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Transporte de órgãos

2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros celebra 10 anos de atuação em Blumenau, SC

Santa Catarina – Nesta segunda-feira (06), a 2ª Companhia do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), sediada em Blumenau, comemorou 10 anos de atuação. Criada oficialmente em 5 de outubro de 2015, a 2ª do BOA se consolidou como uma das mais importantes estruturas de atendimento de emergência do Estado, garantindo rapidez e eficiência no salvamento de vidas.

A data marca também o fortalecimento da parceria entre o CBMSC e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da Secretaria de Estado da Saúde, que juntos compõem a equipe multiprofissional do Arcanjo 03, aeronave responsável pelos atendimentos aéreos na região do Vale do Itajaí.

Ao longo desses 10 anos, o Arcanjo 03 tem desempenhado um papel essencial em ocorrências de alta complexidade, como acidentes de trânsito, paradas cardiorrespiratórias, buscas e resgates em locais de difícil acesso, além de transportes aeromédicos e de órgãos. No período foram contabilizadas mais de 4 mil missões.

Com tempo de resposta reduzido e tripulações altamente capacitadas, o serviço aéreo representa um salto de qualidade no atendimento pré-hospitalar e na capacidade operacional do Estado.

Segundo o comandante do BOA, tenente-coronel Hugo Manfrin Dallossi, o trabalho em Blumenau é motivo de orgulho e traduz o compromisso do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina com a excelência e a inovação no atendimento à população.

“Esses números mostram o impacto positivo do serviço aeromédico na preservação de vidas, operando sempre em conjunto com o SAMU, e mostram o quão importante é para os atendimentos, seja de traumas, afogamentos, emergências médicas, remoções hospitalares, transferências entre hospitais, combate a incêndios, entre todas as outras operações que o batalhão executa”, destacou.

Desde sua criação, a base de Blumenau tem sido fundamental para a cobertura aérea do Vale do Itajaí e de regiões vizinhas, tornando possível o atendimento de centenas de ocorrências em locais onde o acesso terrestre seria inviável ou demoraria muito mais tempo.

Dados estatísticos nesse período

  • Número de missões – 4.603.
  • Horas voadas – 2.998,2.
  • Pessoas atendidas – 3.792.
  • Sangue total – 11 (10 traumas e 1 clínico).
  • Transporte de órgãos – 44 missões – 58 órgãos.

Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico a partir de outubro de 2025

São Paulo – Sorocaba e região passarão a contar com o serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da Polícia Militar (CAvPM). O anúncio foi realizado pelo Governo de São Paulo nesta sexta-feira (15), durante solenidade de inauguração do 55º Batalhão da Polícia Militar do Interior.

Para o resgate aeromédico, que terá início na primeira quinzena de outubro, o Hospital Regional de Sorocaba será a unidade de referência, escolhido pela estrutura hospitalar, existência de heliponto e localização estratégica às margens da Rodovia Raposo Tavares.

A iniciativa tem como finalidade ampliar a capacidade de resposta em situações de emergência e garantir o atendimento rápido a pacientes em estado crítico na região sudoeste do estado com o transporte dos helicópteros da PM. O serviço cobrirá um raio de aproximadamente 20 minutos de voo, equivalente a cerca de 60 quilômetros, podendo ser ampliado conforme a gravidade da ocorrência, especialmente em locais de difícil acesso ou sem suporte avançado.

A assistência é destinada a vítimas de politraumatismos e outras situações graves, como acidentes de trânsito, afogamentos, quedas, acidentes de trabalho e ocorrências com múltiplas vítimas.

O serviço integra o Projeto Resgate, que funciona no estado de São Paulo desde 1989. No período, mais de 14 mil pessoas foram resgatadas com apoio dos helicópteros Águia, além do transporte de mais de 900 órgãos para transplante. O CAVPM possui 11 Bases de Aviação distribuídas no estado e atualmente, o serviço aeromédico é realizado em três: capital paulista, São José dos Campos e Campinas. Sorocaba será a quarta base a receber o serviço.

Região de Sorocaba terá serviço de resgate aeromédico do Comando de Aviação da PM a partir de outubro. Foto: Governo do Estado de São Paulo

“A prioridade é prestar socorro imediato em casos de risco iminente de morte ou de perda de funcionalidade, reduzindo o tempo de chegada ao atendimento especializado e aumentando as chances de recuperação”, explicou a capitão Natália Giovanini, do CAvPM.

A equipe a bordo é formada por médicos e enfermeiros especializados em suporte avançado de vida, treinados dentro das normas de segurança de voo operacional. A aeronave é equipada com monitor e desfibrilador com oximetria, capnografia e pressão arterial não invasiva, ventilador mecânico microprocessado, aspirador, bombas de infusão e medicamentos específicos para sedação e analgesia.

Também contará com materiais para procedimentos de emergência, como drenagem torácica, acesso à via aérea invasiva e partos complicados. Essa estrutura permite a estabilização das vítimas ainda durante o deslocamento, garantindo o socorro até a unidade hospitalar com melhores condições de tratamento.

Águia da PM de SP e GRAU. Foto: Johnny De Chiara.

