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Uso de drones cresce e auxilia a segurança pública em Sergipe

G1 e SSPSE

Sergipe – Apesar de ser uma tecnologia que começou a ser desenvolvida na década de 1960, foi nos últimos anos que os drones se popularizaram. Ideias para o uso deles não param de surgir e vão desde policiamento até reportagens jornalísticas.

Tecnicamente chamados de Aeronaves Pilotadas Remotamente (RPA, na sigla em inglês), os drones necessitam de autorizações para alçar voo no Brasil. Até dezembro de 2018, 541 estavam registrados na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em Sergipe.

A Polícia Militar de Sergipe conta atualmente com quatro drones e os utiliza em ações de inteligência e policiamento.

“Nós utilizamos pela primeira vez no clássico entre Sergipe e Confiança com a autorização do comando. A PM já vem usando em algumas operações de inteligência e acompanhamento também com a autorização da ANAC para fins de serviço. Essa é uma ferramenta muito importante porque amplia a visão do policial no terreno. Têm sido muito útil e mais barato que utilizar uma aeronave. Atualmente contamos com quatro drones, mas vamos buscar ampliar”, contou o comandante do policiamento de Aracaju, coronel Jose Moura Neto.

Policiais de Sergipe também fizeram curso de operador de RPAS (CORPAS) em parceria com a Polícia Militar da Bahia para aprender e aprimorar a utilização de drones.

Resgates e aumento da operacionalidade marcam momento da Aviação de Asas Rotativas da FAB

Agência FAB

Pela primeira vez na Força Aérea Brasileira foi realizada uma campanha de Reabastecimento em Voo (REVO) de um helicóptero. Com os H-36 Caracal dos Esquadrões Falcão (1º/8º GAV) e Puma (3º/8º GAV) operados por pilotos e engenheiros de prova do Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo (IPEV), a atividade aconteceu a partir da Ala 11, no Rio de Janeiro (RJ) e envolveu um KC-130H, que atuou como tanker.

Com esse feito, o Brasil será o primeiro país da América do Sul a dominar esse tipo de operacionalidade. Segundo a Airbus Helicopters, fabricante do modelo H225M, operado pelas Forças Armadas brasileiras, há poucas nações no mundo que realizam REVO com helicópteros, dentre elas os Estados Unidos, Israel e França. A capacidade também se limita a poucos modelos de aeronaves: além do Caracal, apenas o AS332 L2 Super Puma e alguns helicópteros táticos norte-americanos permitem essa potencialidade.

H-36 Caracal realizando missão de (REVO) junto com um KC-130H. Foto: Divulgação

Resgates: quando o som do rotor anuncia a salvação

Em dezembro de 2018, as histórias de cinco pessoas foram modificadas pelos helicópteros da FAB e suas tripulações. No dia 4 de dezembro, um helicóptero H-60 Black Hawk localizou e resgatou com vida os dois tripulantes da aeronave matrícula PT-ICN, que estavam há cinco dias na mata, após um acidente aéreo. Eles seguiam de Pimenta Bueno (RO) com destino a Santo Antônio do Leverger (MT) e foram encontrados próximos a Cáceres (MT), cidade distante 220 km da capital mato-grossense.

Cerca de 30 militares do Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) estiveram envolvidos nos quatro dias de buscas. Militares do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV) e do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR) também fizeram parte da tripulação que realizou o resgate.

Resgate realizado por tripulação do H-60. Foto: Divulgação

Já no dia 18 do mesmo mês, o Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), utilizando também o H-60 Black Hawk, resgatou três sobreviventes de um acidente aéreo próximo à cidade de Tabatinga (AM), na fronteira com o Peru e a Colômbia.

Todos foram acolhidos e transportados conscientes, o piloto e dois passageiros – um homem e uma mulher, além de um cachorro que os acompanhava na aeronave. Não havia espaço para o pouso do helicóptero e as vítimas foram içadas com o guincho de resgate.

Modificação na frota: Black Hawk no Esquadrão Pelicano

Com a aposentadoria do H-1H, após mais de 50 anos de operação na FAB, o Esquadrão Pelicano (2º/10º GAV) está incorporando, em substituição, o H-60 Black Hawk. O Pelicano é uma das principais Unidades Aéreas da FAB nas atividades de busca e salvamento dentro do cenário de 22 milhões de quilômetros quadrados da Dimensão 22.

DECEA cria bloqueio para operação de drones em Brumadinho, MG

DECEA

Minas Gerais – Contando com a colaboração de fabricantes de drones, o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) estabeleceu uma área de restrição ao voo de drone, chamada de No Fly Zone (NFZ), nas imediações da área afetada pelo desastre da Vale, em Brumadinho-MG.Pilotos remotos realizaram operações não autorizadas no local, desrespeitando os avisos de proibição de voos não coordenados.

“Vários pilotos se deslocaram para a área de Brumadinho logo no início das atividades. O DECEA, por meio de mídias sociais, solicitou que aqueles que lá estivessem se dirigissem ao Centro de Controle, a fim de serem cadastrados e receberem as orientações necessárias para uma ação coordenada e segura. Todos os voluntários que atenderam ao solicitado, receberam as orientações necessárias e um trabalho coordenado foi realizado, o que facilitou bastante algumas operações”, esclareceu o Coronel Aviador Jorge Humberto Vargas Rainho.

DECEA cria bloqueio para operação de drones em Brumadinho, MG. Foto: Ascom/DECEA

Operações não autorizadas, realizadas por pilotos que não observaram as restrições, as quais foram amplamente divulgadas pelos órgãos de Imprensa, colocaram em risco as aeronaves e o pessoal envolvido na operação. Em sua maioria foram operações realizadas por pilotos que pretendiam comercializar as imagens posteriormente, ocorrendo a prisão de dois autores das contravenções previstas nos Artigos 33 (dirigir aeronave sem estar devidamente licenciado) e 35 (entregar-se na prática da aviação, a acrobacias ou a voos baixos, fora da zona em que a lei o permita), ambos da Lei das Contravenções Penais.

No local também foi instalado um equipamento capaz de detectar drones invasores, o qual consegue localizar os dados da aeronave e a localização dos pilotos, que auxiliou nas prisões. Além disso, as ações administrativas internas, previstas na Lei Nº 7.565 – Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA), serão tomadas pelo DECEA, assim que for notificado oficialmente pelas autoridades competentes.

