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Resgate aeromédico

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

Brasília – Na tarde de sexta-feira (09), o Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros realizou o transporte de paciente do Hospital Regional de Brazlândia para o Hospital São Mateus, no Cruzeiro. O homem de 79 anos foi transportado em ambulância do CBMDF do Hospital Regional de Brazlândia até a aeronave, com quadro grave de insuficiência respiratória.

O pouso ocorreu em um estacionamento público próximo ao Hospital São Mateus, onde uma viatura isolou a área de modo a garantir a segurança da operação e outra ambulância conduziu o paciente do helicóptero até o Hospital São Mateus.

O Corpo de Bombeiros do Militar do Distrito Federal (CBMDF) atendeu essa ocorrência com um helicóptero, três viaturas, onze militares e equipe médica do SAMU.

Corpo de Bombeiros e SAMU transportam homem de 79 anos de Brazlândia para o Hospital São Mateus, em Brasília

Arcanjo 01 e SAMU socorrem vítima de acidente automobilístico na SC-434 em Garopaba, SC

Santa Catarina – O Arcanjo 01, helicóptero do Corpo de Bombeiros Militar e do SAMU, foi acionado na manhã de terça-feira (06) para apoio às guarnições dos bombeiros e SAMU de Garopaba, no atendimento de acidente automobilístico envolvendo um veículo e uma motocicleta no km 6 da SC-434.

O motociclista, masculino de 25 anos, teve amputação traumática do pé direito. Após o atendimento inicial das equipes de Garopaba, que realizaram o controle da hemorragia e acondicionamento do membro amputado, a equipe médica do Arcanjo deu continuidade ao atendimento prestando suporte avançado de vida.

Após estabilização, o paciente foi conduzido de helicóptero ao Hospital Regional de São José. O condutor do automóvel não sofreu lesões.

Arcanjo 01 é acionado para incêndio em embarcação próximo a Ilha dos Cardos, SC

Santa Catarina – Na terça-feira (07), o Arcanjo 01 do Corpo de Bombeiros foi acionado para incêndio em embarcação, nas proximidades da Ilha dos Cardos, próximo ao Ribeirão da Ilha. No local, havia uma embarcação de aproximadamente 12 pés, totalmente tomada pelas chamas. A guarnição iniciou a busca por vítimas na água e nas proximidades da Ilha.

A equipe de resgate não avistou vítimas e fez contato com pessoal em terra e com uma embarcação próxima. Obteve informações de que duas vítimas haviam sido resgatadas por embarcação que passava pelo local e levadas até a Praia do Sonho. A equipe realizou busca na praia, porém não encontrou nenhuma vítima que necessitasse de assistência.

 

 

O papel fundamental do enfermeiro de bordo na equipe multiprofissional envolvida no transporte aeromédico

Unimed Aeromédica

Minas Gerais – Diversos fatores contribuem para que uma missão de transporte aeromédico seja bem-sucedida, incluindo a preparação adequada da aeronave, a definição de uma logística acertada e a escolha dos equipamentos que podem ser necessários durante a operação. Outro fator de extrema relevância para o transporte é a presença de uma equipe de bordo multidisciplinar, especializada e capacitada para atender pacientes em diversas situações clínicas, em condições inerentes ao voo — como as alterações da fisiologia durante a missão, por exemplo.

Além dos tripulantes da aeronave, a equipe de bordo é composta por um médico e um enfermeiro, que atuam antes, durante e depois do voo, envolvidos em questões relacionadas à triagem médica, o preparo dos materiais e equipamentos necessários para a missão e o atendimento ao paciente durante o transporte, entre outras ações.

Vale ressaltar que o nível de especialização e capacitação dessa equipe na área de transporte aeromédico é fundamental para o sucesso da operação, tendo em vista que um atendimento médico durante uma remoção aérea de pacientes conta com algumas particularidades que não podem ser desprezadas.

O papel fundamental do enfermeiro de bordo na equipe multiprofissional envolvida no transporte aeromédico. Foto: Divulgação

O protagonismo do enfermeiro

Antes de mais nada, é preciso deixar claro que o enfermeiro de bordo é protagonista em uma missão de transporte aéreo, pois esse profissional é responsável pelo cumprimento de importantes etapas nas fases pré, per e pós-voo.

  • Pré-voo — Trata-se da fase que compreende o preparo de todos os materiais e equipamentos necessário para a viabilidade da missão. É nessa etapa em que a equipe médica (médico e enfermeiro envolvidos na missão) discutem o caso clínico do paciente, planejando o tratamento mais adequado durante o voo. Nessa fase, é responsabilidade do enfermeiro a montagem e a conferência da aeronave que será utilizada no transporte, garantindo que todos os materiais e equipamentos que possam ser necessários durante a missão sejam embarcados. Vale ressaltar que na etapa pré-voo, o enfermeiro, assim como os demais profissionais envolvidos na missão, participa de um briefing para o voo, onde se discute todas as particularidades da operação.
  • Per-voo — Fase que diz respeito ao voo propriamente dito, essa etapa também exige um envolvimento muito significativo do enfermeiro de bordo, que fica responsável por funções como: avaliar e sistematizar as prioridades do paciente; realizar assistência integral durante o atendimento; zelar pela integridade física e psíquica do paciente, prezando pela sua segurança; e orientar os acompanhantes sobre o atendimento realizado durante o voo. O enfermeiro também fica envolvido na observação das condições clínicas e nos parâmetros de monitoramento do paciente, fazendo anotações de enfermagem, administrando medicamentos e assistindo ao médico de bordo durante os procedimentos que se fizerem necessário durante o transporte. O enfermeiro de bordo também deve garantir que o caso seja repassado de maneira adequado para o profissional que irá dar prosseguimento ao atendimento do paciente no local de destino.
  • Pós-voo — Fase final da missão, a etapa de pós-voo diz respeito ao retorno à base operacional, que também exige do enfermeiro uma atuação relevante. Nesta fase, o profissional fica responsável por realizar o preenchimento da ficha de gasto, repor os materiais e equipamentos nos locais de acondicionamento dos mesmos, realizar a desinfecção dos materiais e equipamentos conforme Diretrizes Operacionais Padrão, entre outras funções administrativas relativas ao encerramento da missão.
    Nível de especialização

