Rio Grande do Sul – No dia 01 de outubro, a operadora aeromédica UNIAIR comemora 24 anos. A empresa surgiu em 1997 e conta com uma frota de 5 aeronaves e equipe disponível 24h por dia, 7 dias por semana, para atender todos os clientes a nível nacional e internacional.
Possui estrutura que disponibiliza treinamento de alto nível a médicos, enfermeiros e pilotos, bem como aeronaves, ambulâncias e o que há de mais moderno em equipamentos médicos. A satisfação de seus clientes supera o índice de 98%.
A UNIAIR, desde o início da pandemia, já cruzou o céu do país em mais de 500 remoções aeromédicas. Além disso, adequou-se rapidamente às exigências e às modificações do cenário da saúde através do uso de EPIs, medicamentos validados cientificamente e treinamentos.
Nesses 24 anos de experiência com mais de 15.000 remoções aeromédicas realizadas e 31.000 horas de voo, além de tantas vidas transportadas, possui a marca importante de zero acidentes. A UNIAIR está instalada em hangares próprios no Aeroporto Internacional Salgado Filho (Porto Alegre/RS), no Aeroporto Governador José Richa (Londrina/PR) e com base operacional em São José/SC.
Faltam 20 dias para o 2º Congresso Aeromédico Brasileiro – CONAER. O evento será on-line e acontecerá nos dias 20, 21, 22 e 23 de Setembro de 2021, das 18h00 às 22h00, através da plataforma Doity Play. O CONAER é destinado a todos os profissionais com interesse na área e entusiastas.
Além das participações nacionais com temas relacionados à biossegurança, ECMO, regulamentação, luto, COVID-19, educação continuada, regulação médica, segurança de voo, teremos palestras internacionais do Serviço Aeromédico da Noruega e da DRF Luftrettung da Alemanha. Serão ao todo 25 palestrantes.
Cada participante inscrito receberá um link exclusivo para acessar as palestras e poderá assistir todo o conteúdo do evento, inclusive do 1º Encontro Nacional de Operadores de Suporte Médico. As pessoas credenciadas no evento receberão certificado com carga horária de 20 horas-aula, emitido pelo 2º CONAER, em parceria acadêmica com a Faculdade CENSUPEG.
As empresas patrocinadoras terão um estande virtual, onde será possível agendar uma reunião e acessar informações disponibilizadas. O valor da inscrição é de R$ 150,00 e para associados da ABRAERO ou SBMA há descontos especiais. Entre em contato com as Associações: www.abraero.com.br ou www.sbma.org.br.
Durante o CONAER haverá exposição de trabalhos científicos, através de vídeos, onde o autor compartilhará com os participantes do Congresso suas experiências, pesquisas e avanços científicos no setor aeromédico. Além disso, no dia 21 de setembro, os autores dos três melhores trabalhos participarão de um encontro virtual, onde falarão sobre os temas apresentados.
Sorteios
Durante o CONAER serão sorteados 10 torniquetes T-APH Tático da Desmodus, incluindo o porta torniquete (Porta TQ). Além disso, em parceria com Esquadrões de Combate, serão sorteados kits do Portal Resgate Aeromédico com designer exclusivo, contendo uma caneca, um chaveiro e um patch.
Os sorteios acontecerão durante o evento e serão enviados pelo correio para os vencedores que residirem no Brasil.
Rio Grande do Sul – A operadora aeromédica UNIAIR Táxi Aéreo realizou desde o início da pandemia, mais de 550 remoções aeromédicas, 49% delas de pacientes com COVID-19. No período houve um aumento de 30% nos voos. A empresa realizou transportes de pacientes de Manaus para outras cidades e também quando aumentou o número de casos no Rio Grande do Sul.
“A lotação máxima de leitos UTIs fez com que tivéssemos, em algumas semanas, 100% dos voos aeromédicos com pacientes com COVID-19. Isso envolveu uma logística muito complexa, envolvendo assepsia, protocolos de higienização, equipes de solo para realizar o apoio, mais uma equipe em voo e cuidado para não extrapolar jornada de trabalho da tripulação”, disse Bruna Cavalheiro Pereira, gestora comercial da UNIAIR.
