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Servico aeromedico

Acidente com helicóptero aeromédico em Albuquerque/EUA – atualizado com o vídeo do acidente

Um helicóptero aeromédico sofreu uma acidente no heliponto elevado do hospital da Universidade do Novo México, em Albuquerque/EUA, logo após a decolagem a tentativa de decolagem.

acidente novo mexico 2

Segundo informações do hospital, havia três pessoas a bordo da aeronave no momento do acidente, sendo que os dois passageiros estavam sob observação e o piloto foi considerado em condição estável. Não havia vítima a bordo da aeronave no momento do acidente.

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Helicopter crashes atop of uNM Hospital

Segundo declarações do porta-voz do hospital, o helicóptero estava decolando após ter deixado um paciente no hospital. Imediatamente após a decolagem, a aeronave começou a girar e, em seguida, caiu, disse ele. O acidente ocorreu em 09/04/2014 por volta das 17h45 (local).

Fonte: ABQ

Serviço aeromédico do Estado do Paraná ganha reforço de um avião UTI e um helicóptero

Paraná – A população paranaense contará com mais duas aeronaves exclusivas para atendimentos na área da saúde. Um novo helicóptero, que ficará baseado em Cascavel, atuando em conjunto com o Samu Oeste para fortalecer a Rede Paraná Urgência na região, e um avião de UTI Móvel, que ficará em Curitiba, à disposição de todas as regiões do Estado. O contrato de prestação de serviços com a empresa vencedora da licitação foi assinado pelo governador Beto Richa nesta quarta-feira (15/01/14), em Curitiba.

Serviço aeromédico do Estado ganha reforço de um avião UTI e um helicóptero

“É a modernização e humanização de um serviço essencial para a população, prestado com agilidade e qualidade”, afirmou o governador na solenidade, realizada no hangar da Casa Militar do aeroporto do Bacacheri. Participaram o chefe da Casa Militar do Paraná, coronel Adilson Castilho Casitas, e o prefeito de Cascavel, Edgar Bueno.

“Cumprimos um compromisso com os paranaenses de instalar bases para resgate aéreo de pessoas em situação de urgência e para transporte de órgãos a serem transplantado. Todos sabemos que para uma pessoa em situação de urgência cada minuto é precioso”, disse Richa. O governador informou que além de Cascavel e Londrina, que foi o primeiro município a receber aeronave para prestar os serviços aeromédico e de segurança pública, outras cidades terão esse serviço para a área da saúde. “Muitas vidas foram preservadas nos últimos três anos com a utilização da frota aérea do Estado”, disse Richa.

MAIS AGILIDADE – Atualmente, os serviços aeromédicos (transporte de pacientes e órgãos) são realizados pelos três aviões e um helicóptero do Governo do Estado. O governador destacou que cerca de 70% dos deslocamentos destas aeronaves são para o atendimento de situações de emergência na área da saúde. Quando necessário, são utilizados também os quatro helicópteros do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA, antigo Graer). “Colocamos este serviço a disposição dos paranaenses”, acrescentou o governador. As duas aeronaves agora contratadas pelo governo irão reforçar o atendimento.

Serviço aeromédico do Estado ganha reforço de um avião UTI e um helicóptero

O secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, disse que o avião está em operação há uma semana e já transportou neste período oito pacientes. O serviço de UTI aérea funcionará 24 horas. “Esse serviço significa a qualificação do sistema de saúde no Paraná, uma assistência com segurança para os pacientes que mais precisam”, afirmou Caputo.

O secretário lembrou, ainda, que o Samu Oeste, em funcionamento há dois meses em Cascavel, já realizou mais de seis mil atendimentos. “Com o auxílio do helicóptero, vamos dar ainda mais agilidade ao atendimento à população da região”, ressaltou o secretário.

O prefeito de Cascavel, Edgar Bueno, disse que a instalação da base aérea no município demonstra respeito à população e a preocupação com a qualidade do serviço. “A saúde pública da região Oeste vai melhorar e vamos ter condições de salvar muitas vidas, principalmente em pequenos municípios”, disse o prefeito.

Serviço aeromédico do Estado ganha reforço de um avião UTI e um helicóptero

MAIS QUALIDADE – A empresa que prestará o serviço é a Helisul Táxi Aéreo Ltda. O avião, modelo King Air 200, terá base em Curitiba para fazer o transporte aéreo de pacientes críticos, que necessitem de transferência para centros médicos especializados. O serviço é 24 horas e atenderá todo o Paraná. Se necessário, poderá, inclusive, fazer transferências de pacientes para todo o território nacional e no Mercosul. A aeronave tem capacidade para transportar até duas macas com mais quatro lugares, além de piloto e co-piloto.