O DECEA também reforça que os drones são considerados pela legislação como aeronaves e devem seguir as normas em vigor que são a ICA 100-40 do DECEA e o RBAC-E 94 da ANAC.

“É muito importante que os usuários entendam que as operações não autorizadas colocam em risco as aeronaves tripuladas envolvidas e a operação, inclusive com a possibilidade de termos novas vítimas, caso sejam acessadas áreas de risco. Por isso, a grande importância de todas as ações serem coordenadas e autorizadas”, complementa o Coronel Vargas.

Força Aérea Brasileira lança página especial e vídeos sobre o Dia da Aviação de Asas Rotativas

As missões de busca e salvamento ou SAR (do inglês, Search And Rescue), evacuação aeromédica, ataque, patrulha e defesa de fronteiras, apoio logístico, interceptação e transporte especial.

A formação de pilotos de helicópteros, os oito esquadrões de Asas Rotativas em todo o Brasil, as principais aeronaves e os treinamentos realizados pelas unidades operacionais.

Essas e outras informações e curiosidades estão na página multimídia criada pela Força Aérea Brasileira (FAB) para homenagear o Dia da Aviação de Asas Rotativas, comemorado em 3 de fevereiro.

São vídeos, fotos, textos e infográficos que contam a história e a importância do trabalho dessa aviação.

Acesse AQUI a página especial.

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DECEA e EANA assinam Acordo Operacional para missões de busca e salvamento entre Brasil e Argentina

DECEA

O ano de 2019 inicia com um novo acordo operacional entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a Empresa Argentina de Navegação Aérea (EANA) para missões de busca e salvamento. A carta foi assinada em dezembro, durante reunião no Centro Operacional Integrado (COI) do Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), em Curitiba (PR), com membros do Centros de Coordenação de Salvamento Aeronáutico de Curitiba (ARCC-CW) e de Ezeiza (RCC-EZ), na Argentina.

Durante dois dias, foram trocadas informações sobre o funcionamento das atividades de Busca e Salvamento (SAR) dos dois países, que já tinham um compromisso com objetivo de apoio mútuo.

As missões SAR na Argentina, até fevereiro deste ano, eram coordenadas pela Força Aérea daquele país, que passou à responsabilidade da EANA. Por este motivo, uma nova Carta de Acordo Operacional entre os dois ARCCs foi necessária, objetivo principal do encontro em Curitiba.

DECEA e EANA assinam Acordo Operacional para missões conjuntas – Foto: Sargento Johnson Barros/CECOMSAER

Após as apresentações, que relataram o modo de operação e as particularidades de cada ARCC, foi assinado o acordo pelo Chefe da Seção de Coordenação e Controle de Busca e Salvamento do Departamento do Controle do Espaço Áereo (DECEA), Capitão Michell Iorio Boareto, e pelo Gerente de Busca e Salvamento da EANA, Roberto Julius Gomes.

“Esse acordo visa dar celeridade às missões de busca e salvamento que porventura venham a ocorrer e que necessitem de um apoio mútuo, o que demonstra a preocupação de ambos os países com a salvaguarda da vida humana”, justifica o Capitão Boareto. “Essa interação e esse acordo nos municiam para missões SAR na área limítrofe entre os dois países, pois, assim, conhecemos a capacidade de cada um. Daí podemos utilizar o melhor vetor, a aeronave mais adequada”, fundamenta o Capitão Boareto.

DECEA e EANA assinam Acordo Operacional para missões conjuntas – Foto: Major Lorenzoni/CINDACTA II

Para o gerente SAR da EANA, o benefício do compromisso é o intercâmbio de experiências em busca e salvamento, principalmente a possibilidade de receber instruções em cursos realizados pelo DECEA nessa área.

Um exemplo da importância da parceria num Acordo Operacional, foi o apoio dado pelo Brasil na busca pelo submarino argentino ARA San Juan, desaparecido em 2017 no Atlântico Sul. O Brasil, por meio da FAB, enviou aeronaves para auxiliar na varredura magnética e em buscas visuais durante aquela missão.

EANA

O Serviço de Busca e Resgate fornecido pela EANA atua 24 horas por dia, 365 dias por ano, e é responsável por organizar e coordenar recursos aéreos e terrestres para ajudar no resgate de pessoas e aeronaves em perigo ou em acidentes.

Sua finalidade é receber, reconhecer e retransmitir notificações de socorro, além de organizar e coordenar os esforços de todas as agências que intervêm na SAR. Executa, ainda, operações de busca e salvamento, cooperando com outros sistemas de garantia em caso de desastre.

DECEA e EANA assinam Acordo Operacional para missões conjuntas – foto: Capitão Boareto/DECEA

Esquadrão Pantera da FAB apoia “Médicos sem Fronteira” na Aldeia Indígena de Suruwaha, AM

Agência FAB

Amazonas – O Esquadrão Pantera (5°/8° GAV) realizou a Operação Gota, em Lábrea (AM), e apoiou o projeto “Médicos sem Fronteiras” na Aldeia Indígena de Suruwaha, no período de 19 de novembro a 8 de dezembro. A ação, coordenada pelo Ministério da Saúde, conta com o apoio da Força Aérea Brasileira (FAB) para levar vacinas a indígenas, além da população rural e ribeirinha da Região Norte, uma forma de realizar a integração do país.

A campanha de vacinação alcançou 40 aldeias e populações ribeirinhas em regiões de difícil acesso, totalizando cerca de 1.000 índios das etnias Deni, Apurinã, Palmari, Jamamadi e Suruwaha.

Esquadrão Pantera participa de Operação Gota em Lábrea (AM). Fotos: Tenente Josué

Desde o início da missão, o helicóptero H-60L Black Hawk operou a partir do aeródromo de Lábrea, onde conta com apoio do Grupo de Segurança e Defesa da Ala 8, de Manaus (AM). O combustível utilizado para os voos na região foi transportado pela aeronave C-105 Amazonas, do Esquadrão Arara (1°/9° GAV).

Apesar da meteorologia instável e dos obstáculos encontrados nos locais de pouso, a tripulação pôde fazer o transporte das vacinas para a Missão Gota 2018 e, também, dos profissionais de saúde e seus equipamentos para o projeto “Médicos sem fronteiras”, que envia profissionais das mais diferentes regiões do Brasil para atuarem na Amazônia.

