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BOA/MG: Atropelamento em Carmópolis de Minas

Uma senhora de 50 anos foi atropelada por uma motocicleta na zona rural de Carmópolis de Minas, cidade com cerca de 20 mil habitantes e situada a 120km de Belo Horizonte.

Atropelamento em Carmópolis de Minas

Ao ser atendida no hospital local a médica constatou um grave traumatismo craniano cujo tratamento requeria recursos somente disponíveis no hospital João XXIII, na capital. Assim, foi acionado o apoio do Batalhão de Operações Aéreas que enviou o helicóptero Arcanjo 3/USA 7 do SAMU/BH.

Atropelamento em Carmópolis de Minas

Com a aeronave pousada no estádio municipal a equipe do Arcanjo recebeu a vítima e após prepará-la e garantir sua estabilidade hemodinâmica, embarcou-a para o transporte. Após voo de 20min a senhora foi deixada aos cuidados da equipe do HPS.

Atropelamento em Carmópolis de Minas

Fonte: BOA/MG

Arcanjo socorre vítima em Bom Jesus do Amparo/MG

Na manhã do dia 1º de dezembro de 2013, três pessoas se feriram gravemente num acidente na BR 381 à altura do município de Bom Jesus do Amparo-MG, localizado a 70 km de Belo Horizonte, sendo que  uma delas ficou presa às ferragens do carro que bateu num caminhão.

Arcanjo socorre vítima em Bom Jesus do Amparo/MG

Em seu socorro foram enviadas viaturas e um helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros, além de ambulância da cidade de Itabira.

Durante o trabalho de desencarceramento a mulher de 49 anos  foi atendida pela USA 7 do SAMU-BH que constatou trauma abdominal importante.

Arcanjo socorre vítima em Bom Jesus do Amparo/MG

Estabilizada e embarcada na aeronave a vítima foi levada para o HPS João XXIII.

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Arcanjo socorre criança com traumatismo craniano

Minas Gerais – O helicóptero Arcanjo do Corpo de Bombeiros foi usado para socorrer uma criança de 4 anos na cidade de Curvelo-MG, região central de MG, distante 170km da capital.

Após sofrer um forte queda e ser levada ao hospital local os médicos constataram um grave traumatismo crânio-encefálico (TCE). Em casos como este o tempo de chegada ao leito pediátrico de UTI-unidade de terapia intensiva é crucial.

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Como não havia disponibilidade de estrutura adequada na cidade, o hospital local conseguiu um leito em Belo Horizonte e acionou o BOA-Batalhão de Operações Aéreas (também de BH) para que a transportasse.

O pouso foi feito no aeroporto de Curvelo. Ao desembarcarem do helicóptero Arcanjo 3, o Dr Martin e a Enfª Valéria Murta observaram diversos aspectos clínicos para que a criança pudesse ser embarcada na aeronave e transportada com segurança.

O transporte até a capital demorou cerca de 45min e a pequena paciente pudesse então receber cuidados intensivos com todos os recursos adequados. O Batalhão de Operações Aéreas completa 7 anos em 2013 e já registrou centenas de ocorrências deste tipo. O lema do BOA é “VOAR PARA SALVAR”.

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Fonte e fotos: BOA/CBMMG.

Arcanjo socorre vítima de acidente na BR 381

Minas Gerais – No dia 8 de novembro de 2013 a equipe de plantão no Batalhão de Operações Aéreas-BOA foi acionada pelo Centro de Operações do Corpo de Bombeiros-COBOM para compor o dispositivo acionado para atender a um grave acidente na BR 381, no trevo de Caeté-MG, região metropolitana de BH. Apesar de situar-se a menos de 50km da capital, este trecho da estrada é bastante sinuoso e muito movimentado, o que geralmente resulta num tempo maior para a chegada das equipes de salvamento.

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Decorridos apenas 10min o Arcanjo 3 pousou na rodovia já interditada pela Polícia Rodoviária Federal-PRF para este fim. Tratava-se de uma colisão entre caminhão x carro de passeio, no qual o motorista deste ficou preso às ferragens.

Enquanto a equipe do Serviço Móvel de Atendimento de Urgência de Belo Horizonte-SAMU BH assistia a vítima, os bombeiros a desencarceravam e o restante da guarnição aérea preparou a aeronave para conduzir o homem de 27 anos, que teve suas pernas bastante lesionadas, inclusive com fraturas expostas.

Dalí até o hospital de pronto-socorro foram 12min. A vitima deu entrada no hospital sedada e estabilizada, para que os demais procedimentos médicos fossem adotados.

Dica de segurança: A direção defensiva é um eficiente meio de prevenção de acidentes. Respeite a sinalização da via e mantenha a velocidade do veículo dentro dos limites permitidos.