O helicóptero, modelo Esquilo AS 350, operará com o Samu Oeste, em Cascavel, e vai atender um raio de 250 quilômetros em operações diurnas. Abrange as regiões de Cascavel, Foz do Iguaçu, Toledo, Umuarama, Guarapuava, Campo Mourão, Cianorte, Pato Branco e Francisco Beltrão, totalizando 171 municípios. A configuração do helicóptero é para um paciente, médico, enfermeiro e piloto. Os dois serviços irão atender a demanda exclusiva de pacientes cadastrados no serviço público de saúde, gerenciados pela Central Estadual de Regulação.

Participaram da solenidade de assinatura de contrato com a empresa prestadora do serviço o secretário estadual da Agricultura e Abastecimento, Norberto Ortigara; o diretor do Detran, Marcos Traad; o líder do governo na Assembleia Legislativa, deputador Ademar Traiano, e os deputados estaduais Alexandre Curi, André Bueno, Leonaldo Paranhos; o gerente de contratos da Helisul, Edgar Nunes.

Confira as fotos:

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

Governo do Piauí lança Samu Aéreo como referência nacional

Portal Só Notícias
Fotos: Thiago Amaral – CComPI

O governador do Piauí, Wilson Martins, e o secretário de Estado da Saúde, Ernani Maia, lançaram, oficialmente, na manhã desta terça-feira (28/05), o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Aéreo, que já inicia os trabalhos no próximo mês e se torna uma referência nacional nesse tipo de assistência em saúde, já que o Piauí é o primeiro estado do país a utilizar aviões como meio de transporte de pacientes, enquanto em outros estados, a exemplo de Pernambuco, o serviço é feito com helicópteros.

Lançamento SAMU - Piauí

O Samu Aéreo do Piauí também já se tornou uma referência em saúde pela qualidade na equipe de profissionais e na estrutura montada – UTI completa – nas duas aeronaves que foram destinadas para o serviço.

Inicialmente, sete médicos e sete enfermeiros – que foram capacitados por profissionais que são referência na área, vindos de Brasília (DF), realizarão os serviços em regime de plantões diários de 12h, das 6h às 18h, numa rede organizada que garantirá a melhor e mais eficiente assistência ao usuário. Esse, por sua vez, terá seu atendimento iniciado ainda em sua cidade de origem, que analisará a necessidade do transporte aeromédico e acionará o serviço em Teresina, garantindo o atendimento adequado nos hospitais de referência em média e alta complexidade da capital, após o voo da cidade-polo para Teresina.

Secretários de Estado, deputados, prefeitos e profissionais de saúde compareceram ao evento, que aconteceu no Hangar do Governo. O governador realizou um voo-teste a bordo de uma das aeronaves, acompanhado da coordenadora estadual do Samu, Christianne Rocha, e do superintendente de Relações Institucionais e Sociais, Pompílio Evaristo, ilustrando o funcionamento interno do serviço durante o sobrevoo.

“Aos moldes do Piauí, não existe nenhum Samu Aéreo no Brasil. Este nosso novo serviço foi criado pela inteligência da nossa equipe, que lutou por esta realização, a fim de salvar a vida das pessoas de uma forma mais ágil, seguindo um protocolo necessário e toda a segurança estabelecida pelo serviço. É como se tivéssemos um plano de saúde particular para todos os piauienses que precisarem de uma UTI no ar”, enfatizou o governador durante a solenidade.

Foram investidos pelo Governo do Piauí cerca de R$200 mil, entre a locação da aeronave, capacitação dos profissionais, aquisição de materiais, equipamentos e uniformes. O Samu Aéreo contará com duas aeronaves, sendo que, inicialmente, apenas uma delas será utilizada, além de uma ambulância de suporte básico, que fará o apoio em terra, para receber os pacientes que virão através do transporte aéreo.

O avião, tipo Seneca, é equipado com desfibrilador automático, oxímetro de pulso, ked para imobilização da coluna cervical, talas de imobilização, colares cervicais, pranchas com imobilizadores laterais, além de cardioversor, ventilador mecânico com monitor cardíaco, bomba de infusão, Sonar (para detecção dos batimentos cardio fetais) e incubadora de transporte.

