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Transporte de órgãos

Em ação integrada, aviões são usados para socorrer paciente em Araçuaí e captar órgãos em Pouso Alegre, MG

Minas Gerais – Na tarde de terça feira (08), o Comando de Aviação do Estado (Comave) da PM realizou o transporte de órgãos vitais para 4 pessoas que aguardam na fila para transplante. Dentre eles um coração que foi trazido de Pouso Alegre para Belo Horizonte. Também foi realizado o transporte aeromédico de um paciente grave de Araçuaí para Diamantina.

Em ação integrada avião King Air C90, Pégasus 16, da Polícia Militar foi usado para socorrer paciente em Araçuaí, MG. Foto: Comave PMMG.

Um grande esquema de transporte aéreo foi organizado. Um homem de Araçuaí que precisava de atendimento médico especializado foi transportado para Diamantina no avião King Air C90, Pégasus 16, da Polícia Militar.

A remoção foi solicitada pela Secretaria de Estado da Saúde que atua em parceria com a Polícia Militar. O transporte aeromédico foi realizado pelo SAMU de Diamantina que deslocou médicos e enfermeiros para realizar o atendimento a bordo da aeronave.

Também na tarde de terça, uma equipe do MG Transplantes decolou de Belo Horizonte com destino a Pouso Alegre para coletar coração, córneas, fígado e rins que atenderam 4 pessoas que aguardavam na fila de transplantes de órgãos vitais.

A equipe médica foi transportada na aeronave Sêneca da Secretaria de Agricultura e tripulada por pilotos da Polícia Militar. Após o pouso em Belo Horizonte os órgãos foram transportados no helicóptero da PM até o hospital João XXIII.

O novo modelo de emprego das aeronaves implantado pelo Comando de Aviação do Estado (Comave) da PMMG permite utilizar a rapidez dos aviões e a versatilidade dos helicópteros. As aeronaves da PM, da Secretaria de Meio Ambiente (SEMAD), da Secretaria de Agricultura, são operadas pelo Comave para o transporte de tropa, enfermos, órgãos vitais, medicamentos, insumos de Defesa Civil, levando ajuda rapidamente aos que necessitam.

Em ação integrada avião Sêneca foi usado para captar órgãos em Pouso Alegre, MG. Foto: Comave PMMG.

Chapecó: Batalhão de Operações Aéreas atua em transporte de órgãos

Santa Catarina – A aeronave Arcanjo 04 foi acionada pela SC Transplantes no dia 16/10 para prestar apoio à equipe de captação de órgãos do estado. Durante a madrugada, dois rins e um fígado foram captados na cidade de Concórdia e necessitaram do transporte com urgência para as cidades de Blumenau e Florianópolis.

Chapecó: Batalhão de Operações Aéreas atua em transporte de órgãos
Chapecó: Batalhão de Operações Aéreas atua em transporte de órgãos

Por conta do mau tempo na região, a aeronave pousou em Navegantes, distante cerca de 54 km de Blumenau. No aeroporto, um veículo da SC Transplantes já aguardava um dos órgãos e realizou o transporte terrestre até o destino final. Em seguida, o Arcanjo 04 decolou para Florianópolis, cidade em que a equipe desembarcou e realizou a entrega dos demais órgãos.

O transporte dos órgãos captados provavelmente não teria ocorrido sem a utilização da aeronave, pois a viabilidade das doações depende significativamente do tempo desde a captação até o transplante ao receptor.

A localização da base aérea do Arcanjo 04, em Chapecó, favorece a dinâmica de captação e transporte de órgãos. O local atende de maneira rápida e eficaz uma considerável região, potencializando ainda mais o sistema de doação e transplantes de órgãos.

Foto: Tenente BM Leonardo Ecco
Centro de Comunicação Social

PM em Sorocaba usa o Águia para levar coração à capital paulista para transplante

São Paulo – A equipe do helicóptero Águia da Polícia Militar em Sorocaba (SP) ajudou a fazer o transporte de órgão no domingo (10) para um transplante na capital paulista. Segundo a PM, a corporação recebeu um pedido da Secretaria de Saúde para fazer o transporte de um coração que foi captado no Hospital Regional de Sorocaba.

A doadora era uma jovem, de 19 anos, informou a PM. A causa da morte não foi informada. O receptor é um rapaz de 18 anos, que está internado no Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo. Segundo a Polícia Militar, com o uso do Águia, entre decolagem em Sorocaba e pouso em São Paulo foram 30 minutos, tempo que ajudou a manter o órgão em boas condições.

O Hospital em São Paulo informou que o transporte foi bem sucedido e que o rapaz que recebeu o coração ainda estava, até 18h30, em cirurgia. O procedimento começou por volta das 10h30.

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Fonte: G1

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná

Paraná – A Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná foi acionada pela Central de Transplantes na noite de segunda feira (11) para uma possível remoção de órgãos em Londrina. Após confirmada a missão, foi coordenado jundo ao DTCEA-BI a decolagem do Resgate 03 (Cessna 208B Grand Caravan), após o horário de fechamento do Bacacheri.

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná
Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar auxilia no traslado de 10 órgãos no interior do Paraná.

Por volta da meia-noite de segunda para terça feira, o Caravan com a equipe médica pousou em londrina, prosseguindo ao Hospital para realizar a captação. Eram dois doadores de 20 anos de idade, totalizando 10 órgãos, entre eles 01 Coração, 02 Pulmões, 02 fígados, 04 rins e 01 Pâncreas.

Logo pela manhã o coração veio para Curitiba com o apoio da FAB em uma Aeronave VU-35 (Learjet 35). Chegando no aeroporto, o órgão foi embarcado no helicóptero Falcão 03 do BPMOA e levado ao Hospital Angelina Caron.

O Pulmão seguiu para Porto alegre com a aeronave da FAB. Finalizada a captação, a equipe médica, juntamente com os demais órgãos captados retornaram para Curitiba com o Caravan da Casa Militar, de onde seguiram até o hospital de carro.