Equipe aeromédica do SOAER pousa na Avenida Brasil para garantir transporte urgente de órgãos no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – Um helicóptero da Superintendência de Operações Aéreas (SOAER) da Secretaria Estadual de Saúde precisou interditar a Avenida Brasil, na altura do Jardim América, na Zona Norte do Rio, na manhã desta sexta-feira (18), para garantir o transporte urgente de órgãos para um transplante.

O pouso foi indispensável devido ao trânsito intenso na Avenida Brasil, condição que impedia o transporte terrestre dos órgãos de forma ágil. Um fígado e dois rins saíram do Hospital Pedro II, em Santa Cruz, e foram transportados para o Hospital São Lucas, localizado em Copacabana, na Zona Sul.

A equipe de saúde precisava levar o fígado com urgência para um transplante. O órgão tem até seis horas para ser transplantado no paciente que receberá o fígado. Segundo o cirurgião do Programa Estadual de Transplante, os órgãos foram captados de uma doadora de 49 anos e beneficiará 3 pessoas. A cirurgia para a retirada dos órgãos começou às 3h50 e terminou às 6h.

Os rins serão analisados e podem ser doados para 10 pacientes possíveis. Os transplantes podem ocorrer no Hospital Pedro Ernesto, no Hospital Federal de Bonsucesso ou no Hospital do Fundão. A rapidez no transporte desses órgãos é crucial para o sucesso de procedimentos de transplante. O transporte aéreo durou menos de 10 minutos. A aeronave pousou na Avenida Brasil às 7h15, e aterrizou no heliponto da Lagoa às 7h24.

Os órgão foram levados em uma ambulância, escoltada por batedores, até o Hospital São Lucas, onde chegou às 7h37. O trajeto entre o Jardim América e o hospital para onde os órgãos foram levados tem 32 quilômetros. Segundo um aplicativo de trânsito, neste mesmo horário a ambulância levaria 1h11 para chegar ao hospital.

Operação semelhante na Linha Vermelha

Essa não é a primeira vez que uma operação desse tipo é realizada. Em outubro, a Linha Vermelha parou para um fígado fosse levado a um hospital. O fechamento do corredor foi necessário para que um transplante fosse bem-sucedido.

Mais de 1,5 mil transplantes em 2024 no RJ

De acordo com a Secretaria de Saúde, em 2024 foram realizados 1.566 transplantes de órgãos sólidos e córneas, sendo 946 transplantes de órgãos sólidos e 620 de córneas. Além disso, a Central de Transplantes do RJ enviou 28 órgãos sólidos para outros estados do Brasil.

De janeiro a junho de 2025 foram realizados 761 transplantes de órgãos sólidos e córneas, sendo 464 transplantes de órgãos sólidos e 297 de córneas. Nesse mesmo período, 16 órgãos sólidos foram enviados para outros estados do Brasil.

Em 2024, o país ultrapassou o número de 30 mil transplantes, maior número da série histórica. Cerca de 85% dos procedimentos foram realizados pelo SUS, que destinou R$ 1,47 bilhão à área no ano passado — valor 28% superior ao de 2022.

Arcanjo 12 é utilizado no treinamento das equipes da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida, em Montes Claros

Minas Gerais – Na última semana de junho, o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) e a Secretaria de Estado de Saúde (SES) promoveram o treinamento e qualificação da equipe da Base Norte do Suporte Aéreo Avançado de Vida (SAAV), em Montes Claros.

O helicóptero Arcanjo 12, modelo AW 119 (Koala), foi utilizado no treinamento dos bombeiros militares e dos profissionais do SAMU. O objetivo foi aperfeiçoar procedimentos operacionais, integrar as equipes e garantir um atendimento ainda mais eficaz e seguro nas ocorrências aeromédicas em nossa região. Foram realizadas missões simuladas, embarque e desembarque em área restrita e salvamento em local de difícil acesso.

Como seu concorrente, o Airbus H130, o modelo é capaz de cumprir diversas tarefas tais como, transportes aeromédicos, transporte de tecidos e órgãos humanos, transporte de equipes de captação de órgãos, possibilitando que o copiloto esteja embarcado em todos os voos, sem necessidade de retirá-lo para embarque de pacientes.

Adquirido pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), o Arcanjo 12 é equipado com guincho de salvamento e operado pela Esquadrilha Arcanjo do CBMMG, com uma equipe mista composta por bombeiros militares e profissionais do Samu, incluindo médicos e enfermeiros.

Na noite do dia 02 de julho, a 3ª Companhia Especial de Operações Aéreas (CEOA) recebeu o vice-governador do Estado de Minas Gerais, Mateus Simões, acompanhado do deputado estadual Arlen Santiago. Na oportunidade, as autoridades saudaram os integrantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar que se encontravam de plantão.

Eficiência aérea: DETRAN do Distrito Federal realiza 21º transporte de coração para transplante em 2024

Distrito Federal – Na tarde da última quarta-feira (18), a tripulação do helicóptero Sentinela do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (DETRAN) participou mais uma vez do traslado de um órgão para transplante em parceria com a Central Estadual de Transplantes. Trata-se do 21º coração transportado este ano pelo Sentinela e o 77° desde 2015.

O órgão, vindo de Goiânia (GO), chegou ao DF por um voo da Força Aérea Brasileira e, da Base Aérea de Brasília até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal, no Cruzeiro, o traslado ficou sob a responsabilidade da equipe da Unidade de Operação Aérea do DETRAN.

