Pará – O governo do Estado tem avançado no controle da disseminação da COVID-19 nas regiões do Pará. Já foram realizadas 81 transferências de pacientes em duas semanas e foram providenciados insumos hospitalares, como 500 cilindros de oxigênio.
Dessas transferências de pacientes, 66 delas foram realizadas por via aérea e 14via fluvial. Entre os dias 18 e 30 de janeiro de 2021, os pacientes foram transferidos do extremo Oeste do Pará para os hospitais regionais de Santarém, de Itaituba e Juriti.
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Governo do Pará realizou 81 transferências de pacientes em duas semanas.
Governo do Pará realizou 81 transferências de pacientes em duas semanas.
As remoções são realizadas de acordo com as possibilidades climáticas da região. O governo estadual tem assegurado o serviço de transporte aeromédico com quatro aeronaves, sendo dois aviões e dois helicópteros, todas para atender a demanda dos municípios da região Oeste por leitos clínicos e de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) também participaram das remoções.
O governo reativará o Hospital de Campanha em Santarém, por meio de parceria com a prefeitura local. A medida deve desafogar a procura por leitos clínicos nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital Regional, e vai estabilizar o sistema de saúde da região.
Atualmente possuem 10 leitos de UTI em Juruti; 44 leitos de UTI adulto, quatro leitos de UTI pediátrica e três leitos de UTI neonatal no Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém; e mais 60 leitos de UTI em Itaituba, sendo que todas as cidades também contam com leitos clínicos e ganharam reforços nos estoques de oxigênio.
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Barco Hospital leva atendimento a mais nove cidades do Baixo Amazonas
Barco Hospital leva atendimento a mais nove cidades do Baixo Amazonas
Sobre o integração e cooperação, apresentamos um trabalho manográfico produzido pelo Cap PM Giampaolo Donato Giaquinto (In memoriam)no programa de Mestrado Profissional em Ciências Policiais de Segurança e Ordem Pública da Polícia Militar de São Paulo, em 2015.
Cap PM Giampaolo Donato Giaquinto.
Esse trabalho reafirma a importância do engajamento dos gestores nesse modelo de atuação integrada como questão chave para o seu sucesso, pois exige compartilhamento, cooperação, disponibilização de ações estratégicas, etc, além de impor atuação colaborativa.
Assim, esse trabalho produzido pelo Cap PM Giampaolo pode ajudá-lo a pensar em organização integrada e colaborativa e tornar seus processos produtivos mais eficientes.
Boa Leitura!
Centro Integrado de Comando e Controle de São Paulo: Emprego Operacional da Polícia Militar
Cap PM GIAMPAOLO DONATO GIAQUINTO – Autor Cel Res PM Eduardo Alexandre Beni – Orientador
A evolução humana nos impões novos desafios e limites, e os avanços tecnológicos propiciam significativas alterações, em diversas áreas. A grandeza do Estado de São Paulo e sua vulnerabilidade à eclosão de intercorrências – naturais ou não naturais, obriga o Poder Público a pensar em soluções adequadas e de pronta-resposta para o atendimento de urgências e emergências nas áreas de segurança pública, proteção e defesa civil.
Reunião realizada na Sala de Crise do CICC-SP para tratar do protocolo sobre chuvas de verão – 2015. O Cel Eduardo Alexandre Beni e o Delegado Luiz Antonio Pinheiro coordenaram o CICC nesse período.
A falta de planejamento conjunto para o atendimento dessas demandas compromete o seu resultado final, ainda que exitoso. Grandes cidades no mundo possuem Centros Integrados para atendimento das demandas que afetam a Sociedade e a integração entre os Órgãos de atendimento segue a doutrina de “Comando e Controle” que, de maneira singela, é uma forma de concentrar os esforços, as informações e os recursos – humanos e materiais, de Instituições diferentes, inclusive, e aplicá-los para a realização de uma missão ou tarefa em conjunto.
Essa união de esforços só encontra sentido quando existe a necessidade de conjugação de competências e habilidades próprias de cada Instituição ou Órgão, envolvidos na mesma missão ou tarefa, buscando a formação de uma coalizão.
O dispositivo legal que criou o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC) de São Paulo reconhece a necessidade de integração no atendimento das urgências e emergências públicas e busca estabelecer que os Órgãos do Poder Público estejam permanentemente preparados para a pronta e efetiva gestão em situações de crise.
Operação realizada na sala de operações do CICC-SP – 2015. O Cap PM Giampaolo, gerência de operações, acompanha o desenvolvimento dos trabalhos.
Por competência e méritos próprios, a Polícia Militar do Estado de São Paulo está presente em todos os municípios do Estado de São Paulo e, não raras vezes, é um policial militar quem dá o primeiro atendimento a todo tipo de ocorrência – calamitosa ou não.
Experiências vividas pelo Corpo de Bombeiros e pela Coordenadoria de Defesa Civil do Estado de São Paulo mostram ser possível e viável o trabalho integrado e coordenado, respeitando as competências legais de cada Instituição envolvida, sendo certo que o CICC fornece o ambiente necessário ao trabalho de uma coalizão composta por Instituições vinculadas às diversas Secretarias de Estados previstas para atuarem conjuntamente na busca de soluções para as urgências e emergência do Estado de São Paulo.
Huston – Dependendo do resultado de um estudo encomendado pelo novo prefeito de Houston, os pilotos policiais poderão ser retirados da Divisão de Apoio Aérea do Departamento de Polícia de Houston (HPD), que há muito tempo é denominado “eye in the sky” dos policiais no solo. Por décadas, os helicópteros da polícia, que patrulham Houston, são tripulados por dois policiais, o comandante e o TFO (Tactical Flight Officer).