4º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública – 17 a 19 de dezembro de 2010

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O 4º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública – 4º FNAvSeg é um evento programado durante a realização do 3º Fórum realizado em Salvador/BA, ocorrido em maio de 2010, e reunirá profissionais da aviação de segurança pública, dentre pilotos, operadores e mecânicos de vôo das unidades de operações aéreas da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional, Polícias Militares, Polícias Civis e Corpos de Bombeiros Militares, de representantes da Receita Federal, de outros Órgãos da Administração Pública, de representantes das Forças Armadas e das autoridades de aviação civil, além de palestrante da Polícia do Texas/EUA.

O Fórum destina-se a consolidar a implantação do Sistema Integrado de Aviação de Segurança Pública coordenado pelo Ministério da Justiça/SENASP, além de possibilitar a estruturação do sistema e da política de aviação de segurança pública nacional.

Foto: Eduardo Alexandre Beni
2º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública realizado em Santa Catarina

Nesse sentido, terão continuidade no evento as atividades do Conselho Nacional de Aviação de Segurança Pública, estabelecido pela Portaria nº 2.555/2008 do Excelentíssimo Senhor Ministro de Estado da Justiça, bem como previsão para entrega de três aeronaves AW119Ke – Koala ao Estado de Goiás e estará presente também o EC145 adquirido pelo Estado do Maranhão, além da eleição do novo Conselho (CONAV).

O evento, promovido pela Comissão de Aviação de Segurança Pública da SENASP em parceria com o Estado de Goiás, será realizado na cidade de Caldas Novas/GO, nos dias 17 a 19 de dezembro de 2010, sendo restrito aos participantes credenciados. A SENASP providenciará os convites contemplando as vagas disponíveis endereçadas à cada secretaria estadual.

3º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública
3º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública realizado na Bahia

Na oportunidade, os participantes poderão desenvolver trabalhos de integração e estruturação da aviação de segurança pública, assim como ter acesso às informações disponíveis para o provimento logístico de operações aéreas policiais e de defesa civil, além de tópicos relacionados ao fator humano, do meio ambiente, dos equipamentos, comportamento organizacional e de segurança de vôo aplicáveis à aviação de segurança pública.

O 4º Fórum Nacional de Aviação de Segurança Pública é mais um marco do desenvolvimento integrado e estruturado do Sistema de Aviação de Segurança Pública, que, pela primeira vez, dispõe de uma política consolidada no âmbito do Governo Federal, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública – SENASP, do Ministério da Justiça.

– Confira as palestras que serão realizadas no 4º Fórum.


Fonte: Comissão de Aviação de Segurança Pública do Ministério da Justiça/SENASP


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19 COMENTÁRIOS

  1. É MUITO GRATIFICANTE VER NOSSA AVIAÇÃO CRESCER DE UMA FORMA ORIENTADA, BUSCANDO SE ALICERÇAR EM SEUS PRÓPRIOS DOGMAS.
    CONTAMOS COM A LIDERANÇA DE ALGUNS “NOBRES GUERREIROS”, OS QUAIS DEIXAM DE LADO SEUS INTERESSES PESSOAIS, EM PROL DO IDEAL DE “BEM SERVIR” A SOCIEDADE, E QUE MUITAS VEZES SÃO TÃO INCOMPREENDIDOS.
    ESSES “NOBRES GUERREIROS” TEM BUSCADO O “IDEAL”, A EXCELÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE NOSSOS SERVIÇOS.
    ESSES FÓRUNS SÃO UM EXEMPLO DISSO.
    SINTO MUITO ORGULHO DE SER TESTUMANHA OCULAR, E DE ATÉ FAZER PARTE DESSA PÁGINA DE NOSSA HISTÓRIA !!!
    CONTINUEM FIRMES NESSE PROPÓSITO, POIS: JUNTOS SOMOS FORTES, MAS UNIDOS, NOS TORNAMOS INVENCÍVEIS !!!
    CAP PMPE ROMILDO – ASP92.

  2. COM CERTEZA SERÁ MAIS UM BRILHANTE EVENTO.
    ESSA TROCA DE EXPERIENCIAS, ESSE INTERCAMBIO DE CULTURA E VALORES ENTRES NOS AERONAUTAS E VITAL PARA A SEGURANÇA DE NOSSAS OPERAÇÕES EM TODO BRASIL.
    ESPERO QUE TENHAMOS MUITOS OIUTRSO EVENTOS DESTA NATUREZA.

