Rio de Janeiro – A prefeitura do Rio de Janeiro anunciou no dia 08/06 que vai alugar drones para uso na área de segurança pública e a serviço de diversos órgãos municipais. O projeto foi batizado de Sentinela Carioca e a previsão é que 18 equipamentos serão locados em um edital que deve ser lançado até o mês que vem. O custo do projeto ainda não foi divulgado.
Segundo o diretor-presidente da Empresa Municipal de Informática (Iplanrio), Fábio Pimentel, o valor vai depender dos preços que serão oferecidos pelas empresas interessadas. As companhias farão as propostas a partir do termo de referência que foi publicado mesta sexta-feira pelo prefeitura e, com base nessas informações, será elaborado o edital de licitação.
O pagamento será por uso dos equipamentos, e a manutenção ficará a cargo da empresa vencedora do certame.
O prefeito Marcelo Crivella disse que o projeto trará benefícios para o município, inclusive no corte de despesas, uma vez que o voo de um drone pode custar até mil vezes menos que o de um helicóptero. “Há uma série de usos que são importantíssimos e que vão valer os custos do nosso projeto.”
Funcionários da prefeitura serão treinados para operar os drones, que deverão sobrevoar a cidade a partir de dezembro deste ano. A previsão do Iplan é que ao menos 25 servidores de diferentes áreas sejam capacitados. O contrato de locação dos equipamentos vai durar dois anos e poderá ser renovado por mais dois.
Os drones serão usados para ações de fiscalização, monitoramento e também poderão ser cedidos à Polícia Militar para operações de segurança pública. Ao divulgar o programa, a prefeitura exemplificou usos como encontrar focos de mosquitos, reprimir o transporte irregular e crimes ambientais e a prevenção de afogamentos nas praias.
“Estamos dando um passo para melhorar a segurança na cidade e também a vigilância do meio ambiente [para impedir o avanço] das obras ilegais, do comércio ilegal, a poluição e a destruição das matas”, pontuou o prefeito.
Funcionários de diversos setores da prefeitura serão treinados para operar os drones (Tânia Rêgo/Agência Brasil)
Serão alugados drones com quatro especificações diferentes, que poderão incluir resistência à chuva e maresia, câmeras termais e zoom capaz de registrar placas de veículos.
O diretor-presidente do Iplanrio informou que a substituição de drones atacados em operações de segurança pública ficará a cargo da empresa contratada. De acordo com Fábio Pimentel, o emprego dos drones, a uma altura de até 500 metros, tornará difícil sua identificação a olho nu. Os equipamentos terão autonomia de até 35 minutos e voarão em duplas, para que possam se revezar na hora em que for necessário recarregá-los.
Bahia – O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) lançou a Operação São João 2018 neste sábado (16), em parceria com o Batalhão de Polícia Rodoviária da Polícia Militar (BPRv), a Polícia Rodoviária Federal (PRF), as secretarias estaduais da Saúde (Sesab) e de Infraestrutura (Seinfra) e órgãos municipais de transporte, além do apoio da Superintendência de Fomento ao Turismo (Bahiatursa). As atividades foram iniciadas com uma blitz na saída da BR-324, no Acesso Norte, em Salvador.
A expectativa do Detran-BA é reduzir o número de acidentes em 50% em relação a 2017 | FOTO: Mateus Pereira/GOVBA.
A expectativa do Detran-BA é reduzir o número de acidentes em 50% em relação a 2017. “Essa ação visa combater os acidentes de trânsito que acontecem nesse período junino, para que a população possa viajar com segurança. Nós montamos toda uma operação especial. Vai haver fiscalização nas principais rodovias que levam aos principais destinos juninos. Nós faremos essas ações tanto de educação para o trânsito, quanto da fiscalização da via”, explicou o diretor-geral do Detran-BA, Lúcio Gomes.
Cerca de 350 funcionários do Detran-BA, 18 mil policiais militares e 700 agentes da PRF trabalharão na operação. Equipamentos também reforçam a operação. Um drone será usado no controle do fluxo do tráfego nas vias, contribuindo para o flagrante de infrações que fogem do alcance visual das abordagens, como o uso do celular e a tentativa de fuga da blitz, entre outras situações. Helicópteros da PM e da PRF farão sobrevoos nas vias. Tecnologias como o OCR, equipamento que faz a leitura das placas à distância, e outros aparelhos darão mais agilidade aos trabalhos.
Abordada pelos agentes, a gerente de recursos humanos Claudia Alves aprovou a operação. “Eu acho importante. Apesar de a lei determinar isso como uma regra e procedimento a ser adotado, algumas pessoas realmente não cumprem. Estou um pouco nervosa porque foi a primeira vez, mas foi ótimo”, declarou a condutora.
A fadiga humana diz respeito ao estado fisiológico de redução da capacidade de desempenho mental ou físico, causada por fatores como, falta de sono, vigília estendida e/ou atividade física, que pode prejudicar o estado de alerta, a habilidade de operar uma aeronave de forma segura e o desempenho de tarefas relativas à segurança (ICAO).
Foto: ECA – European Cockpit Association
Existem ainda, associados a este problema, os chamados ritmos circadianos que dizem respeito à duração de um dia e se baseiam no ciclo biológico do ser vivo, influenciado pela luz, temperatura entre dia e noite, entre outros fatores. Atento a esses aspectos, órgãos e entidades do setor de aviação estão realizando estudos para saber como esses
fatores afetam o cotidiano dos profissionais da aviação.
Como a Fadiga pode afetar a atividade aérea?
Para avaliar a real situação dos pilotos brasileiros em relação à fadiga durante as operações de voo, um recente estudo foi conduzido pela Associação Brasileira de Pilotos da Aviação Civil.
O documento avaliou a fadiga desses profissionais durante a jornada de trabalho. No total, 301 comandantes e copilotos responderam a um questionário sobre as sensações de fadiga durante as operações aéreas. Os dados foram comparados à uma análise biomatemática, utilizada com o software FAST (Fatigue Avoidance Scheduling Tool), que analisa a efetividade de reação dos pilotos, baseada na duração e no tempo de sono.
O estudo mostra que a falta de um descanso apropriado pode causar sérios prejuízos à operação aérea. Segundo Paulo Licati, consultor de Sistema de Gerenciamento de Riscos de Fadiga Humana para Aviação, 79% dos eventos FOQA (Flight Operations Quality Assurance) estão relacionados à pilotos com menos de 77% de efetividade, fato que é preocupante.
Por exemplo: quando uma pessoa atinge 75% de efetividade, é o equivalente a ela ter
0,05 mg/l de álcool no sangue, o limite máximo permitido pelo Conselho Nacional de Trânsito. Ao atingir 70% de efetividade, esse valor sobe para o equivalente a 0,08 mg/l.
Ciclo do sono
Uma das principais causas para o aumento da fadiga entre os pilotos está, justamente, na mudança do ciclo do sono. A pesquisa aponta um aumento de quase 50 % do risco nas operações entre meia noite e seis horas da manhã. Segundo os dados divulgados, 70% dos pilotos relataram ocorrência de fadiga entre duas e quatro horas da madrugada.
Entre os principais sintomas fisiológicos reportados pelos pilotos como sinal da fadiga estão: o bocejo, a dificuldade de manter os olhos abertos, a vontade de esfregar os olhos e a cabeça balançando ou caindo.
Fato que gera consequências e que podem prejudicar a segurança de voo, por meio dos sintomas cognitivos como, atenção prejudicada (mais de 80%), comunicação reduzida (mais de 60%), consciência situacional prejudicada (mais de 50%), memória abalada, mau humor e tomada de decisão prejudicada(os últimos acima de 30%).
