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Helicóptero do Acre voltará a operar em breve nas operações aéreas de segurança e de apoio à saúde

Acre – O governador Gladson Cameli esteve no hangar da empresa Líder no Aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, vistoriando o helicóptero Esquilo B2 do Estado. A aeronave está em manutenção e deverá voltar a operar no Acre em janeiro de 2021. Assim, o governo terá dois helicópteros para prestar serviços à população. Um ficará baseado na capital e o outro em Cruzeiro do Sul, para atender o Vale do Juruá.

O governador Gladson disse que o helicóptero precisa de uma revisão periódica. “Aqui a gente está vendo a aeronave toda desmontada e sairá daqui nova. É como se tivesse saindo da fábrica. Todos os equipamentos estão sendo trocados. Com ela, vamos atender todos os municípios fronteiriços, o Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e ao SAMU. Já temos um convênio com a CIOPAER (Centro Integrado de Operações Aéreas) nesse sentido”, salientou o governador.

Helicóptero do governo do Acre voltará às operações multimissão no estado em Janeiro de 2021. Foto: Marcos Vicentti.

Segundo Cameli, o investimento nessa aeronave terá retorno social garantido e significará uma economia de despesas para o Estado com a contratação de empresas aéreas para realizar serviços essenciais.

O coronel Paulo César, secretário de Segurança, explicou que a aeronave é fruto de uma intervenção do governo do Estado junto ao Ministério da Justiça. Ela foi doada depois de ter sido apreendida por ser usada no narcotráfico. A aeronave será utilizada nas ações policiais e no socorro de vítimas.

“A região Norte do país tem uma fronteira imensa com outros países e temos dificuldades em alugar um helicóptero sem falar no preço abusivo que alguns praticam. Por isso, estamos valorizando o que é da população”, explicou o secretário. A previsão é de que em 60 dias, no máximo, o helicóptero esteja pronto para voar.

Aluno do SENAI/SC representará o Brasil em Manutenção de Aeronaves no mundial de profissões

O estudante Gabriel Liberato Hoffmann do SENAI em Palhoça será o representante brasileiro em Manutenção de Aeronaves na próxima WorldSkills – torneio internacional de educação profissional. O evento será realizada na cidade russa de Kazan, de 22 a 27 de agosto de 2019. Ele garantiu a vaga ao vencer a etapa seletiva nacional, realizada nesta semana no Hangar da unidade do SENAI/SC de sua cidade. A premiação ocorreu nesta sexta (24).

A competição WorldSkills ocorre a cada dois anos e é o maior evento de educação e das competências a excelência profissional no mundo. Competidores de mais de 60 países enfrentam desafios em mais de 50 profissões, que devem ser resolvidos dentro de padrões internacionais de qualidade e de um tempo pré-determinado.

Premiação da seletiva nacional realizada no SENAI/SC-Palhoça
Premiação da seletiva nacional realizada no SENAI/SC-Palhoça

Um dos principais legados da WorldSkills Competition é dar visibilidade e importância à educação profissional, como um dos verdadeiros instrumentos de transformação econômica, social e profissional. Em 2017, o Brasil conquistou o 4º lugar na área de manutenção de aeronaves com um aluno do SENAI/SC, Rafael de Bobra e busca o ouro em 2019 com Gabriel.

A preparação para a seletiva nacional exigiu do competidor mais de 8(oito) meses de dedicação para garantir a excelência na realização das provas. Durante este tempo Gabriel contou com a ajuda de seus treinadores: Rodrigo Campos e Rafael de Borba além do apoio do coordenador do curso o professor Thiago Carvalho e realizou diversos simulados nas áreas de: elétrica, motores de aeronaves com inspeções boroscópicas, reparos estruturais, inspeções diárias, além de manutenções em ambientes confinados, etc. Todas as provas seguem os padrões exigidos nos documentos de fabricantes (BOEING, HELIBRÁS) e autoridades aeronáuticas civis como a FAA, ICAO e ANAC todos na língua inglesa.

Estrutura do SENAI/SC para treinamento de competidores
Estrutura do SENAI/SC para treinamento de competidores

“Foi uma prova intensa, uma disputa acirrada”, disse o agora melhor estudante brasileiro de manutenção de aeronaves, emocionado com a conquista. “Eu vinha bem nas provas, mas no terceiro dia, com o cansaço, meu desempenho não foi tão bom e aí meu astral deu uma decaída”, comentou, enquanto recebia o abraço do pai – o pedreiro Paulo Roberto –, da mãe – Arinalda, que é professora da rede pública de Palhoça e do irmão “Essa estava no caminho dele”, disse a mãe. Ela contou que filho descobriu a existência do curso no dia em que acabavam as inscrições. “Pegamos o carro e fomos fazer a inscrição; depois ele se agarrou com tudo a esta oportunidade”, afirmou.

