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Rio de Janeiro

Policial civil ferido por tiro durante operação do helicóptero do SAER na favela da Maré passa bem

Rio de Janeiro – Um inspetor da policial civil da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core) foi baleado no final da manhã de hoje (5), durante uma operação contra o crime organizado no conjunto de favelas da Maré, na zona norte do Rio.

O policial estava embarcado no helicóptero blindado Bell Huey II do Serviço Aeropolicial (SAER) da Polícia Civil e acabou sendo atingido na perna esquerda por estilhaço de projétil devido aos tiros efetuados por traficantes em direção ao helicóptero. A aeronave voava a baixa altura sobre a Vila do João, um conjunto de apartamentos em uma das comunidades da região.

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O policial foi levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, na zona sul, onde há um heliponto que facilita o socorro. Em nota, a Polícia Civil informou que o policial foi medicado, passa bem e já foi liberado do hospital.

A operação é coordenada pela Delegacia de Combate às Drogas (Dcod), de Roubos e Furtos de Cargas e da Core, com a finalidade de cumprir mandados de prisão e de buscas e apreensão. A Polícia Civil ainda não divulgou o balanço da operação. Pelas redes sociais, os moradores relataram o tiroteio intenso ocorrido no Complexo da Maré.

Escolas

Durante os confrontos na Maré, um aparelho de ar-condicionado da Creche Municipal Pescador Albano foi atingido por uma bala perdida. Ninguém se feriu. As escolas da Maré funcionaram no período da manhã, pois os alunos já estavam em sala quando os confrontos começaram. A operação das delegacias especializadas da Polícia Civil, no conjunto de favelas da Maré, deixou 6.692 alunos sem aula na parte da tarde.

Agência Brasil, Douglas Corrêa.

Helicóptero do Detran/DF transporta coração vindo do Rio de Janeiro

Brasília – No início da tarde desta quarta-feira (29), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou mais um transporte de coração. Essa é a terceira vez, nos últimos 15 dias, que a Unidade de Operações Aéreas (UOPA) do Detran é acionada pela Central de Capitação de Órgãos da Secretaria de Saúde do DF.

Helicóptero do Detran/DF transporta coração vindo do Rio de Janeiro

O órgão de um doador do Rio de Janeiro (RJ), de 34 anos, foi transportado pela Força Aérea Brasileira até Brasília. Ao chegar à cidade, coube ao helicóptero Sentinela realizar o transporte até o Instituto de Cardiologia do Distrito Federal – ICDF.

O homem que recebeu o órgão foi avisado do transplante às 6h. A informação era que ele deveria comparecer ao ICDF em uma hora para iniciar os procedimentos pré-operatórios. O homem e sua mulher, que moram em Sobradinho, pediram um táxi para seguir até o hospital, mas se depararam com o intenso fluxo de carro. O casal decidiu, então, acionar a Polícia Militar para ajudar no transporte. O que foi feito e ele chegou a tempo.

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Transportando esperança

No dia 14 de novembro, o Detran realizou o transporte de um coração vindo de Goiânia (GO). O doador tinha 22 anos de idade. Na mesma semana, dia 16, o Sentinela auxiliou as equipes da SESDF com a condução de um órgão vindo também de Goiânia. Nesse caso, o doador tinha 19 anos.

Para o chefe da UOPA, Marcus Marinho, este é um trabalho mais que gratificante: “Mais uma vez transportamos a esperança de uma pessoa que aguarda um órgão com muita ansiedade. Isso aumenta nossa responsabilidade e a nossa emoção. Esperamos que dê tudo certo na vida dessa pessoa que vai receber este coração. É uma honra para toda a equipe participar de algo tão nobre”.

Detran/DF e CB.

Conheça um pouco mais sobre a história da Aviação Policial no Rio de Janeiro

GAM/PMERJ

Em 1979, no local onde hoje funciona a SAOA, na Lagoa, havia o Departamento Aeropolicial ligado diretamente a Secretaria de Segurança Pública, cujos Secretário e Subsecretário eram Oficiais Generais da Reserva.