O estudo mostra que o sono é um fator fundamental para prevenir a fadiga dos pilotos e aumentar a segurança das operações aéreas. Cerca de 50% desses profissionais manifestaram fadiga com tempo médio de vigília de sete horas. Resultado decorrente, muito provavelmente, do sono deficitário nas últimas 24horas (média de 5 horas) ou do débito crônico de sono nas últimas 72 horas (média de 7, 4horas).
Acidente causado por fadiga da tripulação: voo Continental Airlines 3407
Por motivos de fadiga, a tripulação do voo 3407 da Continental Airlines se distraiu e não percebeu o acionamento do Stick Shaker (conjunto de sensores e motores elétricos, ligados à coluna de comando, que emite barulho e gera grandes vibrações, avisando aos pilotos da eminência do Estol).
O piloto interpretou o aviso errado e, em vez de fazer uma manobra para ganhar velocidade (empurrar o manche para frente com potência no máximo), ele puxou o manche, perdendo velocidade e fazendo o avião estolar.
A copiloto, tentando ajudar, recolheu os flaps perdendo sustentação em uma ocasião que se necessitava muito deles. O avião que transportava 44 passageiros e 4 tripulantes caiu sobre uma casa matando todos a bordo e mais uma pessoa em solo.
Como podemos gerenciar o risco da fadiga?
Quando deixamos de cuidar dos fatores que envolvem ou que estão ligados a questão da fadiga, estamos aumentando as consequências e as probabilidades para que algo afete a segurança das operações de voo, levando a uma situação de perigo.
Uma outra preocupação no meio aeronáutico diz respeito aos principais efeitos que a fadiga pode causar no aeronauta durante suas atividades. Uma dessas pesquisas, menciona efeitos que são preocupantes e que merecem cuidados. São eles:
• Falta de motivação;
• Fraco desempenho nas tarefas;
• Esquecimento;
• Pobre julgamento;
• Diminuição nas habilidades de tomada de decisão, incluindo as que são precipitadas e não tomandas
Como fazer o gerenciamento da fadiga
• Procure dormir antes de assumir uma atividade.
• Chegando em casa, procure relaxar, “vá desacelerando”.
• Evite o uso de café, chá, álcool, fumo, alguns medicamentos e outros estimulantes antes de dormir.
• Se você estiver com sono e a situação permitir, durma.
• Pratique atividade física regularmente, se possível, evitando o horário da noite.
• Crie um ambiente confortável para o sono, com o mínimo de incidência luminosa e ruídos.
• Procure ter uma alimentação balanceada durante o dia e leve ao anoitecer. Não esqueça a hidratação!
Paraná – De perseguições policiais a emergências de saúde. Busca em mata e montanhas e até mesmo apoio em grandes manifestações. Essas são algumas das atribuições do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), que, no Paraná, conta com quatro helicópteros e dois aviões para prestar atendimento. Só o helicóptero Falcão 03, com base em Curitiba, faz de três a cinco atendimentos diários, em média, do nascer ao pôr do sol, em toda a Região Leste do estado.
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Para fazer o serviço, uma equipe de policiais militares e profissionais da saúde sempre fica de plantão no hangar do Aeroporto do Bacacheri, esperando a sirene tocar, o que indica que uma emergência está acontecendo. Em questão de minutos, a equipe decola para atender os “voos pela vida” – como são chamados o salvamento de feridos, como vítimas de acidentes de trânsito, por exemplo – ou os voos de apoio ao policiamento – que, entre outros, incluem as perseguições em rodovias.
No primeiro caso, o helicóptero voa com dois pilotos, um agente operacional – que pode ser um PM ou um bombeiro – , um médico e uma enfermeira. “Estamos no sistema de saúde estadual. Desta forma, somos acionados dependendo da gravidade da situação”, explica o tenente João Paulo de Toledo Lazaroto, piloto de helicóptero e coordenador de voo do BPMOA na capital.
Para que o helicóptero seja acionado, é preciso que justamente a presença do veículo faça diferença para a operação. É o caso, por exemplo, de vítimas graves em acidentes de trânsito em estradas – a exemplo de uma situação que o tenente Lazaroto considera um dos casos mais marcantes de sua carreira. “Era um acidente com vários carros envolvidos e muitas pessoas entraram em óbito. Em um dos veículos, todos os adultos tinham falecido, mas a gente conseguiu chegar para resgatar duas crianças, um casal de irmãos, que saíram com vida”, lembra.
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Já no caso das operações policiais, que correspondem a cerca de 30% das ocorrências do BPMOA, os dois pilotos se juntam a mais dois policiais que cuidam da parte operacional. Os PMs operacionais saem armados com fuzis ou carabinas, armas longas de precisão usadas para qualquer emergência. Efetuar disparos com elas, no entanto, não é algo tão frequente.
Segundo Lazaroto, o objetivo principal do uso do helicóptero nesse tipo de operação é ajudar a encontrar ou cercar suspeitos em fuga, mas sempre mantendo a prioridade de preservar a vida. “Já aconteceram alguns casos, principalmente em estradas, de precisarmos disparar. Mas isso só é feito quando os fugitivos são considerados muito perigosos ou já tem algum histórico de confronto armado”, relata o tenente. E quando isso ocorre, enfatiza o piloto da PM, o policial deve ter todo o cuidado para que não haja outras pessoas em volta, para que nenhum inocente seja alvejado.
Nos três anos em que Lazaroto atua no BPMOA, ninguém da equipe se feriu em perseguições. Mesmo assim, o batalhão toma precauções para que a aeronave não tenha problemas caso isso ocorra. “Sempre tomamos a precaução de ter dois pilotos na aeronave, para que caso um fique impossibilitado de conduzir, o outro assuma o comando”, explica. Já em outras ocorrências, a presença de dois pilotos é necessária porque um é responsável por controlar os comandos principais, enquanto o outro faz o planejamento do voo, confere as condições climáticas e faz o contato com quem está no solo.
O que diferencia a atividade de uma pilotagem normal de helicóptero, inclusive, são as condições de voo. “Em perseguições, por exemplo, nós temos que voar muito baixo e muito devagar, o que nos deixa mais expostos a obstáculos como colisão com pipas e aves – que já aconteceram comigo, mas nunca acabaram em nada grave”, descreve Lazaroto.
Foto: Marcelo Andrade/Gazeta do Povo
Estrutura da aeronave
Outro diferencial é a estrutura da aeronave. No caso da Falcão 03, que fica na base de Curitiba, trata-se de um modelo Airbus EC130B4, que normalmente teria capacidade para sete pessoas. Mas, em configuração para atender os voos pela vida, dois bancos são substituídos por uma maca e um kit aeromédico, que inclui malas de atendimento a trauma, cardioversor e máscaras de oxigênio, por exemplo.
Conheça o helicóptero da PM do Paraná que ajuda a salvar vidas e atua em perseguições policiais
Para prestar os atendimentos, o BPMOA trabalha em esquema de plantão de 12h diárias ao longo de uma semana, que é alternada com uma semana de folga. Fora as ocorrências regulares de saúde e policiamento, também é uma aeronave do BPMOA a responsável auxiliar a Operação Verão do Corpo de Bombeiros, no Litoral do estado. Ou seja, é este o serviço que ajuda em casos de afogamentos nas praias. As aeronaves da Polícia Militar também atuam em incêndios ambientais e mapeamento de terras.
