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Batalhão de Operações Aéreas

Bombeiros militares e praticantes de paraglider trocam experiências sobre técnicas de salvamento

Minas Gerais – O Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros atende diversas ocorrências com vítimas de praticantes do esporte paraglider. Para que as operações de salvamento obtenham maior sucesso, a 2ª Companhia Especial do BOA em Varginha, no Sul de Minas, recebeu representantes do esporte para trocar experiências sobre melhores formas de resgate.

No dia 13 de junho, o BOA Varginha recebeu a visita dos praticantes de paraglider, Luiz Otávio Cândido e Edson Zati. O encontro teve o objetivo de alinhar conhecimentos a respeito do equipamento utilizado para voo, como atuar durante o resgate, os melhores pontos de içamento de vítimas, formas de navegação, frequência dos rádios, localização e coordenadas das rampas de voo existentes no Sul de Minas.

Também, os praticantes de paraglider foram orientados pelos militares sobre as formas de acionamento da aeronave e as técnicas de salvamento utilizadas pelos tripulantes operacionais.

O operador aerotático do BOA em Varginha, Sargento Muniz, afirmou que o intuito da reunião foi conhecer melhor o paraglider e suas especificidades para dar um melhor atendimento às vítimas.

“É importante sabermos como se opera o equipamento, a melhor forma de soltar a vítima para que possamos adaptar nossa técnicas de salvamento e, assim prestar um resgate mais rápido e com maior segurança. Também, os conhecimentos que os praticantes tiveram conosco no Batalhão serão replicados na comunidade, o que ajuda a diminuir os riscos de uma possível operação de salvamento”, comentou.

Equipe aeromédica do Arcanjo 06 transporta paciente vítima de IAM de Patrocínio para Uberlândia, MG

patrocínio online

Minas Gerais – No início da tarde de quinta- feira (20), um médico da Santa Casa de Patrocínio acionou equipe do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros de Uberaba para transportar para Uberlândia um paciente com Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), pois necessitava de angioplastia. O helicóptero Arcano 06 da base de Uberaba, que atende toda região do Triângulo Sul e Norte, fez o transporte de emergência.

Pela segunda vez, em menos de um mês, a aeronave pousou no campo de futebol entre o quartel dos Bombeiros e SAMU. Segundo o Sargento Welton, o serviço aeromédico veio para melhorar o atendimento da população patrocinense.

Para acontecer o transporte é necessária a regulação com o médico do SAMU que tripula a aeronave, a fim de cumprir algumas exigências, como leito disponível para receber o paciente, tenha indicação para o transporte aéreo, esteja estabilizado pela equipe médica do local e exista área de pouso.

Experiência aérea na operação de busca e resgate em Brumadinho é tema de palestra em evento da ANAC

Minas Gerais – A maior operação de busca e resgate aéreo do país foi coordenada pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) no rompimento de uma Barragem em Brumadinho, no dia 25 de janeiro de 2019. Esse foi o tema de uma palestra ministrada pelo BOA, no evento “Semana Safety – Encontro de Segurança Operacional”, da ANAC, em Belo Horizonte, na última semana de abril.

Foram mais de 1.500 horas de voo, com a participação de 15 instituições e mais de 1.200 missões de busca e resgate de vítimas e corpos, transporte de tropa e materiais, reconhecimento do terreno, ajuda humanitária e outras.

Experiência aérea em Brumadinho é tema de palestra em evento da ANAC. Foto: Gabriel Consequat.

Sem o uso das aeronaves, o primeiro mês de missão seria impossível, já que não havia a possibilidade de resgate terrestre (tanto por falta de acesso a estradas ou pela lama de rejeitos que ainda estava muito líquida).

No momento em que as autoridades federais e estaduais tomaram conhecimento do desastre e perceberam que necessitavam de mais aeronaves para dar suporte aos bombeiros, outras instituições foram sendo acionadas e deslocaram para Belo Horizonte para prestar apoio.