Acompanhe a rotina da Seção pelo instagram oficial: @transporteaereocm

Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante

Paraná – No período de 11 a 22 de maio, a Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná realizou diversas missões de transporte de equipes médicas para captação de 02 corações, 10 fígados, 18 rins, 03 pâncreas e 04 baços, totalizando 37 órgãos. Para os transportes foram utilizados os aviões Embraer EMB810 “Seneca”, PP-EUS e PP-EIK.

Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante
Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante

Na sexta-feira (11) a equipe apoiou a captação de dois rins em Cornélio Procópio, levando-os para Curitiba. No Sábado (12), foi realizada a captação de um coração, figado e rins em Foz do Iguaçu. O coração foi levado para Pato Branco e o fígado e rins foram transportados para Curitiba.

No domingo (13), com apoio do STA, as equipes médicas realizaram a captação de dois fígados e quatro rins, com destino a Curitiba. No aeroporto, a equipe e órgãos seguiram com o helicóptero Falcão do Batalhão de Operação Aéreas da Polícia Militar (BPMOA) para o hospital do Rocio, em Campo Largo.

Na quarta-feira (16) houve a captação de fígado, rins e pâncreas em Cascavel. Na quinta-feira (17), a equipe transportou dois baços para Londrina e retornou com fígado, rins e mais dois baços. Na sexta-feira (18) a equipe fez captação de um fígado em Florianópolis, transportando para Curitiba, onde um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal aguardava para levar ao hospital do Rocio.

Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante
Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante

No sábado (19), houve o transporte de fígado e rins de Campo Mourão e de Cianorte foram transportados figado, rins, pâncreas e coração. Nesse transporte houve o apoio do avião Falcão 06 (Baron) do Batalhão de Aviação da Polícia Militar (BPMOA). Os órgãos de Campo Mourão e Cianorte foram levados para Curitiba.

Na segunda (21), houve a captação de figado, rins e pâncreas na cidade de Londrina para Curitiba. Na terça-feira (22), mais um fígado foi captado em Cianorte e levado para Curitiba. Foram 11 dias dedicados ao transporte de equipe médicas e de órgãos para transplantes.

A Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná opera atualmente, um C-208B Grand Caravan, dois aviões Seneca III, um avião King Air 350 da COPEL (empresa de energia) e um helicóptero EC130B4.

Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante
Em duas semanas a Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transportou 37 órgãos para transplante.

Aviação do Estado de Minas e MG Transplantes realizam megaoperação para captação de órgãos no interior do Estado

Minas Gerais – Na manhã da sexta-feira (11), às 05h30, o avião Pégasus 15 (monomotor Cessna Centurion II) da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) decolou de Belo Horizonte MG com destino a Uberaba para embarcar equipe médica especializada em transplantes de rins e transportá-la até o município de Patos de Minas, onde seria realizada a captação.

O pouso em Uberaba ocorreu às 07h10 e enquanto a equipe médica e materiais eram embarcados na aeronave, outra equipe especializada em transplante de coração decolava de Belo Horizonte, também com destino à Patos de Minas, a bordo do avião Carcará 03 (monomotor Embraer EMB-721) da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Ambos aviões pousaram no Aeroporto de Patos de Minas por volta das 08h45 de onde as equipes médicas seguiram para o hospital onde seriam feitas as captações.

Aviação do Estado de Minas e MG Transplantes realizam megaoperação para captação de órgãos no interior do Estado
Aviação do Estado de Minas e MG Transplantes realizam megaoperação para captação de órgãos no interior do Estado.

Após a retirada do coração a equipe médica deslocou-se para o Aeroporto de Patos de Minas decolando às 13h00 a bordo do Pégasus 15, pousando no Aeroporto da Pampulha às 14h00.

Desembarcando do avião, a equipe médica embarcou no helicóptero Pégasus 11 (monomotor Esquilo) da PMMG e seguiu até o Hospital João XXIII, chegando ao seu destino com o coração a ser transplantado às 14h10min.

Nesse mesmo horário a equipe médica que retirava rins, fígado e córneas finalizava os procedimentos e seguia para o Aeroporto de Patos de Minas, decolando a bordo do Carcará 03 às 15h00, pousando em Uberaba as 15h40min.

De lá a equipe médica seguiu para a realização do transplante dos rins enquanto o fígado e as córneas seguiram a bordo do Carcará 03 para Belo Horizonte. O pouco ocorreu às 17h45min e os órgãos seguiram para os hospitais de destino.

O sucesso na captação só foi possível graças a um eficiente planejamento e cuidadosa coordenação das equipes envolvidas, uma vez que as distâncias a serem percorridas poderiam inviabilizar a captação, cuja mobilização possibilitou a retirada de 06 órgãos vitais para transplantes.

O dia que começou com a esperança de pacientes que aguardavam na fila de espera para terem seus órgãos transplantados, encerrou-se com a esperança de uma vida melhor.

Doe órgãos, doe vida!

Fonte: Comando de Aviação do Estado.

MG Transplantes e COMAVE realizam transporte de órgãos do interior de Minas para Belo Horizonte

Minas Gerais – No início da manhã de quarta-feira (25) equipes do MG Transplantes e Comando de Aviação do Estado (COMAVE) mobilizaram-se para atender duas captações de órgãos vitais nos municípios de Uberlândia e Divinópolis.

Pela manhã um avião King Air da Polícia Militar deslocou para o triângulo mineiro com uma equipe médica onde foi captado um fígado. Assim que retornaram de Uberlândia, por volta das 16h00, a mesma aeronave foi empregada no transporte de outras duas equipes médicas até o centro oeste mineiro para a captação de 01 fígado, 02 Rins e córneas. Os órgãos chegaram na capital mineira por volta das 22h00.

MG Transplantes e COMAVE realizam em um só dia dois transportes de órgãos do interior de Minas para Belo Horizonte
MG Transplantes e COMAVE realizam em um só dia dois transportes de órgãos do interior de Minas para Belo Horizonte.

Segundo o Registro Brasileiro de Transplantes 2017, publicado pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) o Brasil é o segundo maior programa de transplantes do mundo.