Fonte e fotos: BOA/CBMMG.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

O motorista de uma caminhonete morreu após sofrer grave acidente na BR-381, em Bom Jesus do Amparo, na região central de Minas, na manhã de domingo (10/11/13).

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

De acordo com com o Corpo de Bombeiros, Ataíde Robeiro de Amorim, de 50 anos, perdeu o controle da direção e invadiu a contramão na altura do km 400. Em seguida, a caminhonete modelo Amarok, placa OOZ-3508, de Esmeraldas, na Grande BH, colidiu de frente com uma carreta, placa HVJ-1916, de Recife.

Por parte do Corpo de Bombeiros de Minas Gerias houve o empenho de uma viatura tipo AB do Pelotão de Nova União e o acionamento do helicóptero Arcanjo 03, do BOA.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Com a chegada da viatura AB ao local, foi efetuado o isolamento do acidente, contenção do trânsito para pouso do helicóptero e retirada da vítima (passageira da caminhonete) do interior do veículo conforme o protocolo de APH.

A guarnição aérea, com participação da equipe da USA 07, deu continuidade ao socorrimento da vítima realizando análise clínica e tratamento inicial ainda no local da ocorrência. Após os trabalhos avançados de suporte de vida, a vítima foi embarcada no helicóptero Arcanjo 03 e prontamente conduzida para o Hospital João XXIII.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Segundo os bombeiros, devido ao forte impacto da colisão, o condutor morreu na hora e sua acompanhante, Jaciára Maria de Buto Amorim, de 47 anos, ficou gravemente ferida. A mulher sofreu lesão na coluna, trauma abdominal e facial e foi encaminhada de helicóptero ao Hospital de Pronto-Socorro João 23, na capital mineira. O condutor da carreta saiu ileso.

A causa da perda de controle por parte de Ataíde ainda é desconhecida e será investigada.

Aeronave: Arcanjo 03.
Equipe: Cap Welter, ST William, Médica Maria Olímpia e Enfermeiro Rodrigo Marques.

Ocorrência grave atendida pelo BOA em Bom Jesus do Amparo/MG

Fonte: R7 e BOA/CBMMG

Pilotos do CBMMG fazem Ground School do EC 145

Começou dia 28/10/13, em Belo Horizonte, mais uma importante etapa de preparação dos pilotos do CBMMG para a chegada do novo helicóptero da Secretaria Estadual de Saúde, que será operado pelo BOA.

O “ground school” é um curso de familiarização teórica com a aeronave e nele estão sendo estudados os sistemas e equipamentos. Nestes 10 dias os instrutores da empresa fornecedora apresentam minúcias do novo helicóptero, que possui capacidade de transportar até 11 pessoas, incluindo os 2 pilotos, equipamentos de transporte aeromédico e de salvamento.

Pilotos do CBMMG fazem Ground School do EC 145

Sua velocidade é de cerca de 246km/h, o que lhe permite alcançar até 680km e realizar com mais segurança e agilidade todas as tarefas de salvamento atualmente já desenvolvidas no BOA.

Este curso é parte de um grande projeto do governo estadual de Minas Gerais que envolve o CBMMG e SES, que pretende expandir o serviço às demais regionais de saúde e prestar atendimento de urgência e emergência em novo patamar, inédito no país.

Pilotos do CBMMG fazem Ground School do EC 145

Na sequência os pilotos comandantes de aeronave passarão ao treinamento em simulador de voo e em aeronave do mesmo modelo.

Na avaliação do Major Farley, um dos pilotos, “O planejamento delineado para o uso do helicóptero EC 145 está focado na qualificação de excelência dos recursos humanos, na logística adequada e na atuação em rede dos órgãos envolvidos. Estamos fortemente empenhados para que os objetivos sejam superados e para isto temos nos desdobrado.”

Pilotos do CBMMG fazem Ground School do EC 145

Fonte: BOA/MG

Arcanjo 1 socorre vítima de capotamento na BR 040, em Minas Gerais

No dia 19/10/13, o BOA apoiou ​equipes terrestres do CBMMG e SAMU BH no atendimento de uma vítima de capotamento de veículo na BR 040, altura da cidade de Nova Lima-MG.

Arcanjo 1 socorre vítima de capotamento na BR 040, em Minas Gerais

Conforme necessidade operacional, o pouso foi realizado na rodovia no ponto seguro mais próximo do local do acidente e a equipe da USA 7, do SAMU BH, ministrou o Suporte Avançado de Vida ao motorista, que estava preso às ferragens e apresentava graves lesões.

Para esta parte da operação foi necessária a interrupção da BR para garantir a segurança da aeronave e de todos ao redor.

Arcanjo 1 socorre vítima de capotamento na BR 040, em Minas Gerais 

A tripulação do helicóptero era composta por um Piloto Comandante de Aeronave, um Piloto Comandante de Operações Aéreas, dois Tripulantes Operacionais, um Médico e um Enfermeiro, sendo que um Piloto e um Tripulante Operacional ficaram em solo para que o embarque da vítima, uma vez que seus assentos precisaram ser retirados.

