Reino Unido – Nos meses de março e abril, a Força Aérea Real (RAF –Royal Air Force) realizou treinamentos com os serviços aeromédicos de Hampshire e Ilha de Wight (Hampshire & Isle of Wight Air Ambulance – HIOWAA) e da Escócia (Scottish Ambulance Service – SAS) para o transporte de pacientes graves de áreas remotas para centros hospitalares com maior capacidade de tratamento intensivo.
As equipes aeromédicas do HIOWAA e SAS realizaram treinamento de transporte de pacientes graves em helicópteros CH-47 Chinook, SA-330 Puma e EH-101 Merlin. O SAS ainda testou o uso do EpiShuttle para permitir o transporte rápido e seguro de pacientes com COVID-19 para instalações de atendimento de emergência em todo o país.
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Serviço de Ambulância Escocês durante o embarque do EpiShuttle no helicóptero
Puma. Foto: RAF.
Serviço de Ambulância Escocês durante o embarque do EpiShuttle no helicóptero
Puma. Foto: RAF.
Força Aérea Real e serviços aeromédicos do Reino Unido treinam remoção de pacientes com COVID-19. Foto: RAF.
Força Aérea Real e serviços aeromédicos do Reino Unido treinam remoção de pacientes com COVID-19. Foto: RAF.
Serviço de Ambulância Escocês durante o embarque do EpiShuttle no helicóptero
Puma. Foto: RAF.
Atualmente, os helicópteros da RAF, com capacidade para transportar pacientes graves, estão em prontidão em bases militares na Inglaterra e Escócia, no Reino Unido. As equipes aeromédicas trabalharam ao lado de militares treinando procedimentos de embarque, desembarque e transporte de vários pacientes.
O objetivo é estarem preparados para o caso de haver necessidade de transportar um número maior de pacientes de áreas mais remotos do Reino Unido, durante a pandemia de COVID-19. As equipes simularam operações de remoção aeromédica nas aeronaves e, em seguida, forneceram suporte e cuidados intensivos aos pacientes durante o voo.
Os exercícios praticados foram incorporados aos novos procedimentos operacionais que estão sendo elaborados para auxiliar as tripulações militares e os serviços de ambulância aérea em todo o país. Equipamentos de proteção individual (EPI) foram disponibilizados às equipes, a fim de garantir que os riscos de infecção sejam minimizados durante o transporte de pacientes com COVID-19.
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Serviço aeromédico de Hampshire e ilha de Wight (HIOWAA) realizam treinamento com a força aérea inglesa para transporte de vítimas Covid-19. Foto: Divulgação
Serviço aeromédico de Hampshire e ilha de Wight (HIOWAA) realizam treinamento com a força aérea inglesa para transporte de vítimas. Foto: Divulgação
Serviço aeromédico de Hampshire e ilha de Wight (HIOWAA) realizam treinamento com a força aérea inglesa para transporte de vítimas. Foto: Divulgação
Serviço aeromédico de Hampshire e ilha de Wight (HIOWAA) realizam treinamento com a força aérea inglesa para transporte de vítimas. Foto: Divulgação
Serviço aeromédico de Hampshire e ilha de Wight (HIOWAA) realizam treinamento com a força aérea inglesa para transporte de vítimas. Foto: Divulgação
Estados Unidos – O Distrito de Saúde do Condado de Palm Beach, Flórida, adquiriu dois helicópteros AW169 para o serviço aeromédico conhecido como Trauma Hawk. O Condado de Palm Beach é o maior município da Flórida, com mais de 2.300 milhas quadradas. Em 1988, a população criou o serviço de saúde independente e que fornece sistema de trauma, saúde escolar, hospital, clínicas de atenção primária e serviço aeromédico certificado pela Federal Aviation Administration (FAA).
O Distrito possui atualmente helicópteros aeromédicos Sikorsky S76 C+ e mantém uma infraestrutura bem organizada de regras de voo por instrumentos (IFR), combinando extenso programa de treinamento de pilotos para prestar serviços em condições climáticas adversas. O AW169 é equipado com o Localizer Performance with Vertical Guidance (LPV) GPS, um auxílio de navegação preciso, que aprimora ainda mais operações com baixa visibilidade.
O AW169 possui layout interno flexível, proporcionando acesso ao paciente em 360 graus. Os helicópteros serão os primeiros da Leonardo a apresentar um sistema longitudinal de maca para minimizar a carga de trabalho e o movimento do paciente durante o embarque e desembarque.
A aviônica inclui um sistema de controle de voo automático digital dual-duplex de quatro eixos e um painel digital compatível com óculos de visão noturna (NVG). O modo Unidade de Energia Auxiliar (APU) permite que a cabine do AW169 permaneça “ligada” com as pás do rotor paradas, criando um ambiente seguro, silencioso e confortável para o atendimento aeromédico.
Paraná – No sábado (18), equipe do helicóptero Falcão 03 do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e equipe do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (SIATE) do Corpo de Bombeiros foram acionadas para resgate aeromédico no município de Lapa. Duas vitimas sofreram choque elétrico em área rural.
Um adolescente de 15 anos, sofreu parada cardiorrespiratória decorrente do choque elétrico. Apesar do esforço da equipe médica com procedimentos de reanimação, o garoto faleceu. A segunda vítima, um senhor de 65 anos, e pai do rapaz, foi atendido pela equipe e transportado de aeronave até a UPA da Lapa para avaliação médica.
De acordo com informações obtidas no local, o choque elétrico teria ocorrido após o contato de uma retroescavadeira com a rede de alta tensão.
Na terça-feira (21), a equipe do Falcão 03 realizou remoção aeromédica de um jovem de 21 anos, vítima de acidente de trânsito em Tunas do Paraná. A vítima, com fratura exposta de fêmur, foi levada de helicóptero ao Hospital Cajuru, Curitiba. Na quarta-feira (22) transportaram uma gestante do município de Pien para o Aeroporto de Bacacheri, de onde foi encaminha ao hospital.