“Quando acionados, atuamos com máxima agilidade para atender aos chamados da Central de Transplantes, conscientes de que cada segundo é crucial. A eficiência no processo de captação e transporte de órgãos é determinante para a qualidade do material e o sucesso da cirurgia,” ressalta Takane Kiyotsuka, diretor-geral do DETRAN.

Eficiência Aérea: Detran-DF Realiza 21º Transporte de Coração para Transplante em 2024. Foto: Divulgação.

Helicópteros do SAMU do Paraná garantem agilidade no transporte de órgãos no estado

Paraná – No dia 11 de dezembro, os helicópteros Saúde 10 (do Consórcio Intermunicipal SAMU Campos Gerais), com base em Ponta Grossa, e Saúde 06 (da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde), com base em Maringá, prestaram apoio à Central Estadual de Transplantes da Secretaria da Saúde (SESA) no transporte de fígado, rins, baço e valvas cardíacas captados na Santa Casa de Maringá. Os órgãos foram transportados até o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo.

A equipe do Saúde 06 decolou da base de Maringá e transportou os órgãos até o aeroporto de Telêmaco Borba, onde a equipe do Saúde 10 deu continuidade ao transporte até o heliponto do Hospital do Rocio. Ao todo, o trajeto levou menos de 2 horas, diminuindo em 4 horas o tempo previsto para o transporte terrestre.

“Estes órgãos beneficiarão vários pacientes que aguardavam na fila por transplantes. Graças a essa integração e ao trabalho de conscientização feito pela SESA, hoje o nosso estado do Paraná é referência nacional em doações efetivas de órgãos”, garantiu o médico do serviço aéreo do SAMU Campos Gerais, Dr. Francisco Soares de Giacomo Neto.

Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), o estado tinha, até dezembro de 2023, a menor taxa de recusa familiar no Brasil, com 28%, enquanto a média nacional é de 43%. Ao longo de 2023, a Central Estadual de Transplantes recebeu 1.213 notificações, com 486 doações efetivas de órgãos e tecidos.

Base Ponta Grossa (Campos Gerais)

Com quase sete anos de atuação na região, a aeronave da base em Ponta Grossa opera em uma parceria da SESA e CIMSAMU. Os atendimentos são feitos, preferencialmente, em um raio de aproximadamente 250 km.

Até março de 2023, desde o início das operações, o helicóptero já tinha atendido cerca de 2.400 pacientes em 3.400 horas de voo, em diferentes tipos de atendimentos, como resgate a vítimas de acidentes em locais de difícil acesso, acidentes em rodovias, bem como transporte de órgãos e transportes inter-hospitalares de paciente graves.

Unidade Aérea Pública SESA

A Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde atende o estado há 10 anos e transportou mais de 20 mil pacientes. A Unidade conta com bases em Cascavel, Maringá, Londrina e Ponta Grossa, além da base de Curitiba onde fica o avião para transportes de longas distâncias (maiores que 200 km de raio), oferecendo cobertura integral em todo o estado.

Força Aérea Portuguesa realizou em uma semana dez transportes aeromédicos

Portugal – A Força Aérea Portuguesa realizou na terça-feira (15), o transporte aeromédico de um recém-nascido, de Ponta Delgada, Açores, para o Continente.

A bordo da aeronave Falcon 50, uma enfermeira militar do Núcleo de Evacuações Aeromédicas (NEA) da Força Aérea, e uma enfermeira civil de neonatologia, garantiram todos os cuidados de saúde necessários durante a viagem. Na chegada em Lisboa, o bebê foi encaminhado de ambulância para uma Unidade Hospitalar.

Simultaneamente, uma outra aeronave Falcon 50 decolou para efetuar uma missão de transporte de órgãos para transplante, em território nacional, que contou com a colaboração do .

De 7 a 13 de dezembro, a Força Aérea também transportou nove pacientes nos Arquipélagos dos Açores e da Madeira. Para as oito missões aeromédicas foram empenhadas as aeronaves C-295M e EH-101 Merlin. No total, foram contabilizadas doze horas e trinta minutos de voo.

Força Aérea Portuguesa realiza em uma semana dez transportes aeromédicos e um transporte de órgão. Foto: Divulgação

Grupamento Aéreo da PM transportou fígado, baço e linfonodo de Santo Antônio de Jesus para Salvador, BA

Bahia – O Grupamento Aéreo (GRAER) da Polícia Militar transportou fígado, baço e linfonodo, na tarde de sábado (7), para Salvador. Os órgãos, que estavam em uma unidade médica, na cidade de Santo Antônio de Jesus, serão usados em transplantes.

Os policiais militares foram acionados pela Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes. Imediatamente uma equipe decolou o helicóptero Guardião 02 com destino a Santo Antônio de Jesus. A aeronave pousou no 14° Batalhão da Polícia Militar.

Em seguida, em menos de 30 minutos, os órgãos chegaram em Salvador. Nesse tipo de missão a rapidez é fundamental para evitar os efeitos danosos da isquemia (falta de irrigação sanguínea) que podem reduzir ou inviabilizar as chances de utilização dos órgãos nos transplantes.