Após o desencarceramento a vítima foi embarcada no Arcanjo 1 e seguiu para o Hospital de Pronto Socorro de BH, num voo de 9 minutos, onde foi recebida pela equipe médica de atendimento ao trauma.

Na opinião do Cap Welter, Comandante da Aeronave, “pousos desta natureza acrescentam risco à operação e o treinamento contínuo e a padronização de procedimentos vêm sendo importantes aliados do BOA para a realização desta tipo de atividade.”

Arcanjo 1 socorre vítima de capotamento na BR 040, em Minas Gerais

Fonte: BOA/MG

 

BOA/MG atende capotamento na rodovia MG-10

Minas Gerais – Na manhã do último Sábado (05/10/13), o helicóptero Arcanjo 1 atendeu ao chamado de um capotamento na rodovia MG 10, no trecho próximo à Cidade Administrativa do estado, na Região Metropolitana de BH. A tripulação da aeronave era composta por bombeiros militares do Batalhão de Operações Aéreas e SAMU-BH.

Capotamento MG 10

N​e​ste acidente ficaram feridas 3 pessoas, sendo que a mais grave delas ​, uma jovem de 15 anos​ foi embarcada no Arcanjo. Ela apresentava TCE ​ (traumatistmo crânio-encefálico​) grave e transportada para HPS João XXIII, ​que é o hospital de referência em trauma no estado de MG.

O ​tempo de voo até o ​h​ospital foi de 6min, enquanto que ​um deslocamento terrestre duraria ao menos 45min.

Na opinião do Dr. Daniel Claus, que compunha a g​uarnição, “o entrosamento das equipes terrestre​s​ ​foi fundamental para que este pouso em área urbana, bem como o rápido suporte avançado à vítima ocorresse da forma positiva como foi constatado”.

Fonte: BOA/CBMMG

Missão de transporte de órgãos envolve PM, Bombeiro e FAB

Quarta-feira (23/09/2013), a Polícia Militar de Minas Gerais (Uberlândia), o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (Belo Horizonte) e a Força Aérea Brasileira realizaram a nobre missão de trasladar órgãos vitais captados em Patos de Minas e que precisavam chegar aos seus destinos no curto espaço de tempo exigido.

A equipe do “Pégasus 08” da PM retornou para Uberlândia decolando do campo de futebol do 15º BPM com a equipe médica levando um coração. No aeroporto de Uberlândia, um avião da Força Aérea Brasileira transportou o órgão para ser transplantado em Brasília DF.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais saiu de Belo Horizonte no helicóptero “Arcanjo 01” transportando a equipe médica que levou o Fígado e Rins para serem transplantados no hospital Felício Rocho, na capital mineira.

Todos os envolvidos ficaram muito emocionados em poder participar de uma das mais nobres missões de defesa social: salvar vidas.

Pégasus 08 equipe médica Patos

FAB Patos

Arcanjo 01 Patos

Fonte: 2ªCORPAER

BOA/MG resgata pessoas em dia agitado

Batalhão de Operações Aéreas resgata homem ferido por arma de fogo

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O Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros realizou, no último sábado (6), o transporte de um homem ferido por um disparo de arma de fogo. O fato aconteceu em Conselheiro Lafaiete, região Central do Estado.

Devido à gravidade dos ferimentos, a vítima foi levada no helicóptero Arcanjo para o Hospital João XXIII, em Belo Horizonte. Segundo o Capitão Dias, comandante da aeronave, o tempo de transporte entre as duas cidades foi de meia hora, o que garantiu a sobrevivência do ferido e a possibilidade de um atendimento médico mais rápido.

1º Batalhão e BOA resgatam feridos em batida entre duas carretas na BR 040

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Uma batida entre duas carretas, na BR 040, perto de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, deixou três pessoas feridas. Bombeiros do 1º Batalhão e do Batalhão de Operações Aéreas participaram do salvamento no último sábado (6).

O acidente aconteceu na entrada do condomínio Retiro do Chalé, sentido Rio de Janeiro. Militares do 1º Batalhão foram acionados pelo telefone 193 e constataram que a vítima tinha escoriações pelo corpo e que sua perna estava presa às ferragens.

Os militares usaram técnicas apropriadas de salvamento para retirar a pessoa ferida que foi imobilizada e levada, pelo helicóptero Arcanjo, para o Hospital João XXIII. Os outros dois feridos, o motorista e o passageiro da carreta tiveram ferimentos leves.

Fonte: CBM/MG.

As mulheres do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

As mulheres eram vistas com desconfiança até pelos próprios colegas de corporação, mas hoje ninguém imagina os Bombeiros sem elas.