Ao todo foram cerca de 50 profissionais de saúde, divididos em equipes, atuando nas comunidades indígenas para a aplicação das vacinas e para o atendimento médico e dentário dessas populações. No total, a ação beneficia populações de cerca de 785 localidades nos estados do Amazonas, Acre, Amapá e Pará e conta com o apoio da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), subordinada ao Ministério da Saúde, e do Exército Brasileiro.

Esquadrão Pantera participa de Operação Gota em Lábrea (AM). Fotos: Tenente Josué

“Levar a bandeira do Brasil para lugares onde jamais pensei em estar foi a realização de um sonho. Cada aldeia atendida e índio alcançado formava, em nós da tripulação, um sentimento de dever cumprido”, destacou o Tenente Aviador Josué Marcos Coelho Gonçalves.

Histórico

A Operação Gota teve início em 1993, após a notificação de surtos de sarampo em populações indígenas das regiões do Purus, Juruá e Solimões. Desde então, se consolidou no país como uma ação imprescindível para a realização de multivacinação em áreas de difícil acesso. Em 2017, essa ação beneficiou mais de 9,2 mil pessoas de 296 localidades nos estados do Amazonas, Pará, Acre e Amapá com a aplicação de 13,7 mil doses das diversas vacinas.

Helicóptero da Força Aérea resgata três vítimas de acidente aeronáutico em Tabatinga, AM

Agência Força Aérea

A Força Aérea Brasileira (FAB) acionou, na manhã desta terça-feira (18), um helicóptero H-60 Black Hawk, do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), para realizar o resgate dos três sobreviventes de um acidente aéreo que aconteceu na noite de segunda-feira (17) próximo à cidade de Tabatinga (AM), na fronteira com o Peru.

Os militares da FAB resgataram, todos conscientes, o piloto e dois passageiros, um homem e uma mulher, além de um cachorro que os acompanhava na aeronave. Não havia espaço para o pouso do helicóptero e as vítimas foram içadas pelo quincho. Eles foram levados para Tabatinga onde duas viaturas do Exército Brasileiro aguardavam para levá-los ao atendimento médico.

Segundo informações do Salvaero Amazônico, a aeronave em que estavam os sobreviventes, de matrícula PT-KIL, declarou situação de emergência e caiu em seguida, nas proximidades de uma aldeia indígena. Para realizar o resgate, o helicóptero da FAB decolou às 4h (horário local) desta terça (18) de Manaus (AM) com destino ao local do acidente.

Conforme explica um dos pilotos, Tenente Lucas Santos Bezerra Lopes, a aeronave levou a bordo todos os equipamentos necessários ao resgate, além de uma equipe especializada, para fazer os primeiros socorros antes do transporte.

A tripulação é composta por dois pilotos, três tripulantes, três militares de resgate, um médico e um enfermeiro. “Um dos desafios que tivemos nessa missão foi que, pelo horário de decolagem, antes do nascer do sol, foi necessário o uso de óculos de visão noturna”, afirma. Foram em torno de seis horas de voo e dois abastecimentos no trajeto da aeronave.

Devido às características da localidade, não houve o pouso da aeronave. Foi preciso içar as vítimas com o guincho do helicóptero. Segundo o médico que acompanhou a missão, Capitão Waldyr Moyses de Oliveira Junior, todas as vítimas estavam conscientes e foram necessárias algumas medidas, como estabilização da coluna, medicação para dor e cuidados iniciais com os ferimentos.

“O piloto era o mais velho, em torno de 55 anos, e era o que estava mais ferido. Tinha dor nas costas e formigamentos nas pernas, o que nos levou a suspeitar de lesão na coluna. Por isso, triplicamos nossos cuidados ao manuseá-lo. Mesmo com tempo chuvoso e as dificuldades do local, fomos até lá e realizamos o resgate. Ninguém ficou para trás”, disse ele, que é Chefe da Subseção de Saúde Operacional do Hospital de Aeronáutica de Manaus.

Helicóptero da FAB resgata, com vida, três vítimas de acidente aéreo. Foto: Esquadrão Harpia

Salvar vidas é a missão do Esquadrão Pelicano da Força Aérea Brasileira que celebrou 61 anos

Ascom FAB

Mato Grosso do Sul – O 2°/10° Grupo de Aviação, Esquadrão Pelicano, celebrou 61 anos de criação numa cerimônia militar realizada na quinta-feira (06), na Ala 5, em Campo Grande (MS). A solenidade foi presidida pelo Ministro do Superior Tribunal Militar (STM), Tenente-Brigadeiro do Ar William de Oliveira Barros.

Saiba mais: Forca Aérea Brasileira celebra o dia da Aviação de Busca e Salvamento

“Essa unidade tão comentada que é o Esquadrão Pelicano gera uma responsabilidade muito grande: a de que nós estamos aqui para salvar vidas. E isso nos traz responsabilidade não só para com a Força Aérea, como também para com toda a população brasileira”, comentou o oficial-general.

Esquadrão Pelicano celebra 61 anos. Foto: Cabo Silveira

Durante a cerimônia foram homenageados militares com os títulos de Pelicano Honorário, Menção Homem-SAR, Destaque Operacional, Destaque Segurança de Voo e Graduado e Praça Padrão.

Ainda, foi realizada a incorporação do helicóptero H-60L Black Hawk ao Esquadrão Pelicano, sendo incluído o emblema do 2°/10° GAV nas portas da aeronave. Esse helicóptero passou a ser utilizado na missão do Esquadrão em substituição ao memorável H-1H.

“Aos 61 anos de existência e algumas trocas de sedes e de aeronaves, percebemos que não é o local onde trabalhamos, nem a aeronave que voamos que nos define, mas sim um sentimento único de união e de determinação na missão de salvar vidas, chamado Espírito SAR”, ressaltou o Comandante do Esquadrão, Tenente-Coronel Aviador Luciano Marchiorato Dobignies.

A cerimônia foi finalizada com o desfile militar, que contou com a incorporação de ex-integrantes e amigos do 2°/10° GAV à tropa.

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Esquadrão Pelicano celebra 61 anos. Foto: Cabo Silveira
Esquadrão Pelicano celebra 61 anos. Foto: Cabo Silveira

Helicóptero da Força Aérea leva bombeiros, peritos e policiais para buscar corpo de pedreiro

O Pantaneiro

Mato Grosso do Sul – Uma equipe da Força Aérea Brasileira decolou de Aquidauana rumo à região da Fazenda Mimoso, para buscar o corpo de um homem de 52 anos, que morreu depois de se afogar no rio Negro na noite de terça-feira (11). Os militares levaram dois bombeiros, peritos e agentes do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil.

