Paraná – Um acidente de trânsito na rodovia BR-272, próximo a cidade de Farol, deixou uma vítima com ferimentos graves. Equipes do SAMU Noroeste, do Corpo de Bombeiros de Campo Mourão e do helicóptero Saúde 10 do SAMU, foram acionados para dar atendimento à vítima que ficou presa às ferragens.
Segundo informações de uma pessoa que estava em uma propriedade próxima, o veículo saiu da pista e capotou. A vítima foi socorrida pelas equipes de resgate com apoio dos operadores de suporte médico do helicóptero Saúde 10 do SAMU.
O paciente foi encaminhado de helicóptero ao Hospital de Campo Mourão para atendimento médico. A Polícia Rodoviária Federal fez a segurança do local e deu encaminhamento à ocorrência.
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Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-272, PR
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-272, PR
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-272, PR
Equipes do Corpo de Bombeiros e SAMU resgatam vítima de acidente de trânsito na BR-272, PR
Paraná – Vítimas de acidente de trânsito em rodovias foram resgatadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) no oeste e norte do Paraná. No domingo (19), um motorista de 25 anos ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e capotar seu veículo na PR-182, em Maripá, no oeste do Paraná.
A equipe aeromédica do Saúde 02 do Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste (CONSAMU) foi acionada. No local apoiou as equipes de resgate. O rapaz, depois de estabilizado, foi transportada de helicóptero ao Hospital Bom Jesus, em Toledo.
Na tarde de terça-feira (21), a equipe aeromédica do Saúde 10 do SAMU Regional Norte Novo/SESA foi acionada para atendimento de vítima de acidente de trânsito na PR-542, entre Itaguajé e a divisa com São Paulo.
De acordo com o SAMU, um jovem de 33 anos que conduzia um veículo VW gol ficou gravemente ferido, apresentando traumatismo craniano e fraturas múltiplas. O rapaz foi retirado das ferragens pelo Corpo de Bombeiros, reavaliado pela equipe médica e removido de helicóptero ao Hospital Metropolitano de Sarandi.
Conforme as equipes médicas da Rede Paraná Urgência (SAMU 192), o atendimento do aeromédico é necessário para reduzir o risco de sequelas e de mortalidade das vítimas. As equipes atendem casos graves e que precisam de intervenção rápida.
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Motorista de 25 anos ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e capotar seu veículo na PR-182, em Maripá. Foto: Portal Nova Santa Rosa.
Motorista de 25 anos ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e capotar seu veículo na PR-182, em Maripá. Foto: Portal Nova Santa Rosa.
Motorista de 25 anos ficou gravemente ferido após perder o controle da direção e capotar seu veículo na PR-182, em Maripá. Foto: Portal Nova Santa Rosa.
Jovem de 33 anos que conduzia um veículo VW gol ficou gravemente ferido, apresentando traumatismo craniano e fraturas múltiplas.
Jovem de 33 anos que conduzia um veículo VW gol ficou gravemente ferido, apresentando traumatismo craniano e fraturas múltiplas.
Jovem de 33 anos que conduzia um veículo VW gol ficou gravemente ferido, apresentando traumatismo craniano e fraturas múltiplas.
Jovem de 33 anos que conduzia um veículo VW gol ficou gravemente ferido, apresentando traumatismo craniano e fraturas múltiplas.
Paraná – No sábado (14), aconteceu o primeiro teste de aptidão física dos Operadores de Suporte Médico (OSM) da Unidade Aérea Pública (UAP) da Secretaria de Saúde do Estado (UAP SESA/PR – Operações Aéreas SAMU 192). Essa avaliação aconteceu com 17 profissionais, entre médicos e enfermeiros, da Base do SAMU Regional Norte Novo, com sede em Maringá.
Os testes foram aplicados por instrutores do 5º Grupamento do Corpo de Bombeiros do Paraná e incluíram avaliações referentes ao desempenho dos médicos e enfermeiros em natação, flexão de membros superiores e corrida.
Por decisão do grupo técnico da UAP e regimento interno, a avaliação anual passou a ser obrigatória para todos os profissionais que atuam no aeromédico do SAMU 192. Segundo a UAP, além de avaliar e promover a realização de exercício físicos, o objetivo é agregar as equipes, integrar os serviços e incentivar sua prática entre os médicos e enfermeiros.