“A equipe pousou no Departamento de Polícia Técnica (DPT), onde ambulâncias esperavam para transportarem fígado, baço e linfonodo para os respectivos hospitais”, explicou o comandante do GRAER, coronel Renato Lima.

Força Aérea Brasileira já transportou 170 órgãos para transplantes em 2020

Brasil – A qualquer hora do dia ou da noite uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) pode ser acionada para transportar um órgão que vai salvar uma vida. Na sexta-feira (23), quando foi celebrado o Dia da Força Aérea Brasileira, a corporação também comemorou a marca de 170 órgãos transportados este ano.

A FAB mantém uma aeronave permanentemente disponível para o trabalho de levar os órgãos ou tecidos até local onde está o receptor. Em muitos casos, o transporte é fundamental para que o processo de transplante aconteça. O acionamento de uma aeronave ocorre de acordo com a demanda repassada pelo Ministério da Saúde, que coordena o Sistema Nacional de Transplantes.

A partir de então, é ativada uma cadeia de eventos. É preciso checar as condições de pouso no aeroporto de destino, acionar a tripulação e avisar ao controle de tráfego aéreo que se trata de um transporte de órgãos, o que dá ao avião prioridade para procedimentos de pouso e decolagem.

De acordo com a FAB, há tripulações de sobreaviso nos Esquadrões de Transporte, em tempo integral, em todo o Brasil. Assim que o Sistema Nacional de Transplantes recebe as informações iniciais para a captação de um determinado órgão, a FAB é acionada e aloca os meios mais próximos para cumprir a missão de transporte.

Só neste ano de 2020, de janeiro a setembro, a FAB já transportou 170 órgãos. Em 2019, foram 167 órgãos transportados. Nos últimos quatro anos de trabalho, a FAB já ajudou a salvar 933 vidas.

Comando de Aviação da PM é acionado para transportar coração para transplante em Botucatu, SP

São Paulo – O helicóptero Águia 02 da Polícia Militar foi acionado na terça-feira (29), em Bauru (SP), para um transporte de urgência de um coração que seria transplantado em um paciente internado me Botucatu, cidade que fica a 100 quilômetros de distância.

Segundo a PM, a solicitação foi feita a partir do Hospital de Base (HB) de Bauru, onde o coração, rins, córneas e fígado foram captados de um paciente de 30 anos. O coração foi levado para o Hospital das Clínicas (HC) em 30 minutos de voo, onde um paciente, de 36 anos, esperava pelo coração.

O Águia pousou no HC por volta das 12h, e o coração foi levado imediatamente ao centro cirúrgico. O paciente, que recebeu um novo órgão no dia em que foi comemorado o Dia Mundial do Coração, está estável, sob cuidados. Este foi o 20º transplante de coração realizado pela equipe do HC.

O rim captado do mesmo doador também foi transplantado no HC de Botucatu, considerado o maior centro transplantador renal do interior de SP. O paciente também está estável e sob cuidados, segundo a assessoria de imprensa do HC.  O fígado teve como destino paciente em São José dos Campos.

Força Aérea Portuguesa realizou na última semana 14 missões aeromédicas e 3 transportes de órgãos

Portugal – A Força Aérea Portuguesa, através de suas Esquadras, realizou na última semana mais de 14 transportes aeromédicos e três transportes de órgãos para transplante, além de 23 missões de apoio ao combate a incêndios.

Na sexta-feira (18), a Esquadra Linces realizou mais um transporte de órgão para transplante em território nacional. Foi utilizado o avião Falcon 50 para a missão.

No total foram transportados 17 pacientes em oito missões entre ilhas no arquipélago dos Açores e seis entre ilhas no arquipélago da Madeira.

Estado do Paraná mantém liderança em doações e transplantes de órgãos

Paraná – Apesar das dificuldades em meio à pandemia, o Paraná se mantém líder em doações e transplantes de órgãos no Brasil neste primeiro semestre. Os dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) mostram que o Estado atingiu a marca de 44,1 doações de órgãos efetivas por milhão de população (pmp), ficando à frente dos demais estados brasileiros e muito acima da média nacional, que fechou em 15,8 pmp.

De janeiro a junho de 2020, o Paraná registrou 558 notificações de potenciais doadores e 252 doações efetivas, que corresponderam a 385 transplantes de órgãos. Além da liderança em doações, o Estado se mantém no topo da lista em transplantes renais e em segundo lugar em transplantes de fígado, com uma média de 45,7 e 19,2 pmp, respectivamente.

Os dados também mostram que o Estado teve queda das recusas familiares em doar os órgãos, nestes seis meses. Apenas 23% das famílias se recusaram a doação de órgãos, sendo este o índice o mais baixo já registrado na história do SET/PR.

No Brasil, as doações só ocorrem após o diagnóstico da morte encefálica e precisam ser autorizadas pela família do doador, mesmo que o paciente tenha registrado em vida o desejo de doar. Todas as famílias dos potenciais doadores passam por uma conversa com as equipes de saúde para esclarecer as dúvidas e receberem orientações.

APOIO AÉREO

Doadores que estejam até 200 quilômetros de distância do receptor, o SET/PR faz o transporte dos órgãos e/ou tecidos por via terrestre. Além desta distância, é solicitado apoio aéreo para agilizar o procedimento. O Paraná conta com a ajuda da frota de aeronaves do Governo do Estado, que é formada por quatro aviões e um helicóptero.