Em qualquer um desses casos, Lazaroto conta que, para todos os integrantes do batalhão, a principal satisfação é a diferença substancial que o serviço permite em vários âmbitos da sociedade. “É muito bom fazer a diferença na vida de quem mais precisa, seja para o policial que tá acompanhando um bandido, evitando confronto armado, ou levando uma gestante para ter um bebê de risco em um hospital de referência”, exemplifica.
Como funciona o helicóptero
O coração da aeronave, diz o tenente, é o rotor principal – as hélices na parte superior, que giram no sentido horário e dão o centro de gravidade de qualquer helicóptero. “Caso dê algum problema durante o voo, é possível continuar sem o motor funcionando. Mas sem o rotor principal, o helicóptero cai”, diz. Além disso, comandos técnicos como cilindros, pedais e os próprios mostradores estão em jogo.
Conheça o helicóptero da PM do Paraná que ajuda a salvar vidas e atua em perseguições policiais
Mas antes de tudo isso começar a ser operado, para que a aeronave decole para uma ocorrência, é preciso conferir o tempo, tanto na região de partida como no local de destino. Isso porque dependendo das condições meteorológicas não é possível voar. Em um helicóptero, o principal fator externo que influencia no voo, explica o tenente Lazaroto, é o vento. “Esse é um veículo que funciona por compensação. Tudo que interferir na aeronave do lado de fora, eu preciso acionar um comando aqui dentro para que ela não penda demais para um lado ou para o outro”, esclarece o oficial.
Outro aspecto importante que diferencia o helicóptero de um avião comercial, por exemplo, é que essa aeronave não consegue executar quase nenhum comando automático. E justamente por causa da complexidade dos comandos é que existem dois responsáveis por pilotar. Para Lazaroto, todo esse contexto faz com que um voo seja sempre diferente do outro, e a rotina dos policiais que integram o time, imprevisível.
Bahia – Este ano, durante a Operação São João, as blitzes de alcoolemia serão monitoradas por drone. A miniaeronave não tripulada é equipada com uma câmera de vídeo e vai ser usada no controle do fluxo do tráfego nas vias, em situações de emergência de saúde, na identificação de veículos roubados ou clonados e no socorro a vítimas de acidentes em locais de difícil acesso.
Operação São João contará com uso de drone nas estradas baianas
A medida foi anunciada nesta quarta-feira, 6, na sede do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA), durante a reunião de planejamento estratégico das instituições para a fiscalização nos dias de festa.
“Já temos o OCR, equipamento que faz a leitura das placas à distância e, agora, com uso do drone, vamos ampliar ainda mais o alcance da fiscalização. Teremos também ações educativas para a redução de acidentes, em parceria com a Bahiatursa”, explicou o diretor-geral do Detran, Lúcio Gomes. “O trabalho conjunto dos órgãos é a melhor estratégia para garantir a segurança viária no São João”, afirmou o coordenador de Operações de Trânsito da PM, major Marcos Vergne.
A aeronave não tripulada é equipada com uma câmera de vídeo e foi cedida pelo Grupamento Aéreo da PM (GRAER). Ela será usada no controle do fluxo do tráfego nas vias, em situações de emergência de saúde, na identificação de veículos roubados ou clonados e no socorro a vítimas de acidentes em locais de difícil acesso.
Operação São João contará com uso de drone nas estradas baianas
As ações vão acontecer nas saídas da capital e em rodovias que dão acesso aos principais destinos juninos no interior. O equipamento também vai contribuir para o flagrante de infrações que fogem do alcance visual das abordagens, como o uso do celular e a tentativa de fuga da blitz, entre outras.
Além do Detran, participam da Operação São João o Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) da PM, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), secretarias estaduais de Saúde, Infraestrutura e órgãos municipais de transporte.
Balanço
Em 2017, entre os dias 21 e 24 de junho, 13.409 pessoas e 10.264 veículos foram abordados e 2.675 notificações foram emitidas. Excesso de velocidade, dirigir usando o celular, licenciamento vencido e não usar cinto de segurança e capacete aparecem como as infrações mais cometidas pelos condutores abordados.
As blitzes aconteceram em Salvador e 19 municípios do interior do estado. Dos 1.937 condutores que fizeram o teste do bafômetro, 43 apresentaram estado de embriaguez e 36 se recusaram a soprar o aparelho.
Dois veículos roubados foram identificados por meio do Optical Character Reconigtion (OCR), o equipamento que faz a leitura da placa do veículo.
Em 2016, durante a operação, foram abordados 14.923 veículos e 24.674 pessoas, resultando em 3.901 autuações.
O governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) disse no último dia 7 que essas aeronaves estavam sem voar devido a uma dívida, feita em 2017, com a empresa que presta manutenção. O débito em questão é de R$ 1,8 milhão, afirmou o chefe da administração estadual.
Conforme a assessoria do comando da PM, apesar do contrato ainda estar sendo reavaliado, os serviços não estão mais prejudicados. Os Águias voltaram a operar na sexta-feira (8). O helicóptero de Joinville ficou 10 dias sem voar, enquanto o de Lages, 15.
A aeronave de Florianópolis, que também estava parada na última semana, nesta segunda-feira (11) passar por uma troca de turbina. Depois, a nova peça vai ser testada e, ainda nesta semana, deve estar pronto para novos voos.
Mato Grosso – A equipe do helicóptero Águia 3 do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) foi acionada para recuperar uma motocicleta roubada que estava abandonada no assentamento Jonas Pinheiro. Após alguns sobrevoos, a motocicleta foi visualizada pelos tripulantes, que avisaram as equipes de solo.
A motocicleta foi recuperada pelas equipes da Polícia Militar, e encaminhada à delegacia para os procedimentos necessários. Não há informações sobre as circunstâncias em que a motocicleta foi roubada.
Helicóptero do CIOPAer localiza motocicleta roubada em assentamento em Sorriso, MT
Pará – A cerimônia de encerramento do curso que capacitou outros 45 agentes de segurança foi realizada na manhã do dia 28/05, no auditório do Comando Geral da PM.
“Agora eu tenho maiores possibilidades de atuar dentro da polícia como agente facilitador em operações e eventos”, conta o cabo Wilson Sidônio, que atua no Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social da PM (CIPAS) e ficou em 1º lugar no I Curso de Operador de RPA em Atividade de Segurança da PMPA.
O curso de operador de RPA foi ministrado em uma semana e teve como objetivo capacitar profissionais da área de segurança pública e forças armadas para atuarem em diversas atividades por meio da operacionalização de Aeronaves Remotamente Pilotadas (em inglês, RPA), conhecidas popularmente como drones.
Além do cabo Wilson Sidônio, que garantiu a primeira colocação, o soldado Carlos Reinanderson e o cabo Dilson Campos Junior, ambos da Assessoria de Comunicação Social da PM, ficaram em segundo e terceiro lugares, respectivamente.
Entre os 51 alunos que iniciaram o curso, 46 concluíram com aproveitamento as 50 horas/aula de instruções e a prova final. Entre os órgãos participantes estiveram o Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran), Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe), Polícia Civil, Polícia Militar do Piauí, Grupamento Aéreo de Segurança Pública (Graesp), Corpo de Bombeiros Militar e Força Aérea Brasileira (FAB), além de policiais militares da capital e do interior do estado.
Para a major do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, Mônica Veloso, a oportunidade de participação de outros órgãos de segurança é uma necessidade. “O Corpo de Bombeiros vai poder trabalhar com um leque de operações em que o drone só vai somar no salvamento e no resgate”, afirmou. Ainda segundo a major, a disciplina “segurança de voo” merece destaque por reforçar para o operador de drones a necessidade de prevenção de riscos de acidentes.