Nascido em São Pedro de Alcântara, Paulo Roberto seguiu a profissão do pai e tornou-se pedreiro. Mas sempre viu no filho mais velho o desejo de trabalhar com aeronaves, de ser piloto de aviões. “É muita emoção; foi uma espera de bastante tempo. Ele é muito dedicado”, afirmou.

Gabriel foi o quinto estudante do SENAI/SC a subir no topo do pódio nas seletivas para a WorldSkills 2019 realizadas até agora. Santa Catarina é o segundo estado com maior número de medalhas de ouro.

Preparação para a etapa seletiva nacional.
Preparação para a etapa seletiva nacional.

Autor: Prof. Thiago Ferreira Carvalho – Coordenador do Curso Técnico de Manutenção de Aeronaves do SENAI/SC.

Safran implementa melhorias no motor Arriel 2D que equipa os helicópteros H125 e H130

A empresa Safran anunciou em 27 de junho a implementação de melhorias no motor Arriel 2D, que equipa a linha de helicópteros H125 e H130. As melhorias de manutenção estendem o tempo entre a revisão (TBO) para 5.000 horas para novos helicópteros e para os atualmente em serviço.

Ela também aumentou a garantia dos atuais dois anos / 1.000 horas por uma nova garantia de três anos / 2.000 horas para todos os helicópteros H125 e H130 entregues em 2018.

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Os clientes H125 e H130 também se beneficiarão da remoção da limitação calendárica, que atualmente exigia uma inspeção do motor em um centro de reparos a cada 15 anos, independentemente do número de horas registradas.

O motor Arriel 2D agora elimina a necessidade de um limite de calendário nos módulos 1, 2, 4 e 5; enquanto que para o módulo 3, a condição do motor pode ser restaurada durante uma visita periódica realizada em um centro de manutenção.

Nicolas Billecocq, vice-presidente do programa de motores de helicópteros leves da Safran Helicopter Engines, declarou: “A Safran trabalha continuamente para tornar seus motores mais robustos e fáceis de usar. Testes de resistência extensivos realizados no motor Arriel 2D e análise de dados da frota de motores nos permitiram validar ainda mais a sua força e simplicidade. Graças a essas novas melhorias, o Arriel 2D apresentará um dos menores custos diretos de manutenção de sua classe.

Fonte: Shephardmedia

Reparo do Águia 02 ocasionou a suspensão do contrato de manutenção das aeronaves da PM de Santa Catarina

Santa Catarina – A PM (Polícia Militar) de Santa Catarina divulgou uma nota na noite desta quinta-feira (7) a respeito da situação de suas aeronaves que operam em Florianópolis, Lages e Joinville. Segundo o comunicado, assinado pelo tenente-coronel João Batista Réus, o contrato de manutenção delas foi suspenso para ajuste da cota financeira, devido aos “gastos extraordinários de manutenção” resultantes dos reparos do motor da aeronave Águia 02, da Capital.

O helicóptero Águia 02 está em fase de substituição do motor provisório - PM/Divulgação/Arquivo/ND
O helicóptero Águia 02 está em fase de substituição do motor provisório – PM/Divulgação/Arquivo/ND

Na nota, a PM informou que o contrato em questão compreende a inspeção diária das três aeronaves, “recomendada por questões de segurança no início de cada turno operacional”. Por causa disso, os helicópteros de Lages e Joinville permanecem em solo, prontos para uso, mas sem permissão para operar. A exceção é a aeronave de Florianópolis, que está em fase de substituição do motor provisório, retornando o motor original, que estava em conserto.

Segundo o Comando da PM, a questão será resolvida nos próximos dias. Enquanto isso, segundo a nota, a Secretaria de Segurança vem utilizando outras aeronaves de asas rotativas,com características de multimissão, para prestar apoio a ocorrências.

Em Lages, no Planalto Serrano, a aeronave que atende cerca de 20 municípios da região está há 16 dias sem levantar voo. Já em Joinville, está estacionado no hangar da 2ª companhia de aviação o helicóptero Águia, que atende 44 municípios da região Norte do Estado.

Fonte: Notícias do Dia

Oficina de aeronaves da Polícia Militar de São Paulo – Qualidade e Segurança!

São Paulo – Responsável pela segurança nas missões dos Águias da Polícia Militar do Estado de São Paulo, sua oficina certificada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) possui importância estratégica, pois aumenta a disponibilidade da frota, ao mesmo tempo em que diminui os custos com manutenção.