O corpo foi encontrado por volta das 06h30, distante do local de afogamento, enroscado em galhos. O homem era pedreiro, morador de Miranda, onde deve ser velado. Ele, que deixa três filhos e cinco netos, completaria 53 anos na quinta-feira (13). O local do acidente é de difícil acesso e por este motivo foi necessário o uso de uma aeronave.

Helicóptero leva bombeiros, peritos e policiais para buscar corpo de pedreiro. Foto: Luiz Guido Jr.

O desaparecimento

Deuzelino desapareceu no rio Negro na noite de terça-feira, na região da Fazenda Mimoso, que fica localizada sentido estrada do Taboco. Ele escorregou do barranco enquanto pescava e não foi mais visto. Conforme apurado, ele fazia a reforma de uma casa na fazenda e por volta das 17 horas, após o expediente, bebeu com os colegas e disse que iria pegar um peixe no rio Negro para o jantar.

No entanto, ele se desequilibrou, escorregou e caiu na água, sendo arrastado pela forte correnteza. Os demais trabalhadores tentaram socorrê-lo, mas em vão. Ele tentou nadar, mas se debateu até afundar e sumir. O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 09h30 e retomou as buscas na madrugada do dia seguinte, quando o corpo foi encontrado.

DAESP coordenou exercício simulado de acidente aeronáutico no aeroporto de São José do Rio Preto, SP

DAESP / UNILAGO

São Paulo – O Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (DAESP) coordenou, nesta quinta-feira, 29/11, a partir das 9h30, o Exercício Simulado Completo de Acidente Aeronáutico no Aeroporto de Prof. Eribelto Manoel Reino (São José do Rio Preto). O objetivo da ação foi aprimorar os primeiros socorros aos passageiros em caso de um acidente aéreo.

Para a simulação, que envolveu a queda de uma aeronave, participaram equipes do Corpo de Bombeiros do aeroporto, Corpo de Bombeiros da Polícia Militar; SAMU; GRAU; Defesa Civil; Polícia Militar; Polícia Civil; Polícia Federal; Guarda Civil Municipal e concessionárias (Austa, Cenemed, SOS, São Francisco). Foram mais de 250 pessoas envolvidas na simulação.

Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago
Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago

O exercício contou, ainda, com uma equipe de professores e estudantes da faculdade de medicina de UNILAGO de São José de Rio Preto. Os alunos e professores dos cursos de Enfermagem, Medicina, Psicologia e Educação Física, técnicos dos laboratórios e Vídeo Produtora da UNILAGO ficaram com a responsabilidade de atuar e organizar os grupos de vítimas, inclusive com maquiagens realistas e descrições de casos clínicos.

O Simulado Completo atende exigências da ANAC e inclui desde os primeiros socorros na pista do aeroporto até o transporte a um hospital da cidade, para medir o tempo levado no percurso e atendimento médico.

“Esse tipo de simulado na formação acadêmica é de muita valia, nos colocando cada vez mais próximos da realidade. Ser vítima é um aprendizado pois para encenar, temos que ter conhecimento sobre o nosso caso (de vítima) e medidas que devem ser adotadas para controlar a situação” Cita Gabriel Titoto, aluno atuante na Liga do Trauma do curso de Medicina da UNILAGO.

Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago
Estudantes de medicina se passaram por vítimas no simulado de acidente aéreo — Foto: Lucas Luando/Unilago

Corpo de Bombeiros do Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018

Agência Paraná

Paraná – O Corpo de Bombeiros do Paraná sagrou-se tetracampeão na 18ª edição do Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático, que integra a programação do XVIII SENABOM 2018, realizado em Foz do Iguaçu.

A competição reuniu mais de 410 bombeiros guarda-vidas de 16 estados brasileiros, além de delegações da Força Aérea Brasileira (FAB) e da Marinha do Brasil, entre quinta (22) e sexta-feira (23/11). Os atletas disputaram provas de revezamento em piscina e no Lago de Itaipu, para exercitar modalidades de resgate em meio líquido.

Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018.
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018.

“O principal objetivo dessa competição nacional é reunir bombeiros, guarda-vidas, civis ou militares, e atletas de forças armadas, para divulgar o salvamento aquático e intensificar a prevenção, para que possamos reduzir o número de afogamentos no Brasil”, disse o coordenador da prova, major Rafael Lorenzetto, do Corpo de Bombeiros do Paraná.

A prova de revezamento em piscinas (4x25m e 4x50m) deu início à competição, que teve provas das 8 às 18 horas no Complexo Esportivo Costa e Cavalcanti. Na sexta-feira (23/11) aconteceram as provas de aquathlon (corrida e natação), salvamento com tubo de resgate, salvamento com pranchão e corrida à nadadeira. Os exercícios foram no Iate Clube Lago de Itaipu.

Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais. Foto: Soldado Amanda Morais
Paraná é tetracampeão no Campeonato Brasileiro de Salvamento Aquático 2018. Foto: Soldado Amanda Morais. Foto: Soldado Amanda Morais

A equipe do Corpo de Bombeiros do Paraná, com 2.492 pontos obtidos, conquistou o tetracampeonato na categoria Geral, à frente do Rio de Janeiro, com 2.275 pontos; São Paulo, com 1.393; e Santa Catarina, com 1.373 pontos.

Na categoria Open, formada por integrantes das Forças Armadas, equipes nacionais e de outras instituições, a primeira colocação ficou com a equipe da Marinha A, com 491 pontos. O segundo lugar com a equipe Open Paraná A, com 231 pontos. Em terceiro a Bahia Open, com 204 pontos. O quarto lugar ficou com a equipe Open Rio de Janeiro, com 189 pontos.

Independente dos que conquistaram o pódio, quem ganha é a população com militares e profissionais mais habilidosos e treinados para efetuar o resgate quando for necessário. “Competições como essa fazem com que todos os bombeiros adotem um padrão, por meio de técnicas, ações e uso de equipamentos. E isso só fortalece a prevenção a nível nacional”, completa o major Lorenzetto.

Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro

Militares de Busca e Salvamento (SAR) do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e dos quatro Centros Integrados de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA) do país participaram, entre os dias 28 de outubro e 12 de novembro, da primeira edição do Exercício Operacional de Busca e Salvamento (SAREX I).