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SIATE e helicóptero do BPMOA resgatam duas vítimas de choque elétrico uma das vítimas veio a óbito na Lapa, PR. Foto: Divulgação
SIATE e helicóptero do BPMOA resgatam duas vítimas de choque elétrico uma das vítimas veio a óbito na Lapa, PR. Foto: Divulgação
SIATE e helicóptero do BPMOA resgatam duas vítimas de choque elétrico uma das vítimas veio a óbito na Lapa, PR. Foto: Divulgação
Transporte de gestante de Pien para o Aeroporto de Bacacheri.
Transporte de gestante de Pien para o Aeroporto de Bacacheri.
Portugal – A Força Aérea realizou de 6 a 12 de abril, o transporte aeromédico de 13 pacientes dos arquipélagos dos Açores e da Madeira, dois resgates, dois transportes de órgãos e transporte de insumos hospitalares.
Nesse período foram resgatados dois indivíduos, um que se encontrava a bordo do Navio “Vila do Infante”, a 413 km sudoeste das Lajes e outro a bordo do Navio “Marella Explorer 2”, que navegava a 74 km das Lajes.
Nessa semana também foram realizados dois transportes de órgãos para transplante e transporte de mais de uma tonelada de equipamentos de proteção individual e outros materiais, na luta contra a COVID-19. No total, a Força Aérea já transportou para o arquipélago da Madeira oito toneladas de insumos hospitalares.
As missões foram realizadas com aviões e helicópteros da Força Aérea Portuguesa (EH-101 Merlin, C-295M e Falcon 50), além de equipes e ambulâncias do Serviço de Saúde, Proteção Civil, Bombeiros e Segurança Pública.
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Ação conjunta possibilita o resgate e o transporte de pacientes, órgãos e materiais em Portugal
Ação conjunta possibilita o resgate e o transporte de pacientes, órgãos e insumos hospitalares em Portugal
Ação conjunta possibilita o resgate e o transporte de pacientes, órgãos e insumos hospitalares em Portugal
Ação conjunta possibilita o resgate e o transporte de pacientes, órgãos e insumos hospitalares em Portugal
Ação conjunta possibilita o resgate e o transporte de pacientes, órgãos e materiais em Portugal
Ação conjunta entre órgãos públicos de Portugal possibilita resgate de tripulante de barco na região da Ilha Terceira. Foto: Divulgação
Distrito Federal – Na manhã de segunda-feira (13), o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado para um grave acidente envolvendo um motociclista que saiu da pista na BR-060, sentido Distrito Federal. Participaram da ocorrência, duas viaturas, o helicóptero Resgate 03 (EC135) e 14 bombeiros militares.
A vítima, um homem de 43 anos, pilotava uma motocicleta BMW S1000 RR, de cor vermelha. A equipe médica realizou todos os procedimentos necessários para salvar a vida do motociclista, porém não resistiu aos ferimentos e faleceu no local. Sem informações sobre a causa do acidente a ocorrência ficou aos cuidados da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
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Corpo de Bombeiros com auxílio do helicóptero antedem vítima de acidente na BR-060 sentido Distrito Federal. Foto: Divulgação.
Corpo de Bombeiros com auxílio do helicóptero antedem vítima de acidente na BR-060 sentido Distrito Federal. Foto: Divulgação.
Corpo de Bombeiros com auxílio do helicóptero antedem vítima de acidente na BR-060 sentido Distrito Federal. Foto: Divulgação.
EC 135 T2 (Resgate 03) do Corpo de Bombeiros Militar do DF.
Corpo de Bombeiros com auxílio do helicóptero antedem vítima de acidente na BR-060 sentido Distrito Federal. Foto: Divulgação.
Corpo de Bombeiros com auxílio do helicóptero antedem vítima de acidente na BR-060 sentido Distrito Federal. Foto: Divulgação
Paraná – O Estado do Paraná possui bases com aeronaves nas regiões de Curitiba, Maringá, Ponta Grossa, Londrina e Cascavel. O Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) e a Secretaria de Saúde do Estado (SESA), através de consórcios do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), além do apoio ao combate da pandemia de COVID-19, continuam seu trabalho diário socorrendo pessoas, além do transporte de órgãos para transplante, materiais e insumos médicos.
Na manhã de domingo (12), equipe aeromédica do helicóptero Saúde 02 do Consórcio Intermunicipal SAMU Oeste (CONSAMU) foi mobilizada para fazer o transporte de um órgão para transplante. Foi captado em Paranavaí e transportado para Cascavel, onde um paciente já aguardava no Hospital Uopeccan (Hospital do Câncer de Cascavel) para o procedimento cirúrgico.
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Helicópteros da Rede Paraná Urgência do Paraná.
Equipe aeromédica do SAMU realiza captação e transporte de órgão de Paranavaí a Cascavel, PR. Foto: Divulgação
Equipe aeromédica do SAMU realiza captação e transporte de órgão de Paranavaí a Cascavel, PR. Foto: Divulgação
Serviço Aeromédico de Cascavel. Foto: Divulgação
No mesmo dia uma equipe do Falcão 04 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas. A primeira, uma vítima com fratura de fêmur foi levada da cidade de Mafra para o Hospital Universitário Cajuru, em Curitiba. A segunda, uma vítima de Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), foi transportada da cidade de Guaraqueçaba para o Hospital do Rocio, em Campo Largo.
Além dos transportes de pacientes e de órgãos, aviões e helicópteros do BPMOA e da Casa Militar também estão sendo utilizados para levar equipamentos e insumos médicos, como vacinas contra H1N1 e testes de COVID-19. Na Segunda-feira (13) o helicóptero Falcão 03, em apoio a Secretaria de Saúde do Estado do Paraná e CEMEPAR, transportou mais 80.000 vacinas contra H1N1.