O enfermeiro de bordo presta atendimento de urgência e emergência, em ambulância aérea e/ou terrestre e para o exercício da função precisa ter especializações específicas. É exigido desse tipo de profissional ter formação superior, preferencialmente em mais de uma especialidade (emergência, terapia intensiva, enfermagem de bordo, entre outras); nível de inglês intermediário; no mínimo cinco anos de experiência em atendimento de emergência e/ou terapia intensiva; e capacidade para atender pacientes criticamente enfermos, sejam eles neonatais, pediátricos ou adultos.

Equipe de enfermagem da Unimed Aeromédica

A Unimed Aeromédica, maior empresa de transporte aeromédico do Brasil, entende a importância da equipe de bordo e conta, atualmente, com 14 enfermeiros em sua equipe médica. Vale ressaltar que a instituição é a única empresa de transporte aeromédico do Brasil que conta com equipe médica própria, ou seja, os profissionais são colaboradores da Unimed Aeromédica e estão, diariamente, envolvidos nas missões realizadas pela empresa.

O nível de especialização da equipe de enfermeiros da Unimed Aeromédica é mais um ponto de destaque, tendo em vista que 57% dos profissionais são mestres, 78,6% são docentes em cursos de graduação e/ou especialização e 14% são doutorandos. Além disso, é importante ressaltar que todos os enfermeiros da empresa são treinados para atender a pacientes críticos, das mais diversas modalidades e de todas as faixas etárias.

Palavra de quem é especialista no assunto

Vânia Paula de Carvalho é coordenadora da equipe de enfermagem da Unimed Aeromédica e fala com orgulho sobre a missão da sua profissão.

“Ser reconhecida como profissional de práticas avançadas no cenário da saúde terciária em nosso país é um privilégio, pois é uma área recente e com grandes desafios a serem superados. É uma receita infalível para o sucesso: conseguir unir o trabalho em um ambiente diversificado, cuidar dos pacientes com excelência, fazendo parte de uma equipe altamente qualificada, em uma empresa visionária que oferece segurança e alta tecnologia para os profissionais e para os pacientes”.

Equipe do helicóptero Águia da PM resgata mulher com fratura no pé em trilha na Pedra Ana Chata, SP

São Paulo – Uma mulher foi resgada pela equipe da Base de Aviação da Polícia Militar de São José dos Campos, por volta das 13h30 da sexta-feira (2), após sofrer uma fratura no pé depois de uma queda na subida da pedra Ana Chata, que fica ao lado da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí.

Após solicitação do Corpo de Bombeiros, o helicóptero Águia foi configurado para o resgate e a equipe descolou-se até a região com os pilotos, capitão Lima de Freitas e tenente Yan e os tripulantes, cabos Ferreira, Marcelo Rosa e Everton.

Nas imediações do local, a equipe localizou a equipe dos bombeiros com a vítima, porém, em área de mata muito fechada, que impossibilitava a extração com técnicas de uso de cordas, devido ao forte vento naquela altitude.

Após analisar outras possibilidades, em contato com a equipe no local, decidiu-se pela retirada da vítima até uma área de encosta aberta, onde fosse possível embarca-lá. Com perícia e cautela, buscando minimizar ao máximo os riscos e preservar a segurança de todos, foi executada aproximação, desembarque dos tripulantes na encosta e embarcada a vítima, a qual foi socorrida com sucesso até o Palácio Boa Vista, em Campos do Jordão, onde a Unidade de Resgate, já aguardava.

CIOPAER do Acre e SAMU socorrem jovem indígena da Aldeia Nova Fronteira para Feijó

Acre – Com a utilização da aeronave Harpia 01, a Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOPAER) realizou na tarde de terça (30), mais um resgate aéreo em local de difícil acesso. Na ocasião, o paciente A.L.K, 14 anos, foi conduzido da aldeia Nova Floresta, localizada às margens do Rio Envira, para Feijó.

“Nós recebemos essa demanda pela regulação do SAMU e de pronto uma equipe da CIOPAER fez o translado do paciente até o município de Feijó. Da aldeia até Feijó, nas condições de vazante que o rio apresenta, o paciente levaria dez dias para chegar, mas com o uso da aeronave conseguimos chegar na capital em duas horas de voo”, explicou o tenente coronel Alzeniro Fontes.

De acordo com informações do médico Pedro Pascoal, o adolescente indígena apresenta quadro clínico caracterizado por edema generalizado, ânsia de vômito, falta de apetite, palidez cutânea e dificuldade para respirar.

“Devido ao quadro clínico delicado, optamos por entubar o paciente para fazer um transporte tranquilo, e posteriormente ele dará entrada na emergência pediátrica do Pronto Socorro, onde serão feitos diversos tipos de sorologia para investigação no quadro de hepatite, verificar o real motivo dos sintomas apresentados” finalizou.