Para o secretário da Saúde o lançamento do Samu Aéreo preenche um dos itens mais importantes que dão sustentação ao Sistema Único de Saúde (SUS): a integralidade na assistência. “O Samu compõe essa integralidade na parte pré-hospitalar nos casos em que o tempo é o definidor entre a vida e a morte. Com este novo serviço teremos outro ganho importante: além de salvar vidas e acudir, também promoveremos uma educação e uma conscientização voltada para a população”, frisou.

A vice-prefeita do município de Curimatá, Maria das Neves Jacobina, participou do lançamento do Samu Aéreo e fez questão de ressaltar a importância do novo serviço. “Esta é, de fato, uma conquista definitiva, um avanço muito importante. Nós moramos a cerca de 800 quilômetros da capital: imagina ter que socorrer uma vítima em estado gravíssimo e ainda transportar para Teresina de carro ou de ambulância! Agora, felizmente, temos essa importante alternativa para salvar vidas. Ao voltar para Curimatá vou fazer questão de repassar aos nossos moradores essa grande e feliz notícia”, disse.

Ainda durante a solenidade, o governador e o secretário assinaram os termos de posse dos novos médicos que atuarão no Samu Aéreo. Os profissionais são oriundos do concurso público da Secretaria de Estado da Saúde (Sesapi) realizado em 2012.

Acidente com Bell 407 aeromédico em Iowa/EUA

Três pessoas morreram devido a queda de um helicóptero Bell 407 em um campo nevado no norte do estado de Iowa, nos Estados Unidos. O helicóptero caiu por volta das 21h de quarta-feira(2/1/13), logo depois de decolar do Mercy Medical Center-North Iowa, na cidade de Mason, para uma missão de remoção aeromédica de um paciente em Emmetsburg, cerca de 78 quilômetros a oeste do local da queda.

Entre as vítimas fatais estavam a enfermeira de voo Shelly-Toca Langenbau, o paramédico Russell Piehl e o piloto Gene Grell. Funcionários de Mercy Medical Center North Iowa e Med-Trans Corporation (operadora da aeronave) realizaram uma coletiva de imprensa para divulgar informações sobre o acidente.

Segundo a Med-Trans, o helicóptero, que era um Bell 407, estava com todas suas inspeções em dia. O helicóptero também era equipado com vários dispositivos de segurança, incluindo óculos de visão noturna e sistemas de alerta do terreno.  As causas do acidente ainda são desconhecidas. O FAA e o NTSB estão no local participando da investigação.

Gregg Piehl, irmão do paramédico falecido, divulgou um comunicado para a imprensa, dizendo:

“Meu irmão Russ morreu ontem à noite fazendo o que ele mais gostava de fazer neste mundo. 

Ele estava a bordo de um helicóptero aeromédico a caminho para ajudar alguém em necessidade, quando a aeronave caiu. 

Quantos de nós deixa de viver nossas vidas fazendo o que amamos? 

Ele me disse mais de uma vez que este era o plano de Deus para ele, enquanto nesta terra.

Fonte: WHOtv.com

Serviços aeromédicos: História dos Serviços Aeromédicos nos Estados Unidos – Parte 2

Em 1926, o Corpo Aéreo do Exército dos Estados Unidos usou um aeroplano convertido para transportar pacientes da Nicarágua até um hospital do Exército no Panamá, a 150 milhas de distância. O uso militar de aeronaves no resgate aeromédico data da Segunda Guerra Mundial, pois fez a primeira evacuação aérea de soldados norte-americanos do local, em Burma.

A missão de evacuação médica de rotina de helicópteros, no entanto, surgiu não intencionalmente durante o conflito com a Coréia nos anos 50. Em razão das estradas na área de combate da Coréia serem freqüentemente desordenadas e indiretas, não se podia confiar nelas para a rápida e segura evacuação das tropas para as unidades cirúrgicas de campo. Ao invés disso, helicópteros em outras missões podiam ser redirecionados para pegar os criticamente feridos e voar rápida e tranqüilamente, freqüentemente em tempo de beneficiar-se do atendimento cirúrgico, salvando vidas ou membros do corpo.