UNIAIR realizou durante a pandemia mais de 260 remoções aeromédicas de pacientes com COVID-19
Atualmente, a empresa atende mais de 4 milhões de usuários do Plano Unimed em território nacional. O serviço aéreo pode ser incluído no convênio de saúde e varia conforme o plano do cliente. Para contratações particulares, o cálculo é feito pelo quilômetro voado. Como exemplo, um voo aeromédico de Uruguaiana a Porto Alegre, pode custar R$ 35 mil.
Além do Aeroporto Salgado Filho, a operadora possui hangar no aeroporto Governador José Richa, em Londrina (PR) e uma base operacional em São José (SC). Nos seus 23 anos de história, já realizou 30,5 mil horas de voos e calcula ter atendido 15,5 mil pessoas.
A empresa possui três aviões, dois helicópteros e mais de 80 profissionais das áreas de saúde, operações aéreas, manutenção e administrativo. Bruna ressalta que o transporte ocorre de um hospital com menos recurso para um hospital de maior recurso. “As aeronaves de nossa frota foram escolhidas justamente pela versatilidade para operar em pistas relativamente curtas, não pavimentadas, como as que encontramos no interior do nosso Estado”, complementou.
O cuidado é feito de leito a leito, com ambulâncias para o transporte terrestre na origem e no destino. A equipe é formada por piloto, médico e enfermeiro e além do paciente, pode levar até dois acompanhantes da família.
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UNIAIR realizou durante a pandemia mais de 260 remoções aeromédicas de pacientes com COVID-19
UNIAIR realizou durante a pandemia mais de 260 remoções aeromédicas de pacientes com COVID-19
UNIAIR Transporte Aeromédico, UNIMED Rio Grande do Sul, Helibras
UNIAIR realizou durante a pandemia mais de 260 remoções aeromédicas de pacientes com COVID-19
Amazonas – Em despacho emitido na noite de quinta-feira (14), a juíza Maria Pinto Fraxe, da 1ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Amazonas, determinou que a União transfira imediatamente todos os pacientes da rede pública de Manaus que possam morrer por conta da falta de oxigênio.
O despacho atende a um pedido do Ministério Público Federal, do Ministério Público Estadual e das Defensorias Públicas. A capital amazonense enfrenta colapso no sistema de saúde devido ao aumento das internações por COVID-19 e falta de oxigênio. Nesta quinta, o governo estadual informou que 235 pacientes começaram a ser transferidos para outros Estados.
Além disso, a Secretaria de Estado da Saúde do Amazonas vai transferir para outros estados brasileiros bebês prematuros internados em maternidades públicas amazonenses, por conta da falta de oxigênio dos hospitais. São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Maranhão ofereceram leitos.
Até o momento, mais de 223 mil pessoas foram infectadas pelo novo coronavírus no Amazonas e mais de 5,9 mil morreram devido à doença. O Estado tinha um saldo de 1.581 pacientes internados, sendo 518 em leitos de UTI.
Remoções de pacientes
A Força Aérea Brasileira (FAB) já iniciou o transporte de pacientes, acompanhados de equipes de saúde, de Manaus (AM) para outros estados do País. Duas aeronaves C-99 do Primeiro Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (1º/2º GT) foram deslocadas para realizar os transportes.
O planejamento é de que partirão voos de Manaus (AM) com destino a São Luís (MA), Teresina (PI), Natal (RN), João Pessoa (PB), Brasília (DF) e Goiânia (GO), transportando pacientes e profissionais de saúde.
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FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil. Foto: Laura Moura/G1
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil. Foto: Reprodução/TV Clube
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil. Foto: Laura Moura/G1
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil. Foto: João Allbert/Agif/Estadão Conteúdo
Empresas de táxi aéreo que realizam transporte aeromédico de pacientes críticos também estão sendo muito demandadas. Não se tem números consolidados das quantidades de transportes de pacientes com COVID-19 realizados pelas operadores aeromédicos.
Empresas como Uniair, Brasil Vida, Abelha, Sete, Líder, Helisul, AllJet, Unimed Aeromédica, AirJet estão realizando essas remoções desde o ano passado e muitas tiveram um aumento exponencial nas operações.