Durante a cerimônia de conclusão do curso, o coronel Marcello Leão, chefe da Diretoria de Ensino e Instrução da PM (DEI) ressaltou: “a iniciativa é uma inovação que trará benefícios não só para a PM, mas também para outros órgãos do sistema de segurança”. Os concluintes e instrutores do curso foram agraciados com o certificado de conclusão e participação.
Perspectivas
De acordo com o cabo Antônio Donato, coordenador operacional do curso, ainda não há previsão para a formação de uma nova turma, mas como experiência inédita na PMPA o curso deixa novas perspectivas para a instituição e para os demais órgãos participantes, como a diminuição de gastos e melhor posicionamento do policiamento em prol da segurança pública.
“O Curso surgiu de uma necessidade. A Polícia Militar está evoluindo no quesito policiamento e a atividade com RPA facilitou a execução de várias situações, principalmente em relatórios de inteligência, controle de distúrbios civis e análise de periculosidade”, completou o cabo.
São Paulo – Os Policiais Militares do Grupamento de Radiopatrulha Aérea foram decisivos para o salvamento de uma criança no último dia 17, na cidade de Bauru, interior de São Paulo.
Tudo começou quando a senhora Fabiana estava levando seu filho para o hospital devido ele estar com fechamento da glote em decorrência de alergia a um medicamento. Impossibilitada de trafegar em meio ao trânsito, mesmo com os sinais luminosos ligados e utilizando a buzina, ela não pensou duas vezes e se deslocou a Base de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar.
Ela foi atendida pelos Policiais Militares, que iniciaram os procedimentos de primeiros socorros, já que o garoto apresentava coloração roxa. De imediato levaram-no de helicóptero ao hospital, onde passou por atendimento e foi posteriormente liberado.
Passado o susto, a mãe agradeceu todos os Policiais Militares envolvidos, pessoalmente e no dia 30/05 retornou à Base, com uma carta escrita de próprio punho, enviada ao Comandante, onde ela descreveu os fatos e a importância da atuação policial.
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) publicou nesta quinta-feira (07/06), no Diário Oficial da União (DOU), normativo que visa a aperfeiçoar as providências administrativas que podem ser adotadas pela Agência decorrentes das atividades de fiscalização.
Assim, a nova Resolução disciplina os diversos tipos de medidas (providências administrativas) que a ANAC pode adotar: as preventivas (mais brandas), as sancionatórias (mais rígidas) e as acautelatórias (imediatas), oferecendo ao setor mais transparência e previsibilidade sobre a atuação da Agência.
A Resolução Nº 472/2018 entrará em vigor após seis meses (180 dias) da publicação de hoje (07/06) no DOU.
Providências Preventivas
As providências preventivas constituem-se em medidas mais brandas no âmbito do conceito de Pirâmide de Enforcement previstas na nova norma. São elas: o Aviso de Condição Irregular (ACI) e a Solicitação de Reparação de Condição Irregular (SRCI).
O ACI é uma comunicação (notificação) da ANAC ao regulado informando que foi detectada uma determinada irregularidade.
O outro instrumento é a SRCI, que se distingue do ACI pelo fato de exigir do regulado um prazo para a correção de conduta. Esse prazo pode ser determinado pela própria ANAC ou ser sugerido pelo regulado, por meio de um plano de ação corretiva (PAC), o qual tem de ser aprovado pela Agência. Adicionalmente, a proposta prevê a obrigatoriedade do regulado comprovar à ANAC a correção da conduta dentro do prazo “pactuado”.
Providências Sancionatórias
Uma vez que as providências preventivas se mostrem insuficientes para garantir o cumprimento da norma pelo regulado, a ANAC poderá adotar instrumentos de caráter punitivo. São três os tipos de providências sancionatórias previstas na nova resolução: multa, suspensão punitiva e cassação. São três os tipos de providências sancionatórias previstas na nova resolução: multa, suspensão punitiva e cassação.
A nova resolução prevê, ainda, diversas mudanças no processo sancionatório, a saber:
Atribuição às superintendências da decisão em 1ª instância para suspensão punitiva e cassação, caso seja de sua competência;
Os recursos às decisões administrativas não terão efeito suspensivo, produzindo efeito a partir da decisão;
Possibilidade de recurso à Diretoria em caso de decisão em instâncias inferiores por cassação, suspensão punitiva ou multa acima de R$ 100.000,00;
Recurso direto à Diretoria nos casos de sanções de suspensão punitiva e cassação;
Previsão para que a norma material discipline valores de sanções específicas fora das tabelas da nova resolução.
Providências Acautelatórias
Em situações que apresentem risco iminente à segurança, a fiscalização contará com medidas acautelatórias. São elas: detenção, interdição ou apreensão de aeronave e de produtos aeronáuticos de uso civil, de bens e material transportado; apreensão de licenças, certificados, autorizações e registros e suspensão cautelar, parcial ou total, de quaisquer certificados, licenças, concessões, autorizações, operações ou habilitações.
As medidas acautelatórias são imediatamente executadas e se manterão até que o nível de segurança seja reestabelecido, o que muitas vezes ocorre com a comprovação da correção pelo regulado. Nos casos de não conformidade decorrente de conduta do regulado, como aeronave utilizada para fim diferente do previsto no seu certificado operacional, deverá ser assinado um Termo de Cessação de Conduta – TCC, pelo qual o regulado reitera seu comprometimento de seguir as normas da Agência.
Caso o regulado descumpra o TCC, ou seja, repita a prática irregular em até dois anos da assinatura do termo, será adotada nova medida cautelar e instaurado processo administrativo sancionador com sugestão de cassação ou suspensão punitiva. Vale destacar que a nova medida cautelar perdurará até que este processo sancionador seja concluído.
A aplicação de medida cautelar não impede a adoção, em qualquer momento, de outras medidas previstas na nova resolução, sejam elas preventivas ou sancionatórias.
São Paulo – Municípios da região do ABC contarão com o reforço de um helicóptero em operações de segurança até o fim do ano. O projeto inédito, anunciado ontem pelo Consórcio Intermunicipal do Grande ABC, fará parte das ações diárias da GCM (Guarda Civil Municipal) que, com a medida, passará a incorporar na sua rotina de atividades o patrulhamento aéreo de locais vulneráveis e nas áreas de divisa.
O projeto, que passará neste mês por apreciação dos secretários municipais de Segurança do Grande ABC, segundo o Consórcio, deverá custar cerca de R$ 300 mil mensais aos cofres da entidade regional. O valor será empenhado no pagamento da locação do helicóptero, além de custos com combustível e profissionais que ficarão responsáveis por realizar o patrulhamento aéreo.
A previsão inicial é a de que, assim que aprovado por integrantes do GT (Grupo de Trabalho) Segurança do Consórcio, o processo para contratação do serviço seja publicado. “Tendo este aval, a intenção deliberada é ter esse projeto licitado e operando ainda neste ano”, explica o presidente do Consórcio e prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB).
Na prática, o patrulhamento aéreo, segundo o chefe do Executivo, terá tarefa de auxiliar no trabalho já empenhado por agentes da GCM. “Temos uma região territorial muito grande, com diversas rodovias e muitas indústrias e que, infelizmente, você tem problema de violência onde às vezes uma viatura não consegue dar suporte ou até mesmo fazer perseguição. O patrulhamento aéreo servirá como apoio a este trabalho”, afirma Morando. Atualmente, a região conta com 2.482 profissionais na corporação.
O grupo, conforme a entidade regional, fará sobrevoos diários em trajetos pré-definidos pelo GT de Segurança, por todos os municípios, com exceção de Diadema, que se desfiliou do Consórcio no ano passado.