O Exército, vendo esta vantagem sobre o transporte aéreo, rapidamente começou a testar helicópteros médicos dedicados. Durante o curso da guerra, mais 22.000 tropas foram evacuadas por helicóptero. É observado que a rápida e tranqüila evacuação e a habilidade especializada oferecida por cirurgiões visitando centenas de pacientes nos hospitais de campo, contribuiu para uma taxa de mortalidade reduzida de soldados feridos, hospitalizados, comparado com guerras anteriores.

O conflito no Vietnã trouxe mais sofisticação ao mesmo conceito geral; evacuação aérea rápida e tranqüila dos feridos  para a cirurgia de campo e para estabilização. A aeronave mudou, conforme mudaram as capacidades médicas. O atendimento de emergência em campo e a rápida evacuação para mais e 800.000 tropas reduziram ainda mais a mortalidade em guerras longas.

Um tema da Primeira Guerra Mundial até o Vietnã começou a repetir: estabilizar os soldados criticamente feridos no campo, proporcionar atendimento avançado em rota, e levar o paciente a um cirurgião qualificado em trauma em menos de uma hora, e a extensão e impacto do ferimento, incluindo a proximidade da morte, podem ser reduzidos.

Em 1966, o documento de referência da Academia Nacional de Ciências Morte Acidental e Incapacidade: A Doença Negligenciada da Sociedade Moderna destacou o profundo impacto da morte e incapacidade causadas por ferimento, particularmente acidentes automobilísticos. É ainda descrita uma falta de resposta coordenada ao ferimento, incluindo a observação que os “Helicópteros ambulância não foram adaptados às necessidades dos civis em tempos de paz”.

O documento da Academia Nacional de Ciências contribuiu substancialmente para o desenvolvimento do moderno Sistema EMS (Serviço Médico de Emergência) e seu subsistema de atendimento de trauma. Seu impacto foi composto pela influência de unidades militares em retorno e pilotos de helicóptero e médicos militares liberados da execução da lei e outros cargos de vôo com segurança.

Isto levou à adaptação de dupla finalidade de helicópteros militares e públicos para a evacuação de civis feridos, tais como o programa de Assistência Militar à Segurança e Tráfico (MAST), estabelecido em 1970, e o programa de aviação da Polícia do Estado de Maryland que, em março de 1970, tornou-se “a primeira agência civil a transportar paciente com trauma criticamente ferido por helicóptero”. O primeiro serviço de helicóptero médico baseado em hospital civil foi estabelecido em 1972, no Hospital St. Anthony, em Denver, Colorado.

Em 1980, cerca de 32 programas de serviços médicos de emergência por helicóptero (HEMS) com 39 helicópteros estavam voando, atendendo mais de 17.000 pacientes por ano. Em 1990, isto cresceu para 174 serviços com 231 helicópteros voando, transportando cerca de 160.000 pacientes.

Dez anos mais tarde, 231 serviços de helicóptero com 400 aeronaves estavam voando, com 203.000 pacientes por ano. Em 2005, 272 serviços operando 753 helicópteros e 150 aviões dedicados estavam em operação. Há agora aproximadamente meio milhão de helicópteros e transportes por avião a cada ano.

Historicamente, o serviço de EMS típico por helicóptero tem sido operado por uma afiliada a um hospital com uma ou duas aeronaves. Na década passada, muitos destes serviços se tornaram recursos independentes baseados na comunidade, com afiliações a hospitais.

O rápido crescimento do AMS, particularmente no final dos anos 80, e novamente nos últimos cinco anos, pode ser atribuído a mudanças no sistema de assistência médica geral. A necessidade de transportar com rapidez pacientes criticamente feridos para atendimento cirúrgico, colocou o AMS em evidência (principalmente helicópteros dedicados).

Em anos mais recentes, o fechamento de hospitais rurais em razão de reembolso e outras pressões financeiras, ou sua conversão em Hospitais de Acesso Crítico (CAHs) com serviços reduzidos e poucos médicos especialistas, criou grandes lacunas geográficas na disponibilidade de recursos cirúrgicos especializados. Infelizmente, estas áreas rurais são também o local dos acidentes automobilísticos mais sérios e são onde ocorrem 60% dos acidentes fatais nos EUA, uma taxa de quase o dobro de acidentes similares em áreas suburbanas ou urbanas.