No Brasil existem cerca de 40 empresas que fazem esse tipo de transporte, porém, além do grande número de pedidos, para realizar a remoção de pacientes com COVID-19 são exigidos equipamentos como cápsulas de isolamento e vestimentas especiais, além de protocolos rígidos, o que dificulta ainda mais essa atividade que já é complexa.
Transporte de oxigênio
Além dos transportes de pacientes, duas aeronaves C-130 Hércules da FAB decolaram da Base Aérea de São Paulo, em Guarulhos (SP), na quinta-feira (14), com mais de 18 toneladas de cilindros de oxigênio líquido, que serão utilizados por hospitais no atendimento a pacientes da COVID-19, no estado do Amazonas.
Na quarta-feira (13), uma aeronave multimissão KC-390 Millennium da FAB já havia transportado oito toneladas de equipamentos para Manaus. Levaram material hospitalar, camas, cilindros de oxigênio, macas e barracas, totalizando 8.820 quilos de materiais que irão equipar o Hospital de Campanha (HCAMP).
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FAB transporta toneladas de equipamentos para Manaus
FAB transporta toneladas de equipamentos para Manaus
FAB transporta toneladas de equipamentos para Manaus
FAB transporta toneladas de equipamentos para Manaus
FAB e empresas de Táxi Aéreo transportam pacientes com COVID-19 de Manaus para outros estados do Brasil
Aeromédico do Brasil – O portal Resgate Aeromédico iniciou uma série de entrevistas com os protagonistas do aeromédico brasileiro para conhecer melhor o funcionamento dos operadores aeromédicos públicos e privados.
No Brasil, segundo a ANAC, o serviço aeromédico privado é explorado por cerca de 39 empresas de táxi-aéreo. A UNIAIR é uma delas. Nesse setor há também operadores públicos. Os Corpo de Bombeiros Militares, Polícias Militares, Polícias Civis, Polícia Rodoviária Federal e Secretarias de Segurança Pública realizam atividades de resgate e transporte aeromédico.
Dessa vez vamos falar sobre a operadora aeromédica UNIAIR. O Dr. Maurício Alberto Goldbaum, Diretor Presidente e sua equipe formada pela Gerente Operacional, Michelle Trindade; Piloto Chefe, Fabio Amaral e pelo Coordenador Médico, Dr. Adriano Garcia, nos ajudaram com as respostas e com a matéria.
A UNIAIR, habilitada pela ANAC, atua desde 1997 com transporte aeromédico e táxi aéreo (executivo) em todo território nacional e demais países da América do Sul, América Central e Caribe.
Vamos conhecer a UNIAIR!
Aeromédico do Brasil: UNIAIR, uma empresa nacional de transporte aeromédico.
RA: Quais aeronaves vocês operam?
UNIAIR: Possuímos 6 aeronaves em nossa frota, sendo 3 aviões King Air C90, 01 avião King Air B200GT e 02 helicópteros Esquilo AS350B2. Dessas aeronaves, cinco estão destinadas ao aeromédico. Essas aeronaves estão configuradas para UTI Adulta, Pediátrica e Neonatal. O avião king Air C90B, PT-WNF, está configurado executivo.
RA: Vocês possuem contratos com Estados para realizar a atividade aeromédica?
UNIAIR: Possuímos somente com estado do Rio Grande do Sul para atendimento a Secretaria de Saúde e transporte de órgãos. Em São Paulo nosso contrato é para voos executivos.
RA: Vocês realizam o atendimento aeromédico privado ou público?
UNIAIR: Realizamos somente atendimento aeromédico privado. Temos uma Central de Atendimento 24h que recebe as solicitações dos beneficiários de plano de saúde que temos contrato e demais clientes que necessitem de transporte aeromédico.
Aeromédico do Brasil: UNIAIR, uma empresa nacional de transporte aeromédico
RA: Como é a seleção e formação das tripulações das aeronaves?
UNIAIR: O processo seletivo da UNIAIR consiste basicamente em análise curricular, entrevista, avaliação psicológica, avalização prática em simulador de voo, comprovação de experiência e certificados e avalização médica. Nossa tripulação possui formação e treinamentos conforme exige a legislação vigente, bem como o Programa de Treinamento aprovado pela ANAC.