Policiais militares realizaram a substituição do motor do Águia 17 num serviço que durou cerca de 12 horas.
Policiais militares realizaram a substituição do motor do Águia 17 num serviço que durou cerca de 12 horas.

A Polícia Militar do Estado de São Paulo, por meio do Grupamento de Radiopatrulha Aérea “João Negrão” – GRPAe, executa diuturnamente, operações aéreas em apoio ao policiamento e aos bombeiros do Estado de São Paulo.

São missões complexas que necessitam de um planejamento prévio detalhado, bem como um constante treinamento de todos os policiais militares envolvidos. Mas, para que as missões sejam cumpridas com segurança, outro grupo de policiais militares entra em cena com atribuições fundamentais à continuidade do serviço dos Águias.

São os mecânicos de aeronaves dos Águias, policiais militares, capacitados e experientes, responsáveis pelas intervenções de manutenção na frota de aeronaves da PMESP.

Nesta semana, os Anjos da Guarda dos Águias, cumpriram outra relevante missão. Seis policiais militares realizaram a substituição do motor do Águia 17 num serviço que durou cerca de 12 horas.

“Para o GRPAe, a existência de uma oficina interna certificada pela ANAC com mecânicos altamente qualificados e experientes representa o aumento da disponibilidade da frota de aeronaves e a diminuição de custos com manutenção”, relata o Major PM William de Barros Moyses, chefe da Divisão de Manutenção de Aviação do GRPAe.

Policiais militares realizaram a substituição do motor do Águia 17 num serviço que durou cerca de 12 horas.
Policiais militares realizaram a substituição do motor do Águia 17 num serviço que durou cerca de 12 horas.

Guardião da Aviação apresenta possibilidades operacionais

Taubaté (SP) – No dia 15 de março, o Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército (B Mnt Sup Av Ex) recebeu uma comitiva de oficiais-generais, chefiada pelo Chefe do Estado-Maior do Exército, General de Exército Fernando Azevedo e Silva, com a finalidade de constatar o trabalho realizado pelos militares nas diversas oficinas e nas linhas de manutenção.

Guardião da Aviação apresenta possibilidades operacionais

O Comandante do Batalhão destacou o alto nível de conhecimento técnico e experiência dos mecânicos, com homologações conquistadas na sede do fabricante, localizada na França, que possibilitou operacionalizar manutenções mais complexas, realizadas, com a devida autorização, somente nessa organização militar de Aviação do Exército. Esse trabalho é feito em todas as aeronaves do Exército Brasileiro.

Ao término da visita, o Gen Fernando destacou a qualidade e a importância do trabalho realizado pela equipe do Guardião da Aviação, em apoio a todos os Batalhões de Aviação do Exército Brasileiro, de norte a sul do País.

O Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército

Também conhecido como o Guardião da Aviação, trata-se de Unidade Logística ímpar do Exército Brasileiro que tem a missão de prover o apoio logístico específico de aviação nos Grupos Funcionais Manutenção, Suprimento, Transporte e Salvamento, às organizações militares de Aviação do Exército, sediadas nas cidades de Taubaté (SP), Campo Grande (MS) e Manaus (AM), bem como em qualquer lugar onde ocorra o emprego dessas unidades no Território Nacional.

Fonte e fotos: B Mnt Sup Av Ex.

RBAC nº 145 sobre Manutenção de Aeronaves encontra-se em audiência pública

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A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL – ANAC, submeteu a Audiência Pública Nº 08/2012, proposta revisada de edição do Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 145 (RBAC nº 145), intitulado “Organizações de Manutenção de Produto Aeronáutico”, em substituição ao Regulamento Brasileiro de Homologação Aeronáutica 145 (RBHA 145), cujo texto poderá ser acessado no sítio da ANAC.

As contribuições deverão ser encaminhadas à Gerência Técnica de Processo Normativo – GTPN da Superintendência de Aeronavegabilidade – SAR, endereço eletrônico: [email protected], por meio de formulário próprio, disponível no sítio acima indicado até as 18 horas do dia 9 de março de 2012.

A proposta do regulamento, publicada pela ANAC – Superintendência de Aeronavegabilidade, mais uma vez, não vislumbrou a Administração Pública e suas peculiaridades. Como o fato é recorrente, a Aviação de Estado (Aviação Pública), através de seus órgãos deverão manifestar-se através do formulário próprio, sob pena de continuarem sendo tratado como empresa, muito embora tenham mudado o nome para “organização”.