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Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Além disso, o artigo 90.221 do RBAC 90, que estabelece o treinamento desses profissionais, inclui exercícios práticos como sobrevivência na selva, mar, realização de técnicas especiais, como rapel, além do que já realizam diariamente no socorro de vítimas. E para estarem preparados para essas rotinas e variações de altitude é necessário um bom condicionamento físico.
Preparados para as ocorrências
Essas equipes atendem vítimas de trauma e casos clínicos diariamente e por isso o condicionamento físico passa a ser necessário. É muito comum que esses profissionais, para terem acesso a uma vítima, sejam obrigados a ultrapassar obstáculos como muros, cercas, barrancos ou ficarem longo tempo em posições desconfortáveis como desencarceramento de vítimas, além de terem que carregar maca, equipamentos e mochilas até o local da ocorrência e depois a própria vítima.
“Para cumprir a rotina diária, o condicionamento físico é necessário e fundamental para um bom desempenho operacional e para que possamos oferecer o que temos de melhor à vítima”, afirmou o médico Maurício Lemos que compõe as equipes aeromédicas do SAMU.
Acidente grave mobiliza SAMU e equipe aeromédica resgata motociclista ferido para hospital em Maringá, PR. Foto: André Almenara.
A rotina
Nessa semana essas equipes foram exigidas em ocorrências. Socorreram uma vítima de colisão envolvendo um caminhão e uma camionete na PR-317. A vítima estava encarcerada e com ferimentos graves. Para o resgate foi necessário o trabalho integrado entre os Bombeiros de Maringá, Samu Regional e Polícia Rodoviária.
Também transportaram uma vítima de acidente vascular cerebral hemorrágico (AVCH) na rodovia PR-444. O homem de 57 anos foi atendido inicialmente pelas equipes da concessionária da VIAPAR e devido à gravidade, solicitaram apoio do serviço de operações aéreas.
Outra ocorrência foi o resgate de uma vítima que sofreu ataque de animal em um sítio na zona rural de Astorga. O Paciente sofreu trauma penetrante em abdome e pescoço, com volumosa hemorragia e comprometimento de via aérea. Foi preciso o emprego da Unidade de Suporte Básico (USB) de Astorga e da equipe do helicóptero Saúde 10. A vítima foi levada ao Hospital Universitário de Maringá.
Pelas imagens percebe-se a necessidade de um bom condicionamento físico das equipes.
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Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Médicos e enfermeiros da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde realizam teste de aptidão física em Maringá, PR. Foto: SAMU.
Paraná – Na última semana, equipes aeromédicas do Saúde 10 do SAMU Regional Norte Novo/SESA, que atendem 130 municípios em um raio de 250 km de Maringá, foram acionadas para diversas missões, especialmente acidentes de trânsito. Foram 11 resgates e 4 remoções aeromédicas. Nessas ocorrências, 14 pacientes foram transportados em pouco mais de 11 horas de voo.
As ocorrências em que o helicóptero é empregado são aquelas em que há vítimas graves e que precisam de atendimento rápido. Na semana de 10 a 17/02 atenderam ocorrências de capotamento, atropelamento, colisão com anteparo e queda de paramotor, além de casos clínicos como cardiopatia cianótica, acidente vascular cerebral, parada cardiorrespiratória e cetoacidose diabética.
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Resgate na BR 376 realizado pela equipe aeromédica do Saúde 10. Foto: SAMU.
Resgate na BR 376 realizado pela equipe aeromédica do Saúde 10. Foto: SAMU.
Resgate na BR 376 realizado pela equipe aeromédica do Saúde 10. Foto: André Almenara.
Resgate na BR 376 realizado pela equipe aeromédica do Saúde 10. Foto: André Almenara.
Resgate na BR 376 realizado pela equipe aeromédica do Saúde 10. Foto: André Almenara.