De janeiro a junho deste ano foram 51 missões de apoio, para a captação de pelo menos 135 órgãos, perfazendo 59 horas de voo. O SET/PR também conta com a ajuda da frota de aeronaves do Governo do Estado, Divisão de Transporte Aéreo da Casa Militar, Grupo de Operações Aéreas da Polícia Civil do Paraná (GOA/PCPR), Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA).

EQUIPE 

A Central Estadual de Transplantes, mantida pelo Governo do Estado, está localizada em Curitiba, mas há quatro Organizações de Procura de Órgãos (OPOs), na Capital, Londrina, Maringá e Cascavel.

Estes centros trabalham na orientação e capacitação das equipes distribuídas em 67 hospitais do Paraná, que mantêm Comissões Intra-Hospitalares de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT). São cerca de 700 profissionais envolvidos, entre eles 23 equipes de transplante de órgãos, 25 centros transplantadores de córneas e três bancos de córneas em atividade – Londrina, Maringá e Cascavel.

Aviões da Casa Militar do MS transportam pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos

Mato Grosso do Sul – Quem está na fila de espera por um transplante no Brasil sabe que a qualquer momento o chamado pela cirurgia pode acontecer. E quando o telefone toca, o órgão do doador pode estar em qualquer parte do País.

Em Mato Grosso do Sul, só no mês de junho, cinco pessoas tiveram a sorte de encontrar doadores e contaram com o transporte aéreo da Casa Militar. Três pessoas foram para o Paraná e duas para São Paulo.

Como as companhias aéreas estão com horários reduzidos de voo, devido a pandemia de coronavírus, as viagens em aviões do Estado, sem custo ao passageiro, são a única opção para quem busca o transplante. A parceria da Casa Militar com a Central Estadual de Transplantes possibilita que essas viagens sejam organizadas e realizadas em poucas horas.

Desde 2018, quando teve início o transporte de pessoas e de órgãos pela Casa Militar, 30 operações foram realizadas. Chamadas de missões humanitárias, essas viagens contam com o serviço de 32 militares – entre pilotos, copilotos, mecânicos e administrativos.

Aviões da Casa Militar do Mato Grosso do Sul são peça chave em voos de pacientes que precisam realizar transplantes de órgãos. Foto: Edemir Rodrigues

“É uma grande satisfação poder colaborar para uma vida melhor de uma pessoa que precisa de um transplante”, definiu o comandante do Grupamento Aéreo da Casa Militar, tenente-coronel Adalberto Ortale Júnior.

Segundo a coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, a distância entre as cidades de Mato Grosso do Sul e a distribuição de voos da malha aérea no Estado sempre foram condicionantes que dificultaram a realização de transplantes. Por isso, o serviço da Casa Militar tem sido satisfatório, devido à agilidade do transporte.

“Quando chamam o paciente para uma cirurgia ele tem que estar lá em poucas horas, em até 10 horas”, explicou.

Em MS, órgãos de doadores são coletados em Campo Grande, Dourados e Três Lagoas para serem transplantados em pacientes daqui ou de outras unidades federativas, conforme listagem da Central Nacional de Transplantes (CNT).

De janeiro a maio de 2020, conforme dados da Secretaria de Saúde, três corações, 15 rins e 77 córneas foram transplantados em hospitais de Mato Grosso do Sul. Outros dois corações, nove fígados 12 córneas e 20 rins foram enviados para outros estados.

Aeronaves da Rede Paraná Urgência transportam pacientes, órgãos, vacinas e resgatam feridos

Paraná – O Estado do Paraná possui bases com aeronaves nas regiões de Curitiba, Maringá, Ponta Grossa, Londrina e Cascavel. O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e a Secretaria de Saúde do Estado (SESA), através de consórcios do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além do apoio ao combate da pandemia de COVID-19, continuam seu trabalho diário socorrendo pessoas, além do transporte de órgãos para transplante, materiais e insumos médicos.

Na manhã de domingo (12), equipe aeromédica do helicóptero Saúde 02 do Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste (CONSAMU) foi mobilizada para fazer o transporte de um órgão para transplante. Foi captado em Paranavaí e transportado para Cascavel, onde um paciente já aguardava no Hospital Uopeccan (Hospital do Câncer de Cascavel) para o procedimento cirúrgico.

No mesmo dia uma equipe do Falcão 04 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas. A primeira, uma vítima com fratura de fêmur foi levada da cidade de Mafra para o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba. A segunda, uma vítima de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), foi transportada da cidade de Guaraqueçaba para o Hospital do Rocio, em Campo Largo.

Além dos transportes de pacientes e de órgãos, aviões e helicópteros do BPMOA e da Casa Militar também estão sendo utilizados para levar equipamentos e insumos médicos, como vacinas contra H1N1 e testes de COVID-19. Na Segunda-feira (13) o helicóptero Falcão 03, em apoio a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná e CEMEPAR, transportou mais 80.000 vacinas contra H1N1.

Um profissional de saúde acompanhou o voo para manter o controle de temperatura e monitoramento das vacinas, que foram distribuídas nas cidades de União da Vitória,
Irati, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato branco, Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Ivaipora e Telêmaco Borba.