O treinamento teve como finalidade nivelar conhecimentos e aprimorar técnicas vitais para a segurança de pessoas que se encontrem em situação de perigo na terra ou no mar.

Ao todo, 42 militares estiveram presentes durante os 16 dias de atividades na Base Aérea dos Afonsos (BAAF), no Rio de Janeiro (RJ). O Coordenador da SAREX I, Major Fernando Garcia Pfutze, destacou os objetivos da missão. “O principal é fazer um planejamento adequado, compatível com a ação que a aeronave tem que fazer para encontrar o alvo e concluir com sucesso a missão dada”, comentou.

Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro
Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro

Dois shelters (abrigos) de trabalho foram montados pelo Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC), onde ficaram as posições de Telefone (por meio dos quais são feitas as chamadas telefônicas para órgãos de controle e demais localidades das comunidades circundantes ao lugar de onde partiu a demanda em busca da coleta e apuração de dados sobre os incidentes); Documentação (trâmite oficial para formalização de ações); SARMASTER (gerenciador de informações com capacidade de cálculos, geração de relatórios e registro gráfico das áreas atendidas pela Operação); e Coordenação (SMC – Coordenador de Missão SAR, Oficial que supervisiona e se responsabiliza por tudo que acontece ao longo da missão).

Ao contrário de outras missões, como a Carranca, em que voluntários fizeram o papel das vítimas a serem socorridas, no SAREX os militares trabalharam com alvos simulados lançados pelas aeronaves.

Para o Chefe da Sessão de Planejamento e da Seção de Coordenação de Controle de Busca e Salvamento (DCCO-6) e Adjunto da Coordenação, Capitão Aviador Michell Lorio Boareto, o importante é estar sempre a postos. “Temos que treinar para estarmos prontos para cumprir as missões de Busca e Salvamento, diuturnamente, 24 horas por dia, todos os dias do ano. A população pode ficar tranquila quanto ao nosso profissionalismo e dedicação”, ressaltou.

Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro
Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro

Ainda de acordo com o Capitão Boareto, a ideia é que no futuro, além da Marinha, também sejam feitas parcerias com o Exército, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e Polícia para aprimorar o processo de pronta resposta.

Representando a Marinha do Brasil, o Tenente Richardson do Nascimento Soares falou sobre os benefícios da atuação conjunta com a Força Aérea nas atividades SAR, que têm sido cada vez mais frequentes.

“É muito importante vir aqui e entender melhor qual é a dinâmica da Força Aérea, como ela trabalha. Assim podemos fornecer os subsídios necessários e, em contrapartida, solicitar adequadamente o apoio da FAB, haja vista que nossa área marítima é muito extensa – cerca de 15 milhões de quilômetros quadrados”, destacou.

A expectativa dos organizadores é de que esse treinamento ocorra pelo menos uma vez ao ano.

Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro
Exercício Operacional de Busca e Salvamento reuniu 42 militares durante 16 dias no Rio de Janeiro.

DECEA. Fotos: Fábio Maciel

Unidade aérea da Segurança Pública de Tocantins auxilia transferência de órgãos no Estado

Tocantins – O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Secretaria da Saúde realiza neste sábado,15, a transferência de órgãos de uma paciente com morte encefálica registrada no Hospital Geral de Palmas – HGP. Os órgãos, cedidos pela família da paciente que teve óbito decretado, darão continuidade à vida de outras pessoas. São eles: rins, córneas, fígado e pâncreas.

A operação, interestadual, conta com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER, da Polícia Militar do Tocantins, da Infraero e da Força Aérea Brasileira – FAB. Os órgãos serão destinados aos estados de São Paulo e Distrito Federal.

Foto: SSP
Foto: SSP

Segundo o secretário de Estado da Segurança Pública, Fernando Ubaldo, a promoção da vida é antes de tudo, a garantia da segurança da população. “Não estamos habilitados apenas para promover a segurança da nossa comunidade no combate ao crime. Mas também em assegurar que a vida continue em qualquer circunstância que nos seja possível prestar assistência”, afirmou.

Em um gesto de total desapego e altruísmo, a família de uma paciente de 24 anos autorizou a doação imediata dos órgãos. Contando com uma equipe multiprofissional que conta inclusive com médicos do Ministério da Saúde, as doações serão possíveis por meio de uma grande força-tarefa que envolvem os profissionais de segurança.

A Secretaria de Segurança Pública reitera que está presente, atuante e em ação em todas as operações que promovam a vida. Utilizar a unidade do Centro Integrado de Operações Aéreas – CIOPAER no transplante de órgãos, sinônimo de continuidade da existência em outra pessoa é reflexo de uma atuação que visa, antes de tudo, a valorização e continuidade da vida.

Foto: SSP
Foto: SSP

Saiba Mais

Esta é a terceira retirada de múltiplos órgãos para transplante realizada no HGP. É uma mobilização nacional que envolve diversos entes para efetivar um transplante a pacientes. O Tocantins faz parte da rede nacional de transplante e já realiza os de córnea. A fila de transplantes é única e por isso o Governo do Tocantins solicita que cada pessoa deve conversar com sua família e informar o desejo em vida de doar. Um único doador pode ajudar diversas pessoas. E a vida segue.

Fonte: Surgiu

Pilotos da Polícia do Rio de Janeiro e FAB recebem capacitação teórica sobre óculos de visão noturna

Em parceria com a Embaixada Americana, o Grupamento Aeromóvel (GAM) da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro realizou entre os dias 09 e 13 de julho intercâmbio com o 160th SOAR (Special Operations Aviation Regiment), conhecido como Regimento de Aviação de Operações Especiais do Exército dos Estados Unidos.

O encontro aconteceu na sede do Grupamento, onde pilotos de helicóptero do GAM, Força Aérea Brasileira e SAER da Polícia Civil receberam capacitação teórica para o uso de NVG (Night Vision Goggles) – Óculos de Visão Noturna.

“Esse treinamento contribuirá para o aprimoramento da capacidade operacional em auxílio às demandas aéreas de Segurança Pública no Rio de Janeiro”, comentou a Cel PM Clarisse, comandante do GAM, durante o treinamento.

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná

Paraná – A Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná foi acionada pela Central de Transplantes na noite de segunda feira (11) para uma possível remoção de órgãos em Londrina. Após confirmada a missão, foi coordenado jundo ao DTCEA-BI a decolagem do Resgate 03 (Cessna 208B Grand Caravan), após o horário de fechamento do Bacacheri.

