. O controle é feito por uma estação móvel do tamanho de notebook. O trajeto feito pelo miniavião pode ser feito minutos antes, já que a montagem do aparelho é feita em apenas 10 minutos.


Fonte: Chistina Nascimento (O Dia Online) – Arte: O Dia – Foto: Elbit Systems – Dica : Desastres Aéreos News


Polícia contará com helicópteros não tripulados para o combate à criminalidade

Pará – O Sistema Integrado de Segurança Pública do Estado vai ganhar dois Veículos Aéreos Não tripulados (Vant), mini helicópteros que vão monitorar áreas de risco e ajudar no combate à criminalidade, a partir do final de maio, início de junho.

Prisão de ladrão com “VANT” pode levar polícia inglesa para o tribunal

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A prisão pela polícia da cidade inglesa de Merseyside foi saudada, em declaração à imprensa, na semana passada, como um caso de sucesso na história da polícia.

Foto por Reprodução: Robô leva câmeras de imagens em infravermelho para encontrar pessoas pelo calor do corpo.

Mas, ao usar seu recém-comprado veículo aéreo não tripulado (VANT), a força policial pode ter infringido a lei porque não tinha permissão da autoridade de aviação civil inglesa (CAA, na sigla inglesa) para que o robô pudesse voar.

A informação foi revelada nesta terça-feira (16) pelo jornal inglês DailyMail. A polícia de Merseyside, uma das três forças inglesas que usam esses robôs-helicópteros, foi forçada a aterrissá-los e está sendo investigada por um departamento da CAA.

Policiais usaram o robô (também conhecido como Drone), equipado com câmeras de infravermelho que detectam o calor humano, para perseguir dois suspeitos, que tinham roubado um carro na cidade inglesa de Bootle, no dia 26 de janeiro.

Um deles, de 20 anos, foi preso em flagrante. Um menor de 16 anos que fugiu e se escondeu no meio de vários arbustos a 100m dali foi rastreado pelo robô.

O inspetor Nick Gunatilleke, da Força-Tarefa de comportamento antissocial da polícia, que opera o drone, anunciou, em comunicado, a prisão na última quarta-feira (10).

– A polícia está sempre atrás de novas tecnologias para nos ajudar na luta contra o crime, e essa prisão mostra o valor de ter algo como este robô, um poderoso recurso.

Mas a polícia de Merseyside parece ter feito vista grossa para uma nova lei que passou a vigorar no dia 1o de janeiro de 2010, criada por causa da insegurança causada pelo voo desses robôs em áreas residenciais.

Um porta-voz declarou que a polícia já se candidatou a uma licença.

– Como a força policial ficou sabendo da mudança na lei, todos os voos do robô foram suspensos até que a licença seja concedida.

Fonte: R7.

A primeira prisão do Reino Unido com o auxílio do “VANT” policial

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Apelidado de “panela voadora”, o robô-helicóptero parece ser uma improvável arma na guerra contra o crime. Mas, provando sua eficiência, ele cumpriu sua tarefa com êxito, ao auxiliar na prisão de um ladrão de carros na Inglaterra.

O helicóptero em miniatura ou drone, operado por controle remoto, foi implantado pela polícia de Merseyside, um condado, localizado no noroeste da Inglaterra.

A análise do emprego do Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT) nas ações e operações PM

De forma inovadora, a PMBA apresenta um trabalho monográfico muito relevante e que, certamente, influenciará as decisões futuras quanto ao emprego desses equipamentos na atividade policial, notadamente no serviço de inteligência. Boa leitura!

Veículos Aéreos Não Tripulados podem ajudar na segurança pública.

Os VANTs – veículos aéreos não tripulados – são alternativas para preservar a vida dos policiais na guerra contra o tráfico. Desde a sua invenção, o helicóptero foi o meio utilizado para defesa e fiscalização em conflitos de áreas menos populosas.

Pelas suas características, como voar em altitudes mais baixas, ele é operado pelas forças policiais preferencialmente quando não há perigo aparente para a aeronave e seus ocupantes.

Com a evolução dos “conflitos urbanos” e o aumento da necessidade de buscas e rastreamento aéreo, o uso do helicóptero se disseminou e entrou também no combate às brigas de gangues, à guerrilha urbana e ao tráfico, entre outros. A expansão da violência urbana fez com que os helicópteros passassem a atuar também nas regiões populosas, mas sempre respeitando os limites de distância que seguros e usados precisam para monitorar as operações.