Nesse registro, Minas Gerais aparece como segundo Estado a transplantar mais rim, terceiro a transplantar pâncreas e o sexto a transplantar fígado. Minas Gerais tem dimensões iguais ou maiores que muitos países, o apoio das aeronaves para a realização das captações e transportes de equipes médicas e pacientes é imprescindível para o funcionamento eficiente do programa de transplantes do Estado.

Mais importante que a logística empregada e a disponibilidade das equipes, que permitiram que mais uma vez vidas fossem salvas, é a conscientização da sociedade de que doar órgãos é salvar vidas.

Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná transporta equipe médica para captação de nove órgãos em Umuarama, Maringá e Londrina

Paraná – Na terça-feira (10), a Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná  realizou três missões de transporte de equipes médicas para captação de nove órgãos nas cidades de Umuarama, Maringá e Londrina. Para os transportes foram utilizadas os aviões Piper Seneca e Cessna Gran Caravan.

Piper Seneca da Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná
Piper Seneca da Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná

Os voos saíram de Curitiba, aeroporto do Bacacheri, às 8h00. A equipe do avião Seneca realizou transporte para captação de órgãos nas cidade de Londrina e Maringá, onde foram captados 2 fígados e 4 rins. Desses órgãos captados, 2 rins foram enviados para o Estado do Rio Grande do Sul, via Central Nacional de Transplantes, e 2 fígados foram transportados para Curitiba.

Para a cidade de Umuarama foi transportada outra equipe médica para captação de 2 rins e 1 fígado, trazidos para hospitais de Curitiba.

A Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Paraná opera atualmente, além desse avião, dois aviões Seneca III, um avião King Air 350 da COPEL (empresa de energia) e um helicóptero EC130B4.

Cessna Gran Caravan da Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná.
Cessna Gran Caravan da Seção de Transporte Aéreo (STA) da Casa Militar do Paraná.

Profissionais do CBMERJ, PMERJ e FAB são homenageados pelo Instituto Nacional de Cardiologia por apoio em transporte de órgãos

Rio de Janeiro – O Instituto Nacional de Cardiologia (INC) realizou no dia 05 de março uma cerimônia que reuniu representantes da Força Aérea Brasileira (FAB), Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ) e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), entre outros profissionais, cuja atuação foi imprescindível para a realização de dois transplantes de coração no dia 06 de fevereiro.

PMERJ) e do Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Médicos, enfermeiros, pacientes, CBMRJ, PMERJ e FAB homenageados pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT).

“Naquele dia, com as Linhas Vermelha e Amarela fechadas por manifestações, as equipes tiveram de realizar um trabalho muito bem articulado para chegar a tempo no INC. De fato, esse trabalho não é isolado. Não é de uma só pessoa. Para dar certo, depende de todo o grupo”, conta João Manoel, diretor do INC.

Um dos órgãos, captado em Saracuruna, no bairro de Duque de Caxias (RJ), venceu os bloqueios na Av. Brasil, Linhas Vermelha e Amarela, onde manifestações e conflito entre bandidos e policiais impediria que o órgão chegasse a tempo em Laranjeiras, onde fica o INC.

A solução foi o transporte por helicóptero. Foi empregada uma aeronave do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) do CBMERJ. Em 2016 e 2017, o GOA transportou 64 órgãos. Até fevereiro de 2018 já foram 21 órgãos transportados pelos helicópteros do Grupamento. Em 2017 foram voadas 127 horas e em 2018, 34 horas transportando órgãos.

Helicópteros operados pelo GOA/CBMERJ e utilizados nos transportes de órgãos no Rio de Janeiro. Foto: Rammon Dias CBMRJ.
Helicópteros operados pelo GOA/CBMERJ e utilizados nos transportes de órgãos no Rio de Janeiro. Foto: Rammon Dias CBMRJ.

O outro transplante salvou a vida de um menino de 12 anos. O órgão de um doador adulto de Curitiba chegou ao Rio com o apoio do 3º Esquadrão de Transporte Aéreo (3º ETA) da Força Aérea Brasileira (FAB). Do aeroporto ao INC, a ambulância com o coração doado foi escoltada por motociclistas da Polícia Militar.

Desde a assinatura do Decreto nº 8.783, de 6 de junho 2016, que autoriza uma aeronave da Força Aérea Brasileira a estar à disposição para o apoio ao transporte de órgãos para transplante, até o dia 4 de março de 2018, já foram transportados 476 órgãos. Desse total, foram 223 fígados, 129 corações, 71 rins, 21 pâncreas, 22 pulmões, 06 tecidos ósseos e 04 baços.

“É um momento de muito orgulho e muita honra representar os nossos heróis anônimos. O lema da academia onde me formei é ‘aqui se aprende a comandar heróis’. Essa homenagem será muito bem lembrada pela corporação. Estamos muito gratos. Estamos à disposição”, agradeceu o coronel Roberto Robadey, secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante Geral do CBMERJ.

Os militares do 3º ETA receberam as homenagens do INC. Foto: FAB.
Os militares do 3º ETA receberam as homenagens do INC. Foto: FAB.

Em um depoimento emocionante, o pequeno Matheus Guimarães (12 anos), que recebeu um dos dois corações captados, compartilhou um pouco da sua experiência provocando comoção entre os presentes no auditório.

“Antes, quando ia respirar, sentia necessidade de puxar mais ar. Agora não, eu só puxo a quantidade certa de ar”, revelou Matheus mostrando, entre brincadeiras com o público presente, que se recupera bem da cirurgia.

Também foram homenageados a coordenação do Sistema Nacional de Transplantes (SNT); a coordenação do Programa Estadual de Transplante (PET); o cardiologista Alexandre Siciliano Colafranceschi e a enfermeira Tereza Cristina Guimarães, profissionais do INC que iniciaram e desenvolveram os projetos de melhorias no Serviço de Transplante e Insuficiência Cardíaca do Instituto.

Personalidades como Dado Villa-Lobos e Tony Platão, da música, e Reginaldo Faria, da teledramaturgia, também estiveram presentes e compartilharam suas experiências como pacientes do INC.