O patrulhamento aéreo poderá, inclusive, prestar serviço de socorro médico em casos de acidentes. Atualmente, dois equipamentos de Saúde da região estão aptos a receber helicópteros. O Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, e o Hospital de Clínicas de São Bernardo.
À princípio, o monitoramento de segurança aéreo contará com equipe formada por um piloto – a ser contratado pela entidade –, além de um oficial da GCM disponibilizado por cada um dos seis municípios, que serão treinados pela Polícia Militar, e equipe médica, para eventuais resgates.
Trabalho Inteligente
Além de colaborar com as ações diárias da GCM, o patrulhamento aéreo terá ainda a missão de intensificar o trabalho inteligente da corporação.
Assim como é feita pela Polícia Militar, a fiscalização por helicóptero poderá nortear ações no combate ao tráfico, como o realizado no Estado do Rio de Janeiro, e também em questões de crimes ambientais. “Num momento em que a violência, infelizmente, é o problema que mais assola a população brasileira, seguida do desemprego, nós do Consórcio estamos buscando ferramenta importantíssima e que não pode ser subestimada”, ressalta Morando.
Bahia – Neste domingo (20), o Comando de Operações (COPPM) e o DETRAN/BA desencadearam mais uma Operação Paz no Trânsito, dessa vez com o apoio de uma Aeronave Remotamente Pilotada (RPA) da frota do Grupamento Aérea (GRAER) da Polícia Militar.
A ação desenvolvida tem por objetivo a conscientização de motoristas, bem como a fiscalização contra possíveis infrações de trânsito. De forma inédita, a operação contou com o apoio de uma Aeronave Remotamente Pilotada, conhecida popularmente como drone, que foi operada por uma equipe do GRAER.
Com o drone foi possível flagrar veículos que tentaram fugir ao perceberem a operação realizada, aumentando a produtividade das equipes, bem como eram fornecidas informações para o comandante da blitz sobre o posicionamento das equipes no terreno.
A operação ocorreu em duas fases na cidade de Salvador. Pela manhã foi montado um posto de abordagem e fiscalização na Av. Luís Eduardo Magalhães, onde foram autuados 23 veículos 4 rodas e 2 motocicletas, totalizando 40 autuações.
No período da tarde foi estabelecido um posto de abordagem e fiscalização na Av. Pinto de Aguiar. Naquele local, foram autuados 25 veículos 4 rodas e 3 motocicletas, totalizando 34. A presença do drone potencializou a ação policial e permitiu a visão geral dos locais onde ocorreram as fiscalizações de trânsito.
Pará – “Devo a vida do meu filho à atuação do Graesp (Grupamento Aéreo de Segurança Pública). Se não fosse pelo empenho deles no resgate, o João não teria resistido”. O depoimento emocionado é do sargento da Polícia Militar do Pará, Marcelo Serrano. Em abril do ano passado, o filho dele, João Marcel, então com 3 anos, perfurou o pulmão depois de cair de uma ponte. O acidente foi no município de São Sebastião da Boa Vista, no Marajó.
Na ocasião, o Graesp foi acionado e iniciou o resgate da criança em direção a Belém. Em uma corrida contra o tempo, 40 minutos depois o menino começava a ser atendido em um hospital na capital. Se o transporte tivesse sido de barco, como normalmente ocorre na região, levaria oito horas e, pela gravidade da situação, o pequeno João Marcel não teria resistido.
Essa foi apenas uma das 155 remoções aeromédicas feitas pelo Graesp, em 2017. Ao todo, o Grupamento realizou 846 missões de segurança pública.
Quem vê hoje, o serelepe torcedor do Paysandu posando sorridente ao lado dos pais, não imagina o sofrimento que ele passou naquele 20 de abril de 2017. O alívio da família começou quando o avião do Graesp pousou no Marajó. “Me impressionou a rapidez e dedicação da equipe. A área para pouso em São Sebastião estava escura, e a equipe do Grupamento mobilizou a cidade com carros e motos para fazer a iluminação e garantir um pouso tranquilo para o resgate do meu filho”, disse a mãe de João Marcel, a auxiliar de enfermagem Maricleide Vieira, 30 anos.
Histórias como esta são comuns na rotina do Grupamento, que reúne militares, civis e bombeiros em ações diversas de segurança pública e resgate aeromédico, através do qual se aproxima do cidadão comum.
Atendimento
Se para quem é atendido pela equipe de “pilotos super-heróis”, o sentimento é de gratidão, para os integrantes do Grupamento Aéreo, cada dia é um novo momento de crescer como ser humano.
“O resgate de um garoto de 8 anos, em 2016, no município de Breves, me comoveu bastante. Ele estava com 75% do corpo queimado depois de manusear o combustível de um barco. Durante o resgate, na volta, mesmo com toda a dor, ele estava eufórico e emocionado por estar viajando de avião pela primeira vez. A gente se preocupa às vezes com problemas tão pequenos, e aquela criança, mesmo sofrendo, estava feliz de estar ali, com a gente”, contou emocionado, o tenente coronel Celso Machado, da Polícia Militar, há 12 anos atuando no Graesp.
Voos
Atualmente composto por 97 servidores, 80% deles militares, o Graesp começou em 2004, com a criação do Grupamento Aéreo de Polícia Militar (Graer) vinculado ao organograma da PM.
Em 2007, os bombeiros se emanciparam e criaram um grupamento próprio. Em 2011, foi criado o Graesp dentro do organograma da Secretaria Estadual de Segurança Pública (Segup). Até então, o Grupamento fazia apenas a parte operacional com ocorrências policiais, salvamentos, resgates, incêndio, combate a queimadas e transporte aeromédico. A parte executiva de transporte do governador e seu secretariado era feita por um outro órgão, vinculado à Casa Militar.
Mas em 2015, houve a unificação com os serviços executivo e operacional. As três aeronaves (1 helicóptero e 2 moto planadores) que iniciaram em 2004, crescera com a integração do Graesp.
Hoje, o Grupamento Aéreo de Segurança Pública possui 9 aeronaves. Entre elas, 1 atua na região oeste do Estado, com base em Altamira. Outra fica em Marabá, atendendo à região Sul e Sudeste. Desse total, são 6 helicópteros e 3 aviões.
De prontidão diária o Grupamento possui 4 tripulações, 2 em Belém e as de Marabá e Altamira.
A equipe é composta por um operador de rádio, que fica em contato 24 horas com o Centro Integrado de Operações (Ciop), assim como o parqueador, que faz a sinalização. Os 33 pilotos (27 militares 6 civis) atuam a partir das 18h em esquema de sobreaviso.
“São poucos estados no Brasil que possuem uma unidade aérea que faz tudo, como a nossa. Por conta dessa versatilidade, a gente tem condições de dar um melhor atendimento às demandas do Governo e da sociedade, assim como aos órgãos de segurança, que precisam dispor desse vetor aéreo em um estado com ampla dimensão geográfica como o nosso”, disse o tenente coronel Márcio Bailosa, comandante de voo, há 12 anos e integrante do Graesp.
Qualificação
Os militares que atuam no Grupamento são capacitados e passam por treinamentos constantes. “Temos uma rotina de treinamentos que envolvem tripulantes, mecânicos e operadores táticos, de acordo com cada manobra ou operação específica. Aqui, nós prestamos segurança com segurança. De modo que a gente não precise utilizar as nossas habilidades para sair de uma condição adversa”, destacou o diretor do Graesp, tenente coronel Marlon Francez.