Para gerenciar a logística aérea e manter a segurança das operações foi montada uma estação de rádio aeronáutico que fornecia informação e alerta de voo, com o apoio do Força Aérea. Foi criado um campo de pouso e estabelecido um circuito de tráfego padrão, com um corredor para helicópteros e com pontos de notificação compulsórios, organizando assim o tráfego aéreo.

Experiência aérea em Brumadinho é tema de palestra em evento da ANAC. Foto: Gabriel Consequat.

Da mesma forma, os riscos das operações foram mapeados (presença de fios da rede elétrica, delimitação do espaço aéreo, proibição de voo de drones) e foram tomadas medidas para identificar os riscos que as aeronaves e tripulações estavam expostas.

De acordo com o Subcomandante do BOA, Major Peterson, o principal desafio foi identificar os riscos e estabelecer estratégias para mitigá-los ou eliminá-los por completo.

“Conseguimos integrar várias agências de aviação pública e privada, voando em um espaço aéreo relativamente pequeno e sem o reporte de nenhum incidente ou acidente aéreo. Nós realizávamos reuniões diárias para reportar riscos, informações e condutas, antes e depois das operações. Também, as tropas terrestres foram instruídas de como procederem durante os voos e no embarque e desembarque das aeronaves. Assim, com o apoio e cooperação de todos, em um trabalho de extrema sinergia, conseguimos êxito nas operações aéreas”.

Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG

Minas Gerais – A 4ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) em Uberaba iniciou os atendimentos aéreos com o Arcanjo 06, helicóptero modelo Esquilo B3. A expansão das operações aéreas faz parte do Planejamento Estratégico da corporação para aumento no número de atendimentos e diminuição do tempo-resposta à população mineira.

O Comandante do BOA, Tenente-Coronel Alexandre, afirma que a expansão do serviço aéreo é de suma importância para o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). “A presença do BOA em Uberaba é uma grande conquista para o triângulo mineiro que conta agora com mais um serviço especializado. Pretendemos expandir com responsabilidade para manter a prestação de serviço com qualidade e utilizando o melhor recurso para cada caso.”

Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG.

Com o início das atividades aéreas em Uberaba, o BOA passa a contar com quatro bases de atendimento: Belo Horizonte, Varginha (no sul de Minas Gerais), Montes Claros (na região Norte do Estado) e Uberaba (no Triângulo Mineiro). Já o número de aeronaves são seis: dois Esquilos B2 e dois Esquilos B3, um helicóptero biturbina, modelo EC 145 e um avião alugado pela Secretaria de Saúde. Dois aviões modelo Grand Caravan EX foram comprados e um será entregue no final de 2019.

A expansão das operações aéreas faz parte do planejamento estratégico do CBMMG e do programa de expansão do atendimento, que prevê a presença do corporação em 124 municípios mineiros até 2026. As aeronaves distribuídas em bases escolhidas estrategicamente pelo Estado auxiliam o CBMMG em outro programa, que idealiza a redução do tempo entre o acionamento dos bombeiros e chegada ao local da ocorrência.

As aeronaves também possibilitam o transporte aeromédico inter-hospitalar de pacientes graves, que necessitam de tratamento em hospitais de referência que estão fora da sua região. Assim, em um projeto conjunto construído pelo CBMMG e a Secretaria de Estadual de Saúde em 2012, tendo como parceiro estratégico o SAMU, vislumbra-se expandir o serviço chegando a ter seis bases aéreas de Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV) distribuídas estrategicamente no Estado. Com isso, haverá a necessidade de aquisição de mais aeronaves.

Batalhão de Operações Aéreas inicia serviço de Suporte Aéreo Avançado de Vida em Uberada, MG.

Homem cai de cachoeira e é resgatado por helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

Minas Gerais – Um banhista de 46 anos caiu de uma cachoeira em Brumadinho e foi resgatado pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA), no último domingo (14/04).