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Ampliando a assistência

Além da relevância nacional na área de ensino e pesquisa, na promoção de diretrizes nacionais e de ajudar na incorporação tecnológica, o instituto também produz muito. Em 2017 foram realizadas em torno de 70 mil consultas pelo instituto, que também foi responsável por 67% de cateterismos, 74% dos procedimentos de cardiopediatria, 53% das cirurgias de aorta e cerca de 60% de cirurgias de revascularização do miocárdio, na cidade do Rio de Janeiro.

Também em 2017, o INC ampliou em 54% as cirurgias cardíacas infantis, em relação ao mesmo período no ano anterior. Foram 343 cirurgias em comparação as 186 realizadas em 2016.

Além disso, o INC registrou um aumentou de 40% no número de transplantes de coração em relação ao ano anterior. Foram 10 transplantes de coração em 2017, sendo um deles em paciente pediátrico. O INC é a única unidade pública que faz este procedimento no estado do Rio de Janeiro.

Militares do Corpo de Bombeiros e do 3º ETA ao lado de. Foto: CBMERJ.
Militares do Corpo de Bombeiros e do 3º ETA ao lado de Matheus Guimarães. Foto: CBMERJ.

FAB transporta seis órgãos em três dias seguidos

Brasil – Neste domingo (25/02), um avião C-95 Bandeirante do Quinto Esquadrão de Transporte Aéreo (5°ETA) da Força Aérea decolou de Canoas a Navegantes (SC) em busca de um pulmão. A equipe decolou às 6h40 levando os profissionais de saúde que coletaram o órgão.  “O tempo é o bem mais precioso que a equipe tem ao sermos acionados. Quanto menos tempo, maior a chance de salvarmos uma vida”, disse o Tenente Aviador Hudson Negreiros dos Santos do 5º ETA.

Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Raquel Alves
Fonte: Agência Força Aérea, por Tenente Raquel Alves

Esse foi um dos três transportes de órgãos que a Força Aérea Brasileira (FAB) realizou neste fim de semana. As missões envolveram três esquadrões de localidades diferentes e transportaram seis órgãos (um rim, dois fígados, dois corações e um pulmão).

Militares do Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (1°/2° GT), localizado na Ala 11, no Galeão (RJ), decolaram no C-99, sexta-feira (23/02), às 19h50, transportando a equipe médica para Boa Vista (RR), onde foi coletado um rim, um fígado e um coração.

Em seguida, retornaram para Brasília (DF), às 11h de sábado (24/02), onde se localizavam os receptores. De acordo com o comandante da aeronave, Capitão Aviador Rubem dos Santos Roeles, a missão de salvar vidas é muito nobre “É muito gratificante. Toda equipe unida, motivada e com o propósito de salvar vidas traz o sentimento de missão cumprida”, ressaltou.

Já o Sexto Esquadrão de Transporte Aéreo (6° ETA), decolou sexta-feira (23/02), às 17h30, de Brasília (DF) para Goiânia (GO), com a equipe médica composta por cinco profissionais. A aeronave C-95 retornou para Brasília com um fígado e um coração.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem o maior sistema público de transplantes do mundo. Para os próximos anos, a meta do País é diminuir a lista de espera, já que, atualmente, mais de 41 mil aguardam por um órgão.

Agência Força Aérea.

No último dia do ano, helicópteros Arcanjo transportam sete órgãos em Santa Catarina

Santa Catarina – Em meio a outras ocorrências pelo Estado, a equipe do Corpo de Bombeiros e do Samu que coordena os helicópteros Arcanjo 01 (Florianópolis) e Arcanjo 03 (Blumenau) transportou a chance de uma nova vida para sete pessoas no último dia de 2017.

Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação
Foto: Corpo de Bombeiros / Divulgação

Foram sete órgãos transportados com urgência pelas aeronaves para transplantes no domingo, dia 31. De manhã um dos helicópteros levou dois órgãos de Jaraguá do Sul para Florianópolis, enquanto na parte da tarde foram encaminhados outros órgãos para Joinville, Jaraguá do Sul e Blumenau.

O Corpo de Bombeiros não divulgou detalhes sobre os transplantes, mas destacou que em um dos casos o paciente estava em estado grave aguardando a cirurgia. Confira abaixo um trecho da mensagem do Corpo de Bombeiros de Santa Catarina sobre os transplantes:

“A operação de transporte de órgão é muito delicada e requer muita atenção na manipulação do órgão coletado que será transplantado em outro paciente, bem como, o tempo resposta é crucial para esse tipo de operação. Visto que o órgão fora do corpo tem uma vida útil curta, dessa forma, o transporte rápido é de fundamental importância dependendo do órgão a ser transplantado.

Graças ao envolvimento e trabalho conjunto dos diferentes órgãos: CBMSC, SAMU, SC Transplante, Rede Hospitalar os receptores puderam ter uma nova chance de vida nesse ano que se encerra.

É importante que tenhamos um grande grupo de doadores, no mundo inteiro há uma grande falta de doadores e isso faz com que surja grandes listas de espera. Muitos pacientes que esperam um coração, um fígado ou um pulmão morrem, pois não há nenhum órgão à disposição.

Seja você um doador, basta informar aos seus familiares sobre sua intenção de doar seus órgãos, pois serão eles quem irão tomar a decisão caso isso seja necessário”.

Fonte: NSCDC e Twitter Arcanjo

Aeronaves das forças de segurança do DF ajudam no transporte de órgãos

Distrito Federal – Ao levantar voo, os helicópteros das forças de segurança pública cumprem missões que vão além do apoio a operações e a fiscalizações de trânsito. Eles ganham os céus também em nome da vida. Em 2017, essas aeronaves transportaram 24 órgãos para transplante. Entram na conta os helicópteros da Polícia Civil, do Departamento de Trânsito (Detran) e do Corpo de Bombeiros.

24/11/2015. Crédito: Corpo de Bombeiros/Divulgação. Brasil. Brasília - DF. Helicóptero do Corpo de Bombeiros no momento em que transportava a menina de 7 anos Emanuelle Vitória, atropelada na faixa de pedestres por caminhão após manifestação de motoristas de transporte escolar na Fercal.
24/11/2015. Crédito: Corpo de Bombeiros/Divulgação. Brasil. Brasília – DF. Helicóptero do Corpo de Bombeiros.