  3. Olá!
    Observei que não há nas palestras alocadas ao evento nada a respeito de certificação Aeronáutiva para utilização de helicópteros na aviação de Segurança Pública.
    Seria interessante uma palestra abordando esse tópico, visto que, atualmente, o setor de ampla expansão na aviação de rotores é o de segurança pública. Parece até que o helicóptero já vai sair de fábrica com requisitos para isso, não é mesmo. Chega de adptações!
    Abçs a todos””
    Votos que a Aviação “de Rosca” no país, seja uma das melhores do mundo!! E vocês, tenham certeza absoluta, estão cada vez mais contribuindo para isso!!
    Luis A. Martins-Inp. Mnt.

  4. Prezados e assíduos frequentadores deste site, temos que desenvolver meios de incluir nestes Fóruns discussões sobre a manutenção de aeronaves, numa espécie de Fórum paralelo. Poderíamos discutir as dificuldades que temos para realizar as inspeções sem esbarrarmos nas condições impostas por RBHAs.
    Senhores, o momento e de reflexão e mudança. Temos as ferramentas. Precisamos somente organizar as ideias para que colhamos os frutos antes da copa do mundo e dos jogos olímpicos. A primeira coisa a fazer é escolher um líder para organizar as ideias e fazer com que estas cheguem àqueles que farão com elas tenham voz. Pensemos num meio e façamos um profundo “brain storm” para que tenhamos sucesso.

  5. Muito boa a proposição do Souza Lopes. Formar um Grupo de Trabalho para enumerar as dificuldades que as Unidades e as empresas têm para fazer manutenção preventiva em bases mais afastadas, devido à legislação aeronáutica em vigor e mostrar o efeito disso na disponibilidade. Mostrar à ANAC que é seguro que um mecânico da Unidade, devidamente qualificado, pode ser autorizado a fazer o serviço e a aeronave volte à operação. Mas também, em contrapartida, mostrar à ANAC o compromisso da avaição policial com o cumprimento das normas aeronáuticas. Isto vai envolver investimento nas Unidades também. Por exemplo, a Metropolitan Police Air Support Unit tem base de manutenção em Londres com plena capacidade de realizar serviços em suas aeronaves com seu próprio pessoal, oficina homologada devidamente. A SENASP poderia iniciar algo assim, com pessoal dos Estados devidamente habilitados pela ANAC para prestar apoio às Unidades mais afastadas e principalmente as que estão iniciando suas operações. A ANAC precisa flexibilizar mais a norma que estabelece os requisitos para se fazer serviços fora de base. As aeronaves mais modernas possuem programa de manutenção mais simples e inspeções visuais apenas, com pequena quantidade de intervenções realmente e a legislação em vigor ainda está calcada na filosofia antiga, aonde o mecânico precisava ter ferramentas para desmontar certas partes.
    Recentemente, a ANAC abriu à discussão de todos, a elaboração do novo RBAC sobre o tema, a ser discutido em audiencia pública. Não tenho o status hoje do projeto.
    CMTE AYRES – PLAH 0552

  6. Vejam os senhores com as necessidades são grandes e não se pode ficar somente na mão da SENASP. Hoje estamos fazendo os Fóruns para que se possa reunir o Conselho Nacional de Aviação de Segurança Pública, fizemos 4 em dois anos, coisa que em 20 anos apenas 2 foram feitos com patrocínio de empresas e pouca abrangência, sem existir um conselho. Hoje bancamos tudo sem dinheiro das empresas. Criamos o CONAV, fomentamos a aviação de segurança pública no Brasil, com mais de 350 milhões em repasses aos estados para esta atividade, fizemos cursos de formação, colocamos representantes do CNPAA e na ANAC, estamos estudando elaboração de RBAC própria, ajudando os estados a criar e a operar suas aeronaves. Então, fica aí uma sugestão: I Conferência Internacional de Aviação de Segurança Pública, com workshop’s de manutenção, de pilotos e de tripulantes, com palestras para todos os profissionais e com a participação de todos, inclusive bancado pelas empresas do ramo, como patrocinadoras.

    Um abraço a todos

    Maj Gonçalves – CONAV

  7. Muito oportuno o acontecimento de algum evento (simpósio, congresso, encontro..) que trate de manutenção de aeronaves de segurança pública: tipos de contrato, editais, regulamento específico… Essa aviação está crescendo rapidamente e quanto mais discutirmos, melhor poderemos baliza-la.