No início, a desconfiança reinava. Afinal, para ser bombeiro é preciso ter um ótimo preparo físico e muita coragem. “Coisa de homem”, diziam os machistas de plantão. Entretanto, o ingresso de mulheres do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais a partir de 1993 mudou esse conceito. Em pouco tempo elas conquistaram o reconhecimento da tropa, a admiração da sociedade, e hoje ninguém mais imagina os bombeiros sem a competência e – por que não dizer – o charme feminino.

Atualmente, há 451 mulheres bombeiros em um universo de 5.600 militares e não há tarefa que elas não façam, garante o comandante-geral da tropa, coronel Sílvio Melo. “A chegada das mulheres acrescentou muito à corporação, pois elas são extremamente competentes, abnegadas, atenciosas, dedicadas e minuciosas. E ainda têm uma virtude a mais, a de fazer valer a autoridade com delicadeza e inteligência. O homem é mais rude”, destaca o oficial.

Segundo o comandante-geral, não foi uma conquista fácil, principalmente para as mulheres da primeira turma, que tiveram de provar que davam conta do recado. “Num primeiro momento, a presença delas foi questionada, porque a atividade do bombeiro demanda vigor físico; tem de entrar em rios de águas escuras, em edificações incendiadas, carregar macas em ocorrências de trânsito com vítimas. Mas ficou constatado que as mulheres são capazes de fazer isso da mesma forma que os homens”, explica Melo.

Que o diga a capitão Daniela Costa, 35, integrante da primeira turma de mulheres da tropa. “Aquele primeiro curso foi o momento de provarmos nossa capacidade. Fomos exigidas ao extremo para saber até onde poderíamos ir e definir qual seria o papel das mulheres entre os bombeiros. No início, havia uma dúvida, um desconhecimento. Mas o preconceito foi caindo por terra durante o treinamento e, no fim, éramos vistas apenas como parte da tropa. Hoje não há área dos bombeiros que seja exclusivamente masculina. Não há restrições para a mulher. Não temos limites”, diz a oficial.

Daniela reconhece que a escolha, na época, não foi fácil, mas diz que qualquer dúvida sobre a profissão desapareceu quando saiu na rua fardada – autorização que os cadetes recebem ao fim do primeiro ano de treinamento. “Foi um curso muito difícil, com muitas disciplinas e treinos.

Passamos sufoco no treinamento, ficamos semana sem dormir, fizemos muita atividade física, nossa tolerância foi testada ao extremo. Perguntei-me se era mesmo aquilo. Mas, quando vesti a farda pela primeira vez, fiquei emocionada com a expressão das pessoas. Só ouvia ‘olha, uma mulher bombeiro!’”, diz a capitã, que inicialmente pensou em sentar praça na Força Aérea.

“Desde criança eu tinha carrinhos de bombeiros, mas essa era uma possibilidade que não existia na época. É uma profissão que sempre achei bonita, das poucas em que a recompensa é imediata, você vê o resultado do trabalho na hora em que faz um salvamento”, conta a integrante do Batalhão de Operações Aéreas. “Minha filha tem o maior orgulho de falar que a mãe é bombeiro e piloto de helicóptero”, diz essa belo-horizontina, casada com um colega oficial, e mãe de Ana Paula, 10, e Rafael, 2.

De acordo com Daniela, a maior parte dos adereços é incompatível com a profissão, o que não a impede de manter a graciosidade. “Uma coisa não exclui a outra. A mulher é, por natureza, vaidosa. Usamos brincos pequenos, cabelo preso, unhas discretas, mas continuamos femininas, sempre”.

Mesma opinião tem a sargento Sílvia Amélia de Souza Paula, 36, que prestou o primeiro concurso para soldado feminino em Minas Gerais. “No trabalho, evito ser muito feminina, mas é uma coisa minha, pois acho que, quanto menos a gente se destaca na multidão, mais fácil é interagir. Mas tem espaço para a Sílvia, um brinco maior, maquiagem, cabelo arrumado. Uma coisa não interfere na outra”, comenta.

Sílvia diz, contudo, que o lugar da mulher na corporação foi conquistado aos poucos. Com indisfarçável orgulho, Sílvia explica que ser bombeiro é, antes de tudo, uma vocação. “As pessoas falavam que iríamos para a área administrativa, mas entrei sabendo que ia atuar na operação, no salvamento, onde ainda estou. Gosto do resgate, nem sinto que estou trabalhando, tenho 17 anos de profissão e ainda é algo que faço com prazer. Poder ajudar alguém é maravilhoso, e ainda me pagam por isso”, conta.

Supervisor de ensino, subcomandante da Academia de Bombeiros e militar há 18 anos, o major Anderson de Almeida, 41, estava iniciando a carreira quando as mulheres chegaram à corporação. E conta que, em 1993, até o povo via a novidade com certa desconfiança. “Realmente, no começo, quando a primeira tropa feminina foi para a rua, houve um período de adaptação. Levou talvez uns cinco anos para as mulheres da tropa se firmarem e o povo entender que elas têm as mesmas condições de ser bombeiro que o homem”, avalia Almeida.