Os helicópteros que são operados pelas forças policiais em outros países só são utilizados em operações urbanas quando não há perigo aparente para a aeronave e seus ocupantes.

A situação existente no Rio de Janeiro, que resultou na derrubada de um helicóptero da polícia, é praticamente inédita e tem aspectos bem particulares. As características geográficas desfavoráveis (morros altos e totalmente cobertos por favelas ou vegetação densa) permitem infinitas alternativas para os criminosos se posicionarem e causarem surpresa.

Nesse caso, a área urbana sobrevoada não é controlada pelo poder público (ao contrário da maioria das outras situações de emprego de helicóptero sobre áreas povoadas). A rigor, sob o ponto de vista técnico-operacional, quando um helicóptero da polícia do RJ voa sobre favelas está voando sobre território ocupado pelo inimigo.

Olhando para trás, alguém poderia afirmar que era só uma questão de tempo para um helicóptero (com ou sem blindagem) ter sido derrubado. Os helicópteros são grandes, visíveis e fazem um ruído característico que pode ser ouvido a grandes distâncias.

Em um passado mais recente, helicópteros da polícia foram alvejados e um tripulante foi ferido por um tiro disparado do solo. Outro ataque foi feito a um dirigível que transmitia imagens de vídeo em tempo real sobre conflitos em áreas urbanas conflagradas. A sucessão desses episódios já está provocando reações das mais diversas.

Especialistas em segurança, por exemplo, alertam para a necessidade de adoção de regras operacionais mais restritivas a esse tipo de aeronave que possam garantir a preservação da vida dos tripulantes.

Outra opinião recorrente é que a polícia deveria adotar rapidamente aeronaves não tripuladas para a vigilância das áreas críticas. Conhecidos como VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados), esses modelos já estão disponíveis em vários tamanhos e capacidades e podem voar por longos períodos tanto durante o dia como à noite. Outra opção são os miniVANTs que podem ser lançados a mão, a partir de ruas, estacionamentos, lajes ou pequenas áreas e voam por diversas horas. Um deles pesa cinco quilos e é equipado com câmeras ligadas por satélite a uma central de controle. Durante uma operação, um suspeito pode ser identificado e acompanhado pela tela do computador, ainda que ele esteja a quilômetros do local da ocorrência. A partir daí, as câmeras do miniVANT acompanham automaticamente o “fugitivo” e a perseguição só acaba quando ele for preso. E a aplicação dos miniVANTs não se restringe ao crime.

O policiamento dos jogos de futebol assim como as manifestações populares podem ser monitoradas por essa tecnologia.

Os miniVANTs são mais silenciosos e permitem uma operação discreta sem despertar a atenção. Eles são praticamente inaudíveis devido a seu motor elétrico e transmitem imagens e vídeos de excelente qualidade para as bases terrestres às quais estão conectados. E, ainda que sejam alvejados, dificilmente eles serão atingidos porque são aeronaves de pequeno tamanho.

Se forem abatidos, não são uma ameaça significativa porque pesam pouco mais de cinco quilos.

Todas essas novas tecnologias que estão surgindo começam a quebrar alguns paradigmas sobre segurança. E o número de policiais nas ruas é um deles, pois já sabemos que a quantidade de agentes não é um indicativo suficiente para medir a segurança de uma área.

O helicóptero, apesar de útil em alguns tipos de operação, não consegue ter uma performance segura e discreta. Desde a derrubada do helicóptero da polícia do Rio de Janeiro, ele passou a ser também um alvo possível e passará a ser buscado por grupos rivais (nem que seja para mostrar que são tão bons quanto os que abateram o helicóptero).

Qual o custo de um helicóptero derrubado e de três policiais mortos? Com a tecnologia de voo não tripulado, poderemos, num futuro próximo, evitar tragédias como essas.


Fonte: Artigo de autoria de Anastácio Katsanos, Engenheiro e Consultor aeroespacial, publicado em 20DEZ09 no  Jornal do Brasil


Nota do site: Esse artigo reflete a opinião do autor, contudo os VANTs são o exemplo da tecnologia andando à frente das leis e regulamentos.