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná
Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná.

Por volta da meia-noite de segunda para terça feira, o Caravan com a equipe médica pousou em londrina, prosseguindo ao Hospital para realizar a captação. Eram dois doadores de 20 anos de idade, totalizando 10 órgãos, entre eles 01 Coração, 02 Pulmões, 02 fígados, 04 rins e 01 Pâncreas.

Logo pela manhã o coração veio para Curitiba com o apoio da FAB em uma Aeronave VU-35 (Learjet 35). Chegando no aeroporto, o órgão foi embarcado no helicóptero Falcão 03 do BPMOA e levado ao Hospital Angelina Caron.

O Pulmão seguiu para Porto alegre com a aeronave da FAB. Finalizada a captação, a equipe médica, juntamente com os demais órgãos captados retornaram para Curitiba com o Caravan da Casa Militar, de onde seguiram até o hospital de carro.

Acompanhe a rotina da Seção pelo instagram oficial: @transporteaereocm

Polícia Militar do Pará conclui I Curso de Operador de RPA em Atividade de Segurança

Pará – A cerimônia de encerramento do curso que capacitou outros 45 agentes de segurança foi realizada na manhã do dia 28/05, no auditório do Comando Geral da PM.

“Agora eu tenho maiores possibilidades de atuar dentro da polícia como agente facilitador em operações e eventos”, conta o cabo Wilson Sidônio, que atua no Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social da PM (CIPAS) e ficou em 1º lugar no I Curso de Operador de RPA em Atividade de Segurança da PMPA.

IMG_00321O curso de operador de RPA foi ministrado em uma semana e teve como objetivo capacitar profissionais da área de segurança pública e forças armadas para atuarem em diversas atividades por meio da operacionalização de Aeronaves Remotamente Pilotadas (em inglês, RPA), conhecidas popularmente como drones.

Além do cabo Wilson Sidônio, que garantiu a primeira colocação, o soldado Carlos Reinanderson e o cabo Dilson Campos Junior, ambos da Assessoria de Comunicação Social da PM, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.

Entre os 51 alunos que iniciaram o curso, 46 concluíram com aproveitamento as 50 horas/aula de instruções e a prova final. Entre os órgãos participantes estiveram o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran), Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe), Polícia Civil, Polícia Militar do Piauí, Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), Corpo de Bombeiros Militar e Força Aérea Brasileira (FAB), além de policiais militares da capital e do interior do estado.

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Para a major do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Mônica Veloso, a oportunidade de participação de outros órgãos de segurança é uma necessidade. “O Corpo de Bombeiros vai poder trabalhar com um leque de operações em que o drone só vai somar no salvamento e no resgate”, afirmou. Ainda segundo a major, a disciplina “segurança de voo” merece destaque por reforçar para o operador de drones a necessidade de prevenção de riscos de acidentes.

Durante a cerimônia de conclusão do curso, o coronel Marcello Leão, chefe da Diretoria de Ensino e Instrução da PM (DEI) ressaltou: “a iniciativa é uma inovação que trará benefícios não só para a PM, mas também para outros órgãos do sistema de segurança”. Os concluintes e instrutores do curso foram agraciados com o certificado de conclusão e participação.

Perspectivas

De acordo com o cabo Antônio Donato, coordenador operacional do curso, ainda não há previsão para a formação de uma nova turma, mas como experiência inédita na PMPA o curso deixa novas perspectivas para a instituição e para os demais órgãos participantes, como a diminuição de gastos e melhor posicionamento do policiamento em prol da segurança pública.

“O Curso surgiu de uma necessidade. A Polícia Militar está evoluindo no quesito policiamento e a atividade com RPA facilitou a execução de várias situações, principalmente em relatórios de inteligência, controle de distúrbios civis e análise de periculosidade”, completou o cabo.

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Ascom PMPA

FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso

Mato Grosso – A Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou no norte de Corumbá, em Mato Grosso Sul, por volta das 7 horas desta quarta-feira (25), uma aeronave que vinha da Bolívia com aproximadamente 500 kg de pasta base de cocaína. A ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto com a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal, Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) e Grupo Especial de Fronteira da PMMT (GEFRON).

FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso
FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso

Três aeronaves A-29 e um avião-radar E-99 participaram da interceptação que seguiu todas as medidas de policiamento do espaço aéreo, incluindo o tiro de aviso, até chegar na última medida prevista: o tiro de detenção. Esta é a segunda vez que esta medida é tomada pela FAB.

Após a execução do tiro de detenção, a aeronave, que não tinha plano de voo, fez pouso forçado em um lago localizado na área do Parque Nacional do Pantanal Matogrossense. O avião submergiu na lagoa e dois indivíduos deixaram a aeronave e nadaram para fora do lago.

O helicóptero Águia 02 do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) da Secretaria de Segurança Pública do MT, um helicóptero H-60 Black Hawk da FAB, militares especializados em busca e salvamento e policiais federais participaram da ação e da retira da droga do avião.

FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso
FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso

Entenda o caso

As aeronaves de defesa aérea A-29 Super Tucano da FAB e o avião radar E-99 foram empregados para monitorar e interceptar o avião. O piloto de defesa aérea seguiu o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro, conforme estabelece a Lei 7565/1986, interrogando o piloto do bimotor, mas não obteve resposta. Nesse momento, a aeronave foi classificada como suspeita.

Na sequência, o piloto da FAB ordenou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Cuiabá (MT), porém o piloto do avião interceptado não obedeceu. Foi necessário que a defesa aérea comandasse o tiro de aviso, informando que o avião interceptado pousasse no aeródromo mais próximo. Ainda sem retorno, foi disparado o tiro de detenção.

FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso
FAB intercepta avião que transportava cerca de 500 quilos de drogas da Bolívia para o Mato Grosso

As medidas de controle do espaço aéreo realizadas estão previstas no Decreto 5.144, de 16 de julho de 2004. “Ao tentar se evadir e após se negar a responder a todas as chamadas do A-29 da Defesa Aérea, inclusive o tiro de aviso, a aeronave foi alvejada, o que forçou um pouso de emergência”, explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich.