Segundo o oficial, do ponto de vista da formação e do trabalho em si, essa dúvida sobre a capacidade feminina há muito tempo acabou. “Percebemos que as mulheres dão conta de exercer a mesma função porque passam pelo mesmo treinamento. Mas elas estão sobressaindo cada vez mais. Por terem menos vagas para concursos – a legislação limita o contingente feminino em, no máximo, 10% do efetivo –, a média delas é mais alta que a dos homens. Ou seja, elas fazem todas as atividades físicas e ainda sobressaem na parte intelectual”, diz o major.

Já a aluna do curso de formação de oficiais desde 2009, Luciana Silva Procópio, 23, acredita que a razão do sucesso das mulheres na profissão de bombeiro está na força de vontade. “O caminho é um pouco mais difícil porque nossa natureza física é um pouco aquém da masculina. Mas a mulher tem mais determinação. Na parte de capacitação física e de campo, não se vê atividade que a mulher não consiga completar”, diz a jovem, vislumbrando uma longa e promissora carreira.

E com a serenidade de quem sabe que, na rígida hierarquia militar, vai chegar a hora em que elas também estarão no comando, a veterana capitã Daniela concorda com a cadete: “Minha turma foi pioneira, era a primeira vez para tudo. Até hoje estamos conquistando espaço, mas o que ainda não fizemos foi apenas porque ainda não deu tempo de serviço”. Sim, senhora!

Fonte: Revista Encontro / Reportagem: Marcelo Fiuza / Fotos: Cláudio Cunha

Curso de Tripulante Operacional forma policiais civis e bombeiros em Minas Gerais

A Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais realizaram na manhã desta quarta-feira (06/01/13) a solenidade de formatura da primeira turma do Curso de Tripulante Operacional. Cinco policiais civis e 11 bombeiros concluíram o curso, que teve início em novembro do ano passado. Esta foi a primeira turma integrada de alunos bombeiros e policiais civis.

Esta foi a primeira turma integrada de alunos bombeiros e policiais civis

O curso teve como principal objetivo habilitar os profissionais a exercerem atividades a bordo das aeronaves de asa fixa e rotativa, durante o atendimento de ocorrências em apoio às equipes de solo. A ação buscou, ainda, adequar os tripulantes à legislação vigente, preenchendo os requisitos técnicos de segurança.

O chefe da Polícia Civil de Minas, Cylton Brandão da Matta, ressaltou a importância do curso, ministrado no Corpo de Bombeiros, ter sido realizado de forma integrada com a Polícia Civil. “Isso mostra que a integração, além de positiva para ambas, culmina na excelência da prestação de serviços do estado”, exaltou.

Durante a cerimônia, as madrinhas e padrinhos entregaram aos formandos o certificado e o distintivo de conclusão do curso. Logo após, o chefe da Polícia Civil, o secretário de Defesa Social, Rômulo Ferraz, e o comandante do Corpo de Bombeiro Militar, coronel Sílvio Antônio de Oliveira Melo, descerraram a placa alusiva ao curso. Também foi exibido um vídeo com imagens dos alunos durante as aulas.

O chefe do Hangar da Polícia Civil, delegado Henrique Oliveira, destacou que o sucesso da iniciativa é resultado da integração das instituições, que compartilharam informações. “O Corpo Bombeiros contribuiu com as suas técnicas de salvamento e a Polícia Civil, com os conhecimentos policiais”, definiu.

O policial civil Roberto Oliveira, que está na instituição há cinco anos, enfatizou que a troca de experiências é o que engrandece o curso. “A gente aprende a parte profissional com uma corporação que tem o princípio técnico muito grande. A Polícia Civil tem o conhecimento da parte policial e o Corpo de Bombeiros, na parte de salvamento, é excepcional”, afirmou.

Para o sargento BM José Carley, há 14 anos na corporação, foi muito gratificante participar com policiais civis. “Aprendemos a cada dia com cada um dos alunos, com a experiência de cada um”, disse.

O curso teve a carga horária de 294 horas/aula e a grade curricular abordou diversas áreas, dentre elas segurança de voo, técnico operacional, operações embarcadas, salvamento aquático e de altura, teoria de voos e estágio.


HOMENAGEM DO SITE PILOTO POLICIAL AOS NOVOS TRIPULANTES

A atividade aérea nas instituições de segurança pública do Brasil sempre tem uma característica cativante para seus respectivos públicos internos. O sonho de desempenhar suas funções de policial ou bombeiro em prol da sociedade e a bordo de uma aeronave é considerado por muitos “o melhor dos mundos”.

Apesar da atividade aérea exigir diferentes personagens, entre pilotos, mecânicos, administradores, entre outros, é a função do tripulante operacional que brilha como a “ponta da lança”.