Casa Militar de Mato Grosso do Sul realiza dois voos para transportar nove órgãos

Mato Grosso do Sul – Dois voos pela vida foram realizados pelas equipes que realizam transplante de órgãos em Mato Grosso do Sul neste final de semana. Na sexta feira (26), mesmo com condições de tempo desfavorável, a aeronave da Casa Militar do Estado decolou para Três Lagoas, para dar apoio à Central Estadual de Transplante (CET), sendo que nesta operação foram viabilizados a doação de dois rins que seguiram para São Paulo (SP) e um fígado que seria doado para um paciente de Brasília (DF).

Já na manhã de sábado (27), a aeronave partiu novamente em apoio à CET para levar a equipe até Dourados, sendo que desta vez a operação envolveu a doação de dois rins que seguiram para São Paulo (SP), mais um fígado para o DF e as córneas para um paciente de Campo Grande.

No total, foram nove órgãos que irão beneficiar quem espera por essa ajuda. Somente neste ano, foram realizadas 14 missões deste tipo pelo Estado através das aeronaves operadas pela Casa Militar.

A expectativa da equipe é que esse trabalho seja reforçado e ainda mais dinâmico em breve pela Casa Militar, que contará com o reforço de uma nova aeronave, adquirida pelo Governo do Estado, que vai reforçar a logística da CET, viabilizando inclusive a retomada do transplante de coração pela Santa Casa de Campo Grande.

Casa Militar de Mato Grosso do Sul realiza dois voos para transplante de órgãos. Foto: Correio do Estado

Equipe do GRAER resgata homem em embarcação à deriva no mar de Stella Maris, em Salvador

Bahia – Equipe do Grupamento Aéreo (GRAER) da Polícia Militar resgatou, na tarde deste sábado (27), um homem que estava em uma embarcação à deriva no mar de Stella Maris, em Salvador. Com uso do helicóptero Guardião 01, a equipe resgatou a vítima.

Os militares foram acionados e encontraram o homem em um barco. Devido aos ventos fortes e águas agitadas foi utilizada a técnica de resgate sling. Um operador aerotático foi lançado ao mar. Preso em uma corda fixada no helicóptero do GRAER retirou a vítima da embarcação.

Outros dois ocupantes do barco preferiram permanecer à deriva e esperar o reboque. “Fizemos a nossa parte e o homem resgatado chegou até a areia em perfeitas condições físicas”, salientou o comandante do GRAER, coronel PM Renato Lima.

Arcanjo 06 realiza suporte aéreo avançado de vítima de acidente em Canápolis e vítima de IAM em Araxá

Minas Gerais – Na tarde de sábado (27), o Arcanjo 06 da 4° Companhia Especial de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros decolou para cidade de Canápolis para atendimento de um homem de 42 anos que sofreu queda de sua motocicleta no km 12 da rodovia MG-226. A vítima perdeu o controle e saiu da pista, chocando-se em um barranco.

Uma Unidade de Suporte Avançado (USA) do SAMU prestou os primeiros atendimentos e encaminhou a vítima para a Santa Casa de Misericórdia de Canápolis. No diagnóstico médico foi identificada fratura na pelve (quadril) e fratura nos membros inferiores (pernas).

Devido o quadro clinico, o Arcanjo 06 foi acionado. A equipe pousou no campo de futebol na cidade de Canápolis e depois de embarcada foi transportada para aeroporto Ten. Cel. Aviador César, em Uberlândia. A vítima foi repassada a uma equipe do SAMU e levada ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (UFU).

Na manhã de domingo (28), a equipe realizou transporte inter-hospitalar de um homem na cidade de Araxá. O paciente J.E.S, de 54 anos, deu entrada na UPA com fortes dores na região cervical e foi diagnosticado com IAM (Infarto Agudo do Miocárdio).

O paciente foi transportado pelo Arcanjo 06 para Uberaba e levado por uma Unidade de Suporte Básico (USB) do SAMU ao Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Triângulo Mineiro.

Vítimas de acidente são socorridas por bombeiros e equipes do SAMU, em Antônio Carlos e Biguaçu, SC

Santa Catarina –  Equipe aeromédica do helicóptero Arcanjo 01 do Corpo de Bombeiros e socorristas do SAMU foram acionados duas vezes no domingo (28). A primeira foi para realizar o atendimento de um homem, vítima que de queda de veículo em ribanceira, em Antônio Carlos.

No veículo tinham três ocupantes, dois apresentavam apenas escoriações e foram liberados no local. Um ocupante encontrava-se em estado grave, apresentava hemorragia interna. Quando o Arcanjo chegou o paciente estava sendo atendido no interior da ambulância do SAMU. Após estabilização, o paciente foi conduzido ao Hospital Regional em São José.

A segunda ação foi para socorrer um homem, vítima de queda de motocicleta em trilha. O atendimento foi realizado no bairro Sorocaba de Dentro, em Biguaçu. A equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Biguaçu iniciou o atendimento de estabilização e imobilização do paciente, que apresentava luxação do cotovelo e algumas escoriações pelo corpo. A equipe do Arcanjo deu continuidade ao atendimento e realizou o transporte do paciente ao Hospital Florianópolis.

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates

Brasil – Se fosse possível descrever o som da esperança, provavelmente o piloto comercial Marcelo Balestrin, de 40 anos, diria que é como o som do rotor de um helicóptero. Prestes a se tornar estatística de tragédias aeronáuticas, esse foi o ruído que deu a ele e ao amigo Jhon Cleiton Venera uma chance para o recomeço da vida. Após quatro dias perdidos em mata fechada, feridos, sem alimento, água, abrigo ou expectativas de salvamento, os dois homens foram resgatados por militares da Força Aérea Brasileira (FAB) a bordo de um helicóptero H-60L Black Hawk.