Será que na criação das primeiras unidades de aviação policial, quanto falaram em utilizar helicópteros na segurança pública, a reação não tenha sido exatamente a mesma ao ler esse artigo?

Um bom tema para o futuro resolver…


Aviões não-tripulados vigiarão fronteira amazônica

Até março do ano que vem, aviões sem tripulação – em teste desde julho no espaço aéreo do Paraná -, devem ser os novos vigias das fronteiras da Amazônia.

O anúncio da extensão do projeto Veículo Aéreo Não-Tripulado (Vant) às fronteiras amazônicas foi feito hoje pelo ministro da Justiça, Tarso Genro, na 21ª Reunião do Grupo de Trabalho da Interpol para Crimes contra a Vida Selvagem, que ocorre em Manaus até a sexta-feira. “É impossível um país com mais de 15 mil quilômetros de fronteiras ter controle físico sobre cada centímetro. Precisamos dispor de tecnologias para dar conta de tudo, além de reestruturar os postos de fronteira já existentes”, afirmou o ministro.

Para Tarso, a atuação da Polícia Federal na Amazônia é melhor hoje do que há dois anos e “muito melhor” do que há 10. “Quando realizamos concursos públicos, a prioridade é mandar homens para a Amazônia e também reaparelhar os postos de fronteira”, afirmou.

O Vant pode fazer longos voos, de até 37 horas seguidas, cobrindo mais de mil quilômetros. Durante o voo, o aparelho pode fotografar ou filmar pessoas ou objetos no solo, de uma altura que pode chegar a 30 mil pés (10 quilômetros).

Produzidos em Israel, cada avião custará ao País cerca de R$ 8 milhões. Foram comprados quatro aviões, mas em 2014 a tecnologia para sua construção deverá ser transferida ao Brasil.

O modelo adquirido pela PF chama-se Heron TP, ou Eitan. É fabricado pela IAI (Israel Aerospace Industries), que fundou uma joint venture com a empresa brasileira Synergy, EAE para o mercado latino americano.

O Heron TP é propulsado por uma turbina Pratt & Whitney PT6A (1,200 hp), tendo como peso máximo de decolagem 4.650 kg, carga útil de equipamentos de 1.000 kg e autonomia de 36 horas.


Veja mais informações do Heron TP: 01 e 02.

Fonte : Liege Albuquerque (Agência Estado)

Fotos: Divulgação/DPF


Apresentação oficial do VANT da PF

Brasília – O Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), do Ministério da Justiça, ganhará mais uma ferramenta para o combate à criminalidade no Brasil. A Polícia Federal apresenta nesta segunda-feira (27), o Sistema VANT – Veículo Aéreo Não Tripulado.

PF vai de VANT israelense

A Polícia Federal do Paraná está testando a partir desta quarta-feira o VANT que será utilizado na região da Tríplice Fronteira.

A aeronave não tripulada é controlada remotamente a partir de uma estação em terra e possui câmeras capazes de fotografar veículos e pessoas a grandes distâncias, alem de operar também durante a noite.

Não foi informado o modelo que está sendo testado, o que só acontecerá na cerimônia oficial no próximo dia 23 de julho que contará com a presença do Ministro da Justiça Tarso Genro. Pelas fotos divulgadas trata-se de um VANT da família Heron da empresa israelense IAI.

O modelo testado tem cerca de 10 metros de envergadura e autonomia de vôo de mais de 20 horas. No total serão três aeronaves do tipo, e que podem operar em diferentes regiões do país, servindo tanto para policiamento preventivo como também para registrar delitos já cometidos como por exemplo fotografar crimes ambientais.

Os testes estão sendo realizados em São Miguel do Iguaçu, região Oeste do Paraná. Quando os testes terminarem e a aeronave estiver pronta para entrar em operação, a base poderá ser móvel, permitindo a vigilância em diferentes regiões do Paraná ou do País.

Segundo a PF, o uso deste tipo de equipamento por uma Polícia é inédito no mundo


Fonte : Gazeta do Povo


O helicóptero Canna Chopper

A tecnologia dos sentidos. Cientistas aperfeiçoam a natureza ao criarem ouvidos, narizes e olhos mais sensíveis que os nossos e os dos insetos.

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