Um profissional de saúde acompanhou o voo para manter o controle de temperatura e monitoramento das vacinas, que foram distribuídas nas cidades de União da Vitória,
Irati, Guarapuava, Francisco Beltrão, Pato branco, Cascavel, Toledo, Foz do Iguaçu, Ivaipora e Telêmaco Borba.
No mesmo dia um recém-nascido precisou de transporte aeromédico após sofrer com falta de oxigênio (sofrimento fetal) durante o parto. O pequeno foi levado pelo Falcão 04 do Aeroporto de Guaratuba ao Aeroporto de Paranaguá, de onde seguiu para o Hospital Regional.
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Recém-nascido foi transportado por um helicóptero do BPMOA (Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas)
Recém-nascido foi transportado por um helicóptero do BPMOA (Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas)
Aeronaves BPMOA do Paraná transportam pacientes e vacinas.
Aeronaves BPMOA do Paraná transportam pacientes e vacinas.
Aeronaves BPMOA do Paraná transportam pacientes e vacinas.
Aeronaves BPMOA do Paraná transportam pacientes e vacinas.
Aeronaves BPMOA do Paraná transportam pacientes e vacinas.
Ainda na segunda-feira, a equipe do Saúde 02 realizou o transporte de uma mulher de 37 anos de idade, vítima de queimaduras após um incêndio ocorrido na noite de domingo (12). Ela foi transferida da UPA de Marechal Cândido Rondon para o Hospital Bom Jesus, em Toledo. O embarque foi feito na Associação Atlética Cultural Copagril (AACC).
Enquanto aeronaves realizavam o transporte de pacientes e vacinas, outra realizava resgate aeromédico de vítima de acidente. Na terça-feira (14), a equipe aeromédica do helicóptero Saúde 10 do SAMU Regional Norte Novo/SESA resgatou um homem de 43 anos vítima de um grave acidente de trânsito na BR-487, entre Campo Mourão e Luiziânia.
O homem ficou preso às ferragens e depois de retirado por equipes do Corpo de Bombeiros foi levado de helicóptero à Santa Casa de Campo Mourão, diagnosticado com politraumatismo.
“O trabalho diário dos profissionais de saúde e das tripulações das aeronaves continua e se mantém ativo, com mais uma tarefa que é apoiar as ações de combate à pandemia de COVID-19. Para isso estamos mantendo procedimentos de segurança e uso de equipamentos para proteger ainda mais nossas equipes e os pacientes”, disse Vinícius Augusto Filipak, médico e gestor da Unidade Aérea Pública da Secretaria de Saúde do Estado do Paraná.
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Aeronaves do SAMU do Paraná resgatam vítima de acidente de trânsito.
Aeronaves do SAMU do Paraná resgatam vítima de acidente de trânsito.
Aeronaves do SAMU do Paraná resgatam vítima de acidente de trânsito.
Aeronaves do SAMU do Paraná resgatam vítima de acidente de trânsito.
São Paulo – Na sexta-feira (10), a Polícia Militar com emprego do helicóptero Águia 01 da Base de Aviação de São José dos Campos, realizou operação para entregar 750 Kg de alimentos (25 cestas básicas) a comunidade localizada na praia do Bonete, extremo sul de Ilhabela.
A praia fica em uma área isolada, cujo acesso só é possível pelo mar ou por uma trilha de 16 Km a pé (cerca de 4 horas de caminhada). Além disso, as famílias estão em quarentena em razão da pandemia de COVID-19.
As cestas básicas da prefeitura não puderam ser entregues devido às más condições do mar, com ressacas e ondas que chegam a quatro metros. Por isso o helicóptero foi a opção para realizar essa ação humanitária.
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Águia 01 da PM entrega 750 Kg de alimentos para comunidade do Bonete, em Ilha Bela
Águia 01 da PM entrega 750 Kg de alimentos para comunidade do Bonete, em Ilha Bela
Águia 01 da PM entrega 750 Kg de alimentos para comunidade do Bonete, em Ilha Bela
Japão – A Guarda Costeira do Japão (JCG) fez um novo pedido para mais dois helicópteros H225 da Airbus Helicopters. Esse pedido eleva a frota de Super Puma da JCG para 15, incluindo dois AS332s e 13 H225s. Os novos helicópteros serão utilizados para atividades costeiras, busca e salvamento, segurança e missões de ajuda humanitária no Japão.
Três novos H225 foram entregues à JCG nos últimos meses. Os helicópteros serão atendidos pelo programa de suporte HCare Smart da Airbus, que oferece disponibilidade de frota e permite que o operador se concentre em suas missões, enquanto a Airbus gerencia seus ativos.
O H225 de 11 toneladas é equipado com instrumentos eletrônicos de última geração, piloto automático preciso e multimissão. Somente no Japão, atualmente 28 helicópteros da família Super Puma são pilotados por operadores civis, segurança pública e pelo Ministério da Defesa do Japão para missões de busca e salvamento, operações offshore, VIP, combate a incêndio e transporte de passageiros e mercadorias.
Guarda Costeira do Japão compra mais dois helicópteros H225 – Super Puma. Foto: Anthony Pecchi
São Paulo – Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportou de helicóptero 180 kits para testes do novo coronavírus (COVID-19) de São Paulo para os três Estados da região Sul do país, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O pouso do helicóptero da PRF ocorreu por volta as 15h30 na sede estadual do órgão, em Curitiba. De lá, a equipe seguiu para Florianópolis (SC), onde chegou ao final da tarde. Além de exames para COVID-19, o voo também transportou outros insumos médicos, destinados a hospitais que estão atendendo os pacientes que contraíram o vírus.
Sobre as ações da PRF durante a pandemia da COVID-19.