    Quanto a autonomia de um órgão de segurança pública para realizar manutenção deve ser bastante pensado… será que vale a pena desviar recursos (material e pessoal) do mesmo para uma atividade que não seja fim? Se o propósito é realizar serviços com qualidade e segurança (não esquecendo da disponibilidade!) com certeza não será barato… concordo que a filosofia de manutenção das novas máquinas estão cada vez mais “maintenance free”, o que ajuda e muito na disponibilidade. Mas e as “panes”? E as situações inesperadas que requerem caras ferramentas de diagnóstico? E o controle da qualidade dos serviços? Não podemos pensar que manutenção de aeronaves é apenas realizar inspeções… existem diversos mecanismos suportados nos RBHA’s e IAC’s que também fazem parte desse tipo de serviço.

    De maneira alguma discordo da presença de um corpo técnico formado por pilotos e mecânicos de manutenção para auditar as empresas de manutenção contratada em um determinado contrato de manutenção e orientar o órgão contratante, mas acreditar que a mesma qualidade que se exige de uma empresa de manutenção (que é sua atividade fim)irá aparecer com baixo custo caso um novo RBAC permita, é ilusão, pois a maneira CORRETA de se fazer é cara. Vale a pena discutir!

    um abraço a todos!

  8. Major PM GONÇALVES um Polícial competente com sr que já fez muito pela aviação Policial com certeza espero que continue no seu cargo desenpenhado este otímo trabalho na avíacão policial de forma técnica e competente sempre em prol da segurança pública que ficou abandonada em 20 anos nesse imenso Brasil desdo Rio grande do Sul até fim do Brasil Oiapoque como se diz do OIAPOQUE AO CHÚI !

  9. Lendo os comentários anteriores podemos dizer que todos, sem exceção, querem uma manutenção aeronáutica o menos invasiva possível. Já há algum tempo está provado que a manutenção preventiva, em muitas vezes, danifica o que está bom. E, já há algum tempo, que a manutenção preditiva passou a ser o supra sumo do setor aeronáutico mundial. Monitorar, prever e só mesmo intervir quando haver necessidade. O sistema HUMS (health and usage monitoring system) já está sendo utilizado em muitos helicópteros no mundo. Infelizmente, ainda esse sistema incorpora-se em helicópteros de porte médio a pesados. O que não é o caso da aviação de segurança pública, ainda. Mas, cabe às autoridades incluirem nos requisitos operacionais para fabricação de anvs próprias para a atividade policial a incorporação de um sistema tal qual o HUMS. Assim, a manutenção aeronáutica poderá ser melhor planejada e os recursos melhor gastos. Logicamente, o custo horas de voo x manutenção diminuirá drasticamente também!
    Predizer para somente intervir quando necessário!!
    Abçs a todos!
    Luis Antonio Martins-Insp. Mnt.

  10. manutenção preventiva,é a vida ,corretiva é para vc poder dormir a noite? é cara mas é essencial! não vamos inventar nada? ainda mais em helicopteros de seg publica, que voa o tempo todo na curva do homem morto.um abraço a todos.

  11. Manutenção preditiva é sinônimo de profissionalismo!! Como esse tipo de sistema manutentivo não há espaço para amadorismo!! Somente profissionais capacitados e com um sistema de monitoramento correto podem determinar a diminuição ao extremo de manutenções invasivas e dispendiosas!! E paradigmas de manutenção podem e devem ser quebrados!! Sempre!!!
    Luis Antonio Martins-Inspetor de Manutenção
    São José dos Campos-SP

  12. Bom, eu possuo uma breve experiencia em RBHA 121 mas aprendi que manutenção preditiva só é possível com um bom programa de confiabilidade. E para isso tem que voar muito, pois as horas de vôo serão o “banco de dados”. E quando eu falo em voar muito eu digo em voar mais de 1000 horas por ano em uma aeronave. Agora, diga-me uma aeronave de segurança pública que voa mais de 1000 horas por ano.

    Para sair da segurança e redundancia do (caro) programa de manutenção do fabricante tem que ter segurança, análise de engenharia e controle de qualidade. Pergunto: estamos preparados para isso?

    Bom bate papo! Abraços a todos!

  13. A idéia não é sair do programa de manutenção do fabricante, e sim exigir do mesmo que faça, grande parte desse programa baseado na manutenção em predição. O EC225 já traz o HUMS incorporado! Possível é!! Os requisitos e as exigências do cliente devem determinar isso!! Mais do que nunca, anvs nascendo na fábrica, devem trazer incorporadas equipamentos,cablagens, sensores e tudo mais para que o operador coloque em prática o progrma de manutenção baseado na predição.
    Bem, um dia chegaremos lá!! Digamos, será um item de série das novas anvs!!
    Abçs!
    Abçs!
    Luis A. Martins-Insp. Mnt.