De acordo com o oficial-general, a ação representa o cumprimento pleno da missão da FAB na garantia da soberania do espaço aéreo brasileiro. “A aeronave em questão não tinha plano de voo, estava com uma matrícula falsa e foi interceptada em decorrência da Operação Ostium, operação permanente e que conta com a participação da Polícia Federal, de diversos órgãos de inteligência e de segurança pública”, afirmou.

O Major-Brigadeiro Mangrich ressalta a relevância da cooperação de todos que operam no espaço aéreo. “É importante que as aeronaves realizem o plano de voo em todas as regiões em que este está previsto nas regras de trafego aéreo”, diz.

Todas as ações da FAB na fronteira também seguem o que é previsto no decreto 8.903, de 16 de novembro de 2016, que instituiu o Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) e prevê a atuação integrada e coordenada dos órgãos de segurança pública, dos órgãos de inteligência, da Secretaria da Receita Federal do Brasil do Ministério da Fazenda e do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas contra ilícitos transfronteiriços.

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Ciopaer e FAB

CENIPA – Manual de Gerenciamento de Risco de Fauna

Brasil – Colisões entre aeronaves e fauna, principalmente aves, conhecido no Brasil como risco de fauna, são o tipo de incidente mais repetitivo na aviação mundial e representa hoje uma das maiores preocupações para o setor aéreo. Eventos desta natureza já vitimaram mais de 470 pessoas e custam aproximadamente US$ 3 bilhões anualmente.

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No Brasil, estima-se que o prejuízo financeiro anual, entre 2011 e 2016, tenha sido superior a US$ 65 milhões. Uma das grandes dificuldades para atuar na mitigação deste problema é a baixa porcentagem de colisões reportadas. Segundo o Tenente-coronel da Reserva Henrique Rubens Balta de Oliveira, “apenas 31,71% das colisões são reportadas ao Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA), órgão responsável por gerenciar o banco de dados nacional de eventos envolvendo aeronaves e fauna”.

Informação proveniente dos reportes de colisão é um dos pilares para o gerenciamento do risco de fauna. O conjunto de dados oriundos dos reportes fornece as espécies envolvidas nas colisões, a época do ano e o horário do dia com maior ocorrência de colisões, o local onde o evento aconteceu (dentro ou fora do aeródromo), custos e tempo de indisponibilidade de aeronaves provocados por colisões com fauna, dentre outros aspectos.

A coleta de dados no aeródromo e seu entorno, realizada por equipe capacitada em gerenciamento de risco de fauna, é outra ferramenta chave no processo de mitigação deste risco. É por meio da coleta de dados padronizada e continua que são identificadas as espécies-problema, bem como os fatores contribuintes para o uso e permanência na área do aeródromo e entorno.

De posse desse conjunto de informações é possível elaborar o Programa de Gerenciamento de Risco de Fauna (PGRF). O PGRF é o documento que estabelece procedimentos incorporados à rotina operacional do aeródromo, cuja finalidade é reduzir progressivamente o risco de colisão entre aeronaves e animais.

Diante da complexidade do tema e das dificuldades enfrentadas, principalmente pelos aeródromos militares, na elaboração e execução de PGRF, a Assessoria de Gerenciamento de Risco de Fauna (AGRF) do CENIPA elaborou o Manual de Gerenciamento de Risco de Fauna (MCA 3-8, Portaria CENIPA nº 111/DOP-AGRF, de 4 de dezembro de 2017).

Imagem: shutterstock.com
Imagem: shutterstock.com

A finalidade do Manual de Gerenciamento de Risco de Fauna é orientar a prática de processos fundamentais para reduzir colisões com maior severidade, principalmente, aquelas que possam causar acidentes aeronáuticos.

Manual define metodologias e procedimentos de mitigação, integrados às organizações em operação no aeródromo, preferencialmente, dentro do escopo de um PGRF. Além disso, orienta operadores de aeródromos, de aeronaves (tripulantes e mantenedores) e de controle de tráfego aéreo na realização de ações mitigadoras integradas de gerenciamento de risco de fauna, conforme realidade organizacional e melhor custo-benefício.

Segundo o 2º Tenente Biólogo Weber Galvão Novaes, chefe da AGRF, “o Manual passa a ser valiosa ferramenta para o gerenciamento de risco de fauna no Brasil, fornecendo informações fundamentais aos diferentes atores responsáveis pela implementação de medidas que reduzam o conflito entre aviação e fauna”.

O Manual traz ainda ferramentas inéditas que contribuirão para a redução de exposição de aeronaves militares à colisões com aves”, afirma o Tenente-coronel da Reserva Rubens Balta de Oliveira. “Trata-se do uso de informações relativas à presença de fauna integradas ao planejamento das missões, que permitirá à tripulação adotar medidas que reduzam a probabilidade de colisões, principalmente aquelas com maior severidade”.

CENIPA

CENIPA disponibiliza Sumário Estatístico de Aeródromos

Brasil – Com dados estatísticos dos anos de 2008 a 2017, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) disponibiliza o Sumário Estatístico de Aeródromos. A compilação dos dados apresenta o panorama nacional das ocorrências em áreas de aeródromo.

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O objetivo do Sumário é atender a demanda de administradores de aeródromos, prestadores de serviços de infraestrutura aeroportuária, operadores aeronáuticos e profissionais que atuam na prevenção de acidentes, principalmente aqueles que pretendem melhorar a segurança nas operações. A partir da disponibilização dos dados, esses profissionais poderão implantar ações de gerenciamento dos riscos, inerentes a atividade aérea em zonas de aeródromos.

Para o Chefe do CENIPA, Brigadeiro do Ar Frederico Alberto Marcondes Felipe, “o lançamento do Sumário de Aeródromos constitui mais uma ferramenta disponibilizada pelo CENIPA para contribuir com a elevação dos níveis de segurança das operações aéreas no Brasil”.

Para o Tenente Cleibson Aparecido de Almeida, Chefe da Assessoria Estatística e cientista de dados, “este trabalho vem complementar outros sumários que já foram publicados. A expectativa é atender a demanda, da comunidade aeronáutica, por informações específicas de cada segmento da aviação”, afirmou.

Segundo o Suboficial Luiz Carlos Batista Santos, responsável pela elaboração do Sumário, o trabalho de compilação dos dados foi bastante trabalhoso e requer muita atenção durante os filtros. “Para um trabalho como este, o maior desafio é agregar informações provenientes de diferentes sistemas e ao mesmo tempo manter uma padronização que facilite a compreensão dos dados pelos leitores”, disse.