O acidente ocorreu em 30 de novembro do ano passado, em Cáceres (MT), a 220 quilômetros da capital Cuiabá. A aeronave, que saiu de Pimenta Bueno (RO), teria como destino Santo Antônio do Leverger (MT). Ainda em tratamento para curar as sequelas físicas da queda da aeronave PT-ICN, Marcelo também carrega as lembranças e o sentimento de gratidão. “Vou levar isso por toda a minha vida. Só posso agradecer por não terem abandonado a gente e continuarem com as buscas. Lembrarei disso eternamente”, diz.

Os agradecimentos são direcionados aos tripulantes dos Esquadrões Pelicano (2º/10º GAV) e Pantera (5º/8º GAV), além dos integrantes do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS, também conhecido como PARA-SAR), pessoas que estão acostumadas a içar vítimas sem vida e que se emocionam ao cumprir missões de resgate com sobreviventes.

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates. Foto: Divulgação

“Nosso lema é nunca desistir, manter a chama da esperança acesa e dar um conforto para alguma família. Um Pelicano tem que ter essa abnegação.” Desde sua primeira fala, o Sargento Vinícius de Souza Melo, do Esquadrão Pelicano, integrante da missão que salvou as vítimas do PT-ICN, deixa claro como foram os dias de buscas. O militar estava a bordo do H-60L, engajado na missão na manhã do dia 3 de dezembro – uma aeronave SC-105 Amazonas já realizava buscas desde o dia 1º.

As atividades do Black Hawk foram iniciadas a partir da capital mato-grossense. “Decolamos de manhã, bem cedo. Voamos até as 19h30 naquele dia com a ideia de não achar apenas destroços, mas sim os sobreviventes. Foi desgastante, mas ficamos atentos”, descreveu o sargento. No dia seguinte, os voos continuaram. A tripulação fez várias tentativas de encontrar sinais que indicassem a localização das vítimas.

Ali, dentro da área de busca, mas ainda sem serem vistos, Marcelo e Jhon Cleiton lutavam pela vida. “Entramos no quarto dia de agonia. No primeiro dia eu tinha ficado preso nas ferragens. No segundo, sai de joelho e me joguei para fora”, conta o piloto comercial, que teve os dois pés, o braço direito e o maxilar fraturados, além de vários ferimentos pelo corpo.

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates. Foto: Divulgação

Naquele dia 4 de dezembro, ainda pela manhã, as vítimas ouviram o som do helicóptero de resgate. Tentaram sinalizar, fizeram barulho, mas ainda não foram avistados. No período da tarde, a tripulação, sem êxito, voltou à base e recebeu a ordem para fazer novas buscas. “Na primeira pernada [trecho de deslocamento pré-determinado], não avistamos a aeronave, mas alguém da tripulação teve a impressão de ter ouvido o sinal do ELT [Emergency Locator Transmitter, um sinalizador de emergência]. No retorno, passamos pelo mesmo local e um tripulante avistou a aeronave. Vimos que dois sobreviventes acenavam”, relata o piloto da FAB que participou do resgate, Tenente Aviador Fábio Rachildes Pinto.

O Sargento Vinícius se recorda da euforia que tomou conta da tripulação. “Foi muito bom saber que iríamos levar pessoas vivas.” O integrante do 2º/10º GAV ainda gravou o momento em que encontrou os dois pilotos acidentados. No vídeo, a emoção fica evidente nas palavras de Jhon Cleiton: “Vocês são anjos!”, gritou.

As vítimas foram levadas ao Aeroporto de Cuiabá, onde foram recebidas pelo atendimento médico de urgência e pelos familiares. De lá, elas foram conduzidas até o Pronto-Socorro Municipal de Várzea Grande (MT) e transferidas para uma unidade de saúde particular de Cuiabá.

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates. Foto: Divulgação

“Preciso parabenizar essa tripulação pela experiência e pelo treinamento que tiveram. Sinto-me tão feliz por ter sido resgatado por eles e sei que eles também se sentem assim. Vibramos muito e me emociono toda vez que falo sobre eles e queria muito encontrá-los novamente”, finaliza o piloto Marcelo.

“Ela tinha que ir junto, também era uma sobrevivente”

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates. Foto: Divulgação

Quando os resgateiros do Esquadrão Harpia (7º/8º GAV), localizado em Manaus (AM), foram acionados para salvarem possíveis sobreviventes de um acidente aéreo próximo à fronteira com o Peru, certamente não esperavam encontrar a cadela Princesa entre as vítimas da queda. Em 17 de dezembro de 2018, a aeronave de matrícula PT-KIL caiu próximo à cidade de Tabatinga (AM) com Princesa e outros três ocupantes – o piloto José Adelmo Araujo Santiago, de 52 anos, e os passageiros Marinêz Ferreira de Souza, 35, e Francisco Sales de Souza, 16.

Participante do resgate, o Capitão Médico Waldyr Moyses de Oliveira Junior lembra que a tripulação, apesar de não portar equipamentos específicos para o resgate de animais naquele dia, foi unânime quanto ao salvamento da cadela. “Uma concordância imediata: ela tinha que ir junto. Afinal de contas, ela também era uma sobrevivente”, conta ele, que é Chefe da Subseção de Saúde Operacional do Hospital de Aeronáutica de Manaus (HAMN). O militar disse que, para içar Princesa, havia ainda a dificuldade causada pelo estresse do animal. “No final, prendemos a coleira peitoral da cadela junto ao corpo do resgateiro. Ninguém ficou para trás.”