Wellington Alves de Almeida caiu da Cachoeira da Jangada, localizada próximo a Casa Branca, distrito de Brumadinho. O homem teve traumatismo craniano e foi levado com vida, de helicóptero, para o Hospital João XXIII.

O local da queda não permitiu o pouso da aeronave, por ser um lugar de difícil acesso. O tripulante operacional do BOA utilizou a técnica de Mcguire, procedimento de extração de vítimas com uso de cordas amarradas nas aeronaves, para acessar o banhista e realizar o suporte básico de vida. Wellington foi imobilizado em uma maca e assistido pelo bombeiro que continuou prestando o atendimento até um local aberto onde foi socorrido pela equipe médica, embarcado na aeronave e encaminhado ao hospital.

As técnicas de resgate de vítimas de locais de difícil acesso requerem destreza e habilidades de pilotos e tripulantes para manter a segurança das operações. Com a rápida infiltração do bombeiro em locais aonde o acesso por viaturas via terrestre são dificultadas ou demoradas, o helicóptero permite que o resgate seja realizado de forma rápida, oferecendo os primeiros socorros às vítimas.

Também as aeronaves do BOA são tripuladas por médicos e enfermeiros e possuem equipamentos de suporte avançado de vida, o que garantem melhor qualidade no atendimento até a chegada rápida ao hospital, onde equipes médicas estão à postos para dar continuidade ao atendimento ainda no heliponto.

Esse tipo de atendimento, principalmente para vítimas de trauma graves, como no caso dessa ocorrência, são primordiais para garantir a vida dos acidentados.

Batalhão de Operações Aéreas de Minas e equipes que participaram da Operação de Brumadinho são homenageadas pela Helibras durante a LAAD

Rio de Janeiro – Na tarde de quinta-feira (04), durante a LAAD, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais e Organizações de Aviação de Segurança Pública foram homenageados pelo trabalho de salvamento e resgate em Brumadinho.

O Comandante do BOA, Tenente-Coronel Alexandre Gomes Rodrigues, recebeu das mãos do Presidente da Helibras, Richard Marelli, uma placa comemorativa que simboliza a participação da aviação dos bombeiros de Minas Gerais na maior operação de resgate aéreo já realizada no país.

Richard Marelli da Helibras presta homenagem ao Ten Cel Alexandre do CBMMG, Ten Cel Rammon do CBMERJ  e Tenente Gredson da Força Nacional de Segurança Pública. Foto: CBMMG.

Para o Comandante do BOA, Tentente-Coronel Alexandre, o trabalho das aeronaves foram essenciais no acidente em Brumadinho: “Fomos os primeiros a chegar e conseguimos salvar pessoas graças ao uso das aeronaves. Depois, os trabalhos de deslocamento de tropas e materiais para as buscas em campo só foi possível pela grande coordenação aérea que foi montada com o apoio da avião de vários estados e da União”.

A operação em Brumadinho, que continua ocorrendo, nos primeiros dias da tragédia chegou a contar com a participação de 31 aeronaves, contabilizando mais de 1.500 horas de voo e a participação de diversos órgãos da aviação de segurança pública do Brasil.

Na solenidade realizada pela Helibras, além do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, também foram homenageados profissionais da Polícia Militar e a Policia Civil de Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro, a Polícia Militar do Espírito Santo, a Polícia Militar do Paraná, Policia Federal, Polícia Rodoviária Federal e a Força Nacional de Segurança Pública.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações aéreas, salvando vidas

O Designer Thiago Pedrezani desenvolveu a arte para homenagear os 10 anos do Batalhão de Operações Aéreas de Minas Gerais.
Arte em homenagem aos 10 anos dos Arcanjos. Por Designer Thiago Pedrezani.

Minas Gerais – No último dia 17 de novembro, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) comemorou 10 anos de operações, com muitas coisas para comemorar. Foi um ano de muitas conquistas, além de investir em treinamento e estar em uma nova sede (hangar) com mais estrutura e conforto para desempenhar suas atividades, passou a utilizar o macacão de voo na cor laranja.

