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Transporte de órgão

Zona da Mata de Minas Gerais apresenta queda em transplantes de órgãos e tecidos

Minas Gerais – O número de transplantes realizados em Minas Gerais diminuiu cerca de 20% entre janeiro e junho de 2016, em comparação com o mesmo período de 2015. Os dados são da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) e, na Zona da Mata, são ainda mais drásticos – a queda foi superior a 26%.

Nos seis primeiros meses de 2015, foram registrados pelo Governo do Estado 95 transplantes na região, 25 a menos que em 2016, quando 70 procedimentos foram feitos.

Os números preocupam as autoridades, que precisam lutar a favor da informação e contra mitos e crenças. “Há um aumento da recusa familiar, que é feita muitas vezes por tabus religiosos, medo de mutilação do corpo e desconhecimento de que o diagnóstico de morte encefálica, necessário para a doação, é seguro e irreversível”, explicou o diretor do MG Transplantes, responsável pela coordenação da política de transplante de órgãos e tecidos no estado, Omar Lopes Cançado.

Helicóptero da Polícia Civil de Minas

No primeiro semestre deste ano, foram realizados 932 transplantes em todo o estado. A maioria deles, de córnea, que beneficiaram 540 pessoas. Em seguida, na lista dos procedimentos, aparecem os de rim, com 253 cirurgias; os de medula óssea, com 48 transplantes; e os de fígado, com 44.

Na Zona da Mata, a estatística é semelhante. Até o dia 30 de junho, 35 córneas foram transplantadas, assim como 19 rins. Foram 14 procedimentos para troca de medula óssea e um caso de transplante de fígado. Na região, ainda houve um transplantes de esclera, tecido que reveste o globo ocular.

Para tentar aumentar o índice de doações, a logística aérea tem sido cada vez mais estimulada no Estado. Em casos específicos, o tempo é um fator crucial para que órgãos e tecidos cheguem ao hospital de destino em bom estado de conservação. Por isso, em 2016, 25 aeronaves coorporativas foram utilizadas.

“Dependemos diretamente do tempo para o sucesso das operações, já que os órgãos não podem ficar muito tempo sem circulação sanguínea. Assim, precisamos desta logística para realizar o transporte rápido e adequado de doações”, ressaltou Cançado.

Helicóptero do Bombeiro de Minas

Trata-se de aeronaves do Batalhão de Rádio Patrulhamento Aéreo da Polícia Militar (PM), do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros, do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil e equipamentos operados pelo Gabinete Militar do governador de Minas Gerais. Todas estão disponíveis 24 horas por dia, todos os dias da semana.

O mês de julho começou com 3.096 pessoas na lista de espera de doações, aguardando algum órgão em Minas Gerais. No caso de medula óssea, por exemplo, a probabilidade de encontrar um doador compatível é de um em cada 100 mil. Por isso, é extremamente necessário que os cadastros no MG Transplante estejam sempre atualizados.

O sistema de transplantes no Brasil é praticamente todo gerido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), isento de qualquer tipo de taxa. Para ser um doador, basta que a pessoa comunique a decisão aos familiares, que podem autorizar as doações dos órgãos. Não é preciso deixar nada por escrito e nenhum registro em documento de identificação. Um doador pode beneficiar até 10 pessoas na fila de espera.

Em todo o estado, funcionam seis centrais do MG Transplante. A de Juiz de Fora fica na sede da Santa Casa de Misericórdia, na Avenida Barão do Rio Branco, nº 3.535, no Bairro Passos. Outras informações estão disponíveis pelo telefone (32) 3229-2392, através do site da Fhemig ou pelo e-mail [email protected] e [email protected].

Helicóptero da Polícia Militar de Minas

Fonte: G1.