O uso de avião com equipes médicas qualificadas ajuda a preencher estas lacunas e melhorar o acesso à assistência especializada. Como os tratamentos médicos mais dependentes do tempo (por ex., medicamentos para “eliminação de coágulo”, angioplastia ou cirurgia para ataques cardíacos ou derrames) mostraram melhorar os resultados do paciente, a ausência de assistência e médicos especialistas nas mesmas áreas continua a contribuir para o aumento do uso de aviões para levar pacientes rapidamente para estes tratamentos de salvamento de vida em hospitais de especialidade.

Fonte: MedEvac

Serviços aeromédicos: acesso ao futuro da assistência de saúde – Parte 1

O uso de serviços médicos aéreos (AMS) tornou-se um componente essencial do sistema de assistência médica. O transporte aeromédico, adequadamente usado, salva vidas e reduz o custo da assistência médica.

Isso é feito pela minimização do tempo gasto com doenças e ferimentos críticos fora de um hospital, trazendo mais capacidade médica ao paciente do que o normalmente proporcionado pelo serviço médico de emergência terrestre, e levando rapidamente o paciente aos cuidados da especialidade certa.

Helicópteros e aviões de resgate são unidades móveis de cuidados intensivos de emergência utilizados para os pacientes cujas vidas dependem do rápido atendimento e transporte.

Embora o AMS possa parecer caro em comparação ao serviço de ambulância terrestre, os benefícios por trás dos custos, em uma base individual e ampla do sistema, mostra que ele tem boa relação custo-benefício. A imagem de um helicóptero na cena de um acidente automobilístico evoca visões não apenas do poder de salvar vidas dos serviços aeromédicos, mas também dos riscos do ambiente no qual eles voam. Ainda o atendimento médico ao paciente e transporte, realmente, prometem menos riscos ao paciente que a estada do paciente no hospital.

“Tempo é tecido humano” é um ditado que significa que a morte e incapacidade por ferimentos graves, ataques do coração, derrames, complicações médicas e cirúrgicas, e outras condições dependentes do tempo, freqüentemente,  podem ser evitadas se o atendimento certo for fornecido rapidamente.

O AMS é um meio para unir a geografia e o tempo. Conforme a tecnologia fornece novo atendimento sensível ao tempo, aumentará a necessidade de AMS. Como os custos do sistema de atendimento médico continuam a subir, e a disponibilidade do atendimento médico de rotina em comunidades rurais é colocada em risco, o AMS terá um papel cada vez mais importante na entrega de atendimento médico.

Nestes dias de grande preocupação sobre segurança e prontidão para emergência, os serviços médicos aéreos fornecem um recurso médico valioso que pode transportar pacientes e equipe médica em longas distâncias, e também transportar equipamentos e suprimentos médicos da(s) área(s) afetada(s).

A recente experiência dos furacões Ivan, Katrina e Rita ilustra o papel essencial do AMS na avaliação de crianças e adultos criticamente doentes e feridos em hospitais e instalações de enfermagem, assim como o fornecimento de suporte direto in loco às equipes de gerenciamento de desastre. Sem uma resposta imediata e massiva do AMS, tanto dos helicópteros e aviões aeromédicos na Costa do Golfo, centenas de vidas adicionais seriam colocadas em risco ou mesmo perdidas.

Os recursos médicos aéreos integrados são um componente essencial dos sistemas EMS (Serviço Médico de Emergência) contemporâneos. Atualmente, pressões financeiras, questões de seguro, mudança nos regulamentos federais e concorrência estão forçando mudanças, consolidação e em muitos casos, serviços reduzidos ou encerramento de departamentos de emergência, centros de trauma, hospitais e médicos especialistas.

Estes fatores contribuíram para o aumento do uso de AMS para mover pacientes a centros de especialidade, particularmente das áreas remotas. Como com o EMS em geral, houve uma falta geral de planejamento do sistema de supervisão e projeto para guiar o desenvolvimento e implementação de AMS necessário.

Mecanismos que podem fornecer tal orientação, tais como o EMS estadual ou regulamentos de saúde, certificado de processos de necessidade (CON) e regulamentos da aviação e assistência médica, algumas vezes, conflitam um com o outro, estabelecendo uma mistura de obstáculos não coordenados aos fornecedores de AMS.

Este papel estabelece o desenvolvimento histórico e a prática contemporânea de medicina aérea, servindo como uma estrutura de recursos para os fazedores de política e agências regulatórias encarregadas da garantia de fornecimento de serviços médicos aéreos de alta qualidade ao público.

Fonte: Texto adaptado pelo site Resgate Aeromédico de MedEvac.

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