No mesmo dia um recém-nascido precisou de transporte aeromédico após sofrer com falta de oxigênio (sofrimento fetal) durante o parto. O pequeno foi levado pelo Falcão 04 do Aeroporto de Guaratuba ao Aeroporto de Paranaguá, de onde seguiu para o Hospital Regional.

Ainda na segunda-feira, a equipe do Saúde 02 realizou o transporte de uma mulher de 37 anos de idade, vítima de queimaduras após um incêndio ocorrido na noite de domingo (12). Ela foi transferida da UPA de Marechal Cândido Rondon para o Hospital Bom Jesus, em Toledo. O embarque foi feito na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC).

Enquanto aeronaves realizavam o transporte de pacientes e vacinas, outra realizava resgate aeromédico de vítima de acidente. Na terça-feira (14), a equipe aeromédica do helicóptero Saúde 10 do SAMU Regional Norte Novo/SESA resgatou um homem de 43 anos vítima de um grave acidente de trânsito na BR-487, entre Campo Mourão e Luiziânia.

O homem ficou preso às ferragens e depois de retirado por equipes do Corpo de Bombeiros foi levado de helicóptero à Santa Casa de Campo Mourão, diagnosticado com politraumatismo.

“O trabalho diário dos profissionais de saúde e das tripulações das aeronaves continua e se mantém ativo, com mais uma tarefa que é apoiar as ações de combate à pandemia de COVID-19. Para isso estamos mantendo procedimentos de segurança e uso de equipamentos para proteger ainda mais nossas equipes e os pacientes”, disse Vinícius Augusto Filipak, médico e gestor da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.

Aeronaves da PM e da Casa Militar do Paraná transportam órgãos para transplante e testes de COVID-19

Paraná – Os pacientes que aguardam por um transplante no Paraná recebem a ajuda da Polícia Militar no transporte dos órgãos. Na manhã de quinta-feira (09), o “Falcão 07”, helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas da PM (BPMOA), decolou de Londrina, passou por Maringá e teve como destino Curitiba levando três órgãos para transplante.

Foram dois rins e um baço doados para outros pacientes que aguardavam a cirurgia. Além dos órgãos, o trabalho do suporte aéreo da Polícia Militar e da Casa Militar também está colaborando para que exames da COVID-19 cheguem mais rapidamente à capital do estado. Também foram levados ao Laboratório Central do Estado do Paraná (Lacen) amostras de material de pacientes de toda a região.

O material coletado e os órgãos saíram de Londrina e, após pouso em Maringá, foram transferidos para o avião da Casa Militar, que já tinha exames de outras regiões do estado e levou os materiais a Curitiba.

As aeronaves do Governo do Estado já coletaram 1.457 amostras de material para testes do novo coronavírus nas regionais de Saúde do Paraná. As aeronaves da frota contabilizaram 73 horas e 20 minutos de voo entre 23 de março e 5 de abril, o que significa três dias ininterruptos de deslocamento. A frota da Casa Militar é composta por quatro aviões e um helicóptero e atende 21 Regionais de Saúde (menos Curitiba).

Batalhão de Aviação da Brigada Militar transporta órgãos de Ijuí para Porto Alegre, RS

Rio Grande do Sul – No último sábado (28), ocorreu mais uma operação aérea de transporte de órgãos vitais (TROV) realizada pelo Batalhão de Aviação da Brigada Militar, da cidade de Ijuí para Porto Alegre.

A equipe da Central Estadual de Transplantes foi transportada até Município na Região Noroeste do Estado para realizar a captação dos órgãos. Após a captação realizada pela equipe médica, os órgãos e a equipe foram trazidos pelo avião até a cidade de Porto Alegre, onde os receptores já aguardavam para o transplante.

A operação contou com a utilização do avião King Air B200 e a cooperação da equipe médica e do BAvBM possibilitou que mais três pessoas pudessem ser transplantadas no tempo adequado.

Batalhão de Aviação da Brigada Militar transporta órgãos de Ijuí para Porto Alegre, RS.

Ação conjunta entre equipes médicas, PM e FAB possibilita a captação e transporte de órgãos em São Paulo

São Paulo – Médicos do Instituto do Coração (Incor), do Hospital das Clínicas (HC), de São Paulo (SP), e do Hospital Regional (HR), de Presidente Prudente (SP), realizaram na quarta-feira (25) captações de órgãos para doação a transplante, mesmo em meio à pandemia de COVID-19.

Um dos pacientes, de quem foram retirados o coração, o fígado, os rins e as córneas, tinha 26 anos. Já do outro doador, de 57 anos, foram captados o fígado, os rins e as córneas. Os procedimentos de captações foram realizados no HR, em Presidente Prudente e os órgãos foram destinados às seguintes unidades de saúde:

  • Coração – Hospital das Clínicas, de São Paulo;
  • Fígados – Santa Casa de Misericórdia, de São José dos Campos (SP), e Hospital Santa – Catarina, de São Paulo;
  • Rins e córneas – Hospital das Clínicas, de Marília (SP).
Ação conjunta entre equipes médicas, PM e Força Aérea possibilita a captação e transporte de órgãos para transplantes em SP. Foto: Divulgação.