Acompanhe os números do Graesp em 2017:
1.775 missões realizadas
2.848,1 horas voadas
846 missões de segurança pública
155 remoções aeromédicas
150 vítimas removidas
11 missões de defesa civil
203 missões em apoio aos órgãos de segurança pública
301 missões em apoio a órgãos externos ao sistema de segurança pública
62 transportes de tropa do Graesp para troca de tripulação nas bases no interior do Estado
90 voos de instrução e treinamento
101 voos e/ou acionamentos realizados para manutenção das aeronaves Graesp
06 demonstrações em solenidades públicas
Números do Graesp de janeiro a abril de 2018:
543 operações aéreas
756,3 horas de voo
1.221 passageiros transportados em missões de apoio a órgãos e instituições do Estado.
17 presos de justiça transportados, em apoio à Superintendência do Sistema Penitenciário (Susipe).
Minas Gerais – Estão abertas as inscrições para o processo seletivo simplificado do Cistrisul (Consórcio Público Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência e Emergência da Macrorregião do Triângulo Sul) para seleção de médicos e enfermeiros para atuar no Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV).
Com previsão de entrar em operação na segunda semana de junho, os selecionados vão fazer parte da equipe de saúde que vai atuar no novo helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros que atenderá ao Samu Regional Triângulo-Sul, em ocorrências de acidentes graves em rodovias, de busca e salvamento e em casos de transporte de órgãos para transplantes que acontecerem no Triângulo Mineiro e Noroeste do Estado.
As inscrições, que vão até o dia 6 de junho, podem ser feitas na sede da Amvale, situada na rua Gabriel Junqueira, 422, bairro Boa Vista, entre 9h e 17h, exceto sábados, domingos e feriados. O edital está à disposição dos interessados na Amvale e no site www.amvale.org.br.
A aeronave do BOA deve chegar ao heliponto do 8º BBM (Batalhão de Bombeiros Militar), na Universidade, que está em fase final de construção, ainda este mês. De acordo com o tenente-coronel Anderson Passos, comandante do 8º BBM, o primeiro voo operacional deve acontecer em 11 de junho.
Já os três pilotos que serão responsáveis pela operação do helicóptero já estão em Uberaba para fazer os primeiros contatos e providenciar locais de moradia. Todos eles são nascidos em Belo Horizonte, mas dois estavam na base de Varginha.
Pará – A Polícia Militar iniciou na manhã de quarta-feira (16), na sede do Comando Geral, em Icoaraci, o processo de habilitação ao 1º Curso de Operador de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA – Remotely Piloted Aircraft), conhecidos popularmente como drones, oferecido pela PM do Pará. Vinte candidatos participaram das avaliações psicológica e técnica.
A Polícia Militar iniciou o processo de habilitação ao 1º Curso de Operador de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA – Remotely Piloted Aircraft). Foto: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ.
Na quinta-feira (17), a previsão é de que os 23 inscritos sejam submetidos aos testes de aptidão. O resultado final das avaliações será divulgado até a próxima sexta-feira (18). Os habilitados estarão credenciados a participar do curso previsto para o período de 21 a 25 deste mês.
Na programação de hoje foram formados dois grupos, avaliados pela equipe do Centro Integrado de Psicologia e Assistência Social (Cipas). Em seguida os candidatos foram à parte prática, coordenado operacionalmente pelo cabo Antônio Donato, da Assessoria de Comunicação da PM.
“Hoje, participaram 20 pré-candidatos. Eles realizaram o teste de atenção, ou seja, a avaliação psicológica e o teste prático para percebermos os que têm aptidão para operar a aeronave. É um teste que envolve tanto a coordenação motora, como a coordenação visual”, explicou o cabo Donato. Dentre os avaliados estavam agentes da PM, Polícia Civil e Força Aérea Brasileira (FAB).
A Polícia Militar iniciou o processo de habilitação ao 1º Curso de Operador de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPA – Remotely Piloted Aircraft). Foto: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ.
Há sete anos no Centro de Policiamento da Capital 1 (CPC), o cabo Sandoval Cardoso Júnior, 29, se mostrou entusiasmado em poder participar do treinamento oferecido pela Polícia Militar – fruto de convênio com o Ministério Público do Estado (MPE). “Sempre observei a operação desse tipo de equipamento, mas venho aqui para ampliar os conhecimentos técnicos”, disse.
Pela Polícia Civil, o investigador Gabriel Ferreira, 27, destacou também o ganho técnico. “Nós que trabalhamos com diversas situações, muitas operações e ações para dimensionar nosso campo de atuação. O curso é muito oportuno”, declarou o policial.
Já o tenente e piloto da Força Aérea Brasileira, Jonas Maciel, disse que a capacitação trouxe especificações e novidades mesmo para quem já tem experiência na área.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG.
Curso
O 1º Curso de Operador de RPA em Atividade de Segurança ocorre de dia 21 a 25 de maio com aulas teóricas no Comando Geral e atividades práticas no Parque Estadual do Utinga, Alça Viária e Centro de Treinamento da PM. A PM do Pará é uma das primeiras a capacitar policiais na atuação com drones, o que demonstra que a corporação está atenta às novas tecnologias que podem ajudar a Segurança Pública no combate à criminalidade.
O curso tem a previsão de participação de 40 agentes de segurança, grande parte da PM do Pará, mas também da Polícia Militar do Piauí, além de representantes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Superintendência do Sistema Penitenciário do Estado (Susipe), Força Aérea Brasileira e Departamento de Trânsito do Estado do Pará (Detran).
A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) aprovou no dia 09/05, o primeiro curso de drones do Brasil para operações acima de 400ft e BVLOS (além da linha de visada visual). Proposto pela XPilot, escola de pilotos subsidiária da XMobots, o curso atende os requisitos da RBAC-E nº 94 de 2017 (Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial) da ANAC.
Sua aprovação ocorreu após a análise técnica da SPO/ANAC dos meios de alternativos de cumprimento propostos pela XMobots, uma vez que não existe instrução suplementar específica para habilitação de pilotos de RPAS.
Adicionalmente foram avaliados pela SPO/ANAC a ementa do curso, as aulas, provas entre outros parâmetros que garantem a correta capacitação do piloto de RPAS. Após a aprovação da proposta de cursos, a XMobots recebeu inspeção da ANAC na sede da empresa, ocasião em que foram avaliados presencialmente os módulos teórico e prático do curso por um especialista da Agência.
Além de ter aprovado o primeiro curso de drones do Brasil, a XPilot também obteve, através de seus operadores, as habilitações de piloto de drone para operações acima de 400ft e BVLOS.
De acordo com os Ofícios nº 69/2018/SPO/ANAC e nº 70/2018/SPO-ANAC emitidos pela ANAC, a Agência concedeu aos operadores da XPilot “licença de piloto remoto de RPA de asa fixa até 25Kg de peso máximo de decolagem” e “habilitação de piloto BVLOS acima de 400 pés AGL em espaço aéreo de classes F e G”.
Ambos os operadores certificados foram avaliados presencialmente por um especialista da Agência. Com essas certificações inéditas, a XPilot pretende criar meios para difundir este conhecimento e habilitar outros pilotos no Brasil.
Distrito Federal – A TAM Aviação Executiva, representante da Bell Helicopter no Brasil, realizou na quarta-feira (09) a apresentação do helicóptero Bell 505 Jet Ranger X na sede do Grupamento de Aviação Operacional/GAVOP do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. A demonstração faz parte do tour da aeronave, realizado pela primeira vez no país.
A apresentação foi realizada para os integrantes do GAVOP/CBM, contando também com a presença de outros integrantes da aviação de segurança pública do Distrito Federal, como Detran, Casa Militar, Polícia Civil e DER.