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Helicóptero da PRF transportou kits de testes para o COVID19 de São Paulo para os três estados da Região Sul. Foto: Divulgação
Helicóptero da PRF transportou kits de testes para o COVID19 de São Paulo para os três estados da Região Sul. Foto: Divulgação
Helicóptero da PRF transportou kits de testes para o COVID19 de São Paulo para os três estados da Região Sul. Foto: Divulgação
Helicóptero da PRF transportou kits de testes para o COVID19 de São Paulo para os três estados da Região Sul. Foto: Divulgação
Espanha – Um avião Airbus A400M realizou um transporte de lote de máscaras necessárias para o sistema de saúde espanhol de Toulouse a Madri. A aeronave, conhecida como MSN56 e operada por uma tripulação da Airbus, decolou no dia 23 de março de 2020 da sede da Airbus em Toulouse, pousando na Base Aérea Getafe (Madri) para descarregar e entregar o lote de máscaras ao Ministério da Defesa Espanhol.
A carga faz parte dos aproximadamente 2 milhões de máscaras transportadas no fim de semana por um avião de teste Airbus A330-800 de Tianjin, China, para a Europa. Esse transporte permitirá a entrega de um suprimento significativo de máscaras à rede de saúde pública espanhola, em apoio aos atuais esforços de crise do COVID-19.
Isso vem além das doações da Airbus nos últimos dias para fornecer milhares de máscaras a hospitais e serviços públicos em toda a Europa. A Companhia continuará a apoiar voos adicionais planejados para os próximos dias, em coordenação com as autoridades nacionais.
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Airbus A400M transporta máscaras para a Espanha em apoio aos esforços para conter a pandemia de COVID-19
Airbus A400M transporta máscaras para a Espanha em apoio aos esforços para conter a pandemia de COVID-19
Ceará – Em tempos que a grande parte da população está em quarentena para evitar a disseminação do novo coronavírus, os profissionais de segurança seguem atuando diariamente visando a segurança de todos e salvar vidas.
Foi o caso do acionamento atendido por uma aeronave da Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (CIOAPER) da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), na terça-feira (24), quando uma recém-nascida de apenas dez dias com Síndrome de Down e cardiopata foi transportada de Iguatu a Fortaleza.
Helicóptero Fenix 6 com incubadora transportou recém-nascida má formação do septo atrioventricular, no coração de Iguatu para Fortaleza, CE. Foto: Divulgação
O helicóptero que realizou o transporte foi a Fênix 6, que atua pela base de Juazeiro do Norte, na Área Integrada de Segurança 19 (AIS 19) do Ceará. A criança, que é natural da cidade de Jucás, possui má formação do septo atrioventricular, no coração. Ela foi transportada em uma incubadora instalada na aeronave. A missão contou com profissionais da CIOPAER e também do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
Após o voo que durou em torno de 1h30min, a recém-nascida desembarcou em Fortaleza, onde seguiu para o Hospital Infantil Albert Sabin. Com essa remoção, a CIOPAER totaliza oito transportes aeromédicos durante este mês de março, com quase 17 horas voadas.
Atualmente, o estado do Ceará conta com quatro bases da Coordenadoria, nos municípios de Fortaleza, Juazeiro do Norte, Quixadá e Sobral, diminuindo o tempo médio de resposta para ocorrências a 30 minutos.
Equipe aeromédica do CIOPAER do Ceará transporta recém-nascida de Iguatu para Fortaleza. Foto: Divulgação
Luxemburgo – O Governo de Luxemburgo anunciou a criação de um quinto SAMU no Aeroporto Internacional de Luxemburgo-Findel, a fim de garantir um apoio rápido aos doentes e aos hospitais em virtude da epidemia do Covid-19.
A estrutura que estará apta a funcionar a partir do dia 01 de Abril funcionará com a ajuda do serviço de resgate aéreo de Luxemburgo, a Luxembourg Air Rescue (LAR), que assegurará os transporte aéreo mais célere de pacientes. A LAR opera seis helicópteros e seis Learjets equipados para transporte aeromédico.
Atualmente, estão mobilizados 4.100 voluntários, 550 bombeiros e 200 funcionários administrativos que asseguram o funcionamento das medidas da célula de crise criada no Corpo Grão-Ducal de Incêndio e Resgate (CGDIS – Corpo de Bombeiros).
Transporte aeromédico ativado
Luxemburgo recebeu até o dia 24 de março um total de sete pacientes de Covid-19 oriundos do nordeste da França. A maioria dos pacientes tem mais de 50 anos. A partir de agora, eles também serão incluídos nas estatísticas de infecção de Luxemburgo, que possuem 1.333 pessoas infectadas, 143 delas em hospitais, 21 em uma unidade de terapia intensiva e 8 mortes. Na França, até o momento, mais de 22.600 pacientes foram confirmados com Covid-19 e cerca de 1.100 pessoas morreram desde o início da pandemia.
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Para garantir um apoio rápido aos doentes Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir um apoio rápido aos doentes Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir apoio rápido, Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir apoio rápido, Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir apoio rápido, Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir apoio rápido, Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Aeronaves de resgate em prontidão
O presidente do LAR, René Closter, enfatizou as precauções de segurança: “Nestas operações é utilizado pessoal especialmente treinado para infecções. Além disso, todos estão equipados com roupas de proteção especial. Os helicópteros são completamente desinfetados após cada uso. “A cooperação com os hospitais da França está funcionando bem, mesmo que a situação no local seja dramática, enfatiza Closter.
Para poder realizar traslados de retorno de pessoas infectadas a uma distância maior em caso de emergência, um dos seis Learjets foi definido para esse tipo de transporte, diz o CEO René Closter.