Coração, córneas e fígado são os mais levados pelas aeronaves. Quase sempre o destino deles, em Brasília, é o Instituto de Cardiologia do DF, no Hospital das Forças Armadas (HFA). Normalmente, os órgãos que chegam de outras unidades da Federação são transportados por aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e pousam na Base Aérea de Brasília. De lá, um dos helicópteros das corporações faz o transporte até a unidade de saúde.

A atribuição é do Corpo de Bombeiros, mas a corporação pede ajuda de outras forças quando as aeronaves estão em manutenção ou em outras missões. Só neste ano foram realizados 12 transportes de órgãos. O helicóptero do Detran fez nove viagens. Por último, entra o da Polícia Civil, três ações.

O comandante do Grupamento de Aviação Operacional do Corpo de Bombeiros, tenente-coronel Flávio Portela, explica que a corporação conta com dois helicópteros e um avião para esses casos. Os veículos também dão apoio às aeronaves da FAB, que garantem o transporte interestadual. No entanto, o avião dos bombeiros também busca órgãos em Goiânia. “Na verdade, estamos transportando vida. Quando os órgãos de uma pessoa são transplantados para outras, isso representa uma nova chance”, destaca o oficial.

Nesses casos, as equipes são especializadas em rapidez. O intuito é que o órgão nunca seja perdido. “É algo muito gratificante e que a gente faz com prazer, até porque a vocação do Corpo de Bombeiros é preservar vidas. Quando não estamos disponíveis por alguma razão, fazemos contato com outras equipes do Detran, da Polícia Civil e da PM. Mas, em outros casos, fazemos o transporte, inclusive por terra”, detalha.

Quando os veículos não podem ser utilizados por alguma razão, os órgãos também são levados até o hospital de carro. Mas, na maioria das vezes, a prioridade é a viagem aérea em razão do tempo. Um coração resiste fora do corpo humano de quatro a cinco horas. Nesse tempo, ele precisa ser transplantado. Desconta-se, portanto, o tempo da cirurgia.

Apoio

O diretor adjunto da Divisão de Operações Aéreas (DOA), Delcimar Oliveira, conta que a Polícia Civil conta com três helicópteros e dois aviões. Eles utilizam os de menor porte quando são acionados pelo Corpo de Bombeiros por algum motivo. “Não temos muita demanda de transporte de órgãos, porque essa é uma atribuição dos bombeiros. Mas ficamos de pronto emprego quando eles estão com as aeronaves envolvidas em outras ocorrências ou em manutenção”, esclarece.

A equipe é formada por um comandante e um copiloto, além de um médico dos bombeiros. “É uma missão que, sem dúvida, enaltece bastante. Este ano, pelo que foi repassado, os três transportes feitos pela Polícia Civil foram de coração. É uma chance que temos de salvar outras vidas”, diz Delcimar, também comandante de aeronave.

O Detran chegou a fazer uma parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Alguns agentes passaram pelo curso de capacitação de primeiros socorros. Segundo o diretor da autarquia, Silvain Fonseca, a equipe tem se apresentado como colaboradora da saúde. “Assim como outros órgãos da segurança pública, trabalhamos em prol da vida. É muito importante e gratificante para a instituição e, para nós, é uma honra muito grande estarmos mantendo outras vidas”, ressalta.

Fonte: Correio Brasiliense

GRAer da PM da Bahia transporta órgãos de Teixeira de Freitas para Salvador

Bahia – Nesta sexta-feira, 13, atendendo a uma demanda da Secretaria de Saúde do Estado, por meio da Central Estadual de Transplantes, o Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia disponibilizou o avião Cessna Grand Caravan, “Guardião 08”, para transporte de múltiplos órgãos.

Às 6h00 o avião “Guardião 08” decolou do hangar do GRAer com a equipe médica da SESAB para o Aeroporto de Teixeira de Freitas, extremo sul da Bahia. Foram captados um fígado, dois rins, um coração e córneas que atenderão às necessidades básicas de sobrevivência de alguns pacientes que aguardam por um transplante.

Após a captação, que durou todo o período da manhã, os órgãos chegaram em Salvador no início da tarde e em tempo hábil para a realização das cirurgias de transplante. Sem o emprego do vetor aéreo para essa missão, a probabilidade de resultado positivo era baixíssima.

Esquadrão da FAB leva cinco órgãos a Curitiba (PR)

Brasil – O 4º Esquadrão de Transporte Aéreo (4º ETA), conhecido também como Esquadrão Carajá, localizado na Ala 13, em São Paulo, foi acionado no dia 21 de junho para cumprir uma Missão de Transporte de Órgãos e Tecidos (MTOT). Na ocasião, foram transportados cinco órgãos de uma só vez.

A tripulação de sobreaviso do Esquadrão Carajá decolou com destino a Curitiba (PR), onde dois médicos e um enfermeiro embarcaram e seguiram para a cidade de Francisco Beltrão (PR), com objetivo de coletar um coração, um fígado, um pâncreas e dois rins. Feito isso, a tripulação retornou à capital paranaense, onde estavam os receptores.

Aeronave C-95 Bandeirante foi empregada no transporte de órgãos
Aeronave C-95 Bandeirante foi empregada no transporte de órgãos. Somente em 2017, o 4º ETA realizou 33 Missões de Transporte de Órgãos e Tecidos.

Após o pouso, o Tenente Aviador Leonardo de Andrade Ripp, Comandante da aeronave que realizou o transporte, falou sobre a operação. “Fazer parte de uma missão tão nobre desencadeia um misto de emoções. Por um lado, a vontade de ajudar a salvar uma vida faz o coração bater mais forte, acelera, enche o corpo de adrenalina. Por outro, a responsabilidade de conduzir o avião em segurança é ainda maior nessa situação. Tenho que fazer tudo com o dobro da calma para que dê certo. Hoje, foram cinco órgãos, cinco vidas, cinco famílias que amanheceram com mais esperança. Pensando nisso, eu só posso agradecer a Deus por me presentear com esta tarefa tão linda”, declarou.