Atualmente, o BOA opera em duas bases, localizadas nas cidades de Belo Horizonte e Varginha, e dispõe de três helicópteros denominados “Arcanjos”, os quais, além de atender às diversas missões típicas de bombeiros, atuam como UTI’s aéreas, sendo dois “Esquilos” AS-350 B2 VEMD e um EC-145, aeronave bi-turbina, com capacidade para transportar dois pacientes simultaneamente e até 9 passageiros, além dos pilotos.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.

Na evolução e melhoria dos serviços prestados à população, o CBMMG atua em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde e foi um dos pioneiros na formatação de uma guarnição composta também por médicos e enfermeiros do SAMU. Esta sinergia deu origem ao SAAV – Suporte Aéreo Avançado de Vida, possibilitando a realização, no interior das aeronaves, de procedimentos que somente seriam possíveis no interior de um estabelecimento hospitalar.

Desde a instalação do BOA, mais de 3.500 pessoas foram socorridas por suas aeronaves, configurando, atualmente, a média de 1.000 horas voadas por ano em atividades de resgate aeromédico, combate a incêndios, busca, salvamento e defesa civil.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.

A segurança de voo sempre foi prioridade para o Batalhão, que, em seus 10 anos de operação, nunca sofreu acidentes ou incidentes de natureza grave. Um dos fatores que contribui para essa importante marca é o constante treinamento de seu efetivo.

Em 2017, foi ministrado o treinamento de emergências para 18 pilotos, foram requalificados todos os mecânicos para prestação de manutenção em motores e célula, encontram-se frequentando curso de piloto comercial 13 novos pilotos e 20 estão realizando o curso de voo por instrumentos, além de estar em andamento a seleção e formação de 36 novos tripulantes.

Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais comemora 10 anos de operações áreas, salvando vidas. Foto: Mitchell Nazar.

Ainda reforçando a segurança nas operações, passa a ser adotado o macacão de voo na cor laranja, a qual é associada à simbologia internacional do salvamento. A nova cor provê o contraste com o ambiente, vez que as ocorrências de bombeiros normalmente exigem que a tripulação atue desembarcada para atendimento às vítimas, facilita a identificação dos tripulantes durante a operação e a interação com a equipe embarcada. O novo macacão também será utilizado pelas equipes do SAMU que compõem a tripulação.

Outro importante marco em 2017 foi a transferência das instalações do Batalhão para um novo hangar, com área de 4.680 m², também localizado no Aeroporto da Pampulha. O novo hangar propicia melhores condições de trabalho e oportunidade de expansão das operações.

Segundo a Maj BM Daniela Lopes Rocha da Costa, Comandante do Batalhão, “muito foi realizado até agora, mas ainda temos grande potencial para crescimento. Essa marca de dez anos traz ainda mais motivação para continuar trabalhando em busca da excelência, com o objetivo principal de melhor atender à sociedade. Todas as nossas conquistas devem ser vistas como inspiração para seguir em frente, almejando proporcionar um serviço cada vez melhor.”

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Fotos: Mitchell Nazar.

Águia 04 do BAPM de Lages volta a operar, salvando vidas

Santa Catarina – Depois de um período com o helicóptero em manutenção, no sábado (28), o Águia 04 da 5ª Cia do Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM), com sede em Lages, voltou a operar. Foi um final de semana salvando vidas.

No Sábado (28) a equipe do Águia 04 e do SAMU foram acionados para atender um transporte aeromédico em Bom Retiro, 84 quilômetros de Lages. A vítima era um homem de 72 anos com cardiopatia grave. A vítima foi levada pelo Águia 04 ao hospital Nossa Senhora dos Prazeres, em Lages. O transporte durou 30 minutos. Se fosse conduzido por terra o deslocamento duraria cerca de 01h15min.

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Na manhã de domingo (29), o Águia 04 realizou o atendimento de uma mulher que havia sido esfaqueada. A equipe prestou apoio aos socorristas do SAMU que se encontravam no local. A vítima foi transportada pela ambulância básica do SAMU ao hospital.