Eles são os olhos atentos a procura da agulha, a mão salvadora estendida no fim da esperança, o vulto de anjo visto pelos olhos das vítimas.

Sendo assim, diante de tamanha responsabilidade, não poderia ser diferente a enorme exigência, os minuciosos critérios, a exaustão física e emocional a que são submetidos os que almejam tal posição.

Mas nada supera a emoção e a alegria dos que chegam ao final e conquistam o direito e a responsabilidade de serem chamados de TRIPULANTES OPERACIONAIS !

Manete posição voo… Cabine pronta ?
Bem vindos a bordo !


Veja algumas fotos do evento:

Policiais civis formandos:

Vilmar Maciel de Mendonça
Welbert Marçal
Roberto Taira Oliveira
Gilberto Gilson Lacerda
Diego Guilherme Pereira

 Fonte: Polícia Civil/MG

 

Batalhão de Operações Aéreas/MG deverá adquirir quatro helicópteros e dois aviões

Baseado no aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte/MG, e atualmente operando dois helicópteros AS350 B3 Esquilo e um avião Cessna Centurion, o Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (BOA CBMMG) estrutura-se para expandir suas capacidades.

AS350 B3 Esquilo BOA CBMMG

Tendo em vista convênio firmado, no final do ano passado, entre a Secretraria de Estado da Sáude e o Corpo de Bombeiros, segundo fontes ouvidas por T&D, a unidade estaria se preparando para receber novos equipamentos na forma de quatro helicópteros biturbina configurados e equipados para a realização de atividades de salvamento aéreo, resgate aeromédico e combate a incêndios, e dois aviões turboélices monomotores destinados ao transporte de homens e material, ligação entre unidades e apoio logístico. Conforme convênio, se adquiridas, essas aeronaves serão tripuladas com médicos da Secretaria. O edital da licitação deverá ser divulgado no mês de fevereiro.

A quantidade de encomendas, caso se confirmem, sugere fortemente que o BOA deverá inaugurar sua 1ª base de operações fora do entorno da capital do estado, Belo Horizonte. Conforme informações apuradas por T&D em 2012, as cidades com maiores chances de receber os “Arcanjos” do BOA nessa fase de expansão de suas atividades são Montes Claros e Juiz de Fora, devido a estratégica localização próximo aos corredores rodoviários e a grande concentração populacional das regiões. A criação de bases do BOA CBMMG em pontos estratégicos do interior deverá agilizar bastante o atendimento, diminuindo o tempo de resposta ao acionamento de uma ocorrência.

A introdução de avançados helicópteros biturbinas confirma a tendência mundial de operação de aeronaves de maior porte e capacidade nos grandes centros, devido a grande confiabilidade e reserva de potência proporcionada pelos dois motores utilizados pela aeronave.

Desta forma, o BOA continua se adequando as demandas previstas para a realização do evento FIFA Copa do Mundo de Futebol 2014 no Brasil, já que Belo Horizonte é uma das cidades sede do mundial. Com a expansão da região metropolitana da capital e de várias cidades do interior mineiro, a chegada destas novas aeronaves trará uma nova dimensão as capacidades do Batalhão de Operações Aéreas do CBMMG.

Fonte: Tecnologia e Defesa / Foto: Roberto Caiafa

CAA e BOA apoiam nas buscas de menor sequestrada em São Roque de Minas/MG

Minas Gerais – Desde o dia 30/03, na Cidade de São Roque de Minas, região oeste do Estado, uma menor de 14 anos encontra-se refém de um sequestrador homiziado em uma zona rural. Uma operação policial foi desencadeada com aproximadamente 100 homens das Polícias Civil e Militar.

A operação conta com uma guarnição aérea do Carcará 01 do CAA – Coordenação de Apoio Aéreo da Polícia Civil, composta pelo Inspetor Carlos Vitor e investigador Gilberto Lacerda, além dos integrantes do BOA – Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, Cap BM Farley e Sub Ten BM Willian.

Esta é mais uma operação que está sendo realizada com tripulação mista através do acordo de cooperação técnica firmado entre as instituições.

Conheça o caso:

Depois de um apelo da família da adolescente Sarita Marques Batista, de 14 anos, sequestrada na sexta-feira (30), em São Roque de Minas, no Centro-Oeste do estado, em uma rádio da cidade, Lindair Marques, de 32 anos, entrou ao vivo na mesma rádio na noite deste sábado (7). O sequestrador se mostrou arrependido e afirmou que vai liberar a jovem ainda na noite deste sábado.

De acordo com o diretor da rádio, Roldão Machado, o pai de Sarita e os filhos de Lindair gravaram apelos no local. As mensagens foram um pedido deles para que o sequestrador liberte a adolescente, mantida refém há oito dias. As gravações foram transmitidas durante a  programação.