A missão foi cumprida com sucesso, sendo empregadas 05h25min de voo da aeronave C-95 Bandeirante. Por sua localização privilegiada, o Esquadrão Carajá alcançou a marca de 30% dos transportes de órgãos realizados pela Força Aérea Brasileira (FAB). Somente em 2017, 116 horas de voo foram empregadas em Missões de Transporte de Órgãos e Tecidos, totalizando o transporte de 33 órgãos nas asas do 4º ETA.

Um dos pilares da FAB é o apoio ao Sistema Nacional de Transplantes, já que o transporte de órgãos vitais por meios aéreos é fundamental, tendo em vista que, após serem extraídos, os órgãos devem ser transplantados em poucas horas.

Fonte: Agência Força Aérea.
Fotos: Tenente Aviador Lucas Rocha

CIOPAer de Tocantins participa de evento para estimular a doação de órgãos e tecidos

Tocantins – Na noite da última terça-feira (28) a equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAER) participou de evento promovido pelo Governo do Estado para divulgar o serviço oferecido pela Central de Transplantes do Tocantins (CETTO) e pelo Banco de Olhos do Tocantins (BOTO). O evento aconteceu na Praça dos Girassóis, em Palmas.

CIOPAer de Tocantins participa de evento para estimular a doação de órgãos e tecidos

A ação serviu para conscientizar a população a respeito da necessidade dessas doações e informar que o serviço já é realizado no Estado. No local houve a sensibilização do público que pode receber instruções e tirar dúvidas sobre o processo de doação.

doacaoorgaos1Durante o evento, o CIOPAER apresentou a aeronave e a tripulação, pois a unidade aérea da SSP será utilizada para dar celeridade ao transporte de equipes médicas, pacientes e dos órgãos a serem transplantados.

Para obter mais informações sobre a doação de córneas, o cidadão pode entrar em contato diretamente com o Banco de Olhos em Tocantins, através dos telefones (63) 3218-1061 / 3218-3230 ou (63) 99208-9392.

Já foram realizados 20 procedimentos dessa natureza após a habilitação do Ministério da Saúde e atualmente existem 16 pessoas na lista de espera para a realização de transplante de córnea no Tocantins.

CIOPAer de Tocantins participa de evento para estimular a doação de órgãos e tecidos

Fotos: Divulgação CIOPAer.

Águia 07 realiza transporte de órgãos de Mogi das Cruzes para o HC, em São Paulo

São Paulo – Eram cerca de 14h30 desta quinta-feira (2) quando o helicóptero Águia 7, prefixo PP-EOV, da Polícia Militar, pousou no heliponto localizado ao lado da sede do Corpo de Bombeiros de Mogi das Cruzes, no Bairro do Shangai.

Equipe médica transportou os órgãos no helicóptero Águia. (Foto: Eisner Soares)
Equipe médica transportou os órgãos no helicóptero Águia. (Foto: Eisner Soares)

Em apenas alguns minutos, um cooler de plástico que se encontrava no interior de uma ambulância do Setor de Captação de Órgãos do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo foi retirado e, em seguida, transportado para o interior da aeronave. A geladeira portátil foi embarcada no Águia 07 por um médico que seguiu com ela em direção à Capital.

A sua acompanhante retornou para a ambulância, que também deixou a sede do Corpo de Bombeiros, retornando para a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), em São Paulo, pela Rodovia Mogi-Dutra.

Minutos antes de completarem aquela etapa da operação, os dois profissionais estavam no interior do Hospital Luzia de Pinho Melo, onde um paciente não identificado, que havia falecido, teve os órgãos doados para transplante por seus familiares.

A Secretaria de Estado da Saúde não forneceu informações do paciente por questões éticas, mas disse que foram doados coração, fígado, pulmão, rins e pâncreas.

Fonte: Diário de Mogi.

Operação aérea integrada entre PMSC e PMPR realiza transporte de órgãos para transplante

Santa Catarina – Nesta quarta-feira (22), o heliponto da Guarnição Especial de Mafra (Gemfa) serviu de base de apoio para uma operação conjunta. Participaram da missão as Polícias Militares de Santa Catarina e do Paraná (PMPR) e a Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott). Foi realizado o transporte rápido e eficiente da equipe médica que atuou na captação de órgãos para transplante no Hospital São Vicente de Paula.

Operação aérea integrada entre PMSC e PMPR realiza transporte de órgãos para transplante

A equipe da Polícia Militar do Paraná, integrada pelo major Adilar Marcelo De Lima, major José Antonio Rodrigues e capitão Rodrigo Vidal, pousou um helicóptero modelo AS350B4 (H130) por volta das 12h e a equipe da Policia Militar de Santa Catarina atuou com o helicóptero Águia 01, modelo Esquilo, baseado em Joinville, com tripulação composta pelo tenente-coronel Marcio Leandro Reisdorfer, 1º tenente Jean Carlos Caetano, cabo Ricardo Alexandre Carpes e soldado Edalino Gomes Pereira, efetuando operação de pouso por volta das 14h.

Operações dessa natureza envolvem vários profissionais da saúde e necessitam de meio de transporte que possibilite a chegada do órgão doado ao destinatário no menor tempo possível. A captação de múltiplos órgãos foi realizada pela Cihdott, a qual foi instituída no hospital São Vicente de Paula em setembro de 2009, e envolveu médicos de São Paulo, Curitiba e Joinville.

Operação aérea integrada entre PMSC e PMPR realiza transporte de órgãos para transplante

Segundo a coordenadora do Cihdott, enfermeira Lucimara Kaiva, desde a sua inauguração já foram realizados 19 procedimentos de captação em Mafra, sendo que esse foi o maior e mais complexo procedimento realizado, devido a captação de múltiplos órgãos.

Os órgãos captados foram transportados pelas aeronaves até os municípios de Curitiba-PR e Florianópolis- SC, onde serão transplantados em pacientes que se encontram na fila de espera.

Ativado em 2008, o único heliponto do município de Mafra, raramente recebeu a operação de duas aeronaves em um curto espaço de tempo, sendo que os procedimentos de pouso e decolagem ocorreram com toda segurança necessária.