  14. Srs, essa discussão é interessante do ponto de vista técnico, mas não acredito que possa ser efetiva. Os fabricantes podem criar soluções técnicas e de manutenção alternativa, a critério do cliente, mas tudo tem um custo. Há sistemas de monitoramento da célula e do motor, próprios para aeronaves leves, mas não implicam em mudar a manutenção preventiva para preditiva.
    Se o cliente tem uma grande frota e quer ter um determinado equipamento instalado, a fábrica pode desenvolver aquele projeto, homologar junto à Autoridade aeronáutica e depois instalá-lo nas aeronaves, atendendo a exigencia do cliente. Dependerá da demanda, de tempo e da compatibilidade com outros sistemas. Há um custo calculado denominado “não recorrente” que irá compor o preço e esse valor é diluído na quantidade de aeronaves a ser aplicado o invento. Quando a quantidade é pequena e o fabricante não vislumbra que outro cliente irá querer aquilo, esse custo é carregado no preço da aeronave. Fora isso, se o cliente governamental precisa fazer licitação, aí entre em cena a competição e o que se vê agora, são fabricantes ameaçando os clientes para retirarem certos equipamentos da configuração, sob pena de não participarem do certame e denunciarem a licitação como direcionada.
    Talvez, quando a Aviação consolidar o Consórcio Público, então terá força para impor sua vontade.
    CMTE AYRES – PLAH 0552

  15. faço minha as palavras do CMTE Ayres!!!!.[ o sistema HUMS quando integrado c com avionicos! monitora,registra, os parametros? mas não reduz e não almenta tempo de TBO,TSN,TSO .Agora estou perplexo com a humildade de um insp de mnt,deve morar na inglatera?

  16. Apesar do que até agora fora discutido não ser o tema central do tópico, recordei-me de uma notícia postada neste site (https://www.resgateaeromedico.com.br/?p=12371) onde um MD Explorer voou mais de 1200 horas em um ano. Por que o CONAV não entra em contato com o operador ou a Police Aviation Service Ltda (http://www.specialist-aviation.co.uk/police.htm) ou a própria Metropolitan Police (http://www.met.police.uk/asu/index.htm), citada em um dos comentários, e pesquisa como conseguiram tais feitos? Pelo que consta, a AvSegPub terá uma “nova legislação” em breve, portanto qualquer alteração nesse sentido não me parece ser um entrave.

    Seus comentários, Cmte Ayres, somente reforçaram uma visão que muitos teem a respeito da Helibras: é a única fabricante que está no mercado ao ponto de determinar o que a AvSegPub deseja ou não. E se a AvSegPub está como está, a empresa tem uma parcela significativa de responsabilidade. Não me convence o argumento de que os operadores terão mais força para exigirem o que desejam com a criação de um Consórcio Público, porque não é tão simples assim. A AvSegPub do Brasil deve ser uma das mais improvisadas do mundo e o que a Helibras fez por isso? Fingiu que não viu durante todo esse tempo. Agora, que a concorrência chegou é que “começou” a abrir os olhos. E aí fica a minha sugestão aos tomadores de decisão, não se iludam. A AvSegPub tem muito a se desenvolver ainda. Não me venha com esse disparate, Cmte Ayres, de que as “fabricantes ameaçam os clientes para retirarem certos equipamentos da configuração, sob pena de não participarem de certames e denunciarem como direcionada” que aqui não é lugar para lobby e todos conhecemos as práticas do mercado, inclusive as práticas da Helibras.

    Eu particularmente torço para que a AvSegPub não volte a cair no erro de ficar dependente de apenas uma fornecedora e apenas uma opção. Torço para que cada vez mais operadores tenham a coragem e bravura exigida para mudarem e buscarem novas opções quando não estiverem mais satisfeitos. Torço para que cada vez mais fornecedores participem desse mercado. A mudança traz consigo o crescimento e desenvolvimento. Não caiam nas conversas fiadas que a disputa pelo mercado costuma criar. Estudem sobre os assuntos, leiam mais, conversem mais, tirem suas próprias conclusões. Não se deixem impressionar pelo fato de um ou outro piloto ter não sei quantas mil horas de voo. Preste referência, pois ele merece, mas não seja submisso.

    Meus votos para que o 4º FNAvSeg seja mais um evento de sucesso.

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