Minutos após a veiculação da mensagem, Lindair entrou em contato. “Ao vivo, ele pediu desculpas para os parentes e, chorando, disse para que as pessoas não fizessem o mesmo que ele”, afirmou o diretor da rádio. Depois disso, o sequestrador confirmou que libertaria a adolescente.

A Polícia Civil confirmou que teve uma prova de que a adolescente está viva. Segundo a assessoria de imprensa da corporação e o chefe da Divisão Antissequestro da Polícia Civil de Minas Gerais, Márcio Nabak, Lindair fez contato com a equipe da Polícia Civil por telefone na quinta-feira (5).

Durante a ligação, os investigadores pediram que Lindair desse uma prova de que Sarita continuava viva. Por meio do telefone, a adolescente falou com os policiais que está tudo bem e não está passando fome e nem frio. Em seguida, o sequestrador falou com a polícia e chegou a dizer que iria liberá-la na sexta-feira (6). No entanto, isso não aconteceu. Neste sábado, o sequestro chegou ao oitavo dia.

Os policiais voltaram a realizar diligências na região da Serra da Canastra, na tarde deste sábado, em uma área de cerca de 200 mil hectares. A polícia acredita que o local seja o esconderijo de Lindair. Apesar de ter a confirmação de que a adolescente está bem, a polícia confirmou que não tem nenhuma pista concreta do cativeiro ou do sequestrador.

Os policiais do grupo antissequestro de Belo Horizonte priorizavam o trabalho durante a noite, mas a estratégia não deu resultado. A Polícia considera que o sequestrador esteja tentando cansá-los. Caso esta seja a estratégia de Lindair, os policiais afirmaram que não vão desistir de encontrar a jovem. Cerca de 100 policias se revezam durante o dia e a noite nos trabalhos de busca em São Roque de Minas, uma cidade de quase 7 mil habitantes.

Parentes fazem apelo

Na tarde deste sábado, o pai de Sarita e os filhos de Lindair gravaram apelos em uma rádio da cidade. As mensagens são um pedido deles para que o sequestrador liberte a adolescente, mantida refém há oito dias. As gravações serão transmitidas durante a programação da rádio, que o sequestrador fez o primeiro contato no domingo (1º).

Moradores da região e parentes da adolescente passam horas nas ruas e na porta da delegacia, à espera de uma notícia. De acordo com o cunhado de Sarita, Paulo Cesar Azevedo, o pai da adolescente, o ex-prefeito da cidade Antônio Batista Sobrinho, de 80 anos, chegou a ser internado três vezes durante os sete dias de sequestro.

Jovem meiga e tímida

Uma semana antes de ser sequestrada, Sarita visitou uma cachoeira na Serra da Canastra com a turma da escola. A estudante fotografou várias fotos do local. A adolescente cursa o nono ano do ensino fundamental e, de acordo com a professora Regina Faria, ela é uma aluna tímida e meiga. “Mas a timidez dela não a impede de ser muito participativa. Desde que foi levada pelo primo está muito difícil dar aulas”, disse.

Sequestro

A adolescente foi levada na última sexta-feira (30) pelo próprio primo Lindair Marques. Ele é conhecido da polícia por praticar furtos e roubos na região. Atualmente, ele está em liberdade condicional. O pai da adolescente estava com a mulher e as duas filhas quando Lindair chegou à fazenda da família. Eles foram amarrados e trancados em um cômodo da casa e foram ameaçados de morte, segundo a Polícia Militar. Sarita teria se oferecido para ir com o sequestrador para poupar a vida da família.

O sequestrador fez contato por meio de uma rádio da cidade por duas vezes. No domingo (1º), ele disse ao vivo que entregaria Sarita. Na segunda ligação, feita no dia seguinte, ele exigiu que as Polícias Civil e Militar deixassem o caso em troca da liberdade da refém. O pedido foi acatado pela polícia, mas Lindair não cumpriu o prometido e não voltou a fazer novo contato.

Fonte: BOA/CBMMG e G1.

Fotos: Alisson Gontijo – Jornal  O Tempo.

BOA/MG mobiliza duas aeronaves para atendimento na BR 381

Um grave acidente na rodovia sentido BH – Vitória, mobilizou duas aeronaves do CBMMG nesta tarde de sexta, 18Nov2011. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal, o motorista de uma caminhonete MITSUBISHI L200 de cor verde, perdeu o controle em uma curva, atropelou um motoqueiro e bateu na lateral de uma carreta que trafegava no sentido contrário.

“O trecho é crítico e com muitas curvas. Muitas vezes os motoristas não respeitam o limite de velocidade da via e acabam se envolvendo em acidentes”, explicou o Cap Farley, comandante de uma das aeronaves. Infelizmente uma passageira da caminhonete morreu e outras três pessoas ficaram feridas e foram conduzidas para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII.