A Polícia Militar de Santa Catarina, através de seu Batalhão de Aviação realiza este transporte em todo Estado, sendo que a Guarnição Especial de Mafra se sente honrada em poder auxiliar nessa importa e nobre tarefa.

Fonte: PMSC.
Fotos: Agente temporária Nayara Sprotte.

Avião da Polícia Civil de Minas transporta equipe para captação de órgãos em Muriaé

Minas Gerais – Mais um ato de solidariedade que partiu de uma família muriaeense – a doação de órgãos. Na tarde desta quinta-feira (16) uma equipe do MG Transplante (dois médicos e uma enfermeira) de Belo Horizonte foi trazida a Muriaé por um avião do Núcleo de Operações Aéreas da Polícia Civil do Estado de Minas Gerais.

A equipe foi realizar a captação de órgãos (rins, fígado, córneas e glândulas de baço) de um paciente que teve morte cerebral no Hospital São Paulo – Casa de Caridade de Muriaé.

A constatação da morte foi feita pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes – CIHDOTT, do Hospital São Paulo.

O comandante do voo foi Italo Ricardo, investigador da Polícia Civil e o copiloto, o também investigador, Carlos Frederico.

Avião da Polícia Civil transporta equipe para captação de órgãos em Muriaé

Por Silvan Alves.

GOA da Polícia Civil realiza transporte de órgão em Curitiba

GOA/PR realiza transporte de órgãos em CuritibaO Grupamento de Operações Aéreas (GOA) da Polícia Civil do Paraná realizou mais um transporte de órgão na manhã de sexta-feira (16). O trajeto durou aproximadamente 13 minutos, saindo do Aeroporto Internacional Afonso Pena com destino ao heliponto do Hospital do Rocio, no município de Campo Largo. O fígado veio da cidade de Maringá, região Noroeste do Estado.

O transporte aconteceu a pedido Seção de Transporte Aéreo da Casa Militar do Estado. O percurso entre o Aeroporto Internacional Afonso Pena até o Hospital do Rocio levaria cerca de uma hora se fosse realizado em via terrestre, tempo o qual poderia comprometer o resultado positivo do transplante, de helicóptero o transporte levou apenas 13 minutos.

O delegado coordenador do GOA, Renato Coelho de Jesus, conta que esse trabalho em conjunto com a Casa Militar e a Central de Transplantes Estadual é fundamental para o resultado de um transplante de sucesso.

GOA da Polícia Civil realiza transporte de órgão em Curitiba

Fonte: PC/PR

Em ação conjunta, Grupamento Aéreo de São Paulo e FAB realizam transporte de órgão

No dia 01/07, por volta das 15:00, a equipe do Águia 4 do Grupamento de Radiopatrulha Aérea da Polícia Militar do Estado de São Paulo, foi acionada, via Central de Transplantes da Secretaria da Saúde, para realizar uma missão de transporte de órgão humano (TOH).

Em ação conjunta, Grupamento Aéreo de São Paulo e FAB realizam transporte de órgão

O coração e o fígado, do mesmo doador, vieram de Catanduva/SP até o Aeroporto Internacional de Guarulhos em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). A equipe do Águia 4 embarcou os médicos e os órgãos e decolou para levar o coração ao Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (InCor) e, logo após, o fígado ao Hospital Bandeirantes, na Liberdade.

Nessa missão o tempo é um fator essencial para o sucesso do transplante. Por isso, a Polícia Militar mantém uma coordenação muito precisa entre os envolvidos.

Em ação conjunta, Grupamento Aéreo de São Paulo e FAB realizam transporte de órgão

O coração, por exemplo, tem um tempo estimado de isquemia fria de 4 a 6 horas. Porém, esse intervalo pode ser menor de acordo com as condições clínicas de quem doa e de quem recebe.

O tempo de voo, do aeroporto até o InCor e depois até o Hospital Bandeirantes foi de aproximadamente 12 minutos. Esse tipo missão aérea recebe tratamento especial pelos órgãos de controle do espaço aéreo, inclusive com prioridade nas operações de pousos e decolagens.

A integração da Polícia Militar nesse sistema coordenado pela Central de Transplantes já possibilitou 39 transportes de órgãos humanos bem sucedidos em 2016.

Em ação conjunta, Grupamento Aéreo de São Paulo e FAB realizam transporte de órgão
Fotos: Divulgação.

Em trabalho conjunto, FAB e Grupamento Aéreo de São Paulo realizam transporte de coração

A Polícia Militar do Estado de São Paulo realizou hoje (24) mais uma importante missão de transporte de órgão humano (TOH). Foi um trabalho conjunto entre a FAB e o Grupamento Aéreo da PM de São Paulo para transportar um coração.

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Um coração foi transportado por um avião da Força Aérea Brasileira, de Florianópolis, Santa Catarina, para o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. As 15:30h o coração embarcou no Águia 6 do Grupamento de Radiopatulha Aérea da Polícia Militar com destino ao Instituto do Coração do Hospital das Clínicas.

O tempo de voo do Águia foi de 5 minutos e o coração, juntamente com a equipe médica, responsável pelo transplante, chegaram com segurança no destino final.

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Fotos: Divulgação.

Transporte em avião da FAB pode evitar desperdício de órgãos doados

Iniciativa pode ampliar as chances de vida de brasileiros na fila de transplantes. Em Minas, problema foi sanado com convênios.

Gabriel precisava de um coração novo para continuar a viver. O garoto brasiliense de 12 anos era o número um do Centro Nacional de Transplantes, na fila por um órgão compatível, e sua esperança aumentou em 1º de janeiro, quando um coração viável surgiu na cidade de Itajubá, no Sul de Minas Gerais.

Todos os procedimentos de preparação do paciente e da equipe médica do Instituto de Cardiologia do Distrito Federal começaram imediatamente, pois o coração dura apenas quatro horas sem irrigação sanguínea. Contudo, apesar de toda essa corrida contra o tempo, o órgão que poderia salvar Gabriel se perdeu por falta de uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) para fazer o transporte de mil quilômetros. Uma semana depois, o garoto morreu.