A situação inusitada vivida no estado amazonense, no entanto, se assemelha ao caso de Mato Grosso quanto à emoção e aos sentimentos de missão cumprida dos militares e de alívio às vítimas, com a conclusão de mais um resgate com sobreviventes. O Capitão Waldyr descreve essa como uma das maiores alegrias que já sentiu. “Uma sensação indescritível. Quando o primeiro homem desceu e avisou que havia sobreviventes, vibramos muito e isso só nos incentivou a continuar a tirar aquelas pessoas dali”, relembra.

Esquadrões da FAB acumulam histórias marcantes de resgates. Foto: Divulgação

Acostumado a participar de resgates, o militar relata que este era um caso que demandava ainda mais agilidade na prontidão das equipes. “Fomos informados de uma tentativa de pouso forçado, o que nos deixou com esperança de que houvesse sobreviventes. Pela possibilidade de vítimas vivas, tínhamos que agir rapidamente, decolar o quanto antes”, detalha.

O helicóptero H-60 Black Hawk da FAB decolou na madrugada de Manaus para Tabatinga, uma distância de mais de mil quilômetros. “O tempo não era bom, chovia. A visibilidade era ruim, exigindo mais concentração de todos nós. Ao encontrarmos o local do acidente, verificamos que não havia condições de pouso e descemos no guincho. Primeiro foram os homens SAR [do inglês Search and Rescue, busca e salvamento], e eu desci em seguida para ajudar na condução das vítimas”, conta.

O Capitão ainda se lembra do cenário encontrado. De acordo com ele, José Adelmo estava mais ferido, com dores nas costas e pernas, escoriações no rosto, e precisou ser imobilizado. As outras vítimas estavam em choque. “O tempo de envolvimento no resgate foi de duas horas. Foi um nível de adrenalina muito alto, correndo contra o tempo, enfrentando chuva”, recorda o médico.

Ao final, os ocupantes do avião PT-KIL foram recebidos pelo Hospital de Guarnição do Exército de Tabatinga. “Encontrá-los vivos foi uma sensação maravilhosa. Isso não tem preço para um médico, um enfermeiro, uma tripulação SAR. Em vez de resgatar corpos, encontramos sobreviventes”, emociona-se.

Em alto mar

Seja na terra ou no oceano, no Norte, Sul, Leste ou Oeste do país, os Esquadrões da FAB acumulam histórias de resgates de sobreviventes que marcam a vida das vítimas e dos militares. Uma missão de salvamento em alto mar, a aproximadamente 200 quilômetros da costa da cidade de Rio Grande (RS), aconteceu no dia 14 de maio de 2019. O Esquadrão Pantera (5º/8º GAV) resgatou um marinheiro de 60 anos que teve complicações cardíacas quando estava na embarcação.

A Tenente Aviadora Maria Luisa Michelon Silveira fez o procedimento de içamento em convés em sua primeira missão real. “Para nós do Esquadrão, que vivenciamos situações de emergência em qualquer escala, foi indescritível a sensação de decolar para participar de um resgate real. Pessoal e profissionalmente, sinto-me realizada após o cumprimento dessa missão”, conclui.

SAMU aeromédico transporta paciente vítima de infarto de Castro para Ponta Grossa, PR

Paraná – Menos de um ano e meio atrás, a população de Ponta Grossa e região ainda aguardava pelo início do serviço aeromédico. Agora, já se tornou rotina ver o helicóptero do SAMU cruzando o céu. Na manhã de quarta-feira (24), a aeronave realizou mais um transporte de paciente. Um homem de aproximadamente 79 anos foi trazido da UPA de Castro para o hospital Bom Jesus, em Ponta Grossa – PR.

De acordo com o SAMU, ele sofreu um Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), uma das situações nas quais o atendimento rápido e especializado costuma fazer a diferença na melhoria do quadro clínico do paciente. Casos clínicos como esse são mais comuns do que os traumas, como os resultantes de acidentes em rodovias, por exemplo.

De acordo com um levantamento realizado pelo município, desde sua implantação – em março de 2018 – até a semana passada, a aeronave do SAMU realizou 411 transportes, em 57 municípios das regiões de Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória e Telêmaco Borba. Isso dá uma média de pelo menos seis transportes por semana, quase um por dia.

Existe a perspectiva de que, com a instalação do SAMU Regional, o atendimento deve se tornar ainda mais ágil, já que a triagem dos pacientes deverá ocorrer a partir da central em Ponta Grossa.

Helicóptero do SAMU de Ponta Grossa realizou transporte de paciente com Infarto Agudo do Miocárdio para UPA de Bom Jesus. Foto: José Aldinan.

Projeto de lei pretende criar sistema de transporte de órgãos e tecidos humanos no Mato Grosso

Mato Grosso – “Nós estamos em um estado pujante, mas quando falamos em saúde pública, retrocedemos. É inaceitável saber que esse tipo de serviço, um dia, esteve interrompido e o pior, ficar quase uma década nessa situação”, observou o deputado estadual Silvio Fávero, autor da medida que cria o “sistema de transporte de órgãos e tecidos humanos” para fins de transplante, em Mato Grosso.