Luxembourg Air Rescue (LAR)
Nos últimos trinta anos, o LAR completou mais de 40.000 missões. As 180 pessoas que formam as equipes já viajaram mais de 44 milhões de quilômetros para fornecer ajuda e salvar vidas. Os helicópteros LAR atuam por ano em mais de 3.000 missões. As equipes de ambulâncias aéreas (aviões) já realizaram repatriações médicas de 81 países diferentes.
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Para garantir apoio rápido, Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir um apoio rápido aos doentes Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Para garantir um apoio rápido aos doentes Luxemburgo cria estrutura de resgate e inclui aeronaves para o transporte de pacientes
Recentemente a AirMed&Rescue publicou o artigo Patient air transport during the Covid-19 pandemic, onde o Dr. Terry Martin discute sobre as avalizações necessárias que os operadores civis devem realizar de forma cuidadosa antes que façam voos aeromédicos de pacientes do COVID-19.
Também sobre o tema a Vertigal Mag publicou uma matéria com o título: “Coronavirus forces helicopter EMS safety strictures“, onde aborda a avaliação realizada por operadores aeromédicos civis quanto aos riscos de transportar pacientes com resultado positivo ou com alto risco de portar o novo coronavírus.
Segundo a matéria da Vertical Mag, a maioria dos serviços aeromédicos civis está transportando pacientes em ambulâncias terrestres, com equipamentos específicos e separação física entre motoristas e equipes médicas, o que não é possível com muitas aeronaves, pois não possuem essa separação entre a cabine e cockpit, além de não possuírem ou não terem a capacidade de instalação de sistemas de contenção biológica.
Atualmente, a empresa Phoenix Air possui capacidade de transportar pacientes com uma doença altamente infecciosa em um ambiente de UTI. Em cooperação com o Departamento de Defesa dos EUA desenvolveram um Sistema Aerotransportado de Contenção Biológica para um único paciente.
Apenas como ilustração da relevância do tema, foi usada com sucesso durante o surto de Ebola de 2014 a 2015, onde transportou 41 pacientes sem incidentes para hospitais nos EUA e na Europa.
Sistema de contenção biológica da Phoenix Air com sua plataforma para o avião Gulfstream III. Foto: Phoenix Air.
Caso Ebola (DVE) no Brasil
No Brasil, durante o surto do Ebola (DVE), o ministério da saúde divulgou um guia de orientação sobre atendimento e remoções de pacientes. No capítulo sobre transporte aeromédico exigiu, além das orientações para o transporte de ambulância, que o transporte de pacientes com DVE deveria ser feito em aeronave exclusiva e dedicada para remoção aeromédica; o piloto e co-piloto sempre que houvesse a possibilidade de contato com a vítima ou fluídos, deveriam utilizar os EPIs e após o término do transporte, efetuar a limpeza utilizando os mesmos padrões da limpeza das ambulâncias.
Nessa operação, a Força Aérea Brasileira (FAB), através do Esquadrão Pelicano (2°/10° Grupo de Aviação), realizou evacuações aeromédicas utilizando a aeronave SC-105 Amazonas que possui configurações especiais para esse tipo de transporte. O Esquadrão é preparado para operações de busca e salvamento e evacuações aeromédicas. Também opera helicópteros H-60L Black Hawk.
Veja no vídeo abaixo como foi a preparação da aeronave em Brasília:
A aeronave da FAB que transportou pacientes suspeitos de ebola foi dividida internamente em três zonas: quente, morna e fria, por meio de cortinas específicas. A zona quente, ou crítica, é onde o paciente é transportado. Todos os profissionais que ficam nessa área devem usar os devidos equipamentos de proteção e o paciente é acomodado em uma maca de isolamento portátil.
Na zona morna serve para armazenar equipamentos e materiais utilizados no atendimento. Além disso, serve de área de preparação para os profissionais que necessitem ter algum tipo de contato com quem está na zona quente. A zona fria é considerada livre de contaminação e abriga os pilotos, mecânicos e demais especialistas que necessitem estar no voo, de acordo com a necessidade de cada caso.
Exceto operadores militares, como o Esquadrão Pelicano da FAB e operadores civis, como empresas de táxi aéreo certificadas pela ANAC e que possuem capacidadeoperacional e técnica para realizar esse tipo de missão, existem fatores que precisam ser considerados pelos outros operadores civis que pretendem realizar esse tipo de missão, como operadores da Aviação Pública (RBAC 90).
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Helicóptero H-60L Black Hawk equipado para transportar repatriados em quarentena - Divulgação/FAB.
Helicóptero H-60L Black Hawk equipado para transportar repatriados em quarentena - Divulgação/FAB.
Aeronave SC-105 Amazonas transporta paciente com suspeita de ebola para o RJ. Foto: Agência Força Aérea.
Aeronave SC-105 Amazonas transporta paciente com suspeita de ebola para o RJ. Foto: Agência Força Aérea.
Requisitos
Muitas aeronaves não possuem essas especificações ou não estão alocadas exclusivamente para esse tipo de serviço, além do fato da necessidade de treinamento das equipes e equipamentos de proteção individual, como máscara adequada, protetor facial, óculos de proteção, avental ou traje de operações para proteção contra respingos, adequados inclusive ao uso do capacete de voo e óculos de visão noturna.
Operadores civis americanos, europeus e também do Brasil, decidiram que o risco para as tripulações é muito grande e declararam que não transportarão nenhum paciente com teste positivo para COVID-19 (coronavírus), além do fato de serem necessários equipamentos específicos e uma complexa logística. O transporte de ambulância terrestre se apresenta para muitos como a melhor solução.
Nesse sentido, a Secretaria de Saúde do Paraná publicou no dia 20 de março a Resolução SESA Nº 338/2020 que implementa medidas de enfrentamento da emergência em saúde pública decorrente do COVID-2019.