“Atuamos de forma rápida para conduzirmos as vítimas até o Hospital de base da capital”, ressaltou o Cap Welter, comandante da aeronave Arcanjo 03.

Fonte: BOA/MG.

Fotos: Amadeu Barbosa.

BOA e CORPAer fazem a diferença no transporte de vítimas de acidente na Capital Mineira

Na tarde do dia 28/10, o Batalhão de Operações Aéreas (BOA/MG), foi acionado para auxiliar equipes de salvamento em mais um grave acidente na rodovia BR 040 próximo a cidade de Congonhas, Região Central do Estado.

Por volta das 15:30h, na altura do Km 569 da rodovia, ocorreu uma colisão frontal entre uma Van e um veículo de passeio, onde uma pessoa morreu e 17 ficaram feridas. Foram empenhados dois Helicópteros do BOA/MG e um da Polícia Militar (CORPAer). “Recebemos o pedido de apoio do Oficial Comandante de Aeronave no BOA, Cap Farley, e de pronto deslocamos para o local do sinistro”, explicou o Cap Marcelo Ramos de Oliveira, Comandante da Aeronave da PMMG.

O trânsito na rodovia ficou interditado nos dois sentidos e o resgate das vítimas durou cerca de 3 horas. Os Bombeiros encontraram dificuldade em retirar as vítimas presas devido a violência do impacto dos veículos. As aeronaves empenhadas fizeram a diferença no transporte, pois a distância do acidente até o Hospital de base da capital, era superior a 50 Km.

“Esse tipo de resposta só é possível graças a interação entre as duas unidades aéreas”, salientou o Cap Pedro Luiz, Comandante da Aeronave Arcanjo 03. As vítimas foram transportadas para o Hospital de Pronto Socorro João XXIII em Belo Horizonte.

Fonte: BOA/MG – Fotos: Amadeu Barbosa

Fogo em Parque Estadual da Serra do Rola-Moça mobiliza unidades aéreas em Belo Horizonte/MG

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais informou que o incêndio que atinge o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, desde sexta-feira, consumiu cerca de 80% da área total do parque. Durante o final de semana, o incêndio chegou a ameaçar moradores dos condomínios fechados da região. Muitos tiveram que abandonar suas casas.

Segundo o sargento Eduardo Quirino da Silva, 46 bombeiros, 40 brigadistas e mais seis policiais militares contaram com a ajuda de dois helicópteros – o Pégasus da PM e o Guará do Instituto Chico Mendes – até início da noite para conter as chamas. O Rola-Moça tem 3.941 hectares de área verde que passam por Belo Horizonte, Brumadinho Nova Lima e Ibirité, onde se misturam exemplares de Mata Atlântica e Cerrado e vivem animais ameaçados de extinção como a onça parda, a jaguatirica e o lobo-guará.

De acordo com os bombeiros, os trabalhos estão sendo concentrados onde há predominância de vegetação de Mata Atlântica e a área do Condomínio Casa Branca. Durante a madrugada, ficarão de prontidão no local vinte militares com duas viaturas de combate a incêndio. Os trabalhos serão retomados pela manhã.

De acordo com a corporação, 75 militares e 42 brigadistas trabalham nesta terça-feira contra as chamas. Dois aviões e dois helicópteros ajudam a jogar água na mata, na tentativa de conter o fogo. Três focos ainda ofereciam resistência. Desde a última sexta-feira até ontem, foram consumidos pelo fogo 3 mil dos 3,9 mil  hectares da área de preservação, localizada entre BH, Brumadinho e Nova Lima.

Veja mais fotos:

Fonte: Estado de Minas

Heliponto do Hospital João XXIII agiliza atendimentos e salva vidas, em MG

Inaugurado no dia 17 de dezembro de 2010, o heliponto do Hospital João XXIII, da Rede Fhemig, apresenta um balanço muito positivo em favor da vida ao completar dois meses de funcionamento. Instalado para dar mais agilidade e segurança na assistência a pacientes vítimas de traumas graves e com risco de morte, os números demonstram a eficiência do atendimento com a urgência proporcionada por ele.

BOA/MG tem novo comandante

No último dia 08 de fevereiro do 2011, ocorreu no Hangar do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais a passagem de Comando do Batalhão de Operações Aéreas – BOA/MG. Contando com a presença do Exmo Sr Comandante-Geral da Corporação, Coronel BM Sílvio Antônio de Oliveira Melo, também estiveram presentes várias autoridades civis e militares que prestigiaram o evento.

Inaugurado o heliponto do Hospital de Pronto Socorro João XXIII em Belo Horizonte/MG

O maior hospital de pronto-socorro do Estado de Minas, o HPS João XXIII, na capital, inaugurou em 17/12/2010 seu heliponto. A estrutura, construída estrategicamente sobre a ala de politraumatismos, dará mais agilidade no salvamento de vidas.

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