O caso de Gabriel ilustra como é crítica a falta de um sistema aéreo eficiente para quem amarga a espera de um órgão compatível na fila nacional dos transplantes, situação que só começou a mudar na terça-feira, com a edição de um decreto editado pelo presidente interino, Michel Temer, determinando que um avião da FAB fique disponível para o transporte de órgãos. Em Minas Gerais, esse drama foi sanado com vários convênios costurados há mais de 10 anos entre as forças de segurança pública estaduais, companhias aéreas e o Complexo MG Transplantes, criado em 1992.

Entre 2013 e 2015, a falta de aviões e helicópteros da FAB disponíveis para captação de órgãos resultou na deterioração e perda de 153 corações, fígados, pulmões, pâncreas, rins e ossos no país, mostrou na última semana reportagem do jornal O Globo ilustrando a disponibilidade desse transporte para autoridades e outras pessoas. Enquanto isso, em Minas Gerais, no mesmo período, foram 121 transplantes realizados no estado utilizando helicópteros e aviões de companhias aéreas parceiras, dos Bombeiros, das polícias Militar e Civil, segundo o MG Transplantes.

A ponte aérea permitiu a captação dos tecidos e órgãos nos pontos mais difíceis do país e também em outros estados. Até quinta-feira, foram 16 viagens para essa finalidade no estado. “A FAB não estava conseguindo disponibilizar aviões em tempo hábil para todas as necessidades dos pacientes brasileiros, mas isso não ocorre em Minas Gerais”, afirma o diretor do MG Transplantes, Omar Lopes Cançado.

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Angústia

Em Minas, o MG Transplantes é responsável pela captação e distribuição de órgãos dentro do estado. “Quando há uma paciente com diagnóstico de morte encefálica em algum lugar, a instituição hospitalar é obrigada a comunicar ao MG Transplante. Vai proceder a confirmação do diagnóstico, de todos os exames que precisam ser feitos, vamos solicitar a doação aos familiares e proceder a logística de captação daquele órgão”, afirma Omar. A lista de transplante é única e nacional. “O órgão captado dentro em Minas fica preferencialmente no estado, a não ser que não haja um receptor aqui para recebê-lo. Nesse caso, o órgão é ofertado para o Sistema Nacional de Transplante, do Ministério da Saúde, em Brasília, que o distribui para outros estados, de acordo com a lista de pessoas de fora”, explica Omar.

A angústia de esperar por um órgão que vem de longe bateu duas vezes na atendente Waldirene de Oliveira Leite, de 38 anos, moradora do Bairro Jardim Canadá, em Nova Lima, na Grande BH. O primeiro transplante de rim, realizado com doador mineiro, em 2013, não vingou. “Fiquei naquela expectativa de me livrar da hemodiálise, de ficar boa e voltar a trabalhar, a cozinhar, coisas simples da vida que não consigo mais fazer por causa do meu rim doente”, conta. Mas o transplante não deu certo. Waldirene acabou internada, chegou a ter uma parada cardíaca na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e teve de remover o órgão.

Em março deste ano, uma nova oportunidade de doador compatível. “Foi de madrugada que o médico me ligou. Foi tudo muito rápido, porque o órgão vinha de Santa Catarina, no avião do governo do estado. Em poucas horas estava pronta e fiz a cirurgia na manhã do domingo de Páscoa. Para mim foi um renascimento. Não quero mais passar por isso. Se não tivesse o transporte para meu rim, poderia ter morrido enquanto esperava”, afirma.

Viagens de Dilma

Cinco dias antes de o presidente interino Michel Temer assinar o decreto disponibilizando avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para o transporte de órgãos, os voos da presidente afastada Dilma Rousseff nas aeronaves oficiais foram limitados ao trajeto Brasília/Rio Grande do Sul.

A decisão foi tomada depois no dia 1º, depois de um parecer elaborado pela subchefia de assuntos jurídicos da Casa Civil. Os aviões da FAB só poderão ir para o Rio Grande do Sul, onde reside a família da presidente afastada.

A justificativa para o veto é que a petista não tem mais compromissos oficiais aos quais o transporte aéreo é destinado. Em reação, a defesa da presidente protocolou na terça-feira, no Palácio do Planalto, um documento informando ao presidente em exercício, Michel Temer, que a negativa dada para as viagens de Dilma fará do governo interino responsável “por quaisquer situações que violem a segurança pessoal da presidente ao longo destes deslocamentos”.

Corrida contra o tempo

Com um território de 586.528 quilômetros quadrados, Minas Gerais já teria perdido muitas vidas não fosse o convênio do MG Transplante que permite acesso a aeronaves do governo, das polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros. É preciso correr contra o tempo para buscar órgãos doados e implantá-los a tempo nos pacientes que dependem deles para sobreviver, frisa o diretor da instituição, Omar Lopes Cançado.

Ele explica que alguns órgãos têm o tempo de isquemia – período em que podem ficar fora do corpo sem se deteriorar – muito curto. “É por isso que a gente precisa de transporte aéreo. Quando há uma doação, a gente tem a máxima urgência em fazer a cirurgia de retirada de órgão e o implante. Quanto menos tempo, melhor”, disse.

Num estado do tamanho de Minas Gerais e, pior, num país de proporções continentais como o Brasil, o transporte por terra é simplesmente inviável. O coração, exemplifica Omar Cançado, só tem quatro horas para ser retirado e implantado em outra pessoa. Para o pulmão são quatro horas. No caso do fígado, 12. “Esses tempos são muito curtos. Se a gente for buscar um órgão em Montes Claros, por exemplo, que são cinco ou seis horas de viagem por terra saindo da capital, inviabilizaria a utilização de boa parte dos órgãos”, explica.

Felizmente, ressalta, essa questão está solucionada no estado. “Não temos problemas, exceto naqueles casos em que não há possibilidade de voo, quando não tem teto para a aeronave voar”, comenta Omar Cançado. Há 10 dias, a equipe mineira buscou órgãos na Bahia. No estado, são 3 mil pessoas na fila à espera de transplantes, das quais 2,5 mil aguardando por rins. Para o transporte, o órgão é mantido resfriado a 4 graus Celsius, em uma solução de conservação para evitar a deterioração durante a viagem.

Fonte: EM.com.br

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