O parágrafo único do Art. 23 da resolução definiu que “o transporte emergencial de pacientes, caracterizados como caso suspeito para COVID-19 deverá ser prioritariamente realizado na modalidade terrestre, sendo vedado o transporte aéreo até deliberação ulterior.”
O fato é que devem ser seguidos protocolos rígidos para o transporte aeromédico de pacientes nesses casos. De forma análoga, para o transporte de substâncias infecciosas e amostras biológicas em aeronaves civis existem regras específicas. No Brasil há normas que tratam do assunto (operações civis), como o RBAC 175 e o RBAC 90 (Aviação Pública) para o transporte aéreo, legislação de segurança e medicina do trabalho, requisitos de embalagem, etc.
Maca EpiShuttle adquirida pela DRF Luftrettung para transportar pacientes com COVID-9. Foto: DRF.
Assim, para aqueles operadores civis que decidiremtransportar pacientes de alto risco, segundo especialistas, é necessário um conjunto de medidas de prevenção para as tripulações e para todos os profissionais envolvidos direta e indiretamente no transporte.
Essa ação pode demandar uma logística muito mais complexa do que um transporte terrestre, além é claro da avaliação da real necessidade do transporte ser feito via aérea. A leitura dos artigos científicos abaixo também podem ajudar na tomada de decisão dos gestores sobre a necessidade ou não de um transporte e quais protocolos devem ser seguidos. Lembramos que existem muitos trabalhos publicados a esse respeito.
Além disso, ações destinadas a prevenir, controlar, mitigar ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam interferir ou comprometer a qualidade de vida, a saúde humana e o meio ambiente também foram tratadas pelo Ministério da Saúde na publicação Biossegurança em saúde: prioridades e estratégias de ação.
Limpeza e desinfecção de helicópteros
Um dos assuntos relacionados ao tema, mas com viés voltado à segurança em geral nos transportes rotineiros, está a desinfecção da aeronave depois do voo. A Helicopter Association International (HAI) divulgou dicas sobre descontaminação de helicópteros.
Basicamente, inclui lavar as mãos e qualquer parte do corpo exposta; esterilizar componentes de aeronaves, como maçanetas, fivelas de cinto de segurança, controles de voo e tecidos absorventes; e esterilizar equipamentos de voo, como fones de ouvido, capacetes, barras de microfone e abafadores de microfone.
A European Union Aviation Safety Agency (EASA) também divulgou recomendações operacionais, bem como a Airbus Helicopters publicou um Information Notice Nº 3476-I-12 apresentando recomendações e orientações relacionadas à limpeza e desinfecção de helicópteros.
Sendo um operador militar ou civil, o transporte aeromédico nesse cenário demanda aeronave adequada, equipamentos específicos e treinamento das equipes, além de planejamento de toda a logística que envolve esse tipo de operação.
Bons voos com segurança, gestão e EPI!
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Exercício Operation Tranquil Shift para testar a capacidade dos EUA fornecer transporte médico seguro para vários cidadãos americanos.
Exercício Operation Tranquil Shift para testar a capacidade dos EUA fornecer transporte médico seguro para vários cidadãos americanos.
Transporte de um paciente simulado em Fort Detrick. (Foto de Bruce Maston, 2007)
Paraná – Há dois anos o serviço aeromédico foi inaugurado na Região dos Campos Gerais. Uma parceria entre a Prefeitura de Ponta Grossa, Secretaria Estadual de Saúde (SESA) e Segurança Pública (SESP), através do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), possibilitou a implantação do serviço. (Saiba mais)
De lá para cá muitos atendimentos aeromédicos foram realizados. Ao longo desses dois anos, 652 pessoas foram atendidas por profissionais da saúde (médicos e enfermeiros) do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pilotos e equipes de apoio do BPMOA.
O helicóptero Saúde 03 (SAMU 192 – Paraná Urgências) é utilizado no atendimento aeromédico e sua base está localizada no aeroporto municipal Comandante Amilton Antônio, mais conhecido como Aeroporto Sant’Ana, em Ponta Grossa. O serviço atende 57 municípios das regiões de Ponta Grossa, Irati, Guarapuava, União da Vitória e Telêmaco Borba.
“Da parceria criada há dois anos, homens e mulheres cuidam e zelam pela segurança, saúde e tranquilidade dos cidadãos na Região dos Campos Gerais, sempre com carinho e atenção, de forma discreta, mas presente e sempre pronta para servir”, disse o comandante do BPMOA, Ten Cel BM Julio Pucci.
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Serviço aeromédico dos Campos Gerais completa 2 anos com mais de 650 pessoas socorridas
Helicóptero Saúde 03 (Paraná Urgências) utilizado no atendimento aeromédico em Ponta Grossa.
Serviço aeromédico dos Campos Gerais comemora 2 anos com 652 pessoas socorridas
Serviço aeromédico dos Campos Gerais completa 2 anos com mais de 650 pessoas socorridas
Serviço aeromédico dos Campos Gerais completa 2 anos com mais de 650 pessoas socorridas
Serviço aeromédico dos Campos Gerais completa 2 anos com mais de 650 pessoas socorridas
Suíça – No dia 21 de fevereiro, o Grupo Kopter recebeu do Departamento Federal de Aviação Civil (Federal Office of Civil Aviation – FOCA) da Suíça certificado que concede a Aprovação de Organização de Produção (POA).
Este certificado confirma a Kopter como uma organização de produção devidamente reconhecida. É um atestado em que a Kopter possui pessoal qualificado, métodos, processos e procedimentos necessários, além de um sistema de qualidade confiável. É um marco importante para a Kopter, tornando-a elegível para produzir e acelerar seu helicóptero leve SH09 monomotor, que também terá uma versão aeromédica.
A cerimônia de entrega do certificado ocorreu nas instalações da Kopter em Mollis, Suiça, com a participação do diretor de operações da Kopter, Dr. Jan Nowacki e dos representantes da FOCA, Urs Frei e Andreas Boss.