O Projeto de Lei Nº 748/2019 define que participarão do sistema todos os meios de transporte da rede pública estadual de saúde, das policiais Militar e Civil e do Corpo de Bombeiros, buscando-se também a participação das empresas privadas de transporte aéreo, terrestre, bem como planos e seguros de saúde.

A coordenação do sistema ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Estado de Saúde, que em parceria com outras secretarias, entidades púbicas e privadas e com bancos de transplantes de Mato Grosso, poderá promover as ações necessárias para o funcionamento do sistema.

Dep. Silvio Fávero. Foto: Ronaldo Mazza.

Segundo Fávero, buscar esforços para o aprimoramento do processo de doação e transplante de órgãos e tecidos é um objetivo que as autoridades do Estado devem seguir à exaustão, considerando a importância do assunto e bem estar de pacientes que dependem, exclusivamente, do estado para salvar suas vidas.

“Por se tratar de situações onde o tempo é muito limitado e primordial, torna-se imprescindível à necessidade de desenvolver uma ferramenta que permita ações conjuntas que auxilie nessa etapa. Além disso, a lei vem para restabelecer e normalizar esse serviço que salva vidas e que, volto a frisar, há quase uma década ficou parado, só no papel”, ressaltou o parlamentar.

Existem projetos de lei similares a este que tramitam em outros Estados da Federação, e há Estados que estão mais adiantados, como o Paraná que já possui a Lei nº 19.532, de 30 de maio de 2018.

Equipe da Base de Aviação de São José dos Campos resgata turista no Pico do Corcovado, SP

São Paulo – Na manhã de quarta-feira, (24), a Base de Aviação de São José dos Campos recebeu a informação através do Centro de Operações do Corpo de Bombeiros – COBOM, de que uma pessoa, ao percorrer a trilha rumo ao Pico do Corcovado, começou a apresentar cólicas estomacais, seguida de vários episódios de náuseas e vômitos, além da dificuldade de caminhar.

Nessas condições, com as coordenadas do local dos fatos em mãos, bem como o ponto de apoio definido, foi feito contato com a equipe do 11º Grupamento de Bombeiros para assumir o ponto de apoio enquanto a equipe em voo realizava o salvamento próximo ao cume do pico.

A vítima foi localizada e resgatada através do embarque a baixa altura, depois, foi levada ao ponto de apoio onde permaneceu aos cuidados da equipe do 11º Grupamento de Bombeiros.

Corpo de Bombeiros e Força Aérea transportam coração da Bahia para o Distrito Federal

Distrito Federal – Quatro horas: este é o tempo máximo que um coração sobrevive fora do peito do doador até ser transplantado em outra pessoa. É um dos órgãos com menor durabilidade e, por isso, correr contra o relógio faz parte da rotina que poderá dar novo fôlego de vida a quem está à espera de um transplante.

Nessa corrida contra o tempo, a parceria entre os órgãos é fundamental. Tanto que permitiu a uma paciente de 58 anos, internada no Instituto de Cardiologia do DF (ICDF), receber, na tarde de ontem (23), um coração doado em Vitória da Conquista, na Bahia. O transporte foi feito por um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) e levado ao instituto pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros. Todo o transporte durou cerca de duas horas e meia.

A vinda do órgão para o DF foi mediada pela Central Nacional de Transplantes. “Quando há doação e o estado não tem condições de fazer o transplante, seja porque não tem receptor, seja por não ter logística viável para isso, a central faz um ranking para verificar qual localidade teria melhores condições de receber”, explica a diretora substituta da Central Estadual de Transplantes, Joseane Gomes Fernandes Vasconcellos.

A escolha do DF aconteceu porque a paciente estava classificada como grave e urgente. Além disso, era o local que teria condições de fazer o transporte do órgão com maior agilidade. Com esse transplante, realizado pelo ICDF, o Distrito Federal chega a 20 transplantes de coração somente neste ano. O número já se aproxima do quantitativo realizado durante todo o ano de 2018, quando 34 cirurgias deste órgão foram feitas.

INDICAÇÃO

O transplante de coração é indicado quando as medidas clínicas e cirúrgicas para o tratamento de insuficiência cardíaca foram esgotadas e a expectativa de vida do paciente não ultrapassar a dois anos.

Para receber um órgão, o potencial receptor deve estar inscrito em uma lista de espera, respeitando-se a ordem de inscrição, a compatibilidade e a gravidade de cada caso. A lista é única, organizada por estado ou por região, e monitorada pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT) e por órgãos de controle federais.

Se existe um doador elegível (com morte encefálica confirmada), após a autorização da família para que ocorra a retirada dos órgãos, a Central de Transplantes emite a lista dos potenciais receptores e informa às respectivas equipes de transplante que os atende.

SAMU

No DF, são realizados os transplantes de coração, fígado, rins e córneas de doadores falecidos. Aqui, também são feitos transplantes de medula óssea, que seguem outro protocolo para a doação: pode ser realizado com células do próprio paciente, de doador aparentado ou de doador anônimo, cadastrado no Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome).

Além da parceria com a FAB e o Corpo de Bombeiros, a Secretaria de Saúde conta com o apoio de um carro do Samu, que agiliza os atendimentos relacionados a transplantes. Neste ano, já foram 340 ocorrências geradas para transporte terrestre.

“Esses transportes são para todo tipo de apoio logístico para a doação: avaliação do potencial doador pela equipe, levar ou buscar órgão no aeroporto ou em hospital, levar equipe para a retirada de órgãos ou para a retirada de globo ocular (córnea), transporte de material biológico necessário à triagem dos receptores ou para avaliação dos doadores”, elenca Joseane Gomes.