Com os procedimentos realizados nesta quarta-feira (25), o HR atingiu em março o seu maior número de captações de órgãos para transplantes em um único mês desde que a unidade iniciou este tipo de trabalho, em fevereiro de 2015.

A unidade de saúde já contabiliza, neste período de 25 dias, sete notificações e o mesmo número de doações. Isso significa que todas as famílias que foram perguntadas se aceitariam fazer a doação de órgãos dos seus parentes concordaram com o procedimento.

No total, foram captados 2 corações, 4 fígados, 14 rins e 14 córneas para transplantes. Em todo o ano de 2019, foram 16 entrevistas familiares. Destas, 10 famílias aceitaram doar os órgãos de seus parentes e seis recusaram. Equipes da Polícia Militar realizaram o apoio no transporte dos órgãos entre o Hospital Regional e o Aeroporto Estadual de Presidente Prudente.

Força Aérea Portuguesa transportou 11 pacientes e um órgão para transplante em 22 horas de voo

Portugal – A Força Aérea Portuguesa realizou entre os dias 17 e 24 de fevereiro, oito missões de apoio à população nos arquipélagos dos Açores e da Madeira. Foram transportados 11 pacientes que necessitavam de assistência médica urgente, um resgate em navio e um transporte de órgão.

As esquadras 502 – “Elefantes, 504 – “Linces” e 751 – “Pumas” voaram 22 horas e 35 minutos de voo para realizar todas as missões. Na madrugada de domingo (23) resgataram um tripulante do navio “VIZCONDE DE EZA”, que navegava a cerca de 54 km a Noroeste do Montijo.

Força Aérea Portuguesa realizou múltiplas missões em uma semana. Foto: Divulgação

O paciente precisava de assistência médica urgente e foi socorrido pela tripulação do EH-101 Merlin que decolou da Base Aérea N.º 6, no Montijo. Após o resgate, foi transportado para uma Unidade Hospitalar, em Lisboa. Nesta madrugada, decolou da mesma base uma aeronave C-295M para uma missão de transporte de órgão para transplante.

Na noite de segunda-feira (24), uma aeronave Falcon 50 decolou para realizar o transporte de uma grávida, que necessitava de assistência médica urgente, dos Açores para o Continente. A bordo do avião seguiu uma equipa médica militar e civil, que assegurou os cuidados durante a viagem.

Depois de 4h45 de voo, a aeronave pousou no Montijo na madrugada de terça-feira (25), onde uma ambulância aguardava a paciente para ser transportada a uma Unidade Hospitalar.

Força Aérea Portuguesa realizou múltiplas missões em uma semana. Foto: Divulgação.

Força Tarefa agilizou captação e transporte de órgãos de Araçatuba para Rio Preto, São Paulo e Ribeirão Preto

São Paulo – Os órgãos do menino de 11 anos, que teve morte cerebral constatada na terça-feira (18), foram captados em Araçatuba na quarta-feira (19) e encaminhados para as cidades de São Paulo, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto. Para o transporte foi necessária a mobilização de uma força-tarefa composta por equipes médicas de captação, SAMU, helicóptero Águia da Polícia Militar, Guarda Civil Municipal e jato da AllJet Táxi Aéreo.

O paciente deu entrada na Santa Casa de Araçatuba na segunda-feira (17) e após exames foi constatado AVCH (Acidente Vascular Cerebral Hemorrágico). O garoto passou mal em sala de aula da Escola Estadual Doutor Joubert de Carvalho. Ele estava sentado na carteira, durante a aula, quando avisou a professora que não se sentia bem. A Diretoria de Ensino de Araçatuba disse que, assim que ele passou mal, foi socorrido pelo SAMU e levado para a Santa Casa.

De acordo com o hospital, os familiares aceitaram doar os órgãos. A compatibilidade da sorologia confrontada pela Central Nacional de Órgãos já havia encontrado pacientes que estavam na fila de espera e compatíveis para o pulmão, fígado, rins e córneas.

O fígado foi direcionado para Ribeirão Preto e o pulmão levado para o INCOR (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas), em São Paulo, com apoio do helicóptero Águia da PM de Araçatuba e da AllJet Táxi Aéreo.

Os órgãos e a equipe de captação foram levados pelo Águia até Penápolis, onde um jato fretado da AllJet aguardava para transportá-los até o aeroporto de Congonhas, em São Paulo. Os rins, válvulas do coração e córnea foram encaminhados ao Hospital de Base de São José do Rio Preto.

Aeromédico do CONSAMU transporta fígado de Pato Branco para Cascavel e completa 2.400 missões

Paraná – A equipe do helicóptero aeromédico do Consórcio Intermunicipal Samu Oeste – CONSAMU realizou na terça-feira (7) um apoio para transporte de órgãos para transplante. Um fígado doado em Pato Branco foi transportado para Cascavel. O uso da aeronave nestas missões reduz o tempo de isquemia do órgão, aumentando as chances de sucesso junto ao receptor.

Com início das operações aeromédicas em janeiro de 2014, o helicóptero da Rede Paraná Urgência, fruto da parceria entre o Governo Estadual (SESA) e o CONSAMU, na segunda-feira (6) completou 2.400 missões, proporcionando agilidade na prestação de socorro e no deslocamento das vítimas aos hospitais das regiões oeste, sudoeste, fronteira e central do Estado.