“Estamos extremamente satisfeitos em receber este certificado, que reconhece todo o trabalho que fizemos na construção de uma equipe e organização com bom desempenho. Agradecemos à FOCA por sua confiança e forte apoio para alcançar essa etapa fundamental e esperamos continuar com nossa cooperação no caminho de produzir nosso novo helicóptero com motor de turbina.”, disse Jan Nowacki.
Andreas Boss e Urs Frei comentaram: “Estamos orgulhosos de entregar este certificado de POA à Kopter. Isso demonstra que a Kopter atende aos mais altos padrões de aviação e possui capacidade, instalações, mão de obra, recursos e sistemas de garantia de qualidade para produzir o helicóptero SH09 que está em processo de certificação. ”
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Autoridade de Aviação Civil Suíça certifica a Kopter para produção do helicóptero SH09
Versão aeromédica. Autoridade de Aviação Civil Suíça certifica a Kopter para produção do helicóptero SH09
Autoridade de Aviação Civil Suíça certifica a Kopter para produção do helicóptero SH09
Paraná – Um grave acidente envolvendo três veículos foi registrado na manhã de domingo (15) na BR-163, região de Lindoeste. Oserviço aeromédico do CONSAMU, ambulâncias de Cascavel, Capitão Leônidas Marques e Santa Tereza do Oeste foram mobilizados. A Polícia Rodoviária Federal e a Defesa Civil também prestaram apoio.
O veículo com placa de Lindoeste, seguia no sentido Cascavel, quando colidiu frontalmente com outro veículo com placa de Santa Teresa do Oeste.
Um terceiro veículo que não conseguiu frear também se envolveu no acidente. No interior de um dos veículos o condutor e um passageiro, ambos de 22 anos, sofreram ferimentos leves. Os outros 03 passageiros sofreram ferimentos graves (idades de 67, 42 e 17 anos).
No outro veículo havia o passageiro, de 25 anos e a passageira com 22 anos, ambos com ferimentos leves. O terceiro veículo envolvido havia 04 ocupantes, todos ilesos. Um homem foi levado pelo helicóptero do CONSAMU ao Hospital Universitário de Cascavel. Outras vítimas foram socorridas de ambulância, sendo uma levada ao Hospital Universitário e outra ao São Lucas.
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Equipes do SAMU socorrem vítimas de grave acidente envolvendo três veículos na BR-163. Foto: Divulgação.
Equipes do SAMU socorrem vítimas de grave acidente envolvendo três veículos na BR-163. Foto: Divulgação.
Espírito Santo – No domingo (15), um idoso precisou ser transportado pelo helicóptero Hárpia 06 do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER), na região Sul do Espírito Santo.
O transporte aeromédico aconteceu do município de Piúma para Serra, no Espírito Santo. O homem de 89 anos de idade estava com grave quadro respiratório e diagnóstico de pneumonia.
O paciente foi assistido durante todo o voo por um enfermeiro e médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e encaminhado ao Hospital Dório Silva, na Serra.
Equipe Aeromédica do NOTAER transporta idoso com quadro grave de pneumonia do município de Piúma para o Hospital Dório Silva em Serra, ES. Foto: Divulgação.
Estados Unidos – Quando se trata de oferecer uma resposta adequada, eficaz e rápida a desastres naturais, não há espaço para improvisações, principalmente quando várias agências diferentes estão envolvidas.
Tim Ochsner, piloto-chefe do Departamento de Segurança Pública do Texas (DPS), explica a chave para o sucesso do SAREX (Search and Rescue Exercise) realizado por mais de 20 agências diferentes desde 2015, que agora se estabeleceu como referência para treinamento SAR (Search And Rescue) nos EUA.
Como surgiu a necessidade de organizar o treinamento de resgate em tão grande escala como o SAREX?
Em 2011, o estado do Texas teve enormes problemas com incêndios florestais e, nos anos seguintes, tivemos duas grandes inundações. Todas as agências equipadas com capacidade aérea para esse tipo de situação estavam envolvidas: o Exército com seus Lakotas, nossas agências locais de EMS, o Departamento de Polícia de Austin com seu H125 e o Departamento de Polícia de San Antonio com um H125 também.
Todos nós rapidamente formamos uma equipe e trabalhamos juntos por necessidade devido às inundações. Não tivemos tempo para configurar muito, apenas fizemos.
Após esses eventos, pensamos que precisávamos apresentar um plano melhor para o treinamento, estabelecer um plano de comunicação e procedimentos operacionais padrão. Tivemos que estabelecer uma estrutura de cooperação independente das partes com as quais trabalhamos, porque no final das contas essas coisas podem mudar. Foi assim que surgiu o exercício SAREX.
SAREX – Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
Como o treinamento SAREX ajudou a enfrentar situações da vida real?
Realizamos o primeiro exercício da SAREX em 2015, que ficou cada vez maior a cada ano. Isso realmente nos ajudou a estar preparado para o furacão Harvey em 2017.
Na verdade, Harvey foi uma das maiores respostas da aviação a um incidente por causa da área geográfica envolvida. Havia mais de 120aeronaves no ar no sudeste do Texas e 25 agências envolvidas.
Graças ao SAREX, todos sabíamos o que todo mundo ia fazer e nos organizamos com muita facilidade. Todas as outras agências que também participaram se encaixaram no plano SAREX.
Após Harvey, realizamos o exercício SAREX mais três vezes, o que nos ajudou a responder às tempestades tropicais em Houston, por exemplo. No ano passado, tivemos 23 agências participando do exercício SAREX de vários estados diferentes.
SAREX – Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
Você acha que exercícios como esse podem ser úteis para outras agências ou outros países?