No período da tarde houve um acidente de trânsito com 4 vítimas na BR-282, próximo da localidade conhecida como Salto. O Águia 04 foi novamente acionado para prestar atendimento às vítimas. O helicóptero Arcanjo 03 do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros também prestou apoio.

As vítimas foram atendidas pela equipe médica do helicóptero Arcanjo 03 do Corpo de Bombeiros. Foram atendidos no local do acidente quatro homens. Duas vítimas com lesões leves foram conduzidas pela ambulância do 5º Batalhão Bombeiro Militar (BBM) de Lages, uma vítima foi transportada pelo helicóptero Águia 04 e a mais grave foi transportada pelo Arcanjo 03. Todas foram conduzidos para o hospital Nossa Senhora dos Prazeres de Lages.

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Arcanjo 03: Dois anos de serviços prestados à população catarinense

Santa Catarina – Na manhã do dia (04/10), em Blumenau, na sede do hangar FlyJet junto ao aeródromo da cidade, foi realizada a solenidade em comemoração ao aniversário de dois anos do Arcanjo 03.

A aeronave é utilizada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC) em parceria com Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), nos casos de urgência e emergência, no transporte de órgãos e em operação. A aeronave fica sediada em Blumenau e atua nas regiões do Vale do Itajaí, Alto Vale do Itajaí e litoral norte do Estado.

Arcanjo 03: Dois anos de serviços prestados à população catarinense
Arcanjo 03: Dois anos de serviços prestados à população catarinense

Apesar do pouco tempo de atuação, o Arcanjo 03 sediado em Blumenau, já atendeu a mais de 730 ocorrências, entre salvamentos, atendimentos pré-hospitalares e transportes de órgãos para transplantes.

Contabilizados todos os atendimentos feitos pelo BOA – Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar, que já tem sete anos de atuação, com as aeronaves sediadas em Blumenau e Florianópolis, o número de ocorrências atendidas passa de 6 mil casos.

As aeronaves do Corpo de Bombeiros Militar, sendo dois helicópteros e dois aviões, têm como missão atuar no serviço de resgate em acidentes de trânsito graves, paradas cardiorrespiratórias, afogamentos e outros casos em que há necessidade de suporte avançado à vida ou transporte de órgãos ou pessoas.

O momento marcante na solenidade em Blumenau foi o encontro entre algumas vítimas atendidas pelo Arcanjo e os profissionais do Corpo de Bombeiros Militar e do Samu. Uma das vítimas foi um menino oito anos, que sofreu um acidente doméstico com traumatismo craniano, ele foi socorrido e reanimado pela equipe do Arcanjo 03 e compareceu à solenidade praticamente restabelecido.

O mesmo aconteceu com um jovem de 25 anos, que sofreu um acidente de trânsito grave em Blumenau e foi levado pela aeronave ao hospital, restabelecendo-se depois de várias intervenções cirúrgicas.

Arcanjo 03: Dois anos de serviços prestados à população catarinense
Cel BM Edupércio Pratts. Arcanjo 03: Dois anos de serviços prestados à população catarinense

Medalhas e condecorações

O evento também contou com a entrega de medalhas, condecorações, reconhecimento de instituições parceiras e agradecimento aos servidores administrativos que se destacaram na prestação de serviços em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar.

Receberam a medalha de Mérito da Aviação Bombeiro Militar os ex secretários de estado da saúde, Roberto Hess de Souza, Tania Eberhardt e Dalmo Claro de Oliveira. Além dos Bombeiros na ativa, Capitão BM André Luis Hach Pratts e Sargento Cristiano Casa

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A medalha de Mérito de Atendimento Pré-hospitalar foi concedida ao Coronel BMRR, Marcos de Oliveira, ex-comandante-geral do CBMSC, para a médica Caroline Bernardo Fontes, que atua na aeronave Arcanjo 03 e ao enfermeiro Jorge Rafael Schlemper e ao Tenente BM Jair Pereira dos Santos Junior.

