Como funciona o resgate aeromédico no Pará

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O serviço de resgate aeromédico no Pará funciona, hoje, por meio de um Termo de Cooperação entre a Sespa e a Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), e representa um investimento mensal de R$ 276.789,76, e anual de R$ 3.321.477,12, feito pelo governo estadual na melhoria dos serviços de saúde pública.

O serviço tem se destacado pelo número de atendimentos em várias localidades, principalmente nas regiões de ilhas, com destaque para o Arquipélago do Marajó, onde a maioria da população só dispõe do transporte fluvial.

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As populações dos municípios que compõem as regiões de saúde, como Metropolitana I, Metropolitana II, Metropolitana III, Rio Caetés, Tocantins e Marajó, também são beneficiadas pelo serviço. No total, 75 municípios são contemplados, com exceção de Gurupá, Viseu e Ulianópolis, por estarem localizados fora do raio de ação e autonomia de voo do helicóptero.

A Sespa também faz o transporte em UTI Aérea de pacientes em estado grave, que necessitem de atendimento em suporte avançado, dentro e fora do Estado. Esse serviço é regido por um protocolo de acionamento do serviço, e requer do Estado, anualmente, o investimento de R$ 2.207.532,80.

A Rede de Urgência e Emergência do Estado inclui o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Serviço de Resgate Aeromédico, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e Hospitais de Urgência e Emergência. O Pará foi o primeiro Estado brasileiro a concluir e entregar o Plano Estadual de Atenção Integral às Urgências ao Ministério da Saúde.

Fonte: Agência Pará

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