Seguem algumas questões interessantes apresentadas no regulamento e que necessitam de alteração ou uma melhor discussão com a Administração Pública. É bom lembrar que essa “Organização de Manutenção de Produto Aeronáutico” será constituída por um “setor” do órgão da Administração Pública, como acontece, de forma semelhante, com os operadores da RBAC nº 135 e 121, pois a realização de serviços de manutenção serão para suas próprias aeronaves e esse serviço não será comercializado, ou seja, a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros Militar, a Receita Federal, a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Civil, etc. realizarão manutenção de suas aeronaves, e como órgãos da Administração Pública Federal e Estadual devem ter tratamento específico.

Algumas questões conflitantes:

O parágrafo 145.51 (8) da RBAC 145 continua exigindo para certificação da organização, como a anterior, contrato social ou estatuto da organização, registrado na Junta Comercial, ora, a Administração Pública não possui nem um, nem outro, o que institui um órgão ou é Lei ou é Decreto.

O parágrafo 145.53  (d) fala sobre as funções de trabalho relacionadas ao transporte aéreo de cargas perigosas (Artigos Perigosos – RBAC nº 175). Esse item é mais complexo, pois envolve um regulamento que não englobou as exceções da Segurança Pública, pois o parágrafo 175.9 foi muito genérico ao dizer, apenas, as exceções às operações especiais de aeronaves, esquecendo-se dos órgãos que, em razão de suas atribuições legais, utilizam e/ou transportam produtos controlados em aeronaves, conforme legislação específica (Decreto Nº 3.665, de 20 de Novembro de 2000, R-105), como: armas de fogo, blindagem, granadas de queima e explosivas, munição, explosivos iniciadores e de carga, ou outros produtos controlados necessários para a operação aérea especial de segurança pública. Para os desavisados, isso pode causar confusão, como já ocorre com certa frequência, pois confundem essa proibição/restrição para o transporte aéreo com atividade aérea de segurança pública.

O parágrafo 145.53  (e)-I prevê que para a emissão do certificado, caso a organização de manutenção possua, além de sua sede, outras instalações de manutenção localizadas em outros endereços, para cada endereço deverá ser emitida uma especificação operativa sob o mesmo certificado, assim, é importante dizer que os órgãos podem possuir bases descentralizadas, como acontece, por exemplo, nas Polícias Militar de São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Polícia Rodoviária Federal e essa situação deve ficar melhor explicada no regulamento, pois facilitará a realização de manutenções nas bases destacadas.

O parágrafo 145.203 estabelece que cada organização de manutenção certificada pode, temporariamente, transportar, para um local diferente do seu endereço fixo, o material, equipamento e pessoal necessário para executar manutenção. Essa situação de manutenção fora de sede, em razão das características da Aviação de Segurança Pública, deve ser flexibilizada, inclusive permitindo que o comandante da aeronave, conforme a necessidade e desde que possua treinamento para tal, realize manutenção preventiva em aeronave de propriedade ou operada pelo órgão, e aprová-la para retorno ao serviço após essa manutenção (Apêndice A, subparágrafo (c), (30) do RBHA 43), como já acontece com a aviação agrícola.

Além disso, o regulamento deve possibilitar ao órgão que não possua pessoal habilitado ou condições para a realização dos serviços previstos, serem executados pelos prepostos da oficina de manutenção de aeronaves contratada pelo órgão e ser autorizado a realizar os serviços fora de sede da mesma forma que o órgão, sem os limites impostos pelo regulamento.

Não existe a previsão no regulamento da possibilidade da manutenção de 100 (cem) horas das aeronaves operadas por órgãos da Administração Pública, conforme prevê o artigo Art. 70, § 4° do CBAer. Muito embora a lei somente fale do Aeroclube e da Administração Indireta, é inquestionável a necessidade dessa previsão ser aplicada a Administração Direita.

Por fim , o parágrafo A145.1 determina que o Responsável Técnico deve apresentar, dentre outras coisas, Certidão de Registro de Pessoa Jurídica – CRPJ emitido pelo CREA da região onde está localizada a sede da organização de manutenção, constando o tipo de atividade da empresa e o(s) nome(s) do(s) seu(s) responsável(is) técnico(s) e contrato de trabalho entre o RT e a organização da manutenção, ora, essa exigência não cabe à Administração Pública, pois o órgão não é uma empresa e, portanto, a exigência da CRPJ é equivocada, além das relações contratuais na Administração serem feitas através de licitação e o RT ser servidor público do próprio órgão.

Estes apontamentos não esgotam o assunto, pois muita coisa ainda carece de análise acurada e a participação dos órgãos da Administração Pública é fundamental para que não se estabeleçam regras em desconformidade ao ordenamento jurídico.

Piloto Policial, por Eduardo Beni.


Regulamento Brasileiro da Aviação Civil nº 145


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