A medalha de Mérito de Salvamento Aquático foi concedida ao Capitão BM André Luis Hach Pratts e ao Cabo BM Jair Roberto Silveira.

Diversas autoridades civis e militares prestigiaram o evento em Blumenau, incluindo o cônsul honorário e o embaixador da República Tcheca.

CBMSC, fotos por Tiago Moritz- Soldado BM.

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BOA e SAMU – Uma parceria de sucesso que completou 6.000 chamados atendidos

Santa Catarina – As aeronaves Arcanjo operadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar em conjunto com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) completaram no dia 2 de outubro de 2017, 6.000 chamados atendidos.

6000

O atendimento número 6.000 foi o transporte de uma equipe de profissionais médicos da SC Transplantes, que realizaram a captação de um fígado e linfonodos no Hospital Regional do Alto Vale em Rio do Sul e transportaram para Florianópolis. O deslocamento entre Lontras e Florianópolis, com o avião Arcanjo 02 durou exatos 34 minutos. Caso o deslocamento fosse via terrestre, não seria realizado em menos de 2 horas. A agilidade no transporte dos órgãos é fundamental para o sucesso do transplante.

Os Arcanjos iniciaram suas atividades em 20 de janeiro de 2010, através de uma parceria pioneira no país, Corpo de Bombeiros Militar e Secretaria de Estado da Saúde, através do SAMU. Assim as equipes que tripulam as aeronaves são compostas por bombeiros miliares, médicos e enfermeiros do SAMU, prestando um serviço aeromédico especializado com aeronaves pré-configuradas, levando à cena da emergência, equipe médica especializada, dotada de equipamentos de última geração, sendo capaz de efetuar procedimentos que só seriam realizados na sala de emergência do hospital.

Nesses mais de 7 anos de atuação, as aeronaves Arcanjo voaram 4.105 horas, com 4.667 pessoas diretamente atendidas. Dos 6.000 chamados, 1.082 foram para atendimento a acidentes de trânsito e 970 emergências cardiovasculares e respiratórias. Somente em 2017 foram 455 horas voadas com 645 pessoas atendidas.

As aeronaves Arcanjo operadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar
As aeronaves Arcanjo operadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar. Foto: BOA.

Além dos atendimentos pré-hospitalares, o BOA realiza atividades de resgate, combate a incêndios, busca e salvamento, prevenção, proteção ao meio ambiente, defesa civil, e apoio aos demais Órgãos do Estado, Municípios e União.

Atualmente conta com duas bases, uma em Florianópolis e uma em Blumenau, e quatro aeronaves, sendo dois helicópteros e 2 aviões.

Histórico do BOA

O início das atividades ocorreu no dia 20 de janeiro de 2010 com o Arcanjo 01, um helicóptero locado, com disponibilidade de 120 horas de voo, suficientes apenas para aquela operação veraneio. O BOA foi criado através do Decreto Estadual Nº 2.966, 02 de fevereiro de 2010. Após uma campanha junto a comunidade e autoridades, o Arcanjo-01 permaneceu em operação.

Em março de 2012, o Arcanjo 01 foi substituído pelo atual, deixando de ser uma aeronave locada para ser própria do Estado. Em janeiro de 2014 iniciaram-se as operações com aviões, a partir da seção de um avião Cessna pelo Conselho Nacional de Justiça, o Arcanjo 02.

As aeronaves Arcanjo operadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar. Foto: BOA.
As aeronaves Arcanjo operadas pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar. Foto: BOA.

Visando a expansão das atividades para as demais regiões do Estado, em outubro de 2015 foi ativada a base de Blumenau, que passou a atender todo o Vale do Itajaí, Litoral Norte e Planalto Norte Catarinense, com o helicóptero Arcanjo 03, adquirido pela Secretaria de Estado da Saúde.