O Bell 505 Jet Ranger X possui tecnologia de ponta com aviônicos Garmin G1000H totalmente integrados e duas telas de LCD de 10,4 polegadas, além de motor Turbomeca Arrius 2R com sistema FADEC (com duplo canal), HTAWS (sistema de alerta de terreno), cartas aeronáuticas digitais, visão sintética, sistema “Pathway in the Sky”, opcionais e excelente visibilidade para a tripulação.
Sua cabine tem capacidade para até 5 pessoas e foi projetada com assentos anticrash, que podem ser facilmente removidos. Seu piso é totalmente plano e as portas são mais largas, quando comparadas às habituais, para facilitar o acesso de passageiros e cargas.
O Comandante do GAVOP/CBMDF, Ten Cel BM Menegassi, aproveitou a reunião para convidar o Ten Cel PMES Borges, do NOTAER/ES, para ministrar a palestra sobre “Teste de Atenção Diário Computadorizado” aos integrantes da unidade.
O Ten Cel PMES Borges, juntamente com o Cap PMES Hoffmann, efetuou a apresentação sobre a implantação do teste computadorizado de atenção no NOTAER/ES, através de Parceria com a Vale, e quais foram os resultados alcançados na unidade até o momento, bem como as proposta de evolução dos trabalhos.
Paraná – A governadora Cida Borghetti entregou nesta quinta-feira (10) um importante reforço para as forças policiais do Estado: um novo helicóptero para integrar o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná.
O evento aconteceu em Foz de Iguaçu durante agenda que incluiu ainda a 2º reunião do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGIFRON-PR), grupo de trabalho que reúne as forças da segurança pública na fronteira.
novo helicóptero para o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná. Foz do Iguaçu, 10/05/2018. Foto: José Fernando Ogura/ANPr
O helicóptero, modelo AS 350 B2, é o mais indicado para operações aéreas de segurança pública, sendo tradicionalmente utilizado por quase todas as polícias do Brasil e do mundo. “É um importante instrumento que vai dar mais agilidade no monitoramento e mais rapidez no serviço prestado na tríplice fronteira. Além disso, dará também mais segurança para quem vive nas cidades da região”, disse Cida.
O secretário de Estado de Segurança Pública, Júlio Reis, lembrou que o helicóptero, que foi locado para uso exclusivo da polícia pelo período de 12 meses, totalizando 420 horas anuais, vai atuar em todo o Paraná. “A ênfase, no entanto, será nessa região de fronteira, pela razão de termos outras aeronaves que dão suporte para as outras regiões”, disse.
Governadora Cida Borghetti com representantes das polícias militar e civil do Paraná, DPF, Exército e Aeronáutica, Abin, da Receita Federal, Guarda Municipal e Secretaria da Defesa Social de Foz do Iguaçu. Foto: José Fernando Ogura/ANPr.
Para o prefeito de Foz do Iguaçu, Chico Brasileiro, a fronteira é uma área estratégica e a ação das policias precisa muito de instrumentos, principalmente, aéreo. “Esse equipamento vai contribuir na operacionalização mais adequada da vigilância e monitoramento da fronteira. Ele é fundamental para o trabalho das forças de segurança, um investimento acertado e que trará um ganho significativo para o Paraná e para o Brasil”, afirmou.
O Paraná possui 139 municípios na faixa de fronteira, com 447 quilômetros de extensão, além do lago de Itaipu, que possui na margem brasileira 1,4 mil quilômetros, abrangendo 16 cidades.
CARACTERÍSTICAS
A aeronave possui capacidade plena para dois pilotos e quatro passageiros e autonomia de três horas de voo. Além disso, consegue facilmente se deslocar de forma rápida, atingindo a localidade mais distante do Paraná em aproximadamente 2h30.
A potência do motor contribui para operações em regiões com temperaturas elevadas, a exemplo região oeste do Paraná, e propicia pousos e decolagens em locais em vários locais, bem como maior capacidade operativa policial.
Helicóptero para o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná. Foto: José Fernando Ogura/ANPr.
“Sua versatilidade, acompanhada dos equipamentos a bordo, como por exemplo farol de busca, auxilia muito as operações mais complexas em ambientes ermos e escuros”, disse o coordenador do Grupamento de Operações Aéreas (GOA), o delegado Renato Coelho de Jesus.
REUNIÃO
Durante a 2.ª reunião do Gabinete de Gestão Integrada de Fronteira (GGIFRON-PR), foram apresentados projetos para a faixa de fronteira do Estado, uma apresentação sobre a Operação Esforço Integrado e a reunião das Câmaras Técnicas de Prevenção e Inteligência.
Helicóptero para o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná. Foto: José Fernando Ogura/ANPr.
Para Cida, essas reuniões são importantes para integrar as forças policiais. “Elas ampliam a discussão e o diálogo permanente entre nossas equipes de segurança pública, gerando comentários, informações e propostas para ampliar e melhorar ainda mais a condição de enfrentamento a crimes e violência na fronteira”, disse ela.
Segundo o o secretário estadual da Segurança Pública, Júlio Reis, existem alguns planos operacionais para aérea da fronteira e “é isso que discutimos na reunião, além de organizar e dar direcionamento aos trabalhos.
As reuniões do GGIFron ocorrem periodicamente em municípios do Oeste e do Sudoeste do Estado para discutir ações conjuntas entre as forças policiais. Para a comandante-geral da Polícia Militar, coronel Audilene Dias Rocha, esses encontros são essenciais para a troca de informação. “São momentos para Identificar como melhor desenvolver o trabalho, utilizando todo o sistema de segurança, tanto federal, quanto estadual de municipal, visando sempre oferecer um melhor serviço à população”, afirmou.
Foz do Iguaçu, 10/05/2018 Foto: José Fernando Ogura/ANPr
Criado em abril de 2011 pelo Governo Federal,, o GGIFron integra forças de segurança federais, estaduais e municipais para o estabelecimento de estratégias e operações para o combate à criminalidade na região de fronteira.
GOA
O GOA da Polícia Civil do Paraná foi criado em junho de 2016 e em 2017 inaugurou um hangar no Aeroporto do Bacacheri, em Curitiba. A organização dá suporte às ações policiais em cidades, áreas rurais, litoral e, principalmente, na região de fronteira.
Novo helicóptero para o Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná. Foto: José Fernando Ogura/ANPr.
A aeronave do grupamento serve também para o transporte a locais de difícil acesso durante operações, monitoramento, no apoio de ações de inteligência e outras atribuições definidas pelo polícia judiciária do Paraná. Entre tripulantes e pilotos, doze policiais civis integram a unidade especializada.
Desde o início das atividades, já realizou 636 voos em todo o Paraná, acumulando 777,7 horas de voo.
Amapá – Na manhã de sexta-feira (4) uma menina de 11 anos teve parte do couro cabeludo arrancado após os cabelos dela se enroscarem no eixo do motor de uma pequena embarcação. Ela estava indo para escola na comunidade de Vila Progresso, localizada no arquipélago do Bailique, a 180 quilômetros de Macapá.
Menina de 11 anos é resgatada após sofrer escalpelamento (Foto: Jorge Abreu/G1)
A viagem de barco até a capital dura cerca de 12 horas, mas ela foi resgatada pelo helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA) e encaminhada consciente em pouco menos de 1 hora para o Hospital de Emergências (HE), na sede da capital. Não foi informado ainda o estado de saúde dela.
O primeiro atendimento para a vítima escalpelada aconteceu no posto de saúde da Vila Progresso, e segundo o GTA, além da perda parcial do couro cabeludo, ela teve uma leve fratura no crânio.