Águia 18 transporta paciente até o HC para cirurgia de transplante de fígado

São Paulo – No dia 18/07, às 10:00, Daniel de Oliveira Puestes de 30 anos, recebeu uma ligação da Central de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde, informando que havia um fígado compatível para ele e que deveria chegar no Hospital das Clínicas de São Paulo até as 14:00, sob o risco de perder a cirurgia. Daniel estava há 4 anos na lista de espera para um transplante de fígado.

Residente em Itapeva, interior de São Paulo, a cerca de 290 quilômetros da capital, Daniel conseguiu o apoio de uma ambulância para o transporte, mas não conseguiriam chegar a tempo ao Hospital das Clínicas.

A Polícia Militar foi acionada e direcionou a ambulância até a Base de Radiopatrulha Aérea de Sorocaba. Daniel embarcou no helicóptero Águia 18 e foi transportado até o Hospital das Clínicas. O Águia pousou às 13:37 e o paciente foi entregue aos cuidados da equipe médica do HC para o transplante.

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Comunicação Social GRPAe

Em apenas um dia de trabalho o Grupamento Aéreo faz dois resgates e um transporte de órgão

São Paulo – O Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar realizou no dia 09/07, três importantes missões aeromédicas.

A equipe de voo do Águia 13 escalada para atuar nas operações aéreas de resgate aeromédico em São Paulo e região metropolitana, por volta das 11:00, realizou resgate de um motociclista que colidiu com uma Van pela Avenida Giovanni Gronchi, no Morumbi.

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Foi feito o pouso na avenida e o resgate ao Hospital Geral de Guarulhos. No momento em que pousou no Hospital Geral de Guarulhos, a equipe foi acionada novamente para o resgate de um andarilho, vítima de atropelamento no km 22 da Rodovia Castelo Branco.

Dessa vez o pouso ocorreu na rodovia e o resgate ao Hospital Mário Covas, em Santo André. No período da tarde, por volta das 16:45, a mesma equipe realizou mais um transporte de órgão humano (fígado) do Aeroporto Internacional de Guarulhos ao Hospital das Clínicas de São Paulo. O órgão foi trazido de Salvador – Bahia, pela Força Aérea Brasileira (FAB).

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Fotos: Divulgação.

Equipe do Águia 31 realiza transporte de coração

São Paulo – No dia 30/06, por volta das 12:30, a equipe do Águia 31 (helicóptero biturbina EC 135), da Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou mais uma importante missão de transporte de órgão humano (TOH).

Um coração foi transportado pela equipe composta pelo Coronel PM Falconi (Piloto), Major PM Said (Co-piloto), 1º Sargento PM Françozo (Tripulante) e Cabo PM Rocha (Enfermeiro), do Hospital Santa Marcelina, para o Hospital Albert Einstein em São Paulo.

O tempo de voo foi de aproximadamente 10 minutos. O Grupamento de Radiopatrulha Aérea já realizou 37 (trinta e seis) missões bem sucedidas de transporte de órgão em 2016.

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Águia da PM de Santa Catarina faz transporte de órgãos e ajuda a salvar vidas

Santa Catarina – Uma equipe do Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BAPM) realizou, na tarde desta quinta-feira (7), um transporte de órgãos do hospital Regional de Rio do Sul para a Capital, Florianópolis.

A ação foi solicitada pela Central de Transplantes da Secretaria de Saúde de Santa Catarina e cumprida por policiais da unidade especializada da PM, que fizeram o transporte de um fígado, rins, globos oculares e linfonodos.

Ações como esta precisam ser realizadas rapidamente, pois os órgãos resistem por um determinado tempo fora do corpo humano. Os helicópteros Águia da Polícia Militar garantem rapidez nesse tipo de transporte.

O helicóptero pousou no campo do 13º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Rio do Sul, seguindo para o heliponto do Hospital Regional. Os órgãos foram rapidamente coletados e por volta das 13h a guarnição retornou à Capital.

Águia da PM faz transporte de órgãos e ajuda a salvar vidas

Fonte: PMSC, por Jerusa Fronza.

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