Em 2016, ao completar 6 anos de atividades, o BOA recebeu a sua quarta aeronave. Outro avião apreendido pela justiça por tráfico de drogas, foi repassado para salvar vidas.

O BOA possui um efetivo orgânico de 29 homens, e 30 homens não orgânicos (cumprem apenas escalas de serviço operacional) entre pilotos, tripulantes operacionais e apoio solo, distribuídos nas bases de Florianópolis e Blumenau. Do SAMU são 17 médicos e 12 enfermeiros.

Arcanjo 01 em ação conjunta com o SAMU. Foto: BOA.
Arcanjo 01 em ação conjunta com o SAMU. Foto: BOA.

Em quatro anos, Batalhão de Operações Aéreas em Londrina fez 1.271 atendimentos

Paraná – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas comemora nesta quarta-feira (28) quatro anos de implantação de uma plataforma em Londrina. A Base, que atende a região Norte e do Norte Pioneiro do estado, já prestou 1.271 atendimentos em missões policiais e de bombeiros. O Batalhão foi criado em 2010 e tem sua sede em Curitiba, mas em 2012 ganhou uma nova base no Norte com o objetivo de apoiar em ações de policiamento, resgate, transporte aeromédico e defesa civil, dando agilidade nas atividades e garantindo qualidade à população paranaense.

Em quatro anos, Batalhão de Operações Aéreas em Londrina fez 1.271 atendimentos

Segundo o comandante do Batalhão, tenente-coronel Adonis Nobor Furuushi, a base é uma unidade exclusivamente de apoio à Polícia Militar e ao Corpo de Bombeiros. “Nosso objetivo é dar apoio às demais equipes que estão em terra no combate à criminalidade, além ajudar nos salvamentos e transporte de vítimas”, diz. De acordo com o oficial, a base do batalhão na região norte é muito bem equipada e tem auxiliado nas mais diversas ações, sempre procurando dar o melhor atendimento à população paranaense.

Os militares participaram, na área Norte, de 672 missões policiais militares, entre elas operações policiais programadas, acompanhamento tático de veículos, busca de suspeitos, ocorrência de roubo, de sequestro, cumprimento de mandados judiciais, veículos recuperados, ocorrências diversas, plataforma de observação, radiopatrulhamento urbano, transporte de dignitários, rebelião de estabelecimento prisional, dentre outras.

Em quatro anos, Batalhão de Operações Aéreas em Londrina fez 1.271 atendimentos

O Batalhão também registrou na área Norte, nestes quatro anos, 599 atendimentos as ações do Corpo de Bombeiros, as quais incluem busca aquática e terrestre, remoção aeromédica, resgate aeromédico, salvamento aquático e terrestre, além de combate a incêndio, operação de Defesa Civil, plataforma de observação e transporte de órgãos.

“Estamos completando quatro anos de atendimento com a base em Londrina e operamos em cerca de 100 municípios em torno de Londrina e próximo a Maringá. Temos um médico e um enfermeiro do Samu de plantão com todos os equipamentos necessários, além dos nossos tripulantes operacionais multimissão que estão preparados para atendimento em qualquer tipo de situação”, afirma o comandante da Base Norte, major Júlio Cesar Pucci dos Santos.

Em quatro anos, Batalhão de Operações Aéreas em Londrina fez 1.271 atendimentosO major disse que além das atividades policiais e de bombeiro as un idades aéreas também faz o transporte de pessoas que necessitam de um atendimento especializado. “Os médicos fazem uma triagem, sendo constatada a necessidade de transferência fazemos o translado, dando agilidade e ajudando na sobrevida do paciente. Esta base em Londrina abrange um número elevado de pessoas no Norte e Norte pioneiro, diminuindo o tempo de resposta e atendendo a população com qualidade”, destaca.