O documento é o quarto da série de Sumários Estatísticos que o Centro tem disponibilizado, a fim de contribuir com a prevenção de ocorrências aeronáuticas. Já foram publicados os Sumários de Helicópteros, Aviação Particular e Instrução.

Saiba mais: Estatística CENIPA.

Operação conjunta apreende mais de 300 quilos de entorpecentes em Itaituba, Pará

Mato Grosso – Operação conjunta entre a Força Aérea Brasileira (FAB), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) do Mato Grosso, Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e Policia Federal, realizada no início da noite de segunda-feira (26), resultou na apreensão de aproximadamente 325 quilos de entorpecentes (cocaína). A aeronave vinda da Bolívia com a droga estava em Itaituba, no Pará.

Operação conjunta apreende mais de 300 quilos de entorpecentes em Itaituba, Pará
Operação conjunta apreende mais de 300 quilos de entorpecentes em Itaituba, Pará

A equipe do Ciopaer decolou do aeroporto Marechal Rondon com um policial federal. Em seguida, pousou em Sinop, onde embarcaram outros dois policiais federais.

De lá, o grupo se deslocou para a pista de pouso próximo a Itaituba, onde estava a aeronave Cessna 210, matrícula PP-HAR, com aproximadamente 325 quilos de cocaína.

Caças da FAB solicitaram o pouso da aeronave, que foi escoltada até a cidade de Jacareacanga. O Gefron acompanhou toda ação. Quando o Ciopaer chegou, o avião já estava em terra. O piloto e um passageiro responsável pela segurança da carga fugiram pela floresta e não foram localizados.

A operação foi considerada de risco, em virtude das condições do tempo. A equipe pernoitou em Novo Progresso, no Pará, e retornou nesta terça-feira (27) a Mato Grosso.

Operação conjunta apreende mais de 300 quilos de entorpecentes em Itaituba, Pará
Operação conjunta apreende mais de 300 quilos de entorpecentes em Itaituba, Pará

Ascom SESP/MT.

FAB realiza Evacuação Aeromédica de gestante no Maranhão

Brasil – O Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) realizou, na manhã do último domingo (11/03), em conjunto com o Esquadrão de Saúde de Alcântara (ES-AK) e com o Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo (1° ETA), uma missão de Evacuação Aeromédica (EVAM).

A aeronave Caravan C-98 decolou às 8h do CLA rumo a São Luís (MA), transportando uma paciente gestante de 23 anos, em trabalho de parto e com o bebê atravessado no útero – o que os médicos chamam de apresentação fetal córmica – sendo indicado o parto com procedimento de cesariana, que não poderia ser realizado no município de Alcântara.

FAB realiza Evacuação Aeromédica de gestante no Maranhão
FAB realiza Evacuação Aeromédica de gestante no Maranhão. Foto Agência Força Aérea.

O transporte da gestante até o Hospital Benedito Leite, em São Luís, levou uma hora e foi acompanhado pela equipe do ES-AK.

O Diretor do CLA, Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, ressalta que a unidade já efetuou diversas Evacuações Aeromédicas semelhantes em apoio à comunidade local, principalmente nos casos onde existe risco à vida do paciente. “A presença da Força Aérea Brasileira em Alcântara, por intermédio do CLA, é importante não apenas para o desenvolvimento de atividades espaciais na região, mas também para o suporte e integração da população local”, acredita.

1° ETA

O Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo realiza, constantemente, missões de EVAM. No dia 4 deste mês, uma aeronave decolou às 9h de Belém (PA) com destino a Fortaleza (CE) para o resgate de uma senhora de 68 anos de idade, que apresentava um caso de fratura no fêmur, necessitando de internação cirúrgica no Hospital de Força Aérea do Galeão (HFAG).

A tripulação pousou no aeroporto de destino às 17h35, onde uma equipe médica aguardava a chegada. “É muito gratificante saber que, no cumprimento da missão da Força Aérea, também transportamos assistência e momentos de grande felicidade a famílias como esta. Afinal, é a todos os brasileiros que devemos nossa razão de ser, existir e voar!”, ressaltou o Tenente Julian Dias Moreira, piloto da aeronave.

Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo realizou missão EVAM de Belém (PA) para Fortaleza (CE)
Primeiro Esquadrão de Transporte Aéreo realizou missão EVAM de Belém (PA) para Fortaleza (CE). Foto: Agência Força Aérea.

Agência Força Aérea.

FAB intercepta avião carregado com cocaína e equipe do CIOPAer do MT realiza abordagem policial

Mato Grosso – A tripulação do helicóptero Águia 04 do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) deslocou-se até a região de Tangará da Serra em apoio à Polícia Federal e à Força Aérea Brasileira (FAB), a fim de apoiar interceptação de um avião bimotor, matrícula PR-EBF, que trazia cocaína da Bolívia. Uma equipe da Polícia Federal deslocou-se para a região de viatura e outra equipe foi transportada pelo Águia 04.

Ação conjunta entre FAB, PF e CIOPAER resulta em apreensão de aeronave com drogas
Ação conjunta entre FAB, PF e CIOPAER resulta em apreensão de aeronave com drogas.

Um caça A-29 Super Tucano da Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou o avião por volta das 14h00, de terça-feira (6), na região de Nova Fernandópolis (MT). A ação faz parte da Operação Ostium para coibir ilícitos transfronteiriços, na qual atuam em conjunto a Força Aérea Brasileira, a Polícia Federal e órgãos de segurança pública.

Três aeronaves de defesa aérea A-29 Super Tucano da FAB e um avião radar E-99 foram empregados para monitorar e interceptar o avião proveniente da Bolívia. Quando interceptada pelo A-29 da FAB, foi dada determinação para que mudasse a rota e pousasse em Cuiabá, porém o piloto desobedeceu a ordem e seguiu para pouso em local não preparado.

O avião fez um pouso em área de lavoura e o avião da FAB manteve escolta até que a equipe do helicóptero Águia 4 do CIOPAer chegasse para os procedimentos de abordagem policial e buscas pelos traficantes.  Dentro da aeronave foram apreendidos cerca de 500 kg de droga. Os traficantes conseguiram fugir do local e não foram localizados.

Ação conjunta entre FAB, PF e CIOPAER resulta em apreensão de aeronave com drogas
Ação conjunta entre FAB, PF e CIOPAER resulta em apreensão de aeronave com drogas.

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