É um programa muito bom e acreditamos firmemente nele. Sabemos que é um grande empreendimento em termos de logística e suporte, mas vale a pena: é uma ótima maneira de discutir comunicação, coordenação, técnicas e táticas.
Toda vez que fazemos esse tipo de exercício, é como um ensaio para um grande evento. Você conhece pessoas; você sabe exatamente que tipo de plano de comunicação vai usar e como a logística funcionará … Quando surgir o momento da verdade, tudo o que precisamos fazer é dizer: “Ei, pessoal, estamos fazendo exatamente o que fizemos durante o SAREX .” Isso realmente melhora a segurança, eficiência e logística.
Se qualquer outra agência ou organização estiver interessada neste exercício, teremos prazer em ajudá-los a implementar algo como o SAREX!
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SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
SAREX - Como são coordenadas as operações de SAR em grande escala? Foto: Airbus.
Santa Catarina – Na tarde de terça-feira (25), um homem de 59 anos que sofreu uma parada cardiorrespiratória (PCR) no Bairro das Nações, Balneário Camboriú, foi socorrido por bombeiros e equipe do SAMU.
A vítima passou mal por volta das 16h30. O helicóptero Arcanjo 03 do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) do Corpo de Bombeiros foi acionado para a ocorrência. Quando os bombeiros chegaram no local, o homem já estava sendo atendido pelo SAMU.
No local, a equipe aeromédica do Arcanjo 03 utilizou medicamentos e compressor torácico automático (LUCAS 3) para reanimação cardiopulmonar. Depois de 45 minutos de procedimentos, os bombeiros conseguiram reverter a parada cardiorrespiratória. O homem foi estabilizado, entubado e conduzido por terra ao Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí.
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Bombeiros e SAMU com auxílio do helicóptero Arcanjo 03 revertem quadro de parada cardiorrespiratória em Itajaí, SC. Foto: Divulgação
Serviço aeromédico do Batalhão de Operações Aéreas e SAMU recebe compressor torácico automático Lucas 3
Serviço aeromédico do Batalhão de Operações Aéreas e SAMU recebe compressor torácico automático Lucas 3
Santa Catarina – Na tarde de quarta-feira (26), um homem de 58 anos precisou ser transportado de Vargeão para o Hospital Regional do Oeste, em Chapecó. O resgate foi feito pelo Serviço de Atendimento e Resgate Aeromédico (SARA) e Serviço Aeropolicial (SAER-Fron). A vítima sofreu uma queda em casa na quinta-feira (20).
Ele procurou atendimento médico na quarta-feira após passar mal. Foi internado em Vargeão e passou por uma tomografia. Após o resultado dos exames, foi constatado que ele possuía sangramento intracraniano, causado por Traumatismo cranioencefálico (TCE).
O paciente foi estabilizado para o transporte até Chapecó. A equipe aeromédica realizou a transferência de urgência do paciente, para que pudesse receber tratamento cirúrgico no serviço de neurocirurgia.
Equipe do SARA/SAER transporta paciente com hemorragia intracraniana de Vargeão para Hospital Regional do Oeste, SC. Foto: Divulgação.
Espirito Santo – Na segunda-feira (24), equipe do helicóptero Harpia 06 do Núcleo de Operações e Transporte Aéreo (NOTAER) realizou transporte aeromédico de paciente do município de Santa Maria de Jetibá para a capital, Vitória.
Um homem de 68 anos de idade, vítima de infarto agudo do miocárdio (IAM), foi transportado no Harpia 06, assistido durante todo o voo por um enfermeiro e médico do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192).
“A vítima necessitava de rapidez no transporte e pudemos reduzir o tempo resposta e garantir um atendimento médico especializado.”, disse a equipe do NOTAER.
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Tripulação do Harpia 06 do NOTAER em apoio ao SAMU realizam transporte de idoso vítima de infarto de Santa Maria de Jetibá para Vitória, ES. Foto: Divulgação
Tripulação do Harpia 06 do NOTAER em apoio ao SAMU realizam transporte de idoso vítima de infarto de Santa Maria de Jetibá para Vitória, ES. Foto: Divulgação
Tripulação do Harpia 06 do NOTAER em apoio ao SAMU realizam transporte de idoso vítima de infarto de Santa Maria de Jetibá para Vitória, ES. Foto: Divulgação
Tripulação do Harpia 06 do NOTAER em apoio ao SAMU realizam transporte de idoso vítima de infarto de Santa Maria de Jetibá para Vitória, ES. Foto: Divulgação
Paraná – No domingo (23), equipe aeromédica do Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA) realizou dois transportes noturnos. O primeiro aconteceu na madrugada, quando uma jovem de 22 anos, vítima de capotamento em Matinhos, foi diagnosticada com cervicalgia e precisava ser transportada.
A paciente foi estabilizada pela equipe médica e embarcada no Falcão 03 na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Praia Grande, em Matinhos, onde está instalada a Base Litoral. Foi transportada ao Aeroparque Paranaguá, de onde seguiu com ambulância do SAMU para o Hospital Regional do Litoral.
Por volta das 23h00, o BPMOA realizou a segunda remoção aeromédica noturna da UPA de Praia Grande para o Hospital Regional do Litoral. O paciente, de nove anos, foi diagnosticado com broncopneumonia e precisa de transporte urgente. Foi estabilizado pela equipe médica do Falcão 03 e levado até o Aeroparque Paranaguá, onde uma ambulância do SAMU aguardava para o traslado.
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Equipe aeromédica do Falcão 03 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas de Matinhos para o Hospital Regional do Litoral. Foto: Divulgação.
Equipe aeromédica do Falcão 03 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas de Matinhos para o Hospital Regional do Litoral. Foto: Divulgação.
Equipe aeromédica do Falcão 03 do BPMOA realizou duas remoções aeromédicas de Matinhos para o Hospital Regional do Litoral. Foto: Divulgação.