Via de regra, o primeiro atendimento nos resgates é realizado por ambulâncias do SAMU 192, SIATE 193, e das concessionários da rodovias, além de viaturas da Polícia Militar e da Defesa Civil. Para todos os casos a Central de Regulação faz a intermediação para que o paciente seja levado a um hospital que possua o leito e a especialidade necessária.
O protocolo PHTLS (Prehospital Trauma Life Support ou Suporte Pré-Hospitalar de Vida no Trauma) básico e avançado é realizado pelas equipes de operadores de suporte médico (OSM) em cena, estabilizado e helitransportado ao hospital de referência.
Salvando vidas
Na tarde de domingo (16), um piloto de paramotor ficou ferido após se acidentar durante o pouso do equipamento entre Maringá e Astorga, no norte do Paraná. O helicóptero Saúde 10 foi acionado para socorrer a vítima.
O local fica em área rural e de difícil acesso. A equipe aeromédica acessou a vítima e fez sua estabilização para embarque. Apresentava lesões nas pernas. A aeronave permaneceu acionada tendo em vista o local do pouso ser irregular. O rapaz, de 28 anos, foi embarcado e levado de helicóptero ao hospital Santa Casa de Maringá.
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Piloto de paramotor foi socorrido por uma equipe do Samu — Foto: Samu/Divulgação
Piloto de paramotor foi socorrido por uma equipe do Samu — Foto: Samu/Divulgação
Reconhecimento e valorização
Na sexta-feira (14), o serviço de operações aéreas do SAMU Regional Norte Novo/SESA recebeu a visita do Governador do Estado do Paraná, Ratinho Junior. Durante o encontro reforçou o apoio ao serviço e ampliação da estrutura.
Coordenadas pela Secretaria Estadual de Saúde (SESA) do Paraná, além de Maringá, existem bases do serviço aeromédico em Cascavel, Londrina, Ponta Grossa e Curitiba. O serviço é realizado pelo SAMU 192 nas bases de Maringá, Cascavel e Londrina.
Na base de Curitiba o serviço é realizado pelo Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e pelo SIATE do Corpo de Bombeiros. Em Ponta Grossa o serviço é integrado entre o SAMU e BPMOA.
Visita do Governador do Estado do Paraná, Ratinho Júnior.
Paraná – Um trote feito ao Serviço de Atendimento Médico de Urgência, Regional Norte Novo (SAMU 192/SESA), fez com que o helicóptero aeromédico Saúde 10 voasse de Maringá, no norte do Paraná, para Paranacity, na região noroeste, que ficam distantes 85 km, sem necessidade. De acordo com a coordenação regional do SAMU, o custo de uma hora de operacionalização da aeronave é de R$ 15 mil.
O trote foi feito na tarde de segunda-feira (27) por um adolescente de 13 anos e uma criança de 11 anos. Segundo o que disseram para a Polícia, eles pegaram o celular de uma outra criança para realizar as diversas ligações para o SAMU e Polícia Militar. Nas ligações, a pessoa informava que tinha ocorrido um acidente de moto com um anteparo em Paranacity e que o motociclista estava em estado grave. Durante as ligações ainda diziam que o paciente estava agonizando.
Local do pouso do helicóptero após o trote, em Paranacity. Foto: Divulgação.
O médico que conversava pelo telefone com o solicitante fez várias questionamentos e, conforme a coordenação regional, como a ambulância mais próxima da cidade estava em outro atendimento, o apoio aéreo foi acionado. Quando os socorristas chegaram ao local indicado, não existia nenhum acidente.
Os operadores do SAMU ligaram para o telefone indicado no sistema e um dos garotos atendeu e disse que havia feito o trote. Diante da confirmação, o operador de suporte médico do Saúde 10, registrou a ocorrência. Foi elaborado um Termo Circunstanciado pela Polícia Militar e os garotos foram liberados no término.
“Essa irresponsabilidade poderia ter atrapalhado outro atendimento. Poderíamos ter deixado de atender outras vítimas. Os pais precisam educar os filhos quando e como ligar para o SAMU”, explicou o coordenador regional Márcio Ronaldo Gonçalves.
Conforme a Coordenação Regional do SAMU Regional Norte Novo, com sede em Maringá, em 2019 o serviço recebeu 25 trotes. Em 2018 foram 40.