“Realizamos mais um trabalho de resgate, dessa vez de uma menor vítima de escalpelamento, que uma grave lesão no couro cabeludo. A gente fez todo o procedimento na Vila Progresso, onde fizemos o pouso. Lá, ela já estava sendo assistida pelos profissionais de saúde”, relatou o subtenente da Polícia Militar Waldecir Teles, tripulante operacional do GTA.
Primeiro atendimento aconteceu no posto de saúde do Bailique (Foto: Max Renê/Ascom PMM)
Minas Gerais – Na sexta-feira (04), o Consórcio Intermunicipal de Saúde da Macro Região do Sul de Minas (CISSUL SAMU) realizou o “Simpósio Aeromédico” no Auditório da OAB, em Varginha, em comemoração aos dois anos de parceria do Consórcio com a 2ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.
O evento idealizado pelo Diretor Técnico da Regulação Médica do CISSUL SAMU, Dr. Gustavo Eugênio Martins Marinho, em parceria com o NEP – Núcleo de Educação Permanente teve como objetivo trocar experiências e integrar as equipes que atuam no SAAV – Serviço Aeromédico Avançado de Vida, bem como proporcionar a ampliação de conhecimentos sobre os serviços de atendimento de urgência e emergência através de resgate aéreo.
A aeronave Arcanjo EC-145 do BOA tem capacidade para transportar em cada atendimento, 06 profissionais, entre eles, por parte do SAMU, 01 médico e 01 enfermeiro, e pelo BOA, 01 piloto, 01 copiloto e 02 tripulantes.
O presidente do CISSUL SAMU, Rodrigo Aparecido Lopes ressalta que a utilização do serviço aeromédico tem como objetivo principal a redução do tempo resposta no socorro às vitimas, o encaminhamento de pacientes em estado grave para hospitais de referência na região do Sul de Minas e contribui sobremaneira para o sucesso da nossa missão que é “Salvar Vidas”.
A abertura contou com a palestra do Dr. José Fábio Capozzi que apresentou um relato de caso do BOA de Varginha. Na sequência houve a palestra do Dr. Antônio José Marinho Cedrim Filho sobre APH em Situações de Catástrofe – Método Start.
A enfermeira Simone Alessandra Rodrigues Junqueira palestrou sobre “O papel do enfermeiro no SAAV – Serviço Aeromédico Avançado de Vida”. Simone é enfermeira do CISSUL SAMU e trabalha a bordo do helicóptero da 2ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas.
A palestrante Dra. Giovana Ferreira Zanin Gonçalves que atua na 1ª Cia do Batalhão de Operações Aéreas palestrou sobre “B.O.A. Belo Horizonte – Resgate e Transporte Aeromédico”. Falou sobre a Expansão do Serviço Aeromédico em Minas Gerais, o Capitão João Paulo Pessoa Veloso de Almeida, Comandante de Aeronave do BOA.
Finalizando o evento, o enfermeiro Ivan José da Silva palestrou sobre o “Início do Aeromédico no Triângulo Mineiro: Desafios e Oportunidades”.
Uberaba
A Superintendência Regional de Saúde de Uberaba participou do Simpósio e como Uberaba será o próximo município a receber uma aeronave, o superintendente de Saúde, Ivan José da Silva, participou do evento e, segundo ele, foi proveitoso para troca de experiências.
Encontro realizado em Varginha teve a participação de superintendentes de saúde, bombeiros e profissionais médicos
“O simpósio nos trouxe um olhar de vivência das regiões que já operam aeronaves. O que precisa, qual o suporte, as dificuldades, o alinhamento com os hospitais que irão receber pacientes transportados pela aeronave, enfim, é um grande aprendizado. Inclusive, durante o evento fui informado que já foram destinados os pilotos da aeronave de Uberaba, que são do Corpo de Bombeiros e estão se mudando para a cidade na semana que vem. Eles vão ajudar, desde já, no estudo de logística, como os locais de pouso”, explica Ivan.
Com relação à chegada da aeronave, de acordo com o superintendente, a expectativa é que ainda este mês ela esteja em Uberaba. As obras de construção do heliporto estão a todo vapor, uma vez que será o local em que aeronave permanecerá até que o serviço entre em operação. “Será um helicóptero Esquilo. A empresa deverá repassá-lo ao Estado na segunda quinzena de maio, por isso estamos correndo contra o tempo para terminar a obra do hangar, o heliporto, que está sendo construído no Centro de Treinamento do Corpo de Bombeiros, na Universidade”, explica.
Segundo Ivan, depois que o helicóptero chegar a Uberaba, começa o treinamento da tripulação que irá atuar com a aeronave. Esse será o segundo desafio. “Estamos concluindo um edital para contratação de médicos e enfermeiros que irão trabalhar nessa aeronave. Eles também passarão por treinamento. A nossa previsão é que o atendimento aos pacientes, isto é, o serviço, entre em operação na primeira quinzena de junho”, revela o superintendente.
Bahia – O delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, Bernardino Brito Filho, instituiu comissão para estudos e elaboração de ato administrativo regulamentador do uso de drones voltados aos trabalhos de polícia judiciária na Bahia, conforme publicação no Diário Oficial de quinta-feira (3).
O delegado Jorge Figueiredo Júnior foi nomeado presidente da comissão. Os investigadores Valter Souza Barbosa e Douglas Lima Pithon completam o grupo como membros. A comissão deverá encerrar os seus trabalhos no prazo de 90 dias.
Para criar o colegiado, Bernardino Filho considerou o avanço tecnológico, maior eficiência e economia para a administração pública e que os drones são uma realidade nas ações militares e na segurança pública de vários Estados e Municípios do Brasil.
Dronepol da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo passará a operar o novo drone X820 da Dahua.
PORTARIA Nº 371 DE 02 DE MAIO DE 2018
O Delegado-geral da Polícia Civil da Bahia, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei 11370, de 04 de fevereiro de 2009, artigo 19, incs. I, VII, XII, XIII e XIV, e,
Considerando que a Polícia Civil da Bahia deve acompanhar o avanço tecnológico, em prol da boa gestão administrativa;
Considerando a busca desta Chefia de Polícia Civil visando trazer maior eficiência e economia para a administração pública, com ganhos em agilidade, produtividade e redução de custos;
Considerando que os veículos aéreos não tripulados, conhecidos por “DRONES”, já são uma realidade seu proativo desempenho nas ações militares e na segurança pública de vários Estados deste país e no exterior.
RESOLVE:
Art. 1º Instituir Comissão para estudos e elaboração de ato administrativo regulamentador do uso de veículos aéreos não tripulados, conhecidos por “DRONES”, voltados aos trabalhos de polícia judiciária neste Estado, composta dos seguintes servidores:
Jorge Figueiredo Júnior, Delegado de Polícia Civil, classe I, Presidência.
Valter Souza Barbosa, Investigador de Polícia Civil, Membro;
Douglas Lima Pithon, Investigador de Polícia Civil, Membro.
Art. 2º. A comissão deverá encerrar os seus trabalhos no prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de publicação desta portaria, e apresentá-lo a esta Chefia de Polícia Civil.
São Paulo – Na terça-feria (29), equipe da Base de Radiopatrulha Aérea (BRPAe) do município de Praia Grande, litoral de São Paulo, realizou um salvamento terrestre em Paranapiacaba, próximo a Cachoeira da Fumaça.
Duas vítimas estavam em local de difícil acesso e com risco de queda. A equipe do Águia realizou a manobra operacional com o guincho, salvando as vítimas, que foram deixadas aos cuidados do 6º Grupamento de Bombeiros e posteriormente foram socorridas até o pronto-socorro de Cubatão.
Helicóptero Águia da PM resgata vítimas com emprego de guincho em Paranapiacaba, SP