Esse Departamento iniciou dois anos antes sob o Comando de um Cel Aviador da FAB chamado Matos e possuía três pilotos contratados. Antonio Hermsdorf Maia, engenheiro diretor da Divisão de Transportes (Ditramar) do Salvamar (então um órgão da SSP) e dois jovens ex-tenentes temporários da FAB que haviam aprendido a voar helicópteros. Aécio Malagutti e Célio Seda Filho, hoje piloto de aviões comerciais de grande porte.

Dois a três anos antes, através de um acordo entre o Governador do Rio de Janeiro e a Marinha, esta cedeu quatro FH1100 (Fairchild Hiller 1100) em troca do asfaltamento da Base aérea de São Pedro da Aldeia.

Essas máquinas ficavam ao ar livre na Lagoa e tinham uma manutenção muito ruim. Duas delas, conhecidas pelas últimas letras dos seus prefixos, o Charlie e o November, eram as mais usadas por terem mais potência. O Oscar (que como o Charlie, possuía esquis altos) era mais fraco e menos usado e o Delta nunca ficou em condições operacionais ideias.

Naquela época, o rádio policial portátil já funcionava bem e a central era conhecida pelo prefixo de CCOS. As aeronaves eram conhecidas pelo prefixo de Gavião 1, 2, 3 e 4. Em 1981, foi criado o Departamento de Operações Aéreas do DER, trazendo em 1982 o primeiro helicóptero Esquilo (AS350) usado pelo Rio de Janeiro.

Médico Abouch Valenty Krymchantowski ao lado da aeronave.

Em 1983, a Polícia Civil nomeou um Delegado e Piloto, chamado Paulo Elia e recebeu o seu primeiro esquilo mantendo os outros FH1100. Houve também um “concurso” para pilotos e um amigo meu, Luís Pires além do próprio Malagutti e do Seda, entraram como pilotos policiais (os primeiros a ingressarem).

Em 1984, no morro do Juramento, houve pane no compressor da turbina do FH1100 e Luís Pires tentou livrar um barraco, batendo em um muro e caindo para a morte de todos os quatro ocupantes, sendo que um deles foi carbonizado ainda dentro da máquina.

Os que conseguiram sair, mas embebidos em QAV (querosene de aviação), morreram queimados ainda no local. Um Detetive da Entorpecentes, chamado Ricardo, ainda foi levado com vida ao hospital, mas morreu algumas horas depois.

O então Capitão Médico e Piloto Abouch Valenty Krymchantowski (serviu no GAM/PMERJ e gentilmente cedeu as fotos da matéria, relatou essa verdadeira odisseia da nossa Aviação Policial), foi o responsável pelo reconhecimento dos corpos no IML.

O pioneirismo e heroísmo frente às dificuldades tornou o Grupamento Aeromóvel (GAM) da PMERJ, referência em Operações Aéreas no Brasil.

Nota: A Marinha do Brasil operou seis helicópteros FH-1100 em missões de emprego geral, de 1968 a 1976. O exemplar em exposição (matrícula “PP-EFN”) pertenceu à Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, onde operou de 1976 a 1988, quando foi desativado e doado ao Museu Aeroespacial.

Papai Noel desce de rapel do helicóptero do GAM no Morro dos Macacos, RJ

Moradores do Morro dos Macacos, em Vila Isabel, na Zona Norte do Rio, receberam a visita do Papai Noel nesta quinta-feira (20). O “Bom Velhinho” chegou num helicóptero da Polícia Militar e desceu de rapel para distribuir cerca de 300 brinquedos para as crianças da comunidade.

Vestido com um traje azul, cor do uniforme da corporação, Papai Noel entregou bicicletas, videogames, bolas, bonecas, entre outros brinquedos, no CIEP Salvador Allende ao lado da sede da UPP. Durante a festa as crianças se divertiram com música, animação, pula-pula, bolo e refrigerantes. Tudo foi feito graças ao apadrinhamento dos policiais da UPP Macacos e funcionários de instituições que promovem projetos sociais na comunidade.

Fonte: G1.

Forças de segurança treinam para grandes eventos no Engenhão, no Rio

Policiais federais, civis e militares, além de guardas municipais participaram, na tarde desta terça-feira (9) do Curso de Capacitação de Operadores em Segurança de Grandes Eventos e Segurança Turística (Cogest), coordenado pela Academia de Polícia Sylvio Terra (Acadepol). O simulado foi realizado no Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no subúrbio do Rio de Janeiro, e teve como objetivo preparar os agentes de segurança para a Copa do Mundo 2014 e as Olimpíadas 2016, no Rio.