O CONSAMU iniciou suas atividades em novembro de 2013 e abrange 43 municípios, totalizando uma população de aproximadamente 945 mil habitantes e mantém sua sede no município de Cascavel-PR, onde está localizada a Central de Regulação Médica das Urgências.

Conheça as atividades da Saúde Operacional na Força Aérea Brasileira

Brasil – As atividades da Saúde Operacional na Força Aérea Brasileira (FAB) têm uma vasta abrangência. Desde a atuação dos Médicos de Esquadrão, Hospitais de Campanha, Evacuação Aeromédica (EVAM), Defesa Química Biológica Radiológica e Nuclear (DQBRN) até o Atendimento Pré-Hospitalar. Abarcam, ainda, o estudo da Medicina Aeroespacial, por meio do treinamento fisiológico das tripulações e do Desempenho Humano Operacional.

A atuação é exercida por profissionais de diversas especialidades, em diferentes níveis. Nos níveis mais avançados está a atuação de médicos e enfermeiros; em nível intermediário, outros profissionais de saúde, elementos de Operações Especiais e de Busca e Salvamento; e no nível mais básico, os socorristas táticos.

O acionamento dos meios de Força Aérea pode acontecer para transportar vítimas, atuação em missões de Busca e Salvamento, EVAM e outras atividades afins. As ações com o uso de aeronaves envolvem particularidades em relação aos pacientes e ao ambiente aéreo, com as quais os militares da FAB têm de estar preparados para lidar.

Em setembro do ano passado, por exemplo, uma incubadora foi montada, adaptada e energizada na aeronave C-98 Caravan com a missão de resgatar, em Conceição do Araguaia (PA), um bebê recém-nascido, prematuro, que havia completado 13 dias de vida e estava com suspeita de infecção enterocolite necrotizante. A missão foi realizada pelo Esquadrão Tracajá, sediado em Belém (PA), com o apoio do Hospital de Aeronáutica de Belém (HABE).

“Cumprir uma missão de EVAM, em que ajudamos um enfermo, é sempre gratificante. Mas, cumprir uma EVAM para ajudar uma vida que acabou de chegar a este mundo tem um sentimento especial. Estamos muito felizes de poder auxiliar esta família”, ressaltou, na época, o Tenente Aviador Diego Carvalho Almeida, que fazia parte da tripulação.

As atuações podem ser em ambientes variados, em tempos de paz ou de conflitos. “Pode ser feito um acionamento de equipe e aeronave, que estão sempre de sobreaviso, para transporte de vítima por meio aéreo; podem ser mobilizadas equipes de diversas especialidades para atuar em atendimento a desastres e hospitais de campanha, quando da necessidade por evento adverso; como também há a atividade diária e constante dos Médicos de Esquadrão, que operam nas Alas cuidando da saúde de todo o efetivo do Esquadrão do Voo, de forma preventiva e assistencial”, ressaltou o Tenente Médico Gustavo Messias Costa.

A FAB realiza diversos cursos para atuação em Saúde Operacional, nas mais diversas áreas, que são ministrados pelo Instituto de Medicina Aeroespacial Brigadeiro Médico Roberto Teixeira (IMAE). São eles: Curso de Médico de Esquadrão (CMESQ), Curso de Evacuação Aeromédica (CEVAM), Curso de Cuidados Críticos em Voo (CCCRIV), Curso de Capacitação em Defesa Química Biológica Radiológica e Nuclear (DQBRN), Curso de Capacitação em Saúde Operacional (CCSOP) e Curso de Capacitação em Socorro Pré-Hospitalar Militar (CCSPHM).

“A constante capacitação e treinamento de pessoal militar para atuar em ambientes hostis com equipes de saúde exerce grande importância para a população do país. Nós estamos preparados para atuar em conjunto com a defesa civil, em eventos adversos, que causem danos humanos, materiais e ambientais de grandes proporções. Como exemplo, temos as atuações no atendimento ao desastre provocado pelas chuvas na Região Serrana no Estado do Rio de Janeiro, em 2011, e da barragem em Brumadinho, este ano”, explicou o Tenente Médico Iago Nery Leite.

Operação integrada possibilita a captação de órgãos em Sergipe e beneficia pacientes de PE, CE e DF

Brasília – Com a coordenação aérea do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBMDF), o avião Embraer EMB-121 “Xingu” da Polícia Civil (PCDF) decolou às 16h20 de segunda-feira (25) com destino à Aracaju, transportando equipe médica responsável pela operação de captação de figado e rins de doador.

Feita a captação em Sergipe, a equipe chegou na manhã terça-feria (26) ao Aeroporto de Brasília, onde o helicóptero Resgate 02 do Grupamento de Aviação Operacional (GAvOp) do Corpo de Bombeiros aguardava para transportar a equipe e órgão até o local do transplante, Instituto de Cardiologia do Distrito Federal (ICDF).

Por meio da parceria entre Central Estadual de Transplante, Secretaria de Saúde, CBMDF e PCDF, três vidas puderam ser salvas. Os pacientes beneficiados com os órgãos doados são de Pernambuco, Ceará e Distrito Federal.

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