RA: Como é composta a equipe aeromédica da aeronave?
UNIAIR: A nossa equipe aeromédica é composta por piloto, copiloto, médico(a) e enfermeiro(a). Todos têm treinamentos específicos em transporte aeromédico, como Fisiologia de Voo, embarque e desembarque, conhecimentos sobre os equipamentos embarcados e sistemas da aeronave.
RA: Vocês fazem treinamento de CRM ou algum voltado para a segurança das operações?
UNIAIR: Sim, realizamos o CRM, além de cursos e treinamentos relacionados ao Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO), a Segurança Contra Atos de Interferência Ilícita (AVSEC – Aviation Security) e Artigos Perigosos.
Aeromédico do Brasil: UNIAIR, uma empresa nacional de transporte aeromédico.
RA: Como é feita a regulação do serviço aeromédico na UNIAIR?
UNIAIR: A grande maioria dos casos avaliados são beneficiários do plano de saúde. Sua situação é avaliada para definição se o transporte aeromédico está previsto na cobertura contratual de remoção.
A regulação é feita através de triagem médica entre médico plantonista da UNIAIR e o médico que está assistindo o paciente e solicitando a transferência. Analisa-se a patologia e quadro clínico do paciente, medidas terapêuticas já instituídas na origem, resposta ao tratamento, recursos e medidas de tratamento ainda disponíveis e o motivo da solicitação de encaminhamento para outro hospital.
Normalmente, a justificativa está no esgotamento de recursos no local, com necessidade de internação em hospitais mais avançados. Para isso, sempre levamos em consideração qual o local mais próximo com essa disponibilidade. Para desencadear o processo de remoção é necessária a confirmação de leito no local de destino.
RA: Vocês seguem regulamentação da ANAC? Para voar aeromédico é preciso autorização?
UNIAIR: Nosso serviço é prestado de acordo com as normas da Agência Nacional de Aviação Civil – ANAC e de regulação médica, respeitando as condições meteorológicas e de tráfego aéreo. Seguimos o Código Brasileiro de Aeronáutica, bem como a regulamentação vigente e pertinente ao Taxi-Aéreo (RBAC 135). É necessária autorização da ANAC para voos aeromédicos e treinamentos específicos.
Aeromédico do Brasil: UNIAIR, uma empresa nacional de transporte aeromédico
RA: Onde fica a base de operações? Quantas bases vocês possuem?
UNIAIR: Estamos instalados em hangares próprios no Aeroporto Internacional Salgado Filho (Porto Alegre/RS) e no Aeroporto Governador José Richa (Londrina/PR), com base operacional no Aeroporto de Congonhas (São Paulo/SP), Campo de Marte (São Paulo/SP) e no Heliporto Heli-Rio (Rio de Janeiro/RJ).
RA: Vocês voam sempre com dois pilotos no serviço aeromédico? Qual é o modelo que utilizam?
UNIAIR: Nos aviões voamos sempre com dois pilotos porque é uma exigência dos regulamentos da ANAC. Nos helicópteros voamos com um piloto (Single Pilot), conforme a configuração aeromédica dos Esquilos AS350B2.
RA: Quais equipamentos aeromédicos possuem nas aeronaves?
UNIAIR: Os equipamentos utilizados são próprios para a configuração de uma UTI aeromédica, incluindo ventilador mecânico, bombas de infusão, oxímetro, monitor cardíaco e cardioversor.
Eles são instalados em suportes específicos fixos na maca, que é removível e acoplada durante o transporte à uma plataforma especial instalada dentro da aeronave, a qual abriga cilindros de oxigênio, adaptação à rede elétrica da aeronave e espaços para acondicionamento de materiais. Além disso, sempre é levado em cada remoção um kit padronizado organizado em maletas com todos os medicamentos e materiais que porventura possam ser necessários durante uma remoção.
Gostou?
Se você quiser saber mais sobre os serviços prestados pela UNIAIR, acesse o site da empresa: http://www.uniair.com.br/
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