O Cogest, que é o primeiro curso do tipo no Brasil, começou em setembro e tem como meta formar 2 mil pessoas até 2016. Além de preparar os agentes para atuar em grandes eventos, o curso também ensina sobre como lidar com situações de segurança em áreas e atividades turísticas

Policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil, também participaram do curso, que contou com 300 figurantes. Entre outras práticas, o curso fez a simulação de ataque a uma autoridade, que teve o auxílio de helicóptero, além da participação de equipe tática, atiradores, esquadrão antibombas e negociadores.

Um arcebispo foi sequestrado no estádio do Engenhão, no Engenho de Dentro. Em minutos, diversos agentes da Polícia cercaram o local e outros desceram de um helicóptero no gramado, para resgatar a vítima.

Todo o aparato disponível da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) foi empregado na ação, para que os policiais aprendessem a lidar com situações como sequestros e ações de terroristas. O estádio foi escolhido justamente por oferecer a mesma ambientação que os agentes vão encontrar durante a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

Um sargento do Exército — que usou roupa que imitava a de um arcebispo — fez o papel do refém, enquanto os agentes demonstravam aos alunos como proceder na situação.

Outros policiais simularam torcidas que ocupavam o estádio, que teve as áreas internas e externas esvaziadas. Também participaram da ação agentes do Serviço Aeropolicial (Saer), equipe tática, atiradores de precisão e negociadores.

Os momentos do treinamento que mais chamaram a atenção foram a descida do helicóptero e a ação do Esquadrão Antibombas. Os policiais do Saer desembarcaram da aeronave com o uso de cordas, movimento chamado de “fast hop”.

Já o Antibombas utilizou robôs para detectar e detonar explosivos escondidos perto do campo. A técnica evita que os agentes se machuquem durante a ação.

De acordo com o delegado Ricardo Barboza, o objetivo do treinamento é repassar os conhecimentos técnicos de como agir em cada situação, para que os policiais possam atuar durante os eventos.

No mês passado, uma ação semelhante foi feita com parte da equipe da Core e agentes da Polícia Federal. Outras simulações serão feitas até o ano que vem. “Precisamos que os policiais estejam cada vez mais especializados e habilitados para lidar com qualquer tipo de ocorrência”, disse o delegado.

Fonte: O Dia e G1.

Iniciado o Curso de Tripulante Operacional do GAM/RJ

Após cinco anos, inicia-se o Curso de Tripulante Operacional (CTO I/12) do Grupamento Aeromóvel. Coordenado pela NIEsp (Núcleo de Instrução Especializada) do GAM. O curso com duração de sete semanas terá sua aula inaugural no dia 17 de setembro de 2012. Foram cerca de 230 policiais inscritos, mas somente 30 terão o privilégio de iniciar tão almejado Curso.

Depois de rigoroso processo seletivo, com exames psicotécnicos realizados pelo setor de psicologia de aviação do GAM, testes físicos e exames de saúde, o turno do CTO passará pelas mais difíceis provas durante o Curso, onde cada aluno terá que provar diariamente que podem ser Tripulantes Operacionais da PMERJ.

Serão ministradas instruções como natação utilitária, rapel, fast rope, helocasting, combate a incêndio, desembarque tático de aeronave, tiro embarcado, meteorologia, conhecimento técnico de aeronave, teoria de voo, regulamento de tráfego aéreo, UTEPAS (Unidade de Treinamento Especial de Aeronaves Submersas), e disciplinas complementares que farão parte do dia a dia de cada um dos alunos, além de ser exigido elevado senso de responsabilidade, liderança e preparo contínuo.

Com isso, o GAM busca os melhores profissionais para compor as tripulações de suas aeronaves para as árduas missões que são executadas pelo Grupamento.

O curso também tem como objetivo, aumentar seu efetivo para melhor servir a Corporação e a população fluminense, visando os grandes eventos que serão realizados em breve na cidade do Rio de Janeiro.

Confira o vídeo:


Leia: GAM forma novos Tripulantes Operacionais


Fonte: Grupamento Aéreo e Marítimo da PMERJ

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