DOAÇÃO

A legislação, no Brasil, determina, desde 2001, que a doação seja autorizada pela família do paciente. Então, é fundamental que a pessoa informe aos familiares sobre o seu interesse em ser um doador de órgãos.

“O familiar pode informar aos profissionais de saúde do local de internação do paciente sobre o interesse em doar os órgãos. A equipe da unidade aciona a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante para entrevistar a família, orientar sobre todos os procedimentos e colher a assinatura de autorização”, explica.

Em 2018, foram registrados 53 doadores de órgãos e outros 251 apenas de córnea. Foram realizados 302 transplantes de córnea, 55 de rim de doador falecido, dez transplantes de rim de doador vivo, 86 de fígado e 34 transplantes de coração.

Águia transporta órgãos para serem transplantados em pacientes de São Paulo, Rio Preto, Marília e Ribeirão Preto

São Paulo – O helicóptero Águia 08 da Polícia Militar de São José do Rio Preto fez o transporte de um pulmão na manhã de segunda-feira (22). O órgão foi transplantado em uma paciente em São Paulo e foi trazido do Hospital Padre Albino (HPA), em Catanduva, para o aeroporto de Rio Preto, de onde seguiu em um voo particular para São Paulo.

O órgão foi retirado de um paciente de 41 anos que estava internado há quatro dias no HPA após levar um tiro. A morte encefálica do homem foi constada às 18h25 deste domingo, 21 de julho. De acordo com a unidade hospitalar, foram captados os pulmões, figado, rins, uma córnea e material ósseo.

O Águia saiu de Rio Preto por volta das 11h50. Às 12h40 já estava retornando de Catanduva trazendo o pulmão e a equipe de médicos do Instituto do Coração (Incor), de São Paulo. A corrida contra o tempo é necessária porque o pulmão é o órgão que menos tempo sobrevive fora do organismo. O pulmão esquerdo foi encaminhado para o Incor, onde foi transplantado em uma mulher.

Também foram coletados em Catanduva o fígado, que seguiu para o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto; os ossos, que foram para o Hospital das Clínicas de Marília, e os rins e as córneas, que seguiram para o Hospital de Base de São José do Rio Preto (SP). Ao todo, seis receptores receberam os órgãos e foram submetidos a cirurgias ainda na tarde de segunda-feira. Todos permanecem em recuperação.

Em ação integrada, CIOPAER e SAMU realizam transporte de paciente de Miracema para Palmas, TO

Tocantins – Equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER – TO) realizou no início da tarde de quinta-feira (18), mais um voo pela vida. Desta vez, a equipe multimissão a bordo do “Tocantins 01” foi até o município de Miracema, distante cerca de 80 km de Palmas, para realizar transporte aeromédico de um homem de 55 anos, em estado grave, devido a complicações causadas por uma úlcera nervosa.

O CIOPAER foi acionado pela equipe reguladora do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) da Secretaria Municipal de Saúde de Palmas, informando que uma ambulância havia transportado um paciente, em estado grave, de Miranorte para o Hospital Regional de Miracema, e necessitava ser transferido, com urgência, para o Hospital Geral de Palmas.

Desse modo, a aeronave partiu para Miracema. O paciente foi estabilizado e embarcado com a ajuda da equipe do SAMU e depois de 18 minutos o paciente já estava no HGP, em Palmas. Uma equipe multidisciplinar aguardava o paciente para receber o atendimento adequado.

A intervenção rápida e eficiente da aeronave do CIOPAER contribuiu de forma decisiva para que a vítima pudesse receber o atendimento médico adequado em um menor espaço de tempo. A ação contou com a participação integrada da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e SAMU.

Equipe do CIOPAER e SAMU realizam transporte de vítima em estado grave de Miracema para Palmas, TO. Foto: Divulgação

Águia 4 da PM e SAMU transportam paciente de 65 anos de Anita Garibaldi para Lages, SC

Santa Catarina – Na tarde de quarta-feira (17), equipe do Águia 4 e equipe médica do SAMU realizaram o transporte aeromédico de um paciente de 65 anos com insuficiência respiratória e suspeita de acidente vascular cerebral (AVC), do município de Anita Garibaldi para Lages.
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A equipe médica do SAMU acompanhou o deslocamento e garantiu um transporte seguro e sem intercorrências. O deslocamento via terrestre poderia durar cerca de 1 hora e 40 minutos, mas com o apoio do Águia 4 e equipe médica levou apenas 28 minutos.
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Nessas ocorrências cada segundo é importante, pois quanto mais rápido o paciente é conduzido a um centro de referência, maiores são suas chances de recuperação.

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Bombeiros e socorristas do SAMU resgatam vitima de acidente de trânsito na BR-101, AL

Alagoas – Na tarde de terça-feira (16), na BR-101, próximo a Usina Caeté, em São Miguel dos Campos, um acidente de trânsito ente um carro de passeio e uma carreta deixou duas vítimas, pai e filho. O jovem foi levado para uma unidade de saúde local e o pai, em estado mais grave, para o Hospital Geral do Estado (HGE).

De acordo com o médico do SAMU Aeromédico, o pai conduzia o veículo e ficou preso às ferragens. O homem apresentava fraturas no punho e fêmur esquerdo, escoriações e um possível trauma abdominal. Após ser retirado das ferragens e receber o primeiro atendimento no local, a vítima, que perdeu muito sangue, foi levada para o HGE, no bairro do Trapiche, em Maceió, pelo helicóptero Falcão 5.