EXPANSÃO – A expansão das atividades do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas em todo o Paraná, com a criação da plataforma em Londrina, foi um planejamento do Governo do Estado implantado em 28 de setembro de 2012. As ações no Norte do estado abrangem também toda a região do Norte Pioneiro e contam com um helicóptero e tripulação completa, composta por comandante, copiloto, dois tripulantes operacionais multimissão (que podem agir em qualquer uma das situações), um médico e um enfermeiro.

O BATALHÃO – O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), a qual pertence a base Norte, está sediado no Aeroporto do Bacacheri em Curitiba e foi criado em 27 de outubro de 2010 com o objetivo de atuar na aviação de segurança pública no Paraná, apoiando missões de policiamento, resgate, transporte aeromédico e defesa civil. Conta com uma frota de cinco aeronaves (três helicópteros e dois aviões).

Atualmente a unidade está subordinada ao Subcomando-Geral da Polícia Militar do Paraná e conta com um efetivo especializado composto por policiais e bombeiros militares, que atuam em todos os níveis, desde comandantes de aeronaves até no serviço administrativo, com a finalidade única de garantir operações de voo seguras e capazes de suprir a demanda existente.

Em quatro anos, Batalhão de Operações Aéreas em Londrina fez 1.271 atendimentos

Fonte: Governo do Paraná.

Investigadores da Polícia Civil participam de Curso de Tripulante Operacional em Minas Gerais

Seis Investigadores da Polícia Civil e treze sargentos do Corpo de Bombeiros iniciaram, nesta segunda-feira (12/11), o Curso de Tripulante Operacional – 2012, ministrado pelo Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

O curso terá a duração de 28 dias com a carga horária de 294 horas/aula. A grade curricular abordará diversas áreas, dentre elas, segurança de voo, técnico operacional, operações embarcadas, salvamento aquático e de altura, teoria de voos e estágio.

O objetivo do curso é habilitar policiais civis e bombeiros a exercerem atividades a bordo das aeronaves de asa fixa e rotativa, durante o atendimento de ocorrências em apoio às equipes de solo.

Durante a aula inaugural, ministrada pelo coronel BM QOR Aurélio Terra, aproveitou a oportunidade para fazer um agradecimento à Polícia Civil. “Fico feliz com a participação de policiais civis no curso. Isso mostra a confiança que uma corporação tem pela outra. Obrigado pela presença”, disse o coronel.

O Chefe do Hangar da Polícia Civil, delegado Henrique Oliveira, e o Chefe de Operações, Inspetor Carlos Vítor, também estiveram presentes na aula inaugural, eles integram a Coordenação de Apoio Aéreo (CAA) da Polícia Civil de Minas Gerais. Henrique ressaltou a importância da integração entre as corporações. “A parceria entre a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros beneficia não só as corporações, mas sim a sociedade, pois poderá contar com serviços públicos essenciais de melhor qualidade e rapidez”.

Já Carlos Vítor disse: “esse curso é mais uma fase dessa parceria singular que as Instituições firmaram. Eu sou um exemplo da cooperação do BOA para com a CAA. A ” cabine mista” foi fundamental para que eu pudesse assumir comando em helicópteros na Polícia Civil . Esperamos retribuir essa parceira de igual sorte”.

Para participar do curso os investigadores tiveram que passar por uma análise curricular e estar em dia com o certificado médico aeronáutico (CMA).

Esta análise foi realizada pelo Chefe do Hangar, pelo Chefe de Operações, juntamente com a Dra. Ana Cláudia Perry, Coordenadora de Apoio Aéreo. Os policiais civis selecionados são:  Vilmar Maciel de Mendonça, Gilberto Gilson Lacerda, Diego Guilherme Pereira, do Hangar da Polícia Civil, Welbert Marçal, do Grupo de Operações Especiais (GOE), Roberto Oliveira, do Gabinete do Chefe de Polícia, e Bráulio Kelson da Silva, da Delegacia de Três Marias.

Segundo o investigador Gilberto Gilson, ter a oportunidade de participar do curso é a consolidação do trabalho que vem exercendo ao longo dos últimos meses na CAA.

Fonte: PCMG.

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