A vítima mais jovem, não sofreu ferimentos graves. Ele também foi atendido pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e conduzido para uma unidade de saúde local.

Além do SAMU, também estiveram no local o Corpo de Bombeiros Militar de Alagoas (CBMAL), que enviou duas viaturas com nove militares para atender a ocorrência, e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) que orientou condutores de veículos que trafegavam pelo local, cujo trânsito ficou complicado após o acidente.

Hospital Santa Catarina de Criciúma deverá ter heliponto até o final de agosto

Engeplus

Santa Catarina – Um heliponto deverá ficar disponível no Hospital Santa Catarina, em Criciúma até o final do mês de agosto. O assunto foi tema da reunião realizada na sexta-feira (12), com a presença de representantes da comissão de implantação do Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico do Sul (Sarasul) e a diretoria do hospital.

De acordo com o presidente da comissão Sarasul e vereador de Criciúma Tita Beloli, a reunião faz parte da agenda que tem como principal objetivo implantar o serviço aeromédico na região entre Imbituba e Passo de Torres, atendendo cerca de 1 milhão de pessoas, de 50 municípios.

Segundo ele o encontro foi positivo. “Nós fomos até o Hospital Santa Catarina juntamente com o SAER, a direção do hospital, Famcri, DTT, Prefeitura Municipal de Criciúma, Samu, para discutirmos a questão do heliponto no hospital, para deixar pronto”. Além disso, o heliponto já é necessário ressaltou ele citando um caso recente de um paciente do Oeste do Estado. “Ele precisou ser transferido para cá, e poderia ter descido alí se tivesse o heliponto”, disse.

Prefeitos da região Sudeste do Mato Grosso pretendem implantar em Rondonópolis base de helicóptero multimissão

A Tribuna – Mato Grosso

Mato Grosso – Diversos prefeitos da região Sudeste de Mato Grosso se reuniram na segunda-feira (15) na Prefeitura de Rondonópolis para tratar de um projeto inovador. A proposta é tornar Rondonópolis base para um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal (PRF) equipado para atender as operações de segurança pública e serviços aeromédicos em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) dos 19 municípios da região.

Organizados e liderados pelo Consórcio Regional de Saúde, a maioria dos prefeitos é otimista com a proposta e acredita que será viável, visto que os custos para cada município serão divididos de acordo com o número de habitantes. Para que a proposta se concretize e a PRF libere a aeronave para a região Sudeste é preciso que haja um documento oficializando a intenção e a responsabilidade de cada município em pagar a sua cota do custo total.

Em reunião diversos prefeitos da região Sudeste do Mato Grosso, querem colocar Rondonópolis como base de helicóptero multimissão. Foto: Divulgação.

Em razão disso, o prefeito Zé Carlos do Pátio, sugeriu a criação de uma comissão técnica formada por um representante da Samu de Rondonópolis, o presidente do Conselho de Regional de Saúde que é prefeito do Poxoréu e o superintendente da PRF para que se faça os cálculos de quanto cada município terá de pagar para que todos possam tomar as decisões com mais clareza dos dados.

Esse trabalho da comissão e a resposta conjunta dos prefeitos devem ser feitos em 45 dias, prazo em que a PRF tem para apresentar a proposta da região que, caso aprovada, será responsável pela manutenção da aeronave, calculada em cerca de 300 mil reais por mês. O helicóptero habilitado para aquisição da PRF é do modelo Leonardo AW119 com capacidade para dois pilotos, cinco passageiros e um operador e tem autonomia de 900 km de voo sem abastecimento, o que seria um voo de ida e volta entre Rondonópolis e Sorriso.

Com a aeronave em solo rondonopolitano a regulação dos resgates será feita pelo Samu 192 atendendo um raio de 400 quilômetros. Atualmente, com o atendimento terrestre as ambulâncias podem chegar nas ocorrências com distância máxima de 70 quilômetros da cidade. Outro ganho para a região é a utilização do equipamento no controle da segurança pública e operações policias aumentando as possibilidades de combate ao crime.

Equipe do Centro Tático Aéreo resgata turistas após morte súbita de guia turístico em Barreirinhas, MA

G1

Maranhão – Uma equipe do Centro Tático Aéreo (CTA) resgatou no sábado (13) um grupo de turistas que estava perdido dentro do Parque dos Lençóis Maranhenses, situado no município de Barreirinhas, a 252 km de São Luís, após um guia turístico de 51 anos, ter sofrido uma parada cardíaca fulminante, o que o levou a morte no local. O guia estava acompanhando os turistas durante a visitação no parque.

Segundo a equipe do CTA após a parada cardíaca do guia turístico, os turistas pediram socorro à vítima por meio da frase “SOS” que foi escrita na areia por eles. Eles estavam em uma dimensão do parque, que é considerada uma área de difícil acesso.

O grupo do Centro Tático Aéreo iniciou as buscas com a ajuda de um helicóptero e após sobrevoar a área conseguiu localizar e resgatar os turistas, que foram levados para Barreirinhas, onde receberam cuidados médicos e posteriormente foram levados para a delegacia, onde prestaram depoimento sobre o caso.

Em seguida, o CTA realizou o translado do corpo do guia que foi entregue aos seus familiares. Uma equipe do Corpo de Bombeiros com o apoio da polícia local da cidade de Barreirinhas também participou da remoção do corpo do guia a fim de tomar as providências cabíveis.

Equipe do Centro Tático Aéreo (CTA) realizou resgate de turistas após morte súbita de guia turístico em Barreirinhas, MA. Foto: Divulgação

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